Sistema de segurança suplementar de airbags e pré-tensores dos cintos de segurança

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Página 1 de 22 Publicado: 23/Abr/2009 Sistema de segurança suplementar de airbags e pré-tensores dos cintos de segurança LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES - FOLHA 1 DE 2 1 - Luz avisadora SRS (sistema de restrição suplementar) 2 - Airbag do condutor 3 - Mola de relógio 4 - Indicador de desactivação do airbag do passageiro 5 - Airbag do passageiro 6 - Interruptor de desactivação do airbag do passageiro (todos excepto NAS (especificação Norte Americana) e Austrália) 7 - RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES - FOLHA 2 DE 2

Página 2 de 22 1 - Sensor de impacto lateral da porta 2 - Sensor de impacto lateral do pilar B 3 - Sensor de impacto lateral traseiro 4 - Cortina insuflável lateral da terceira fila 5 - Cortina insuflável lateral da primeira e segunda filas 6 - Interruptor da fivela do cinto de segurança e pré-tensor 7 - Sensor da posição do banco 8 - Módulo de classificação do ocupante (apenas NAS) 9 - Sensor de pressão da almofada do banco (apenas NAS) 10 - Chumaço de pressão da almofada do banco (apenas NAS) 11 - Sensor de tensão do cinto de segurança (apenas NAS) 12 - Airbag lateral 13 - Sensores de impacto frontal

Página 3 de 22 GENERALIDADES O SRS (sistema de restrição suplementar) proporciona protecção adicional aos ocupantes do veículo em determinadas situações de colisão. O sistema SRS (sistema de restrição suplementar) consta dos componentes que se seguem: Um airbag do condutor Um airbag do passageiro Um airbag lateral em cada banco dianteiro Cortinas insufláveis laterais para os bancos da primeira e segunda filas Cortinas insufláveis laterais para os bancos da terceira fila (quando instalada) Um pré-tensor para cada cinto de segurança dianteiro Um sensor da fivela para cada cinto de segurança dianteiro Sensores de impacto frontal e lateral Um indicador de desactivação do airbag do passageiro Um interruptor de desactivação do airbag do passageiro (todos excepto NAS e Austrália) Um sistema de monitorização do ocupante para o banco do passageiro dianteiro Um sensor de posição para o banco do condutor Uma luz avisadora SRS (sistema de restrição suplementar) Uma mola de relógio UM RCM (módulo de controlo do sistema de segurança). AVISO: AVISO: Todos os dispositivos pirotécnicos são perigosos. Antes de efectuar quaisquer procedimentos em dispositivos pirotécnicos, leia todas as informações contidas na secção Práticas Normais de Oficina, deste manual. Para mais informações, consulte a Standard Workshop Practices (100-00 ) O SRS possui activação selectiva dos airbags e pré-tensores e airbags de duas fases para o condutor e passageiro. O RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) vigia os sinais dos sensores internos e externos e activa os pré-tensores dos cintos de segurança requeridos se os sensores detectarem uma colisão ou uma situação de capotamento acima de limites pré-estabelecidos. AIRBAG DO CONDUTOR 1 - Canal-guia e ranhura e da ferramenta de libertação 2 - Conector da fase 1 do insuflador 3 - Conector da fase 2 do insuflador

Página 4 de 22 4 - Mola de retenção 5 - Pino de localização e mola 6 - Gancho de retenção O airbag do condutor forma a almofada central do volante. Quatro pinos e dois ganchos colocam em posição e fixam o airbag do condutor ao volante. Os ganchos consistem em molas metálicas de cada lado do airbag do condutor que engatam em ganchos no volante. O airbag do condutor é libertado do volante puxando as molas metálicas com uma ferramenta especial inserida através de uma ranhura de cada lado do cubo do volante. Molas nos pinos de localização puxam então o airbag do condutor para fora do volante. Uma ficha Lucar liga um ponto de massa ao airbag do condutor. O airbag do condutor tem um insuflador de duas fases, com conectores eléctricos independentes para cada fase. O insuflador contém um propelente sem azida que funciona como produtor de gás. Linhas moldadas na superfície interior do revestimento do airbag do condutor constituem pontos fracos que se rasgam e abrem de forma controlada quando o airbag do condutor é insuflado. O volume insuflado do airbag é de 57 litros (2,01 ft 3 ). AIRBAG DO PASSAGEIRO 1 - Tampa de reforço 2 - Canal de passagem 3 - Airbag do passageiro 4 - Barra de reforço transversal no interior do veículo 5 - Suporte de fixação 6 - Ficha Lucar 7 - Conector do insuflador 8 - Portas de insuflação O airbag do passageiro está localizado no painel de instrumentos, por trás do porta-luvas superior. A parte inferior do airbag do passageiro está fixada a um suporte de montagem na barra de reforço transversal no interior do veículo. A parte superior do airbag do passageiro está fixada a um canal de passagem que, por sua vez, está fixada a uma tampa de reforço na parte superior do painel de instrumentos. Quando o airbag é activado, o canal de passagem guia-o para a parte inferior da tampa de reforço. A tampa de reforço possui duas portas de insuflação que são forçadas a abrir, partindo a cobertura do painel de instrumentos, quando o airbag é insuflado.

