Realismo Visual. Aula 11 UFF
|
|
|
- Baltazar Fialho de Caminha
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Realismo Visual Aula 11 UFF
2 Objetivos Melhorar o entendimento das cenas e objetos criados Possibilidade de representação de dados, objetos e cenas complexas Realismo até o nível desejado da forma adequada para a aplicação (real time x perfeição física da cena)
3 Nível adequado do realismo Remoção de partes invisíveis do objeto (linhas, superfícies e oclusões por outros objetos) Sombreamento das diversas superfícies ou Shading : reflexão difusa, reflexão especular Demais níveis de detalhes: Sombras (shadows) Reflexão, transparências, refração, Texturas
4 Wire frame : adequado para posicionamentos e desenho, mas não realístico Todas as linhas são mostradas. Passo seguinte do realismo eliminar partes da cena que não são vistasquandoobjetos opacos são vistos de determinada direção.
5 Tratamento de hiddens ou Hidden Line/surface problem Eliminação de linhas: caso particular da definição de que faces ou superfícies são ocultas por outras do objeto ou cena.
6 Técnicas de visibilidade Back face culling Priority fill ou painter's algorithm Z- buffer Ray casting (Ray tracing simplificado ou aproximado)
7 HÁ ALGORITMOS NA FORMA VETORIAL E RASTER RASTER: o objeto em 3D é tratado na forma final quando já discretizado em pixels. Rasterisation (ou rasterization) converte uma imagem descrita como vector format para a forma de pixels ( dots ) para representação em video, printer ou storage in a bitmap file format.
8 Alising antialising Rasterizar = Usar a malha de pixels para descrever os objetos!
9 Back face culling,, método m de Roberts ou teste da normal Algoritmo posiciona o objeto e o observador no mesmo sistema de coordenadas (SRU ou WC). Não considera projeções ou perspectivas inicialmente. Isso entra em uma outra etapa no processo de visualização (pipeline)
10 Back face culling Demo: em javascript: echolot-1/back-face-culling-demo Em CG back-face culling determina quando a face de um objeto serávisivelde um pontode vista. Esse processo torna o rendering mais eficiente pois reduz o número de poligonos a ser desenhado.
11 Back face culling Idéia básica: Remover faces traseiras dos objetos em relação ao observador Adequadas para objetos convexos. OBS : Ser não convexo ser côncavo
12 Objetos convexos Definição: Formado por faces convexas. i.e. Formado por polígonos convexos: nos quais a ligação entre quaisquer2 pontos internos nunca passa por uma parte externo a face:
13 Algoritmo posiciona o objeto e o observador no mesmo sistema de coordenadas (SRU ou WC) Usa-se a direção que as normais às faces fazem com a direção de visualização. Entre -90 graus e 90 graus a face évisível pelo observador (ou a face é de frente).
14 1-Obtêm a normal às s faces Através do cálculo do produto vetorial de dois vetores da face: a ordem dos vértices é importante!
15 2 - Define-se o vetor da direção de visão 3-Verifica-se o ângulo! Através do produto interno entre as normais e a direção de visão, (não é preciso calcular o ângulo) apenas ver se o resultado émaior que zero ângulo entre -90 e 90!
16 Algoritmo 4- Só desenha a face se ele é visivel! OBS-Se for visívelai se preocupa em projetar o objeto de 3D para 2D e em posiciona-lo no dispositivo
17 Viewing pipeline / Ações para Modelagem dos objetos que compõem a Cena SRO) ver uma cena Sua posição no SRU (World Coordinates - WC), sua visão de maneira realística por um observador. Sua vista em perspectiva e projeção em 2D. E posicionamento na window ou no canvas de desenho (DC - SRD).
18 Fórmula de Euler V A + F = 2 Genus G de um objeto : menor número de furos que trespassam o objeto. Genus G=1 Qual o genus de uma tubulação? Resposta: Veja o vídeo no Breno onde ele mostra isso por deformação! Segue o link do vídeo no youtube:
19 Fórmula de Euler :V A + F = 2 Buracos H : menor número de furos que não trespassam ou loops fechados de faces. Buracos H=1
20 Formula de Euler Euler Euler-Poincaré: Componentes separáveis ou partes conectadas: C formula de Euler - Poincaré: V-A+F-H = 2(C-G) H=1 e G=? Utah teapot Um teapot não é uma chaleira! Nunca é usado para por água no fogo e a ferver!
