INFORMATIVO PIS/ COFINS I NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS.... 2 A) DESPESAS COM CONTROLE DE QUALIDADE, MESMO QUE DECORRENTES DE EXIGÊNCIAS LEGAIS, NÃO GERAM CRÉDITO DE PIS E COFINS.... 2 B) DIFERENCIAL DE ALÍQUOTA DE ICMS NÃO GERA CRÉDITO DE PIS E COFINS.... 2 C) CÁLCULO DO PIS E DA COFINS IMPORTAÇÃO DEVE LEVAR EM CONTA A ALÍQUOTA REAL RESULTANTE DA REDUÇÃO DO IMPOSTO NO ESTADO DO PARANÁ. PORÉM, O DIFERIMENTO DE ICMS DEVE COMPOR À BASE DE CÁLCULO DAS CONTRIBUIÇÕES NA IMPORTAÇÃO.... 3 D) OS PRODUTOS INTERMEDIÁRIOS QUE SOFRAM ALTERAÇÕES, DESGASTE, DANO OU A PERDA DE PROPRIEDADES FÍSICAS OU QUÍMICAS, EM FUNÇÃO DA AÇÃO DIRETA NO PRODUTO DESTINADO À VENDA.... 4 E) PRAZO PARA COMPENSAÇÃO DE CRÉDITOS DECORRENTES DE DECISÃO JUDICIAL TRANSITADA EM JULGADO É DE 05 ANOS CONTADOS DA DATA DO TRANSITO EM JULGADO.... 5 F) RECEITAS FINANCEIRAS E JUROS DAS VARIAÇÕES MONETÁRIAS QUE INTEGREM O VALOR EFETIVAMENTE RECEBINO NA ATIVIDADE IMOBILIÁRIA INTEGRAM A BASE DE CÁLCULO DO PIS E DA COFINS.... 6 G) VENDAS PARA PESSOAS HABILITADAS AO REIDI DEVEM FAZER CONSTAR NA NOTA FISCAL O PREÇO SEM AS CONTRIBUIÇÕES PARA O PIS E PARA A COFINS.... 7 H) ALUGUEL DE IMÓVEIS, MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PARA EXERCÍCIO DA ATIVIDADE DA EMPRESA GERAM CRÉDITO DE PIS/COFINS. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA NÃO É CONSIDERADA INSUMO E, PORTANTO, NÃO GERAM CRÉDITO DE PIS E COFINS.... 7 I) DESCONTO DE CRÉDITO DE FORMA ACELARA PREVISTA NO ART. 1º DA LEI Nº 11.774/08 NÃO ATINGE A AQUISIÇÃO DE SOFTWARES.... 8 J) DESPESAS POSTERIORES AO PROCESSO PRODUTIVO, EXCETO A COM FRETE SOBRE AS VENDAS, NÃO GERAM CRÉDITO DE PIS E COFINS.... 9 L) ALUGUEL DE EQUIPAMENTOS NO EXTERIOR NÃO ESTÁ SUJEITO AO PIS E COFINS IMPORTAÇÃO.... 10 M) TRANSPORTE INTERNACIONAL, DESDE QUE ASSUMIDO PELO VENDEDOR E COM PESSOA JURÍDICA DOMICILIADA NO PAÍS, GERA CRÉDITO DE PIS/COFINS.... 11
I NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS. A) DESPESAS COM CONTROLE DE QUALIDADE, MESMO QUE DECORRENTES DE EXIGÊNCIAS LEGAIS, NÃO GERAM CRÉDITO DE PIS E COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 19, DE 30 DE JANEIRO DE 2012 ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: INCIDÊNCIA NÃO-CUMULATIVA. NÃO GERAÇÃO DE CRÉDITOS. DESPESAS COM CONTROLE DE QUALIDADE. As despesas com a aquisição de materiais empregados em procedimentos ligados ao controle de qualidade, decorrentes de exigências legais, não podem compor a base de cálculo dos créditos a serem descontados da Contribuição para o PIS/Pasep, porquanto eles não são utilizados diretamente na industrialização do produto acabado. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 10.637, de 2002, art. 3º, inciso II; IN SRF nº 247, de 2002, art. 66, 5º, inciso I, alínea "a". ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins EMENTA: INCIDÊNCIA NÃO-CUMULATIVA. NÃO GERAÇÃO DE CRÉDITOS. DESPESAS COM CONTROLE DE QUALIDADE. As despesas com a aquisição de materiais empregados em procedimentos ligados ao controle de qualidade, decorrentes de exigências legais, não podem compor a base de cálculo dos créditos a serem descontados da Cofins, porquanto eles não são utilizados diretamente na industrialização do produto acabado. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 10.833, de 2003, art. 3º, inciso II; IN SRF nº 404, de 2004, art. 8º, 4º, inciso I, alínea "a". JORGE AUGUSTO GIRARDON DA ROSA Auditor-Fiscal p/delegação de Competência B) DIFERENCIAL DE ALÍQUOTA DE ICMS NÃO GERA CRÉDITO DE PIS E COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 31, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2012 DIFERENÇA DE ALÍQUOTA DE ICMS INTERESTADUAL. INEXISTÊNCIA DE DIREITO A CRÉDITO.
