( ) Prova ( ) Prova Semestral

Documentos relacionados
CAPÍTULO 7 - ÁRVORES DE DECISÃO

Capítulo 7. Árvores de Decisão. 1. Considerações Iniciais. Estrutura: Nós de Decisões. Nós de Incerteza

Gerenciamento de Projetos Técnicas e Ferramentas iniciais

Princípios Fundamentais

CAPÍTULO 9 RISCO E INCERTEZA

CAP. 2 CONSIDERAÇÕES SOBRE OS CRITÉRIOS DE DECISÃO

Aula 09 Matemática Financeira. Princípios Fundamentais da Engenharia Econômica

MS877 PROJETO SUPERVISIONADO II Técnicas de Análise de Investimentos

Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais::REVISÃO

Como organizar um processo de planejamento estratégico

UNIDADE DESCENTRALIZADA NOVA IGUAÇU - RJ ENGENHARIA ECONÔMICA E FINANCEIRA

Tomada de Decisão e Distribuições de Probabilidade. Lupércio França Bessegato

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL)

MERCADO DE OPÇÕES - O QUE É E COMO FUNCIONA

Viabilidade Financeira: Calculo da TIR e VPL

04/08/2013. Custo. são os gastos com a obtenção de bens e serviços aplicados na produção ou na comercialização. Despesa

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES?

Avaliação de Investimentos

FINANÇAS EMPRESARIAIS. Fluxos de Caixa Futuros BRUNI BRUNI BRUNI BRUNI

CAP. 4b INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO DISCIPLINA: ECONOMIA DA ENGENHARIA

Comparação de Projetos de Inves3mentos

UWU CONSULTING - SABE QUAL A MARGEM DE LUCRO DA SUA EMPRESA? 2

1. Uma situação na qual um comprador e um vendedor possuem informações diferentes sobre uma transação é chamada de...

COMO DETERMINAR O PREÇO DE UMA

TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO ECONÔMICA. comunicação técnica do CETEM Avaliação Econômica de Projetos Prof. Raul Oliveira Neto

Substituição de equipamentos

Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção

AÇÕES CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários OUTUBRO 2012

FTAD - Formação técnica em Administração de Empresas Módulo de Contabilidade e Finanças. Prof. Moab Aurélio

ANEXO F: Conceitos Básicos de Análise Financeira

Capítulo 15: Investimento, Tempo e Mercado de Capitais

INVESTIMENTO A LONGO PRAZO 1. Princípios de Fluxo de Caixa para Orçamento de Capital

Teoria da Decisão MÉTODOS QUANTITATIVOS DE GESTÃO

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005

Universidade Federal de Goiás UFG Campus Catalão CAC Departamento de Engenharia de Produção. Sistemas ERP. PCP 3 - Professor Muris Lage Junior

Análise de Sensibilidade

INSPEÇÃO BASEADA EM RISCO SEGUNDO API 581 APLICAÇÃO DO API-RBI SOFTWARE

GASTAR MAIS COM A LOGÍSTICA PODE SIGNIFICAR, TAMBÉM, AUMENTO DE LUCRO

TAXA INTERNA DE RETORNO - IRR

TIPOS DE INVESTIMENTOS IMPORTANTES NA ELABORAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA- PARTE l

Neste artigo comentarei 06 (seis) questões da ESAF, para que vocês, que estão estudando para a Receita Federal, façam uma rápida revisão!!

Viabilidade Econômica: Revisão Bibliográfica

Com bom planejamento, empresário começa negócio sem dinheiro próprio.

Perfil de investimentos

Alertas ComStop Manual de Instruções

Como ganhar dinheiro recomendando cursos.

Contabilidade Gerencial PROFESSOR: Salomão Soares VPL E TIR

FORMAÇÃO DO PREÇO DE EXPORTAÇÃO. Instrutor: Luiz Roberto Oliveira.

