Tributos em orçamentos



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Transcrição:

Tributos em orçamentos Autores: Camila de Carvalho Roldão Natália Garcia Figueiredo Resumo O orçamento é um dos serviços mais importantes a serem realizados antes de se iniciar um projeto. É através dele que se verificam quais serão todos os custos a serem gastos para a implementação do mesmo. Para que o orçamento seja assertivo, devem ser considerados vários custos, dentre eles os tributos, que possuem um valor significativo. O foco maior deste artigo serão os tributos que incidem nos orçamentos de engenharia. Tributo consiste em um comprometimento dos contribuintes, pessoas físicas ou jurídicas, para com o Estado (União, Estados ou Municípios). Existem aqueles que estão embutidos no custo de aquisição de um material (como o ISS), outros que incidem sobre a folha de pagamento (como o FGTS) e os que incidem sobre o faturamento, ou seja, sobre a nota fiscal emitida (como o PIS e a Cofins). Conceito Durante o processo de orçamento, vários tributos devem ser considerados pelo orçamentista. Existem os tributos que incidem sobre a renda e o patrimônio, que devem ser arcados pelos contribuintes, chamados de tributos diretos, e os que incidem sobre o preço das mercadorias e serviços, os tributos indiretos. No primeiro grupo, estão os tributos como o Imposto de Renda (IR), o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), a contribuição à Previdência, entre outros. No segundo, estão o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), cobrado em quase todos os produtos vendidos, e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), por exemplo. Existem cinco espécies de tributo: imposto, taxa, contribuição de melhoria, contribuição especial e empréstimo compulsório. O imposto é um tributo arrecadado que pode ser utilizado para qualquer atividade pública, já que é um pagamento realizado pelo contribuinte para gerar o orçamento do Estado. As taxas e as contribuições são tributos cuja cobrança é vinculada a execução de uma atividade pública determinada, ou seja, existe um destino certo para a aplicação do dinheiro. Diferente do imposto, o valor da taxa depende do serviço prestado e não possui uma base de cálculo. Com relação às contribuições, as de melhoria se referem a um projeto que pode resultar em algum benefício para o cidadão. As contribuições especiais possuem uma destinação específica para um determinado grupo ou atividade. O empréstimo compulsório é uma espécie de tomada de dinheiro que a União faz em determinadas situações de emergência, para futuramente restituí-lo ao cidadão. No Brasil, os tributos podem ter três funções:

Fiscal: Quando tem como finalidade a arrecadação de recursos financeiros para o Estado. Exemplo: Imposto de Renda. Extrafiscal: Quando a finalidade é interferir no domínio econômico, buscando equilibrar determinados setores da economia. Exemplo: Imposto sobre produtos industrializados (IPI). Parafiscal: Quando ocorre a delegação da capacidade tributária ativa à terceira pessoa (de direito público ou privado). Esta atribuição é feita pela União, Estados, Distrito Federal ou Municípios, mediante uma lei, arrecadando o tributo, fiscalizando sua exigência e utilizando-se dos recursos recebidos para o alcance de seus fins. Exemplo: a contribuição anual paga pelos engenheiros ao CREA. Os tributos podem ser federais, estaduais ou municipais: Tributos federais: São os tributos arrecadados pela União, previstos pela Constituição Federal. Como exemplos podem ser citados: Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Imposto sobre a Exportação (IE), Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR), Imposto sobre Operações de Crédito (IOF), Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR - pessoa física e jurídica), IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), Programa de Integração Social (PIS), Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e Imposto Nacional do Seguro Social (INSS). Tributos estaduais: São os tributos arrecadados pelo Estado. Como exemplos podem ser citados: Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação Serviços (ICMS), Imposto sobre Transmissão "Causa Mortis" e Doação (ITCM) e Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Tributos municipais: São os tributos arrecadados pelo Municipio. Como exemplo, podem ser citados: Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), Imposto Sobre Serviços (ISS) e Imposto sobre Transmissão de Bens Inter Vivos (ITBI). Como se aplica Deve ser salientada a importância dos tributos nos custos dos empreendimentos de engenharia e arquitetura, uma vez que a incidência destes nos insumos das obras é de aproximadamente 41% do preço de um serviço, como pode ser verificado na tabela 01 abaixo: Tabela 01 - Tributos sobre a construção Insumos % sobre Carga Incidência de Preço Tributária Impostos Mão de Obra 39,0% 54,5% 21,3% Materiais 40,6% 24,0% 9,7% Equipamentos 4,0% 25,0% 1,0% Tributos sobre a Receita 6,7% 100,0% 6,7% Lucro / Tributos sobre o Lucro 9,7% 25,0% 2,4% Média dos Tributos sobre a Construção 100,0% - 41,1% Fonte: www.forumdaconstrucao.com.br

