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Transcrição:

Nota Fiscal Eletrônica Nota Técnica 2009/003 Projeto Nota Fiscal Eletrônica Nota Técnica 2009/003 Padroniza o uso de campos do grupo de medicamentos da NF-e e a geração e impressão do código de barras adicional no Agosto-2009 Pág. / 6

. Resumo Esta Nota Técnica tem o objetivo de padronizar o uso do grupo específico de medicamento e a geração do código de barras adicional nas operações com exterior e a sua impressão no. Pág. 2 / 6

2. Padroniza o preenchimento de informações de interesse da ANVISA e do segmento farmacêutico Os medicamentos e as matérias-primas (insumos) farmacêuticas são produtos sujeitos ao regime de vigilância sanitária e, portanto são controlados pela ANVISA. Destacam-se entre estes produtos aqueles sujeitos ao regime de controle especial segundo o regime da Portaria nº. 344/98 e suas atualizações, monitorados através do SISTEMA NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE PRODUTOS CONTROLADOS SNGPC. Assim, informações como o lote e a data de fabricação são necessárias para o monitoramento de consumo e controle destes produtos. O leiaute da Nota Fiscal eletrônica NF-e oferece um grupo de informação que dispõe dos campos utilizados no monitoramento e controle dos produtos pela ANVISA e que poderia ser utilizado por outros produtos como é caso das matérias-primas farmacêuticas. Ocorre que este grupo de informação não é utilizado pela maioria do segmento farmacêutico por entenderem que campos são de uso exclusivo de medicamentos e com isto as informações de interesse da sociedade estão sendo informadas na descrição do produto ou no campo de informações complementares, prejudicando o seu uso. Assim, acrescentamos a expressão matérias-primas farmacêuticas no grupo de informações específicas de medicamentos, conforme quadro abaixo para que todos os interessados possam utilizar os campos existentes. K - Detalhamento Específico de Medicamento e de matérias-primas farmacêuticas # ID Campo Descrição Ele Pai Tipo Ocorr tama Dec Observação 52 K0 med TAG de grupo do detalhamento de Medicamentos e de matériasprimas farmacêuticas CG I0 0-N Informar apenas quando se tratar de medicamentos ou de matérias-primas farmacêuticas, permite múltiplas ocorrências (ilimitado) 53 K02 nlote Número do Lote do medicamento e E K0 C - -20 de matérias-primas farmacêuticas 54 K03 qlote Quantidade de produto no Lote do E K0 N - 3 medicamento e das matériasprimas farmacêuticas 55 K04 dfab Data de fabricação E K0 D - Formato AAAA-MM- DD 56 K05 dval Data de validade E K0 D - Formato AAAA-MM- DD 57 K06 vpmc Preço máximo consumidor E K0 N - 5 2 3. O Código de Barras Adicional do A versão 3.0 do Manual de integração do Contribuinte aprovada pelo Ato COTEPE 03/2009 de 9/03/2009 criou um Código de Barras Adicional para facilitar a captura das principais informações da NF-e emitida em contingência pela fiscalização de trânsito. Pág. 3 / 6