21 V A + F = 2 Importante da modelagem correta para o de uso do objeto adequadamente Já definir se háburacos H, ou furos trespassantesgou partes conectadas C, na modelagem inicial do objeto é mais complexo. Qual o Geno de um corpo humano para uma modelagem que o tratasse por dentro, como para uma endoscopia?
22 Bibliografia: E. Azevedo, A. Conci, Computação Gráfica: teoria e prática, Campus ; - Rio de Janeiro, 2003 J.D.Foley,A.van Dam,S.K.Feiner,J.F.Hughes. Computer Graphics- Principles and Practice, Addison- Wesley, Reading, H. Watt, F. Policarpo - The Computer, Addison-Wesley Pub Co (Net); luennot/521493s_3-d_graphics_vi.pdf
Computação Gráfica II
Computação Gráfica II Iluminação e Textura Prof. Rodrigo Rocha [email protected] http://www.bolinhabolinha.com Introdução Determinação da cor envolve Além das propriedades da superfícies Cor,
Estudando para a P2-2018
Estudando para a P2-2018 1. Um conceito muito importante em CG é o da bounding Box (BB) de um objeto. De uma forma bem intuitiva seria a caixa mínima (Box) que você usaria para poder guardar seu objeto.
Projeções. Cap 2 (do livro texto) Aula 6 UFF
Projeções Cap 2 (do livro texto) Aula 6 UFF - 2014 Projeções PLANAS: Classificação BÁSICA: B Características: Um objeto no espaço o 3D A forma mais simples de representar um objeto 3D em 2D é simplesmente
Introdução à Computação Gráfica. Claudio Esperança Paulo Roma Cavalcanti
Introdução à Computação Gráfica Claudio Esperança Paulo Roma Cavalcanti Estrutura do Curso Ênfase na parte prática Avaliação através de trabalhos de implementação C / C++ OpenGL c/ GLUT Grau (nota) baseado
Resumo. Ray Tracing. Introdução. Ray Casting Básico. Idéia
Resumo Leandro Paganotti Brazil Danilo Medeiros Eler Rosane Minghim Computação Gráfica ICMC USP 2010 Introdução Ray Casting Básico Intersecção Raio-Cena Caminhos de Reflexão e Refração Ray-Tracing Tree
Computação Gráfica II
Computação Gráfica II Representação de Objetos Prof. Rodrigo Rocha [email protected] http://www.bolinhabolinha.com Pipeline de visualização 3D 1 Representação dos objetos Aramada (Wire frame)
Introdução ao Processamento e Síntese de imagens -Linhas e superfícies escondidas
Introdução ao Processamento e Síntese de imagens -Linhas e superfícies escondidas Júlio Kiyoshi Hasegawa 26 Fontes: Rogers, D. F. Procedural Elements for Computer Graphics Introdução Linhas e superfícies
Rendering de Polígonos. Determinação de Superfícies Visíveis. Back Face Culling. Back Face Culling. Back Face Culling. Back Face Culling.
Determinação de Superfícies Visíveis M.C.F. de Oliveira Fontes: Hearn & Baker, Cap. 9 Curso CG, University of Leeds (Ken Brodlie): http://www.comp.leeds.ac.uk/kwb/gi21/lectures.html Rendering de Polígonos
REPRESENTAÇÃO DE DADOS EM CG
http://computacaografica.ic.uff.br/conteudocap4.html REPRESENTAÇÃO DE DADOS EM CG Cap 4 MODELAGEM E ESTRUTURA DE DADOS Aula 3 UFF - 2017 REPRESENTAÇÃO DE DADOS Um objeto pode ser representado de forma
Pipeline de Visualização 3D
Pipeline de Visualização 3D André Tavares da Silva [email protected] Capítulo 5 de Foley Capítulo 2 de Azevedo e Conci Processo de Visualização https://www.youtube.com/watch?v=ogqam2mykng Processo de
Reflexões e Sombras em Superfícies Planares Animação e Visualização Tridimensional Prof. João Madeiras Pereira Instituto Superior Técnico 2005/2006
Reflexões e Sombras em Superfícies Planares Animação e Visualização Tridimensional Prof. João Madeiras Pereira Instituto Superior Técnico 2005/2006 Reflexões - Motivação Ainda não é possível usar algoritmos
Solid modeling em C.G. aula /2 IC / UFF
http://computacaografica.ic.uff.br/conteudocap4.html Solid modeling em C.G. aula 12 2016/2 IC / UFF que é um sólido. é considerado um sólido se tem uma forma própria. A modelagem de líquidos, gazes, materiais
Computaçã. Visão Geral. Sistema Gráfico. Computação Gráfica. Pixels. Sistema Gráfico e o Frame Buffer. Introdução à Computação Gráfica
