- Reforma do Tesouro Público
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- Edson Garrido Aquino
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1 - Reforma do Tesouro Público Em Novembro de 1997 foram definidas as opções estratégicas do Ministério das Finanças para a adopção da moeda Única ao nível da Administração Financeira do Estado. Estas opções, contidas no "Plano de Transição da Administração Pública Financeira para o Euror', aprovado pelo Despacho do Ministro das Finanças no , publicado no DR no I1 Serie, de 6 de Novembro, constituíram as linhas orientadoras para o trabalho a desenvolver por cada organismo envolvido neste processo. Considerando o importante papel desempenhado pelo Estado na divulgação e utilização da nova moeda, as áreas em que existe um envolvimento directo com o público assumiram um especial realce nesta matéria, com destaque para os serviços com um elevado grau de abertura a generalidade dos agentes económicos. Consciente desta realidade e tendo em conta o papel nuclear desempenhado pelo Tesouro na Administração Financeira do Estado, cedo se iniciou a preparação desta área da Administração Pública para a gestão da sua actividade no ambiente Euro, garantindo uma plena integração a partir do primeiro dia da terceira fase da União Económica e Monetária. Para o sucesso deste projecto seria de levar em conta não só os interesses e necessidades da envolvente interna a Administração Pública, composta pelo universo de serviços e outras entidades públicas que utilizam os serviços do Tesouro, mas também as adaptações exigidas pelo próprio sistema bancário para operar em euros. Deste modo, estas preocupações tiveram natural reflexo nas diversas vertentes de intervenção conceptual, normativa, organizacional e de apoio informático impondo uma adaptação atempada de toda a actividade do Tesouro de forma a não inviabilizar os objectivos dos organismos que interagem na esfera de actuação do Tesouro. 3.1 Medidas legislativas Estes objectivos, com especial incidência na área fiscal, foram definidos em diversos instrumentos publicados em 1998, tendo contudo ao nível das opções de cobrança e de pagamentos uma interferência decisiva sobre a actividade do Tesouro. O Despacho do Ministro das Finanças n.o , publicado no D.R. n I1 Serie, de 18 de Abril, define os procedimentos a adoptar pela
2 Reforma do Tesouro Público Administração Fiscal relativamente ao cumprimento das obrigações fiscais na sequência da introdução do euro. Posteriormente, o Despacho também do Ministro das Finanças n /98, publicado no D.R. n I1 Série, de 30 de Junho, veio a contemplar um conjunto de regras aplicáveis a área aduaneira e dos impostos especiais sobre o consumo. No geral, estes dois Despachos consagram a possibilidade dos contribuintes, a partir do dia 1 de Janeiro de 1999, optarem pelo cumprimento das suas obrigações fiscais em escudos ou em euro, quer ao nível declarativo, quer ao nível do seu pagamento efectivo. Em qualquer um destes normativos encontra-se bem realçada a preocupação com os ajustamentos necessários ao adequado funcionamento dos sistemas informáticos, bem como o princípio da irreversibilidade da opção euro por parte do contribuinte, o qual implica que, após a primeira opção por uma contabilidade e uma declaração em euro, já não será permitido ao contribuinte em causa regressar a opção escudos. Ao nível do pagamento dos impostos, o Estado garantiu igualmente a livre opção por parte dos contribuintes na utilização do escudo ou do euro desde o início do período de transição. Para tal foi garantido que a Rede de Cobranças do Estado, gerida pelo Tesouro e constituída pelos serviços públicos com funções de caixas do Tesouro e pelas entidades colaboradoras com protocolos estabelecidos com o Tesouro - ClT, instituições bancárias e rede multibanco - funcionaria integralmente em dupla denominação escudos e euro logo a partir do início de A execução orçamental, nomeadamente ao nível das despesas, constitui igualmente uma das áreas da Administração Financeira do Estado com maior incidência sobre a generalidade dos agentes económicos. Assim, em Julho de 1998, foi publicado o Despacho do Ministro das Finanças n , publicado no D.R. n I1 Série, de 24 de Julho, no qual é realçado o esforço a desenvolver ao nível das adaptações dos sistemas de informação, sendo determinado que a generalidade dos mapas síntese, quer do Orçamento do Estado, quer da Conta Geral do Estado passarão ser elaborados igualmente em euros. Quanto aos vencimentos dos funcionários públicos, o mesmo Despacho determina que estes só serão calculados e pagos em euros a partir de 1 de Janeiro de 2002, podendo contudo serem indicadas contas dos funcionários em euro para crédito dos respectivos vencimentos calculados em escudos.
3 Reforma do Tesouro Público As diferentes opções definidas para a Administração Pública financeira com impacto nas áreas fiscal, orçamental e de tesouraria, integram o Decreto-Lei n , de 16 de Maio, com implicações quer na Rede de Cobranças do Estado, quer ao nível nos sistemas de pagamento, pelo que o Tesouro assumiu como única solução para as exigências colocadas, a adopção de um sistema integral de dupla denominação durante todo o período de transição, garantindo desde logo a funcionalidade do novo sistema mesmo após a retirada integral do escudo. Ao nível da produção normativa refira-se ainda a publicação dos seguintes diplomas relacionados com a cunhagem da nova moeda: Decreto-Lei n.0 85/98, de 3 de Abril, que aprovou os desenhos da face nacional das moedas de 1 e 2 euros, de 50, 20 e 10 cêntimos e de 5, 2 e 1 cêntimos; Decreto-Lei n , de 20 de Agosto, que regula o processo de cunhagem, armazenagem, segurança, pagamento e lançamento em circulação das moedas metálicas correntes de euro. 3.2 Medidas administrativas Na perspectiva organizativa e administrativa foram tomadas diversas medidas, alterando-se procedimentos e circuitos e adaptando-se a estrutura dos serviços. Destacam-se as seguintes: Adaptação da Rede de Cobranças do Estado - caixas do Tesouro e entidades colaboradoras; Centralização na DGT da informação a fornecer ao Banco Central Europeu, através do Banco de Portugal, sobre transacções em divisas dos serviços públicos, em termos históricos, previsionais e, em certos casos, de autorização prévia; Adopção de normas e procedimentos aplicáveis ao sistema bancário, nomeadamente quanto as operações interbancárias em euros, aos novos modelos de cheques e aos novos sistemas de tele - compensação. A utilização de uma conta única de liquidação em euros no Banco de Portugal; Encerramento de contas bancárias em divisas dos países da zona euro e abertura de novas contas em euros;
4 Reforma do Tesouro Público - Redenominação para euros de todas as contas bancárias do Tesouro em escudos; Avaliação de novos sistemas de pagamento no exterior para pequenas transacções; Conversão da carteira de títulos do Estado para euros; Reavaliação dos contratos de cobertura de risco de câmbio; Reavaliação das taxas de garantia a aplicar nas operações denominadas em euros; Criação e divulgação dos novos cheques do Tesouro em euros. TESOURO Pague por este cheque a utt~tzar em EUROS 1 Locel de Emissão // I Z lnteibanc&ria VI Numero de Conta (/I Numero de Cheque VI Import(incia w~ipol/l
5 Reforma do Tesouro Público 3.3 Outras medidas Face a este envolvimento no "Projecto Euro" do Ministério das Finanças, procedeu-se a uma reflexão mais profunda sobre o posicionamento da DGT no novo quadro criado para o sistema financeiro resultante da introdução do euro e que se concretizou: No acompanhamento dos estudos de adaptação desenvolvidos no sistema financeiro, com particular atenção ao sector bancário; Na participação activa em grupos de trabalho da Comissão Euro do Ministério das Finanças; Na participação num grupo de trabalho criado pelo Senhor Ministro das Finanças e integrado por representantes das entidades que constituem o sistema financeiro português, tendo em vista a preparação da transição para a moeda única, de cujos trabalhos viria a resultar a publicação "Transição para a Moeda Unica: a Preparação do Sistema Financeiro Português"; Na criação da Comissão Euro - DGT que, nomeadamente acompanhou o plano de transição desta Direcção-Geral; Na participação em acções de formação externa; Na organização de acções de formação interna e de um ciclo de conferências sob o tema genérico "O Tesouro no contexto da UEM"; Na coordenação de um grupo de trabalho encarregado do estudo e acompanhamento das operações relativas a cunhagem, depósito e distribuição dos euros e recolha dos escudos, bem como dos seus aspectos legislativos, financeiros e de segurança.
6 Reforma do Tesouro Público Adaptação dos sistemas informáticos A introdução do euro impôs, necessariamente que se promovesse a adaptação dos sistemas informáticos de apoio a actividade da DGT, particularmente na área da Tesouraria do Estado: Sistema de Meios de Pagamento do Tesouro (vertente central e componentes locais); Sistema de Controlo de Cobranças do Estado; Sistema de Compensação do Tesouro; Sistema de Pagamento de Grandes Transacções / TARGET. Impôs-se, igualmente a adaptação das aplicações informáticas de apoio a gestão orçamental, de património e de recursos humanos. O trabalho desenvolvido, que permitiu atingir com sucesso o objectivo inicial previamente definido, tem agora de ser continuado durante o período de transição, num processo dinâmico de permanente melhoria da qualidade dos serviços prestados, em linha com as mais modernas técnicas e tecnologias de apoio, tendo em vista a promoção da utilização do euro na Administração Pública e na economia em geral.
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