MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS) - 2004



Documentos relacionados
Aspectos Legais em APH

Diário Oficial Imprensa Nacional

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA PROVIMENTO DE CARGOS PARA SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA SAMU OESTE EDITAL Nº 007, DE 15/07/2015.

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS

Transporte inter-hospitalar de pacientes - Resolução: 1672 de 2003 *****

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 002/2012 CT PRCI n /2012 e Ticket

CONSULTA Nº /2013

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUNDIAÍ DO SUL

MINISTÉRIO DA SAÚDE. GABINETE DO MINISTRO Portaria nº 572/GM Em 1 de junho de 2000

ASSUNTO: Peculiaridades do transporte de pacientes pelo SAMU 192. RELATOR: Cons. Luiz Augusto Rogério Vasconcellos

PROCESSO SIMPLIFICADO PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOAL PARA O SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA SAMU EDITAL 1/2008

ANEXO I EDITAL Nº 20/2010-SEADM DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES DA FUNÇÃO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA PSF - LEI Nº 6.938/2005

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 012/2012 CT PRCI n /2012

ANEXO III METAS DE PRODUÇÃO: POR SERVIÇO. AÇÕES METAS INDICADORES RESULTADOS 1. Recursos Humanos: 1.


Serviço o de Atendimento Móvel M Urgência- SAMU 192

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM

Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU. Nota Técnica nº 10

PORTARIA 1.600, DE 7 DE JULHO DE

Experiência Do Município De Cascavel PR Na Atenção Domiciliar ABRASAD

* Portaria SAS/MS nº 356 de 22 de setembro de 2000

Grupo de Trabalho da PPI. Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE SERVIÇO AUTÔNOMO HOSPITALAR

Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências

RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008

I ANÁLISE: Rua Barão de São Borja, 243 Boa Vista CEP Fone:

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO

Sumário: 1. Saúde 1.1. Estratégia da Saúde da Família no território 2.1 (Rio de Janeiro);

O CUIDADO QUE EU PRECISO

GUIA DE ARGUMENTOS DE VENDAS

Decreto N de 28/06/11 Regulamentando a Lei N de 19/09/90

Hospital de Clínicas Gaspar Viana

Perguntas e respostas baseadas nas videoconferências dos dias 8, 9 e 15 de fevereiro

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GAB Nº 043 / 2011

Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Portaria GM/MS n 1.823, de 23 de agosto de 2012

Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU. Nota Técnica nº 07

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS EMPREGOS PÚBLICOS

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal - Lei nº 5.905/73

PARECER COREN-SP 006/2014 CT PRCI n /2013 Tickets nº e

NOTA TÉCNICA 07 /2014

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão

MANIFESTO DOS TERAPEUTAS OCUPACIONAIS À REDE DE HOSPITAIS PÚBLICOS FEDERAIS DO RIO DE JANEIRO

Especialização Profissional Técnica de Nível Médio

Considerando a Portaria nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui a Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Renal;

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

LEI Nº , DE 6 DE ABRIL DE 2001

Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul

Título: SERVIÇO MUNICIPAL DE AMBULÂNCIAS DE JUNDIAÍ - Relato de Experiência

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1

A LEI DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ENFERMAGEM

Planejamento Estratégico

1ª Adequação do Regimento do Serviço de Enfermagem do Consórcio Intermunicipal de Saúde Centro Oeste do Paraná INTRODUÇÃO

PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às

Portaria nº 570/GM Em 1 de junho de 2000.

LEI Nº 7.498, DE 25 DE JUNHO DE 1986

As escolas podem transformar os cenários de atuação?

1 SADS- Serviço de Atendimento Domiciliar em Saúde. 1 Projeto Dengue. 1 Consultório na Rua. 1 Central de Ambulâncias

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014

Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

QUESTIONÁRIO DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA

MANUAL DE USO DO SISTEMA SAIPS - SISTEMA DE APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS EM SAÚDE

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde

Faculdade de Ciências Médicas - UNICAMP. 1º Edital Para Chamada de Candidatos a Tutores e Supervisores. Programa Mais Médicos Brasil - PMMB

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014

RESOLUÇÃO CREMEC nº 44/ /10/2012

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO

ANEXO II "AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS" INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS

Rede de Atenção Psicossocial

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FACULDADE SUMARÉ

Portaria GM/MS n.º 263, de 5 de fevereiro de 2002.

PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de :00

Estado: ESPIRITO SANTO RESPONSABILIDADES GERAIS DA GESTAO DO SUS

ESPECIALIZAÇÃO EM CIÊNCIAS DA ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE

CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA DO NOROESTE DO PARANÁ CIUENP SAMU 192 NOROESTE DO PARANÁ.

IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS

PARECER CREMEB Nº 28/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 23/07/2013)

PARECER CREMEC Nº 07/ /02/2011

I. APRESENTAÇÃO... i II. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE VITÓRIA (ES)... 1

Decreto de 28/06/ Resumo -

I SEMINÁRIO NACIONAL DO PROGRAMA NACIONAL DE REORIENTAÇÃO DA FORMAÇÃO PROFISIONAL EM SAÚDE PRÓ-SAÚDE II

Curso de Medicina no GHC: A base para nossos desafios

PORTARIA Nº 122, DE 25 DE JANEIRO DE 2011

AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA

Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município?

MANUAL DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIAS ESPECIAIS

PROJETO TELESSAÚDERS. Projeto de Telemática e Telemedicina em Apoio à Atenção Primária à Saúde no Brasil: Núcleo Rio Grande do Sul.

Rede de Atenção Psicossocial

Núcleo de Apoio à Saúde da Família NASF. Perguntas mais frequentes

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA

Detalhamento por Localizador

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 3.630, DE 2004

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

Transcrição:

MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS) - 2004

INTRODUÇÃO Última edição do Manual (revista e atualizada): 2006 Objetivo: Implantação do Serviço de Atendimento Móvel às Urgências Atende aos princípios e diretrizes do SUS: Universalidade Integralidade Descentralização Participação Social Humanização

PORTARIA GM Nº 1828, DE 02/09/2004 Regulamenta o incentivo financeiro para adequação da área física das Centrais de Regulação Médica de Urgência em estados, municípios e regiões de todo o território nacional Também regulamenta o financiamento para a manutenção e custeio do componente pré-hospitalar móvel e Central de Regulação Médica: Fundo Nacional de Saúde (FNS) Equipe Suporte Básico: R$ 12.500,00/mês Equipe Suporte Avançado: R$ 27.500,00/mês Equipe Central Samu 192: R$ 19.000,00/mês

PORTARIA GM Nº 1863, DE 29/09/2003 Institui a Política Nacional de Atenção às Urgências a ser implantada em todas as unidades federadas, respeitadas as competências das 3 esferas de gestão. Objetivo: desconcentrar a atenção efetuada exclusivamente pelos prontos-socorros. Atendimento às urgências clínicas, cirúrgicas, ginecoobstétricas, psiquiátricas, pediátricas e as relacionadas às causas externas Fomentar, coordenar e executar projetos estratégicos de atendimento às necessidades coletivas em saúde calamidades públicas, perigo iminente, acidentes com múltiplas vítimas

PORTARIA GM Nº 1863, DE 29/09/2003 Qualificar a assistência e promover a capacitação continuada das equipes de saúde do SUS na atenção às urgências. As Centrais de Regulação Médica de Urgências são integradas ao Complexo Regulador da Atenção no SUS Componentes fundamentais da Política: Organização de redes loco-regionais de atenção integral às urgências: I. Componente Pré-Hospitalar Fixo: Centros de Saúde, Programas de Saúde da Família, Agentes Comunitários de Saúde, UPAS (Unidades nãohospitalares de atendimento às urgências)

PORTARIA GM Nº 1863, DE 29/09/2003 II. Componente Pré-Hospitalar Móvel: Samu e serviços de salvamento e resgate Número único nacional: 192 III. Componente Hospitalar: unidades hospitalares gerais e de referência IV. Componente Pós-Hospitalar: atenção domiciliar, hospitais-dia, projetos de reabilitação integral (comunidade)

PORTARIA GM Nº 1864, DE 29/09/2003 Suporte Básico de Vida: 1 ambulância 100 a 150 mil habitantes Suporte Avançado de Vida: 1 ambulância 400 a 450 mil habitantes O restante dos recursos necessários para o custeio e manutenção das equipes estados e municípios.

PORTARIA GM Nº 2048, DE 05/11/2002 Regulamento Técnico Urgência e Emergência dos Sistemas Estaduais de SUS e NOAS Extensivo ao setor privado que atue nas áreas de urgência e emergência, com ou sem vínculo com o SUS. CAP. I Plano Estadual de Atendimento às Urgências: Municípios que realizam atenção básica ampliada e procedimentos hospitalares e diagnósticos mínimos de média complexidade USB Centrais Reguladoras Urgências Regionais e Estaduais de Salas de Estabilização

PORTARIA GM Nº 2048, DE 05/11/2002 CAP. II - Centrais de Regulação Médica organizam a relação entre os vários serviços, qualificando o fluxo dos pacientes no sistema geram porta de comunicação com o público em geral (pedidos de socorro recebidos, avaliados e hierarquizados) médico regulador telefonista auxiliar de regulação médica

PORTARIA GM Nº 2048, DE 05/11/2002 CAP. III Atendimento Pré-Hospitalar Fixo espaço e material adequados emergências de baixa complexidade ao atendimento de UPAS: complexidade intermediária CAP. IV Atendimento Pré-Hospitalar Móvel Definição: atendimento que procura chegar precocemente à vítima, após ter ocorrido um agravo à sua saúde, que possa levar ao sofrimento, sequelas ou mesmo à morte, sendo necessário, portanto, prestar-lhe atendimento e/ou transporte adequado a um serviço de saúde devidamente hierarquizado e integrado ao SUS. Pode ser primário ou secundário

