Radiométricas. Alexandre Xavier Falcão. Instituto de Computação - UNICAMP
|
|
|
- Heitor Natan Bennert Faro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Operações Matemáticas e Transformações Radiométricas Instituto de Computação - UNICAMP [email protected]
2 Operações Matemáticas Sejam Î = (D I, I ) e Ĵ = (D J, J) duas imagens cinzas de mesmo domínio, D I = D J.
3 Operações Matemáticas Sejam Î = (D I, I ) e Ĵ = (D J, J) duas imagens cinzas de mesmo domínio, D I = D J. Uma operação (lógica ou aritmética) entre Î e Ĵ gera uma imagem ˆK = (D K, K), D K = D I = D J, onde K(p) = I (p) J(p) para todo p D K.
4 Operações Matemáticas Sejam Î = (D I, I ) e Ĵ = (D J, J) duas imagens cinzas de mesmo domínio, D I = D J. Uma operação (lógica ou aritmética) entre Î e Ĵ gera uma imagem ˆK = (D K, K), D K = D I = D J, onde K(p) = I (p) J(p) para todo p D K. A operação pode ser MINIMO (and lógico), MAXIMO (or lógico), +, -, /, *, etc.
5 Operações Matemáticas Sejam Î = (D I, I ) e Ĵ = (D J, J) duas imagens cinzas de mesmo domínio, D I = D J. Uma operação (lógica ou aritmética) entre Î e Ĵ gera uma imagem ˆK = (D K, K), D K = D I = D J, onde K(p) = I (p) J(p) para todo p D K. A operação pode ser MINIMO (and lógico), MAXIMO (or lógico), +, -, /, *, etc. (a) Î (b) Ĵ (c) MINIMO(Î, Ĵ).
6 Operações Matemáticas Uma operação aritmética entre um escalar s e Î gera uma imagem ˆK = (D K, K), D K = D I, tal que K(p) = I (p) s para todo p D K.
7 Operações Matemáticas Uma operação aritmética entre um escalar s e Î gera uma imagem ˆK = (D K, K), D K = D I, tal que K(p) = I (p) s para todo p D K. A operação pode ser +,, /,, ˆ. Por exemplo, em ˆK = Î 1/2, K(p) = I (p).
8 Operações Matemáticas Um operador matemático O sobre uma imagem Î gera uma imagem ˆK = (D K, K), D K = D I, tal que K(p) = O(I (p)) para todo p D K.
9 Operações Matemáticas Um operador matemático O sobre uma imagem Î gera uma imagem ˆK = (D K, K), D K = D I, tal que K(p) = O(I (p)) para todo p D K. O operador O pode ser o valor absoluto, logaritmo, exponencial, seno, etc. Por exemplo, em ˆK = Î Ĵ, K(p) = I (p) J(p).
10 Operações Matemáticas Um operador matemático O sobre uma imagem Î gera uma imagem ˆK = (D K, K), D K = D I, tal que K(p) = O(I (p)) para todo p D K. O operador O pode ser o valor absoluto, logaritmo, exponencial, seno, etc. Por exemplo, em ˆK = Î Ĵ, K(p) = I (p) J(p). Desta forma podemos ter expressões lógicas e aritméticas envolvendo várias imagens e escalares.
11 Transformações entre espaços de cores No caso de imagens coloridas Î = (D I, I ) em um dado espaço de cor, este espaço pode ser transformado em outro por multiplicação matricial e outras operações matemáticas. K 1 (p) K 2 (p) K 3 (p) = I 1 (p) I 2 (p) I 3 (p) Neste exemplo, o operador ˆK = O(Î ) transforma a imagem Î do espaço RGB para uma imagem ˆK = (D K, K), D K = D I, no espaço YC b C r, onde K 1 é luminância Y, K 2 é crominância C b e K 3 é crominância C r.
12 Transformação Radiométrica Uma transformação radiométrica é um mapeamento aplicado às intensidades dos pixels, independente da localização desses pixels na imagem, visando alterações de brilho e contraste.
13 Transformação Radiométrica Seja Î = (D I, I ) uma imagem cinza, uma transformação radiométrica gera outra imagem cinza Ĵ = (D J, J), onde D J = D I e J(p) = T (I (p)) para todo p D I. Suponha que l = I (p) e k = J(p). Então, l e k são variáveis aleatórias, tais que k = T (l), cujos valores variam com p D I. Neste sentido, o histograma normalizado 0 h(l) 1 representa a distribuição de probabilidades da variável aleatória l.
