Prof André Montillo UVA
|
|
|
- Orlando Luiz Guilherme Galvão Bernardes
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Prof André Montillo UVA
2 Doença Articular Degenerativa Sinônimos: Osteoartrite Osteoartrose: Artrose Artrose Condramalácea Artrite Degenerativa Artrite Hipertrófica Artrite Deformante
3 Doença Articular Degenerativa Definição: É uma Doença Lentamente Progressiva, Idiopática, das Articulações Diartrodiais (Sinovial) que ocorre em idades avançadas da vida. Se caracteriza pela Destruição Gradativa da Cartilagem Articular e suas Conseqüências Patológicas Articulares.
4 Doença Articular Degenerativa Anatomia: Articulação Sinovial Cápsula Articular Cápsula Articular Membrana Sinovial e Líquido Sinovial Líquido Sinovial Líquido Sinovial Superfície Articular Superfície Articular Cápsula Articular Membrana Sinovial Líquido Sinovial Cartilagem Hialina Membrana Sinovial
5 Aspectos Físicos: Cartilagem Articular Cartilagem Hialina: Forma Altamente Especializada do Tecido Conjuntivo Aneural - Alinfático - Avascular Nutrição Sinovial Elástica: Reduz a Pressão e Absorve o Choque Lisa: Minimiza o Atrito Branca - azulada e Brilhante
6 Cartilagem Articular
7 Cartilagem Articular Aspectos Bioquímicos: Matriz: 70% Água 30% 50 %: Substância Fundamental 50%: Colágeno: Fibrilas Organizadas Tecido Celular: Condrócitos Enzimas Catalisadoras
8 Cartilagem Articular Aspectos Bioquímicos: Substância Fundamental: Macromoléculas produzidas pelos Condrócitos (Ribossomos). Polissacarídeos: (Glicosaminoglicanos - GAG) Sulfato de Condroitina Sulfato de Queratam Proteoglicanos (PTG): União das GAG Ácido Hialurônico (AH): União das PTG Proteínas Fixadoras: Fixam as PTG ao AH
9 Estrutura Molecular da Cartilagem Hialina
10 Estrutura Molecular da Cartilagem Hialina
11 Estrutura Molecular da Cartilagem Hialina
12 Estrutura Molecular da Cartilagem Hialina
13 Estrutura Molecular da Cartilagem Hialina
14 Microscopia da Cartilagem Hialina: Macromoléculas
15 Cartilagem Articular: Hialina É um Verdadeiro Emaranhado de Fibrilas de Colágeno dispostas de forma Organizadas com os Espaços Ocupados pelas Macromoléculas da Substância Fundamental, com os Condrócitos dispostos também de forma Organizada e presença das Enzimas Catalisadoras. Toda esta estrutura em um Meio Aquoso.
16 Cartilagem Articular
17 Fisiologia da Cartilagem Hialina
18 Fisiologia da Cartilagem Hialina
19 Fisiologia da Cartilagem Hialina
20 Cartilagem Hialina Normal
21 Degeneração da Cartilagem Articular Hialina Substâncias Produzidas pelos Condrócitos: (Lisossomos) Enzimas Proteolíticas: Hialuronidase Protease Sulfatase Catepsina D Determinam Alterações Físico Químicas da Cartilagem Hialina Diminuindo sua Elasticidade e Resistência as Forças de Compressão e Tenseis. OBS: A Cloroquina Inibe a Catepsina D
22 Degeneração da Molécula da Cartilagem Hialina Ação das Enzimas Proteolíticas
23 Doença Articular Degenerativa Cartilagem Normal Cartilagem Degenerada
24 Cartilagem Hialina Degenerada
25 Degradação da Molécula da Cartilagem Hialina pela Ação Enzimática
26 Doença Articular Degenerativa Fisiopatologia: Forças de Compressão e Atrito Permanente na Articulação. Inicialmente degeneração focal e superficial da cartilagem articular que se aprofunda por toda espessura da cartilagem e generaliza por toda articulação. Fibrilação - Desfibramento - Fendas Profundas - Adelgaçamento e Erosão da Cartilagem Expondo o Osso Subcondral: Cartilagem Enfraquecida Invasão da Vasos Sanguíneos no Osso Subcondral Determinando Espessamento (Esclerose do Osso Subcondral): Em Reação a Exposição do Osso Subcondral Cistos e Fraturas do Osso Subcondral Espessado
