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Transcrição:

Clique para editar o estilo do título mestre VI WORKSHOP INTERNACIONAL SOBRE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE Painel II Gestão de Riscos Apresentação: Gustavo Trindade Chefe da Unidade Técnica de Regulação da Anvisa Rio de Janeiro, 13 de dezembro de 2010 Análise do Impacto Regulatório: uma ferramenta de gestão e melhoria da qualidade regulatória.

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) INTRODUÇÃO Breve abordagem sobre os aspectos conceituais da Análise de Impacto Regulatório CONTEXTO GERAL Nova agenda de reformas: melhoria da qualidade regulatória Programa de Fortalecimento da Capacidade Institucional para Gestão em Regulação APLICAÇÃO PRÁTICA Projeto-piloto do Programa de Boas Práticas Regulatórias Aspectos metodológicos CONSIDERAÇÕES FINAIS Benefícios, limitações e perspectivas

CARACTERÍSTICA E SINGULARIDADES INSTITUCIONAIS Autarquia sob regime especial Independência administrativa (vinculada ao Ministério da Saúde) Estabilidade dos dirigentes Autonomia financeira Coordena o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) Regulação Econômica do Mercado e Regulação Sanitária (promoção e proteção da saúde) Atua em todos os setores relacionados a produtos e serviços que envolvem a saúde da população brasileira (alimentos, cosméticos, medicamentos, sangue, tecnologias de produtos para saúde, propaganda, laboratórios, serviços de saúde etc.) Onze anos de existência (Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999)

MODELO E DESENHO INSTITUCIONAL Administração Direta Administração Indireta

Fonte: Adaptado de Mostra Cultural Vigilância Sanitária e Cidadania (Marismary Horsth de Seta e Ana Beatriz Nogueira apud BRASIL, Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa: Relatório anual de atividades, Brasília, 2006.

COMPLEXIDADE E ABRANGÊNCIA DE ATUAÇÃO Alimentos Cosméticos Saneantes Tabaco Toxicologia Serviços de saúde Medicamentos Produtos para saúde Laboratórios Sangue, tecidos e órgãos Vigilância Pós-Uso Propaganda Portos, aeroportos e fronteiras Internacional Coordenação SNVS

COMPLEXIDADE E ABRANGÊNCIA DE ATUAÇÃO 80.000 farmácias 450 indústrias de medicamentos 3.702 produtores de cosméticos 3.248 produtores de produtos para a saúde 3.045 produtores de saneantes

COMPLEXIDADE E ABRANGÊNCIA DE ATUAÇÃO 2.055 distribuidoras de medicamentos 3.849 laboratórios de análises clínicas 15.491 serviços de radiodiagnóstico 6.627 hospitais 2.056 serviços de hemoterapia

ANÁLISE DE IMPACTO REGULATÓRIO (AIR) 1/2 Ferramenta regulatória que examina e avalia os prováveis benefícios, custos e efeitos das regulações novas ou alteradas (OCDE, 1997). Oferece aos tomadores de decisão dados empíricos e uma estrutura abrangente na qual eles podem avaliar suas opções e as conseqüências que suas decisões podem ter (OCDE, 1997). É utilizada para definir problemas e garantir que a ação governamental seja justificada e apropriada (OCDE, 1997). Processo de gestão regulatória por resultados, orientado pelos princípios da transparência, tecnicidade e legitimidade (PECI, 2009). É uma avaliação ex ante para analisar os possíveis efeitos de uma regulação ou política pública, e proporcionar informações aos tomadores de decisão sobre as diferentes opções que têm para atuar (PROREG, 2010).