14 Transformação linear Sejam [l 1, l 2 ], l 1 l 2, e [k 1, k 2 ] dois intervalos de cinza no conjunto de valores de I e J. A transformação (stretching) linear é dada por: k 1, se l < l 1, (k k = 2 k 1 ) (l 2 l 1 ) (l l 1) + k 1, se l 1 l < l 2, k 2, se l l 2.
15 Transformação linear Sejam [l 1, l 2 ], l 1 l 2, e [k 1, k 2 ] dois intervalos de cinza no conjunto de valores de I e J. A transformação (stretching) linear é dada por: k 1, se l < l 1, (k k = 2 k 1 ) (l 2 l 1 ) (l l 1) + k 1, se l 1 l < l 2, k 2, se l l 2. Normalização em [0, H] (e.g., H = 255): k 2 = H, k 1 = 0, l 1 = l min, e l 2 = l max, onde l min e l max são os valores mínimo e máximo de Î.
16 Transformação linear Sejam [l 1, l 2 ], l 1 l 2, e [k 1, k 2 ] dois intervalos de cinza no conjunto de valores de I e J. A transformação (stretching) linear é dada por: k 1, se l < l 1, (k k = 2 k 1 ) (l 2 l 1 ) (l l 1) + k 1, se l 1 l < l 2, k 2, se l l 2. Normalização em [0, H] (e.g., H = 255): k 2 = H, k 1 = 0, l 1 = l min, e l 2 = l max, onde l min e l max são os valores mínimo e máximo de Î. Negativo: k 2 = l min, k 1 = l max, l 1 = l min, e l 2 = l max.
17 Transformação linear Sejam [l 1, l 2 ], l 1 l 2, e [k 1, k 2 ] dois intervalos de cinza no conjunto de valores de I e J. A transformação (stretching) linear é dada por: k 1, se l < l 1, (k k = 2 k 1 ) (l 2 l 1 ) (l l 1) + k 1, se l 1 l < l 2, k 2, se l l 2. Normalização em [0, H] (e.g., H = 255): k 2 = H, k 1 = 0, l 1 = l min, e l 2 = l max, onde l min e l max são os valores mínimo e máximo de Î. Negativo: k 2 = l min, k 1 = l max, l 1 = l min, e l 2 = l max. Largura & Nível (width & level): k 2 = H, k 1 = 0, e l 1 < l 2, onde o nível l 1+l 2 2 altera o brilho e a largura l 2 l 1 altera o contraste.
18 Transformação linear Sejam [l 1, l 2 ], l 1 l 2, e [k 1, k 2 ] dois intervalos de cinza no conjunto de valores de I e J. A transformação (stretching) linear é dada por: k 1, se l < l 1, (k k = 2 k 1 ) (l 2 l 1 ) (l l 1) + k 1, se l 1 l < l 2, k 2, se l l 2. Normalização em [0, H] (e.g., H = 255): k 2 = H, k 1 = 0, l 1 = l min, e l 2 = l max, onde l min e l max são os valores mínimo e máximo de Î. Negativo: k 2 = l min, k 1 = l max, l 1 = l min, e l 2 = l max. Largura & Nível (width & level): k 2 = H, k 1 = 0, e l 1 < l 2, onde o nível l 1+l 2 2 altera o brilho e a largura l 2 l 1 altera o contraste. Limiarização (thresholding): k 2 = H, k 1 = 0 e l 1 = l 2.
19 Imagem escura com baixo contraste (a) Carcinoma de mama em RM (b) Seu histograma
20 Após transformação linear (a) Imagem transformada (b) Histogramas antes e depois
21 Transformação exponencial A transformação exponencial pode ser definida por: k = l max exp( l l min l max l min ) l max e k = H exp( (l µ)2 2σ 2 ). O primeiro caso aumenta o contraste no intervalo [l min, l max ] e o segundo aumenta o contraste em relação a um valor µ (e.g., µ pode ser o brilho médio de um objeto na imagem).
