Estudando com o MATLAB

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Aula 4: Aplicações - Parte II

1ª Parte - Estatística Aula 4-1ª Parte: Estatística

1ª Parte - Estatística Comandos Básicos para Estatística: 1 - Gerando números aleatórios: a) rand(n,m): Esse comando gera uma matriz n por m de números aleatórios seguindo uma distribuição uniforme com valores entre o intervalo [0,1].

1ª Parte - Estatística O comando rand(n,m) pode ser usado para gerar valores de uma distribuição uniforme com um intervalo [a, b] da seguinte forma: r = a + (b-a).*rand(n,m);

1ª Parte - Estatística Exemplo 1:

1ª Parte - Estatística Exemplo 1: 140 Histograma da Amostra 120 100 Frequência 80 60 40 20 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Valores

1ª Parte - Estatística Comandos Básicos para Estatística: 1 - Gerando números aleatórios: b) randn(n,m): Esse comando gera uma matriz n por m de números aleatórios seguindo uma distribuição normal com média 0 e desvio padrão 1.

1ª Parte - Estatística O comando randn(n,m) pode ser usado para gerar valores de uma distribuição normal com uma média a e um desvio padrão b da seguinte forma: r = a + b.*randn(n,m);

1ª Parte - Estatística Exemplo 2:

1ª Parte - Estatística Exemplo 2: 300 Histograma da Amostra 250 Frequência 200 150 100 50 0-10 -5 0 5 10 15 20 25 30 Valores

1ª Parte - Estatística Comandos Básicos para Estatística: 2 Média e mediana a) mean(a): Esse comando é utilizado para calcular a média de um vetor a ou das colunas de uma matriz numérica a.

1ª Parte - Estatística Exemplo 3:

1ª Parte - Estatística Comandos Básicos para Estatística: 2 Média e mediana a) median(a): Esse comando é utilizado para calcular a mediana de um vetor a ou das colunas de uma matriz numérica a.

1ª Parte - Estatística Exemplo 4:

1ª Parte - Estatística Comandos Básicos para Estatística: 3 Desvio padrão, Variância, Valor Máximo e Valor Mínimo; a) std(a): Esse comando é utilizado para calcular o desvio padrão (Standard Deviation) de um vetor a ou das colunas de uma matriz numérica a.

1ª Parte - Estatística Comandos Básicos para Estatística: 3 Desvio padrão, Variância, Valor Máximo e Valor Mínimo; b) var(a): Esse comando é utilizado para calcular a variância de um vetor a ou das colunas de uma matriz numérica a.

1ª Parte - Estatística Comandos Básicos para Estatística: 3 Desvio padrão, Variância, Valor Máximo e Valor Mínimo; c) max(a): Esse comando é utilizado para encontrar o maior valor de um vetor a ou das colunas de uma matriz numérica a.

1ª Parte - Estatística Comandos Básicos para Estatística: 3 Desvio padrão, Variância, Valor Máximo e Valor Mínimo; c) min(a): Esse comando é utilizado para encontrar o menor valor de um vetor a ou das colunas de uma matriz numérica a.

1ª Parte - Estatística Exemplo 5:

1ª Parte - Estatística Exemplo 5:

1ª Parte - Estatística Exemplo 5: Histograma da Amostra µ=10.0529, S.D.=4.8641, σ=23.659, Max=23.9662, Min=-4.0183 250 200 Frequência 150 100 50 0-5 0 5 10 15 20 25 Valores

1ª Parte - Estatística 4 Correlação: No uso estatístico geral, correlação se refere a medida da relação entre duas variáveis, embora correlação não implique causalidade.

1ª Parte - Estatística 4 Correlação: a) corrcoef(x):o comando R = corrcoef(x) retorna a matriz de correlação R dos coeficientes de correlação calculados da matriz de entrada X cujas linhas são observações e as colunas variáveis aleatórias;

1ª Parte - Estatística Problema exemplo: Deseja-se estudas as variáveis peso (y) e altura (x) em uma amostra de 12 homens adultos. Os valores são apresentados na tabela 1.

1ª Parte - Estatística Sujeito Altura (cm) Peso (Kg) 1 182 95 2 174 72 3 170 64 4 180 95 5 183 79 6 160 72 7 156 64 8 157 62 9 168 67 10 175 75 11 176 75 12 190 96

1ª Parte - Estatística Primeiramente vamos inserir esses dados em um arquivo.m no Matlab e traça-los em um gráfico para visualizar uma possível relação.

