RELATÓRIO DE ACTIVIDADES



Documentos relacionados
RELATÓRIO DE ACTIVIDADES

Associação Portuguesa de Apoio a África. Fundação L Vida Projeto de Apadrinhamento

Associação Portuguesa de Apoio a África. Escolinha Primária e Biblioteca da FL Vida Projeto Mais Além

Associação Portuguesa de Apoio a África. Escolinha do André Projeto Renovar para Crescer

Projeto Formar para Inovar

Mais e Melhor no Desenvolvimento Comunitário

Planeamento de Actividades e Orçamentos

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

ARAGÃOPINTO FUNDAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL VAMOS AJUDAR QUEM PRECISA!

OBJETIVO GERAL DA FUNÇÃO

O VALOR DAS VERDADEIRAS PARCERIAS PARA O REFORÇO DAS CAPACIDADAES LOCAIS: A EXPERIÊNCIA DO FOJASSIDA. Pretoria Africa du Sul

- Reforma do Tesouro Público

Plano de Actividades do CEA para 2006

Linhas de Acção. 1. Planeamento Integrado. Acções a desenvolver: a) Plano de Desenvolvimento Social

Reformas em curso no Sistema de Gestão e Informação do INAS em Moçambique

PROPOSTA DE REGULAMENTO INTERNO

Uma história de sucesso do Programa Marie Curie em Portugal

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007

Relatório de Autoavaliação dos Planos de Ação

PROGRAMA ESTRATÉGICO PARA

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO

Apoio à Internacionalização. CENA 3 de Julho de 2012

1ª CONFERÊNCIA SOBRE RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL ANGOLA

Projectar o Algarve no Futuro

Consultoria Para Mapeamento os Actores e Serviços de Apoio as Mulheres Vitimas de Violência no País 60 dias

Em início de nova fase, forumb2b.com alarga a oferta

Capacitando, assessorando e financiando pequenos empreendimentos solidários a Obra Kolping experimenta um caminho entre empréstimos em condições

Prémio Redes para o Desenvolvimento

Inclusão bancária: bancos públicos efetivam seu papel social

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu

PLANO DE ACÇÃO 2010 CPCJ

CAPÍTULO I Disposições gerais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS FIN Vaga

INDICE INTRODUÇÃO OBJETIVOS RESULTADOS DESTINATÁRIOS CONDIÇÕES DE ACESSO BENEFÍCIOS PARA AS EMPRESAS PARTICIPANTES CLUSTER AGROALIMENTAR


PROGRAMA DE AJUDA DIRECTA Requisitos & Instruções

FUNÇÃO: Coordenador do Departamento de Comunicação (C_DCOM) e do Departamento de Educação para o Desenvolvimento e Advocacia Social (C_DEDAS)

2ª Edição. Projeto de Voluntariado em Moçambique

O Mês do Terceiro Sector. A Qualidade e a Qualificação no Terceiro Sector. Faculdade de Letras da Universidade do Porto 20 de Maio 2008

Programa de Desenvolvimento Social

REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MIRANDELA. Preâmbulo

REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE AZAMBUJA

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE ALENQUER

Como sempre, e de acordo com a nossa missão, continuaremos a dar a conhecer a Síndrome de Asperger e a APSA à sociedade em geral.

NCE/10/01121 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

Fórum Crédito e Educação Financeira 25 de Janeiro de António de Sousa

das Portugal, 19/05/2009

CARE IOM OIM. Projecto financiado pelo Fundo Europeu de Regresso

POLÍTICA SUSTENTABILIDADE

Investimento Social A visão do Laboratório

REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA

NEGÓCIO SOCIAL ASSOCIAÇÃO COZINHA SOLIDÁRIA E REFEIÇÕES COM ALMA IPSS COM ESTATUTO DE UTILIDADE PÚBLICA

Medidas específicas para as PME Concessão de verbas na fase exploratória (Etapa 1)

AVISO. Admissão de Pessoal. (m/f)