Visão Geral Computaçã ção o Gráfica Introduçã ção, conceitos básicosb sicos, áreas relacionadas Introdução à Computação Gráfica Como funciona um sistema gráfico Como imagens são representadas Áreas relacionadas,
Iluminação e Sombreamento
luminação e Sombreamento Computação Gráfica Carlos Guedes @ 2006 SEL/DEETC/SP Computação Gráfica 1 Computação Gráfica Carlos Guedes @ 2006 SEL/DEETC/SP Computação Gráfica http://www.oyonale.com/ldc/english/classroom.htm
Computação Gráfica. Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto
Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto [email protected] Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto Email: [email protected] Site: http://www.kusumoto.com.br CARGA HORÁRIA SEMANAL: 02 horas-aula
Aula /2 Sistemas de coordenadas Window x Viewport
http://computacaografica.ic.uff.br/conteudocap2.html Aula 8 2018/2 Sistemas de coordenadas Window x Viewport Sistemas de Coordenadas O Sistema de Coordenadas nos dá uma referência sobre o tamanho e a posição
Computação Gráfica - 12
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Computação Gráfica - 12 [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav Realismo
Introdução ao Processamento Gráfico
Introdução ao Processamento Gráfico Leandro Tonietto Processamento Gráfico - Unisinos [email protected] http://www.inf.unisinos.br/~ltonietto ago-09 Sumário Introdução e conceitos Resumo das linhas
Transformações Geométricas em C.G.
Transformações Geométricas em C.G. Cap 2 (do livro texto) Aula 3, 4 e 5 UFF - 214 Geometria Euclideana : 3D Geometria Axiomas e Teoremas Coordenadas de pontos, equações dos objetos Geometria Euclideana
Visibilidade. Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Computação Gráfica. Edward Angel, Cap. 7 Apontamentos CG
Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Computação Gráfica Visibilidade Edward Angel, Cap. 7 Apontamentos CG Pipeline de Visualização 3D Pipeline de Visualização 3D LEIC CG Sombreamento
Introdução Geral a Computação Gráfica. Universidade Católica de Pelotas Curso de Engenharia da Computação Disciplina de Computação Gráfica
Introdução Geral a Computação Gráfica Universidade Católica de Pelotas Curso de Engenharia da Computação Disciplina de 2 Introdução Geral a O que é CG? Áreas de Atuação Definição, Arte e Matemática Mercado
Prof. Fernando V. Paulovich 3 de agosto de SCC Computação Gráca
Dispositivos de Saída e SCC0250 - Computação Gráca Prof. Fernando V. Paulovich http://www.icmc.usp.br/~paulovic [email protected] Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) Universidade
Aula /2 Sistemas de coordenadas Window x Viewport
http://computacaografica.ic.uff.br/conteudocap2.html Aula 3 2016/2 Sistemas de coordenadas Window x Viewport Sistemas de Coordenadas O Sistema de Coordenadas nos dá uma referência sobre o tamanho e a posição
Computação Gráfica - 09
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Computação Gráfica - 9 [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav Objetos
Computação Gráfica. Computação Gráfica. Visão Geral. Sistema Gráfico. Introdução à Computação Gráfica e areas relacionadas
Visão Geral Computação Gráfica Cenário e Histórico Introdução à Computação Gráfica e areas relacionadas Histórico Aplicações Perfil da disciplina Bibliografia Maria Cristina F. de Oliveira Rosane Minghim
Tópicos Especiais em Engenharia de Software (Jogos II)
Tópicos Especiais em Engenharia de Software (Jogos II) Aula 02 Iluminação, Materiais e Shaders Edirlei Soares de Lima Unity 3D: Graphics A Unity oferece diversos elementos para a
Computação Gráfica. Prof. André Yoshimi Kusumoto
Computação Gráfica Prof. André Yoshimi Kusumoto [email protected] Representação da Imagem A representação vetorial das imagens é principalmente empregada para a definição e modelagem dos objetos
Computação Gráfica - 09
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Computação Gráfica - 9 [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav Objetos