ANÁLISE DE IMPACTO REGULATÓRIO (AIR) 2/2 Processo de gestão de riscos inerentes à atuação regulatória com foco em resultados, orientado por princípios, ferramentas e mecanismos de transparência e accountability. Processo: indica um conjunto de atos ou ações encadeados que busca alcançar um determinado objetivo. Gestão de riscos: é uma forma de lidar preventivamente (ex ante) com a incerteza ou o perigo de ocorrência de fatores ou eventos futuros que possam comprometer ou prejudicar o alcance dos objetivos pretendidos. Foco em resultados: medidas que buscam assegurar o alcance dos objetivos pretendidos de modo a propiciar maior eficiência e efetividade para a atuação regulatória. Transparência e accountability: forma de fortalecer a governança e a legitimidade da atuação regulatória.

CONTEXTO GERAL Cenário internacional: agenda de reformas regulatórias. Reforma Política e Administrativa no Brasil: década de 80 e anos 90. Incorporação do modelo de Agências Independentes: 1ª, 2ª e 3ª geração de Agências (regulação econômica, administrativa e social). Crise de legitimidade das Agências. Projeto de Lei n.º 3.337, de 2004. Programa de Fortalecimento da Capacidade Institucional para Gestão em Regulação (PROREG). Nova agenda de reformas: governança e qualidade do sistema regulatório brasileiro.

Marco Regulatório Brasileiro Principais destaques

Agências Reguladoras Independentes no Brasil (1995-2010)

Marco Regulatório Brasileiro Principais aspectos REFERÊNCIA NACIONAL: Relatório da Subcomissão dos Marcos Regulatórios da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (Jornal do Senado, Edição especial de fevereiro de 2008). Projeto de Lei n.º 3.337/1994 Projeto de Emenda Constitucional n.º 81/2003 http://www.senado.gov.br/jornal/arquivos_jornal/arqui vospdf/080211_encarte.pdf REFERÊNCIA INTERNACIONAL: Relatório OCDE sobre a Reforma Regulatória. Brasil: Fortalecendo a governança para o crescentimento. (Seminário Internacional para lançamento do estudo peer review maio de 2008) http://www.planejamento.gov.br/arquivos_down/notici as/080604_relatorio.pdf

As Agências Reguladoras Desafios e perspectivas Autonomia Política x Regulação Qualidade regulatória Transparencia PL 3337/04,PEC 81/03 e PRO-REG

QUALIDADE REGULATÓRIA Uma regulação é de qualidade se a mesma é efetiva, transparente, eficiente e responsável (PROREG, 2010). Problemas mais comuns da regulação: Falta de clareza; Complexidade e inconsistência; Ênfase no caráter prescritivo; Criação de incentivos perversos, como corrupção e captura; Defasagem ao longo do tempo por falta de atualização; Comunicação insuficiente; Precária administração regulatória, sem transparência e prestação de contas; Dificuldades na implementação. Fonte: Adaptado de Rodrigo, Délia. Apresentação Governança e Qualidade Regulatória: experiência e visão internacional da nova agenda de reforma no Seminário Interno de Boas Práticas Regulatórias promovido pela Anvisa, Brasília, 2010.

PRINCIPAIS CUSTOS DA REGULAÇÃO DE BAIXA QUALIDADE Regulação que não cumpre objetivos; Riscos para a sociedade (saúde, consumidores, meio ambiente); Redução da atividade econômica, do crescimento e desenvolvimento do país; Pouca confiança no sistema regulatório; Falta de controle sobre mercados regulados; Precário fornecimento de serviços públicos. Fonte: Adaptado de Rodrigo, Délia. Apresentação Governança e Qualidade Regulatória: experiência e visão internacional da nova agenda de reforma no Seminário Interno de Boas Práticas Regulatórias promovido pela Anvisa, Brasília, 2010.

AGENDA DE REFORMAS REGULATÓRIAS 2. Desenho institucional 1. Política regulatória 3. Ferramentas regulatórias Qualidade regulatória Fonte: Adaptado de Rodrigo, Délia. Apresentação Calidad regulatoria en un contexto federal: herramientas y políticas na Reunião extraordinária do Subgrupo do GTVS/CIT, Brasília, 2010.

