SEL Visão Computacional. Aula 2 Processamento Espacial
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- Bernardo Fonseca Chaplin
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1 Departamento de Engenharia Elétrica - EESC-USP SEL Visão Computacional Aula 2 Processamento Espacial Prof. Dr. Adilson Gonzaga Prof. Dr. Evandro Linhari Rodrigues Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira [email protected]
2 Processamento Espacial Transformações ponto a ponto l Histograma l Transformações lineares l Transformações não-lineares Transformações por vizinhança l Convolução l Filtros lineares l Filtros derivativos detectores de borda EESC/USP
3 Histogramas O histograma de uma imagem em tons de cinza é uma função H(k) que produz o número de ocorrências de cada nível de cinza na imagem. 0 <= k <= L - 1 L é o número de níveis de cinza da imagem.
4 Histograma Normalizado: Histogramas O histograma é normalizado em [0,1] quando se divide H(k) pelo número n = N x M de pixels da imagem. Ele representa a distribuição de probabilidade dos valores dos pixels. Cada elemento do conjunto é calculado por : Pr ( rk ) = nk n 0 r k 1
5 Histogramas Pr ( rk ) = nk n k= 0,1,...L-1, e L é o número de níveis de cinza da imagem. n = número total de pixels na imagem n k = número de pixels cujo nível de cinza corresponde a k. P r (r k )= Probabilidade do K-ésimo nível de cinza.
6 Exemplo: Seja uma imagem de 128x128 pixels cujas quantidades de pixels em cada nível de cinza são dadas na tabela abaixo: (8 Níveis de cinza) n = 128x128 = pixels Nível de Cinza (r k ) n k P r (r k )=n k /n ,068 1/ ,196 2/ ,296 3/ ,209 4/ ,122 5/ ,048 6/ , ,028 Pr(0) = 1120/ = Pr(1/7)= 3214/ = 0,196
7 Características Importantes 1) Um histograma é uma função de Distribuição de probabilidades 2) å P ( r k ) =1 r 3) Representação gráfica de um Histograma 0,3 0,25 0,2 0,15 0,1 0,05 0
8 Exemplos de Histogramas Obs: O Histograma não traz informação posicional sobre os pixels da Imagem
9 Exemplos de Histogramas
10 Exemplos de Histogramas
11 EESC/USP Equalização do histograma:
12 Equalização do histograma: q Aumentar o contraste geral na Imagem espalhando a distribuição de níveis de cinza. Exemplo: Dada uma Imagem de n x m Pixels e g níveis de cinza. No. Ideal de pixels em cada nível => I = (n x m)/g EESC/USP
13 Exemplo:
14 a) Imagem Original b) Histograma original c) Imagem Equalizada d) Histograma Equalizado EESC/USP
15 EESC/USP Equalização de Histograma
16 Equalização de Histograma
17 Equalização do histograma: A equalização pode ser obtida fazendo: q = ì ï maxí0, ï ïî ARRED.( k å j= 0 I n j ) ü ï -1ý ï ïþ 0 k g Onde: g = níveis de cinza da Imagem Original q = níveis de cinza da Imagem Equalizada EESC/USP
18 Exemplo: n x m = 30 pixels g = 10 níveis de cinza I = 30/10 = g n Sn q è (6,66) 7 è (7,33) 7 q = ì ï maxí0, ARRED.( ï ïî k å j= 0 I n j ü ï ) -1ý ï ïþ 0 k g
19 Visualização das Transformações nos Níveis de Cinza através dos Histogramas 1) Alterações Globais no Brilho Clarear ou escurecer uma Imagem. H(k) H(k) Somar ou Subtrair uma constante em todos os pixels da Imagem Intensidade Intensidade 0è Preto Maxè Branco Visão Computacional - Aula2 19
20 2) Binarização ( Threshold ): - Determinação de um limiar abaixo do qual os pixels são transformados em zero, e acima são transformados no máximo de intensidade. H (k) 12 H (k) Visão Computacional - Aula2 20
21 Determinação do Limiar: Uma das dificuldades da limiarização de uma imagem é a melhor determinação do valor de thresholding, ou seja, do ponto de separação dos pixels. Método do vale: Através da análise do histograma estabelecer T (valor de Threshold ) na região de vale mais próxima ao meio de escala dos níveis de cinza. Visão Computacional - Aula2 21
