Profº André Montillo www.montillo.com.br



Documentos relacionados
SENSAÇÕES SOMÁTICAS II: DOR

Classes de Dor DOR. Estímulos Algogênicas

AULA 06 SENSAÄÅES SOMÇTICAS Parte 3 DOR & ANALGESIA

Fisiologia do Sistema Nervoso

Projeto Medicina. Dr. Onésimo Duarte Ribeiro Júnior Professor Assistente da Disciplina de Anestesiologia da Faculdade de Medicina do ABC

Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi

SISTEMA NERVOSO PARTE 1

SISTEMA NERVOSO. Juntamente com o sistema endócrino, capacitam o organismo a:

MAPAS SOMATOTÓPICOS NOS DIFERENTES NÍVEIS SOMESTÉSICOS HOMÚNCULO SOMATOTÓPICO. Tato- muito preciso Dor- pouco preciso

SISTEMA EPICRÍTICO X SISTEMA PROTOPÁTICO CARACTERÍSTICAS GERAIS

RECEPTORES SENSORIAIS

Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi

Condutas fisioterapêuticas em câncer de mama: quais os prós e contras? Ms. FABIANA DA SILVEIRA BIANCHI PEREZ fabianasbp@hotmail.

PERCEBEMOS O MUNDO PARA AGIR SOBRE ELE

Sistema Nervoso Parte V. e sensações térmicas. Prof. Jéssica V. S. M.

INTRODUÇÃO AO SISTEMA NERVOSO DOS ANIMAIS. Prof. Ismar Araújo de Moraes Departamento de Fisiologia e Farmacologia

NOÇÕES DE NEUROANATOMIA

Sensibilidade Dolorosa: bases fisiológicas. Dra. Christie Ramos Andrade Leite Panissi

Organização do sistema nervoso

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

Dor - Definição. Fisiologia, Avaliação e Tratamento da Dor. Argumentos para não tratar a dor. Argumentos para tratar a dor.

Sistema Nervoso. Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP) Cérebro. Cerebelo. Encéfalo. Mesencéfalo Ponte Bulbo Medula

FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO HUMANO

O sistema nervoso esta dividido em duas partes:

SISTEMA NERVOSO. Professora: Daniela Carrogi Vianna

O CÓRTEX MOTOR CÓRTEX MOTOR PRIMÁRIO

Sistema Nervoso. Função: ajustar o organismo animal ao ambiente.

Sistema Nervoso. Divisão Anatômica e Funcional 10/08/2010. Sistema Nervoso. Divisão. Funções gerais. Sistema nervoso central (SNC)

Sistema Límbico. Prof. Gerardo Cristino. Aula disponível em:

POTENCIAL ELÉTRICO.

SISTEMA NERVOSO FUNÇÕES

Sistema Nervoso. Aula Programada Biologia. Tema: Sistema Nervoso

Estrutura e Função dos Nervos Periféricos

Professora: Patrícia Ceolin

SISTEMA NERVOSO 2 Profº Moisés Araújo

Sistema nervoso Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico

Fisiologia do Sistema Nervoso

Introdução ao Sistema Nervoso - O Encéfalo

Sistema Nervoso Autônomo

NEUROFISIOLOGIA ORGANIZAÇÃO GERAL:

Coordenação Nervosa Cap. 10. Prof. Tatiana Outubro/ 2018

Anatomofisiologia do Sistema Nervoso Central e Autonômico

Divisão anatômica 15/09/2014. Sistema Nervoso. Sistema Nervoso Função. Sistema Nervoso Estrutura. Cérebro Cerebelo Tronco encefálico ENCÉFALO

Sensações e processamento sensitivo

Matéria: biologia Assunto: fisiologia humana Sistema NERVOSO Prof. Enrico blota

MEDITAÇÃO : FUNDAMENTOS CIENTÍFICOS PROF. DR. JAIR SANTOS

CURSO DE DOR FISIOPATOLOGIA DA DOR

SISTEMA NERVOSO A FUNÇÃO GERAL

Sistema Nervoso Cap. 13. Prof. Tatiana Setembro / 2016

UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE MEDICINA SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO I

Prof. Laila Bekai 7ª série - Ciências

Resumo de fisiologia. Sistema Nervoso. Nome: Curso: Data: / /

Fisiologia do Sistema Nervoso. 1. Sistema Nervoso Sensorial 2. Sistema Nervoso Motor 3. Sistema Nervoso Autônomo 4.