PRO-REG: ESTRUTURA CONCEITUAL Controle Social e Avaliação IV - Elevar a transparência e promover o controle social I - Fortalecer a capacidade dos ministérios Melhorar a qualidade da regulação Formulação II - Alinhamento das políticas e a regulação Prestação de contas III - Fortalecer a autonomia e o desempenho das agências Regulação

AIR: FERRAMENTA DE QUALIDADE REGULATÓRIA Avaliação ex-ante dos custos e benefícios de regulamentações novas e já existentes; Instrumento de apoio ao processo de tomada de decisão. BENEFÍCIOS DA AIR Fortalecimento da governança regulatória; Melhoria da competitividade do país via um ambiente regulatório mais sólido; Difusão de uma cultura e linguagem comum em termos de regulação; Contribui para o funcionamento interno das organizações públicas ao passo em que melhora a governança e fortalece a democracia. Fonte: Apresentação da consultora Alketa Peci (EBAPE/FGV) no âmbito do Pro-reg. Desenho de uma estratégia de implantação e institucionalização daair, Brasília, 2009.

BOAS PRÁTICAS NA ADOÇÃO DO INSTRUMENTO 1/2 Identificação e análise apropriada do problema que uma determinada regulamentação busca resolver; Especificação clara dos objetivos a serem alcançados e dos stakeholders a serem afetados (fazendo sempre uso, quando possível, da quantificação); Introdução da avaliação quando ainda existem múltiplas alternativas de decisão e consideração dessas diversas alternativas; Coleta de informação por meio de consulta pública; Fonte: Apresentação da consultora Alketa Peci (EBAPE/FGV) no âmbito do Pro-reg. Desenho de uma estratégia de implantação e institucionalização daair, Brasília, 2009.

BOAS PRÁTICAS NA ADOÇÃO DO INSTRUMENTO 2/2 Definição dos efeitos (impactos, riscos) a serem considerados: obrigatórios (tais como impactos orçamentários, na competição, etc.) e opcionais, dependendo da área de atuação do órgão responsável; Uso explícito e consistente de critérios, métodos e técnicas de avaliação das alternativas (embora nunca especificados em legislação); Disponibilização dos AIR de forma transparente. Fonte: Apresentação da consultora Alketa Peci (EBAPE/FGV) no âmbito do Pro-reg. Desenho de uma estratégia de implantação e institucionalização daair, Brasília, 2009.

APLICAÇÃO PRÁTICA: PROJETO-PILOTO DE AIR Contexto, antecedentes e desafios da atuação regulatória na Anvisa Ausência de sistematização e de padrões para o processo de regulamentação; Produção normativa desordenada; Ausência de previsibilidade da atuação regulatória normativa; Dificuldade de integração das diversas áreas e atores; Intensa judicialização da ação regulatória e consequente instabilidade regulatória; Necessidade de aprimorar a instrução do processo de regulamentação da Agência; Necessidade de fortalecimento dos mecanismos de transparência e participação.

Acompanhamento da produção normativa da Anvisa (1999-2010*) 400 350 355 357 321 352 300 250 238 222 200 150 100 50-108 118 103 110 109 114 92 98 94 94 99 100 76 72 29 25 15 12 - - - - - - - - - - - 4 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010* RDC CP IN

Diretrizes: PROGRAMA DE MELHORIA DO PROCESSO DE REGULAMENTAÇÃO Portaria n.º 422, de 16 de abril de 2008 Fortalecimento da capacidade institucional para gestão em regulação; Melhoria da coordenação, da qualidade e da efetividade da regulamentação; Fortalecimento da transparência e do controle social no processo de regulamentação. Objetivo geral: Modernizar e qualificar a gestão da produção normativa da Anvisa para fortalecer a legitimidade da ação de regulação sanitária na perspectiva do conhecimento, da transparência, da cooperação, da responsabilização, da participação, da agilização, da efetividade, da descentralização e da excelência da atuação institucional.

