GUIA DE EMBALAGENS DE PEÇAS COMPRADAS
|
|
|
- Larissa Brunelli Amarante
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 GUIA DE EMBALAGENS DE PEÇAS COMPRADAS E PADRÃO DE ETIQUETAS 1ª Edição Julho, 2010
2 INDICE 1- INTRODUÇÃO RESPONSABILIDADES RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES PROCEDIMENTOS DESENVOLVIMENTO E ESPECIFICAÇÕES APROVAÇÃO DE EMBALAGEM EMISSÃO DE NOTAS FISCAIS DE EMBALAGEM PROTEÇÃO ADICIONAL PARA AS PEÇAS PESO PERMITIDO POR EMBALAGEM IDENTIFICAÇÃO DAS EMBALAGENS FORMULÁRIO PARA APROVAÇÃO DE EMBALAGEM ANEXO 1. TIPOS DE EMBALAGENS PRIMARIAS... 13/14 ANEXO 2. TIPOS DE EMBALAGENS PRIMARIAS ANEXO 3. MODELO DE ETIQUETA
3 1- INTRODUÇÃO O objetivo deste Guia é informá-lo sobre os procedimentos adotados quanto a utilização de embalagens para fornecimento de materiais, transporte armazenagem, movimentação e abastecimento da produção Nakayone. Este sistema, para ser considerado completo deve incluir um planejamento logístico adequado que considere o manuseio desde o Fornecedor até o ponto de uso na planta da Nakayone. Portanto, a seleção da embalagem correta será vantajosa para a Nakayone e seus Fornecedores à medida que ajudará a reduzir custos, racionalizar métodos de transporte, carga e descarga e manuseio do material assegurando que a peça chegue ao eu ponto de uso isenta de danos. Haja vista que o desenvolvimento, aquisição e manutenção das embalagens é de responsabilidade do Fornecedor, recomendamos que os responsáveis por estas atividades em vossa empresa se tornem cientes deste guia. Salientamos também que as embalagens expostas neste guia não estão definitivamente aprovadas para uso. Portanto, deve o fornecedor buscar aprovação de seu interesse junto aos aprovadores de embalagens na Nakayone conforme métodos e procedimentos definidos neste guia. Nota: A não observância das especificações deste guia implicará em demérito na nota de avaliação logística do fornecedor, bem como, na aplicação de débitos para o fornecedor em virtude de uso de embalagem não aprovada e/ou outros transtornos causados pelo uso de embalagens inadequadas. 3
4 2- RESPONSABILIDADES 2.1- Do Fornecedor O fornecedor é responsável pelo desenvolvimento, fabricação, aquisição e manutenção das embalagens bem como a entrega das peças com qualidade na Nakayone. O fornecedor deverá utilizar estas informações para o desenvolvimento das embalagens. Durante o processo de aprovação da embalagem o fornecedor deverá submeter uma amostra para aprovação, sempre que solicitado. Prever embalagem suficiente para atender os volumes requeridos pelo programa. Verificar as necessidades da linha e adequar as embalagens às condições do ponto de uso. Definir embalagens retornáveis conforme padrões Nakayone. Promover o uso de materiais recicláveis para embalagens em desenvolvimento e no processo de compra de embalagens. Assegurar que os dados da embalagem sejam precisos (peso, quantidade, dimensões e etc.). Manutenção, reparos, reposição e limpeza necessárias das embalagens retornáveis visando mantê-las livres de danos na entrega de peças. Utilizar o Guia de Embalagens e Formulário de Aprovação de Embalagem para desenvolvimento de embalagens de peças novas e/ou similares. Direcionar todos os assuntos comerciais para o departamento de Compras Nakayone. Providenciar preenchimento completo e/ou correção do Formulário de Aprovação de Embalagem de todas as peças para aprovação final. O não preenchimento e/ou correção do formulário no prazo requerido, poderá acarretar o demérito do fornecedor. Submeter para análise todos os formulários 6 meses antes da data do PSW Compras Nakayone Negociar com os fornecedores o uso de embalagem retornável, seguindo os conceitos e premissas do desenvolvimento de embalagem descritos neste guia A responsabilidade pela definição, aprovação e orientação da utilização de embalagens conforme definido no Formulário de Aprovação de Embalagem são das seguintes áreas. COMPRAS ENGENHARIA LOGISTICA PRODUÇÃO QUALIDADE 4
5 3- RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES O fornecedor deve identificar sua embalagem através de nome e logomarca. Cada embalagem deverá ter um local adequado para a fixação de etiqueta de identificação dos produtos nela acondicionados. Cada peça somente poderá ser entregue na embalagem previamente aprovada. Nota 1: As fotos e desenhos de embalagens apresentados neste guia são meramente ilustrativos e orientativos. Nota 2: Todo material considerado carga/transporte/identificação perigoso deve atender as normas e legislações vigentes. É responsabilidade do fornecedor informar/atender este requisito. 5