1ª Parte - Estatística

1ª Parte - Estatística 120 Gráfico da altura vs peso 100 Peso (Kg) 80 60 40 20 0 150 155 160 165 170 175 180 185 190 195 200 Altura (cm)

1ª Parte - Estatística Em seguida vamos calcular a correlação entre as variáveis altura e peso. A resposta encontrada é:

1ª Parte - Estatística Coeficientes de correlação variam entre -1 e 1. Quanto mais próximo de 1 ou de -1 o coeficiente de correlação estiver maior é a relação entre as duas variáveis. O sinal apenas representa uma correlação positiva (y cresce a medida que x cresce) ou negativa (y decresce a medida que x cresce ou vice versa). Quanto mais próximo de 0 o coeficiente de correlação estiver menos correlacionadas as variáveis são.

2ª Parte Sinais 2ª Parte: Processamento de Sinais

2ª Parte Sinais A disciplina Processamento de Sinais é uma disciplina avançada no curso de engenharia e exige conhecimentos de transformadas e séries, convolução, correlação, filtragem, etc... Por esse motivo vamos nos ater apenas a uma introdução do assunto sem nos aprofundarmos nas explicações.

2ª Parte Sinais O que é um sinal? Em geral, entende-se por sinal uma sequência de estados que codifica uma mensagem.

2ª Parte Sinais Exemplo de um sinal de voz:

2ª Parte Sinais Exemplo de um sinal de voz:

2ª Parte Sinais Exemplo de um sinal de voz: Podemos verificas nos exemplos anteriores que a voz humana tem uma frequência máxima de aproximadamente 4 khz.

2ª Parte Sinais Teorema da amostragem (teorema de Nyquist): Dado um sinal contínuo com largura de banda Fmax, se amostrarmos esse sinal a uma frequência maior ou igual a duas vezes Fmax, então o sinal amostrado contém toda a informação do sinal contínuo e é possível recuperar exatamente o sinal original a partir das amostras.

2ª Parte Sinais Teorema da amostragem (teorema de Nyquist): Ou seja, se amostrarmos a voz humana a uma frequência maior que 8 khz é possível recuperar o sinal de voz gravado exatamente.

2ª Parte Sinais Exemplo 7:

2ª Parte Sinais Exemplo 7:

2ª Parte Sinais Exemplo 7:

2ª Parte Sinais 1 Senoide de 2kHz Amplitude 0.5 0-0.5-1 0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5 4 4.5 5 1 Tempo (s) Senoide de 2kHz amostrada a 20 khz x 10-3 Amplitude 0.5 0-0.5-1 0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5 4 4.5 5 1 Tempo (s) Senoide de 2kHz amostrada a 3 khz x 10-3 Amplitude 0.5 0-0.5-1 0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5 4 4.5 5 Tempo (s) x 10-3

2ª Parte Sinais O problema da filtragem: Um dos maiores problemas na transmissão de um sinal é o ruído que contamina este; O ruído tem origem nos instrumentos utilizados para transmissão e recepção do sinal, fatores naturais, contaminação eletromagnética, etc.

2ª Parte Sinais Vamos ver agora um exemplo de filtragem: Um sinal é contaminado por ruído de 60 Hz (proveniente da rede elétrica); Como esse sinal ruidoso pode ser filtrado e recuperado?

2ª Parte Sinais Exemplo 8:

2ª Parte Sinais Exemplo 8:

2ª Parte Sinais Exemplo 8:

2ª Parte Sinais Exemplo 8:

2ª Parte Sinais 5 Sinal Senoidal de 20 Hz (Domínio do Tempo) 800 Espectro do Sinal Senoidal de 2 Hz (Domínio da Frequência) 600 Amplitude (V) 0 DEP (V) 400 200-5 0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 Tempo (s) 0 0 20 40 60 80 100 120 Frequência (Hz) 5 Ruído de 60 Hz (Domínio do Tempo) 1400 Espectro do Ruído de 60 Hz (Domínio da Frequência) 1200 Amplitude (V) 0-5 0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 Tempo (s) DEP (V) 1000 800 600 400 200 0 0 20 40 60 80 100 120 Frequência (Hz) 5 Sinal Ruidoso (Domínio do Tempo) 1400 Espectro do Sinal Ruidoso (Domínio da Frequência) 1200 Amplitude (V) 0-5 0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 Tempo (s) DEP (V) 1000 800 600 400 200 0 0 20 40 60 80 100 120 Frequência (Hz)

2ª Parte Sinais Exemplo 8:

2ª Parte Sinais 50 Magnitude (db) 0-50 -100 0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1 Normalized Frequency ( π rad/sample) 0 Phase (degrees) -500-1000 -1500-2000 0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1 Normalized Frequency ( π rad/sample)

2ª Parte Sinais 5 Sinal Filtrado (Domínio do Tempo) Amplitude (V) 0-5 0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 Tempo (s) Espectro do Sinal Filtrado (Domínio da Frequência) 600 DEP (V) 400 200 0 0 20 40 60 80 100 120 Frequência (Hz)

3ª Parte Imagens 3ª Parte: Processamento de Imagens

3ª Parte Imagens A disciplina Processamento de Imagens é uma disciplina que deriva do processamento de sinais (Se pensarmos a respeito, uma imagem nada mais é que um sinal de duas dimensões) e também exige conhecimentos avançados do curso de engenharia; Por esse motivo vamos nos ater apenas a alguns exemplos de uso sem nos aprofundarmos nas explicações.