22 Após transformação Gaussiana (a) Original transformada (b) Imagem de bordas transformada
23 Transformação logaritmica A transformação logaritmica reduz a dinâmica da imagem (intervalo de brilho), sendo muito usada para visualizar a magnitude da transformada de Fourier. J(p) = H log(1 + I (p) ), onde I = {I 1, I 2 } contém a parte real I 1 e a imaginária I 2 do espectro.
24 Transformações radiométricas para imagens coloridas Transformações radiométricas devem preservar a informação de matiz da imagem colorida. Neste caso, as transformações acima podem ser aplicadas na imagem de brilho (ou de saturação) usando algum espaço descorrelacionado: HSV, Luv, Lab, YCbCr.
25 Transformações radiométricas para imagens coloridas Transformações radiométricas devem preservar a informação de matiz da imagem colorida. Neste caso, as transformações acima podem ser aplicadas na imagem de brilho (ou de saturação) usando algum espaço descorrelacionado: HSV, Luv, Lab, YCbCr. Por exemplo: Converte-se a imagem de RGB para YCbCr, aplica-se a transformação radiométrica em Y, e volta a imagem transformada de YCbCr para RGB.
26 Histograma acumulado Sendo h(l) o histograma normalizado de uma imagem cinza Î = (D I, I ), o histograma acumulado de Î é uma função h a (l) que produz o valor acumulado do histograma h(l) (área abaixo da curva) para cada nível de cinza l min l l max (vamos assumir que 0 l min ). l h a (l) = h(l ). l =0 Note que h a (l max ) = 1. Este conceito pode ser explorado para equalização da imagem.
27 Histograma acumulado Histograma acumulado da imagem de mama.
28 Equalização Considere uma imagem Î cinza e normalizada em 0 l 1. A equalização k = T (l) visa gerar uma imagem Ĵ = (D J, J) com intensidades 0 k 1 e histograma uniforme (i.e., todas as intensidades equiprováveis), por aplicação direta do histograma acumulado. k = h a (l)
29 Equalização Considere uma imagem Î cinza e normalizada em 0 l 1. A equalização k = T (l) visa gerar uma imagem Ĵ = (D J, J) com intensidades 0 k 1 e histograma uniforme (i.e., todas as intensidades equiprováveis), por aplicação direta do histograma acumulado. k = h a (l) Esta transformação tem como propriedades ser: bijetora e monotonicamente crescente em [0, 1], e limitada, 0 T (l) 1, para 0 l 1. Após equalização, os valores 0 k 1 podem ser multiplicados por H para gerar valores inteiros de brilho.
30 Após equalização (a) Original equalizada (b) Histogramas antes e depois
31 Equalização por ordenação Uma forma de garantir que o histograma de Ĵ seja mesmo uniforme é equalizar a imagem seguindo os passos abaixo. 1 Ordene os pixels da imagem Î por ordem crescente de brilho. 2 Divida a sequência ordenada de pixels em H + 1 intervalos, k = 0, 1,..., H, com um mesmo número de pixels cada. 3 Gere a imagem Ĵ, onde J(p) é o intervalo k no qual o pixel p tem seu brilho I (p) mapeado.
32 Após equalização por ordenação (a) Original equalizada (b) Histogramas antes e depois
33 Casamento de histogramas Sejam Î 1 = (D I1, I 1 ) e Î 2 = (D I2, I 2 ) duas imagens cinza. Suponha que desejamos fazer com que o histograma de Î 1 fique parecido com o histograma de Î2.
34 Casamento de histogramas Sejam Î 1 = (D I1, I 1 ) e Î 2 = (D I2, I 2 ) duas imagens cinza. Suponha que desejamos fazer com que o histograma de Î 1 fique parecido com o histograma de Î2. Sejam T 1 e T 2 as transformações de equalização para Î1 e Î2. Após equalização, podemos assumir que os histogramas das imagens resultantes são iguais e uniformes.