Roteiro. Contracao muscular e potencial de acao. Musculo cardiaco caracteristicas da contracao do musculo cardiaco

OS GÂNGLIOS DA BASE FUNÇÕES DOS GÂNGLIOS DA BASE

SISTEMA NERVOSO MOTOR

Sistema Nervoso. Corpo celular constituída pela membrana, organelas e núcleo celular.

Curso: Integração Metabólica

Encéfalo. Aula 3-Fisiologia Fisiologia do Sistema Nervoso Central. Recebe informações da periferia e gera respostas motoras e comportamentais.

Tecido Muscular e Contração

Sistema neuro-hormonal

ANATOMIA HUMANA II. Roteiro SISTEMA NERVOSO. Enfermagem. Sistema Nervoso. Prof. Me. Fabio Milioni 17/09/2015

7.012 Conjunto de Problemas 8

Como sentimos o mundo?

Elementos Estruturais e Funcionais do Sistema Nervoso

Neurofisiologia. Profa. Dra. Eliane Comoli Depto de Fisiologia da FMRP

DIVISÕES DO SISTEMA NERVOSO ENCÉFALO AUTÔNOMO VOLUNTÁRIO

Sistema Nervoso Central Quem é o nosso SNC?

ENSINO MÉDIO SISTEMA NERVOSO

ELETROANALGESIA (BAIXA FREQUÊNCIA T.E.N.S.) Prof. Thiago Yukio Fukuda

15) TRATAMENTO FARMACOLÓGICO DA DOR COM OPIÓIDES

SISTEMA NERVOSO CENTRAL E SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais)

ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO FUNÇÕES BÁSICAS DAS SINAPSES E DAS SUBSTÂNCIAS TRANSMISSORAS

Coordenação do Organismo

6º par craneano - nervo abducens

Especialização em Clínica de Dor - NOVO

Doença do Neurônio Motor

Características: Células alongadas e grande quantidade de filamentos contráteis; Origem mesodérmica;

SISTEMA NERVOSO. Prof.ª Leticia Pedroso

9/30/2014. Por que engenheiros biomédicos precisam estudar anatomia e fisiologia? Introdução. Fisiologia. Anatomia

Como surge o diabetes? Como surge o diabetes?

a justifique. Em resumo, a IASP reconhece que a dor poderia existir apenas no plano do vivido e na queixa que a exprime.

Sistema Nervoso Periférico. Anatomofisiologia do Sistema Nervoso Central. Sistema Nervoso Central. Medula espinhal.

TECIDO MUSCULAR CARACTERÍSTICAS

Anatomia e Fisiologia Animal Sistema Nervoso

Sistema Nervoso Organização Geral

Fisiologia Animal. Sistema Nervoso. Professor: Fernando Stuchi

5/13/2010. Conjunto de sinais e sintomas específicos previsíveis, que resulta de uma determinada lesão do SNC, SNP ou músculos esqueléticos;

Sistema Nervoso. Funções. - Controla as funções orgânicas do organismo - Integração com o meio ambiente NEURÔNIOS. Estímulo do meio ambiente

CAPÍTULO 6 TECIDO MUSCULAR

Classificação e Características do Tecido Nervoso

Efeitos Neurofisiológicos Da Massagem Terapêutica

Restaurar o movimento para diminuir os efeitos causais da dor. Por exemplo: inflamação em estruturas articulares com perda de amplitude.

PATOLOGIAS DO APARELHO AUDITIVO ANDERSON CELSO LUANA MUNIQUE PRISCILA PAMELA

azul NOVEMBRO azul Saúde também é coisa de homem. Doenças Cardiovasculares (DCV)

A NEUROPSICOLOGIA E O MEDO DA DOR

Níveis de organização do corpo humano - TECIDOS. HISTOLOGIA = estudo dos tecidos

DROGAS DE ABUSO. Profa. Dra. Eline Matheus

Aula III Classificação do Sistema Nervoso segundo Critérios Funcionais. (Transcrição da aula vídeo)

Transcrição:

Profº André Montillo www.montillo.com.br

Definição: Uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a lesão tecidual real ou potencial, ou descrita nestes termos Associação Internacional para o Estudo da Dor;1979

Importância: A dor é um mecanismo essencial de proteção e sobrevivência (5º Sinal Vital, James Campbell; 1996) Fisiologicamente: representa um sinal de alerta de lesão real ou potencial Sinaliza que algo tem de ser feito para proteção e para que o trauma não progrida.