BANCO CENTRAL DO BRASIL 2009/2010

PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS MÓDULO 16

Unidade: Decisão de Investimento de Longo Prazo. Unidade I:

Análise de Fluxos de Caixa em ambientes de incerteza e sua aplicação no Controle Externo. Valéria Cristina Gonzaga - TCEMG ENAOP 2011

Curso superior de Tecnologia em Gastronomia

VESTIBULAR ª Fase RACIOCÍNIO LÓGICO-MATEMÁTICO GRADE DE CORREÇÃO

O Plano Financeiro no Plano de Negócios Fabiano Marques

Luciano Silva Rosa Contabilidade 03

RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO-MATEMÁTICO

O papel do CRM no sucesso comercial

Gerenciamento de Projeto: Criando o Termo de Abertura II. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

prestação. Resp. $93.750,00 e $5.625,00.

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Junho, 2006 Anglo American Brasil

Arquitetura dos ambientes de saúde

Manual do Sistema "Vida em Mão - Controle Financeiro Para PALM" Editorial Brazil Informatica

Análise de Investimentos e Reposição de Ativos

MS 777 Projeto Supervisionado Professor: Laércio Luis Vendite Ieda Maria Antunes dos Santos RA:

Nome Número: Série. Jogo de Empresas

EXERCÍCIOS PROF. SÉRGIO ALTENFELDER

Problemas em vender? Veja algumas dicas rápidas e práticas para aumentar suas vendas usando marketing

SIMULAÇÃO DE GESTÃO EMPRESARIAL

Conceitos Básicos 09/10/2015. Módulo IV Capitalização Composta. CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA Montante e Juro Fórmulas Derivadas

Motivando sua Empresa para o Sucesso

O que é Administração

Análise de Investimentos e Financiamentos. Aula 3. Contextualização. Análise de Investimentos

E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS MASTER IMA-B5 FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA LONGO PRAZO

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS MASTER CRÉDITO FI RENDA FIXA CRÉDITO PRIVADO LONGO PRAZO

Sérgio Carvalho Matemática Financeira Simulado 02 Questões FGV

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

10 PASSOS PARA PLANEJAR E CONTROLAR AS VENDAS

JOGO DOS 4 ERROS - ANALISANDO UM NOVO INVESTIMENTO: ONDE ESTÃO OS 4 ERROS?

W W W. G U I A I N V E S T. C O M. B R

CAP. 3 - ANÁLISE DE INVESTIMENTOS EM SITUAÇÕES DE INCERTEZA

Melhores práticas no planejamento de recursos humanos

FATEC Cruzeiro José da Silva. Ferramenta CRM como estratégia de negócios

Preparando sua empresa para o forecasting:

Perguntas mais frequentes

Unidade: Aspectos contábeis na determinação dos fluxos de caixa. Unidade I:

OS EFEITOS DOS CUSTOS NA INDÚSTRIA

Precificação de Títulos Públicos

A ESCOLHA DO SOFTWARE PARA INFORMATIZAÇÃO DA SUA EMPRESA

COMO INVESTIR PARA GANHAR DINHEIRO

GPME Prof. Marcelo Cruz. Políticas de Apoio e Análise de Risco I e II. Objetivos. Políticas de apoio e análise de riscos. Administração financeira

Qual é o risco real do Private Equity?

Como Implantar Agora 03 Controles Simples e Efetivos Para Você Garantir A RASTREABILIDADE Da Sua Empresa Sem Precisar Investir em Softwares Caros!

ipea políticas sociais acompanhamento e análise 7 ago GASTOS SOCIAIS: FOCALIZAR VERSUS UNIVERSALIZAR José Márcio Camargo*

REC 3600 Finanças 1 primeira prova

Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios. Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios.