Página 5 de 22 Uma ficha Lucar liga um ponto de massa ao airbag do passageiro. O airbag do passageiro tem um insuflador de duas fases, com conectores eléctricos independentes para cada fase. O insuflador contém um propelente sem azida que funciona como produtor de gás. O insuflador utiliza uma mistura de ar e gás de hidrogénio de alta pressão como meio de insuflação. O volume insuflado do airbag é de 130 litros (4,59 ft 3 ). AIRBAGS LATERAIS NOTA: É mostrado o airbag do lado esquerdo, o airbag do lado direito é uma imagem reflectida 1 - Estrutura das costas do banco 2 - Airbag lateral 3 - Cabo 4 - Insuflador Um airbag lateral está fixado à parte exterior da estrutura das costas do banco de cada um dos bancos dianteiros, por baixo do forro das costas do banco. Os airbags laterais são específicos para o lado para o qual foram concebidos, e cada um consiste num alojamento de plástico moldado, que contém o airbag dobrado e o insuflador. Um cabo liga o dispositivo de ignição do insuflador a uma ficha no bloco de conectores da cablagem principal do banco localizado por baixo da extremidade dianteira da almofada do banco. Quando o airbag é insuflado, força a extremidade dianteira do alojamento de plástico moldado que se parte e rompe o revestimento do encosto do banco. Os airbags laterais usam árgon comprimido como meio de insuflação. O volume insuflado de cada um dos airbags laterais é de 12 litros (0,42 ft 3 ). CORTINAS INSUFLÁVEIS LATERAIS As cortinas insufláveis laterais são concebidas para proteger a cabeça e tronco em situações de impacto lateral e de capotagem. As cortinas insufláveis laterais da primeira e segunda filas são equipamento de série em todos os veículos. As cortinas insufláveis laterais da terceira fila apenas são montadas em veículos com sete bancos. As cortinas insufláveis laterais usam árgon comprimido como meio de insuflação.

Página 6 de 22 Cortina insuflável lateral da primeira e segunda filas NOTA: É mostrada a cortina insuflável do lado direito, a cortina insuflável do lado esquerdo é uma imagem reflectida 1 - Pontos de ancoragem da cortina insuflável 2 - Secção não insuflável da cortina insuflável 3 - Grampo da cortina insuflável (auxiliar de fabrico) 4 - Fixação dianteira da guia do gás 5 - Secção insuflável da cortina insuflável 6 - Rampa do pilar B 7 - Parafusos de fixação 8 - Dispositivo da correia activa 9 - Ancoragem da correia traseira 10 - Correia traseira 11 - Grampo de calha do tejadilho 12 - Tubo-guia do gás 13 - Conector eléctrico do insuflador 14 - Insuflador 15 - Suporte de fixação do insuflador As cortinas insufláveis laterais da primeira e segunda filas estão instaladas em calhas do tejadilho por cima das portas dianteiras e traseiras, por trás do revestimento do tejadilho. Cada cortina insuflável lateral tem um insuflador, que está fixado à calha superior por um suporte de fixação e dois parafusos. O insuflador está ligado à cortina insuflável por um tubo-guia do gás. O tubo-guia do gás e a cortina insuflável estão fixados ao longo da calha do tejadilho por um dispositivo de fixação à frente do tubo-guia do gás, por dois dispositivos de fixação na rampa do pilar B, por dois grampos e dois parafusos, e por dois dispositivos de fixação na extremidade do tubo-guia do gás e na rampa do pilar C. Na traseira da cortina insuflável, um dispositivo de correia activa está preso em duas posições no pilar C. Na parte inferior do dispositivo de correia activa está uma ancoragem de fixação. A frente da cortina insuflável está fixada ao pilar A por dois dispositivos de fixação.

