O ALUNO DA EJA E A APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

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Transcrição:

ESCOLA ESTADUAL ROSA PIGNATARO CURSO: MAGISTÉRIO SÉRIE: 1º ANO TURMA: A RAMON KLEBSON DE ARAÚJO O ALUNO DA EJA E A APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA NOVA CRUZ RN MAIO/2013 0

RAMON KLEBSON DE ARAÚJO O ALUNO DA EJA E A APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA Projeto apresentado à Escola Estadual Rosa Pignataro para fins avaliativos do componente curricular de Educação de Jovens e Adultos EJA. Prof.ª: Liliana Kelly NOVA CRUZ RN MAIO/2013 1

A leitura torna o homem completo; a conversação torna-o ágil; e o escrever dá-lhe precisão. (Francis Bacon) A Leitura embriaga a alma e enobrece o espírito,enquanto que a Escrita imortaliza o ser, tornando-o modalizador de homens. (Célia Maria) 2

SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 JUSTIFICATIVA 3 OBJETIVOS 3.1 OBJETIVO GERAL 3.2 OBJETIVOS ESPECÍCOS 4 METODOLOGIA 4.1 INSTRUMENTOS DE PESQUISA 4.2 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 5 AVALIAÇÃO 6 CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 4 5 6 6 6 7 7 7 8 9 10 3

1 INTRODUÇÃO Este projeto propõe uma ação integradora dos alunos da Educação de Jovens e Adultos com a sociedade através da leitura e da escrita, de forma que eles não vejam as mesmas apenas como códigos decodificados, mas sim, que encontrem motivos para buscar alternativas de trabalhar com elas, fazendo-os sentir reconhecidos como sendo capazes de aprender, e que essa aprendizagem os levem a um desenvolvimento pessoal e a uma formação de uma imagem positiva de si mesmos, e assim sendo capazes de orientarem-se a partir dessa intenção. Com a aplicação do trabalho exposto nesse projeto, espera-se que os alunos concluam o curso capacitados, não apenas aptos a assinar seu nome e conhecendo algumas palavras de aparência simples, mas também capazes de ler e interpretar as matérias escritas que se apresentam nos veículos de comunicação, para que dessa forma possam se desenvolver, preparando o aluno a adquirir a tão necessária segurança de que precisa para dar continuidade ao processo de leitura e escrita. 4

2 JUSTIFICATIVA O Programa de Alfabetização de Jovens e Adultos foi criado com a finalidade de atender a um público que não pode ou não consegue se matricular nos cursos regulares da Educação Básica, por se estarem fora da faixa etária necessária ou por se sentirem envergonhados e/ou incapazes de frequentar as referidas escolas, ou por não disporem de escolas em locais de fácil acesso. Ultimamente as pesquisas referentes aos processos de aprendizagem da leitura e da escrita vêm comprovando que a estratégia necessária para um indivíduo se alfabetizar não é a memorização, mas a reflexão sobre a escrita. Essa constatação pôs em risco uma antiga concepção, na qual a escola apoiava suas práticas de ensino, e desencadeou uma revolução conceitual, uma mudança de paradigma. Estamos passando por esse momento, com as vantagens e prejuízos que caracterizam um período de transição e de transformação de ideias ao longo de muitos anos. Qual o estudante inicial que não se sente constrangido ao ser solicitado que se expresse através da leitura ou da escrita? O argumento mais utilizado pelos educandos nessa situação é o que afirmam não saberem escrever, e sabemos que tal situação para ser resolvida depende de certo esforço por parte dos educadores. É preciso exercer um papel mediador, daí a necessidade de se conhecer os mecanismos para, a partir de então, tornar fácil escrever sem receio. É de conhecimento de todos os educadores que a escola é o caminho certo quando se fala em processo ensino-aprendizagem, tendo em vista o compromisso que ele exerce perante a sociedade, por isso temos o compromisso de apresentar um plano que vá proporcionar aos educandos mais maturidade no exercício da leitura e da escrita. Somente com análise profunda do problema e com um trabalho bem elaborado é que podemos ter bons resultados. 5

