ACIDENTES NA ÁREA DA PEDIATRIA



Documentos relacionados
QUEDAS EM CRIANÇAS E JOVENS: UM ESTUDO RETROSPETIVO ( ) Reedição, revista e adaptada Novembro 2014

Plano de Contingência Da Gripe A (H1N1) Do Jardim de Infância de Alcoitão

Acidentes: como preveni-los?

Escolas. Segurança nas. Escolas. nas. Segurança. Escolas. Segurança das Escolas ajudar os órgãos de gestão dos estabelecimentos.

Lília Nunes Reis. USF Ria Formosa

Um dia na creche UFG: educação prevenindo acidentes

ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP)

CATL-Oficina da Criança

Programa Sol Amigo. Diretrizes. Ilustração: Programa Sunwise Environmental Protection Agency - EPA

INDICAÇÃO Nº, DE 2013 (Do Sr. Augusto Carvalho)

PREVENÇÃO DE ACIDENTES NA INFÂNCIA CAUSAS E SOLUÇÕES

CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO

Ensino Técnico Integrado ao Médio - ETIM FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2012

Escolher um programa de cuidados infantis

PÓS-GRADUAÇÃO EM ACTIVIDADE FÍSICA NA GRAVIDEZ E PÓS-PARTO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO Escola Básica Integrada de Eixo. Ano letivo 2012/2013

PARECER N.º 2 / 2012

NCE/12/00971 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

Pedro R ibeiro Ribeiro e S ilva Silva MAPFRE Seguros

GRIPE A (H1N1) v. Planos de Contingência para Creches, Jardins-de-infância, Escolas e outros Estabelecimentos de Ensino

Projecto de diploma. que estabelece o regime jurídico aplicável aos aparelhos áudio portáteis

PROGRAMA DO INTERNATO MÉDICO DE SAÚDE PÚBLICA

ORGANIZAÇÃO DAS ACTIVIDADES DE SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE DO TRABALHO NA CMS. Barreiro, 05 de Maio de 2009

P L A N O D E A C T I V I D A D E S

Portuguese version 1

Lisboa 2015 FICHA DE CANDIDATURA

PROJECTO ESCOLA ACTIVA

PLANO DE ACTIVIDADES PARA O ANO DE 2014

NCE/15/00099 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

EFICIÊNCIA HÍDRICA. Relatório de experiência realizada no Colégio xxxxxxxxx de Campo de Ourique. Experiência de 13/09 a 09/11 de 2010

Substâncias perigosas: Esteja atento, avalie e proteja

Gestão de Instalações Desportivas

REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE PROTECÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS CONCELHO DE VILA NOVA DE CERVEIRA

Colectores Solares para Aquecimento de Água. S. T. Spencer

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA

AVALIAÇÃO EXTERNA DE ESCOLAS Plano de Ações de Melhoria

CÓDIGO DE CONDUTA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL ENTRE O GRUPO PORTUGAL TELECOM, A UNI (UNION NETWORK INTERNATIONAL), SINTTAV, STPT E SINDETELCO

Competências Parentais

PÓVOA DE LANHOSO REGULAMENTO INTERNO

EDITAL. Iniciativa OTIC Oficinas de Transferência de Tecnologia e de Conhecimento

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Meio Ambiente, da Saúde Pública e da Política do Consumidor

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Segunda-feira, 21 de julho de Série. Número 132

AJUDAS TÉCNICAS PARA O BANHO. 2.ª Edição

Projeto Educativo de Creche e Jardim de Infância

ÍNDICE PATRONATO DE SANTO ANTÓNIO INTRODUÇÃO... 2 I - OPÇÕES E PRIORIDADES... 3

SAD - SERVIÇO DE APOIO

Bilinguismo, aprendizagem do Português L2 e sucesso educativo na Escola Portuguesa

REGIMENTO INTERNO DOS SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO

Critérios Gerais de Avaliação

das Doenças Cérebro Cardiovasculares

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA

ADEQUAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO JUNTO AOS MANIPULADORES DE ALIMENTOS DE UMA ESCOLA MUNICIPAL DE GOIÂNIA - GO.