27 Doença Articular Degenerativa Fisiopatologia: Forças de Compressão e Atrito Permanente na Articulação. Proliferação Osteocondral Marginal (Osso Subcondral) : Osteófitos Marginais e Esporões Ósseos Marginais Processo Inflamatório Sinovial Reacional: Hiperemia e Hiperplasia da Membrana Sinovial: Derrame Articular Cartilagem Hialina se Torna: Seca - Embaçada - Opaca - Felpuda - Amarelada - Fragmentada e Erodida. Fragmento da Cartilagem Intra-articular: Corpo Livre Deformidade Articular Permanente Frouxidão Ligamentar: Instabilidade Articular
28 Fisiopatologia da Condrólise Compressão Atrito
29 Doença Articular Degenerativa Fisiopatologia
30 Doença Articular Degenerativa Fisiopatologia
31 Doença Articular Degenerativa Fisiopatologia
32 Doença Articular Degenerativa Fisiopatologia
33 Microscopia da Condrólise
34 Doença Articular Degenerativa Fisiopatologia: Alterações no Líquido Sinovial Aspecto Macroscópico
35 Doença Articular Degenerativa Fisiopatologia: Alterações no Líquido Sinovial Viscosidade
36 Doença Articular Degenerativa Classificação: Primária: Etiologia Desconhecida: Idiopática: Afeta Cartilagem Articular Sadia Fatores Predisponentes Secundária: Existe Fator Estimulante para Determinar e Precipitar a Degeneração da Cartilagem Articular: Incongruência das Superfícies Articulares Fatores Estimulantes
37 Osteoartrose Primária Fatores Predisponentes: Idade: Inicia na 2ª década de Vida e se Manifesta entre 55 e 65 anos nos mais Variados Graus da Doença Sexo: Até 54 anos M=H. Acima M>H Hereditariedades: Nódulos de Heberdem Obesidade: Aumenta a Incidência: Articulações de Carga Articulações Comprometidas: M: Generalizada e em Articulações de Movimentos Repetitivos: Mãos e Punhos H: Articulações de Carga: Coluna Vertebral, Quadril e Joelho
38 Osteoartrose Secundária Fatores Estimulantes: Artrose Articular Precoce com Manifestações Clínicas Precoces Processos Inflamatórios: Doenças Reumáticas: Depósito Articular de Complexos Ag-Ac (Febre Reumática) Distúrbios Metabólicos: Depósito Articular de Ácido Úrico (Gota) Fatores Biomecânicos: Desvios de Eixo e Deformidades Ósseas: Geno Valgo ou Varo, Fraturas, Luxações, etc Fatores Hormonais: Diabetes: Destrói os Condrócitos Lesão Química: Corticóide Intra articular Hemartrose Repetidas: Hemofílicos, Renais Crônicos: O Ferro altera as Propriedades da Matriz Cartilaginosa e Aumenta a Síntese de Enzimas Proteolíticas
39 Doença Articular Degenerativa Quadro Clínico: Artrose é Assintomática A Sintomatologia surge pelo Processo Irritativo das Patologias Articulares Decorrente da Degeneração da Cartilagem que Desenvolve o Processo Inflamatório Articular: Artrite (Sinovite)
40 Doença Articular Degenerativa Artrite - Sinovite Membrana Sinovial Sinovite
41 Doença Articular Degenerativa Quadro Clínico: Artrite Início Insidioso Desconforto Articular Contínuo e Leve Dor Recidivante e Progressiva Dor Localizada ou Periarticular Rigidez Matinal: Melhora com a Mobilização Articular Derrame Articular (Sinovite): Aumento da Articulação com Espessamento da Cápsula Articular: Calor e Rubor Limitação Progressiva dos Movimentos: Rigidez Completa Nunca Ocorre Deformidades Fixas: Processo Destrutivo Coluna Vertebral: Examinar as Alterações Neurológicas
42 Doença Articular Degenerativa Diagnóstico Laboratorial: Geralmente Normal VHS: Pouco Elevado Proteína C Reativa: Pode ser Positiva Hemograma: Afastar Processo Infeccioso Perfil Reumático: Afastar Doenças Reumáticas Punção Articular: Liquido Sinovial Normal: Claro, Amarelo Pálido, Viscoso e Não Coagula