35 Casamento de histogramas Sejam Î 1 = (D I1, I 1 ) e Î 2 = (D I2, I 2 ) duas imagens cinza. Suponha que desejamos fazer com que o histograma de Î 1 fique parecido com o histograma de Î2. Sejam T 1 e T 2 as transformações de equalização para Î1 e Î2. Após equalização, podemos assumir que os histogramas das imagens resultantes são iguais e uniformes. A inversa T2 1 aplicada à equalização T 1, deve gerar uma imagem Ĵ = (D I1, J) com histograma parecido com o de Î 2. J(p) = T 1 2 (T 1 (I 1 (p)))
36 Casamento de histogramas Sejam Î 1 = (D I1, I 1 ) e Î 2 = (D I2, I 2 ) duas imagens cinza. Suponha que desejamos fazer com que o histograma de Î 1 fique parecido com o histograma de Î2. Sejam T 1 e T 2 as transformações de equalização para Î1 e Î2. Após equalização, podemos assumir que os histogramas das imagens resultantes são iguais e uniformes. A inversa T2 1 aplicada à equalização T 1, deve gerar uma imagem Ĵ = (D I1, J) com histograma parecido com o de Î 2. J(p) = T 1 2 (T 1 (I 1 (p))) O casamento entre imagens coloridas requer conversão de RGB para YCbCr, o casamento entre os componentes de brilho, e a volta de YCbCr para RGB.
37 Casamento de histogramas: original e linearmente transformada (a) Após casamento (b) Histogramas antes e depois
38 Exercícios Considerando imagens cinzas, escreva os algoritmos em linguagem de alto nível para: 1 Transformação linear. 2 Equalização pelo histograma acumulado. 3 Casamento de histogramas.
Realce de imagens parte 1: operações pontuais SCC0251 Processamento de Imagens
Realce de imagens parte 1: operações pontuais SCC0251 Processamento de Imagens Prof. Moacir Ponti Jr. www.icmc.usp.br/~moacir Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação USP 2013/1 Moacir Ponti Jr.
Realce de Imagens. Realce de Imagens
T Objetivo: Melhorar a qualidade visual da imagem. g 1 g 2 Contraste entre dois objetos pode ser definido como a diferença entre os níveis de cinza médios dos objetos. Observando as imagens g 1 e g 2 é
Realce de Imagens. Objetivo: Melhorar a qualidade visual da imagem.
T Objetivo: Melhorar a qualidade visual da imagem. g 1 g 2 Contraste entre dois objetos pode ser definido como a diferença entre os níveis de cinza médios dos objetos. Observando as imagens g 1 e g 2 é
SEL-0339 Introdução à Visão Computacional. Aula 2 Processamento Espacial
Departamento de Engenharia Elétrica - EESC-USP SEL-0339 Introdução à Visão Computacional Aula 2 Processamento Espacial Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Prof. Dr. Adilson Gonzaga [email protected]
PMR2560 Visão Computacional Conversão e Limiarização. Prof. Eduardo L. L. Cabral
PMR2560 Visão Computacional Conversão e Limiarização Prof. Eduardo L. L. Cabral Objetivos Processamento de imagens: Conversão de imagens; Histograma; Limiarização. Imagem digital Uma imagem é uma matriz
Processamento de Imagem. Histograma da Imagem Professora Sheila Cáceres
Processamento de Imagem Histograma da Imagem Professora Sheila Cáceres Histograma É a distribuição de frequência dos níveis de cinza da imagem onde cada entrada no eixo x representa o nível de cinza específico
Aula 3 Processamento Espacial
SEL 0449 - Processamento Digital de Imagens Médicas Aula 3 Processamento Espacial Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira [email protected] EESC/USP Processamento Espacial Transformações ponto a ponto
SEL Visão Computacional. Aula 2 Processamento Espacial
Departamento de Engenharia Elétrica - EESC-USP SEL-5895 - Visão Computacional Aula 2 Processamento Espacial Prof. Dr. Adilson Gonzaga Prof. Dr. Evandro Linhari Rodrigues Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa
7. Color Image Processing
Transformação de níveis de cinza para cor a idéia por trás desta técnica é executar 3 transformações independentes sobre níveis de cinza dos pixels de uma imagem de entrada. Cada cor é transformada independentemente
Cor SCC0251 Processamento de Imagens