Página 7 de 22 Quando a cortina insuflável lateral é insuflada, sai da rampa do pilar B e dos grampos da calha do tejadilho e estende-se para baixo a partir da parte de trás do revestimento do tejadilho. A cortina em insuflação é esticada entre os pontos de ancoragem no pilar A e o dispositivo de correia activa no pilar C. Isto mantém a cortina insuflável em posição contra a parte superior das portas e do pilar B. Cortina insuflável lateral da terceira fila NOTA: É mostrada a cortina insuflável do lado direito, a cortina insuflável do lado esquerdo é uma imagem reflectida As cortinas insufláveis laterais da terceira fila estão instaladas em calhas do tejadilho por cima das janelas laterais traseiras, por trás do revestimento do tejadilho. Cada cortina insuflável lateral tem um insuflador, que está fixado ao pilar D por um suporte de fixação e dois parafusos. O insuflador está ligado à cortina insuflável por um tubo-guia do gás. O tubo-guia do gás e a cortina insuflável estão fixados à calha do tejadilho por dois parafusos. Correias estão fixadas à parte dianteira e traseira da cortina insuflável. A correia dianteira está fixada no pilar C. A correia traseira está fixada no pilar D e é mantida em posição por um alojamento da correia. Quando uma cortina insuflável da terceira fila é insuflada, estende-se para baixo a partir da parte de trás do revestimento do tejadilho. A cortina insuflável em expansão aperta as correias, que mantêm a cortina insuflável em posição contra o vidro lateral traseiro. PRÉ-TENSORES 1 - Parafuso de fixação 2 - Cortina insuflável 3 - Parafuso de fixação 4 - Correia traseira 5 - Tubo-guia do gás 6 - Suporte de fixação do insuflador 7 - Insuflador 8 - Ancoragem da correia traseira 9 - Alojamento da correia 10 - Correia traseira 11 - Ancoragem da correia dianteira

Página 8 de 22 1 - Fivela do cinto de segurança 2 - Fole 3 - Parafuso de ancoragem 4 - Êmbolo e tubo Os pré-tensores são utilizados para apertar os cintos de segurança dianteiros durante uma colisão para assegurar que os ocupantes ficam bem presos nos seus bancos. Um pré-tensor está integrado na fivela de cada um dos cintos de segurança dianteiros. Cada pré-tensor tem um tubo que contém um insuflador e um êmbolo. O insuflador está ligado ao RCM (módulo de controlo do sistema de segurança). O êmbolo está fixado a um cabo de aço, cuja extremidade oposta está fixada à fivela do cinto de segurança. Ao receber um sinal de accionamento do RCM (módulo de controlo do sistema de segurança), o insuflador gera azoto que se expande rapidamente para conduzir o êmbolo ao longo do tubo, puxando o cabo e arrastando a fivela do cinto de segurança para baixo. SENSORES DOS CINTOS DE SEGURANÇA A fivela de cada um dos cintos de segurança incorpora um sensor de efeito de Hall que envia um sinal de estado do cinto de segurança para o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança). O RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) transmite no Bus CAN (controlador de rede) de alta velocidade um sinal do estado dos dois cintos de segurança dianteiros, o qual é utilizado pelo grupo de instrumentos. SENSORES DE IMPACTO 5 - Conectores eléctricos para o insuflador e interruptor da fivela

Página 9 de 22 Os sensores de impacto estão instalados na dianteira e de ambos os lados do veículo. A utilização de múltiplos sensores de impacto fornece tempos de activação dos airbags mais reduzidos, graças a uma detecção mais rápida da aceleração lateral e longitudinal, e melhora a precisão da detecção. Há dois sensores de impacto frontal fixados a suportes na estrutura de suporte dianteira da carroçaria, imediatamente por cima de cada longitudinal dianteiro. Há seis sensores de impacto lateral situados no habitáculo, conforme indicado a seguir: Um fixado a cada porta dianteira. Um fixado à base de cada pilar B. Um instalado em cada painel lateral traseiro, por cima da cava da roda. Cada um dos sensores de impacto incorpora um acelerómetro e um microcontrolador alimentados por tensão do RCM (módulo de controlo do sistema de segurança). A linha de tensão de alimentação fornece também uma interface através da qual o sensor de impacto lateral comunica com o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança), utilizando mensagens da dados em série. A aceleração é avaliada pelo microcontrolador e transmitida para o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança), que toma então a decisão de activar ou não os airbags e os pré-tensores. Quando se liga a ignição, o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) fornece alimentação aos sensores de impacto, que executam um auto-teste. Depois de auto-testes satisfatórios, os sensores de impacto enviam continuamente mensagens de "sensor activo" para o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança). Se for detectada uma avaria, o sensor de impacto relevante envia uma mensagem de avaria, em vez da mensagem de sensor activo, para o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança). Depois o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) regista um código de avaria correspondente e acende a luz avisadora SRS (sistema de restrição suplementar). INDICADOR DE DESACTIVAÇÃO DO AIRBAG DO PASSAGEIRO