43 Doença Articular Degenerativa Diagnóstico Radiológico: Inicialmente Normal Estreitamento Articular: Diminuição do Espaço Articular Agudização das Margens Articulares com Surgimento dos Esporões Ósseos e Osteófitos Marginais Esclerose do Osso Subcondral Cistos Subcondrais Fraturas Subcondrais Corpo Livre Intra-articular Deformidades Ósseas OBS: Não Há Sempre uma Relação Direta da Gravidade das Alterações Radiológicas com o Quadro Clínico Sintomático
44 Doença Articular Degenerativa Tratamento Conservador: Repouso Articular: Imobilização por Poucos Dias: Mobilização Precoce Diminuir a Carga Sobre a Articulação AINH - Analgésicos Drogas Regeneradoras: Glicosamina e Condroitina: Acido Hialurônico Intra-articular Corticoide: Intra-articular e Sistêmico Fisioterapia: US, Tens, Cinesioterapia, etc Hidroterapia
45 Doença Articular Degenerativa Tratamento Cirúrgico: Artroscopia Osteotomias: Melhorar o Eixo Articular Próteses Articulares Totais Artrodese
6/22/2015. Prof. Gustavo Vilela da Silveira, MSc
Acupuntura na Osteoartrose Prof. Gustavo Vilela da Silveira, MSc Osteoartrose 1 Osteoartrose Outras denominações ; Artrose; Doença Articular Degenerativa; Artrite Degenerativa. 2 É a doença articular mais
Patologias dos membros inferiores
Disciplina de Traumato-Ortopedia e Reumatologia Patologias dos membros inferiores Prof. Marcelo Bragança dos Reis Introdução Doenças do quadril Doenças do joelho Doenças do pé e tornozelo Introdução Doenças
USO DE COLÁGENO BIOATIVO COMO ADJUVANTE NA PROFILAXIA E TRATAMENTO DE ARTROPATIAS EM CÃES
USO DE COLÁGENO BIOATIVO COMO ADJUVANTE NA PROFILAXIA E TRATAMENTO DE ARTROPATIAS EM CÃES Prof. Pós-Dr. José Ricardo Pachaly Instituto Brasileiro de Especialidades em Medicina Veterinária ESPECIALVET Programa
Patologia do Joelho. Cadeira de Ortopedia - FML
Patologia do Joelho EXAME CLÍNICO DOR Difusa no processo inflamatório e degenerativo; localizada quando o problema é mecânico RIGIDEZ Comum, podendo causar claudicação AUMENTO DE VOLUME - Localizado ou
Alternativas da prótese total do quadril na artrose Dr. Ademir Schuroff Dr. Marco Pedroni Dr. Mark Deeke Dr. Josiano Valério
Alternativas da prótese total do quadril na artrose Dr. Ademir Schuroff Dr. Marco Pedroni Dr. Mark Deeke Dr. Josiano Valério [email protected] Conceito É uma doença degenerativa crônica caracterizada
ATIVIDADE FÍSICA, ADAPTAÇÃO E SAÚDE. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior
ATIVIDADE FÍSICA, ADAPTAÇÃO E SAÚDE Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior A quebra do Equilíbrio Durante a atividade física ocorre uma quebra do equilíbrio homeostático; O organismo tenta se adaptar
TÍTULO: CARACTERÍSTICAS DOS IDOSOS COM OSTEOARTROSE EM TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM GRUPO NA CLÍNICA DE FISIOTERAPIA DA UNAERP
TÍTULO: CARACTERÍSTICAS DOS IDOSOS COM OSTEOARTROSE EM TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM GRUPO NA CLÍNICA DE FISIOTERAPIA DA UNAERP CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA
Doença de Paget. Definição:
Definição: É uma doença sistêmica de origem desconhecida que determina alteração no Processo de Remodelação Óssea. Apresenta um forte componente genético. Se caracteriza por um aumento focal no remodelamento
INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA
INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA Prof. Rodrigo Aguiar O sistema músculo-esquelético é formado por ossos, articulações, músculos, tendões, nervos periféricos e partes moles adjacentes. Em grande
OSTEOARTRITE DA ARTICULAÇÃO INTERFALANGEANA DISTAL DOS DEDOS