Transcrição:

( ) Prova ( ) Prova Semestral (x) Exercícios ( ) Segunda Chamada ( ) Prova Modular ( ) Prova de Recuperação ( ) Prática de Laboratório ( ) Exame Final/Exame de Certificação ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Simulação de Sistemas de Produção Turma: EGP 161-361 Professor: Milton Data: mar / 2013 Aluno (a): Árvores de Decisão Exemplo 1: (escolha com critérios) Filho na Universidade (TAHA, Hamdy A, Pesquisa Operacional. 8ª Ed. Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2008., pg. 219) Univ. Localidade (17%) Reputação (83%) A 13 55 B 27 27 C 60 18 Exemplo 2: (escolha com risco) Investimento de $10.000 (TAHA, Hamdy A, Pesquisa Operacional. 8ª Ed. Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2008., pg. 224) retorno B1 B2 Alta (60%) 5.000 1.500 Baixa (40%) -2.000 500 Considerar: i) Critério do Maior Mínimo ii) Critério da Maior Probabilidade iii) Critério do Valor Esperado Exemplo 3: (escolha com risco) Lançamento de um Produto: (considere dada a árvore) (ANDRADE, Eduardo Leopoldino de. Introdução à pesquisa operacional. 4ª ed. Rio de Janeiro: 2004.pg. 149) Regional: Baixa demanda (30%) Alta demanda (70%) Lucro Probabilidade (%) Lucro Probabilidade (%) -1 20 1 20 0 50 2 40 1 30 3 40 Nacional: Lucro Probabilidade (%) Alta demanda -1 20 Lucro Probabilidade (%) 0 30 1 20 3 30 3 30 5 20 5 50 Página 1 de 6

Exemplo 4: (escolha com critérios e hierarquia) Filhos na Universidade (continuação de Exemplo 1) (TAHA, Hamdy A, Pesquisa Operacional. 8ª Ed. Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2008., pg. 219) Hierarqia Localidade Reputação Filho (H) 45% Univ. 30% 70% Filha (M) 55% A 20 45 B 30 20 C 50 35 Exemplo 5: (escolha com risco e voto) Investimento de $10.000 (continuação de Exemplo2) (TAHA, Hamdy A, Pesquisa Operacional. 8ª Ed. Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2008., pg. 227) Voto do amigo investidor A favor (+) Contra (-) Dado: Alta = A 90 10 Baixa = B 50 50 P(a b) = P(a b) P(a b) = P(a b) x P(b) P(b) P(+ A) = 0,9 P(- A) = 0,1 X 0,6 P(+ A) = 0,54 P(- A) = 0,06 P(+ B) = 0,5 P(- B) = 0,5 X 0,4 P(+ B) = 0,20 P(- B) = 0,20 P(+) = 0,74 P(-) = 0,26 P(A +) = 0,54 P(A -) = 0,06 P(A +) = 0,730 P(A -) = 0,231 P(B +) = 0,20 P(B -) = 0,20 P(B +) = 0,270 P(B -) = 0,769 0,74 0,26 Dado: Voto do amigo investidor A favor (+) Contra (-) Alta = A 0,730 0,231 Baixa = B 0,270 0,769 Página 2 de 6