MALÓ DE ABREU, LDA. A Maló de Abreu, Lda é uma empresa cujo objecto social se define como exploração de clínica médico-dentária.

PALAVRAS CHAVE: Promoção de saúde, paciente infantil, extensão

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE. PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE)

Projeto de Resolução n.º 238/XIII/1.ª. Recomenda ao Governo que implemente medidas de prevenção e combate à Diabetes e à Hiperglicemia Intermédia.

Londrina, 29 a 31 de outubro de 2007 ISBN

REGULAMENTO INTERNO. Capítulo I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Artigo 2º. Natureza. Artigo 3º. Competência Territorial

Externato Marista de Lisboa Gabinete de Psicologia 2014/2015

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa

Portaria nº 1102/97. DR. Nº 254 I-B de 3 de Novembro

Instituição Particular de Solidariedade Social A.T.L. (Atelier de Ocupação Tempos Livres)

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 2 de julho de Série. Número 99

1.º MÉRITO DO PROJECTO

Agrupamento Vertical de Escolas de Ferreira do Alentejo PLANO DE CONTINGÊNGIA GRIPE A (H1N1)

I PRESSUPOSTOS DE ENQUADRAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE REQUALIFICAÇÃO DA REDE ESCOLAR DO 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO E DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

Instruções para visita da Secretaria Municipal de Educação às escolas

Congresso Internacional de Segurança e Saúde do Trabalho

Fanor - Faculdade Nordeste

PERFIL PROFISSIONAL ASSISTENTE DE ACÇÃO EDUCATIVA (M/F)

REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLAR / CENTRO DE RECURSOS. ESCOLA SECUNDÁRIA QUINTA do MARQUÊS

PROJECTO EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE

REGULAMENTO DO PROJECTO MUNICIPAL LOURES REPARA PEQUENAS REPARAÇÕES DOMÉSTICAS AO DOMICÍLIO

Gráfico 1 Jovens matriculados no ProJovem Urbano - Edição Fatia 3;

O Plano de Desenvolvimento Social

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Reitoria Gabinete do Reitor. Apreciação do anteprojecto de decreto-lei Graus académicos e diplomas do Ensino Superior

REGULAMENTO GERAL. Projecto Hortas Comunitárias inserido no Programa Hortas de Cascais

O PAPEL DA ERGONOMIA NO DESIGN DE INTERIORES

Plano de Contingência

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS

Transcrição:

ACTIVIDADE AVALIATIVA 1 ACIDENTES NA ÁREA DA PEDIATRIA Ana Patrícia Silva n.º 1886 Ana Margarida n.º 1885 Bárbara Santos n. º 1993 Carolina Lobo n.º 1867 Cláudia Mendes n.º 1873 Diogo Sousa n.º 1683 Joana Pinto n.º 1877 Pedro Claro n.º 1646

ACIDENTES NA ÁREA DA PEDIATRIA Levantamento de programas de prevenção existentes na área da pediatria MÓDULO 10 RACIOCÍNIO CLÍNICO NAS DISFUNÇÕES PEDIÁTRICAS RESPONSÁVEL DO MÓDULO PROF. ALDINA LUCENA UNIDADE CURRICULAR ESTUDOS DE CASO I 3º ANO DE LICENCIATURA EM FISIOTERAPIA 2011/2012 2

Índice ACIDENTES NA ÁREA DA PEDIATRIA 4 Medidas para a Prevenção de Acidentes Rodoviários 5 Medidas para a prevenção de Afogamentos 6 Medidas para a prevenção de Queimaduras 6 Bibliografia 9 3

