Unidade II. Unidade II
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- Luca Rubens Ventura Aveiro
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1 Unidade II 2 Outras metodologias aplicadas 2.1 Metodologia do valor patrimonial de mercado Nesta metodologia, o enfoque é a determinação do valor da empresa a partir de seu valor patrimonial de mercado. Desta forma, para que a metodologia possa ser aplicada, é necessário que os valores contábeis do Ativo, do Passivo e do patrimônio líquido sejam compatíveis ou muito próximos aos seus valores de mercado (Santos, 2008). Para isso, a empresa deve ser nova, ou ter suas demonstrações contábeis ajustadas pela reavaliação e/ou atualização do valor dos ativos e passivos, considerando efeitos financeiros ocasionados pela depreciação, amortização, exaustão, inflação, taxa de juros, paridade cambial etc. Os fatores de depreciação, exaustão e amortização correspondem ao consumo de ativos imobilizados, conforme a Lei nº 6.404/76 (Fipecafi, 2007): depreciação: quando corresponder à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgastes ou perdas de utilidade por uso, ação da natureza ou obsolescência; amortização: quando corresponder à perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada, ou cujo objeto seja bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado; exaustão: quando corresponder à perda do valor, decorrente de sua exploração, de direitos cujo objeto seja recursos minerais ou florestais, ou bens aplicados nessa exploração. Com a alteração da Lei nº /07 (Brasil, 2007), ainda existe a possibilidade da aplicação do teste de recuperação de ativos, segundo o qual a empresa deverá efetuar, periodicamente, análise sobre a recuperação dos valores registrados no imobilizado, no intangível e no diferido, a fim de que sejam: registradas as perdas de valor do capital aplicado quando houver decisão de interromper os empreendimentos ou atividades a que se destinavam ou quando comprovado que não poderão produzir resultados suficientes para recuperação desse valor; ou revisados e ajustados os critérios utilizados para determinação da vida útil econômica estimada e para cálculo da depreciação, exaustão e amortização. 16
2 Avaliação de Empresas No caso da inflação, podem ocorrer ajustes, como as metodologias de correção monetária ou de correção monetária integral (práticas que não são mais permitidas pela legislação vigente), ou por ajustes monetários de acordo com índices de inflação (para ativos e passivos). Já para as taxas de juros e paridade cambial devem ser realizados os ajustes tanto em itens do Ativo quanto do Passivo, até a data de publicação do balanço (Santos, 2008). Procedendo nestes ajustes de valor, temos que o valor da empresa é dado por: Valor da Empresa (Liquidação)= Valor do Ativo Total Ajustado - Valor do Passivo Total Ajustado Assim, esta metodologia apresenta maiores limitações na aplicação dos ajustes necessários para tornar o valor da empresa condizente com a realidade, principalmente quando os ajustes necessários são de grande importância. 2.2 Metodologia do valor de liquidação Esta metodologia considera o valor da empresa como sendo o valor de mercado dos bens e direitos que formam seu Ativo, vendidos separadamente, no estado em que se encontram, caso as atividades da empresa sejam encerradas (Santos, 2008). Ou seja, considera a empresa como uma operação em descontinuidade, em que o valor dos ativos individuais tende a ser inferior ao valor dos registros contábeis e gerenciais, normalmente em função da negociação envolvida. Além disso, a técnica é recomendada para empresas que não possuem mercado para venda como um negócio, ou seu valor como negócio é inferior ao valor da soma de seus ativos, pois, neste caso, a melhor opção é a venda individual dos ativos. O normal é que as empresas possuam um valor superior do que a simples soma de seus ativos, pois elas possuem ativos intangíveis (como marcas, participação de mercado e conhecimentos tecnológicos) que não estão em suas demonstrações contábeis. Valor da Empresa (Liquidação) = Soma dos Ativos Individuais - Passivo Assim, normalmente, o valor de mercado de uma empresa corresponde ao seu valor em uso e não ao ser valor de troca (venda das partes), uma vez que o valor da empresa como um todo é, em geral, seu valor como organização em funcionamento (Hendriksen; Van Breda, 1999), daí a limitação a este método. 2.3 Metodologia do Preço/Lucro (P/L) A metodologia do Preço/Lucro (P/L) se baseia na condição de que se duas empresas atuam no mesmo setor e possuem estrutura e porte semelhantes (material, humana e financeira), poderá ser realizada uma comparação direta sobre os seus resultados e indicadores de desempenho, neste caso, o índice Preço/Lucro (Santos, 2008), amplamente utilizado pelo mercado na análise de ações. 17