6 4- PROCEDIMENTOS O processo de desenvolvimento/especificação da embalagem inicia-se em conjunto com o desenvolvimento do produto e processo, sendo que as informações serão disponibilizadas para o Fornecedor no ato da cotação da peça. O fornecedor deve preencher o formulário para aprovação de embalagem, quando da colocação do pedido e enviá-lo aos responsáveis pela aprovação de embalagens da Nakayone. Após à análise do formulário preenchido pelo fornecedor, os responsáveis pela aprovação homologarão com o Fornecedor a aprovação da embalagem. À critério da Nakayone poderá ser realizado teste prático (try-out) com protótipo da embalagem, considerando toda a cadeia logística desde a embalagem da peça no Fornecedor até a sua utilização no ponto de uso. 6
7 5- DESENVOLVIMENTO E ESPECIFICAÇÕES Para o desenvolvimento, aquisição e manutenção das embalagens, o Fornecedor deve considerar os seguintes aspectos: 5.1- Características da Peça Tipo de material; Fragilidade; Acabamento; Peso; Volume; e Outros. 5.2 Requisitos de Transporte e Armazenagem: Manuseio mecanizado (por meios mecânicos); Manuseabilidade dos acessórios, quando houver; Meios para movimentação; Adequação às normas de transporte interno e rodoviário; Custos de transportes; Custos de embalagem; Ergonomia da embalagem (Acesso às peças); Adequação às condições do ponto de uso; Quantidade de peças por embalagem; Assegurar qualidade do material; Segurança no manuseio; Empilhamento; e Outros. 7
8 6- APROVAÇÃO DA EMBALAGEM O Fornecedor deve buscar aprovar a embalagem de seu interesse junto aos aprovadores de embalagens na Nakayone conforme métodos e procedimentos definidos neste guia. Para tanto, deve preencher o Formulário para Aprovação Embalagem, conforme modelo. Este formulário poderá ser obtido junto aos responsáveis pela aprovação de embalagem na Nakayone. Em caso de dúvida no preenchimento, estas devem ser sanadas junto aos responsáveis pela aprovação. Este formulário é utilizado para o desenvolvimento, especificação e aprovação das embalagens utilizadas para o manuseio das peças para a produção Nakayone e é aplicável em todos os tipos de embalagens. Será utilizado como base para o cadastro/controle das embalagens dos fornecedores. Portanto, o não preenchimento do mesmo poderá acarretar na aplicação de débitos para o Fornecedor pela utilização de embalagem não aprovada. Para cada peça deverá haver um formulário de embalagem preenchido pelo Fornecedor com a devida aprovação. 7- EMISSÃO DE NOTAS FISCAIS DE EMBALAGENS Quando da emissão da Nota Fiscal de embalagem é necessário que o Fornecedor atenda algumas premissas visando o bom funcionamento do processo, como segue: Emitir uma única Nota Fiscal para cada embarque/entrega. A Nota Fiscal de embalagem deverá conter o código interno de identificação Nakayone. A Nota Fiscal de embalagem deverá conter o valor unitário e quantidade de embalagem. 8
9 5.3- PROTEÇÃO ADICIONAL PARA AS PEÇAS As proteções necessárias para cada produto a fim de evitar corrosão, riscos, amassamento, etc, também serão definidas no formulário de aprovação de embalagens. Nas especificações de embalagem deve ser considerado o grau de acabamento das peças a serem acondicionadas, protegendo-as de forma a garantir que as peças cheguem sem danos até seu ponto de uso. Quando necessário respeitando-se as características de fabricação e acabamento de cada peça, deverá ser aplicado formas de proteção adicional conforme abaixo.: Separadores; Divisores tipo colméia; Cavidades pré-formadas; e Oleamento; Plásticos especiais Sacos Plásticos e Outros 9
10 9- PESO PERMITIDO POR EMBALAGEM As embalagens de movim entação manual não poderão exceder o peso bruto de 18 kgs de forma a permitir movimentação dentro das especificações exigidas pela medicina ocupacional (conforme norma do SESMET). SESMET - Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho As embalagens de movimentação mecânica ( ex: empilhadeiras ) não poderão exceder o peso bruto de kgs. 10
11 10- IDENTIFICAÇÃO DAS EMBALAGENS A identificação do fornecedor deve ser legível. As etiquetas deverão ser afixadas em local de fácil visualização e que não se deteriorem com a movimentação As embalagens deverão ser identificadas conforme anexo 3, usando o código atribuído após Análise e Aprovação. O tipo de etiqueta utilizado para identificação das peças devera ser padrão ODETE. É de extrema importância a identificação das embalagens de cada fornecedor com nome e logomarca. Essa identificação, permite o reconhecimento da embalagem e sua pronta devolução ao Fornecedor. 11