1. ACIDENTES NA ÁREA DA PEDIATRIA Os acidentes na área da pediatria são uma realidade comum em Portugal, daí a importância enquanto profissionais de saúde de intervir junto desta população, com vista à mudança de atitudes e comportamentos para a prevenção dos mesmos. Nessa sequência, um acidente é definido como um acontecimento independente da vontade humana, provocado por uma força exterior, agindo rapidamente e que se manifesta por dano corporal ou mental (Peden, Oyegbite, Ozanne-Smith, et al., 2008). Em Portugal, de 2007 a 2009, todos os dias foram vítimas de acidentes rodoviários 14 crianças, sendo que esta constitui a principal causa de morte em crianças e jovens (Associação para a Promoção da Segurança Infantil, 2010). Porém, também os acidentes domésticos assumem um papel de destaque, tendo maior relevo nos primeiros anos de vida, principalmente entre o primeiro e quarto ano, sendo exemplos disso as quedas (de camas, escadas, varandas), as intoxicações (medicamentos, cosméticos, pesticidas), as asfixias (almofadas, brinquedos), as queimaduras (solares, lareiras, fogão, água quente) e os afogamentos (banheira, piscina). Destes dois últimos acidentes, os afogamentos são a segunda maior causa de morte acidental em Portugal, sendo a média estimada por ano entre 2005 e 2010 de 17 crianças por ano (até aos 18 anos) (Associação Portuguesa de Segurança Infantil, 2010). Quanto às queimaduras na pediatria, estas também assumem um papel de destaque, pelo impacto que estas assumem quer para a criança, quer para a sua família e o impacto económico para os serviços de saúde (Peden, Oyegbite, Ozanne-Smith, et al., 2008; Sethi, Towner, Vincenten, Segui-Gomez, Racioppi, 2008). Contudo, as mortes constituem uma parte desta problemática, uma vez que existem um número significativo de crianças que são hospitalizadas ou observadas em ambulatório na sequência de traumatismos ou lesões, que em muitos casos deixam sequelas para a vida. Neste sentido, é fulcral apostar na prevenção deste tipo de acidentes de forma a minorar o problema, sendo que para esta finalidade existem programas implementados, e a implementar, na população portuguesa (Direcção Geral de Saúde, 2005). Em Portugal existem, portanto, diversos programas focados na prevenção de acidentes, pelo que no entanto, estes são destinados para a população em geral. Contudo é de notar que englobam a população pediátrica (Alto Comissariado da Saúde, 2009), onde constam medidas específicas e dirigidas para esta mesma população, de entre os quais se destacam: o Programa Nacional de Prevenção e Controlo de Acidentes/Lesões Involuntárias; Programa Nacional de 4