Cor SCC0251 Processamento de Imagens Prof. Moacir Ponti Jr. www.icmc.usp.br/~moacir Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação USP 2012/1 Moacir Ponti Jr. (ICMCUSP) Cor 2012/1 1 / 39 Sumário 1 Introdução
Sexta Lista: Geração de Números Pseudo-Aleatórios e Método de Monte Carlo
Sexta Lista: Geração de Números Pseudo-Aleatórios e Método de Monte Carlo Antônio Carlos Roque da Silva Filho e Cristiano R. F. Granzotti 26 de junho de 2017 Os exercícios desta lista devem ser resolvidos
Colégio Politécnico da UFSM DPADP0024 : Processamento Digital de Imagens (Prof. Dr. Elódio Sebem)
REALCE POR CONTRASTE Os processos de ajuste de contraste procuram adaptar a resolução radiométrica da imagem a capacidade de visualização do monitor. Duas situações podem ocorrer: - A amplitude dos NDs
Princípios e representação de imagens
Processamento de Imagens Médicas Princípios e representação de imagens Prof. Luiz Otavio Murta Jr. Informática Biomédica Depto. de Física e Matemática (FFCLRP/USP) 1 Tópicos Processamento de imagens Percepção
Estudando com o MATLAB
Estudando com o MATLAB Curso de Extensão Docentes: > Fabiano Araujo Soares > Marcelino M. de Andrade Monitor: >Luan Felipe Aula 4: Aplicações - Parte II 1ª Parte - Estatística Aula 4-1ª Parte: Estatística
Manipulação, Visualização e Interpretação de Imagens de Sensoriamento Remoto
Manipulação, Visualização e Interpretação de Imagens de Sensoriamento Remoto Alexandre Xavier Falcão Instituto de Computação - UNICAMP [email protected] Objetivo Extrair informações quantitativas e
Universidade Federal do Paraná Departamento de Informática Ciência da Computação e Informática Biomédica. Tópicos em Computação
Universidade Federal do Paraná Departamento de Informática Ciência da Computação e Informática Biomédica Tópicos em Computação Robótica Competitiva e Visão Computacional Processamento de Imagens Prof.
Processamento Digital de Imagens
Ciência da Computação Processamento Digital de Imagens Propriedades de Imagem Digital Prof. Sergio Ribeiro Tópicos Propriedades de uma Imagem Digital Vizinhança Conectividade Operações Lógicas e Aritméticas
Processamento Digital de Imagens
Ciência da Computação Processamento Digital de Imagens Propriedades de Imagem Digital Prof. Sergio Ribeiro Tópicos Propriedades de uma Imagem Digital Vizinhança e Aritméticas Efeitos de em Pixel a Pixel
Processamento de Imagem. Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto
Processamento de Imagem Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto [email protected] Prof. André Y. Kusumoto [email protected] Amostragem e Quantização Amostragem refere-se ao número de pontos
Processamento Digital de Imagens
Ciência da Computação Processamento Digital de Imagens Prof. Sergio Ribeiro Tópicos Transformações de Intensidade Transformações Logarítmicas Comparação entre Diversas Técnicas 2 Transformações de Intensidade
Processamento digital de imagens
Processamento digital de imagens Agostinho Brito Departamento de Engenharia da Computação e Automação Universidade Federal do Rio Grande do Norte 6 de outubro de 2016 Segmentação de imagens A segmentação
PSI2651 PROCESSAMENTO, ANÁLISE E SÍNTESE DE IMAGENS. 1 o período de 2005 LISTA DE EXERCÍCIOS
PSI PROCESSAMENTO, ANÁLISE E SÍNTESE DE IMAGENS o período de LISTA DE EXERCÍCIOS ) Considerando imagens do tipo da figura abaixo. Descreva um procedimento que identifique quantas células com furo e quantas
Processamento Digital de Imagens Aula 06
exatasfepi.com.br Processamento Digital de Imagens Aula 06 André Luís Duarte A sabedoria oferece proteção, como o faz o dinheiro, mas a vantagem do conhecimento é esta: a sabedoria preserva a vida de quem
Transformada de Discreta de Co senos DCT
Transformada de Discreta de Co senos DCT O primeiro passo, na maioria dos sistemas de compressão de imagens e vídeo, é identificar a presença de redundância espacial (semelhança entre um pixel e os pixels
Operações Pontuais. 1 operando. 2 operandos. Processamento e Análise de Imagem - A. J. Padilha - v ac
