Desafios do IFRS para empresas brasileiras
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- Jorge Affonso Belmonte
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1 Desafios do IFRS para empresas brasileiras Estamos em consonância com o mundo? 3º Encontro de Contabilidade e Auditoria 16 de setembro de 2013 Ramon D. Jubels 3º Encontro de Contabilidade e Auditoria 1
2 Agenda Semelhanças e Diferenças entre CPCs e IFRSs s mais recentes e normas em desenvolvimento Desafios adicionais para as empresas Brasileiras 3º Encontro de Contabilidade e Auditoria 2
3 Entidades não financeiras Instituições financeiras Listadas Nãolistadas Listadas Nãolistadas CPC / CVM / IFRS CPC BACEN / CVM / IFRS BACEN / IFRS Pequenas e médias empresas Seguradoras CPC PME (opção) Listadas CVM / IFRS Nãolistadas SUSEP / IFRS 3º Encontro de Contabilidade e Auditoria 3
4 Pronunciamentos emitidos pelo CPC sem equivalente nas normas internacionais CPC 09 CPC 12 Demonstração do valor adicionado (DVA) Ajuste a valor presente CPC 44 Demonstrações combinadas OCPC 01 OCPC 03 OCPC 04 OCPC 05 OCPC 06 Entidades de incorporação imobiliária Instrumentos financeiros: reconhecimento, mensuração e evidenciação Aplicação da interpretação técnica ICPC 02 às entidades de incorporação imobiliária brasileiras Contratos de concessão Apresentação de informações financeiras Pro Forma 3º Encontro de Contabilidade e Auditoria 4
5 Pronunciamentos emitidos pelo CPC sem equivalente nas normas internacionais ICPC 08 ICPC 09 Contabilização da proposta de pagamento de dividendos Demonstrações contábeis individuais, demonstrações separadas, demonstrações consolidadas e aplicação do método de equivalência patrimonial 3º Encontro de Contabilidade e Auditoria 5
6 s internacionais sem equivalente nos pronunciamentos emitidos pelo CPC Estágio Atual IFRS 6 / CPC 34 IAS 29 / CPC 42 Exploração e avaliação de recursos minerais Contabilidade e evidenciação em economia altamente inflacionária Aguardando revisão do IASB Aguardando discussão no IASB IFRIC 20 / ICPC 18 Custos de remoção de estéril de mina de superfície na fase de produção Audiência pública encerrada IFRIC 14 Limite de ativo de benefício definido, requisitos de fundeamento mínimo e sua interação 3º Encontro de Contabilidade e Auditoria 6
7 s internacionais sem equivalente nos pronunciamentos emitidos pelo CPC Adendos emitidos pelo IASB mas ainda não emitidos pelo CPC IFRS 1 Annual improvements to IFRS cycle Adoção inicial das normas internacionais de contabilidade IAS 1 IAS 16 IAS 32 IAS 34 Apresentação das demonstrações contábeis Ativo imobilizado Instrumentos financeiros: apresentação Demonstração intermediária Para fins de IFRS os adendos entraram em vigor a partir de 1º de janeiro de Esses adendos estão em fase de revisão pelo CPC e devem ser colocados em audiência publica em breve. 3º Encontro de Contabilidade e Auditoria 7
8 s internacionais sem equivalente nos pronunciamentos emitidos pelo CPC Adendos emitidos pelo IASB mas ainda não emitidos pelo CPC IFRS 1 IAS 32 e IFRS 7 Outros Adoção inicial das normas internacionais de contabilidade Instrumentos financeiros: apresentação e evidenciação IFRS Guia de transição - adendos 2012 ao IFRS 10, 11 e 12 IAS 1 IAS 12 IFRS 7 Apresentação de itens de outros resultados abrangentes Impostos diferidos: recuperação de ativos subjacentes Divulgações: compensação de ativos e passivos financeiros Para fins de IFRS os adendos entraram em vigor a partir de 1º de janeiro de Esses adendos estão em fase de revisão pelo CPC e devem ser colocados em audiência publica em breve. 3º Encontro de Contabilidade e Auditoria 8
9 Alternativas contábeis disponíveis nas normas internacionais, mas não permitidas pelo CPC CPC 04 e CPC 27 CPC 26 IASB permite reavaliação de ativo intangível e ativo imobilizado. CPC não permite. IASB permite que a apresentação da demonstração do resultado seja apresentada por natureza ou por função. No Brasil é permitida apenas a apresentação por função, conforme legislação vigente. Apresentação da Demonstração do Resultado Abrangente (DRA) pode ser apresentada em conjunto com a Demonstração de Resultado ou separadamente. CPC requer que a DRA seja apresentada como peça separada. 3º Encontro de Contabilidade e Auditoria 9