Exemplo 6: (http://www.iepg.unifei.edu.br/edson/download/engecon2/cap7ee2arvdecapost.pdf) (Adaptado de: CAZAROTTO FILHO, Nelson e KOPITTKE, Bruno H. Análise de Investimentos. 5o ed. Vértice, São Paulo, 1992.) Um vendedor ambulante está considerando a possibilidade de vender camisas esportivas. As camisas seriam compradas por $ 10.00 e vendidas por $ 35.00. Como a qualidade do material é baixa estima-se que haja 30% de perda para o vendedor ambulante. Independente da quantidade adquirida, seus custos de transporte e manutenção serão de $ 1000.00 por dia. As camisas não vendidas terão um valor residual de $ 2.00. A demanda diária pelas camisas depende das condições de vigilância nas ruas: se a vigilância for ostensiva, o vendedor somente consegue vender 50 camisas, vendendo 4 vezes mais se a vigilância das ruas for fraca. Caso a vigilância for média, o vendedor consegue colocar 120 camisas. As camisas só podem ser compradas em lotes pré - determinados: 80, 160, 240 ou 320 unidades. A experiência tem mostrado que há 40% de chance de que a vigilância seja fraca contra 30% de vigilância ostensiva. Em consequência ela é média 30% das vezes. Calcule: a) Qual a quantidade de camisas que o vendedor ambulante deverá comprar para maximizar o seu lucro esperado? b) Disponha os resultados sob forma de matriz de receitas. Solução: a) Quantidade de camisas que maximiza o lucro esperado. Alternativas: A. compra de 80 camisas B. compra de 160 camisas C. compra de 240 camisas D. compra de 320 camisas Alternativa A: Custo da alternativa: 80 x 10.00 + 1000.00 = 1800.00 Camisas vendáveis: 80 x 0,7 = 56 Receitas: para vigilância ostensiva: 50 x 35.00 + 6 x 2.00 = 1762.00 para vigilância média: 56 x 35,00 = 1960.00 para vigilância fraca: 56 x 35.00 = 1960.00 Receita líquida: Para vigilância ostensiva (o): 1762.00-1800.00 = -38.00 Para vigilância média (m): 160.00 Para vigilância fraca (f): 160.00 Calcula-se as receitas líquidas das outras alternativas de forma análoga. A árvore de decisão apresenta-se assim: Página 3 de 6

As receitas líquidas esperadas são as seguintes: E(A) = 0,3 x (-38) + 0,3 x 160 + 0,4 x 160 = 100.60 E(B) = 706.20 E(C) = 836.60 E(D) = 571.00 Desta forma, a melhor alternativa é a C, que consiste na compra de 240 camisas. b) Matriz de decisão. Pode-se, também, apresentar o problema sob a forma de matriz de decisão: Vigilância Alternativas Ostensiva Média Fraca A -38.00 160.00 160.00 B -726.00 1320.00 1320.00 C -1414.00 896.00 2480.00 D -2102.00 208.00 2848.00 P(v) 0,3 0,3 0,4 A partir destes dados pode-se, por exemplo, calcular o valor de uma informação adicional. Vejamos o caso de uma informação perfeita: Até quanto o vendedor ambulante poderá pagar a um hipotético policial corrupto para que lhe informe qual o tipo de vigilância que irá ocorrer com certeza? Deve-se verificar, neste caso, qual a melhor opção quando se sabe o que vai ocorrer: Caso a vigilância seja ostensiva a melhor alternativa é a A, ou seja, o prejuízo será de $38.00. Caso a vigilância seja média a melhor alternativa é a B, com lucro de 1320. Caso a vigilância seja fraca a melhor opção é a alternativa D, com lucro de 2848. Assim o valor esperado da receita líquida, com informação perfeita, é de: V(p) = -38 x 0,3 + 1320 x 0,3 + 2848 x 0,4 = 1523,80 Ora, o valor esperado sem esta informação era de $836,60, correspondente à alternativa C. Assim o vendedor deve estar disposto a pagar ao policial no máximo: 1523,80-836,60 = 687,20. Página 4 de 6

Exemplo 7: (http://www.iepg.unifei.edu.br/edson/download/engecon2/cap7ee2arvdecapost.pdf) (Adaptado de: NEVES, Cesar das. Análise de Investimentos: Projetos Industriais e Engenharia Econômica.Zahar Editores, Rio de Janeiro, 1982.) Deseja-se decidir entre várias alternativas a respeito do nível de produção de um determinado produto levando-se em conta as incertezas do lado da demanda. Considere que há dois tamanhos de plantas como alternativas de investimentos: a) Uma planta de grande capacidade que exigiria investimentos da ordem de $ 40 milhões e b) Uma planta de pequena capacidade que exigiria investimentos, bem menores, de cerca de metade do investimento anterior. Optando-se pela planta pequena, pode-se ainda daqui a três anos atingir a capacidade da planta grande através de um projeto de expansão cujos investimentos valem, atualizados para a época de referência, cerca de $ 25 milhões. Supõe-se que o mercado tem um comportamento aleatório, não se sabendo com certeza se a demanda ao longo da vida útil do projeto será elevada, média ou pequena, nem suas taxas de crescimento. Foram, no entanto, estimadas probabilidades a respeito da ocorrência desses diversos tipos de comportamento. Se a empresa optar pela planta grande e o mercado se revelar insuficiente no início da vida do projeto, poderá ter perdas da ordem de $ 10 milhões, optando pelo fechamento da fábrica. O grupo investidor poderá, também, esperar o crescimento da demanda. Caso espere o crescimento da demanda e esta se mantenha pequena, o grupo não terá condições de arcar com os prejuízos de cerca de $ 30 milhões. Este tipo de raciocínio é estendido a todas as situações possíveis. A figura a seguir apresenta as probabilidades de ocorrência dos eventos aleatórios, bem como os investimentos necessários e os lucros previstos para cada situação: Escolha a melhor alternativa para a empresa. Página 5 de 6

