HISTÓRIAS >NA PRAÇA DOCUMENTO ORIENTADOR
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- Margarida Garrau de Vieira
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1 DOCUMENTO ORIENTADOR 28, 29 E 30 ABRIL
2 Oficina de criação cinematográfica Ensino básico e secundário Coordenação Pedro Sena Nunes Organização AO NORTE DOCUMENTO ORIENTADOR Participar numa História da Praça é como viver coletivamente uma intensa e inesquecível experiência de cinema. Introdução O projecto Histórias da Praça está integrado nos Encontros de Cinema de Viana, realiza-se desde 2001 e acontece anualmente no mês de maio, mês dos Encontros. Esta formação procura sensibilizar os participantes para o processo criativo da criação cinematográfica com destaque para as fases da preparação e rodagem de um filme, destinadas a compreender o processo criativo e técnico, através de análises das estratégias e métodos escolhidos na adaptação do imaginário da história. Ao longo das várias edições, já colaboraram mais de 30 escolas e perto de 1500 alunos dos ensinos básico e secundário. As histórias traduzem-se como experiências cinematográficas escritas por alunos e acompanhada s por professores. Este documento orientador tem por objectivo explicar o que se entende por Histórias da Praça e orientar os professores a participarem com os alunos na criação e construção de curtos filmes.
3 1. Preparação (processo desenvolvido com professor) Procurar um tema ou junção de temas, preferencialmente atuais. Explorar ideias até seleccionarem uma ideia para uma história. Estruturar bem uma proposta, seguindo alguns passos sugeridos. 2. Rodagem Experiência de 3h (manhã ou tarde), inclui preparação e gravações. As gravações decorrem ao ar livre, salvo excepções apresentadas ou condições climatéricas. 3. Formatação das Histórias Duração entre 4 e 7 minutos. Filmadas na Praça da República e zona envolvente. Estruturadas pelos alunos com base em temas actuais, ou não. Devem estar ensaiadas mas contam com a criatividade da equipa. HISTÓRIAS Praça da República 4. Objetivos > Proporcionar aos alunos a experiência de participarem na criação de um filme. > Promover a linguagem cinematográfica. > Participar num projecto orientado e desenvolvido por um grupo de profissionais que acompanha os alunos e os elucida, tanto quanto possível, para a vertente criativa e técnica do cinema. > Envolver todos alunos na criação do projeto ao longo das suas várias fases de trabalho. > Integrar todos os alunos da turma na fase de rodagem dos exercícios na qualidade de atores/performers, a partir das propostas apresentadas na turma. > Proporcionar a alguns alunos o desempenho de algumas funções técnicas e criativas desenvolvidas por uma equipa de filmagens. > Avaliação a experiência com o grupo. > Estrear os filmes produzidos na edição seguinte dos Encontros de Viana. 5. História passo a passo Do ponto de vista narrativo a história deve ser construída linearmente usando apenas algumas figuras de estilo; elipse, flash-back etc. 1. A organização pode eleger e sugerir cada ano temas para as histórias. 2. Todos os alunos da turma lançam ideias para uma história passada na Praça da República ou nas imediações, segundo os temas lançados tanto pelo/a professor/professora, como pela organização. 3. As propostas devem ser votadas internamente pelos alunos da turma. A análise deve ser feita com o professor/professora na sala de aula, tendo em conta o grau de exequibilidade do projecto. 4. O professor/professora em caso de dúvida deve reencaminhar as propostas eleitas, via , para a organização poder dar o seu parecer e alguma orientação. 5. Quando a proposta estiver selecionada, devem-se organizar grupos de trabalho, listar e trabalhar segundo alguns métodos essenciais.
4 Praça da República 6. Sugestões e Questões Orientadoras História A história deve refle tir uma visão da vida. Pode ser construída em vários tempos. Definir o que torna a história relevante. Definir o ritmo da história. Definir tipo de acção vamos ver. Refletir sobre passado das personagens. Discutir e aprofundar origem das personagens. Pensar o trajeto das personagens: de onde vêm e para onde vão? A quem pertence a história? O que querem dizer aos espetadores com esta história? Pode acontecer em qualquer tempo? Que razões vos levam a realizar esta história? Que reação procuram dos espe tadores? Visualizar a história e adequá-la às personagens e aos seus percursos. Contar a história várias vezes para detetar fragilidades. Tentar contar a história de outra forma. Definir a tensão principal da vossa história. Listar as questões que a história coloca. Determinar quem é quem na história. Narrador Sempre útil numa história com muitas personagens. Facilita rodagem e pode garantir compreensão da história. Conflito Identifica r o conflito da história. Discutir claramente o conflito com todos os alunos envolvidos. Listar emoções, frustrações, pensamentos das personagens. Personagens Definir quais as personagens principais da história. Definir quais as personagens secundárias mais importantes. Perceber o foco das várias personagens na história. Evitar protagonismos excessivos das personagens. Equilibrar os tempos da acção das várias personagens. Evitar diálogos, especialmente longos. Definir quais os antagonistas na história. Acção Definir a ação ou a ções da história. Relacionar as a ções às atitudes das personagens. Espaço Definir quais os espaços da Praça da República mais indicados para a história.
5 Praça da República Escolher espaços que ajudem a contar a história de uma forma mais expressiva. A ideia é mostrar em vez de dizer. Adereços Fazer levantamento de adereços e confirmar a sua necessidade. Definir quais os adereços que devem ser procurados. Definir quais os adereços que devem ser construídos. Reunir todos adereços o mais de pressa possível. Escolher adereços expressivos de forma a contar melhor a história. 7. Sugestões para uma reflexão mais profunda Refletir sobre o que torna a história interessante para quem vai ver. Refletir sobre o que manterá os espectadores envolvidos com a história do início ao fim. Uma personagem? Uma visão da vida? Uma forma diferente de contar a história? Uma nova aproximação a um género cinematográfico já conhecido? Alunos com professores devem conseguir responder a estas questões. Caso encontrem sérias dificuldades nas respostas, melhor pensarem noutra história. 8. Formador Pedro Sena Nunes Realizador, Produtor, Fotógrafo e Viajante. Terminou o Curso de Cinema em 1992 na Escola Superior Teatro e Cinema. Entre Barcelona, Lyon, Sitges, Budapeste, Lisboa e Florença participou em cursos e workshops de cinema, fotografia, vídeo, teatro e escrita criativa. Realizou documentários, ficções e trabalhos experimentais em cinema e vídeo. Foi bolseiro de várias instituições.
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