3 P/L = Preço de Mercado por Ação Lucro Contábil por Ação Desta forma, o índice P/L representa o quanto o investidor está disposto a pagar por cada unidade de lucro divulgado, sendo o Lucro Contábil por Ação (LPA) calculado. LPA = Lucro Líquido Número de Ações Emitidas Neste ponto é interessante observar que, segundo as normas internacionais de contabilidade, definidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), ou seja, Conselho Internacional de Normas Contábeis, o cálculo da LPA é dado por (Ernest; Young; Fipecafi, 2009): IPL = Lucro Líquido dos Controladores Número Médio Ponderado de Ações em Circulação no Ano Como existe uma tendência atual na adoção das Normas Internacionais de Contabilidade, é provável que em breve o CPC regulamente a matéria segundo estas normas. Apesar da ampla aceitação do mercado, esta metodologia ainda apresenta algumas limitações (Martins, 2001): considera apenas o lucro contábil; ignora o valor do dinheiro no tempo e os riscos; considera implícita a ideia de eficiência de mercado, isto é, de que o valor de mercado da ação corresponde ao seu valor justo, sem a existência de oscilações de mercado. 2.4 Metodologia de capitalização dos lucros Nesta metodologia, o valor da empresa é calculado por meio da ponderação média e da capitalização dos lucros históricos por uma taxa de retorno ou pelo custo do capital (i) que corresponde ao risco do negócio e que reflita as incertezas do mercado em que está inserida, para, em seguida, somarmos o valor dos ativos não operacionais ao valor operacional e obtermos o valor total da empresa (Santos, 2008). Para efeito do lucro a ser capitalizado, podemos utilizar o lucro operacional (lucro antes dos juros e imposto de renda) ou baseado na capitalização do lucro líquido. As limitações a este método estão relacionadas novamente ao uso do lucro contábil, uma vez que este é passível de gerenciamento de resultados, mas atenuado pelo uso de séries históricas, e o segundo fator é a determinação do custo do capital próprio. Exemplo baseado no lucro operacional da empresa, considerando sua atividade nos últimos cinco anos (Tabela 1), com peso variando de 1 até 5 e um custo do capital de 9,50% ao ano. 18
4 Avaliação de Empresas Tabela 1 Exemplo de lucro operacional histórico Lucro ($ milhões) Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Histórico 100,00 112,00 123,00 132,00 145,00 Além disso, são considerados $ 45 milhões de ativos não operacionais (Tabela 2). Tabela 2 Exemplo de valor da empresa pela metodologia de capitalização dos lucros Período Lucro operacional Fator de ponderação Lucro ponderado Ano 1 100,00 1,0 100,00 Ano 2 112,00 2,0 224,00 Ano 3 123,00 3,0 369,00 Ano 4 132,00 4,0 528,00 Ano 5 145,00 5,0 725,00 Soma dos lucros operacionais ponderados 1.946,00 / Soma dos fatores de ponderação 15,00 = Lucros operacionais médios ponderados 129,73 / Taxa de capitalização histórica 9,50% = Valor operacional da empresa (129,73 / 0,0950) 1.365,61 + Ativos não operacionais 45,00 = Valor total da empresa 1.410, Metodologia dos múltiplos de faturamento A metodologia de múltiplos de faturamento assume que o valor da empresa é calculado com base na multiplicação da Receita Líquida (RL) do último ano de atividade operacional, ou de uma média histórica, pelo fator Preço das Ações/Receita média (F P/RL ) extraído de empresas concorrentes de porte e atividade similares. Em seguida, soma-se o valor dos ativos não operacionais ao valor operacional do último ano de atividade operacional (A N-O_Ano1 ), para se chegar ao valor total da empresa (Santos, 2008). Note que o Preço das Ações/Receita média (F P/RL ) trata-se do índice de preço de uma ação em relação à receita por ação. Desta forma, o valor da empresa é dado por: Valor da Empresa = (Receita Líquida Ano 1 x F P/RL ) + A N-O_ANno1 Como limitação, temos novamente a receita líquida que advém da contabilidade tradicional. 2.6 Metodologia dos múltiplos de lucros Já a metodologia dos múltiplos de lucros assume que o valor da empresa é calculado com base na multiplicação do Lucro Operacional (LO) do último ano de atividade operacional, ou de uma 19
5 média histórica, pelo fator Preço das Ações/Lucro Operacional médio (F P/LO ) extraído de empresas concorrentes de porte e atividade similares. Em seguida, soma-se o valor dos ativos não operacionais ao valor operacional do último ano de atividade operacional (A N-O_Ano1 ), para se chegar ao valor total da empresa (Santos, 2008). Note que o Preço das Ações/Lucro Operacional médio (F P/RL ) trata-se do índice de preço de uma ação em relação ao lucro operacional por ação. Desta forma, o valor da empresa é dado por: Valor da Empresa = (Lucro Operacional Ano 1 x F p/lo ) + A N-O_ANno1 Como limitação, temos novamente a questão da contabilidade tradicional que proporciona o cálculo do lucro operacional. 20
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