3 A diferença de alíquota do ICMS relativa à aquisição interestadual de mercadorias, paga no Estado de destino, não gera crédito no regime de apuração não cumulativa da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins. Dispositivos Legais: CF, art. 155, 2o-, inciso VII, "a" e "b", e inciso VIII; Lei no- 10.637, de 2002, art. 3o-, caput e 2o-, inciso II, com redação dada pela Lei no- 10.865, de 2004. DIFERENÇA DE ALÍQUOTA DE ICMS INTERESTADUAL. INEXISTÊNCIA DE DIREITO A CRÉDITO. A diferença de alíquota do ICMS relativa à aquisição interestadual de mercadorias, paga no Estado de destino, não gera crédito no regime de apuração não cumulativa da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins. Dispositivos Legais: CF, art. 155, 2o-, inciso VII, "a" e "b", e inciso VIII; Lei no- 10.833, de 2003, art. 3o-, caput e 2o-, inciso II, com redação dada pela Lei no- 10.865, de 2004. MARCO ANTÔNIO FERREIRA POSSETTI C) CÁLCULO DO PIS E DA COFINS IMPORTAÇÃO DEVE LEVAR EM CONTA A ALÍQUOTA REAL RESULTANTE DA REDUÇÃO DO IMPOSTO NO ESTADO DO PARANÁ. PORÉM, O DIFERIMENTO DE ICMS DEVE COMPOR À BASE DE CÁLCULO DAS CONTRIBUIÇÕES NA IMPORTAÇÃO, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 34, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2012 PIS/PASEP-IMPORTAÇÃO. CRÉDITO PRESUMIDO DE ICMS. REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO. DIFERIMENTO DO ICMS. INCLUSÃO NA BASE DE CÁLCULO. Na determinação da base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep- Importação, o crédito presumido de ICMS previsto no art. 631 do Regulamento do ICMS do Estado do Paraná (RICMS/PR), aprovado pelo Decreto Estadual no- 1.980, de 2007, deve ser considerado como efetiva redução do imposto, cabendo a indicação da alíquota de ICMS real resultante dessa redução. Contudo o deferimento parcial do ICMS previsto no art. 96 do RICMS/PR deve compor a base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep-Importação e, consequentemente, ser englobado na alíquota real de ICMS informada. Dispositivos Legais: IN SRF no- 572, de 2005, art. 3o, caput e 1o- e 3o; RICMS/PR, aprovado pelo Decreto no- 1.980, de 2007, do Estado do Paraná,
art. 96, inciso I, art. 631, caput, com redação dada pelo Decreto no- 2.078, de 2011, e art. 635. COFINS-IMPORTAÇÃO. CRÉDITO PRESUMIDO DE ICMS. REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO. DIFERIMENTO DO ICMS. INCLUSÃO NA BASE DE CÁLCULO. Na determinação da base de cálculo da Cofins-Importação, o crédito presumido de ICMS previsto no art. 631 do Regulamento do ICMS do Estado do Paraná (RICMS/PR), aprovado pelo Decreto Estadual no- 1.980, de 2007, deve ser considerado como efetiva redução do imposto, cabendo a indicação da alíquota de ICMS real resultante dessa redução. Contudo o deferimento parcial do ICMS previsto no art. 96 do RICMS/PR deve compor a base de cálculo da Cofins-Importação e, consequentemente, ser englobado na alíquota real de ICMS informada. Dispositivos Legais: IN SRF no- 572, de 2005, art. 3o, caput e 1o- e 3o; RICMS/PR, aprovado pelo Decreto no- 1.980, de 2007, do Estado do Paraná, art. 96, inciso I, art. 631, caput, com redação dada pelo Decreto no- 2.078, de 2011, e art. 635. MARCO ANTÔNIO FERREIRA POSSETTI D) OS PRODUTOS INTERMEDIÁRIOS QUE SOFRAM ALTERAÇÕES, DESGASTE, DANO OU A PERDA DE PROPRIEDADES FÍSICAS OU