Conforme a tabela 02 abaixo, verifica-se que no orçamento de uma obra os tributos estão embutidos em quase todos os insumos da construção. Tabela 02 - Custos de construção CUSTOS DE CONSTRUÇÃO PESSOAL MATERIAIS EQUIPAMENTOS SALÁRIOS BENEFÌCIOS VALE TRANSPORTE ENCARGOS SOCIAIS FORNECIMENTO IMPOSTOS FORNECIMENTO IMPOSTOS TAXAS E SEGUROS CREA E LICENÇAS Fonte: www.confea.org.br INSS FGTS IR IPI ICMS IPI ICMS IMPORTAÇÃO Os tributos também devem ser considerados na composição do preço de venda, conforme tabela 03. Tabela 03 Tributos sobre o preço de venda ISS COFINS PIS TRIBUTOS SOBRE O PREÇO DE VENDA Tributos sobre o Lucro IRPJ CRLL Fonte: www.confea.org.br Exemplo 1: Tributos incidentes na mão de obra O custo da mão de obra em um orçamento é representado pelo salário dos trabalhadores que manuseiam os equipamentos e materiais, acrescidos das despesas que envolvem a participação dos trabalhadores na obra e os encargos sociais, onde são incididos os tributos como INSS, FGTS e Imposto de Renda. Nas tabelas 04 e 05 são apresentadas as taxas de tributos incidentes no salário bruto do funcionário. Tabela 04: Taxa de Encargos Sociais que incidem sobre o salário dos mensalistas DESCRIÇÃO TAXA Previdência Social (INSS) 20,00% Fundo de Garantia por tempo de Serviço (FGTS) 8,00% FGTS/Provisão de Multa para Rescisão 4,00% Previdenciário sobre 13º / Férias / DSR 7,93% TOTAL 39,93% Fonte: www.guiatrabalhista.com.br/

Tabela 05 - Imposto de Renda (Exercício 2015, ano-calendário de 2014) Base de cálculo mensal em R$ Alíquota Parcela a deduzir do imposto Até 1.787,77 -- -- De 1.787,78 até 2.679,29 7,50% R$ 134,08 De 2.679,30 até 3.572,43 15,00% R$ 335,03 De 3.572,44 até 4.463,81 22,50% R$ 602,96 Acima de 4.463,81 27,50% R$ 826,15 Fonte: www.economia.uol.com.br/ No caso das subempreitadas, deve ser considerado também o ISS Imposto Sobre Serviços, que é cobrado sobre a mão de obra dos serviços executados no município e varia de 2,0% a 5,0%. Nos serviços que tem apenas fornecimento de mão de obra, o imposto incide sobre o total da fatura. Exemplo 2: Tributos sobre o lucro PIS - Taxa do Programa de Integração Social: Para empresas que optam por lucro presumido, a taxa de contribuição devida ao PIS é de 0,65% sobre a receita operacional bruta, ou sobre o valor do faturamento. No lucro real, essa taxa passa para 1,65%. COFINS Taxa de Contribuição para o Fundo de Investimento Social: Para lucro presumido, a taxa de COFINS é de 3,00% sobre a totalidade do faturamento e também incide sobre todos os faturamentos parciais da subempreiteiras. No lucro real, essa taxa passa para 7,6%. IRPJ Imposto de Renda de Pessoa Jurídica: A previsão para recolhimento do Imposto de Renda vai depender da contabilidade declarada para o efeito de cálculo do IR ser sobre o lucro real ou sobre o lucro presumido. Se a contabilidade declarada da empresa for por lucro real, corresponderá a uma taxa de 15% sobre o lucro líquido apurado no ano, mais adicional de 10% sobre o que ultrapassar R$ 20.000,00 mensais. Se a contabilidade for por lucro presumido, na prestação de serviço sem aplicação de material, o imposto será de 4,8% aplicado sobre o valor da fatura. Se for na prestação de serviços com aplicação de material, o valor do imposto será de 1,2% aplicado sobre o faturamento CSLL Contribuição Social sobre o Lucro Líquido: Para empresas com contabilidade declarada por lucro real, será aplicada uma alíquota de 9,00% sobre o lucro líquido apurado anualmente. Da mesma forma, se o lucro líquido estimado for de 10%, a Contribuição Social será de 0,90%. Para empresas com contabilidade declarada por lucro presumido, a Contribuição Social é calculada na base de 9,00% sobre 32% da receita, o que dá uma alíquota de 2,88% sobre o valor de venda.

Referências Bibliográficas CONFEA. Disponível em: < http://www.confea.org.br/media/mt_palestra7.pdf >. FINANÇAS PRÁTICAS. Disponível em: <http://www.financaspraticas.com.br/pessoais/orcamento/tributos/>. Acesso em 29 de setembro de 2014. FORUM DA CONSTRUÇÃO. Disponível em: <http://www.forumdaconstrucao.com.br/conteudo.php?a=38&cod=584>. PINI. Disponível em:< http://blogs.pini.com.br/posts/engenharia-custos/impostode-renda-no-orcamento-326439-1.aspx>. PORTAL TRIBUTÁRIO. Disponível em: < http://www.portaltributario.com.br/tributario/tributosfederais.htm>. Acesso em 29 de setembro de 2014. TISAKA, Maçahico. Orçamento na Construção Civil Consultoria, Projeto e Execução. Editora Pini. São Paulo, 2007. WIKIPÉDIA. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/tributo>. Acesso em 29 de setembro de 2014. Autores Camila de Carvalho Roldão: Graduada em Engenharia de Produção/Civil pela Universidade Fumec, em agosto de 2010. Possui experiência em gerenciamento de obras padrão alto luxo, orçamento, planejamento, controle de custos, certificados PBQPH-A e ISO 9001. Atualmente pós graduando em Engenharia de Custos e Orçamento pelo IETEC/MG. E-mail: camila.carvalho@caparao.com.br. Natália Garcia Figueiredo: Graduada em Engenharia de Produção/Civil pela Universidade Fumec, em agosto de 2013. Possui experiência em gerenciamento de obras padrão alto luxo, ampliação de hospital, orçamento, planejamento, controle de custos, certificados PBQPH-A e ISO 9001. Atualmente pós graduando em Engenharia de Custos e Orçamento pelo IETEC/MG. E-mail: natalia.figueiredo@caparao.com.br.