Estudando com o MATLAB
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- Renato Geraldo Fidalgo Lameira
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1 Estudando com o MATLAB Curso de Extensão Docentes: > Fabiano Araujo Soares > Marcelino M. de Andrade Monitor: >Luan Felipe
2 Aula 4: Aplicações - Parte II
3 1ª Parte - Estatística Aula 4-1ª Parte: Estatística
4 1ª Parte - Estatística Comandos Básicos para Estatística: 1 - Gerando números aleatórios: a) rand(n,m): Esse comando gera uma matriz n por m de números aleatórios seguindo uma distribuição uniforme com valores entre o intervalo [0,1].
5 1ª Parte - Estatística O comando rand(n,m) pode ser usado para gerar valores de uma distribuição uniforme com um intervalo [a, b] da seguinte forma: r = a + (b-a).*rand(n,m);
6 1ª Parte - Estatística Exemplo 1:
7 1ª Parte - Estatística Exemplo 1: 140 Histograma da Amostra Frequência Valores
8 1ª Parte - Estatística Comandos Básicos para Estatística: 1 - Gerando números aleatórios: b) randn(n,m): Esse comando gera uma matriz n por m de números aleatórios seguindo uma distribuição normal com média 0 e desvio padrão 1.
9 1ª Parte - Estatística O comando randn(n,m) pode ser usado para gerar valores de uma distribuição normal com uma média a e um desvio padrão b da seguinte forma: r = a + b.*randn(n,m);
10 1ª Parte - Estatística Exemplo 2:
11 1ª Parte - Estatística Exemplo 2: 300 Histograma da Amostra 250 Frequência Valores
12 1ª Parte - Estatística Comandos Básicos para Estatística: 2 Média e mediana a) mean(a): Esse comando é utilizado para calcular a média de um vetor a ou das colunas de uma matriz numérica a.
13 1ª Parte - Estatística Exemplo 3:
14 1ª Parte - Estatística Comandos Básicos para Estatística: 2 Média e mediana a) median(a): Esse comando é utilizado para calcular a mediana de um vetor a ou das colunas de uma matriz numérica a.
15 1ª Parte - Estatística Exemplo 4:
16 1ª Parte - Estatística Comandos Básicos para Estatística: 3 Desvio padrão, Variância, Valor Máximo e Valor Mínimo; a) std(a): Esse comando é utilizado para calcular o desvio padrão (Standard Deviation) de um vetor a ou das colunas de uma matriz numérica a.
17 1ª Parte - Estatística Comandos Básicos para Estatística: 3 Desvio padrão, Variância, Valor Máximo e Valor Mínimo; b) var(a): Esse comando é utilizado para calcular a variância de um vetor a ou das colunas de uma matriz numérica a.
18 1ª Parte - Estatística Comandos Básicos para Estatística: 3 Desvio padrão, Variância, Valor Máximo e Valor Mínimo; c) max(a): Esse comando é utilizado para encontrar o maior valor de um vetor a ou das colunas de uma matriz numérica a.
19 1ª Parte - Estatística Comandos Básicos para Estatística: 3 Desvio padrão, Variância, Valor Máximo e Valor Mínimo; c) min(a): Esse comando é utilizado para encontrar o menor valor de um vetor a ou das colunas de uma matriz numérica a.
20 1ª Parte - Estatística Exemplo 5:
21 1ª Parte - Estatística Exemplo 5:
22 1ª Parte - Estatística Exemplo 5: Histograma da Amostra µ= , S.D.=4.8641, σ=23.659, Max= , Min= Frequência Valores
23 1ª Parte - Estatística 4 Correlação: No uso estatístico geral, correlação se refere a medida da relação entre duas variáveis, embora correlação não implique causalidade.
24 1ª Parte - Estatística 4 Correlação: a) corrcoef(x):o comando R = corrcoef(x) retorna a matriz de correlação R dos coeficientes de correlação calculados da matriz de entrada X cujas linhas são observações e as colunas variáveis aleatórias;
25 1ª Parte - Estatística Problema exemplo: Deseja-se estudas as variáveis peso (y) e altura (x) em uma amostra de 12 homens adultos. Os valores são apresentados na tabela 1.
26 1ª Parte - Estatística Sujeito Altura (cm) Peso (Kg)
27 1ª Parte - Estatística Primeiramente vamos inserir esses dados em um arquivo.m no Matlab e traça-los em um gráfico para visualizar uma possível relação.