QUÍMICAS, EM FUNÇÃO DA AÇÃO DIRETA NO PRODUTO DESTINADO À VENDA, SÃO CONSIDERADOS INSUMOS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 22, DE 12 DE MARÇO DE 2012 ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins EMENTA: Os produtos intermediários que sofram alterações, tais como o desgaste, o dano ou a perda de propriedades físicas ou químicas, em função da ação diretamente exercida na fabricação do produto destinado à venda, são considerados insumos e podem compor a base de cálculo dos créditos a serem descontados na apuração da contribuição para a Cofins, não-cumulativa. As despesas efetuadas com a aquisição de partes e peças de reposição que sofram desgaste, dano ou a perda de propriedades físicas ou químicas, utilizadas em máquinas e equipamentos que efetivamente respondam diretamente por todo o processo de fabricação dos bens ou produtos destinados à venda, pagas à pessoa jurídica domiciliada no País, geram direito à apuração de créditos a serem descontados da Cofins, desde que as partes e peças de reposição não estejam obrigadas a serem incluídas no ativo imobilizado, nos termos da legislação vigente e desde que respeitados todos os demais requisitos normativos e legais atinentes à espécie. Os valores referentes a serviços prestados por pessoa jurídica domiciliada no País, para manutenção das
5 máquinas e equipamentos, empregados na produção de bens destinados à venda, respeitados todos os demais requisitos normativos e legais atinentes à espécie, podem compor a base de cálculo dos créditos a serem descontados da Cofins não-cumulativa, desde que dos dispêndios com tais serviços não resulte aumento de vida útil superior a um ano. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 10.637, de 2002 art. 3º; IN SRF nº 247, de 2002, com as alterações da IN SRF nº 358, de 2003. ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: Os produtos intermediários que sofram alterações, tais como o desgaste, o dano ou a perda de propriedades físicas ou químicas, em função da ação diretamente exercida na fabricação do produto destinado à venda, são considerados insumos e podem compor a base de cálculo dos créditos a serem descontados na apuração da contribuição para o PIS/Pasep não-cumulativa. As despesas efetuadas com a aquisição de partes e peças de reposição que sofram desgaste, dano ou a perda de propriedades físicas ou químicas, utilizadas em máquinas e equipamentos que efetivamente respondam diretamente por todo o processo de fabricação dos bens ou produtos destinados à venda, pagas à pessoa jurídica domiciliada no País, geram direito à apuração de créditos a serem descontados da contribuição ao PIS/Pasep não-cumulativa, desde que as partes e peças de reposição não estejam obrigadas a serem incluídas no ativo imobilizado, nos termos da legislação vigente e desde que respeitados todos os demais requisitos normativos e legais atinentes à espécie. Os valores referentes a serviços prestados por pessoa jurídica domiciliada no País, para manutenção das máquinas e equipamentos na produção de bens destinados à venda, respeitados todos os demais requisitos normativos e legais atinentes à espécie, podem compor a base de cálculo dos créditos a serem descontados da contribuição ao PIS/Pasep nãocumulativa, desde que dos dispêndios com tais serviços não resulte aumento de vida útil superior a um ano. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei 10.833, de 2003, art. 3 ; IN SRF n 404, de 2004, ANDRÉ MAURÍCIO SILVA VERAS E) PRAZO PARA COMPENSAÇÃO DE CRÉDITOS DECORRENTES DE DECISÃO JUDICIAL TRANSITADA EM JULGADO É DE 05 ANOS CONTADOS DA DATA DO TRANSITO EM JULGADO, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 1, DE 10 DE JANEIRO DE 2012 ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: Repetição de indébito tributário. Prazo extintivo do direito de compensar crédito decorrente de decisão judicial transitada em julgado. O direito à compensação de crédito decorrente de ação judicial extingue-se com o
decurso do prazo de cinco anos contados da data do trânsito em julgado da decisão ou da homologação da desistência da execução do título judicial. O pedido de habilitação de crédito decorrente de ação judicial suspende o prazo extintivo do direito à compensação, que somente volta a correr a partir da decisão definitiva na esfera administrativa que habilita o crédito, permitindo sua utilização em compensação, uma vez que a prescrição não corre contra quem não pode agir. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 5.172, de 1966, arts. 108 e 168; Súmula STF/150; IN RFB nº 900, de 2008, arts. 70 e 71. MIRZA MENDES REIS F) RECEITAS FINANCEIRAS E JUROS DAS VARIAÇÕES MONETÁRIAS QUE INTEGREM O VALOR EFETIVAMENTE RECEBINO NA ATIVIDADE IMOBILIÁRIA INTEGRAM A BASE DE CÁLCULO DO PIS E DA COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 4, DE 16 DE JANEIRO DE 2012 ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins EMENTA: Atividade imobiliária. Receita financeira. Integram a base de cálculo da contribuição para o PIS e Cofins as receitas financeiras e o valor dos juros e das variações monetárias, em função da taxa de câmbio ou de índice ou coeficiente aplicáveis por disposição legal ou contratual, que venham a integrar os valores efetivamente recebidos pela venda de unidades imobiliárias. DISPOSITIVOS LEGAIS: arts.2º, 3º e 9º da Lei nº 9.718, de 1998; Ato Declaratório SRF nº 73, de 1999; arts. 227, 373, 375, 411 à 414 do Decreto nº 3.000, de 1999; art. 15, 4º da Lei nº 9.249, de 1995; e art.16, II da Instrução Normativa SRF nº 247, de 2002. ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: Atividade imobiliária. Receita financeira. Integram a base de cálculo da contribuição para o PIS e Cofins as receitas financeiras e o valor dos juros e das variações monetárias, em função da taxa de câmbio ou de índice ou coeficiente aplicáveis por disposição legal ou contratual, que venham a integrar os valores efetivamente recebidos pela venda de unidades imobiliárias. DISPOSITIVOS LEGAIS: arts.2º, 3º e 9º da Lei nº 9.718, de 1998; Ato Declaratório SRF nº 73, de 1999; arts. 227, 373, 375, 411 à 414 do Decreto nº 3.000, de 1999; art. 15, 4º da Lei nº 9.249, de 1995; e art.16, II da Instrução Normativa SRF nº 247, de 2002. MIRZA MENDES REIS