PORTARIA GM Nº 2048, DE 05/11/2002 Equipe de profissionais: Coordenador Responsável Técnico: médico Responsável de Enfermagem Médicos Reguladores Médicos Intervencionistas Enfermeiros Assistenciais Auxiliares e Técnicos de Enfermagem Telefonista-auxiliar de Regulação Rádio-operador Condutor de veículos de urgência Profissionais responsáveis pela segurança: SBV Bombeiros Militares: SBV

PORTARIA GM Nº 2048, DE 05/11/2002 Competências e Atribuições do ENFERMEIRO: Supervisionar e avaliar as ações de enfermagem da equipe no atendimento pré-hospitalar móvel Executar prescrições médicas por telemedicina Prestar cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica a pacientes graves e com risco de vida, que exijam conhecimentos científicos adequados e capacidade de tomar decisões imediatas Prestar assistência de enfermagem à gestante, à parturiente e ao recémnato Realizar partos sem distócia Participar nos programas de treinamento e aprimoramento de pessoal de saúde em urgências, particularmente nos programas de educação continuada Fazer controle de qualidade do serviço nos aspectos inerentes à sua profissão Obedecer à Lei do Exercício Profissional e o Código de Ética de Enfermagem Conhecer equipamentos Realizar manobras de extração manual de vítimas

PORTARIA GM Nº 2048, DE 05/11/2002 Suporte Básico: 1 motorista e 1 técnico ou auxiliar de enfermagem Suporte Avançado: 1 motorista, 1 médico e 1 enfermeiro Setor Privado de atendimento pré-hospitalar móvel Central de Regulação Médica, médicos reguladores e de intervenção, equipe de enfermagem e assistência técnica farmacêutica (serviços de atendimentos clínicos)

PORTARIA GM Nº 2048, DE 05/11/2002 CAP. V Atendimento Hospitalar Unidades Gerais: pequeno porte média complexidade Unidades de Referência CAP. VI Transferências e Transporte inter-hospitalar A decisão de transferir um paciente grave é estritamente médica e deve considerar os princípios básicos do transporte, quais sejam: não agravar o estado do paciente, garantir sua estabilidade e garantir transporte com rapidez e segurança. Nos casos de transporte de pacientes críticos para realização de procedimentos diagnósticos ou terapêuticos e, caso estes serviços situem-se em clínicas desvinculadas de unidades hospitalares, o suporte avançado de vida será garantido pela equipe da unidade de transporte; Nos locais em que as Centrais de Regulação ainda não estejam estruturadas ou em pleno funcionamento, é vedado a todo e qualquer solicitante, seja ele público ou privado, remover pacientes sem contato prévio com a instituição/serviço potencialmente receptor; Nos locais em que as Centrais de Regulação já estão em funcionamento, nenhum paciente poderá ser transferido sem contato prévio com a mesma ou contrariando sua determinação; Equipe de Transporte Informar ao médico regulador caso as condições clínicas do paciente no momento da recepção do mesmo para transporte não sejam condizentes com as informações que foram fornecidas ao médico regulador e repassadas por este à equipe de transporte; Serviço/Médico Receptor Comunicar a Central de Regulação sempre que houver divergência entre os dados clínicos que foram comunicados quando da regulação e os observados na recepção do paciente.

PORTARIA GM Nº 2048, DE 05/11/2002 CAP. VII Núcleos de Educação em Urgências (NEU) Serviços de atendimento móvel pré-hospitalar UPAS/hospitais Unidades Básicas de Saúde/PSF

QUESTÕES DE PROVA FCC/Câmara dos Deputados/Enfermeiro/2007: O transporte e as transferências interhospitalares estão regulamentados pela Portaria GM/MS 2048/02, que estabelece as responsabilidades e atribuições dos serviço/médico solicitante, da central/médico regulador, da equipe/médico de transporte e do serviço/médico receptor I. Não remover paciente em risco iminente de vida, sem prévia e obrigatória avaliação e atendimento respiratório, hemodinâmico e outras medidas urgentes específicas para cada caso, estabilizando-o e preparando-o para o transporte. II. Somente nos locais em que as Centrais de Regulação ainda não estiverem estruturadas ou em pleno funcionamento, será permitido ao solicitante, seja ele público ou privado, remover paciente sem contato prévio com a instituição/serviço potencialmente receptor. III. O serviço médico receptor deve comunicar à Central de Regulação sempre que houver divergência entre os dados clínicos que foram comunicados quando da regulação e os observados na recepção do paciente. É correto o que conta em: (A) (B) (C) (D) (E) I, apenas. I, II e III. I e III, apenas. I e II, apenas. III, apenas.