12 11- MODELO DO FORMULÁRIO DE APROVAÇÃO DE EMBALAGEM. FORMULÁRIO PARA APROVAÇÃO DE EMBALAGEM DADOS DE EMBALAGEM DE PEÇAS COMPRADAS (1) FORNECEDOR (2) Nº DA PEÇA (3) DESCRIÇÃO Nome I (4) CÓDIGO DA EMBALAGEM NAKAYONE: (5) TIPOS DE EMBALAGEM (7) PROJETADO PARA EMPILHAR (Embalagem secundaria) Palete plástico II DESCRIÇÃO DA EMBALAGEM SECUNDÁRIA Palete plástico c/ Caixa Plástica KLT Caixa metálica c/ abertura lateral (ZEE33) Cesto metálico c/ abertura lateral (Emb. Especial) Rack metálico (Emb. Especial) Tambor (8) DISPONIBILIDADE DA EMBALAGEM Retornável (identificar com nome, logotipo e código da embalagem) (6) FECHAMENTO DA CARGA (9) DIMENSIONAMENTO DA EMBALAGEM Dimensões ext. (mm) C L A Cinta não metálica Peças por embalagem secundaria Filme de PVC Quantidade de embalagem primária Cobertura p/ Palete e Contêiner Plástico Tara da embalagem secundaria (kg) Importante: Todas as partes da embalagem (palete, caixa plástica, cobertura do palete, etc.) devem ser identificadas com o nome/logotipo do fornecedor e código da embalagem. Peso bruto da embalagem secundaria (kg) III DESCRIÇÃO DA EMBALABEM PRIMÁRIA (10) TIPOS DE EMBALAGEM (11) DIMENSIONAMENTO DA EMBALAGEM (13) PROTEÇÃO INDIVIDUAL Caixa Plástica (KLT) Dimensões ext. (mm) C L A Acomodada Separada por divisores Saco plástico Peças por embalagem primária Embrulhada Oleada Peso por peça (kg) Saco Plástico Tara da embalagem primária (kg) Peso bruto da embalagem primária (kg) Obs: (12) FECHAMENTO DA EMBALAGEM Tampa Plástica IV (14) IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO Etiqueta Padrão Odette (15) OBSERVAÇÕES E DESCRIÇÕES OBS: O FORNECEDOR É RESPONSÁVEL PELA MANUTENÇÃO E LAVAGEM DE SUAS EMBALAGENS (16) FOTO DA EMBALAGEM (17) FORNECEDOR (18) DATA DA 1ª ENTREGA (20) METALURGICA NAKAYONE LTDA. Nome NA EMBALAGEM Cargo DEPTO V / / COMPRAS QUALIDADE (19) ASSINATURA DO FORNECEDOR DATA PRODUÇÃO / / ENGENHARIA NOME ASSINATURA DATA 12
13 ANEXO 1. TIPOS DE EMBALAGENS PRIMARIAS. 13
14 ANEXO 2. TIPOS DE EMBALAGENS SECUNDARIAS. 14
15 ANEXO 3. MODELO DE ETIQUETA Obs: Etiqueta adesiva medindo 10 cm x 15 cm 15
Manual de Embalagem para peças compradas
Manual de Embalagem para peças compradas ÍNDICE GERAL NORMAS BÁSICAS... 2 Geral... 2 Preliminar... 2 Informações Gerais... 2 Requisitos para equipamentos de manuseio e condições de recebimento de material...
INSTRUÇÕES DE EMBALAGEM
ZF do BRASIL Ltda INSTRUÇÕES DE EMBALAGEM Versão 1 Sumário Dados gerais de Embalagem... 3 Notas Fiscais (NF-e) para Embalagens... 3 Fluxo com Embalagens do Fornecedor / ZF... 3 Embalagens de Propriedade
REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO NACIONAL OU INTERNACIONAL
REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO 1. OBJETIVO Estabelecer requisitos mínimos para a preservação e a embalagem de equipamentos e materiais adquiridos
MANUAL DO FORNECEDOR MFI-02.019
PAG: 1/ 14 OBJETIVO Estabelecer padrões mínimos de apresentação de embalagens de transporte utilizado para os processos de entrega de produtos importados, visando garantir a integridade dos mesmos, bem
DECISÃO TÉCNICA DT-124/2007 R-00
/27 R- RECEBIMENTO, ARMAZENAMENTO, EXPEDIÇÃO E CONTROLE DE MATERIAIS DE ESTOQUE NAS DOCUMENTO NORMATIVO I MAR/27 Í N D I C E 1 OBJETIVO...1 2 DISPOSIÇÕES GERAIS...1 2.1 APLICAÇÃO...1 2.2 RESPONSABILIDADE...1
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
LOGÍSTICA EMPRESARIAL FORNECEDORES Erros de compras são dispendiosos Canais de distribuição * Compra direta - Vendedores em tempo integral - Representantes dos fabricantes Compras em distribuidores Localização
MANUAL DO FORNECEDOR MF - 01.007 MANUAL DE ENTREGAS
VERSÃO: 7 PAG: 1 / 16 Esta Instrução tem por finalidade estabelecer o fluxo de operações para entrega de confecções previamente encabidadas, abrangendo a elaboração do Pedido de Compra, a retirada dos
TERMO DE REFERÊNCIA. Registro de Preços para aquisição de envelopes plásticos para as Eleições 2010
TERMO DE REFERÊNCIA Registro de Preços para aquisição de envelopes plásticos para as Eleições 2010 1. OBJETO Registro de Preços para eventual aquisição de envelopes plásticos para as Eleições 2010, de
PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES
Histórico de Revisões Rev. Modificações 01 30/04/2007 Primeira Emissão 02 15/06/2009 Alteração de numeração de PO 7.1 para. Alteração do título do documento de: Aquisição para: Aquisição / Qualificação
INSTRUÇÕES DO PORTAL PÓS-VENDAS MUELLER
INSTRUÇÕES DO PORTAL PÓS-VENDAS MUELLER O acesso ao Portal deve ser feito através do site da Mueller sendo www.mueller.ind.br. Logo abaixo, o posto deverá clicar no rodapé da página em Intranet/Extranet.
Manuseio de Compressor
Manuseio de Compressor Índice Item... Página 1 - Introdução... 02 2 - Remover o palete... 03 3 - Deslocar o palete... 04 4 - Erguer o palete... 05 5 - Movimentar o palete... 06 6 - Empilhar o palete...