Prevenção de Acidentes. Estes estão ambos inseridos no Programa Nacional de Saúde (Direcção-Geral da Saúde, 2005; Alto Comissariado da Saúde, 2009). Quanto ao primeiro programa mencionado, este teve um período que mediava entre 2004 a 2010, pretendo sistematizar todo um conjunto de acções no âmbito da saúde, com o objectivo de diminuir o número de acidentes, assim como, as suas consequências, considerando todo o espaço possível de actuação dos profissionais de saúde. Este programa contempla um grupo específico de actuação de Promoção da Segurança e Prevenção dos Acidentes (Direcção- Geral da Saúde, 2005). No que diz respeito ao segundo programa referido, este tem um horizonte temporal de 8 anos, isto é, de 2009 a 2016, no qual estão contemplados três tipos de prevenção, destacandose a prevenção selectiva, visto que esta dirige a populações com características específicas nomeadamente a população pediátrica. Este programa centra-se na promoção da saúde e no desenvolvimento de estratégias focadas no cidadão, que permite inovar na forma de intervir em cuidados de saúde primários, dando clara prioridade à promoção da segurança baseada no paradigma salutogénico (von Amann, Nunes, et al., 2009). No mesmo, encontra-se englobado o Plano de Acção para a Segurança Infantil, enquadrando-se no projecto Europeu Child Safety Action Plan (Alto Comissariado da Saúde, 2009). Neste âmbito, existe também o Programa Nacional de Saúde Escolar, que é específico para a área da pediatria, englobando várias vertentes, sendo uma das quais a prevenção de acidentes. Este programa tem enfoque na promoção da saúde na escola, desenvolvendo competências na comunidade educativa que permita melhorar o nível de bem-estar físico, mental e social, contribuindo para uma melhor qualidade de vida (Direcção-Geral da Saúde, 2006). Para ir de encontro às necessidades da população pediátrica, existem estratégias que se encontram incluídas nos programas anteriormente mencionados, permitindo deste modo prevenir esta problemática enquanto profissionais de saúde. Nesta sequência, também os pais/encarregados de educação, têm um papel fulcral na prevenção destes acidentes, daí a importância da sensibilização e a consciencialização dos mesmos. Face a isto, consideram-se algumas medidas preventivas referentes aos acidentes mais frequentes, tais como: Medidas para a Prevenção de Acidentes Rodoviários: - Promover o transporte de crianças voltadas para trás, idealmente até aos 4 anos, através da sensibilização das famílias, da formação de profissionais que intervêm no aconselhamento e fiscalização deste tipo de dispositivos (saúde, agentes de autoridade, vendedores) e da 5

promoção da alteração da oferta de cadeirinhas / sistemas de retenção existente no mercado (Associação para a Promoção da Segurança Infantil, 2009); - Alertar para o uso de capacete, do cinto de segurança e de cadeiras de transporte adequadas às características da criança e dos perigos que advém da sua não utilização (Associação para a Promoção da Segurança Infantil, 2009). Medidas para a prevenção de Afogamentos: - Introduzir uma vertente de educação sobre segurança em meio aquático, incluindo aulas de natação, como uma parte obrigatória do currículo escolar (Associação para a Promoção da Segurança Infantil, 2009; Associação para a Promoção da Segurança Infantil, 2011). - Introduzir regulamentação sobre a utilização de auxiliares de flutuação pessoal / coletes de salvamento quando se desenvolvem actividades na água (Associação para a Promoção da Segurança Infantil, 2009); - Desenvolver orientações técnicas para o planeamento e programação de actividades aquáticas de lazer /recreio (Associação para a Promoção da Segurança Infantil, 2009); - Aconselhar à colocação de vedações nas piscinas de utilização familiar (Associação para a Promoção da Segurança Infantil, 2009) Medidas para a prevenção de Queimaduras: Tendo em consideração o caso do Silvino e atendo à ocorrência de queimaduras nas crianças desta família e à elevada taxa de incidência nacional desta problemática, estas medidas merecem um especial enfoque. - Guardar fósforos, isqueiros, produtos de limpeza e medicamentos em armários altos e de preferência fechados à chave (Portal da Saúde, 2011); - Não guardar em casa restos de produtos químicos ou medicamentos que não necessite (entregue-os na sua farmácia) (Portal da Saúde, 2011); - Nunca colocar em garrafas de água, ou de outras bebidas, detergentes e produtos corrosivos ou cáusticos, pois pode induzir em erro crianças e adultos. (Portal da Saúde, 2011); - Verificar a temperatura da água do banho antes de o iniciar (colocar primeiro água fria e depois a quente) (Portal da Saúde, 2011); - Ter especial atenção quando existem objectos quentes na cozinha como líquidos, comida, forno, etc. (Associação para a Promoção da Segurança Infantil, 2009) Também em termos de legislação existem medidas que devem ser adoptadas: 6

- Lei da construção, regulamentação que determine uma temperatura máxima para prevenção de queimaduras (que não ultrapasse os 50º C) nas torneiras de água quente das habitações, creches e hospitais (Associação para a Promoção da Segurança Infantil, 2009); - Regulamento nacional para isqueiros que impõe um design que dificulte a sua manipulação por crianças (MacKay & Vincenten, 2009). 7

