VIDEO OCULOGRAFIA DIGITAL



Documentos relacionados
Ossos próprios do nariz Lâmina perpendicular do etmóide Extensões dos ossos maxilar e frontal

Recebimento de pacientes na SRPA

Protocolo Clínico e de Regulação para Epistaxe

CIRURGIA DO NARIZ (RINOPLASTIA)

FÍSTULAS LIQUÓRICAS - rinogênicas - otogênicas. Rinorréias e Otorréias Liquóricas

Tratamento cirúrgico da rinite alérgica Surgical treatment for allergic rhinitis

Maria da Conceição Muniz Ribeiro

SISTEMA RESPIRATÓRIO. Prof.: Lazaro Antonio dos Santos

Técnicas Anestésicas Aplicadas à Cirurgia Oral

NARIZ. TUDO sobre. cirurgia de

Nefrolitotripsia Percutânea

CONCEITO. É definido como um material colocado no interior de uma ferida ou cavidade, visando permitir a saída de fluídos ou ar que estão

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

DISTÚRBIOS DA ATM. Dra.SUSANA C. FOGAÇA Prof. Faculdade Medicina da Universidade de Passo Fundo

RINOPLASTIA Cirurgia Plástica no Nariz

ORIENTAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS ADENOIDECTOMIA:

ORIENTAÇÕES PARA COLETA E TRANSPORTE DE SECREÇÃO RESPIRATÓRIA

CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA HIERARQUIZADA DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS

SISTEMA RESPIRATÓRIO

OTIMIZE seu próximo procedimento cirúrgico nasal.

SALSEP cloreto de sódio Solução nasal 9 mg/ml

SEPTOPLASTIA NASAL - Introdução História Embriologia Anatomia cirúrgica Fisiopatologia Diagnóstico Indicação Técnicas cirúrgicas

Fraturas Proximal do Fêmur: Fraturas do Colo do Fêmur Fraturas Transtrocanterianas do Fêmur

Reabilitação cirúrgica dos Fissurados de lábio e palato. M.Sc.Viviane Marques

Implantes dentários. A solução mais natural, estética e segura

Qual o estado atual das reabilitações de maxilas atróficas com osseointegração?

21/6/2011.

ANESTESIA E MEDIDAS PARA OTIMIZAÇÃO DO CAMPO CIRÚRGICO

Pós operatório em Transplantes

Dr. Bruno Pinto Ribeiro Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço Hospital Universitário Walter Cantídio

Ficha Informativa da Área dos Conhecimentos

CANCRO DA MAMA O PORQUÊ DA RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA

Cuiabá PERFURAÇÃO DO SÉPTO NASAL ABORDAGEM CIRÚRGICA

PROCEDIMENTOS QUE NECESSITAM DE AUTORIZAÇÃO PRÉVIA / PERÍCIA DO PAS / TRT8

A Estética da Mama CLÍNICA FERNANDO BASTO

Úlceras de pressão. Profº. Jorge Bins-Ely - MD - PhD

CIRURGIA DE OTOPLASTIA (PLÁSTICA DE ORELHAS) Termo de ciência e consentimento livre e esclarecido

Bursite e Lesão de Manguito Rotador

XXXIII Congresso Médico da Paraíba. Dr. Marcus Sodré

DACRIOCISTORRINOSTOMIA

Luxação do Ombro ou Luxação Gleno Umeral

Controle da bexiga e do intestino após dano na medula espinhal.

Microscópio cirúrgico

Nariz Torto e sua Correção Cirúrgica Funcional

CIRURGIA ENDOSCÓPICA DOS SEIOS PARANASAIS

o Ressonar e a Apneia de Sono

Sistema Respiratório

ERGONOMIA CENTRO DE EDUCAÇÃO MÚLTIPLA PROFESSOR: RODRIGO ARAÚJO 3 MÓDULO NOITE


Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço

SÍNDROME DA APNÉIA e HIPOPNÉIA OBSTRUTIVA DO SONO (SAHOS) PROF. DR. VINICIUS RIBAS FONSECA

Oferecemos uma ampla gama de tratamentos entre os que podemos destacar:

REGULAMENTAÇÃO PARA PROGRAMA DE FELLOWSHIP EM CIRURGIA PLÁSTICA DA FACE DA ABCPF

Profa Silvia Mitiko Nishida Depto de Fisiologia SENTIDO VESTIBULAR

Rinossinusite. Introdução Fisiologia nasossinusal Anatomia cirúrgica Definição e Classificação Diagnóstico Tratamento Casos

Generalidades: Porção de Condução I Nariz Externo:

Hospital IPO. Atenção

Sistema Esquelético Humano. Sistema Esquelético Humano. Sistema Esquelético Humano. Esqueleto axial. Sistema Esquelético Humano.

