Quando dividimos uma oração em partes para estudar as diferentes funções que as palavras podem desempenhar na oração e entre as orações de um texto, e
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- Mônica Maria Clara Medina Nunes
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1 MORFOSSINTAXE Quando analisamos a que classe gramatical pertencem as palavras de determinada frase, estamos realizando sua análise morfológica. A morfologia é a parte da gramática que estuda a classificação, estrutura, formação e flexão das palavras, observando-as as isoladamente.
2 Quando dividimos uma oração em partes para estudar as diferentes funções que as palavras podem desempenhar na oração e entre as orações de um texto, estamos realizando uma análise sintática. A parte da gramática que estuda as reações e combinações existentes entre as palavras de um enunciado recebe o nome de sintaxe.
3 O que é texto? Para se compreender melhor o fenômeno da produção de textos escritos, importa entender previamente o que caracteriza o texto, escrito ou oral, unidade linguística comunicativa básica, já que as pessoas têm para dizer umas as outras não são palavras nem frases isoladas, mas textos.
4 Pode-se definir texto ou discurso como ocorrência linguística falada ou escrita, de qualquer extensão, dotada de unidade sociocomunicativa, semântica e formal.
5 A segunda propriedade básica do texto é o fato de ele constituir uma unidade semântica. Uma ocorrência linguística. Para ser texto, precisa ser percebida pelo receptor como um todo significativo.
6 O contexto sociocultural em que se insere o discurso também constitui elemento condicionante de seu sentido, na produção e na recepção, na medida em que delimita os conhecimentos partilhados pelos interlocutores, inclusive quanto às regras sociais da interação comunicativa.
7 De acordo com o conceito adotado, um texto será bem compreendido quando avaliado sob três aspectos: O pragmático, que tem a ver com seu funcionamento enquanto atuação informacional e comunicativa; O semântico-conceitual, conceitual, de que depende sua coerência; O formal, que diz respeito à coesão.
8 POLÍTICAS PÚBLICAS DE LEITURA (Maria Antonieta Antunes Cunha) Políticas públicas são ações sistematizadas, estruturadas, constantes com objetivos muito claros, ela tem que ser pensada como universal.
9 Deve atender uma população inteira dentro de sua faixa etária, condições culturais, etc. Ela deve priorizar as principalmente as populações que possuem grande déficit, mas todas devem ser atendidas.
10 A matéria é a leitura, portanto ela tem tudo a ver com a política pública. Temos que criar ações para a questão da leitura. A leitura não é um bem do ser humano, uma vez que ninguém nasce com o dom de ler. É um dado histórico e cultural da humanidade.
11 O primeiro marco foi a linguagem, o homem desenvolveu uma linguagem articulada. Isto proporcionou uma grande diferença para a humanidade. Não sabemos ainda onde vamos chegar com a linguagem.
12 Para o homem contar e ouvir histórias é diferente de ler, isto ele fez durante longos anos. A leitura requer um processo de aprendizagem, ela não é um dado natural.
13 A leitura é uma ferramenta necessária para o desenvolvimento do ser humano. O poder público e os governantes devem lutar para que a leitura seja a segunda natureza do ser humano. Ele não consegue pensar sem a leitura: crescer culturalmente, trocar ideia, interagir, socializar-se, se, aprender, conversar, compreender o mundo, as pessoas e evoluir em seu trabalho, enfim (conceber-se) se).
14 As pesquisas mostram que mesmo tendo avançado de maneira significativa 43% a 49% da população brasileira não é leitora.
15 A leitura é uma ferramenta necessária, por isso ela deve alcançar a todos. A Política Pública é um dever, sendo assim ela precisa oferecer prioridades de leitura. O poder público deve pensar como se dá a democratização da leitura.
16 COMO ACONTECE A POLÍTICA PÚBLICA DA LEITURA É necessário o cumprimento de três itens: - Espaço de leitura; - Material de leitura (acervo) - Mediador da leitura
17 Há dois espaços inequívocos: a escola (sala de aula) e a biblioteca Há também uma população que não está na escola e está longe da biblioteca.
18 Tanto a escola quanto a biblioteca devem sair de seus espaços e criar projetos para divulgar a leitura. Precisamos de espaços adequados para a leitura.
19 Mais de 90% dos municípios brasileiros possuem bibliotecas. Os espaços devem ser promotores da leitura, a sala de aula deve ser um espaço privilegiado de leitura.
20 A sala de aula não é o verdadeiro espaço de leitura, o condutor da leitura é o professor. O acervo de leitura deve ter o material literário, a literatura ajuda o leitor a interpretar, ele volta a rever-se, a repensar o mundo. A literatura faz absoluta diferença na questão da leitura, mas não podemos afirmar que é só a literatura.
21 O espaço da leitura precisa trazer também a informação, o livro didático pode ser dispensado. O material paradidático pode ser utilizado. Não podemos ter qualquer tipo de sectarismo, qualquer proibição diminui o fluxo da leitura.
22 Não é só assinar o material: jornal e revista; é necessário lê-los. Os homens leem mais jornais e material informativo. As mulheres leem mais revistas e literatura. É necessário ampliar o universo da leitura por meio da diversidade, ou seja, de Sabrina a Guimarães Rosa.
23 28% dos brasileiros leem poesia. O acervo precisa ser diversificado. Quem deve adquirir o material é o diretor. Os alunos precisam conhecer a diversidade devido a linguagem e a dicção diferenciada do Brasil. A indicação e sugestão de leitura deve ter o mesmo espírito democrático. As razões pelas quais as pessoas leemagente não sabe, alguns dizem que viajam fazendo leitura, outros dizem que aprendem mais
24 Os verdadeiros motivos não sabemos. Na verdade, mesmo dizendo os motivos, eles mesmos não sabem, pois os mistérios do encantamento da leitura são insodáveis. Na diversidade cria-se possibilidades enormes de leitura.
25 A leitura não é uma experiência da natureza do homem. Ela é histórico cultural. É um trabalho. Precisa ter programas que ensinam a pessoa a ler. É preciso estar evidentemente encantado com a leitura.
26 É necessário o fascínio sobre a necessidade da leitura, é necessário a existência do mediador. Tanto para as crianças quanto para os alunos da EJA.
27 Precisamos de bibliotecários e professores encantados com a leitura. O aluno tem o direito de se tornar a qualquer momento leitores. Isto é válido para bibliotecários e professores
28 A leitura não pode ser vista como uma ação entre amigos. Na Política Pública não se deve ver o fator amizade. A ação de qualquer benemérito tem o valor de benfeituria e não depende de troca. Preciso verificar o usuário, o que ele deseja.
29 Aspectos positivos da leitura Não é só quem lê um livro que lê (Santana) Ler é compreender um texto, são vistos como processos ativos, criativos e reconstrutivos (Marcuchi) O ato de ler se antecipa, se alonga na inteligência do mundo (Freire)
30 Ler é adquirir conhecimentos, ter acesso aos bens culturais e seu aprendizado, pretende em geral, a adaptação do indivíduo ao meio ambiente (Martins, Maria Helena) Ler é uma to de afirmação e de defesa da liberdade individual e da participação da sociedade (Silva)
31 O leitor, na medida em que lê, se constitui, se representa, se identifica (Orlandi) Ler é encantar-se com o texto: enxergar o texto, cantar o texto, modificar-se pelo texto Leite, leitura, letras, literatura, tudo o que passa, tudo o que dura (Paulo Leminski)
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