Transformações 3D. Soraia Raupp Musse
Transformações 3D Soraia Raupp Musse 1 Transformações 3D Translação gltranslatef(dx, dy, dz) T(dx, dy, dz): 1 1 1 dz dy dx 2 Escala glscalef(sx, Sy, Sz) S(Sx, Sy, Sz): 1 1 Sz Sy Sx Transformações 3D Rotação
Introdução ao Processamento e Síntese de imagens Recorte 2D
1 Introdução ao Processamento e Síntese de imagens Recorte 2D Fontes: Rogers, D. F. Procedural Elements for Computer Graphics Traina, A. J. M. & Oliveira, M. C. F. (2004) 2016 2 Recorte - (Clipping) Numa
Coloração (Shading)e Iluminação global
Coloração (Shading)e Iluminação global Computação Gráfica Modelos de Iluminação Dependentes da Luz! Modelos dependentes da luz! Ambiente! Normais à superfície não são importantes! Difusa! Ângulo entre
Técnicas de rendering. Realismo
Realismo O que é? É o efeito da interação da luz com os objetos Onde usar? Simulação Projeto Entretenimento Pesquisa Educação Controle Multimídia e Hipermídia Técnicas de rendering Plantas Projeções Depth
Plano de Ensino de Disciplina Ciência da Computação 2º / 2016
Plano de Ensino de Disciplina Ciência da Computação 2º / 2016 Disciplina: Computação Gráfica e Processamento de Imagens Código: 016031 Série: 8 0 Semestre Carga Horária Semanal: 04 aulas Carga Horária
Computação Gráfica. Agostinho Brito. Departamento de Engenharia da Computação e Automação Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Computação Gráfica Agostinho Brito Departamento de Engenharia da Computação e Automação Universidade Federal do Rio Grande do Norte 30 de julho de 2015 O que é computação gráfica Entrada Saída IMAGEM MODELO
PEF 5743 Computação Gráfica Aplicada à Engenharia de Estruturas
PEF 5743 Computação Gráfica Aplicada à Engenharia de Estruturas Prof. Dr. Rodrigo Provasi e-mail: [email protected] Sala 09 LEM Prédio de Engenharia Civil Iluminação Para a compreensão do funcionamento da
Exame de 1ª Época Computação Gráfica
Exame de 1ª Época Computação Gráfica LEIC/MEIC Ano Lectivo de 2008/2009 Prof. João Brisson Lopes Prof. Mário Rui Gomes 2 de Julho 2009 Nº Nome: Responda o mais completamente às seguintes questões justificando
Modelos Globais de Iluminação
Modelos Globais de Iluminação Radiosidade e Ray-tracing Computação Gráfica Carlos Guedes @ 2006 ISEL/DEETC/SP Computação Gráfica 1 Agenda Modelos de iluminação Modelos locais Phong Modelos globais Ray-tracing
Representação de Objetos e Cenas. Soraia Musse
Representação de Objetos e Cenas Soraia Musse Roteiro 1. Formas de Representação 1.1. Representação Aramada 1.2. Superfícies Limitantes 1.3. Enumeração Espacial 1.4. Representação Paramétrica 1.5. Grafo
Introdução à Computação Gráfica
Computação Gráfica - Aula 1 (atualizada em 21/10/2015) [email protected] Introdução à Computação Gráfica Computação Gráfica Conceito É a área da Ciência da Computação que estuda a geração,
Remoção de Superfícies Escondidas
INF 66 Computação Gráfica Interativa Eliminação de Superfícies Escondidas; Anti-Aliasing Alberto B. Raposo [email protected] http://www.tecgraf.puc-rio.br/~abraposo/inf66/index.htm Remoção de
Gabarito Lista Cap. 7.: (Realismo Visual e Iluminação)
Gabarito Lista Cap. 7.: (Realismo Visual e Iluminação) Agradecimentos: Expressamos nossos agradecimentos a Evelyn de Almeida Vieira e Rafael Heitor Correia de Melo, pela seção das respostas desta lista
Computação Gráfica e Processamento de Imagens. - Sistemas 3D (conceitos básicos) Prof. Julio Arakaki
Computação Gráfica e Processamento de Imagens - Sistemas 3D (conceitos básicos) Prof. Julio Arakaki Sistemas tri-dimensionais (3D) Conceitos de sistemas tri-dimensionais Os objetos são construídos através
Computação Gráfica. Representação e Modelagem
Computação Gráfica Representação e Modelagem Professora: Sheila Cáceres Baseado nos slides da Prof. Soraia Musse Modelagem Área da Computação Gráfica que estuda a criação de modelos dos objetos reais.