Página 10 de 22 1 - Indicador de desactivação (NAS e Japão) 2 - Indicador de desactivação (todos excepto NAS e Japão) O indicador de desactivação do airbag do passageiro está instalado no conjunto de interruptores central do painel de instrumentos. Quando apropriado, o indicador fica aceso para avisar os ocupantes dos bancos dianteiros de que o airbag do passageiro está desactivado. O funcionamento do indicador é controlado pelo RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) com base no estado de ocupação do banco, o qual é derivado do sistema de classificação do ocupante (veículos NAS) ou do interruptor de desactivação do airbag do passageiro (todos os veículos, excepto os de especificação NAS e Australiana). O RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) acende a luz avisadora quando: O airbag do passageiro é desactivado utilizando o interruptor de desactivação do airbag do passageiro (quando instalado). OU Requerido pela monitorização do ocupante do banco do passageiro (apenas veículos NAS). INTERRUPTOR DE DESACTIVAÇÃO DO AIRBAG DO PASSAGEIRO O interruptor de desactivação do airbag do passageiro proporciona um método de inibição manual do airbag do passageiro; isto sucede em todos os veículos, excepto nos de especificação Australiana e nos equipados com o sistema de classificação do ocupante. O interruptor está instalado no painel de instrumentos do lado do passageiro dianteiro e é accionado pela chave de ignição. Quando o interruptor de desactivação do airbag do passageiro é accionado, muda a ligação à massa entre dois pinos nas fichas do RCM (módulo de controlo do sistema de segurança). Quando o interruptor de desactivação do airbag do passageiro é colocado na posição OFF (desligado), o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) desactiva esse airbag e, se o banco dianteiro do passageiro estiver ocupado, faz acender a luz indicadora de airbag do passageiro desactivado. DETECÇÃO DE OCUPANTE Existem 2 tipos de detecção de ocupante: Em todos os mercados, excepto na América do Norte, os veículos têm um sistema de detecção de ocupante, que activa o indicador do cinto de segurança Nos veículos NAS, um sistema de classificação do ocupante fornece sinais ao RCM (módulo de controlo do sistema de segurança), por forma a permitir a activação correcta do airbag do passageiro e do indicador correspondente. Sistema de detecção de ocupantes

Página 11 de 22 1 - Almofadas dos bancos 2 - Interruptor de pressão O sistema de detecção do ocupante apenas pode determinar se o banco do passageiro dianteiro está ocupado ou não. O sistema de detecção do ocupante consiste num interruptor de pressão instalado entre o acolchoamento de espuma e o forro da almofada do banco do passageiro dianteiro. O interruptor de pressão incorpora várias de células de carga ligadas em série e inseridas numa película de plástico. O peso sobre o sensor de pressão aumenta a resistência do circuito. O grupo de instrumentos fornece uma tensão de referência ao interruptor de pressão e mede a passagem de corrente para determinar o estado de ocupação. Baseando-se nos sinais do estado de ocupação do banco e do estado do cinto de segurança do passageiro dianteiro (sinais estes recebidos do RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) no Bus CAN (controlador de rede) de alta velocidade), o grupo de instrumentos determina o estado do aviso dos cintos de segurança. Sistema de classificação de ocupantes AVISO: Todos os veículos Land Rover, salvo o Defender, estão equipados com airbags do lado do passageiro. Os airbags do passageiro proporcionam a já bem conhecida protecção em caso de colisão para qualquer adulto que viaje no banco dianteiro do passageiro; estes airbags, contudo, podem ser perigosos para crianças e bebés que viagem no banco dianteiro. A Land Rover recomenda que as crianças e bebés viagem sempre nos bancos do traseiros do veículo. NOTA: Todos os novos Land Rover vendidos na América do Norte estão em conformidade com a legislação FMVSS208 em consequência da inclusão do sistema de classificação do ocupante.