Evidências em Otorrinolaringologia. Índice Temático 2014

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas

Nariz e Laringe. Anatomia Aplicada à Medicina IV MOR 044 Prof. Sérvulo Luiz Borges

Sistema Respiratório

Artroscopia do Cotovelo

A NATAÇÃO E OS OUVIDOS

Cirurgia nasossinusal na infância - quebrando um tabu

Artroscopia. José Mário Beça

cateter de Swan-Ganz

Bursite do Olécrano ou Bursite do Cotovelo

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL. Caio Abner Leite

Crianças com deformidades na face. Avaliação da via aérea difícil. Valéria B. Melhado Hosp. Beneficência Portuguesa de Santos

Septoplastia e Turbinectomia

CIRURGIA DE RINOSSEPTOPLASTIA. Informações sobre a cirurgia

BANCO DE QUESTÕES. CURSO: Terapia intravenosa: práticas de enfermagem para uma assistência de qualidade NÍVEL: SUPERIOR

ANATOMIA. Sistema Respiratório. Órgãos da Respiração PROF. MUSSE JEREISSATI

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

Necessidades humanas básicas: oxigenação. Profª Ms. Ana Carolina L. Ottoni Gothardo

O uso do substituto ósseo xenogênico em bloco OrthoGen em procedimento de enxertia intraoral. Avaliação clínica e histológica.

Fraturas do Terço Médio da Face

É a etapa inicial do tratamento do canal, consiste em o dentista atingir a polpa dentária (nervinho do dente).

sondagem Friday, April 23, 2010 Seja bem-vindo(a) ao e-learning Sondagem Nasoenteral! Page 1 of 6

Oncologia. Oncologia. Oncologia 16/8/2011 PRINCÍPIOS DA CIRURGIA ONCOLÓGICA EM CÃES E GATOS. Patologia. Onkos tumor. Logia estudo

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO DIRETORIA DE ENFERMAGEM SERVIÇO DE EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM

Norma - Algaliação. Terapêutica Permitir a permeabilidade das vias urinárias. Diagnóstica Determinar por exemplo o volume residual

Pressão Intracraniana - PIC. Aula 10

Assessoria ao Cirurgião Dentista

Buco Maxilo Facial. Maxilo Facial GII 1.5 / 2.0 / 2.4

Guia do sistema de implante coclear Nucleus para educadores

FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL. Ataxias. Acd. Flora Paz. w w w. s c n s. c o m.

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

Revista do Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro Ano XXX - nº 02- Fevereiro de 2013

OTOPLASTIA (CIRURGIA ESTÉTICA DAS ORELHAS)

FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES Solução nasal com 9 mg/ml de cloreto de sódio. Embalagem com 1 frasco spray nasal com 30 ou 50 ml.

Cuiabá. Adenoidectomia com visualização endoscópica

Primeiros Socorros Volume I

TUMORES DA FARINGE SERVIÇO DE CABEÇA E PESCOÇO HUWC

Dra Tatiana Caloi Cirurgiã Plástica CREMESP TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO

Corpo de Bombeiros. São Paulo

Transcrição:

VIDEO OCULOGRAFIA DIGITAL CÓDIGO CBHPM 4.01.03.76-5 Vídeo oculografia digital (videonistagmografia) Video digital oculography Uma mini câmera de vídeo colocada num dos olhos com a ajuda de uma armação ocular, que capta os movimentos oculares e envia os dados para um computador que os registra e analisa. Os estímulos utilizados para desencadear o nistagmo, consistem em posições e movimentos específicos da cabeça e em fazer variar a temperatura da orelha, com a introdução de água ou ar, quente e/ou frio. Verificar o funcionamento do labirinto, fornecendo dados para identificar se determinada perturbação tem sua origem ao nível dos receptores da orelha interna, ou antes, nas estruturas nervosas centrais. O conjunto dos testes realizados durante o exame videonistagmográfico permite frequentemente um diagnóstico. Neste âmbito, é útil na decisão da necessidade de exames mais dispendiosos como a ressonância magnética.

TONSILECTOMIA A LASER CÓDIGO CBHPM 3.02.05.22-0 Tonsilectomia a laser Laser tonsillectomy Técnica de dissecção das tonsilas a laser de CO2. Redução do sangramento, dispensando cauterização por eletrocautério e diminuição da dor referida no pós-operatório. Redução do tempo cirúrgico e redução do tempo de internação.