Causas: Morte Celular (p/ estímulo mecânico- térmico químico) Pressão, Distensão e Contração Muscular: Ex. Entorse cólica intestinal, biliar ou renal Diminuição do Aporte Sanguíneo com deficiência na Oxigenação Tecidual Ex. Infarto do miocárdio

Resposta: 1. Respostas reflexas: 1.1- Somáticas: Vocalização, Reflexo de retirada 1.2- Autonômicas: Vômito, transpiração, Aumento da FC e variações de PA 2. Comportamentais: 2.1- Alterações de humor, 2.2- Choro, 2.3- Tendência de isolamento

Consequências: Medo. Depressão. Sofrimento. Ansiedade. Desmotivação. Estresse Alterações do Sono Dificuldade de Relacionamento Qualidade de Vida???

Processamento: Atividade induzida nas Vias Nociceptivas por um estímulo Nociceptivo, NÃO é Dor, é Nocicepção. DOR = NOCICEPÇÃO + COMPOMEMTE SUBJETIVO Atividade das vias Nociceptivas Afetiva e emocional

1. NEURÔNIO DE PRIMEIRA ORDEM Levam informações dos tecidos até a medula espinhal 2 tipos de fibras: o Aδ (DOR RÁPIDA) o C (DOR LENTA) 2. NEURÔNIO DE SEGUNDA ORDEM Levam a informação da medula espinhal até o tálamo 3. NEURÔNIO DE TERCEIRA ORDEM Levam a informação do tálamo até o córtex

1. NEURÔNIO DE PRIMEIRA ORDEM 2. NEURÔNIO DE SEGUNDA ORDEM 3. NEURÔNIO DE TERCEIRA ORDEM

Percepção Transdução Transmissão Modulação Cognição

Percepção: Estímulo da Dor / Nociceptores Exteroceptores: percebem os estímulos de origem externa. Encontrados na pela, mucosas e anexos. Interoceptores: são sensíveis a alterações do meio interno, isto é, são responsáveis pela propriocepção. São encontrados nas vísceras, músculos, tendões, cápsulas articulares e no periodonto.

Percepção: Estímulo da Dor / Nociceptores Nociceptores Silenciosos: encontrados em terminações periféricas das fibras C de nervos cutâneos, articulares e viscerais, mas não nos músculos. Em condições normais encontram-se quietos, porém na vigência de processo inflamatório, estímulos químicos ou térmicos se tornam altamente responsivos aos estímulos mecânicos, inclusive àqueles inócuos.

Percepção: Estímulo da Dor / Nociceptores

Percepção: Estímulo da Dor / Nociceptores Terminações Livres

Percepção: Estímulo da Dor / Nocivos Mecânicos Térmicos Químicos

Percepção: Estímulo da Dor / Nocivos Mecânicos:

Percepção: Estímulo da Dor / Nocivos Térmicos

Percepção: Estímulo da Dor / Nocivos Químicos: Ativação Direta: Íons Potássio Íons Hidrogênio (Ácidos) Cininas: Bradicininas (mais importante por lesão tecidual) Serotoninas Histaminas Enzimas proteolíticas Sensibilização: Cininas: Bradicininas Prostaglandinas Substância P Extravasamento do Plasma Substância P Cininas

Transdução: Neurônio de Primeira Ordem É o mecanismo de ativação dos nociceptores e transformação do estímulo nóxico-mecânico, térmico ou químico em potencial de ação. O potencial de ação é conduzidos pela fibras nervosas Aδ e C até o corno dorsal da medula espinhal.