Operações Pontuais 1 operando T OP 2 operandos Pré-Processamento - 1 Operações Pontuais Nas operações pontuais, cada ponto da imagem-resultado - g(i,j) - é obtido por uma transformação T do ponto de coordenadas
Operações Pontuais. Guillermo Cámara-Chávez
Operações Pontuais Guillermo Cámara-Chávez Um modelo simples de formação de uma imagem Para que a imagem de uma cena real possa ser processada ou armazenda na forma digital deve passar por dois processos
Imagem, Pixels, Modelos de Cor e Operações. Visão Computacional - UFMA
Imagem, Pixels, Modelos de Cor e Operações Visão Computacional - UFMA Imagem Digital Uma imagem contém uma quan9dade discreta de elementos chamados pixels Cada pixel possui um valor intensidade no caso
Introdução ao Processamento Digital de Imagens. Aula 9 Restauração de Imagens. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira
Introdução ao Processamento Digital de Imagens Aula 9 Restauração de Imagens Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira [email protected] Realce x Restauração Realce: Processar a Imagem para obter um resultado
Processamento digital de imagens
Processamento digital de imagens Agostinho Brito Departamento de Engenharia da Computação e Automação Universidade Federal do Rio Grande do Norte 3 de março de 2016 Transformação e filtragem de imagens
Descritores de Imagem (introdução)
Descritores de Imagem (introdução) André Tavares da Silva [email protected] Roteiro da aula Definição de descritor de imagem Extração de Característica Tipos Geral x Específico Global (cor, textura,
Processamento de Imagens Coloridas. Prof. Adilson Gonzaga
Processamento de Imagens Coloridas Prof. Adilson Gonzaga 1 Aparência de um Objeto A aparência de um objeto é o resultado de uma complexa interação da luz incidente sobre este objeto, suas características
Processamento Digital de Imagens
Ciência da Computação Processamento Digital de Imagens Prof. Sergio Ribeiro Tópicos Técnicas de Modificação do Histograma Compressão de Histograma 2 Veremos a definição e utilização do conceito de histograma.
Restauração de Imagens. Tsang Ing Ren - UFPE - Universidade Federal de Pernambuco CIn - Centro de Informática
Restauração de Imagens Tsang Ing Ren - [email protected] UFPE - Universidade Federal de Pernambuco CIn - Centro de Informática 1 Tópicos! Introdução! Modelo de degradação/restauração! Modelo de ruído! Restauração
Processamento Digital de Imagens
1 Ciência da Computação Processamento Digital de Imagens Prof. Sergio Ribeiro Tópicos Introdução Espectro Eletromagnético Aquisição e de Imagens Sensoriamento Remoto 2 Introdução Espectro Eletromagnético
Processamento Digital de Imagens
Ciência da Computação Processamento Digital de Imagens Prof. Sergio Ribeiro Tópicos Introdução Espectro Eletromagnético Aquisição e Digitalização de Imagens Efeitos da Digitalização Digitalização Sensoriamento
RESTAURAÇÃO E RECONSTRUÇÃO DE IMAGENS. Nielsen Castelo Damasceno
RESTAURAÇÃO E RECONSTRUÇÃO DE IMAGENS Nielsen Castelo Damasceno Restauração de imagem Procura recuperar uma imagem corrompida com base em um conhecimento a priori do fenômeno de degradação. Restauração
Noções de Simulação. Ciências Contábeis - FEA - Noturno. 2 o Semestre MAE0219 (IME-USP) Noções de Simulação 2 o Semestre / 23
Noções de Simulação Ciências Contábeis - FEA - Noturno 2 o Semestre 2013 MAE0219 (IME-USP) Noções de Simulação 2 o Semestre 2013 1 / 23 Objetivos da Aula Sumário 1 Objetivos da Aula 2 Motivação 3 Geração
Introdução ao Processamento Digital de Imagens. Aula 6 Propriedades da Transformada de Fourier
Introdução ao Processamento Digital de Imagens Aula 6 Propriedades da Transformada de Fourier Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira [email protected] Uma linha de uma imagem formada por uma sequência
Um modelo estocástico para o fluxo de caixa de um plano de previdência de um indivíduo 15