7 G) VENDAS PARA PESSOAS HABILITADAS AO REIDI DEVEM FAZER CONSTAR NA NOTA FISCAL O PREÇO SEM AS CONTRIBUIÇÕES PARA O PIS E PARA A COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 54, DE 23 MARÇO DE 2012 NOTA FISCAL. NÃO INCLUSÃO DO VALOR DA CONTRIBUIÇÃO SUSPENSA. As pessoas jurídicas fornecedoras de bens e de serviços destinados a obras de infraestrutura para incorporação ao ativo imobilizado de pessoa jurídica habilitada ao Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infra- Estrutura - REIDI devem fazer constar na nota fiscal de venda de bens e de serviços o preço de venda sem incluir o valor da Contribuição para o PIS/Pasep suspensa. Dispositivos Legais: Lei nº 11.488, de 2007, arts. 3º e 4º, Decreto nº 6.144, de 2007, art. 11; IN RFB nº 758, de 2007, art. 13. NOTA FISCAL. NÃO INCLUSÃO DO VALOR DA CONTRIBUIÇÃO SUSPENSA. As pessoas jurídicas fornecedoras de bens e de serviços destinados a obras de infraestrutura para incorporação ao ativo imobilizado de pessoa jurídica habilitada ao Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infra- Estrutura - REIDI devem fazer constar na nota fiscal de venda de bens e de serviços o preço de venda sem incluir o valor da Cofins suspensa. Dispositivos Legais: Lei nº 11.488, de 2007, arts. 3º e 4º, Decreto nº 6.144, de 2007, art. 11; IN RFB nº 758, de 2007, art. 13. MARCO ANTÔNIO FERREIRA POSSETTI H) ALUGUEL DE IMÓVEIS, MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PARA EXERCÍCIO DA ATIVIDADE DA EMPRESA GERAM CRÉDITO DE PIS/COFINS. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA NÃO É CONSIDERADA INSUMO E, PORTANTO, NÃO GERAM CRÉDITO DE PIS E COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 72, DE 20 DE MARÇO DE 2012 CRÉDITO. ALUGUEL DE IMÓVEIS, MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS.
As pessoas jurídicas sujeitas à incidência não cumulativa da Contribuição para o PIS/Pasep podem apurar crédito relativamente ao valor dos aluguéis, incorridos no mês, de imóveis, máquinas e equipamentos utilizados nas atividades da empresa locatária. CRÉDITO. CONTRATAÇÃO DE MÃO DE OBRA DE PESSOA JURÍDICA. Não geram créditos da Contribuição para o PIS/Pasep não cumulativa, por não se enquadrarem no conceito de insumo, nem em outra hipótese para a qual haja previsão legal de apuração de créditos, os gastos com contratação de mão de obra de pessoa jurídica para prestação de serviço temporário, ainda que utilizada na atividade-fim da empresa. Dispositivos Legais: Lei n 10.637, de 2002, art. 3, inciso IV; art. 3, 1, inciso II; art. 3, 2º, inciso II; e art. 3, inciso II; Lei n 6.019, de 1974, arts. 2 e 4. EDUARDO NEWMAN DE MATTERA GOMES Chef I) DESCONTO DE CRÉDITO DE FORMA ACELARA PREVISTA NO ART. 1º DA LEI Nº 11.774/08 NÃO ATINGE A AQUISIÇÃO DE SOFTWARES, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 78, DE 23 DE MARÇO DE 2012 NÃO CUMULATIVIDADE. CRÉDITO. AQUISIÇÃO DE SOFTWARE. O art. 1 da Lei n 11.774, de 2008, o qual possibilita o desconto de créditos da contribuição de forma acelerada sobre a aquisição de máquinas e equipamentos destinados à produção de bens e prestação de serviços, não abarca a aquisição de softwares, devido ao fato de estes não se enquadrarem no conceito de máquinas e equipamentos. Sobre a aquisição de software, poderão ser apurados créditos com fundamento no inciso VI do art. 3 da Lei nº 10.833, de 2003, descontados proporcionalmente a seu período de amortização, em consonância com o estabelecido no 1, inciso III do mesmo art. 3. Dispositivos Legais: Lei n 10.833, de 2003, art. 3, VI e 1, III; Lei n 11.774, de 2008, art. 1 ; Decreto 3.000, de 1999, art. 305, 5 e art. 310, 1 ; IN SRF n 162, de 1998; IN SRF n 4, de 1985. NÃO CUMULATIVIDADE. CRÉDITO. AQUISIÇÃO DE SOFTWARE.