10 Alterações efetuadas nos pronunciamentos do CPC em relação às normas internacionais CPC 03 CPC 05 CPC 18 CPC 03 excluiu o trecho do IAS 7 que encoraja a preparação da demonstração do fluxo de caixa pelo método direto. Adicionalmente, o item 20A do CPC 03 requer conciliação entre o lucro líquido e o fluxo de caixa líquido das atividades operacionais quando for utilizado o método direto. Para transações entre partes relacionadas é necessária a divulgação das condições nas quais as transações foram efetuadas. O CPC requer que a defasagem máxima entre as datas de encerramento das demonstrações da investida e do investidor não seja superior a dois meses. O IASB permite defasagem de 3 meses. Requerimentos específicos para transações ascendentes (upstream) e descendentes (downstream) nas demonstrações individuais. As alterações e diferenças relacionadas a adoção inicial não foram consideradas para fins desta apresentação 3º Encontro de Contabilidade e Auditoria 10
11 Alterações efetuadas nos pronunciamentos do CPC em relação às normas internacionais CPC 18 (cont.) CPC 19 (R2) Requerimentos específicos em relação a perdas em investimentos (coligada ou empreendimento controlado em conjunto) nas demonstrações individuais. Requerimento específico de apresentação do ágio nas demonstrações individuais. Nas demonstrações contábeis individuais, a contabilização como operação em conjunto está disponível apenas para entidades com interesses em operações em conjunto (joint operation) organizadas sem personalidade jurídica própria. As alterações e diferenças relacionadas a adoção inicial não foram consideradas para fins desta apresentação 3º Encontro de Contabilidade e Auditoria 11
12 Alterações efetuadas nos pronunciamentos do CPC em relação às normas internacionais ICPC 09 Nas demonstrações contábeis individuais é requerida utilização do método de equivalência patrimonial para avaliação das controladas. O IASB não estabelece requerimento específico para demonstrações contábeis individuais, mas para as demonstrações separadas as únicas opções são custo ou conforme CPC 38 Instrumentos financeiros: reconhecimento e mensuração. As alterações e diferenças relacionadas a adoção inicial não foram consideradas para fins desta apresentação 3º Encontro de Contabilidade e Auditoria 12
13 s mais recentes e normas em desenvolvimento Recentes Novas IFRS 10, Demonstrações Consolidadas (CPC 36 (R2)) IFRS 11, Negócios em Conjunto (CPC 19(R2)) IFRS 12, Divulgação de Participações em Outras Entidades (CPC 45) IFRS 13, Mensuração de Valor Justo (CPC 46) Mudanças IAS 19, Benefícios a Empregados (CPC 33 (R1)) IFRIC 20, Custos de Remoção de Estéril (Stripping) IFRS 9, Instrumentos Financeiros (Reconhecimento e Mensuração) e novos elementos IFRIC 21, Taxações ED Revenue Recognition, Reconhecimento de Receita (será IFRS 14) ED Regulatory Deferral Accounts ED Arrendamentos ED Contratos de Seguro DP Revisão da Estrutura Conceitual Vários Outros EDs trazendo ajustes de normas existentes 3º Encontro de Contabilidade e Auditoria 13
14 Desafios adicionais para as empresas Brasileiras Basis of Conclusion e IFRIC Updates Visão Consolidada (IFRS) versus Visão Individual (CPC) Cultura mais legalista porém, uso da essência sobre a forma Regulador (standard setter) local versus s Internacionais Educação em todos os níveis 3º Encontro de Contabilidade e Auditoria 14
15 Obrigado Contato Ramon Dirk Jubels Sócio, Departamento de Práticas Profissionais - DPP e International Standards Group (Londres) Av. Nove de Julho, andar São Paulo, SP Tel.: (11) [email protected] 2013 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade simples brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suíça. Todos O nome KPMG, o logotipo e cutting through complexity são marcas registradas ou comerciais da KPMG International. Todas as informações apresentadas neste documento são de natureza genérica e não têm por finalidade abordar as circunstâncias de uma pessoa ou entidade específica. Embora tenhamos nos empenhado em prestar informações precisas e atualizadas, não há garantia de sua exatidão na data em que forem recebidas nem de que tal exatidão permanecerá no futuro. Essas informações não devem servir de base para se empreenderem ações sem orientação profissional qualificada, precedida de um exame minucioso da situação em pauta. 3º Encontro de Contabilidade e Auditoria 15
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