Tem por objetivo garantir a existência contínua de um estoque organizado, de modo a não faltar nenhum dos itens necessários à produção.
Resumo aula 3 Introdução à gestão de materiais A gestão de materiais é um conjunto de ações destinadas a suprir a unidade com materiais necessários ao desenvolvimento das suas atribuições. Abrange: previsão
MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES SULTÉCNICA INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA
MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA Agosto de 2009 Revisão 05 INDICE 1. Apresentação... 03 2. Política da Qualidade e Ambiental da Sultécnica... 03 3. Expectativa para Fornecedores...
ÍNDICE MANUTENÇÃO PREVENTIVA COMO PEDIR PEÇAS DE REPOSIÇÃO
Este manual ajudará você a familiarizar-se com sua Empilhadeira BYG. Facilitará também, possíveis manutenções periódicas. Recomendamos uma atenção especial para utilização do equipamento, antes mesmo do
TANQUE DE FIBRA DE VIDRO Série TFV
Indústria e Comércio de Bombas D Água Beto Ltda Manual de Instruções TANQUE DE FIBRA DE VIDRO Série TFV Parabéns! Nossos produtos são desenvolvidos com a mais alta tecnologia Bombas Beto. Este manual traz
Piscina de Bolinhas 1,50m x 1,50m. Manual de instruções
Piscina de Bolinhas 1,50m x 1,50m Manual de instruções Código do produto: 220001 * Esta Piscina de Bolinha é multicolorida e as cores podem variar conforme a fabricação. Parabéns! Você acaba de adquirir
DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM ARMAZENAGEM
DISTRIBUIÇÃO E DEFINIÇÃO DE Gerenciar eficazmente o espaço tridimensional de um local adequado e seguro, colocado à disposição para a guarda de mercadorias que serão movimentadas rápida e facilmente, com
Instalação Concluida. IMPORTANTE: Não solte o conjunto Base-Projetor até que ele esteja. perfeitamente fixado ao suporte.
IMPORTANTE: Não solte o conjunto Base-Projetor até que ele esteja perfeitamente fixado ao suporte. Após ter girado o conjunto inferior alinhando os furos como indicado abaixo, insira o parafuso allen no
MANUAL PARA FORNECEDORES
Página 1 de 11 SUMÁRIO: 1 VISÃO...3 2 MISSÃO...3 3 PRINCÍPIOS...3 4 POLÍTICA DE GESTÃO INOVA...4 5 - MENSAGEM AO FORNECEDOR...4 6 - OBJETIVO DO MANUAL...5 7 - REQUISITOS BÁSICOS DO SGQ...5 8 - AVALIAÇÃO
Manual de Procedimentos Reuso de Receptores
Manual de Procedimentos Reuso de Receptores 1. Objetivo Demonstrar efetivamente como deve ser seguido o procedimento de seleção, preparo e disponibilização do equipamento a ser utilizado no Projeto Reuso.
PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS E PROJETOS
Pág.: 1/9 1. OBJETIVO Demonstrar a aplicabilidade e funcionalidade das ferramentas de Planejamento e Desenvolvimento de Produtos e Projetos bem como as tarefas e responsabilidades para a aprovação, o desenvolvimento,
MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO
1/5 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Normatizar os procedimentos de entrada e saída de materiais adquiridos pelo Município; 1.2) Garantir recebimento dos materiais no que se refere a quantidade, qualidade e prazo
Gestão Laboratorial GESTÃO DE. Prof. Archangelo P. Fernandes
Gestão Laboratorial GESTÃO DE EQUIPAMENTOS II Prof. Archangelo P. Fernandes GESTÃO DE EQUIPAMENTOS II Manutenção: conjunto de medidas necessárias, que permitam manter ou restabelecer um sistema no estado
Manual de Instruções
Manual de Instruções Kit de Instrumental para Cirurgia do Túnel do Carpo VOLMED Nome Técnico: KIT CIRÚRGICO Fabricante: VOLMED BRASIL EQUIPAMENTOS LTDA -ME AV. SÃO GABRIEL, 291 JD. PAULISTA CEP: 13574-540
Manual de Instruções Bebedouro Stilo Eletrônico. Imagem meramente ilustrativa.
Manual de Instruções Bebedouro Stilo Eletrônico Imagem meramente ilustrativa. Bebedouro Stilo LIBELL Eletrônico 1- MANUAL DE USUÁRIO Parabéns por ter escolhido a Libell Eletrodomésticos Ltda. para fazer
Políticas de Garantia
Políticas de Garantia RMA RETURN MERCHANDISE AUTHORIZATION (Autorização de Devolução de Mercadoria) SUMÁRIO 1. OBJETIVO 3 2. VISÃO GERAL SOBRE GARANTIA 3 3. PROCESSO DE DEVOLUÇÃO 3 4. MODALIDADE DE RMA
FAPARMAS. Torneados de Precisão LTDA. REQUISITO ESPECÍFICO
FAPARMAS Torneados de Precisão LTDA. REQUISITO ESPECÍFICO Sistema de Gestão da Qualidade ISO/TS 16949:22 2 / 5 Autor/Data José Ferraz 04/10/26 Aprovação/Data Sergio De Bortoli 04/10/26 s Descrições das
TAR 3M - Terminal de Acesso de Rede
1. Objetivo Este boletim técnico apresenta as características e requisitos técnicos relativos ao Terminal de Acesso de Rede 3M sem possibilidade de proteção com capacidade para 10/20 pares. TAR-10 TAR-20
MANUAL PASSO A PASSO DE APLICAÇÃO: GS-SUPER
MANUAL PASSO A PASSO DE APLICAÇÃO: GS-SUPER 1. INTRODUÇÃO Este Manual de Aplicação do GS-Super demonstra passo a passo o procedimento correto para aplicação do material bem como os cuidados necessários
Manual de Procedimentos Garantia e Suporte Técnico
1.1 - Itens Cobertos em Garantia... 1 1.2 - Exceções... 1 1.3 - Período de Garantia Legal... 1 1.4 - Procedimento para envio do item em Garantia para a Triade 1 1.5 - Emissão da Nota Fiscal de Garantia..