28 1ª Parte - Estatística
29 1ª Parte - Estatística 120 Gráfico da altura vs peso 100 Peso (Kg) Altura (cm)
30 1ª Parte - Estatística Em seguida vamos calcular a correlação entre as variáveis altura e peso. A resposta encontrada é:
31 1ª Parte - Estatística Coeficientes de correlação variam entre -1 e 1. Quanto mais próximo de 1 ou de -1 o coeficiente de correlação estiver maior é a relação entre as duas variáveis. O sinal apenas representa uma correlação positiva (y cresce a medida que x cresce) ou negativa (y decresce a medida que x cresce ou vice versa). Quanto mais próximo de 0 o coeficiente de correlação estiver menos correlacionadas as variáveis são.
32 2ª Parte Sinais 2ª Parte: Processamento de Sinais
33 2ª Parte Sinais A disciplina Processamento de Sinais é uma disciplina avançada no curso de engenharia e exige conhecimentos de transformadas e séries, convolução, correlação, filtragem, etc... Por esse motivo vamos nos ater apenas a uma introdução do assunto sem nos aprofundarmos nas explicações.
34 2ª Parte Sinais O que é um sinal? Em geral, entende-se por sinal uma sequência de estados que codifica uma mensagem.
35 2ª Parte Sinais Exemplo de um sinal de voz:
36 2ª Parte Sinais Exemplo de um sinal de voz:
37 2ª Parte Sinais Exemplo de um sinal de voz: Podemos verificas nos exemplos anteriores que a voz humana tem uma frequência máxima de aproximadamente 4 khz.
38 2ª Parte Sinais Teorema da amostragem (teorema de Nyquist): Dado um sinal contínuo com largura de banda Fmax, se amostrarmos esse sinal a uma frequência maior ou igual a duas vezes Fmax, então o sinal amostrado contém toda a informação do sinal contínuo e é possível recuperar exatamente o sinal original a partir das amostras.
39 2ª Parte Sinais Teorema da amostragem (teorema de Nyquist): Ou seja, se amostrarmos a voz humana a uma frequência maior que 8 khz é possível recuperar o sinal de voz gravado exatamente.
40 2ª Parte Sinais Exemplo 7:
41 2ª Parte Sinais Exemplo 7:
42 2ª Parte Sinais Exemplo 7:
43 2ª Parte Sinais 1 Senoide de 2kHz Amplitude Tempo (s) Senoide de 2kHz amostrada a 20 khz x 10-3 Amplitude Tempo (s) Senoide de 2kHz amostrada a 3 khz x 10-3 Amplitude Tempo (s) x 10-3
44 2ª Parte Sinais O problema da filtragem: Um dos maiores problemas na transmissão de um sinal é o ruído que contamina este; O ruído tem origem nos instrumentos utilizados para transmissão e recepção do sinal, fatores naturais, contaminação eletromagnética, etc.
45 2ª Parte Sinais Vamos ver agora um exemplo de filtragem: Um sinal é contaminado por ruído de 60 Hz (proveniente da rede elétrica); Como esse sinal ruidoso pode ser filtrado e recuperado?
46 2ª Parte Sinais Exemplo 8:
47 2ª Parte Sinais Exemplo 8:
48 2ª Parte Sinais Exemplo 8:
49 2ª Parte Sinais Exemplo 8:
50 2ª Parte Sinais 5 Sinal Senoidal de 20 Hz (Domínio do Tempo) 800 Espectro do Sinal Senoidal de 2 Hz (Domínio da Frequência) 600 Amplitude (V) 0 DEP (V) Tempo (s) Frequência (Hz) 5 Ruído de 60 Hz (Domínio do Tempo) 1400 Espectro do Ruído de 60 Hz (Domínio da Frequência) 1200 Amplitude (V) Tempo (s) DEP (V) Frequência (Hz) 5 Sinal Ruidoso (Domínio do Tempo) 1400 Espectro do Sinal Ruidoso (Domínio da Frequência) 1200 Amplitude (V) Tempo (s) DEP (V) Frequência (Hz)
51 2ª Parte Sinais Exemplo 8:
52 2ª Parte Sinais 50 Magnitude (db) Normalized Frequency ( π rad/sample) 0 Phase (degrees) Normalized Frequency ( π rad/sample)
53 2ª Parte Sinais 5 Sinal Filtrado (Domínio do Tempo) Amplitude (V) Tempo (s) Espectro do Sinal Filtrado (Domínio da Frequência) 600 DEP (V) Frequência (Hz)
54 3ª Parte Imagens 3ª Parte: Processamento de Imagens
55 3ª Parte Imagens A disciplina Processamento de Imagens é uma disciplina que deriva do processamento de sinais (Se pensarmos a respeito, uma imagem nada mais é que um sinal de duas dimensões) e também exige conhecimentos avançados do curso de engenharia; Por esse motivo vamos nos ater apenas a alguns exemplos de uso sem nos aprofundarmos nas explicações.