3ª Parte Imagens 1 Aprendendo como importar uma imagem e entendendo como ela é representada. Para importar uma imagem utilizamos o comando: I=imread( filename,format); Onde filename é o nome do arquivo de imagem e format é o nome do formato do arquivo (exemplo: tif);

3ª Parte Imagens Para mostrar uma imagem importada utilizamos o comando: Imshow(nome_variavel); Onde nome_variavel é o nome da variável onde a figura foi armazenada;

3ª Parte Imagens Lena: É uma imagem muito utilizada em processamento de imagens. uma imagem padronizada é importante para a comparação de algoritmos.

3ª Parte Imagens

3ª Parte Imagens Exemplo 9:

3ª Parte Imagens Exemplo 9: Observe que a figura tem 512 x 512 pixels e que ela é armazenada em três matrizes de 8 bits;

3ª Parte Imagens Cada matriz de 8 bits apresenta a intensidade de uma das três cores básicas: Vermelho (R), Verde (G) e Azul (B); Vamos plotar cada matriz de cor independentemente com o seguinte comando (onde n varia entre 1 e 3): imshow(image(:,:,n));

3ª Parte Imagens imshow(image(:,:,1));

3ª Parte Imagens imshow(image(:,:,2));

3ª Parte Imagens imshow(image(:,:,3));

3ª Parte Imagens É possível ver então que, em processamento de imagens, trabalhamos ou com cada matriz de cor independentemente como se fosse uma imagem preto e branca (técnicas clássicas), ou trabalhamos com as três componentes de cor juntas (técnicas avançadas).

3ª Parte Imagens Exemplo 10: Reamostrando uma imagem: A imagem que temos utiliza 8 bits para cada cor, ou seja, cada cor possui 256 tonalidades possíveis (0 a 255) o que nos dá um total de mais de 16 milhões de tons possíveis; E se, por motivo de espaço, quisermos reamostrar essa imagem para apenas 64 tonalidades possíveis?

3ª Parte Imagens Exemplo 10: Reamostrando uma imagem: Nesse caso usaremos apenas 4 bits para cada cor. ( ) 4 3 = 64

3ª Parte Imagens Exemplo 10:

3ª Parte Imagens Imagem original:

3ª Parte Imagens Imagem Reamostrada:

3ª Parte Imagens Em processamento de imagem o histograma de tons de uma imagem é muito útil; Para visualizarmos o histograma de tons de uma imagem em tons de cinza utilizamos o comando: imhist(nome_imagem) Onde nome_imagem é o nome da variável onde a imagem está armazenada.

3ª Parte Imagens Uma das utilidades do histograma é a equalização do mesmo de forma a tornar a imagem mais nítida. O comando de equalização de um histograma de imagem é: ImageEq = histeq(image); Onde ImageEq é o nome da variável onde a nova imagem será armazenada e Image é o nome da variável onde a imagem original está armazenada.

3ª Parte Imagens Exemplo 11:

3ª Parte Imagens Figura original e seu histograma de tons de cinza: 3000 2500 2000 1500 1000 500 0 0 50 100 150 200 250

3ª Parte Imagens Figura equalizada e seu histograma de tons de cinza: 5000 4500 4000 3500 3000 2500 2000 1500 1000 500 0 0 50 100 150 200 250

3ª Parte Imagens Por fim, um último método a ser explorado por esse curso é a filtragem de imagens. Assim como os sinais, as imagens também possuem espectro de frequência (esse assunto não será abordado devido a complexidade do assunto para alunos iniciantes no curso de engenharia); Sendo assim existem inúmeros métodos de filtragem para imagens. Tanto no domínio do espaço quanto no domínio da frequência.

3ª Parte Imagens Um tipo de ruído comum encontrado em imagens é o salt and pepper.

3ª Parte Imagens É possível verificar que a imagem mantem sua forma apesar de alguns pixels contaminados. Se utilizarmos um quadro, digamos de 3 x 3 pixels vemos que as cores nesse pequeno quadro é quase a mesma. Se fizermos a mediana desse quadro e substituirmos um dado pixel pelo valor da mediana, possivelmente eliminaremos os pixels preto e branco ruidosos (já que esses são tons extremas, 0 ou 255);

3ª Parte Imagens Exemplo 12:

3ª Parte Imagens Exemplo 12:

3ª Parte Imagens Imagem Filtrada:

Final Esperamos que o curso tenha sido útil e tenha alcançado o objetivo de familiarizar os alunos com a ferramenta Matlab. Obrigado!