9 O art. 1 da Lei n 11.774, de 2008, o qual possibilita o desconto de créditos da Contribuição de forma acelerada sobre a aquisição de máquinas e equipamentos destinados à produção de bens e prestação de serviços, não abarca a aquisição de softwares, devido ao fato de estes não se enquadrarem no conceito de máquinas e equipamentos. Sobre a aquisição de software, poderão ser apurados créditos com fundamento no inciso VI do art. 3 da Lei nº 10.637, de 2002, descontados proporcionalmente a seu período de amortização, em consonância com o estabelecido no 1, inciso III do mesmo art. 3. Dispositivos Legais: Lei n 10.637, de 2002, art. 3, VI e 1, III; Lei n 11.774, de 2008, art. 1 ; Decreto 3.000, de 1999, art. 305, 5 e art. 310, 1 ; IN SRF n 162, de 1998; IN SRF n 4, de 1985. EDUARDO NEWMAN DE MATTERA GOMES J) DESPESAS POSTERIORES AO PROCESSO PRODUTIVO, EXCETO A COM FRETE SOBRE AS VENDAS, NÃO GERAM CRÉDITO DE PIS E COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 80, DE 28 DE MARÇO DE 2012 CRÉDITO. INSUMO. Os serviços prestados anterior ou posteriormente ao efetivo momento do processo produtivo, tais como (i) movimentação dos insumos e alimentação das máquinas nos locais de fabricação, com a utilização de empilhadeiras; (ii) troca de embalagem de sacos para big-bags ou vice versa, adequando a embalagem do produto disponibilizado pelo fornecedor destes insumos às necessidades das máquinas de produção; (iii) alimentação de silo de talco (insumo) e de dosadores (máquinas que alimentam as extrusoras); (iv) paletização (colocação dos produtos em paletes de madeira), com uso de empilhadeiras; e (v) movimentação dos produtos acabados no estoque [de produtos acabados], com uso de empilhadeiras; não são considerados insumos da produção, de acordo com a definição do art. 66, 5, da IN SRF nº 247, de 2002. Por isso, sobre os dispêndios com tais serviços não há constituição de créditos a serem descontados dos valores apurados para a contribuição para o PIS/Pasep, na sistemática da não cumulatividade, de acordo com o que trata o art. 3, II, da Lei nº 10.637, de 2002. O serviço de execução do ensaque dos produtos é considerada insumo do processo produtivo, de acordo com a definição do art. 66, 5, da IN SRF nº 247, de 2002, salvo quando a embalagem colocada se destine apenas ao transporte da mercadoria. Por isso, se tal serviço não se referir à embalagem que se destine apenas ao transporte da mercadoria, sobre os dispêndios com tais serviços há créditos a serem descontados dos valores apurados para a contribuição para o PIS/Pasep, na sistemática da não cumulatividade, de acordo com o que trata o art. 3, II, da Lei nº 10.637, de 2002.
Dispositivos legais: Lei nº 10.637, de 30 de dezembro 2002, art. 3º, incisos II e IV (após alterações feitas pela Lei nº 10.684, de 30 de maio de 2003, e pela Lei nº 10.865, de 2004); IN SRF n 247, 21 de novembro de 2002, art. 66 (após alterações feitas pela IN SRF nº 358, de 9 de setembro de 2003) e art. 67; e Decreto n 7.212, de 15 de junho de 2010 (Ripi/2010), art. 4.). CRÉDITO. INSUMO. Os serviços prestados anterior ou posteriormente ao efetivo momento do processo produtivo, tais como (i) movimentação dos insumos e alimentação das máquinas nos locais de fabricação, com a utilização de empilhadeiras; (ii) troca de embalagem de sacos para big-bags ou vice versa, adequando a embalagem do produto disponibilizado pelo fornecedor destes insumos às necessidades das máquinas de produção; (iii) alimentação de silo de talco (insumo) e de dosadores (máquinas que alimentam as extrusoras); (iv) paletização (colocação dos produtos em paletes de madeira), com uso de empilhadeiras; e (v) movimentação dos produtos acabados no estoque [de produtos acabados], com uso de