MANUAL DE COLETA DE AMOSTRAS
MANUAL DE COLETA DE AMOSTRAS Rua: Victor Sopelsa, nº 3000 Bairro Salete E-mail: [email protected] Fone: (49) 3441-1086 Fax: (49) 3441-1084 Cep: 89.700-000 Concórdia Santa Catarina Responsável /Gerente
DOCUMENTO OPERACIONAL PROCESSO: DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS E EVENTOS SETOR RESPONSÁVEL: EVENTOS
SETOR RESPONSÁVEL: PÁGINA: 1 de 8 1.0 OBJETIVO: Identificar e analisar as solicitações de clientes na modalidade eventos, selecionar fornecedores que possam atender aos requisitos solicitados, efetuar
1/5 NORMA INTERNA Nº: DATA DA VIGÊNCIA: 26/2010 ASSUNTO: SISTEMA OPERACIONAL DO ALMOXARIFADO CENTRAL
1/5 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Normatizar os procedimentos de entrada e saída de materiais adquiridos pelo Município; 1.2) Garantir recebimento dos materiais no que se refere a quantidade, qualidade e prazo
Caderno de Encargos de Ferramental
Caderno de Encargos de Ferramental TEV-MM-TLL 09.2009 Página 1 de 11 Índice 1. Objetivo 3 2. Procedimento 3 3. Escopo 3 4. Condições 4 5. Custos 4 6. Protótipo da ferramenta 4 7. Construção da ferramenta
SISTEMA ELETRÔNICO DE COMPRAS
Página: 1 SISTEMA ELETRÔNICO DE COMPRAS Página: 2 I - TÍTULO: PROCEDIMENTO PARA RESPOSTA DE COTAÇÃO 1. - OBJETIVO Formalizar o método de preenchimento de cotações via E-PROCUREMENT. 2. - RESPONSABILIDADES
Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional Identificação: PROSHISET 06
Extintores de Incêndio Portáteis. Revisão: 00 Folha: 1 de 7 1. Objetivo Assegurar que todos os canteiros de obras atendam as exigências para utilização dos extintores de incêndio portáteis de acordo com
O que é APR (Análise Preliminar de Risco)? Objetivos da APR Entre os principais objetivos da análise preliminar de risco, podemos destacar:
O que é APR (Análise Preliminar de Risco)? A expressão APR significa Análise Preliminar de Risco é muito utilizada no dia-a-dia dos profissionais da área de segurança e saúde do trabalho. APR é uma técnica
Caixa de Inspeção e Interligação
Caixa de Inspeção e Interligação Localização no website Tigre: Obra predial Esgoto CAIXA DE INSPEÇÃO e/ou Obra predial Águas Pluviais CAIXA DE INTERLIGAÇÃO Função/Aplicação: Caixa de Inspeção: destinada
PREÇOS ARMAZENAGEM E SERVIÇOS
1. IMPORTAÇÃO 1.1. ARMAZENAGEM: A Contêineres (R$/Contêiner) Até o 10º dia (por período) 290,00 355,00 Do 11º ao 15º dia (por período) 275,00 325,00 Do 16º ao 20º dia (por período) 305,00 357,00 Do 21º
NORMAS GERAIS DE FABRICAÇÃO DE FERTILIZANTES
Pág.: 1/10 1. OBJETIVO Definir os procedimentos operacionais relativos às normas gerais de produção e envase de produtos formulados na TERRA NOSSA, desde a emissão da ordem de produção até a entrega do
NORMAS DE USO DE ESPAÇOS FÍSICOS DA UFCSPA
NORMAS DE USO DE ESPAÇOS FÍSICOS DA UFCSPA Art. 1º - Os espaços serão utilizados preferencialmente por atividades administrativas, de ensino, de extensão e de pesquisa da UFCSPA. 1º - O horário de realização
SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE
SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MANUAL DE RECEBIMENTO E ARMAZENAMENTO DE REVESTIMENTOS CERÂMICOS Rev 02 1/5 1. Objetivo Este manual tem por objetivo orientar os usuários / clientes quanto aos itens a serem
DE PRODUTOS PERIGOSOS
CARTILHA TRANSPORTE TERRESTRE DE PRODUTOS PERIGOSOS Página 1 de 8 1 - LEGISLAÇÃO RESOLUÇÕES DA ANTT SOBRE TRANSPORTE TERRESTRE DE PRODUTOS PERIGOSOS Resolução 420/04 resolução da ANTT (Agência Nacional
Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP
Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP São descritos a seguir objetivos, expectativas e requisitos relativos à documentação dos elementos individuais do APQP Status Report (ver QSV / S 296001
ASSUNTO: SISTEMA OPERACIONAL NO ALMOXARIFADO DO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO SAAE
1/6 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Normatizar os procedimentos de entrada e saída de materiais adquiridos pela autarquia SAAE; 1.2) Garantir recebimento dos materiais no que se refere a quantidade, qualidade e
Logística Reversa na Prática: Estudo Econômico de Embalagens Retornáveis no Transporte de Cabeçotes de Motores Usinados
Logística Reversa na Prática: Estudo Econômico de Embalagens Retornáveis no Transporte de Cabeçotes de Motores Usinados DIOGO APARECIDO LOPES SILVA (USP) OSWALDO MÁRIO SERRA TRUZZI (UFSCar) GUSTAVO SEVEGNANI
O processo de destinação de embalagens vazias de defensivos agrícolas
O processo de destinação de embalagens vazias de defensivos agrícolas O inpev - Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias - é uma entidade sem fins lucrativos que representa a indústria
GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES. Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC
GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC DEFINIÇÕES GERENCIAR Ato ou efeito de manter a integridade física e funcional para algo proposta
FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL
TERMO DE REFÊRENCIA PARA ELABORACÃO DE PROJETO AMBIENTAL DE DEDETIZADORAS, LIMPA FOSSA E EMPRESAS QUE PRESTA SERVIÇO DE LIMPEZA. Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO AMBIENTAL