Exercícios: 1) As Fibras Mágicas (http://www.iepg.unifei.edu.br/edson/download/engecon2/cap7ee2arvdecapost.pdf) Você é o analista de investimentos de uma Empresa de Transmissão de Energia O grupo de desenvolvimento acaba de criar tecnologia para transmitir energia por fibras óticas. O grupo de marketing propõe que a Empresa construa alguns protótipos e faça testes de mercado. O grupo de planejamento recomendou que a empresa prosseguisse com a fase de desenvolvimento. Estima-se que essa fase preliminar (protótipos) durará um ano e custará $100 milhões. Além do mais, o grupo acredita que há uma probabilidade de 65% de que os testes de produção e marketing sejam bem sucedidos. Se os testes iniciais de mercado forem bem sucedidos, ao final do primeiro ano a Empresa investirá em terrenos, construção e equipamentos. Essa fase custará $1.500 milhões. A produção se dará nos próximos cinco anos, gerando um fluxo de caixa líquido por ano é de $900 milhões. A TMA (Taxa Mínima de Atratividade) é de 15% ao ano. Se os testes forem mal sucedidos, isto acarretará num fluxo de caixa líquido de -630 milhões por ano nos últimos cinco anos. As decisões a serem tomadas são as seguintes: 1. Deve-se continuar a fase de desenvolvimento da fibra? 2. Deve-se investir na produção em escala (protótipo)? 2) Compra de um Processo Iindustrial (http://www.iepg.unifei.edu.br/edson/download/engecon2/cap7ee2arvdecapost.pdf) Uma empresa está considerando a compra de um processo industrial. O preço solicitado pelo processo é de 1.300 u.m. Não se sabe exatamente se o processo funcionará sem problemas quando implantado em regime normal de produção. Melhores garantias de funcionamento podem ser obtidas se a empresa construir uma planta em pequena escala, testando o novo processo nesse projeto piloto. O custo desse projeto piloto é estimado em 5.900 u.m. Caso o processo funcione a contento, o lucro obtido será, em termos de valores atuais, da ordem de 25.000 u.m. Caso o processo tenha problemas de funcionamento, haverá um prejuízo de 10.000 u.m. Esses valores incluem os gastos de investimentos na planta, custos operacionais, receitas geradas etc., excluindo porém os gastos referentes à compra do processo e os gastos com o projeto piloto. As probabilidades de funcionamento, com e sem os gastos em pesquisa no projeto piloto são: Sem projeto piloto Com projeto piloto Funcionamento normal 0,5 0,7 Funcionamento com problemas 0,5 0,3 Estabeleça a árvore de decisão levando em consideração todas as alternativas possíveis. Determine o curso de ação mais recomendável. 3) Exercícios Propostos 1. e 2. da página 155 de ANDRADE, Eduardo Leopoldino de. Introdução à pesquisa operacional. 4ª ed. Rio de Janeiro: 2004. 4) Exemplo-Protótipo 15.1. da página 663 e sua Continuação na página 669 de HILLIER, F. S.; LIEBERMAN, G. J. Introdução à pesquisa operacional. 8. ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 2006. Página 6 de 6