2. BIBLIOGRAFIA Associação para a Promoção da Segurança Infantil. (2011, June 21). Afogamentos em Crianças e Jovens até aos 18 anos, em Portugal 2002-2010: Resumo e Principais Conclusões. Retrieved October 9, 2011, from http://www.apsi.org.pt/24/relatorio_de_afogamentos_2002-2010_-_apsi_2011_- _resumo.pdf Associação para a Promoção da Segurança Infantil. (2009). Vale a pena Crescer em Segurança. Retrieved October 9, 2011, from http://www.apsi.org.pt/downloads/folheto2009b.pdf Portal da Saúde. (2011, August 4). Como Evitar Acidentes com Crianças. Retrieved October 9, 2011, from http://www.minsaude.pt/portal/conteudos/a+saude+em+portugal/noticias/arquivo/2011/8/acidentes+cria ncas.htm Associação para a Promoção da Segurança Infantil. (2010, October 12). As mortes de crianças por acidentes rodoviários diminuíram em mais de 70% nos últimos 12 anos. Retrieved October 9, 2011, from http://www.apsi.org.pt/24/comunicado_de_imprensa_alargado.pdf Alto Comissariado da Saúde. (2009, May). Plano de Acção para a Segurança Infantil em Portugal. Retrieved October 10, 2011, from http://www.apsi.org.pt/24/pasi_sumario_2009.pdf MacKay, M. & Vincenten, J. (2009, April). Relatório de Avaliação sobre Segurança Infantil 2009: Portugal. Retrieved October 10, 2011, from http://www.apsi.org.pt/24/portugal_brochura_16pgs.pdf von Amann, G., Nunes, E., et al. (2009). Programa Nacional de Prevenção de Acidentes 2009-2016. Lisboa: Direcção-Geral da Saúde. Direcção-Geral da Saúde. (2005, November). Programa Nacional de Prevenção e Controlo de Acidentes/Lesões Involuntárias 2006-2010. Retrieved October 10, 2011, from http://www.srsdocs.com/parcerias/publicacoes/diversos/acidentes.pdf Associação para a Promoção da Segurança Infantil. (2011, May). Quedas em Crianças e Jovens: Um Estudo Retrospectivo (2000-2009). Retrieved October 10, 2011, from http://www.apsi.org.pt/24/apsi_-_estudo_quedas_2000-2009_-_relatorio_final.pdf Sethi, D., Towner. E., Vincenten, J., Segui-Gomez, M., Racioppi, F. (2008). European Report on Child Injury Prevention. Retrieved October 10, 2011, from 8

http://www.who.int/violence_injury_prevention/child/injury/world_report/european_report. pdf Peden, M., Oyegbite, K., Ozanne-Smith, J., et al. (2008). World Report on Child Injury Prevention. Retrieved October 10, 2011, from http://www.unisdr.org/files/8438_9789241563574eng1.pdf Associação para a Promoção da Segurança Infantil. (2009, May 6). Estratégia para a prevenção dos Acidentes em Portugal: Principais Resultados do Perfil e do Relatório de Avaliação sobre Segurança Infantil em Portugal 2009. Retrieved October 10, 2011, from http://www.apsi.org.pt/24/resumo_report_card_2009_-_final.pdf Menezes, H. & Eloy, S. (2007, December). Segurança das Crianças nos Ambientes Construídos. Retrieved October 9, 2011, from http://www.apsi.org.pt/24/hmenezes_seloy apsi.pdf Direcção-Geral da Saúde. (2006). Programa Nacional de Saúde Escolar. Retrieved October 9, 2011, from http://www.min-saude.pt/nr/rdonlyres/4612a602-74b9-435e- B720-0DF22F70D36C/0/ProgramaNacionaldeSa%C3%BAdeEscolar.pdf 9