empilhadeiras; não são considerados insumos da produção, de acordo com a definição do art. 8, 4, da IN SRF n 404, de 2004. Por isso, sobre os dispêndios com tais serviços não há constituição de créditos a serem descontados dos valores apurados para a Cofins, na sistemática da não cumulatividade, de acordo com o que trata o art. 3, II, da Lei nº 10.833, de 2003. O serviço de execução do ensaque dos produtos é considerada insumo do processo produtivo, de acordo com a definição do art. 8, 4, da IN SRF n 404, de 2004, salvo quando a embalagem colocada se destine apenas ao transporte da mercadoria. Por isso, se tal serviço não se referir à embalagem que se destine apenas ao transporte da mercadoria, sobre os dispêndios com tais serviços há créditos a serem descontados dos valores apurados para a Cofins, na sistemática da não cumulatividade, de acordo com o que trata o art. 3, II, da Lei nº 10.833, de 2003. Dispositivos Legais: Lei nº 10.833, de 29 de dezembro de 2003, art. 3º, incisos II e IV (após alterações feitas pela Lei nº 10.865, de 2004); Instrução Normativa SRF n 404, de 12 de março de 2004, art. 8 ; e Decreto n 7.212, de 15 de junho de 2010 (Ripi/2010), art. 4. EDUARDO NEWMAN DE MATTERA GOMES L) ALUGUEL DE EQUIPAMENTOS NO EXTERIOR NÃO ESTÁ SUJEITO AO PIS E COFINS IMPORTAÇÃO, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 86, DE 26 DE MARÇO DE 2012 COFINS-IMPORTAÇÃO. ALUGUEL. NÃO INCIDÊNCIA.
11 Não há incidência da Cofins-Importação sobre o pagamento efetuado à pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior pelo aluguel de servidores em datacenter situados também no exterior. A contribuição incide sobre a importação de produtos estrangeiros ou serviços, não alcançando, portanto, as remessas efetuadas como contraprestação pelo aluguel de equipamentos. CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP-IMPORTAÇÃO. ALUGUEL. NÃO INCIDÊNCIA. Não há incidência da Contribuição para o PIS/Pasep-Importação sobre o pagamento efetuado à pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior pelo aluguel de servidores em datacenter situados também no exterior. A contribuição incide sobre a importação de produtos estrangeiros ou serviços, não alcançando, portanto, as remessas efetuadas como contraprestação pelo aluguel de equipamentos. EDUARDO NEWMAN DE MATTERA GOMES M) TRANSPORTE INTERNACIONAL, DESDE QUE ASSUMIDO PELO VENDEDOR E COM PESSOA JURÍDICA DOMICILIADA NO PAÍS, GERA CRÉDITO DE PIS/COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 89, DE 30 DE MARÇO DE 2012 CRÉDITOS. TRANSPORTE INTERNACIONAL DE CARGAS. Pessoa jurídica industrial, que apure o IRPJ pelo lucro real, pode apurar créditos de Cofins em relação a seus dispêndios com o frete internacional na operação de venda de seus produtos para o exterior, quando o ônus desse frete for por ela assumido, e desde que contrate, para executar o referido transporte internacional, uma pessoa jurídica domiciliada no País. Dispositivos Legais: MP nº 2.158-35, de 2001, art.14, inciso V e 1º; Lei nº 10.833, de 2003, arts3º, inciso IX, 2º, caput e inciso II, e 3º. CRÉDITOS. TRANSPORTE INTERNACIONAL DE CARGAS. Pessoa jurídica industrial, que apure o IRPJ pelo lucro real, pode apurar créditos de contribuição para o PIS/Pasep em relação a seus dispêndios com o frete internacional na operação de venda de seus produtos para o exterior,
quando o ônus desse frete for por ela assumido, e desde que contrate, para executar o referido transporte internacional, uma pessoa jurídica domiciliada no País. Dispositivos Legais: MP nº 2.158-35, de 2001, art.14, inciso V e 1º; Lei nº 10.637, de 2002, art.3º, 2º, caput e inciso II, e 3º; Lei nº 10.833, de 2003, art.3º, inciso IX, e 15, inciso II. EDUARDO NEWMAN DE MATTERA GOMES