2 Simulação estocástica A simulação computacional consiste em empregar técnicas matemáticas em computadores com o propósito de gerar ensaios que tentam reproduzir de maneira análoga um processo ou operação
Redes Complexas Aula 7
Redes Complexas Aula 7 Aula retrasada Lei de potência Distribuição Zeta Propriedades Distribuição Zipf Exemplo Wikipedia Aula de hoje Distribuição de Pareto Medindo lei de potência Estimando expoente Exemplos
INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS SENSORIAMENTO REMOTO
INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS SENSORIAMENTO REMOTO PROCESSAMENTO DE IMAGENS Introdução Conceitos básicos Pré-processamento Realce Classificação PROCESSAMENTO DE IMAGENS Extração de Informações
Filtros espaciais. Processamento e Recuperação de Imagens Médicas. Prof. Luiz Otavio Murta Jr. Depto. De Computação e Matemática (FFCLRP/USP)
Processamento e Recuperação de Imagens Médicas Prof. Luiz Otavio Murta Jr. Depto. De Computação e Matemática (FFCLRP/USP) 1 Propriedades Operadores de suavização os elementos da máscara são positivos e
Distribuição Normal. Prof. Eduardo Bezerra. (CEFET/RJ) - BCC - Inferência Estatística. 25 de agosto de 2017
padrão - padronização Distribuição Normal Prof. Eduardo Bezerra (CEFET/RJ) - BCC - Inferência Estatística 25 de agosto de 2017 Eduardo Bezerra (CEFET/RJ) Distribuição Normal Março/2017 1 / 32 Roteiro Distribuições
SEL Introdução ao Processamento Digital de Imagens. Aula 9 Restauração de Imagens Parte 2
SEL5895 - Introdução ao Processamento Digital de Imagens Aula 9 Restauração de Imagens Parte 2 Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira [email protected] Modelo de Degradação e Restauração g(x,y) = h(x,y)
Universidade Federal de Alagoas Instituto de Matemática. Cor. Prof. Thales Vieira
Universidade Federal de Alagoas Instituto de Matemática Cor Prof. Thales Vieira 2014 O que é cor? Cor no universo físico Cor no universo matemático Representação de cor Especificação de cor Colorimetria
Universidade Federal de Alagoas Instituto de Matemática. Imagem. Prof. Thales Vieira
Universidade Federal de Alagoas Instituto de Matemática Imagem Prof. Thales Vieira 2011 O que é uma imagem digital? Imagem no universo físico Imagem no universo matemático Representação de uma imagem Codificação
Exercícios: Vetores e Matrizes
Universidade Federal de Uberlândia - UFU Faculdade de Computação - FACOM Lista de exercícios de programação em linguagem C Exercícios: Vetores e Matrizes 1 Vetores 1. Faça um programa que possua um vetor
[2CTA121] Processamento de Imagens em Alimentos: Conceitos e Aplicações
[2CTA121] Processamento de Imagens em Alimentos: Conceitos e Aplicações Dr. Sylvio Barbon Junior PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DE ALIMENTOS - UEL 2016 Assunto Aula 4 Segmentação de Imagens 2 de
Capítulo 7 Transformadas de Fourier. definimos a sua transformada de Fourier
Capítulo 7 Transformadas de Fourier Dada uma função definimos a sua transformada de Fourier A constante multiplicativa em (1),, é um valor arbitrário. Há autores que escolhem. Mas é muito importante lembrar
Propriedades da Imagem Amostragem & Quantização (Quantificação) Histograma Imagem Colorida x Imagem Monocromática. Propriedades da Imagem
Proc. Imagem Prof. Júlio C. Klafke [1] TÓPICOS DESENVOLVIDOS NESTE MÓDULO PROCESSAMENTO DE IMAGEM #02 Propriedades da Imagem Amostragem & Quantização (Quantificação) Histograma Imagem Colorida x Imagem
Redes Neurais. A Rede RBF. Redes RBF: Função de Base Radial. Prof. Paulo Martins Engel. Regressão não paramétrica. Redes RBF: Radial-Basis Functions
Redes RBF: Função de Base Radial Redes Neurais A Rede RBF O LP é baseado em unidades que calculam uma função não-linear do produto escalar do vetor de entrada e um vetor de peso. A rede RBF pertence a
Prof. Responsáveis Wagner Santos C. de Jesus
Disciplina Processamento de Sinais Curso Análise e Desenvolvimento de Sistemas Noção da Análise de Fourier e Análise Espectrográfica de sinais, Estudo de Caso do Processamento Sinais Aplicado a Imagens
