Unificação Fechamento Continuidade



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determinado por seus elementos individuais, mas onde o processo da parte é determinado pela natureza intrínseca do todo. É o objeto da Gestalt de determinar a natureza de tais conjuntos. Ou seja, o princípio básico da teoria é que o inteiro é interpretado de maneira diferente que a soma das suas partes. A percepção não funciona por somatório de partes menores dos objetos percebidos, mas por totalidade. A Gestalt então foi dividida em oito leis: Unidade, Segregação, Fechamento, Continuidade, Proximidade, Semelhança e Pregnância da Forma. Para João Gomes Filho A partir dessas leis foi criado o suporte sensível e racional, espécie de ABC da leitura visual que vai permitir e favorecer toda e qualquer articulação analitica e interpretativa da forma do objeto, sobretudo, com relação à utilização das demais categorias conceituais. Unidade: Uma unidade é identificada em um único elemento, que se encerra em si mesmo, ou como parte de um todo. Unidades podem ser agrupamentos organizados ou parte de um todo. São percebidas, através de relações entre os elementos que as constituem. Os elementos estão soltos, mas a nossa percepção faz com que enxerguemos um único objeto. No primeiro temos quatro cantos que não se juntam, mas vemos um quadrado. E assim segue nos demais exemplos. tipos de contrastes. Segregação A Segregação significa a capacidade perceptiva de separar, identificar, evidenciar ou destacar unidades formais em um todo composto ou partes deste todo, Naturalmente, podese segregar uma ou mais unidades, dependendo da força de um ou mais

Unificação A unificação da forma consiste na igualdade ou semelhança dos estímulos produzidos pelo campo visual, pelo objeto. A unificação se verifica quando os fatores de harmonia, equilíbrio, ordenação visual e coerência da linguagem ou estilo formal das partes ou do todo estão presentes no objeto ou composição. Fechamento O fechamento ocorre quando se estabelece uma formação nas unidades, ou seja, obtêm a sensação de fechamento visual da forma pela sua continuidade estrutural. Continuidade É a tendência dos elementos se acompanharem uns aos outros, de maneira que permitam a continuidade de um movimento para uma direção já estabelecida. É a impressão visual de como elementos desenhados já com uma forma e com uma direção, prolongam, na mesma direção, o mesmo movimento. Uma linha reta, por exemplo, sempre terá sua continuidade reta, com traço do mesmo jeito. Ou mesmo elementos que acompanham uns aos outros, eles terão a mesma direção, forma e proporção para criar uma unidade visual.

Proximidade A proximidade ocorre quando os elementos que estão próximos entre si tendem a ser vistos juntos, a proximidade e a semelhança são dois fatores que agem juntos. Quanto mais curta a distancia entre eles mais próximos e unificados parece estar. Por exemplo, na imagem temos 9 pontos, fazemos a lei da proximidade criando uma unidade para cada conjunto de 3 pontos. Semelhança A semelhança é estimulada pela igualdade da forma e da cor, o que desperta um agrupamento das unidades por partes semelhantes. Na imagem por exemplo, os elementos estão separados por quadrados e círculos, podemos fazer a união pela forma, ou pela semelhança de cor. Pregnância da forma A pregnância da forma é uma das leis mais básicas na Gelstalt, conhecida também como a lei da boa figura ou a lei da simplicidade. Um objeto com alta pregnância tende a ser equilibrada, harmônica e homogênea, trazendo uma boa visualização, fazendo com que o espectador consiga entender a forma rapidamente sem problemas, um objeto com baixa pregnância da forma faz com que se tenha mais trabalho para identificar as unidades no objeto. No imagem, observamos primeiramente o que de mais simples pode ser observado, no caso, um emaranhado de linhas formando quadrados menores e maiores. Só depois de alguma observação percebemos que são na verdade três quadrados dispostos na diagonal descendente.