22 Operadores Ponto a Ponto (Transformações de níveis de Cinza ou Mapeamento) Cada ponto na Imagem de Entrada gera um só ponto na Imagem de Saída Imagem de Entrada Imagem de Saída T[f(x,y)] ==> Operação sobre cada ponto (cada Pixel) da Imagem de Entrada EESC/USP
23 1) Contraste e Brilho As Transformações de Intensidade podem ser: 1) Lineares : g = c.f+b Exemplo: g = 2f + 32 onde : c (Contraste), b (Brilho) EESC/USP
24 2) Não Lineares: Exemplo: g = 31,875.log 2 (f+1) 24
25 2) Negativo T[f(x,y)] = g(x,y) = W - f(x,y) Imagem de Entrada Imagem de Saída EESC/USP
26 EESC/USP 1) Negativo
27 EESC/USP 3) Alargamento de Contraste g(x,y) = W y x f y x f y x f k y x f y x f y x f y x f k y x f y x f y x f k < Þ Þ < Þ ), ( ), ( ), (. ), ( ), ( ), ( ), (. ), ( ), ( 0 ), (
28 4) Binarização ( Thresholding ) Thresholding ==> Limiarização (Transforma a Imagem em uma Imagem Binária (2 níveis de cinza) Threshold [f 1 (x,y)=f 2 (x,y)] Fazendo: k 1 = 0 f 1 (x,y) = f 2 (x,y) k 3.f(x,y) = W g(x,y) = 0 Þ 0 < W Þ f 1 f 1 ( x, ( x, y) y) f ( x, y) W EESC/USP
29 Alargamento de Contraste e ( Thresholding ) EESC/USP
30 EESC/USP 5) Binarização ( Thresholding )
31 EESC/USP Transformações Não-Lineares
32 EESC/USP
33 EESC/USP Correção Gamma
34 EESC/USP Correção Gamma
35 EESC/USP Correção Gamma
36 EESC/USP Correção Gamma
37 Processamento Espacial Transformações ponto a ponto l Histograma l Transformações lineares l Transformações não-lineares Transformações por vizinhança l Convolução l Filtros lineares l Filtros derivativos detectores de borda EESC/USP
38 Transformações Por Vizinhança polegadas EESC/USP
39 Operadores Locais (Vizinhança). Combina a Intensidade de um certo número de píxels (janela), para computar o valor da nova intensidade na Imagem de Saída. Imagem de Entrada Imagem de Saída T[f(x,y)] S ==> Operação sobre todos os píxels dentro da janela S centrada em f(x,y) EESC/USP
40 Convolução e Correlação Cruzada Convolução f (x) h(x) = + f (m)h(x m)dm Correlação Cruzada f (x) h(x) = + f (m)h(x + m)dm EESC/USP
41 Convolução e Correlação Cruzada Forma DISCRETA Convolução f [x] h[x] = f [m]h[x m] m= Correlação Cruzada f [x] h[x] = f [m]h[x + m] m= EESC/USP
42 1D
43 2D
44 Propriedades da Convolução 1. Comutativa f [x] h[x] = h[x] f [x] - (Não vale na correlação cruzada) 2. Associativa f [x] (g[x] h[x]) = ( f [x] g[x]) h[x] 3. Distributiva f [x] (g[x]+ h[x]) = ( f [x] g[x])+ ( f [x] h[x])
45 Filtros no domínio do espaço EESC/USP
46 Exemplo: Janela de 3 x 3 g( x, y) = k å i= 1 w. f i ( x, y) q (a,b,c,d,e,f,g,h,i) são os valores dos níveis de cinza na mesma vizinhança de f(x,y) = e, comparativamente ao Template. q (w 1 a w 9 ) são os pesos, ou seja, os valores dos níveis de cinza em cada posição do Template. O valor do pixel g(x,y) na nova Imagem, na posição (x,y) será dado por: g(x,y) = w 1.a + w 2.b + w 3.c + w 4.d + w 5.e + w 6.f + w 7.g + w 8.h + w 9.i EESC/USP
47 Convenção: q Máscaras de organização par (2 x 2, 4 x 4,...) o resultado é colocado sobre o Primeiro Pixel. q Máscaras de organização ímpar ( 3 x 3, 5 x 5,...) o resultado é colocado sobre o Pixel de Centro.
48 Convolução e Correlação Cruzada: No domínio do espaço, a diferença entre a Convolução e a Correlação Cruzada reside apenas no espelhamento do Template a ser utilizado, que deve ser feito na Convolução. Como, em geral, os Templates são simétricos, a equação da Correlação Cruzada tem sido empregada com o nome de Convolução na área de Processamento de Imagens. Convoluir um Template com uma Imagem equivale à operação: Espelhamento, Desloca, Multiplica e Soma EESC/USP
49 Exemplo de máscara simétrica, onde a operação de convolução e de correlação são idênticas: Template T(i,j) Imagem Original f(x,y) Imagem Final * * * * * * * * T(i,j) * f(x,y) Os valores marcados com * não podem ser calculados.
50 Solução para os pixels das bordas: Podem ser usadas cinco soluções: Atribuindo valor zero aos resultados não calculáveis; Preenchimento da imagem com 0 s antes do cálculo da imagem final (P*); Replicação dos pixels das bordas (replicate*); Espelhamento (symmetric*); Convolução periódica (circular*); * Usado pelo Matlab
51 Exemplo 1: Atribuindo zero aos resultados não calculáveis Template Imagem Resultado Primeiro Ponto ==> (1x1) + (1x2) + (1x3) + (0x0) + (0x1) + (0x3) + (1x1) + (1x1) +(1x3) = 11
52 Exemplo 2: Padding com zeros Centra-se o Template com o primeiro pixel da imagem atribuindo o valor 0 aos valores inexistentes na imagem. Template Imagem Resultado Primeiro Ponto ==> (1x0) + (1x0) + (1x0) + (0x0) + (0x1) + (0x2) + (1x0) + (1x0) +(1x1) = 1
53 Exemplo 3: Convolução Periódica O Template é deslocado sobre todos os pixels da imagem original como se esta fosse adjacente em suas extremidades. Template Imagem Resultado Primeiro Ponto ==> (1x0) + (1x1) + (1x0) + (0x5) + (0x1) + (0x2) + (1x0) + (1x0) +(1x1) = 2
54 Observações: q O custo computacional da Convolução espacial é alto. q Se a Imagem é de tamanho M x M e o Template N x N, o número de multiplicações é de M 2.N 2 q Ou seja, se a Imagem é de 512 x 512 e o Template é de 16 x 16, são necessárias multiplicações. q A alternativa é transformar a Imagem e o Template para o domínio da frequência (Fourier) e multiplicar elemento a elemento. q A transformação só é justificável se o Template for maior que 32 x 32, devido ao custo da Transformada de Fourier.
55 Filtragem Espacial Filtros Passa-Baixa Filtros Passa-Alta Filtros Derivativos EESC/USP
56 EESC/USP Representação de uma Imagem como Superfície Isométrica
57 Perfil radiométrico de uma imagem: altas frequências e baixas frequências
58 Altas e baixas frequências em uma imagem
59 Filtragem Espacial: Passa Baixa q Uma das aplicações da Convolução espacial de uma Imagem com Templates é a Suavização (Smoothing) ou Filtragem Passa Baixa. q Um filtro espacial Passa Baixa é implementado através de uma Máscara que realiza a Média da Vizinhança. q Uma Máscara de Média é tal que seus pesos são positivos e a soma é igual a 1. Ø Exemplos de algumas Máscaras de Filtros Passa Baixa:
60 Exemplo de Média da Vizinhança. f(x,y) g(x,y) g(0,0) = ( ) / 9 = 24,77 g(0,1) = ( ) / 9 = 39,77
61 a) Imagem Original b) Vizinhança 3 x 3 c) Vizinhança 5 x 5 d) Vizinhança 7 x 7 e) Vizinhança 15 x 15 f) Vizinhança 25 x 25
62
63 Filtro Passa Baixa Média da Vizinhança * = EESC/USP * 1/25 x =
64 Filtro Passa Baixa Média da Vizinhança * 7 x 7 = * 9 x 9 = EESC/USP
65 Efeitos nas bordas da imagem Convolução da imagem original com um filtro da média A B C D E A) Imagem original B) Padding com zeros C) Replicação D) Espelhamento E) Periódica (circular)
66 Filtragem Espacial: Passa Alta q É chamada de filtro de passa-alta porque detecta na imagem os detalhes finos e mudanças abruptas de níveis de cinza na imagem. q A máscara do filtro passa alta deve ter pesos de tal forma que a soma seja igual a zero. Exemplos de máscaras de filtros passa alta: Normalizado Normalizado Operador Laplaciano
67 Filtro Passa Alta Detector de Altas Frequências Normalizado * = =
68 Filtro de AGUÇAMENTO (Sharpening) - realce de altas frequências + = + =
69 Filtro de AGUÇAMENTO (Sharpening) - realce de altas frequências + = EESC/USP
70 Filtro Passa Alta Detector de Altas Frequências Não-normalizado * = =
71 Filtro de AGUÇAMENTO (Sharpening) - realce de altas frequências + = + =
72 Filtro de AGUÇAMENTO (Sharpening) - realce de altas frequências + = EESC/USP
73 Filtro de AGUÇAMENTO (Sharpening) - realce de altas frequências Como montar um template para o filtro de aguçamento? * =
74 Filtro de AGUÇAMENTO (Sharpening) - realce de altas frequências 1) Filtro que detecta apenas as bordas e detalhes (passa-alta) * =