SEL-0339 Introdução à Visão Computacional. Aula 3 Processamento de Imagens Coloridas
Departamento de Engenharia Elétrica - EESC-USP SEL-0339 Introdução à Visão Computacional Aula 3 Processamento de Imagens Coloridas Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Prof. Dr. Adilson Gonzaga [email protected]
T4 Processamento de Imagem
T4 Processamento de Imagem Proc. Sinal e Imagem Mestrado em Informática Médica Hélder Filipe Pinto de Oliveira Resumo 1. Manipulação ponto a ponto 2. Conetividade 3. Filtros espaciais 4. Extração de estruturas
Visão Computacional. Alessandro L. Koerich. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Visão Computacional Alessandro L. Koerich Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Universidade Federal do Paraná (UFPR) Processamento da Informação Capturei uma Imagem! E agora? Assumindo que
MORFOLOGIA MATEMÁTICA
MORFOLOGIA MATEMÁTICA Morfologia Na Biologia área que trata com a forma e a estrutura de plantas e animais Processamento de Imagens Ferramenta para extração de componentes de imagens que sejam úteis na
Princípios sobre imagens digitais
Princípios sobre imagens digitais Aula 1 LPV 5731 - ANÁLISE DE IMAGENS DE SEMENTES E PLÂNTULAS Programa de pós-graduação em Fitotecnia Francisco G Gomes-Junior Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
Análise de Dados e Simulação
Universidade de São Paulo Instituto de Matemática e Estatística http:www.ime.usp.br/ mbranco Simulação de Variáveis Aleatórias Contínuas. O método da Transformada Inversa Teorema Seja U U (0,1). Para qualquer
Teoria das Filas aplicadas a Sistemas Computacionais. Aula 08
Teoria das Filas aplicadas a Sistemas Computacionais Aula 08 Universidade Federal do Espírito Santo - Departamento de Informática - DI Laboratório de Pesquisas em Redes Multimidia - LPRM Teoria das Filas
Princípios de Modelagem Matemática Aula 10
Princípios de Modelagem Matemática Aula 10 Prof. José Geraldo DFM CEFET/MG 19 de maio de 2014 1 Alguns resultados importantes em estatística A distribuição normal tem importante papel em estatística pois
Sílvia Mara da Costa Campos Victer Concurso: Matemática da Computação UERJ - Friburgo
Convolução, Série de Fourier e Transformada de Fourier contínuas Sílvia Mara da Costa Campos Victer Concurso: Matemática da Computação UERJ - Friburgo Tópicos Sinais contínuos no tempo Função impulso Sistema
Sistemas lineares. Realce no domínio de freqüências. Propriedades. Sistema: definição. Sistemas harmônicos e análise de sinais complexos
Realce no domínio de freqüências Hitoshi Capítulo 4 do Gonzalez Sistemas lineares muito utilizado para a descrição de sistemas elétricos e ópticos possuem fundamentos matemáticos bem estabelecidos para
O objetivo deste artigo é apresentar o método de redução de cores Error Diffusion, utilizado no projeto MSX Viewer.
Error Diffusion Resumo O objetivo deste artigo é apresentar o método de redução de cores Error Diffusion, utilizado no projeto MSX Viewer. 1- Introdução Quando reduzimos a quantidade de cores de uma imagem,
Exercícios de programação
Exercícios de programação Estes exercícios serão propostos durante as aulas sobre o Mathematica. Caso você use outra linguagem para os exercícios e problemas do curso de estatística, resolva estes problemas,
Processamento de Imagens usando Grafos (MAC6903)
Processamento de Imagens usando Grafos (MAC6903) Prof. Dr. Paulo A. V. de Miranda [email protected] Instituto de Matemática e Estatística (IME), Universidade de São Paulo (USP) P.A.V. Miranda
Motivação Por que estudar?
Aula 04 Imagens Diogo Pinheiro Fernandes Pedrosa Universidade Federal Rural do Semiárido Departamento de Ciências Exatas e Naturais Curso de Ciência da Computação Motivação Por que estudar? Imagens digitais
Simulação Monte Carlo
Simulação Monte Carlo Nome do Prof. Fernando Saba Arbache Email do prof. [email protected] Definição Análise de risco faz parte da tomada de decisão Surgem constantemente incertezas, ambiguidades e