Transdução: Neurônio de Primeira Ordem Fibras Aδ Fibra C

Transdução: Neurônio de Primeira Ordem Fibras Aδ e C: Estímulos da Dor

Transdução: Neurônio de Primeira Ordem Fibras Aδ: o Médio Diâmetro: entre 2 a 6 μm o Pouco Mielinizada o Baixo Limiar de Ativação o Condução Intermediária: 20 m/s o Primeira Fase da Dor Dor Rápida e Forte Localizada Picada/Ferroada/Pontada o Neurotransmissor: Glutamato e Aspartato

Transdução: Neurônio de Primeira Ordem Fibras Aδ:

Transdução: Neurônio de Primeira Ordem Fibras Aδ:

Transdução: Neurônio de Primeira Ordem Fibras C: o Pequeno Diâmetro: entre 0,4 a 1,2 μm o Não Mielinizada o Alto Limiar de Ativação o Condução Lenta: 1 m/s o Segunda Fase da Dor Dor Lenta Difusa: Difícil localização Queimação / Persistente o Neurotransmissores: Substância P, Glutamato e Aspartato

Transdução: Neurônio de Primeira Ordem

Transdução: Neurônio de Primeira Ordem

Transdução: Neurônio de Primeira Ordem Fibras C

Transdução: Neurônio de Primeira Ordem Fibras C

Transdução: Neurônio de Primeira Ordem

Transdução: Neurônio de Primeira Ordem

Transmissão: Neurônio de Segunda Ordem É o conjunto de vias e mecanismos que permite que o impulso nervoso, gerado ao nível dos nociceptores, seja conduzido para as estruturas do sistema nervoso central comprometidas com o reconhecimento da dor.

Transmissão: Neurônio de Segunda Ordem Fibras Aδ e Fibras C Corno Dorsal da Medula

Transmissão: Neurônio de Segunda Ordem Via Neoespinotalâmica Via Paleoespinotalâmica

Transmissão: Neurônio de Segunda Ordem Via Neoespinotalâmica: É a via que transmite a dor rápida (Fase Rápida da Dor), formada por fibras do Tipo Aδ, possui poucas sinapses, chega a pontos específicos do tálamo, filogeneticamente é a via mais evoluída. A sensação dolorosa percebida por esta via é epicrítica, ou seja, é precisa, bem definida, bem localizada, intensificada e discriminada. Portanto relacionada com a Dor Aguda.

Transmissão: Neurônio de Segunda Ordem Via Paleoespinotalâmica: É a via que transmite a dor lenta (Fase Lenta da Dor), formada por fibras do Tipo C, são vias multissinápticas. A informação é lenta, gradativa e prolongada, muito difusa. Portanto relacionada com a Dor Crônica.

Transmissão: Neurônio de Segunda Ordem Via Paleoespinotalâmica: Uma parte das fibras vai ao tálamo e deste ao córtex somestésico, mas a maioria se dirige à formação reticular mesencefálica e, a partir destas áreas, a informação é mandada para: córtex límbico e frontal, hipotálamo, núcleos motores. Esse tipo de dor não consegue ser analisada com precisão, nem sua localização, nem intensidade e caraterísticas (sensibilidade visceral e sensibilidade profunda). Este tipo de dor é acompanhado de intensa reação neuro-vegetativa, emocional, motora e comportamental

Modulação: Central: o Neurotransmissores Encefálicos o Vias Descendentes Inibitórias Periférico: o Teoria do Portão ou das Comportas

Modulação: Central: o Neurotransmissores Encefálicos: Endorfina Serotonina: Parece induzir a liberação de Encefelinas Encefalinas: Inibe o influxo de cálcio o que dificulta a liberação de neurotransmissores nas fibras da dor

Modulação: Central: o Vias Descendentes Inibitórias: São originadas no Tronco Encefálico Inibem a descarga de neurônios nociceptivos Atuam através de Inibição de Interneurônios Excitatórios ou por Estimilação de Interneurônios Inibitórios Via Alfa Adrenérgicas Sistema Opióide

Modulação: Central: Vias Descendentes Inibitórias:

Modulação: Periférico: o Teoria do Portão ou das Comportas: Fibras amielínicas (C) e mielínicas finas(aδ) conduzem a sensibilidade termoalgésica,enquanto as fibras mielínicas grossas (Aα e Aβ) conduzem as demais formas de sensibilidade (tato,pressão, posição e vibração). A ativação das fibras mielínicas grossas excitaria interneurônios inibitórios da substância gelatinosa de Rolando (lâmina II) para os aferentes nociceptivos, impedindo a passagem dos impulsos dolorosos (Fechamento da Comporta), ao passo que a ativação das fibras amielínicas e mielínicas finas inibiria tais interneurônios inibitórios, permitinso a passagem dos impulsos nociceptivos (Abertura da Comporta)

Modulação: Periférico: Teoria do Portão ou das Comportas:

Modulação: Periférico: Teoria do Portão ou das Comportas:

Cognição: Central: Neurônio de Terceira Ordem

Classificação: Quanto a Origem Quanto a Intensidade Quanto a Duração

Classificação: Quanto a Origem: Nociceptiva o Fisiológica o Somática Cutânea Profunda o Visceral o Referida Neuropática Psicossomática

Classificação: Quanto a Origem: Nociceptiva o Fisiológica: Proteção: Arco Reflexo Alto limiar Localizada Transitória

Classificação: Quanto a Origem: Nociceptiva o Fisiológica:

Classificação: Quanto a Origem: Nociceptiva o Somática Sensação dolorosa rude e exacerbada pelo o movimento É aliviada com o repouso É bem localizada conforme a lesão básica Ex.: dores ósseas, pós-operatórias, dores músculo esqueléticas, dores artríticas, etc.

Classificação: Quanto a Origem: Nociceptiva o Visceral É provocada por distensão de vísceras maciças ou por contração espasmódica (cólica) de uma víscera oca É mais difusa e mal localizada, profunda, opressiva e constrictiva Frequentemente se manifesta associada à náuseas, vômitos e sudorese As vezes da origem a Dor Referida

Classificação: Quanto a Origem: Nociceptiva o Referida: Não guarda relação com o local de origem da DOR. Ocorre a convergência dos estímulos originados nos nociceptores cutâneos e nociceptores viscerais, sendo, portanto, transmitidos ao tálamo pelo mesmo Neurônio de Segunda Ordem. A dor é iniciada em órgãos viscerais é localizada na superfície do corpo.

Classificação: Quanto a Origem: Nociceptiva o Referida:

Classificação: Quanto a Origem: Nociceptiva o Referida:

Classificação: Quanto a Origem: Nociceptiva o Neuropática o Psicossomática

Classificação: Quanto a Origem: Nociceptiva o Neuropática: É a Dor iniciada ou causada por uma lesão ou disfunção que compromete primariamente componentes do sistema nervoso (cérebro, medula espinhal, raízes e nervos). Dor episódica ou crônica Parestesia, em queimação, peso, agulhada, formigamento, dormência Dependendo da localização da lesão, a dor pode ser classificada em central ou periférica DOR FANTASMA

Classificação: Quanto a Origem: Nociceptiva o Neuropática: DOR FANTASMA: o mecanismo central continua atuando apesar da ausência do estímulo periférico. Pode se desenvolver por formação de neuromas ou fatores psicológicos

Classificação: Quanto a Origem: Nociceptiva o Neuropática: DOR FANTASMA:

Classificação: Quanto a Origem: Nociceptiva o Psicossomática: Quando nenhum mecanismo nociceptivo ou neuropático pode ser identificado Há sintomas suficientes para o estabelecimento de critérios psiquiátricos e/ou psicológicos

Classificação: Quanto a Intensidade: Leve Moderada Intensa A INTENSIDADE da dor que cada um sente a partir de um determinado estímulo depende de muitos fatores e muitas vezes não guarda relação COM A GRAVIDADE DA LESÃO

Classificação: Quanto a Duração: Aguda Crônica

Classificação: Quanto a Duração: Aguda: o Resulta de uma lesão traumática, cirúrgica ou infecciosa o Início abrupto o Curta duração: menos de 3 meses o Pode ser fisiológica com função de defesa o Responde a medicações

Classificação: Quanto a Duração: Crônica: o É a dor que persiste ao curso de um dano agudo concomitante com processos patológicos duradouros, intermitentes ou repetitivos o Longa Duração: mais de 3 meses o Refratária ou tratamento medicamentoso

Classificação: Quanto a Duração: