É com grande satisfação que a Previcoke traz uma boa notícia aos seus participantes: os regulamentos dos planos BD e CD estão sendo aprimorados. Nos últimos anos, estivemos preparando importantes melhorias, que estão em vias de serem aprovadas. Dentre as novidades, a estrutura das contribuições do Plano CD está sendo simplificada, tornando seu entendimento mais fácil. A mudança mais importante é para os associados com salários entre R$ 3.409 e R$ 6.818 (de 1 a 2 URCCs), que passarão a contar com uma contrapartida maior da patrocinadora. Para os que estão nessa faixa, o aumento pode chegar até 500%. Outra importante conquista está na área dos investimentos. Com uma operação inovadora, nossa equipe garantiu, ainda no 3º trimestre, a meta de 2014 para a Renda Fixa do Plano CD replicada também para o Plano BD (plano antigo). O ganho de mais 300% do CDI representou R$ 3 milhões de lucro excedente ao benchmark. MARCO ANTONIO ARAÚJO, Vice-Presidente de Finanças da Coca-Cola Brasil Quais as principais vantagens da Previcoke em relação a outros investimentos? Os empregados têm uma remuneração melhor do que teriam investindo fora, colocando seu dinheiro no banco e fazendo investimentos em outras aplicações na poupança, por exemplo. Além disso, a gente sabe que também há algumas vantagens fiscais. No caso da poupança, não, porque não paga o Imposto de Renda; mas versus outros fundos de investimento... Portanto, acredito que é um bom investimento que os funcionários da Coca-Cola estão fazendo. DIRETORIA DA PREVICOKE DIRETOR-SUPERINTENDENTE Marcus Rubim de Moura DIRETOR FINANCEIRO Guilherme de Sequeira Toledo DIRETOR ADMINISTRATIVO Juan Carlos Vilarnovo Gesto Por fim, após o primeiro aniversário de lançamento do empréstimo do Plano CD e a superação da marca de R$ 1 milhão emprestados a mais de 50 participantes, a Previcoke está estendendo este benefício ao Plano BD; aumentando assim ainda mais a nossa participação no presente e no futuro dos participantes. Saiba mais sobre esses e outros assuntos no seu Informativo Previcoke. Boa leitura! Marcus Rubim de Moura Diretor-Superintendente da Previcoke Informativo Previcoke Editor Rodrigo Carvalho de Oliveira Assistente de edição Thaís Barcellos Rodrigues Redação Rodrigo Carvalho de Oliveira Mary Dutra Design Projeto gráfico Mary Dutra Design JORNALISTA Sidarta Monteiro Tiragem 1.200 exemplares Atualmente, existem cinco perfis de investimento na Previcoke. O que o participante deve levar em consideração no momento da escolha? Acho que cada um tem uma aversão diferente ao risco. Tem pessoas mais conservadoras, outras mais agressivas... mas cada um deve pensar, primeiro, na fase da vida em que está. Normalmente, quando se é mais jovem, você tem mais tempo, certo? Então, geralmente, arrisca-se mais. Sempre dizem que no início da vida você deve investir mais dinheiro na bolsa. Você vai balanceando o seu portfólio à medida em que se aproxima da aposentadoria. O segundo ponto é o perfil de risco de cada um. Há pessoas que preferem ganhar menos e ter algo mais seguro; e outras que, de fato, vivem bem com o risco. O importante é se sentir bem com a sua opção. Muitas pessoas têm o costume de modificar o perfil de investimento, tendendo a migrar para o que rendeu mais no período anterior. Isso é adequado? Infelizmente, as pessoas acham que o passado prediz o futuro. Na verdade, não é assim. Ainda mais no Brasil. Então, acho que a análise tem que ser um pouco mais profunda. Se você tem alguma dúvida, deve buscar alguém que entenda um pouco melhor do mercado, que possa explicar um pouco cada uma das opções... e o pessoal da Previcoke está aí para ajudar nisto. A principal finalidade da Previcoke é complementar a renda dos participantes na aposentadoria. Quanto a Entidade pode representar na renda de cada um? Hoje, as pessoas vivem 70, 80 anos. Com isso, é cada vez mais importante ter um bom plano de previdência e pensar bem adiante. Isso é bastante relevante, principalmente no Brasil, onde o INSS é bastante limitado. Então, acredito que é um bom plano. Eles vão ter uma boa renda para viver bem a sua aposentadoria. 2 3
POR DENTRO DA PREVICOKE VÊM AÍ, GRANDES NOVIDADES PRA VOCÊ! A URCC, Unidade de Referência Coca-Cola, é o valor usado no cálculo das contribuições pagas pela Previcoke aos participantes. Seu valor atual é de R$ 3.409,44, sendo reajustado anualmente, em janeiro. A Previcoke está trabalhando para tornar o seu Plano CD ainda melhor. Estamos preparando grandes mudanças, dentre elas, a criação de uma nova faixa de contribuição que beneficiará quem ganha entre 1 e 2 URCCs e também uma simplificação da estrutura das contribuições. Essas mudanças estão aguardando apenas a sanção do órgão regulador. A NOVA FAIXA DE CONTRIBUIÇÃO Até este ano, eram duas as bases de cálculo da contribuição básica: Salários abaixo de 1 Urcc = contribuição até sobre o salário Salários acima de 1 URCC Após constatarmos que esse modelo não atendia tão bem os participantes com salários entre 1 e 2 URCCs (de R$ 3.409,44 a R$ 6.818,88, atualmente), começamos a pensar em alternativas para que todos fossem beneficiados da melhor forma. E foi assim que chegamos à solução abaixo. = contribuição até sobre o (salário URCC) Exemplos de Contribuição Básica (com contrapartida de ) Contribuição mensal: de R$ 2.000,00 = Contribuição mensal: de R$ 3.409,44 = R$ 190,00 R$ 323,90 contrapartida máxima SALÁRIOS ABAIXO DE 1 URCC A base de cálculo é o salário* NOVO SALÁRIOS ENTRE 1 E 2 URCCs A base de cálculo é sobre 1 URCC* SALÁRIOS ACIMA DE 2 URCCs A base de cálculo é sobre o salário menos 1 URCC* Contribuição mensal: de (R$ 10.000,00 R$ 3.409,44) de R$ 6.590,56 = R$ 626,10 Com essa nova faixa de contribuição, seguimos firme e forte em nossa missão de pensar no futuro de todos os participantes da Previcoke. Diariamente, trabalhamos para fazer a diferença na vida de cada um sem exceções. 1 URCC 2 URCCs SALÁRIO * com contrapartida de até 4 5
POR DENTRO DENTRO DA DA PREVICOKE PREVICOKE POR MUDANDO PARA SIMPLIFICAR NOVA ESTRUTURA Até hoje, eram 5 as contribuições do participante da Previcoke. Agora, resolvemos simplificá-las a 3 para melhorar a compreensão e decisão de todos em relação à sua aplicação isto sem comprometer a realidade financeira do negócio. Para isso, começamos simplificando os nomes das contribuições, que agora são: CONTRIBUIÇÃO SOBRE O SALÁRIO CONTRAPARTIDA Base de cálculo: Faixa salarial* CONTRIBUIÇÃO SOBRE O SALÁRIO NÃO HÁ CONTRAPARTIDA até Limite de contribuição: 40% CONTRIBUIÇÃO SOBRE O BÔNUS NÃO HÁ CONTRAPARTIDA CONTRAPARTIDA CONTRIBUIÇÃO SOBRE O BÔNUS Base de cálculo: Bônus CONTRIBUIÇÃO SOBRE O 13º SALÁRIO até Limite de contribuição: 70% CONTRIBUIÇÃO SOBRE O 13º SALÁRIO NÃO HÁ CONTRAPARTIDA Limite de contribuição: 40% Base de cálculo: 13º salário * três bases: abaixo de 1 URCC, entre 1 e 2 URCCs e acima de 2 URCCs Compare a seguir o antes e o depois. Contrapartida ESTRUTURA ATUAL Base de Cálculo LIMITE HÁ? LIMITE Contribuição Básica Faixa salarial* Sim Contribuição Básica Adicional Bônus Sim Contribuição Voluntária sobre o Salário Salário integral Não há Não Contribuição Voluntária sobre o Bônus Bônus Não há Não Contribuição Voluntária sobre o 13º Salário 13º salário Não há Não * duas bases: abaixo de 1 URCC e acima de 1 URCC 6 Contrapartida Essas mudanças podem gerar diferenças no valor da contribuição. Por exemplo: se o participante tinha uma Contribuição Básica de e uma Contribuição Voluntária de 2%, com a fusão, ele passará a ter uma Contribuição sobre o Salário de 11,5% (com contrapartida de ). Com isso, o participante deve verificar como ficou o valor de sua contribuição e avaliar se deseja realizar algum ajuste em seu percentual. COM A PREVICOKE, VOCÊ SEMPRE TEM MAIS BENEFÍCIOS APORTES ESPORÁDICOS ISENÇÃO DE TAXA ADMINISTRATIVA Se em algum momento do ano você receber recursos financeiros extras, agora pode fazer aplicações na Previcoke. Trata-se dos aportes esporádicos, um tipo de contribuição que pode beneficiar e muito o seu saldo de conta futuro. Na Previcoke, as despesas de administração são pagas pela patrocinadora. Com isso, o participante fica isento da taxa administrativa. Esse benefício está disponível para participantes Ativos, Autopatrocinados e BPDs. Desde 31 de agosto de 2012, quem sai da empresa (Autopatrocinado e BPD) também não tem mais essa despesa com o Plano. Essa isenção que já acontece na prática está sendo ratificada na alteração de regulamento. 7
Operação NTN-B: garantindo a meta de 2014 A reversão da alta se iniciaria, permitindo a realização parcial ou total da operação. A cada mês de queda, a rentabilidade seria beneficiada e, nos meses de alta, prejudicada. No entanto, à medida em que vendêssemos as NTN-Bs, reduziríamos a exposição ao risco. Este era o cenário esperado. Ao longo de diversas moedas e planos econômicos, o Brasil manteve juros que oscilaram entre taxas altas e altíssimas, sempre na casa dos dois dígitos. Essa realidade começou a mudar com a estabilização do Plano Real, no fim dos anos 90. Desde então, nossas taxas de juro real (juros pagos pelo governo federal menos a inflação) engrenaram numa tendência decrescente. Em janeiro de 2013, as taxas de longo prazo atingiram uma mínima histórica de 3,8% a.a., próximas às taxas de países desenvolvidos. No entanto, esse nível era incompatível com a realidade brasileira, especialmente por conta da crescente deterioração fiscal e da falta de investimento. Assim, o movimento de queda iniciou uma reversão, impactando os títulos com componente pré-fixado; como as NTN-Bs, que são títulos de dívida do governo federal que pagam inflação (IPCA) mais taxa pré. Quem as compra está fazendo um empréstimo ao Tesouro Nacional, esperando receber o valor corrigido pela inflação mais os juros. Elas têm diversos vencimentos e são influenciadas pela oscilação das taxas. Uma vez que alguém comprou o papel, ele poderá ser negociado inúmeras vezes, mas sem alteração no pagamento final. Quando a taxa sobe, o preço do título cai; quando a taxa cai, ocorre o contrário o preço valoriza. A alta continuaria, gerando rentabilidades negativas. Neste caso, já tínhamos compras aprovadas nos níveis de 7,5% e 8,2%. Apesar de aumentar a volatilidade, estaríamos prontos para comprar mais e esperar até que as taxas recuassem. Neste cenário, pouco provável, a operação poderia durar anos, mas, ainda que a taxa nunca mais caísse, manteríamos os títulos até 2050 com um excelente retorno. aprovação da operação compra venda As NTN-Bs mais longas vencem em 2050 e apresentam a maior volatilidade. Quando sua taxa foi de 3,8% para 5,0%, em apenas quatro meses, a equipe de investimentos da Previcoke identificou uma oportunidade: comprar NTN-Bs 2050, entre 6,0% e 7,0%, para vendê-las com ganhos entre 0,3% e 0,6%. Após uma alta tão acentuada, a tese era que uma reversão seria provável e, assim, poderíamos realizar ganhos sem precedentes na história da Previcoke. Foi aprovada a aplicação de 15% da Renda Fixa do Plano CD e um valor equivalente para o Plano BD totalizando R$ 30 milhões. A expectativa era que, caso a alta se efetivasse, iria até cerca de 7,0%. À época da aprovação da operação, em junho de 2013, a maior parte dos fundos de pensão e gestores considerava impossível que os juros chegassem a 6,0% no curto prazo. Mas, em cinco meses, eles estavam lá. Dois meses depois, em janeiro de 2014, os 7,0% foram atingidos, quando a Previcoke completou a compra de R$ 30 milhões. Nesse momento, após uma alta exagerada, dois cenários eram possíveis: Conforme esperado, materializou-se o cenário A: a taxa das NTN-Bs 2050 mergulhou de 7,0% aos 5,4%, em um período de sete meses, dando à Previcoke um lucro total de R$ 4,68 milhões. Para o Plano CD, a rentabilidade de 309% do CDI superou e muito a meta de 110%. Já para o Plano BD, o retorno anualizado de mais de 20% acima da inflação foi quatro vezes a meta atuarial de 5,3%. O número mais importante da operação foi o quanto ganhamos a mais para o participante. Ou seja, o quanto geramos de retorno além do que já se ganharia com os R$ 30 milhões aplicados no CDI: R$ 2,94 milhões. Sim, foram quase R$ 3 milhões que a Previcoke construiu de valor. Por suas características, não foi um tiro no escuro, pois também daria certo no pior cenário (só que demorando mais a acontecer). Isso só foi possível pela disciplina, capacidade técnica e coragem que tivemos para comprar quando os outros queriam vender; e vender quando os outros queriam comprar. Com certeza, uma vitória importante para a Previcoke e cada um de seus participantes. E se por um momento estivéssemos errados? Ainda assim, manteríamos os títulos até 2050, com um excelente retorno. 8 9
RENDA VARIÁVEL: UM SOBE E DESCE QUE VALE A PENA Convivemos com empresas o tempo todo. Trabalhamos nelas, moramos em casas construídas por elas, comemos alimentos produzidos, distribuídos e vendidos por elas. A lista é interminável, basta olhar em volta. No Brasil, nós as chamamos de pessoas jurídicas. Algumas empresas contam com patrimônio de alguns milhares de reais, enquanto outras geram bilhões de dólares de lucro por mês. Quando uma empresa atinge um certo tamanho, muitas vezes precisa de capital externo para seguir crescendo ou expandir com um projeto específico. Nesse momento, seus sócios têm duas possibilidades: pedir um empréstimo, assumindo uma dívida com um credor (a quem pagará o valor emprestado mais juros); ou vender uma parte do negócio a investidores. Nessa 2ª opção, não se assume dívida, mas parte dos lucros futuros será dividida com os novos sócios além da obrigação de prestar contas sobre decisões tomadas. O objetivo de um investidor que compra uma ação é ganhar dinheiro com ela, mas não como credor. Se em geral o preço de uma ação deveria refletir seu valor, uma melhora ou crescimento do negócio pode valorizá-la. Além disso, mesmo que o preço nunca subisse, se o resultado for bom, o investidor receberá parte dos lucros afinal, ele é sócio da empresa. As ações são negociadas diariamente e algumas empresas chegam a ter mais de R$ 100 milhões negociados (compra e venda) a cada dia. Dessa forma, é fácil imaginar que o preço de algo tão negociado está sujeito ao humor de quem compra e vende, sendo este um dos motivos que nos fazem ouvir que a bolsa subiu, caiu, despencou, disparou... Os preços sempre oscilam. Às vezes mais; às vezes menos. Sob essa ótica, é fato que em semanas, meses ou anos, a volatilidade do investimento em ações* será maior que a dos títulos de dívida. Por isso, muitos pensam que a Renda Variável tem um risco maior que a Renda Fixa. No entanto, ao se observar períodos maiores (décadas, por exemplo), o risco das ações cai drasticamente, aproximando-se da volatilidade dos títulos de dívida. Porém, o retorno do investimento em ações tende a ser bem maior do que a aplicação em títulos de Renda Fixa nos prazos mais longos. A tomada de dinheiro emprestado é chamada de Renda Fixa, por ser fixo o parâmetro de pagamento de juros, seja ele qual for. Já a abertura para novos sócios é chamada RENDA VARIÁVEL, porque, do ponto de vista de quem compra parte da empresa, não há definição sobre retorno. Quando essa venda de parte do negócio é aberta (a todos), dizemos que a empresa abriu capital, tornando-se assim uma empresa de capital aberto. A partir daí, suas pequenas partes, as ações, serão negociadas em mercados organizados as bolsas de valores. Quanto maior o prazo, maior a chance da Renda Variável (RV) superar a Renda Fixa (RF). Confira abaixo nas janelas, entre os anos de 1995 e 2014, com que frequência o IBrX (benchmark da RV) ganhou do CDI (benchmark da RF). Ainda que não haja garantia de que isto se perpetue, toda evidência sugere que em prazos como 20 anos os principais benchmarks de Renda Variável tendem a superar os de Renda Fixa. E considerando que uma gestão ativa visa sempre superar seu benchmark, o diferencial pode ser ainda maior. 10 11 53% das vezes * é a variabilidade de retorno de um investimento. Por exemplo: se um investimento A costuma render de -10% a +12% por dia, sua volatilidade é maior que a de um investimento B que costuma render de -1% a +1,2% ao dia 57% das vezes 82% das vezes a RV sempre rendeu mais
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