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE Vaga

CANDIDATURA À DIRECÇÃO DA UNIDADE DE INVESTIGAÇÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM

Aspectos a Abordar. Como Comunicar na Área dos Resíduos Paula Mendes (LIPOR) paula.mendes@lipor.pt. Porquê Comunicar? Estratégia de Comunicação

nossa vida mundo mais vasto

CÂMARA MUNICIPAL MONCHIQUE. Preâmbulo

Como participar em Feiras Internacionais. 19 de Junho de 2012

CONCURSOS INTERNACIONAIS COMO OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO Skyna Hotel 22 de Junho de 2015

Com a publicação dos novos Estatutos da Escola -Diário da República, 2ª série, nº 164, 25 de Agosto de 2009, por iniciativa do Conselho de Direcção,

Financiador. Parceiro. Governo da Região de Gabú

PROJECTO CRIANÇASDEANGOLA PRAIA DO BISPO (LUANDA, ANGOLA) VIANA (ARREDORES DE LUANDA)

Sistema de Incentivos

Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ

CANDIDATURA PROJECTOS DE APOIO AOS CLUBES ROTÁRIOS ÊNFASES PRESIDENCIAIS

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA INTEGRAR POOL DE VOLUNTÁRIOS INTERNACIONAIS PARA MISSÕES DE EMERGÊNCIA

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,

Regulamento Interno StartUp Lisboa Comércio

Projecto de Apoio Institucional aos Sectores de Águas e Saneamento no âmbito do 10º Fundo Europeu de Desenvolvimento (10.ACP.ANG.

Rede de Língua Portuguesa de Avaliação de Impactes

Bashen Agro Consultoria e sistemas de gestão AgroPecuária

Regulamento. Espaço Solidário de Ourique

HÁ 7 ANOS A ACREDITAR EM MOÇAMBIQUE

O contributo do Cluster Habitat Sustentável

ESTABELECIMENTO DO CENTRO DE CONHECIMENTO SOBRE MUDANÇA CLIMÁTICA EM MOÇAMBIQUE

O Conceito de Cluster

Regulamento de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Viana do Alentejo

visitas às instituições sociais. Os colaboradores voluntários também foram consultados, por meio da aplicação de um questionário.

Transcrição:

RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2012

INTRODUÇÃO A Apoiar tem sido um projecto de uma vida! O ano de 2012 foi um ano muito importante para a APOIAR! Foi o ano em que os fundadores e antigos corpos sociais, confiaram e delegaram a APOIAR. Em Setembro de 2012, foram eleitos novos órgãos sociais, em busca de um aperfeiçoamento técnico e de novos caminhos, com muita esperança e realismo, com alegria e resiliência, assumindo riscos e planificando o futuro. Conscientes do contexto global e do momento difícil que atravessamos mas com vontade e acreditando que Juntos Vamos Mudar o Mundo Deu se continuidade ao projecto APOIAR PORTUGAL, que teve início em 2011 e tinha como objectivo promover a convergência das famílias de classe média que começam a sofrer a fome escondida para que pudessem identificar as suas competências e necessidades e juntos desenvolver auto-sustentabilidade e resiliência. Este projectopiloto não teve os resultados desejados, devido à falta de adesão das famílias e terminou no final de 2012 com a devolução do financiamento à BVS. A nova Direcção procurou focalizar a intervenção em Moçambique, com apenas dois parceiros locais, a Escolinha do andré e a Fundação lvida. Em Portugal deu se inicio aos primeiros contactos para a realização de um Call Center Solidário, unindo esforços, sinergias e competências com parceiros e financiadores que como nós acreditam que é possível Mudar o Mundo.

MOÇAMBIQUE a)apadrinhamento Mumemo Resultados: Passagem do Projecto Apadrinhamento do Mumemo para a Gestão directa dos Beneficiários Organização da pasta de todo o projecto do apadrinhamento Campanha de Fidelização dos Padrinhos do Mumemo Com o apoio da MCall b) Escolinha do André - apoio a infra estruturas Resultado: Garantir a manutenção e o Bom estado de conservação da Escolinha do André Pintura do exterior da Escolinha do andré, com 10.000,00 euros financiados pela Camara Municipal de Cascais Este ano de 2012, foi também para a Direcção da Escolinha um ano de restruturação da Equipa. A Irmã Beta iniciou a sua actividade, vinda de Angola, como madre superiora da Instituição.