A forma nada mais é do que os limites exteriores da matéria de que é constituído um corpo, a percepção da forma é o resultado de uma interação entre o objeto físico e o meio de luz agindo como transmissor de informação. A forma pode ser subdividida por: Ponto, Linha, Plano, volume, Configuração Real e configuração Esquemática. Ponto: O ponto é a unidade mais simples, é qualquer elemento que funcione como um centro de atração. Linha: É a junção de vários pontos, fazendo com que se possa criar um elemento. Plano: É a sucessão de várias linhas, criando assim duas dimensões: a largura e o comprimento. Volume: É definido por uma projeção tridimensional. Pode se ter uma sensação de volume a partir da iluminação, da sombra, do brilho, textura, etc. Configuração Real: É a representação real dos objetos e coisas utilizando os limites reais, a partir de pontos, linhas, planos e volumes, por meio de fotografias, ilustrações, gravuras e pinturas. Configuração Esquemática: É a representação dos objetos, por meio de sombras, manchas, chapado, traço, linha de contorno, silhueta, etc. Categorias Fundamentais Essas categorias servem para dar mais fundamento e coerência às leis da Gestalt. Harmonia: É a disposição formal bem organizada entre todos os elementos do objeto, trazendo regularidade de forma simples e clara. A harmonia por ordem traz uniformidade entre as unidades e por regularidade traz elementos absolutamente nivelados em termo de equilíbrio visual.

Desarmonia: Processo oposto a harmonia, os elementos se tornam desordenados produzindo discordância, tendem a serem irregulares não tendo nivelamento e inconstância formal. Equilíbrio: Acontece quando as forças agem ao mesmo tempo sobre ambos os lados dos elementos, trazendo a sensação de que os dois lados de um objeto são iuais ou que são compensados mutuamente. Desequilíbrio: É o oposto do equilíbrio, é quando as forças que agem sobre os corpos não conseguem equilibrar-se. Este estado pode trazer certa atenção ao observador, chamando a atenção ou até o inquietando. Contraste: É onde através da luz ou de sua ausência, traz as formas dos objetos. A partir de diferentes cores também pode se notar o contraste realçando ou não diversos elementos. O contraste também pode ser vertical ou horizontal, pode ser a partir de movimentos e dinamismo. Técnicas Visuais Aplicadas Essas técnicas tem como finalidade fornecer informações valiosas para o procedimento criativo no desenvolvimento de projetos de qualquer natureza. Simplicidade: Livre de complicações, traz harmonia e unificação, normalmente traz baixo número de informações ou unidade visual. Minimidade: É uma técnica econômica, onde há poucos elementos em sua composição. Complexidade: Oposto de simplicidade, a complexidade tende a ter muitas unidades em sua composição, e dificulta a sua leitura rápida. Profusão: Esta ligada ao poder de riqueza, estilos formais góticos, barroco, art déco e similares Está associada a complexidade. Coerência: Caracteriza-se por uma organização visual integrada, equilibrada e harmoniosa em relação ao seu todo. Incoerência: É o oposto da coerência, sua organização visual é distinta e contraditória, os objetos apresentam desarmonia e desintegração. Exageração: Traz uma expressão visual intensa e amplificada, onde traz um enorme foco de atração em algum elemento no seu todo. Arredondamento: Caracterizado pela suavidade, delicadeza e a maciez que as formas transmitem. O arredondamento esta ligado a continuidade fazendo com que os olhos percorram de maneira tranquila a configuração do objeto. Transparência Física: A transparência caracteriza-se por objetos sobrepostos e que pode se ver através deles, a visualização pode ser parcial ou total.

Transparência Sensorial: Neste caso a transparência passa uma sensação muito próxima da realidade dos objetos visualizados. É produzido por uso de técnicas tradicionais e computacionais. Opacidade: Esta técnica é o oposto da transparência nela não se pode visualizar o que esta por trás do objeto sobreposto. Redundância: A redundância se resume basicamente por excesso de elementos iguais, muitas vezes até supérfluos. Ambiguidade: Esta técnica produz efeitos interessantes, pois mostra um único objeto com interpretações diferentes daquilo que é visto. Espontaneidade: É uma técnica não premeditada, instintiva, não há nenhum planejamento para sua realização. Aleatoriedade: É uma técnica que faz com que os elementos sejam dispostos de um modo não seqüencial, algo casual ou acidental. Fragmentação: Esta técnica se caracteriza por uma organização formal decomposta, as unidades estão separadas entre si. Sutileza: É uma técnica de forma elegante e grácil que reflete bom gosto. Diluição: A técnica de diluição não se associa a precisão e a nitidez da forma. Podemse passar sensações de calor humano, sonho, ilusão e outros sentimentos. Distorção: Se caracteriza por deformação, mudanças de sentido ou ainda por diferenças de ampliação. Esta técnica bem manejada produz efeitos plásticos muito intensos. Profundidade: A profundidade se caracteriza principalmente nas variações de imagens retilíneas, provocando uma percepção de profundidade ou de distancia. Superficialidade: Essa técnica se caracteriza por elementos bidimensionais e chapados. Ela é o contrario da técnica de profundidade. Sequencialidade: Essa técnica se aplica a uma organização de unidade de um modo que fiquem continuas, trazendo harmonia e equilíbrio. Sobreposição: É uma técnica que trás por características objetos um em cima dos outros, que podem ser opacos, translúcidos ou transparentes. Ajuste Óptico: O ajuste óptico funciona como um refinamento no trato da forma e do objeto, tem como pressuposto básico o equilíbrio e a harmonia visual. Ruído Visual: O ruído visual acontece quando existe uma interferência ou até mesmo algo inesperado que atrapalha um pouco a harmonia visual do objeto. Mas o ruído visual também pode ser útil utilizando-o de uma maneira inteligente.

Gestalt usada na Propaganda Para Finalizar, algumas imagens relacionadas à Publicidade e à Propaganda que usam as leis da Gestalt no processo criativo. Lei da Continuação e Movimento Lei do Fechamento

Lei da Pregnância Lei da Proximidade e Semelhança

Lei da Unificação e Semelhança Lei da Segregação Lei da Unidade

Curiosidade: Em mais um outdoor premiado em Cannes neste ano, as Leis da Gestalt trabalharam forte. Tão forte que quebraram a mesmice das abordagens publicitárias que vemos por aí. Com um conceito maduro Have a break, a JWT do México conseguiu mostrar como o produto Kit Kat pode tornar momentos monótonos em pausas saborosas. Através da Lei de Unidade, observamos um movimento semelhante ao de uma barra de chocolate sendo quebrada. Pela Lei de Segregação, identificamos momentos chatos, como uma reunião ou horas usando o celular. A lei de Unificação contribui com uma organização dos elementos que remetem também a uma barra de chocolates. Para apoiar o conteúdo da imagem, temos o elemento cor, fazendo-nos lembrar de chocolate. Também temos o contraste de forma, que ao isolar o fundo (sem elementos) com o objeto central, remete a anatomia da peça para abstrata. Assim, nossa cabeça se permite viajar com este conceito criativo, sem cair na monotonia do dia-a-dia.

Referencial http://www.linguagemvisual.com.br/gestalt.php http://design.blog.br/design-grafico/o-que-e-gestalt-2 http://20led12.blogspot.com.br/2012/09/gestalt-imagens-e-leis-aplicadas.html http://tudibao.com.br/2009/09/a-gestalt-usada-na-propaganda.html http://www.joaogomes.com.br/7-ges-teoria-palestra-outubro- 06%20ok.pdf http://pt.wikipedia.org/wiki/gestalt http://chocoladesign.com/fundamentacao-e-leis-da-gestalt http://www.slideshare.net/drieletorres/gestalt-do-objeto-15455820 http://books.google.com.br/books/about/gestalt_do_objeto.html?hl=ptbr&id=6 AmgxXxNiwC