Página 12 de 22 1 - Almofadas dos bancos 2 - Chumaço de pressão 3 - Tubo de pressão 4 - Sensor de pressão 5 - Sensor de tensão do cinto de segurança 6 - Módulo de classificação do ocupante O sistema de classificação do ocupante consta de uma ECU fixa à superfície inferior do banco, uma almofada cheia de silicone com um sensor de pressão entre a espuma da almofada do assento e a armação deste e, por último, um sensor de tensão do cinto de segurança. Quando uma pessoa se senta no banco, é criada uma pressão no saco de silicone e o peso do ocupante é determinado com base na pressão gerada. O peso é comparado com 4 limites de classificação. São eles: Desocupado Estado inibido ocupado (crianças de 6 anos, crianças de 3 anos, cadeirinhas para bebés até 12 meses do tipo de instalar voltadas para a frente ou para trás e assentos de aumento da altura para crianças) Estado ocupado permitido (peso superior a 5º de percentagem fêmea) Estado indeterminado. Classificação Indicador de desactivação Luz avisadora SRS Banco desocupado OFF OFF Ocupado inibido ACTIVADO DESACTICADO Ocupado permitido DESACTIVADO DESACTIVADO Estado indeterminado DESACTIVADO ACTIVADO

Página 13 de 22 O módulo OCS contém acelerómetros e algoritmos para compensar os efeitos das forças longitudinais, laterais e verticais que actuam no veículo enquanto está a ser conduzido. O sensor de tensão do cinto é utilizado para compensar as cargas desenvolvidas pelas cadeirinhas para crianças (quando a carga desenvolvida no banco por uma cadeirinha para crianças é aumentada por um cinto muito tensionado) e também cargas dinâmicas no cinto (causadas pela condução em todo-o-terreno/estilo agressivo). O sistema indicador dos cintos de segurança nos veículos equipados com o sistema de classificação do ocupante utiliza o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) para detectar o estado de ocupação do banco com base em cálculos feitos no interior do RCM (módulo de controlo do sistema de segurança), com o grupo de instrumentos a determinar em seguida se o indicador dos cintos de segurança deverá ser activado com base nos estados dos interruptores das fivelas dos cintos de segurança e na velocidade do veículo. SENSOR DA POSIÇÃO DO BANCO 1 - Estrutura do banco O sensor da posição do banco permite que o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) detecte quando o banco do condutor está para a frente de um dado ponto na calha do banco. O sensor da posição do banco consiste num sensor de efeito de Hall fixado à estrutura do banco do condutor e numa placa alvo na base do banco. Quando a ignição está ligada, o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) alimenta o sensor com uma tensão nominal de 12 volts e monitoriza a tensão de retorno. Quando a estrutura do banco se move para a frente, o sensor move-se sobre a placa alvo, o que altera a relutância do sensor. A alteração da tensão é detectada pelo RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) e utilizada como um ponto de comutação. O ponto de comutação é quando o centro do sensor está a 3 ± 4 mm da extremidade dianteira da placa alvo. Quando o banco do condutor está para a frente do ponto de comutação, o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) aumenta o tempo de espera entre o accionamento das duas fases do insuflador no airbag do condutor. Quando o banco do condutor está para a frente do ponto de comutação, o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) aumenta o tempo de espera entre o accionamento das duas fases de disparo. LUZ AVISADORA SRS 2 - Chapa de montagem para a ferramenta nº 21-031 B/303-435-06 3 - Sensor da posição do banco 4 - Ficha 5 - Placa alvo 6 - Base do banco

Página 14 de 22 A luz avisadora SRS (sistema de restrição suplementar) é um LED (díodo emissor de luz) vermelho, instalado por detrás de uma legenda SRS (sistema de restrição suplementar) no conta-rotações do grupo de instrumentos. O funcionamento da luz avisadora SRS (sistema de restrição suplementar) é controlado por um sinal no Bus CAN (controlador de rede) de alta velocidade, transmitido do RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) para o grupo de instrumentos. O RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) acenderá a luz avisadora SRS (sistema de restrição suplementar) se detectar uma avaria; também a acende, no início de cada ciclo de ignição, durante 6 segundos, para permitir a verificação do funcionamento da lâmpada. MOLA DE RELÓGIO 1 - Conector eléctrico para os conjuntos de interruptores do volante e buzina 2 - Rotor interior 3 - Patilha de fixação do alojamento exterior