CONDIÇÕES DE FORNECIMENTO
CONDIÇÕES DE FORNECIMENTO I - Formalização e Aceitação do Pedido 1.1 - O Aceite será automático caso o fornecedor não faça uma recusa parcial ou total, Por escrito no prazo de 2(dois) após o recebimento
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
29 / 07 / 2011 1 de 5 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis para parafuso U 16x270mm utilizado nas Linhas de Distribuição da CEMAR. 2 CAMPO
Descrever o processo de cadastro de Nota Fiscal e de veículos da frota no Módulo Frota do Sistema Globus.
PÁGINA: 1/13 Área a que se aplica: Frota Executado por: Comporte e Coligadas Unidade: Comporte e Coligadas Autor: Adilson Antunes: Analista de Processos Criação 26/07/2010 Aprovação Última Revisão 1. OBJETIVO
Roteiro Básico para Exportação
Roteiro Básico para Exportação As empresas interessadas em efetuar exportações deverão, em primeiro lugar, inscrever-se no RADAR, que corresponde ao Registro de Exportadores e Importadores da Inspetoria
Aula 7 Sistemas de Armazenagem e Movimentação de Carga ARMAZENAGEM. Uma abordagem multidisciplinar. Prof. Fernando Dal Zot
Aula 7 Sistemas de Armazenagem e Movimentação de Carga ARMAZENAGEM Uma abordagem multidisciplinar Prof. Fernando Dal Zot 1 Visão geral das atividades do Almoxarifado / Depósito / Armazém Início RECEBER
Regulamento dos Laboratórios do Departamento de Ciências Agrárias
Regulamento dos Laboratórios do Departamento de Ciências Agrárias Laboratório de Bromatologia e Nutrição Animal- ( LABNA ) Laboratório Multidisciplinar de Biologia- ( LAMUBI ) Laboratório de Análises Microbiológicas
CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO
CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 1. PRINCÍPIOS BÁSICOS Foco no cliente interno e parceria com o fornecedor para garantir a satisfação dos clientes, aliado à filosofia de colocar no mercado produtos de
n. Cópia digitalizada de comprovante de endereço (Ex: Conta de água, luz, telefone);
Faça o check-in de sua documentação antes de encaminhar sua inscrição, lembre-se que a capa do anteprojeto não pode estar no mesmo arquivo deste sendo isto motivo de eliminação e que os demais itens (letras)
1.5. Dados pessoais que devem constar na receita médica. 1.6. Validade das receitas de medicamentos antimicrobianos
Atualizado: 10 / 05 / 2013 FAQ AI 1. Controle de medicamentos antimicrobianos (antibióticos) 1.1. Informações gerais 1.2. Uso contínuo (tratamento prolongado) 1.3. Retenção da segunda via da receita médica
NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA NDU-011 HOMOLOGAÇÃO DE FORNECEDORES DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA NDU-011 HOMOLOGAÇÃO DE FORNECEDORES DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 1 2. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES... 1 3. PROCESSO DE HOMOLOGAÇÃO... 2 3.1. FORNECEDORES
Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Banco de Tecidos Salvador Arena
Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo BANCO DE TECIDOS MÚSCULO-ESQUELÉTICOS Nº SNT 35205 SP 17 CC. 010062310 INFORMAÇÕES PARA CREDENCIAMENTO DE EQUIPES PARA TRANSPLANTE DE TECIDO OSTEO-CONDRO-FÁCIO-LIGAMENTOSO
5 passos para. implementação. do código de barras IDENTIFIQUE CAPTURE COMPARTILHE
5 passos para implementação do código de barras IDENTIFIQUE CAPTURE COMPARTILHE O que é o código de Barras? Os números de identificação de um produto podem ser representados por meio de um código, possibilitando
Produto Químico produtos que contém substâncias químicas que pode causar danos à saúde do trabalhador
SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO - SGI (MEIO AMBIENTE, SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO) Procedimento SUPRIMENTO DE PRODUTOS, MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TERCEIROS PR 7.3 Revisão: 00 Página 1 de 2 Requisito
RTQ 32 - PÁRA-CHOQUE TRASEIRO DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS - CONSTRUÇÃO, ENSAIO E INSTALAÇÃO
RTQ 32 - PÁRA-CHOQUE TRASEIRO DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS - CONSTRUÇÃO, ENSAIO E INSTALAÇÃO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Siglas e Abreviaturas
POLÍTICA NACIONAL DE GARANTIA
POLÍTICA NACIONAL DE GARANTIA 1 Conteúdo Introdução... 3 Objetivo... 3 Esclarecimentos... 3 O que é considerado garantia... 4 O que são considerados itens de manutenção... 4 O que são considerados materiais
Instrução Geral de Preenchimento
1) Significado dos campos de operação abaixo: Instrução Geral de Preenchimento Anexo III da RANP 10/2007 ANEXO III REGISTRO DE PRODUTOS GRAXA LUBRIFICANTE Operação [ ] Registro Novo [ ] Revalidação [ ]
ANEXO X ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA. Pregão para Registro de Preços nº 004/2015
ANEXO X ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Pregão para Registro de Preços nº 004/2015 1) DO OBJETO Constitui objeto desta especificação a contratação de empresa para o fornecimento de peças originais de reposição de
ULC/0417 PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL. 1.0 18/08/09 Ajuste de layout para adequação no sistema eletrônico.