56 3ª Parte Imagens 1 Aprendendo como importar uma imagem e entendendo como ela é representada. Para importar uma imagem utilizamos o comando: I=imread( filename,format); Onde filename é o nome do arquivo de imagem e format é o nome do formato do arquivo (exemplo: tif);
57 3ª Parte Imagens Para mostrar uma imagem importada utilizamos o comando: Imshow(nome_variavel); Onde nome_variavel é o nome da variável onde a figura foi armazenada;
58 3ª Parte Imagens Lena: É uma imagem muito utilizada em processamento de imagens. uma imagem padronizada é importante para a comparação de algoritmos.
59 3ª Parte Imagens
60 3ª Parte Imagens Exemplo 9:
61 3ª Parte Imagens Exemplo 9: Observe que a figura tem 512 x 512 pixels e que ela é armazenada em três matrizes de 8 bits;
62 3ª Parte Imagens Cada matriz de 8 bits apresenta a intensidade de uma das três cores básicas: Vermelho (R), Verde (G) e Azul (B); Vamos plotar cada matriz de cor independentemente com o seguinte comando (onde n varia entre 1 e 3): imshow(image(:,:,n));
63 3ª Parte Imagens imshow(image(:,:,1));
64 3ª Parte Imagens imshow(image(:,:,2));
65 3ª Parte Imagens imshow(image(:,:,3));
66 3ª Parte Imagens É possível ver então que, em processamento de imagens, trabalhamos ou com cada matriz de cor independentemente como se fosse uma imagem preto e branca (técnicas clássicas), ou trabalhamos com as três componentes de cor juntas (técnicas avançadas).
67 3ª Parte Imagens Exemplo 10: Reamostrando uma imagem: A imagem que temos utiliza 8 bits para cada cor, ou seja, cada cor possui 256 tonalidades possíveis (0 a 255) o que nos dá um total de mais de 16 milhões de tons possíveis; E se, por motivo de espaço, quisermos reamostrar essa imagem para apenas 64 tonalidades possíveis?
68 3ª Parte Imagens Exemplo 10: Reamostrando uma imagem: Nesse caso usaremos apenas 4 bits para cada cor. ( ) 4 3 = 64
69 3ª Parte Imagens Exemplo 10:
70 3ª Parte Imagens Imagem original:
71 3ª Parte Imagens Imagem Reamostrada:
72 3ª Parte Imagens Em processamento de imagem o histograma de tons de uma imagem é muito útil; Para visualizarmos o histograma de tons de uma imagem em tons de cinza utilizamos o comando: imhist(nome_imagem) Onde nome_imagem é o nome da variável onde a imagem está armazenada.
73 3ª Parte Imagens Uma das utilidades do histograma é a equalização do mesmo de forma a tornar a imagem mais nítida. O comando de equalização de um histograma de imagem é: ImageEq = histeq(image); Onde ImageEq é o nome da variável onde a nova imagem será armazenada e Image é o nome da variável onde a imagem original está armazenada.
74 3ª Parte Imagens Exemplo 11:
75 3ª Parte Imagens Figura original e seu histograma de tons de cinza:
76 3ª Parte Imagens Figura equalizada e seu histograma de tons de cinza:
77 3ª Parte Imagens Por fim, um último método a ser explorado por esse curso é a filtragem de imagens. Assim como os sinais, as imagens também possuem espectro de frequência (esse assunto não será abordado devido a complexidade do assunto para alunos iniciantes no curso de engenharia); Sendo assim existem inúmeros métodos de filtragem para imagens. Tanto no domínio do espaço quanto no domínio da frequência.
78 3ª Parte Imagens Um tipo de ruído comum encontrado em imagens é o salt and pepper.
79 3ª Parte Imagens É possível verificar que a imagem mantem sua forma apesar de alguns pixels contaminados. Se utilizarmos um quadro, digamos de 3 x 3 pixels vemos que as cores nesse pequeno quadro é quase a mesma. Se fizermos a mediana desse quadro e substituirmos um dado pixel pelo valor da mediana, possivelmente eliminaremos os pixels preto e branco ruidosos (já que esses são tons extremas, 0 ou 255);
80 3ª Parte Imagens Exemplo 12:
81 3ª Parte Imagens Exemplo 12:
82 3ª Parte Imagens Imagem Filtrada:
83 Final Esperamos que o curso tenha sido útil e tenha alcançado o objetivo de familiarizar os alunos com a ferramenta Matlab. Obrigado!
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