Página 15 de 22 4 - Cabos de ligação do airbag do condutor 5 Abertura para visualização 6 - Cavilha de accionamento 7 - Batente 8 - Conector eléctrico para a cablagem da coluna da direcção 9 - Tampa exterior A mola de relógio está instalada na coluna da direcção e funciona como interface de ligação entre a cablagem da coluna da direcção fixa e os componentes que rodam com o volante, isto é, airbag do condutor, buzina e conjuntos de interruptores do volante. A mola de relógio consiste numa caixa de plástico que incorpora uma tampa exterior fixada à coluna da direcção e um rotor interno que roda com o volante. Quatro patilhas de fixação fixam a tampa ao interruptor de funções múltiplas na coluna da direcção. O rotor encaixa no volante graças a uma cavilha de accionamento. Uma patilha na parte inferior do rotor acciona a função de cancelamento automático do interruptor dos indicadores de mudança de direcção. Um cabo tipo fita, que passa por rolos no rotor, liga dois conectores na tampa a dois conectores no rotor. Cabos de ligação para o airbag do condutor estão instalados num dos conectores do rotor. Para impedir danos no cabo tipo fita, tanto a direcção como a mola de relógio devem ser centralizadas quando se remove e instala a mola de relógio ou o volante. A mola de relógio está centralizada quando a cavilha de accionamento está na posição das seis horas e 50-100% de uma roda amarela é visível através de uma abertura própria para essa visualização. As molas de relógio de substituição são montadas com um batente, que tranca a tampa ao rotor, na posição central. O batente tem de ser partido quando se monta uma mola de relógio de substituição. RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) O RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) está instalado no topo do túnel da transmissão, alinhado com os pilares B; controla o sistema SRS. As funções principais do RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) incluem: Detecção e registo de colisões. Accionamento dos pré-tensores e insuflação dos airbags. Auto-teste e monitorização do sistema, com indicação de estado através da luz avisadora SRS (sistema de restrição suplementar) e armazenamento não volátil de informação sobre avarias. Um sensor de segurança no RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) confirma o impacto para verificar se será mesmo necessário activar os pré-tensores e insuflar os airbags. Um sensor de capotagem monitoriza a posição lateral do veículo. Várias estratégias de accionamento/insuflação são utilizadas pelo RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) para assegurar que, durante um acidente, apenas os airbags e pré-tensores apropriados são accionados. A estratégia de accionamento/insuflação utilizada depende dos sinais recebidos dos interruptores dos cintos de segurança e do sistema de monitorização do ocupante. Uma reserva de energia no RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) assegura que existe sempre um mínimo de 150 milisegundos de energia armazenada disponível se a alimentação proveniente do interruptor da ignição for interrompida durante uma colisão. A energia armazenada é suficiente para produzir sinais de insuflação para os airbags de condutor e passageiro e sinais de accionamento para os pré-tensores dos cintos de segurança. Quando a ignição é ligada, o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) executa um auto-teste e, em seguida, procede à monitorização cíclica do sistema. Se detectar uma avaria, o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) regista o respectivo código de avaria e acende a luz avisadora SRS (sistema de restrição suplementar). As informações sobre as avarias podem ser visualizadas com o sistema de diagnóstico aprovado pela Land Rover, através de uma ligação dedicada entre o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) e a ficha