UVULOPALATOFARINGOPLASTIA POR RADIOFREQUÊNCIA CÓDIGO CBHPM 3.02.05.26-3 Uvulopalatofaringoplastia por radiofrequência Uvulopalatopharyngoplasty radiofrequency Remoção dos tecidos do palato mole e úvula por radiofrequência, que cauteriza os tecidos, sem riscos de lesão neural,os quais serão reabsorvidos naturalmente pelo organismo. Provocar uma área de fibrose, aumentando o espaço das vias aéreas e diminuindo a ressonância e o ronco. Procedimento ambulatorial, com anestesia local e diminuição dos riscos de comprometimento da fala e deglutição.

RESSECÇÃO DE NASOANGIOFIBROMA POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM 3.02.05.28-0 Ressecção de nasoangiofibroma por videoendoscopia Endoscopic Surgery of nasopharyngeal angiofibroma Abordagem endoscópica para ressecção de tumores pequenos, limitados a nasofaringe, cavidade nasal, seios etmoidais e esfenoidal e fossa pterigopalatina. Permite uma visão ampliada e direta da lesão e relações anatômicas com estruturas adjacentes, promovendo melhor dissecção e controle do sangramento. Ausência de cicatrizes externas, disestesias e redução da possibilidade de deformidades craniofaciais. Maior controle do sangramento, redução do tempo cirúrgico e da internação. Minimização de recidivas.

OUTROS DEFEITOS CONGÊNITOS QUE NÃO A MICROTIA CÓDIGO CBHPM 3.04.01.04-6 Outros defeitos congênitos que não a microtia Other congenital defects that not the microtia Remodelamento do pavilhão auricular por retirada do excesso de pele e reposicionamento de cartilagem, recuperando as dobras naturais. Correção do ângulo da orelha em relação à cabeça. Remoção de apêndices (restos embrionários). Garantir a anatomia padrão do pavilhão auricular, evitando situação de constrangimento, baixa autoestima e timidez. Remodelamento do pavilhão auricular.

INJEÇÃO DE DROGAS INTRATIMPÂNICAS CÓDIGO CBHPM 3.04.04.07-0 Injeção de drogas intratimpânicas Injection of drugs intratympanic Injeção de drogas transtimpânicas. Garantir maior concentração da droga na perilinfa através da janela redonda e minimização dos efeitos colaterais sistêmicos da administração por outras vias. Ação mais rápida da droga por esta via, com menor risco e diminuição das internações para tratamentos clínicos.

TURBINOPLASTIA POR RADIOFREQUÊNCIA CÓDIGO CBHPM 3.05.01.46-6 Turbinoplastia por radiofrequência Turbinoplasty radiofrequency Remoção dos tecidos dos cornetos nasais por radiofrequência, que cauteriza os tecidos, os quais serão reabsorvidos naturalmente pelo organismo. Provocar uma área de fibrose, aumentando o espaço da via aérea nasal. Procedimento ambulatorial, com anestesia local e diminuição dos riscos de hemorragia, sinéquias, ozena e alterações olfativas.

CORPOS ESTRANHOS RETIRADA SOB ANESTESIA GERAL/HOSPITAL (NARIZ) POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM 3.05.01.47-4 Corpos estranhos retirada sob anestesia geral/hospital (nariz) por videoendoscopia Foreign Bodies - removed under general anesthesia/hospital (nose) by videoendoscopy Visão direta e ampliada de toda fossa nasal pela fibra óptica. Remoção de corpos estranhos da fossa nasal em casos de dúvidas da presença dos mesmos ou do posicionamento posterior. Garantir o diagnóstico da presença ou não do corpo estranho e sua remoção. Diagnóstico imediato e resolução com efetividade.

OZENA TRATAMENTO CIRÚRGICO POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM 3.05.01.50-4 Ozena tratamento cirúrgico por videoendoscopia Ozena - surgical treatment by videoendoscopy Implante submucoso com visão direta e ampliada de silicone, teflon, dracon, cartilagem, osso macerado ou em fragmentos, para diminuir a cavidade nasal. Restaurar cirurgicamente a anatomofisiologia nasal. Visão direta e ampliada, favorecendo menor agressão à mucosa nasal, evitando a extrusão dos materiais implantados.

PERFURAÇÃO DO SEPTO NASAL POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM 3.05.01.51-2 Perfuração do septo nasal por videoendoscopia Perforation of the nasal septum - by videoendoscopy Visão direta e ampliada da cavidade nasal, facilitando a correta identificação do plano de clivagem para preparo e rotação de retalho mucoso e colocação do enxerto cartilaginoso. Restaurar cirurgicamente a anatomofisiologia nasal. Visão direta e ampliada, favorecendo menor agressão à mucosa nasal e vascularização, possibilitando maior efetividade para a pega do enxerto.