CONTROLE DE REVISÃO Código do Documento: Nome do Documento: ULC/0417 PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL Responsável pela Elaboração: Gerente de Segurança e Meio NE/SE Responsável
MEMORIAL DESCRITIVO PROGRAMAÇÃO VISUAL EXTERNA
MEMORIAL DESCRITIVO PROGRAMAÇÃO VISUAL EXTERNA 1. FINALIDADE O presente memorial tem por finalidade orientar a elaboração de orçamento bem como a execução dos elementos componentes da PROGRAMAÇÃO VISUAL
POLÍTICA DE GARANTIA AUTORIDADE DE REGISTRO PRONOVA
POLÍTICA DE GARANTIA AUTORIDADE DE REGISTRO PRONOVA Obrigado por adquirir um produto e/ou serviço da AR PRONOVA. Nossa Política de Garantia foi desenvolvida com objetivo de fornecer produtos e serviços
OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL CLIENTES DIVERSOS
1. OBJETIVO Estabelecer procedimento padrão para todos os colaboradores da Irapuru que estão envolvidos na operação logística dos de recebimento, armazenagem e expedição. 2. REGRAS/CONSIDERAÇÕES GERAIS
Condições Gerais de Venda
Condições Gerais de Venda Em todas as situações omissas no presente documento assumem-se as Condições Gerais de Venda da CEPAC, a serem disponibilizadas pela Prado - Cartolinas da Lousã, S.A. sempre que
RESOLUÇÃO SEMA Nº 028/2010
RESOLUÇÃO SEMA Nº 028/2010 Dispõe sobre a coleta, armazenamento e destinação de embalagens plásticas de óleo lubrificante pós-consumo no Estado do Paraná. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS
Cotação de Passagens Aéreas Nacionais e Internacionais
Cotação de Passagens Aéreas Nacionais e Internacionais Procedimentos Departamento de Projetos Contratos e Convênios Pró-Reitoria de Administração Manual para Cotação de Passagens Aéreas Nacionais e Internacionais
OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL PILKINGTON
1. OBJETIVO Estabelecer procedimento padrão, para todos os colaboradores da Irapuru que estão envolvidos na operação logística da Pilkington (OE-Operação Marcopolo) e Pilkington AGR de recebimento, armazenagem
MANUAL DO FORNECEDOR MF 02.017 OPERAÇÃO DE ALARMES PAG: 1 / 12 POSICIONAMENTO DE ETIQUETAS DE ALARME EM PRODUTO VIGÊNCIA: 01/06/2012
OPERAÇÃO DE ALARMES PAG: 1 / 12 Esta Instrução tem por finalidade estabelecer o fluxo de operações para entrega de produtos previamente colocada etiquetas de alarme no fornecedor. A retirada das etiquetas
PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA CERTIFICAÇÃO DE ESCADA DOMÉSTICA METÁLICA
PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA CERTIFICAÇÃO DE ESCADA DOMÉSTICA METÁLICA 1 OBJETIVO Este procedimento estabelece as condições necessárias para a concessão da Autorização para Uso do Selo de Identificação
CATÁLOGO DE CUSTOMIZAÇÕES Apontamento Web
CATÁLOGO DE CUSTOMIZAÇÕES Apontamento Web Índice CONSIDERAÇÕES INICIAIS... 3 DADOS DO PROJETO... 4 OBJETIVO(S) DO PROJETO... 4 ESCOPO... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. PREMISSAS... 17 LIMITAÇÕES E RESTRIÇÕES...