Página 16 de 22 de diagnóstico. Se detectar uma avaria que possa causar um falso sinal de accionamento/insuflação, o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) desactivará o respectivo circuito de accionamento, e mantém-no desactivado durante uma situação de colisão. FUNCIONAMENTO DO SRS Informações gerais Numa colisão, a desaceleração ou aceleração repentina é medida pelo sensor de segurança no RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) e pelos sensores de impacto. O RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) avalia as leituras, para determinar o ponto de impacto no veículo e se a desaceleração/aceleração detectada excede os limites de espoletamento dos airbags ou dos pré-tensores. Durante uma colisão, o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) só activará os airbags e os pré-tensores dos cintos de segurança se o sensor de segurança confirmar os dados recebidos do(s) sensor(es) de impacto, indicando que a força do impacto excedeu o limite pré-determinado. O RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) também vigia o veículo quanto a capotamento, utilizando o sensor de capotamento interno e as mensagens no Bus CAN de alta velocidade transmitidas pelo módulo ABS (sistema de travões antibloqueio) e pelo sensor de ângulo da direcção. O RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) incorpora os seguintes limites de impacto, para cobrir diferentes cenários de acidente: Impacto frontal, pré-tensores. Impacto frontal, fase 1 dos airbags do condutor e passageiro, cinto desapertado. Impacto frontal, fase 2 dos airbags do condutor e passageiro, cinto desapertado. Impacto frontal, fase 1 dos airbags do condutor e passageiro, cinto apertado. Impacto frontal, fase 2 dos airbags do condutor e passageiro, cinto apertado. Impacto traseiro. Impacto lateral esquerdo. Impacto lateral direito. Capotagem. Os limiares dos impactos frontais aumentam em intensidade desde pré-tensores até fase 2 de airbags do condutor e passageiro, cinto apertado. Estratégias de accionamento/insuflação Os pré-tensores dos cintos de segurança são accionados quando é excedido o limiar de impacto para pré-tensores ou o limiar para capotagem. O RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) só activa um pré-tensor quando o cinto de segurança está posto. Para que o pré-tensor do passageiro dianteiro seja accionado, o banco deve também estar ocupado por uma pessoa grande, isto é, alguém acima de um dado peso (apenas NAS). Os airbags do condutor e passageiro apenas são insuflados num impacto frontal que exceda o limiar da fase 1. Ambas as fases do insuflador dos airbags do condutor e passageiro são accionadas. Em impactos entre os limiares da fase 1 e 2, o tempo de espera entre o accionamento das duas fases varia consoante a intensidade do impacto; quanto mais intenso o impacto, mais curto o tempo de espera. A limiares de impacto da fase 2 e acima, as duas fases do insuflador são accionadas quase simultaneamente. O airbag do passageiro é desactivado excepto se o banco do passageiro dianteiro estiver ocupado por uma pessoa grande (apenas NAS), ou se o interruptor de desactivação do airbag do passageiro estiver ligado (todos excepto NAS). O tempo de espera entre o accionamento das duas fases do insuflador no airbag do condutor é aumentado se o o banco do condutor estiver para a frente do ponto de comutação do sensor da posição do banco. Se existir uma avaria num dos sensores das fivelas dos cintos de segurança, o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) assumirá que o cinto de segurança em questão está posto no caso da estratégia de espoletamento do pré-tensor e que não está posto, no caso da estratégia de insuflação do airbag. Se existir uma avaria no sistema de detecção de ocupação do banco, ou se existir uma avaria no interruptor de desactivação do airbag do passageiro dianteiro, o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) aumenta o intervalo entre as duas fases de disparo do insuflador no airbag do passageiro. Se um limiar de impacto lateral for excedido, o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) insufla o airbag lateral e o(s) airbag(s)-cortina desse lado do veículo. Se o limite de impacto lateral no lado do passageiro dianteiro for excedido, o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) também avaliará o sinal do módulo do sensor de ocupação do banco e insuflará o airbag lateral apenas se o banco dianteiro do passageiro estiver ocupado por uma pessoa de porte grande (apenas NAS). A(s) cortina(s) insuflável(eis) lateral(ais) de ambos os lados do veículo são insufladas se o limiar de capotagem for excedido. Se ocorrerem vários impactos durante um evento de colisão, depois de responder ao impacto principal o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) envia os sinais de insuflação apropriados em resposta a quaisquer