RINOSSEPTOPLASTIA FUNCIONAL POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM 3.05.01.52-0 Rinosseptoplastia funcional por videoendoscopia Functional Rhinoplasty by videoendoscopy Visão direta e ampliada da fossa nasal, para correção cirúrgica das deformidades das cartilagens e facilitar a via de acesso para correção das deformidades ósseas do septo e pirâmide nasal. Restaurar cirurgicamente a anatomofisiologia nasal, na correção das laterorrinias e deformidades das cartilagens alares e vestíbulo nasal, que determinam a obstrução nasal. Visão direta e ampliada, favorecendo menor agressão à mucosa nasal, restabelecendo a permeabilidade nasal e minimização de complicações como sangramentos e sinéquias. Diminui a necessidade de tamponamento nasal.

SEPTOPLASTIA FUNCIONAL POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM 3.05.01.53-9 Septoplastia funcional por videoendoscopia Functional Septoplasty by videoendoscopy Visão direta e ampliada da fossa nasal, para correção cirúrgica das deformidades das cartilagens e facilitar a via de acesso para correção das deformidades ósseas do septo. Restaurar cirurgicamente a anatomofisiologia nasal e deformidades osteocartilagenosas do septo e vestíbulo nasal, que determinam a obstrução nasal. Visão direta e ampliada, favorecendo menor agressão à mucosa nasal, restabelecendo a permeabilidade nasal e minimização de complicações como sangramentos e sinéquias. Diminui a necessidade de tamponamento nasal.

ANTROSTOMIA MAXILAR INTRANASAL POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM 3.05.02.29-2 Antrostomia maxilar intranasal por videoendoscopia Maxillary antrostomy intranasal by videoendoscopy Visão direta e ampliada da fossa nasal, para facilitar a via de acesso ao complexo osteomeatal e antro maxilar. Restaurar cirurgicamente a drenagem e ventilação nasossinusal. Visão direta e ampliada, favorecendo menor agressão à mucosa nasal, restabelecendo a permeabilidade nasossinusal e minimização de complicações como sangramentos, sinéquias e recidivas. Diminui a necessidade de tamponamento nasal.

ETMOIDECTOMIA INTRANASAL POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM 3.05.02.31-4 Etmoidectomia intranasal por videoendoscopia Intranasal Ethmoidectomy by videoendoscopy Visão direta e ampliada da fossa nasal, para facilitar a via de acesso ao complexo osteomeatal e seio etmoidal. Restaurar cirurgicamente a drenagem e ventilação nasossinusal. Visão direta e ampliada, favorecendo menor agressão à mucosa nasal, restabelecendo a permeabilidade nasossinusal e minimização de complicações como sangramentos, sinéquias e recidivas. Diminui a necessidade de tamponamento nasal.

ARTÉRIA MAXILAR INTERNA LIGADURA TRANSMAXILAR POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM 3.05.02.30-6 Artéria maxilar interna ligadura transmaxilar por videoendoscopia Internal maxillary artery - ligation transmaxillar by videoendoscopy Visão direta e ampliada da fossa nasal, para correção cirúrgica da hemorragia nasal refratária pela ligadura arterial. O acesso pode ser realizado pela fossa nasal ou transantral. Promover a cauterização endoscópica ou ligadura arterial e cessar a hemorragia. Visão direta e ampliada, favorecendo menor agressão à mucosa nasal e acesso direto à artéria sangrante. Diminui a necessidade de tamponamento nasal.

SINUSOTOMIA FRONTAL INTRANASAL COM BALÃO POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM 3.05.02.36-5 Sinusotomia frontal intranasal com balão por videoendoscopia Frontal sinusotomy intranasal with balloon by videoendoscopy Visão direta e ampliada da fossa nasal, para facilitar a via de acesso ao ósteo e ao seio frontal, utilizando um cateter balão pequeno e flexível que quando insuflado, permite alargar os óstios dos seios paranasais. Restabelecer a ventilação e drenagens normais, sem danificar o revestimento dos óstios. Com o óstio sinusal alargado é possível introduzir um outro cateter de irrigação, que vai permitir a lavagem e remoção de secreções do interior do seio frontal. Procedimento sem remoção de tecidos e com sangramento ínfimo. Menor risco de complicações cirúrgicas. Indicação em pacientes imunossupridos e clinicamente críticos.