ALINHAMENTO ESTRATÉGICO DO PROGRAMA Política Regulatória (PRO-REG: Programa de Fortalecimento da Capacidade Institucional para a Gestão em Regulação, coordenado pela Casa Civil) Programa Mais Saúde (ação de ampliação da previsibilidade da regulação sanitária no âmbito do SUS) PPA Prioridades da Anvisa Pacto pela Saúde PDVISA Contrato de Gestão Plano Nacional de Saúde REGULAMENTAÇÃO Segurança Sanitária + Desenvolvimento do CompIexo Industrial da Saúde A regulação da Anvisa deve conciliar os objetivos de proteção da saúde e de desenvolvimento social e econômico do país.

PRINCIPAIS AÇÕES ESTRATÉGICAS DO PROGRAMA Guia de Boas Práticas Regulatórias Agenda Regulatória Análise de Impacto Regulatório (AIR) Revisão e consolidação da Legislação Sanitária Formação e qualificação para a atuação regulatória Fortalecimento da participação social nos processos regulatórios Segundo a OCDE, existe uma relação clara entre o desempenho econômico e social de um país no longo prazo e a qualidade do seu marco regulatório.

FATORES QUE TEM CONTRIBUÍDO PARA A IMPLANTAÇÃO DA AIR NA ANVISA Apoio da Alta Direção da Agência; Alinhamento e interlocução permanente com os responsáveis pela Política Regulatória no Governo Federal; Reconhecimento externo das iniciativas e do esforço institucional da Agência no aprimoramento de práticas regulatórias; Incorporação da AIR como etapa formal do processo de regulamentação; Instrumentos formais de apoio e direcionamento das ações de melhoria da qualidade regulatória; Criação de um órgão responsável pela AIR na estrutura organizacional; Qualificação e treinamento contínuo do staff de especialistas; Implantação gradual e flexível da AIR (metodologia).

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA ANVISA

MAPEAMENTO DO PROCESSO DE REGULAMENTAÇÃO DA ANVISA

ESTRATÉGIA DE IMPLANTAÇÃO DA AIR Nível 3 Estudo completo de análise de impacto Nível 2 Relatório preliminar (screening) Área Responsável Nível 1 Relatório de instrução Untec Atores internos e externos Especialistas Validação e tabulação de dados R I S E Ruim Insuficiente Satisfatório Excelente Escala do IReg

ETAPAS DO PROJETO-PILOTO (ANVISA) 1ª Etapa (Implantação da AIR de nível 1: Relatório de Instrução) Mapeamento e padronização de processos e procedimentos; Definição de fluxos, rotinas e responsabilidades; Identificação de metodologias de análise; Elaboração das dimensões de risco ou impacto regulatório (governança, econômico, internacional, operacional e social); Desenvolvimento de matriz da árvore decisória; Formatos de modelos, formulários e relatórios; Treinamento, divulgação e conscientização de dirigentes, gerentes e técnicos; Monitoramento e acompanhamento do Programa (implantação gradual e flexível).

ETAPAS DO PROJETO-PILOTO (ANVISA) 2ª Etapa (implantação da AIR de Nível 2: Screening) Identificação e elaboração de instrumentos de coleta de dados; Elaboração de indicadores e diagramas; Análise qualitativa (métodos de valoração); Sistematização de mecanismos de alerta; Elaboração de matriz de recomendações e medidas mitigadoras; Experiência-piloto: validação e revisão de procedimentos, rotinas e métodos.

METODOLOGIA Análise Multicritério: Processo Analítico Hierárquico (AHP) Quadro de tomada de decisão (pluralista e generalizado a decisões com dependência e feedback). Principal finalidade: chamar a atenção para situações de conflitos e obter um caminho para chegar a um acordo em um processo transparente. IMPACTOS NA GOVERNANÇA Avalia a credibilidade e a qualidade do processo regulatório segundo princípios, regras e procedimentos previamente estabelecidos (necessidade, consistência, transparência e participação). IMPACTO INTERNACIONAL Avalia os efeitos da proposta com relação aos compromissos e relações internacionais do país. IMPACTO ECONÔMICO Avalia os efeitos da proposta com relação às práticas organizacionais das empresas e prestadores de serviços e à competitividade nacional. IMPACTO SOCIAL Avalia os efeitos da proposta com relação aos bens, direitos e garantias sociais, especialmente aos relacionados à saúde, trabalho, consumo e ao meio ambiente. IMPACTO OPERACIONAL Avalia a viabilidade operacional segundo custos e dificuldades relacionados com a execução e a implantação da proposta de regulamentação para a Administração Pública.