Página 17 de 22 outros impactos se ainda existirem unidades por insuflar. Sinal de colisão Quando o RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) transmite qualquer sinal de activação dos sistemas de segurança, também transmite um sinal de colisão para o Módulo de Controlo do Motor (ECM) e muda a mensagem no Bus CAN (controlador de rede) de alta velocidade de "sem colisão" para "colisão". A mensagem no Bus CAN (controlador de rede) de alta velocidade é utilizada pela CJB (caixa de derivação central) e pelo FFBH (aquecedor auxiliar a combustível). Ao receber os sinais de colisão: O ECM (módulo de controlo do motor) desactiva a bomba de combustível. O funcionamento do FFBH é desactivado. A CJB (caixa de derivação central) entra no modo de colisão e: Activa todos os sinais de destrancagem do sistema de trancagem do veículo, mesmo se o veículo já estiver destrancado. Após 3 segundos, a CJB (caixa de derivação central) activa os sinais de destrancagem outra vez, para o caso de um botão de trancagem ter sido premido durante a colisão, por braços a moverem-se, por exemplo. Ignora todos os sinais de trancagem e trancagem dupla até o modo de colisão ser cancelado, altura em que coloca o sistema de trancagem em funcionamento normal. Activa todas as luzes de cortesia, excepto as luzes de localização. As luzes de cortesia activadas mantêm-se ligadas até serem desligadas manualmente na unidade da luz, ou até o modo de colisão da CJB (caixa de derivação central) ser cancelada, altura em que voltam ao funcionamento normal. Activa os intermitentes de perigo. Os intermitentes de perigo mantêm-se ligados até serem cancelados rodando o interruptor da ignição da posição II para a posição I ou 0, ou até o modo de colisão ser cancelado. Activa todos os sinais de destrancagem do sistema de trancagem do veículo, mesmo se o veículo já estiver destrancado. Após 3 segundos, a CJB (caixa de derivação central) activa os sinais de destrancagem outra vez, para o caso de um botão de trancagem ter sido premido durante a colisão, por braços a moverem-se, por exemplo. Ignora todos os sinais de trancagem e trancagem dupla até o modo de colisão ser cancelado, altura em que coloca o sistema de trancagem em funcionamento normal. Activa todas as luzes de cortesia, excepto as luzes de localização. As luzes de cortesia activadas mantêm-se ligadas até serem desligadas manualmente na unidade da luz, ou até o modo de colisão da CJB (caixa de derivação central) ser cancelada, altura em que voltam ao funcionamento normal. Activa os intermitentes de perigo. Os intermitentes de perigo mantêm-se ligados até serem cancelados rodando o interruptor da ignição da posição II para a posição I ou 0, ou até o modo de colisão ser cancelado. O modo de colisão é cancelado ligando e desligando o interruptor da ignição. DIAGRAMA - FOLHA 1 DE 2 (TODOS EXCEPTO NAS) NOTA: A = Ligações por fio; D = Bus CAN (controlador de rede) de alta velocidade

Página 18 de 22 1 - Fusível principal 11E, BJB (caixa derivação da bateria) 2 - Bateria 3 - Sensor de impacto frontal - lado esquerdo 4 - Sensor de impacto frontal - lado direito 5 - Sensor de impacto lateral esquerdo 6 - Sensor de impacto lateral direito 7 - Interruptor de desactivação do airbag do passageiro 8 - Sensor da fivela do cinto de segurança esquerdo 9 - Grupo de instrumentos 10 - Sensor da fivela do cinto de segurança direito 11 - Sensor de pressão de detecção do ocupante 12 - Sensor da posição do banco 13 - RCM (módulo de controlo do sistema de segurança)

Página 19 de 22 14 - Fusível 9P, CJB (caixa de derivação central) 15 - Interruptor da ignição 16 - Fusível 68P, CJB (caixa de derivação central) 17 - Indicador de desactivação do airbag do passageiro DIAGRAMA - FOLHA 1 DE 2 (APENAS NAS) NOTA: A = Ligações por fio; D = Bus CAN (controlador de rede) de alta velocidade 1 - Fusível principal 11E, BJB (caixa derivação da bateria) 2 - Bateria 3 - Sensor de impacto frontal - lado esquerdo 4 - Sensor de impacto frontal - lado direito

Página 20 de 22 5 - Sensor de impacto lateral esquerdo 6 - Sensor de impacto lateral direito 7 - Interruptor da fivela do cinto de segurança esquerdo 8 - Interruptor da fivela do cinto de segurança direito 9 - Grupo de instrumentos 10 - Sensor de tensão do cinto de segurança 11 - Módulo de classificação do ocupante 12 - Sensor e chumaço de pressão 13 - Sensor da posição do banco 14 - RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) 15 - Fusível 9P, CJB (caixa de derivação central) 16 - Interruptor da ignição 17 - Fusível 68P, CJB (caixa de derivação central) 18 - Indicador de desactivação do airbag do passageiro DIAGRAMA - FOLHA 2 DE 2 (TODOS OS MERCADOS) NOTA: A = Ligações específicas permanentes

Página 21 de 22 1 - Airbag do passageiro 2 - Airbag do condutor 3 - Mola de relógio 4 - ECM (módulo de controlo do motor) 5 - Tomada para diagnóstico 6 - Pré-tensor esquerdo 7 - Airbag lateral esquerdo 8 - Cortina insuflável lateral da terceira fila esquerda 9 - Cortina insuflável lateral esquerda da primeira e segunda filas 10 - Cortina insuflável lateral direita da terceira fila 11 - Cortina insuflável lateral direita da primeira e segunda filas 12 - RCM (módulo de controlo do sistema de segurança) 13 - Airbag lateral direito

Página 22 de 22 14 - Pré-tensor direito