Computação Gráfica Abel J. P. Gomes. Engenharia Informática (5385) - 2º ano, 2º semestre Matemática (5828) - 2º ano, 2º semestre
Computação Gráfica Abel J. P. Gomes Engenharia Informática (5385) - 2º ano, 2º semestre Matemática (5828) - 2º ano, 2º semestre Cap. 0: Planificação do Processo de Ensino-Aprendizagem Engenharia Informática
O que é CG?? Soraia Raupp Musse
O que é CG?? Soraia Raupp Musse Processamento Gráfico Modelagem Multimídia RV Usuário Visão Modelos Gráfico Tempo Animação Vídeo Imagens Processamento de Imagens O que NÃO é CG?? Processamento de Imagens
Computação Gráfica Introdução
Computação Gráfica Introdução UniverCidade - Prof. Ismael H F Santos April 05 Prof. Ismael H. F. Santos - [email protected] 1 Considerações Gerais Objetivo: Discutir os principais conceitos eos
Visibilidade. Apontamentos CG + Edward Angel, Sec Instituto Superior Técnico Computação Gráfica 2009/2010
Visibilidade Apontamentos CG + Edward Angel, Sec. 7.11 Instituto Superior Técnico Computação Gráfica 2009/2010 1 Na últimas aulas Rasterização Discretização de linhas Preenchimento de polígonos Aliasing
Computação Gráfica. Primitivas Gráficas Professora Sheila Cáceres
Computação Gráfica Primitivas Gráficas Professora Sheila Cáceres Primitivas Gráficas em 2D São elementos básicos dos gráficos/desenhos a partir dos quais são construídos outros objetos mais complexos.
Mapeamento de Textura
Mapeamento de Textura Felipe Natale Munhoz [email protected] Junho de 2007 Sumário 1 Introdução 3 2 Objetivo 4 3 Tipos de Texturas 5 4 Mapeamento de Texturas em OpenGL 10 5 Referências 14 Seção 1 Introdução
Resumo. Computação Gráfica: Uma Proposta de Plano Pedagógico. Áreas Correlatas. Definição. Uma Visão Integrada da C.G.
Computação Gráfica: Uma Proposta de Plano Pedagógico Luiz Velho Definições Metodologia Estrutura Avaliação Discussão Resumo IMPA - Instituto de Matemática Pura e Aplicada Definição Computação Gráfica:
Pipeline de Visualização 2D
Pipeline de Visualização 2D André Tavares da Silva [email protected] Capítulo 2 do Foley Requisitos de matemática para CG Vetores e pontos Matrizes Transformações geométricas Pontos e espaços afim Representação
Resoluções Exames Computação Gráfica
Resoluções Exames Computação Gráfica Exame normal 2014 1. Em termos de arquitetura e processamento da informação, identifique diferenças entre os sistemas gráficos baseados nas tecnologias raster e vetorial.
Capítulo 3 Primeiros Passos em OpenGL Função Desenha Função Teclado Função Inicializa Programa Principal...
Sumário Prefácio...15 Capítulo 1 Introdução...17 Capítulo 2 Instalação...22 2.1 Visão Geral das Bibliotecas OpenGL...22 2.2 Bibliotecas Necessárias para Execução...24 2.3 Bibliotecas Necessárias para Compilação...24
Prof. Fernando V. Paulovich 25 de abril de SCC Computação Gráca
Determinação de Superfícies Visíveis SCC0250 - Computação Gráca Prof. Fernando V. Paulovich http://www.icmc.usp.br/~paulovic [email protected] Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC)
Aula9 e 10. Projeções Planas. Como representar objetos 3D em dispositivos 2D? 2019/1 IC / UFF. Paginas 91 a 101 livro texto de computacao grafica
Aula9 e 10 Como representar objetos 3D em dispositivos 2D? Projeções Planas 2019/1 IC / UFF P p O Paginas 91 a 101 livro texto de computacao grafica Como desenhar o mundo 3D no planos? Fazendo as projeções