75 Filtro de AGUÇAMENTO (Sharpening) - realce de altas frequências 2) Filtro que gera a mesma imagem após a convolução * = 0 0 0
76 Filtro de AGUÇAMENTO (Sharpening) - realce de altas frequências Filtro de aguçamento = imagem da detecção das bordas + imagem original =
77 Filtro de AGUÇAMENTO (Sharpening) - realce de altas frequências Filtro de aguçamento * =
78 Filtro de AGUÇAMENTO (Sharpening) - realce de altas frequências E se for usada a normalização do filtro? * =
79 Filtro de AGUÇAMENTO (Sharpening) - realce de altas frequências 1) Filtro que detecta apenas as bordas e detalhes (passa-alta) Normalizado * =
80 Filtro de AGUÇAMENTO (Sharpening) - realce de altas frequências 2) Filtro que gera a mesma imagem após a convolução Normalizado * = 0 0 0
81 Filtro de AGUÇAMENTO (Sharpening) - realce de altas frequências Filtro de aguçamento = imagem original + detecção das bordas =
82 Filtro de AGUÇAMENTO (Sharpening) - realce de altas frequências Filtro de aguçamento (normalizado) * =
83 Outros Exemplos polegadas EESC/USP
84 Isotropia
85 Imagem Original 5
86 Imagem Original - 5
87 Derivada de uma Imagem
88 Primeira Derivada Segunda Derivada
89 Filtragem Espacial: Filtros Derivativos de 2 a Ordem Filtros de segunda derivada: O operador de segunda ordem mais comum é o Laplaciano
90 Filtragem Espacial: Filtros Derivativos de 2 a Ordem
91 Filtragem Espacial: Filtros Derivativos de 2 a Ordem q São filtros isotrópicos (detectam bordas em todas as direções); q São muito sensíveis (detectam) ruídos e pequenos detalhes.
92 Filtragem Espacial: Filtros Derivativos de 1 a Ordem Filtros de primeira derivada: O operador de primeira ordem mais comum é o Gradiente f = # f & % ( x % ( % f ( $ % y' (
93 Filtragem Espacial: Filtros Derivativos de 1 a Ordem f x = f (x +1, y) f (x, y) f y = f (x, y +1) f (x, y)
94 Filtragem Espacial: Filtros Derivativos de 1 a Ordem Bordas Verticais Bordas Horizontais Bordas Diagonais Esses operadores são conhecidos como Operadores Gradiente-Cruzado de Roberts ou Detectores de Bordas de Roberts
95 Detector de Bordas de Roberts q São filtros não-isotrópicos (detectam bordas em uma direção específica); q Detectam gradiente (bordas) positivo ou negativo dependendo do template utilizado; q Não são muito sensíveis à ruídos e pequenos detalhes como os detectores Laplacianos (de segunda ordem).
96 Exemplo do Detector de Bordas de Roberts (Negativo da imagem final): Direção do gradiente = direção dos sinais Direção da borda = perpendicular a da matriz - Correlação cruzada
97 Exemplo do Detector de Bordas de Roberts (Negativo da imagem final): Direção do gradiente = direção dos sinais Direção da borda = perpendicular a da matriz - Convolução
98 Exemplo do Detector de Bordas de Roberts (Negativo da imagem final): Direção do gradiente = direção dos sinais Direção da borda = perpendicular a da matriz - Correlação cruzada
99 Filtragem Espacial: Filtros Derivativos Exemplo do Detector de Bordas de Roberts: - Correlação cruzada
100 Filtragem Espacial: Filtros Derivativos de 1 a Ordem Bordas Horizontais Bordas Verticais Esses operadores são conhecidos como Operador de Prewitt ou Detector de Bordas de Prewitt
101 Filtragem Espacial: Filtros Derivativos de 1 a Ordem Bordas Diagonais Esses operadores são conhecidos como Operador de Prewitt ou Detector de Bordas de Prewitt
102 Exemplo de detector de Prewitt: Correlação cruzada
103 Filtragem Espacial: Filtros Derivativos de 1 a Ordem Bordas Horizontais Bordas Verticais Esses operadores são conhecidos como Operador de Sobel ou Detector de Bordas de Sobel
104 Filtragem Espacial: Filtros Derivativos de 1 a Ordem Bordas Diagonais Esses operadores são conhecidos como Operador de Sobel ou Detector de Bordas de Sobel
105 Exemplo de detector de Sobel: Correlação cruzada
106 Exemplo de detector de Prewitt e Sobel: Correlação cruzada
107 FIM polegadas EESC/USP
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