PROCEDIMENTOS PARA ORGANIZAÇÃO E ENTREGA DE DOCUMENTOS NOVOS
PROCEDIMENTOS PARA ORGANIZAÇÃO E ENTREGA DE DOCUMENTOS NOVOS Este manual foi elaborado para orientar o Cliente, Órgão/Entidade, sobre os procedimentos necessários a serem seguidos com relação à preparação
MANUAL SOLICITAÇÃO DE COMPRAS IMPLANTAÇÃO COMPRAS
MANUAL SOLICITAÇÃO DE COMPRAS IMPLANTAÇÃO COMPRAS Manual de Solicitação de Compras 1 SUMÁRIO Acesso ao SIE:... 2 1. Acesso à tela de Solicitação de Compras... 3 2. Abrir nova Solicitação de Compras...
Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo
Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo III.1 GESTÃO DE TRANSPORTES 1.1. O desenvolvimento econômico e o transporte. 1.2. A geografia brasileira, a infraestrutura dos estados, municípios
ANEXO C MANUAL DE POLÍTICA DE FORNECIMENTO PARA ATENDIMENTO ÀS LOJAS DA REDE PRÓPRIA
ANEXO C MANUAL DE POLÍTICA DE FORNECIMENTO PARA ATENDIMENTO ÀS LOJAS DA REDE PRÓPRIA Prezados Senhores, Face à constante processo de melhoria contínua nos procedimentos da Rede de Valor Le Postiche, elaboramos
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA. Política de Garantia Serviços e Peças
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA Política de Garantia Política de Garantia Este documento tem por finalidade prestar informações detalhadas sobre o processo de garantia, esclarecendo os procedimentos a serem
ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE
ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE 1. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO Estas exigências definem os deveres e as responsabilidades da CONTRATADA e estabelecem as orientações, requisitos
Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE 2012
ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE
nº 0299 Regras de Negócios 1. OBJETIVO 2. ABRANGÊNCIA
DATA DA PUBLICAÇÃO 17/10/2012 REVISÃO 01 17/10/2012 nº 0299 1 Regras de Negócios Macro Processo: Vendas/Comercial Processo: Gerenciamento/ direcionamento de canais Tipo: Procedimento 1. OBJETIVO Estabelecer
Operações Terminais Armazéns. PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007.
Operações Terminais Armazéns AULA 6 PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007. Cargas, embalagens e unitização Modulação, Unitização, Acondicionamento
Controle e uso de EPI s e Uniformes NIK 026
ÍNDICE 1. OBJETIVO... 2 2. ESCOPO... 2 3. DEFINIÇÕES... 2 3.1. EPI S... 2 3.2 UNIFORMES... 2 3.3 FICHA DE CONTROLE DE EPI S E UNIFORMES... 2 3.4 GESTORES... 2 3.5 ASSOCIADOS... 2 4. RESPONSABILIDADES...
Gestão do Design. www.ligiafascioni.com.br. Embalagem. Lígia Fascioni www.ligiafascioni.com.br
Gestão do Design 6 Embalagem Lígia Fascioni Aula de hoje O que é embalagem Funções da embalagem Design de embalagens Legislação Embalagem Embalagem sf. Acondicionamento de mercadorias ou objetos em pacotes,
Conhecimento de Transporte Eletrônico - CT-e
Conhecimento de Transporte Eletrônico - CT-e Sumário: 1. Orientações Gerais:... 3 1.1 Cadastros Básicos:... 3 1.2 Conhecimento de Transporte Eletrônico CTe:... 3 1.3 Tela inicial:... 4 2. CT-e (Conhecimento
DC 349 Rev 03. Manual de Atendimento de Saúde Ocupacional no Consultório Médico
DC 349 Rev 03 Manual de Atendimento de Saúde Ocupacional no Consultório Médico SUMÁRIO 1.1 Atendendo o funcionário...3 1.2 Preenchendo o RE227 ASO Atestado de Saúde Ocupacional ou RE884 - ASO - Atestado
Bem vindos! Marcos Vilela de Moura Leite. UNOPAR Ituiutaba MG
Bem vindos! Marcos Vilela de Moura Leite UNOPAR Ituiutaba MG RESOLUÇÃO CONAMA 334 / 2003 Art. 2º Para efeito desta Resolução serão adotadas as seguintes definições: POSTO: unidade que se destina ao recebimento,
TERMO DE REFERÊNCIA PARA CHAVES DE AFERIÇÃO
TERMO DE REFERÊNCIA PARA CHAVES DE AFERIÇÃO 1. OBJETIVO Este Termo de Referência define requisitos que devem ser observados pelos interessados, para o fornecimento de chave de aferição à CEEE-D, em complementação
RéguaFox. alumínio e policarbonato. manual de instruções
RéguaFox alumínio e policarbonato manual de instruções ÍNDICE 1-Introdução...1 2-Especificações técnicas...1 3-Conteúdo da embalagem...2 4-Instruções de uso...2 5-Precauções de segurança...2 6-Manutenção
ORIENTAÇÕES IMPORTAÇÃO Versão nº 01 (21/10/2010)
ORIENTAÇÕES IMPORTAÇÃO Versão nº 01 (21/10/2010) 1) O servidor interessado na aquisição de bens importados deverá encaminhar ao Setor de Compras do Centro a seguinte documentação: a) A solicitação de compra
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
Página 1 de 10 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes básicas pertinentes a Guarda de Documentos de Terceiros. 2. APLICAÇÃO Este procedimento aplica-se aos processos da guarda de documentos de terceiros,
Processos da Assessoria de Comunicação - 2013
Introdução A Assessoria de Comunicação do Grupo Educacional Unis foi criada para atender demandas relativas à promoção das ações e realizações da organização através de propagandas e comunicação interna