c) Programa da FLVida Resultado 1: Apadrinhadas 10 crianças Acompanhamento a nível logístico e financeiro do projecto do Apadrinhamento Campanha de Fidelização dos 147 Padrinhos da FlVida Com o apoio da MCall Resultado 2: Rufaro - Programa de apoio às crianças subnutridas da provincia de Sofala. Em Novembro foi aprovado um projecto integrado de saúde, educação e segurança alimentar em parceria com a FEC e com a Universidade Católica de Moçambique, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, que veio trazer novas responsabilidades e novo impulso neste caminho que irá continuar em 2013 Elaboração por parte da Apoiar, em parceria com a FEC e com a FLVida, de três Projectos para ajuda ao combate da Pobreza absoluta no Dondo RUFARO1 Pedido de Financiamento à FCG para o seu estudo e implementação (Conseguido apoio de 7.500 eur, caso se passasse à 1ª fase) RUFARO2 Pedido de financiamento ao IPPAD (Boa avaliação proj. para já não financiado por falta de fundos) RUFARO3 Pedido de Financiamento CE (Proj. não passou à 1ª fase por um ponto) Preparação no terreno do inico do rufaro

RUFARO significa um estado de alma «estar com alegria» - O Objectivo do projecto é Reduzir a pobreza através de acções integradas com vista à melhoria das condições de vida das famílias do município do Dondo, na província de Sofala. Projecto para o desenvolvimento comunitário que se enquadra em três subsectores de intervenção: apoio social, agricultura e ambiente e inserção no mercado de trabalho. ANGOLA Resultados: Integração do Centro de Saúde do Alto da Catumbela no Projecto da FEC financiado pela Gulbenkian Trabalho em equipa com a FEC Portugal e Angola para o inicio do projecto Pedido de Apoio à FCG Trabalho continuo com a Irmã Emiliana, madre superiora de Luanda Apoio da Secil de Angola na reabertura do Centro de Saúde PORTUGAL a) APOIAR Portugal Resultados Abertura do centro de Resiliência - A Apoiar foi financiada pela BVS Caixa Geral de Depósitos no valor de 30.000,00 euros, na abertura de um centro de auto-sustentabilidade e resiliência num dos bairros residenciais do Concelho de Cascais.

Concepção do projecto APOIAR PORTUGAL Apresentação do projecto à comunidade de Cascais Pedidos de Financiamento a varias entidades locais e nacionais Adequação do Projecto à BVS Constituição de equipa de trabalho Inicio do projecto Trabalho exaustivo em rede com os parceiros locais Apoio e acompanhamento do projecto Encerramento do Centro de Resiliência - Após 6 meses de abertura do centro e um trabalho exaustivo em rede, conclui-se que a falta de adesão das famílias de classe média ao projecto, obrigavam ao seu encerramento e á devolução do financiamento à CGD. b) Call Center Solidário Resultados: Aquisição de conhecimentos relacionados com a rede Call Center Parceria com as seguintes Instituições FEC e UPG Criação de uma plataforma de ONGD para estruturação do projecto Call Center Solidário Estudo da viabilidade do projecto em conjunto com: o MCall Portugal Madalena Alves Pereira o Call Center Inglaterra - Miguel Zenha o Call Center de Espanha - Raquel o Call To Action de Portugal NOTAS: Um call center DE organização não-lucrativa PARA organização não-lucrativa; Com um serviço pago conforme o dinheiro angariado em cada campanha e não pelas chamadas efectuadas. Receitas investidas na Missão das ONGD que fazem parte do consórcio Empresa Social Possibilidade de Testar o Call Center solidario na MCall* Apoio/consultoria da Call to Action Pioneiro em Portugal exclusivo para o 3º sector Um projeto que apela à mudança social

Proposta de Aplicação de Resultados O ano de 2012 terminou com um resultado negativo de 12,011.29, que propomos seja transferido para resultados transitados. GENERALIDADES APOIAR Constituição da nova equipa Relações com Plataforma ONG (Grupos de trabalho, Inquéritos, fotos, vídeos, Gala por Um Objectivo) Fundraising Portugal Site e brochura Easy Pay - Formas de pagamento ONLINE Estudo de diferentes Linhas de Financiamento Nacionais e Internacionais Formação Call To Action Maio de 2013 A Direcção Helena Ribeiro Telles