FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DOS ANOS INICIAIS EM ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
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- Igor Lopes Chaves
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1 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DOS ANOS INICIAIS EM ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO MARTINIAK, Vera Lucia 1 CRUZ, Mirian Margarete Pereira da 2 BIGLIA, Pablo 3 FREHSE, Fernanda Barancoski 4 CARBONAR, Adelaine 5 RESUMO Este projeto de extensão tem como objetivo apoiar os professores alfabetizadores no planejamento da sua prática pedagógica por meio do uso articulado dos materiais elaborados pelo Ministério da Educação e das referências curriculares e pedagógicas. Além da formação continuada o projeto centra-se nos seguintes eixos de ação: utilização de Materiais Didáticos e Pedagógicos, acesso dos alunos aos livros de Literatura Infantil disponibilizados pelo MEC, suporte teóricometodológico com a utilização de Tecnologias Educacionais Digitais e Avaliação do processo de ensino-aprendizagem dos alunos e professores. Por meio da formação continuada dos professores alfabetizadores pretende-se garantir que os alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental estejam alfabetizados, em Língua Portuguesa e em Matemática, até o final do 3º ano do ensino fundamental. A metodologia utilizada centra-se na análise e investigação das práticas pedagógicas desenvolvidas nas salas de aulas, no suporte pedagógico aos professores por meio dos Cadernos Temáticos, formação continuada dos orientadores de estudos que repassarão e desenvolverão as atividades com os professores alfabetizadores. Neste projeto estão envolvidos 136 municípios do Estado do Paraná, 135 coordenadores locais, 287 orientadores de estudos, 11 formadores e cerca de 5250 professores alfabetizadores que atuam em classes de 1º, 2º 3º ano ou em classes multisseriadas. Espera-se que as ações desenvolvidas auxiliem na redução da distorção idade-série e melhorem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). PALAVRAS CHAVE Alfabetização, Formação Continuada, Anos iniciais do Ensino Fundamental. 1 Doutora em Educação, coordenadora do projeto, [email protected]. 2 Especialista em Alfabetização, coordenadora-adjunta, [email protected]. 3 Mestrando em Linguagem, Identidade e Subjetividade, Apoio Administrativo, [email protected]. 4 Graduada em Pedagogia, Apoio Administrativo, [email protected]. 5 Mestranda em Gestão do Território, Apoio Administrativo, [email protected].
2 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 2 Introdução Os problemas da alfabetização no Brasil têm sido amplamente discutidos na sociedade e por pesquisadores de diversas áreas. Desta forma, começam a ser delineado algum consenso de que um indivíduo alfabetizado não é aquele que domina apenas o sistema gráfico. Espera-se que a pessoa alfabetizada seja capaz de ler e escrever em diferentes situações sociais, para que possa, então, inserir-se e participar ativamente de um mundo letrado. De acordo com os dados do PISA, a proficiência em leitura de estudantes brasileiros de 15 anos é significativamente inferior à de todos os outros países da avaliação. De acordo com os dados do SAEB, na avaliação realizada em 2001 (divulgada em 2003), apenas 4,48% dos alunos de 4ª série possuem um nível de leitura adequado ou superior ao exigido para continuar seus estudos no segundo segmento do Ensino Fundamental. Uma parte deles apresenta um desempenho situado no nível intermediário, 36,2%, segundo o SAEB, estão começando a desenvolver as habilidades de leitura, mas ainda aquém do nível exigido para a 4ª série. A grande maioria se concentra, desse modo, nos estágios mais elementares de desenvolvimento, 59% dos alunos da 4ª série apresentam acentuadas limitações em seu aprendizado de leitura e escrita. Dito de outra forma, cerca de 37% dos alunos estão no estágio crítico de construção de suas competências de leitura, o que significa que têm dificuldades graves para ler, e 22% estão abaixo desse nível, no estágio muito crítico, o que significa que não sabem ler. (BATISTA, 2006, p. 14). Assim, o papel da escola, no processo de alfabetização, é ensinar o sistema de escrita e propiciar condições de desenvolvimento das capacidades de compreensão e produção de textos orais e escritos. Para tanto, desde os primeiros anos de escolarização, espera-se que os docentes planejem situações de escrita que, ao mesmo tempo favoreçam a aprendizagem do funcionamento da escrita alfabética e possibilitem o acesso aos textos escritos de modo a garantir a inserção social em diversos ambientes e tipos de interação. O acesso a esses diferentes ambientes e tipos de interação, por seu turno, implica mais do que dominar a base alfabética e ter capacidade para ler e escrever textos. Implica, sim, na ampliação do universo cultural das crianças, por meio da apropriação de conhecimentos relativos ao mundo social e da natureza. [...] o processo de inserção e participação na cultura escrita. Trata-se de um processo que tem início quando a criança começa a conviver com as diferentes manifestações da escrita na sociedade (placas, rótulos, embalagens comerciais, revistas, etc.) e se prolonga por toda a vida, com a crescente possibilidade de participação nas práticas sociais que envolvem a língua escrita, como a leitura e redação de contra tos, de livros científicos, de obras literárias, por exemplo. (VAL, 2006, p. 19). O acesso aos diferentes gêneros discursivos textuais pode contribuir para que os alunos possam se perceber como sujeitos políticos possuidores de cultura, e, como tais, serem agentes de intervenção social, responsáveis pelas suas ações e dos que compõem seus grupos de referência. Desse modo, o ensino da leitura, da escrita e da oralidade precisa ser realizado de modo integrado ao dos diferentes componentes curriculares: Língua Portuguesa, Arte, Educação Física, História, Geografia, Matemática, Ciências. Neste contexto, a alfabetização é, sem dúvida, uma das prioridades nacionais. O professor alfabetizador tem a função de auxiliar na formação de cidadãos críticos e consciente de seu papel social. Para exercer sua função de forma plena é preciso ter clareza do que ensina e como ensina. Para isso, não basta ser um reprodutor de métodos que objetivem apenas o domínio de um código linguístico. É preciso ter clareza sobre qual concepção de alfabetização está subjacente à sua prática. A formação do professor não se encerra na conclusão do seu curso de graduação, mas se realiza continuamente na sua sala de aula, onde dúvidas e conflitos aparecem a cada dia. Uma das possibilidades de superação de dificuldades é a oportunidade de discutir com outros profissionais da
3 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 3 educação, o que pode favorecer a troca de experiências e propiciar reflexões mais aprofundadas sobre a própria prática. É com a intenção de propiciar uma reflexão mais aprofundada sobre o processo de alfabetização e sobre a prática docente que se criou o Programa Nacional de Alfabetização na Idade Certa (PNAIC). Assim, este projeto de extensão, tem como eixo central o ensino da linguagem nos anos iniciais do Ensino Fundamental, por meio de ações que englobam a formação continuada dos professores alfabetizadores e orientadores de estudos, utilização de Materiais Didáticos e Pedagógicos, acesso dos alunos aos livros de Literatura Infantil disponibilizados pelo MEC, suporte teórico-metodológico com a utilização de Tecnologias Educacionais Digitais e Avaliação do processo de ensino-aprendizagem dos alunos e professores Objetivos Metodologia Para o desenvolvimento das ações delinearam-se os seguintes objetivos: Apoiar os professores alfabetizadores no planejamento da sua prática pedagógica por meio do uso articulado dos materiais elaborados pelo Ministério da Educação e das referências curriculares e pedagógicas. Organizar, planejar e coordenar os encontros de formação dos orientadores de estudo; Acompanhar os encontros de formação dos professores cursistas, por meio dos instrumentos de registro de frequência e do controle e análise dos relatórios de formação; A metodologia utilizada centra-se na análise e investigação das práticas pedagógicas desenvolvidas nas salas de aulas, no suporte pedagógico aos professores por meio dos Cadernos Temáticos, formação continuada dos orientadores de estudos que repassarão e desenvolverão as atividades com os professores alfabetizadores. Neste projeto estão envolvidos 136 municípios do Estado do Paraná, 135 coordenadores locais, 287 orientadores de estudos, 11 formadores e cerca de 5250 professores alfabetizadores que atuam em classes de 1º, 2º 3º ano ou em classes multisseriadas. São ofertados quatro cursos em turmas distintas: um curso para professores do ano 1 do Ensino Fundamental, um para os docentes no ano 2, um para os professores do ano 3 e um curso para os professores que atuam em classes multisseriadas. Os cursos apresentam algumas similaridades e particularidades. Dentre as similaridades, podemos citar as temáticas centrais, a estrutura e distribuição de carga horária. Quanto às particularidades, serão levadas em conta as especificidades de cada etapa de escolaridade que compõe o ciclo de alfabetização, centrando as discussões nos modos de abordagem dos temas, na escolha dos materiais didáticos e nos planejamentos de aulas voltados a cada ano. A formação no âmbito do PNAIC é focada na prática do professor, de modo que as singularidades do trabalho pedagógico são objeto de reflexão e de teorização. Teorizar a ação docente é, portanto, o principal objetivo da formação. Os professores alfabetizadores são atendidos pelos orientadores de estudo em encontros presenciais mensais de oito horas, totalizando 80 horas distribuídas em oito unidades. No total, são computadas as 80 horas relativas às unidades trabalhadas, mais 08 horas de seminário final e 32 horas de estudo e atividades extra-sala, totalizando 120 horas. Para a realização deste projeto estão envolvidos ainda alunos da graduação e da Pós- Graduação que contribuem com as discussões e aprofundamento teórico. Resultados Considerando a complexidade dessa ação, dada a natureza multifacetada desse objeto de aprendizagem (a leitura e a escrita), a diversidade cultural e de condições de vida no país, espera-se que as redes de ensino avaliem seus modos de gestão e das escolas, a fim de encontrar modos de ação que ampliem as possibilidades de trabalho para tal fim. Algumas sugestões foram propostas, que podem ser encaradas como pontos de partida para que cada sistema, considerando suas especificidades, trace seus próprios modos de funcionamento. Pode-se alertar, no entanto, que nem sempre podem ser encontradas soluções fáceis para problemas complexos. Desse modo, espera-se que os envolvidos ampliem seus conhecimentos
4 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 4 teóricos e reafirmem seu compromisso ético, político e social afim de propiciarem melhores condições de aprendizagem para as crianças. Conclusões Entende-se que o trabalho proposto nesse projeto, além de permitir reflexões aprofundadas sobre o processo de alfabetização com base no letramento, deve propiciar melhores condições de uso de materiais didáticos distribuídos pelo MEC e de elaboração de recursos importantes para auxiliar o professor em sala de aula, favorecendo ao aluno oportunidades significativas de aprendizagem. Desse modo, no Programa Nacional de Alfabetização na Idade Certa, serão desenvolvidas ações que contribuam para o debate acerca dos direitos de aprendizagem das crianças do ciclo de alfabetização; para os processos de avaliação e acompanhamento da aprendizagem das crianças; para o planejamento e avaliação das situações didáticas; para o conhecimento e uso dos materiais distribuídos pelo Ministério da Educação voltados para a melhoria da qualidade do ensino no ciclo de alfabetização.
5 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 5 Referencias VAL, Maria G. C. O que é ser alfabetizado e letrado? In: Carvalho, Maria A. F. & Mendonça, Rosa H. (org.). Práticas de leitura e escrita. Brasília: Ministério da Educação, BATISTA, Antônio A. G. Alfabetização, leitura e escrita.in: Carvalho, Maria A. F. & Mendonça,Rosa H. (org.). Práticas de leitura e escrita. Brasília: Ministério da Educação, 2006.
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