3 OBJETIVOS 3.1 OBJETIVO GERAL Fazer com que o educador compreenda como os jovens e adultos vejam a aprendizagem da língua falada e escrita, levando-os a desmistificar esse processo, fazendo com que os mesmos percebam que escrever não depende de dom de palavras, que essa é uma ideia errônea, pois sabemos que todos têm algo a dizer, que têm o que compartilhar, que precisam documentar o que vivem, o que querem refletir sobre as coisas da vida e sobre o próprio trabalho. 3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Compreender o sentido nas mensagens orais e escritas, atribuindo os significados e identificando elementos possivelmente relevantes segundo os propósitos e intenções do autor; Distinguir os diferentes mecanismos que envolvem a leitura e a escrita. Levar o educando a entender a importância de se aprender a arte da leitura e da escrita, sendo capaz de levá-la para sua vivência diária. Participar de diferentes situações de comunicação oral e escrita, acolhendo e considerando as opiniões adversas, valorizando a leitura como forma de usufruir de estética e entretenimento. 6

4 METODOLOGIA 4.1 INSTRUMENTOS DE PESQUISA Pesquisa bibliográfica; Levantamento e seleção de bibliografia; Leitura e pesquisa descritiva; Entrevista com professores, coordenadores e educandos; Análise e interpretação dos dados. 4.2 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS No primeiro momento o educador deve realizar uma pesquisa bibliográfica para um melhor aprofundamento, a ser desenvolvido através de pesquisas, leituras de livros que falam sobre a leitura e a escrita e do relacionamento que ambas exercem em relação aos alunos iniciantes. Sabemos que há um conjunto muito amplo sobre o tema, por isso a importância de se analisar vários conceitos a fim de esclarecer de forma transparente para que todos possam entender ao ler a pesquisa. Outro ponto fundamental que devemos nos preocupar é com a escrita inicial por ser essa a nossa unidade principal de estudo Para análise trabalharemos com alunos da 1ª etapa do curso da Educação de Jovens e Adultos, por serem iniciantes no processo da leitura e da escrita, observando seus comportamentos diante da missão de se expressarem através da leitura e da escrita, dando ênfase à maneira que se colocam diante desse desafio para, a partir de então, poder compreender como vêem e se portam diante do ato da leitura e da escrita, para então podermos avaliar que instrumentos se deve utilizar para se derrubar todas os mitos que cercam o aprender a ler e escrever. 7

5 AVALIAÇÃO A avaliação deste trabalho mostrará o resultado conclusivo baseado nos questionamentos feitos durante a pesquisa, que nos demonstrará, como por exemplo: Se o educando está ciente do seu papel em sala de aula; Se os alunos, por estarem fora de faixa etária, demonstram algum tipo de receio em estar novamente estudando depois de estar determinado tempo fora da sala de aula; Se há algum tipo de bloqueio no processo do aprendizado da leitura e da escrita provocado por algum motivo de chacota entre pessoas próximas do convívio (familiares, vizinhos, e até mesmo colegas de classe), ao indagarem se estão aprendendo ou já aprenderam a ler e escrever; Se existe alguma dificuldade em se integrar numa sala de aula, sendo ela um mundo de certa forma, antes desconhecido pelos educandos que, a partir de agora passam a conviver com pessoas diferentes e começam a ter acesso a noticias de acontecimentos dantes nunca tido, devido à grande troca de informações ocorrida na sala de aula. Essa análise nos fará perceber onde está a raiz de toda a problemática levantada, se ela se encontra na própria área educacional ou na questão social ou psicológica de cada educando que apresentar dificuldade nesse processo de aprendizagem da leitura e da escrita, e em último estágio, buscaremos interpretar os dados coletados e analisados durante a pesquisa, visando uma reflexão ampla, seguida de conclusão sobre os problemas identificados. 8

CONCLUSÃO De tudo que a escola pode oferecer de bom aos alunos a leitura é, sem dúvida, o melhor, a grande herança da educação. Este é o prolongamento da escola na vida, já que a maioria das pessoas, no seu dia-a-dia, lê muito mais do que escreve. Portanto, deveria se dar prioridade à leitura no ensino, sem desprezar evidentemente à escrita. É importante ensinar a leitura não apenas de frases ou textos, mas também de problemas de matemática, provas etc. assim, devemos fazer com que o aluno compreenda a importância da escrita e leitura para o transcorrer de suas vidas. E desta forma fazer com que o educando adulto perceba que ler e escrever depende de empenho, dedicação, compromisso, compreendendo que o talento da escrita nasce na frequência com que ela é experimentada. 9

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. http://pensador.uol.com.br/leitura_e_escrita 10