O Código de Barras é formado com a UF e CNPJ do destinatário, que podem não existir nos casos de operação de comércio exterior. Para este caso adotaremos o código 99 para o cuf e 00000000000000 para o CNPJ do destinatário/remetente. Caso o destinatário seja pessoa física, o campo CNPJ deverá ser informado com o CPF. Todos os campos que formam o código de barras devem ser preenchidos com alinhamento à direita, sem formatação e com os zeros não significativos necessários para alcançar o tamanho do campo. Assim, o trecho do Manual de Integração do Contribuinte que trata do Código de Barras adicional passa a ter a seguinte redação: O Código de Barras Adicional dos Dados da NF-e será formado pelo seguinte conteúdo, em um total de 36 caracteres: cuf tpemis CNPJ vnf ICMSp ICMSs DD DV Quantidade de caracteres 02 0 4 4 0 0 02 0 - cuf = Código da UF do destinatário ou remetente do Documento Fiscal, informar 99 quando a operação for de comércio exterior; - tpemis = Forma de Emissão da NF-e, informar 2-Contingência FS ou 5- Contingência FS-DA, conforme o Anexo I. - CNPJ = CNPJ do destinatário ou do remetente, informar zeros no caso de operação com o exterior ou o CPF caso o destinatário ou remetente seja pessoa física; - vnf = Valor Total da NF-e (sem ponto decimal, informar sempre os centavos); - ICMSp = Destaque de ICMS próprio na NF-e no seguinte formato: = há destaque de ICMS próprio; 2 = não há destaque de ICMS próprio. - ICMSs = Destaque de ICMS por substituição tributária na NF-e, no seguinte formato: = há destaque de ICMS por substituição tributária; 2 = não há destaque de ICMS por substituição tributária. - DD = Dia da emissão da NF-e; - DV = Dígito Verificador, calculado de forma semelhante ao DV da Chave de Acesso (item 5.4). Obs. Todos os campos que formam o código de barras devem ser preenchidos com alinhamento à direita, sem formatação e com os zeros não significativos necessários para alcançar o tamanho do campo. As alterações de redação foram destacadas em negrito serão realizadas na próxima versão do Manual de Integração do Contribuinte. Pág. 4 / 6

4. O Código de Barras Adicional O leiaute de impressão foi alterado com a criação de dois novos campos nas proximidades do local onde é impresso atualmente o código de barras da chave de acesso da NF-e ficando com a seguinte disposição: 0- ENTRADA - SAÍDA Campo de conteúdo variável Campo 2 de conteúdo variável Os dois novos campos terão conteúdo variável em função da forma de emissão da NF-e. 4. Emissão da NF-e normal e SCAN A forma de emissão de NF-e normal e emissão SCAN são formas de emissão da NF-e conclusivas com obtenção da autorização de uso para a NF-e emitida, sem necessidade de posterior transmissão da NF-e para a SEFAZ. Após a obtenção da autorização de uso da NF-e, o emissor pode emitir o em papel comum, informando o número do protocolo de autorização de uso e a data e a hora de autorização no Campo 2, ficando com a seguinte disposição: 0- ENTRADA -SAÍDA Consulta de autenticidade no portal nacional da NF-e www.nfe.fazenda.gov.br/portal ou no site da Sefaz Autorizadora PROTOCOLO DE AUTORIZAÇÃO DE USO 09023456789 2/03/2009 0:00:00 4.2 Emissão da NF-e em contingência com impressão do em Formulário de Segurança O uso do formulário de segurança (FS ou FS-DA) para impressão do é a forma de contingência mais simples e que funciona sempre. As NF-e devem ser transmitidas Pág. 5 / 6

posteriormente para a SEFAZ quando cessados os problemas técnicos que impediam a transmissão. Neste caso, o emissor deverá gerar o Código de Barras Adicional no Campo e a representação numérica do Código de Barras no Campo 2. 0-ENTRADA -SAÍDA DADOS DA NF-E 999999999999999999999999999999999999 9999 9999 9999 9999 9999 9999 9999 9999 9999 4.3 Emissão da NF-e com prévio registro do DPEC no Ambiente Nacional Nesta modalidade de contingência eletrônica o emissor deve gerar o DPEC que consiste em um arquivo de resumo das operações que está realizando. Este arquivo será transmitido ao Ambiente Nacional para registro do DPEC. Após o registro do DPEC o emissor poderá emitir os em papel comum devendo consignar o número e data e hora do registro do DPEC no campo 2. 0-ENTRADA -SAÍDA Consulta de autenticidade no portal nacional da NF-e www.nfe.fazenda.gov.br/portal ou no site da Sefaz Autorizadora NÚMERO DE REGISTRO DPEC 09023456789 2/03/2009 0:00:00 Pág. 6 / 6