ESTRUTURA BÁSICA DO RELATÓRIO PRELIMINAR DE AIR NÍVEL 2 INTRODUÇÃO 1. BREVE CONTEXTO E DESCRIÇÃO DO PROBLEMA 2. OBJETIVOS DA PROPOSTA 3. MEDIDAS PARA ALCANÇAR OS OBJETIVOS 4. ANÁLISE DE IMPACTO REGULATÓRIO 1. IMPACTOS NA GOVERNANÇA 1. Necessidade 2. Consistência 3. Transparência 4. Participação 2. IMPACTO INTERNACIONAL 3. IMPACTO ECONÔMICO 1. Custos de operação 2. Competitividade nacional 4. IMPACTO SOCIAL 5. IMPACTO OPERACIONAL CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES ANEXO I REFERÊNCIAS

REPRESENTAÇÃO VISUAL DO RESULTADO DA AIR NÍVEL 2 (SCREENING) Diagrama de Impacto Regulatório Governança Operacional 0,4 0,15 0,75 Internacional I-Reg 0,2 0,5 Social Econômico LEGENDA: Muito Baixo: Igual ou inferior a 0,2 Baixo: Acima de 0,2 até 0,4 Moderado: Acima de 0,4 até 0,6 Alto: Acima de 0,6 até 0,8 Muito Alto: Acima de 0,8

INSTRUMENTOS DE ACCOUNTABILITY, TRANSPARÊNCIA E PARTICIPAÇÃO Análise de Impacto Regulatório Controle Social do SUS Contrato de gestão Relatório de gestão Conselho Consultivo da Anvisa Ouvidoria Audiências públicas do Congresso Nacional Rel. de Atividades no Congresso Nacional Agenda regulatória Câmaras Setoriais Consultas Públicas Audiências Públicas Fóruns de Vigilância Sanitária Carta de Serviços ao Cidadão Acesso a informações na internet Central de Atendimento 0800 Parcerias com Defesa do Consumidor

CONSIDERAÇÕES FINAIS Mais de 90% países OCDE 20 países emergentes Diversos países em desenvolvimento Bulgária Sérvia Uganda Tanzânia Contexto internacional sobre o uso de AIR Croácia África do Sul Turquia Uzbekistão Indonésia Vietnam Egito Kenia Brasil Tajikistão 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Source: RIA Database www.ifc.org/brg Fonte: Adaptado de Rodrigo, Délia. Apresentação Governança e Qualidade Regulatória: experiência e visão internacional da nova agenda de reforma no Seminário Interno de Boas Práticas Regulatórias promovido pela Anvisa, Brasília, 2010.

CONSIDERAÇÕES FINAIS PRINCIPAIS BENEFÍCIOS Padronização e harmonização dos procedimentos; Orientação por resultados, foco e objetividade da atuação regulatória; Aumento da transparência e dos mecanismos de accountability. LIMITES Caráter reducionista de qualquer técnica ou método de valoração; Ferramenta de apoio ao processo de tomada de decisão; Aspecto cultural e incipiente de tais práticas regulatórias no país. PERSPECTIVAS Nova agenda de reformas: qualidade regulatória Disseminação da implantação da AIR no sistema regulatório brasileiro Aprovação do PL n.º 3.337, de 2004

Clique para editar o estilo do título mestre Boas Práticas Regulatórias OBRIGADO! Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa www.anvisa.gov.br Gustavo Trindade untec@anvisa.gov.br