OSTEOARTRITE DA ARTICULAÇÃO INTERFALANGEANA DISTAL DOS DEDOS Victor Cesar Jr.1 DEFINIÇÃO Por definição podemos entender a osteoartite como uma doença insidiosa, de evolução lenta, que resulta em destruição
Artropatias inflamatórias crônicas
Disciplina de Traumato-Ortopedia e Reumatologia Artropatias inflamatórias crônicas Prof. Marcelo Bragança dos Reis Introdução Principais manisfestações músculo-esqueléticas das doenças reumatológicas -
A causa exata é determinada em apenas 12-15% dos pacientes extensamente investigados
LOMBALGIA Prof. Jefferson Soares Leal Turma: Fisioterapia e Terapia Ocupacional Faculdade de Medicina da UFMG Aula e bibliografia recomendada estarão disponíveis para os alunos para donwload no site www.portalvertebra.com.br
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA CARTILAGEM
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA CARTILAGEM Radiológicos Classificação de Tönnis de osteoartrose da anca Grau 0 Sem sinais de osteoartrose Grau I Esclerose aumentada, ligeira diminuição do espaço articular, sem
Lesões Traumáticas dos Membros Inferiores
Prof André Montillo Lesões Traumáticas dos Membros Inferiores Lesões do Joelho: Lesões de Partes Moles: Lesão Meniscal: Medial e Lateral Lesão Ligamentar: o Ligamentos Cruzados: Anterior e Posterior o
DIAGNÓSTICO DAS LOMBALGIAS. Luiza Helena Ribeiro Disciplina de Reumatologia UNIFESP- EPM
DIAGNÓSTICO DAS LOMBALGIAS Luiza Helena Ribeiro Disciplina de Reumatologia UNIFESP- EPM LOMBALGIA EPIDEMIOLOGIA 65-80% da população, em alguma fase da vida, terá dor nas costas. 30-50% das queixas reumáticas
Lesoes Osteoarticulares e de Esforco
Lesoes Osteoarticulares e de Esforco Dr.Roberto Amin Khouri Ortopedia e Traumatologia Ler/Dort Distúrbio osteoarticular relacionado com o trabalho. Conjunto heterogênio de quadros clínicos que acometem:
TECIDO CONJUNTIVO HISTOLOGIA
TECIDO CONJUNTIVO HISTOLOGIA CARACTERÍSTICAS GERAIS: - Unem e sustentam outros tecidos - Não apresentam células justapostas - Possuem vários tipos de células - Possuem matriz intercelular material gelatinoso
Alterações ósseas e articulares
Alterações ósseas e articulares Renato Cesar Sacchetto Tôrres Júlio César Cambraia Veado Índice Alterações nutricionais e metabólicas Osteopenia Osteopatia hipertrófica (pulmonar) Hipervitaminose A Osteopatia
Fraturas Proximal do Fêmur: Fraturas do Colo do Fêmur Fraturas Transtrocanterianas do Fêmur
Prof André Montillo Fraturas Proximal do Fêmur: Fraturas do Colo do Fêmur Fraturas Transtrocanterianas do Fêmur Fraturas Proximal do Fêmur: Anatomia: Elementos Ósseos Cabeça do Fêmur Trocanter Maior Colo
Corticóides na Reumatologia
Corticóides na Reumatologia Corticóides (CE) são hormônios esteróides produzidos no córtex (área mais externa) das glândulas suprarrenais que são dois pequenos órgãos localizados acima dos rins. São produzidos
PARQVE Projeto Artrose Recuperando Qualidade de Vida pela Educação
PARQVE Projeto Artrose Recuperando Qualidade de Vida pela Educação Dra. Márcia Uchoa de Rezende Dr. Alexandre Felício Pailo Dr. Gustavo Constantino de Campos Dr. Renato Frucchi Dr. Thiago Pasqualin O que
Luxação da Articulação Acrômio Clavicular
Luxação da Articulação Acrômio Clavicular INTRODUÇÃO As Luxações do ombro são bem conhecidas especialmente durante a prática de alguns esportes. A maior incidencia de luxção do ombro são na verdade luxação
Assessoria ao Cirurgião Dentista
Assessoria ao Cirurgião Dentista Publicação mensal interna a Papaiz edição V setembro de 2014 Escrito por: Dr. André Simões, radiologista da Papaiz Diagnósticos Odontológicos por Imagem 11 3894 3030 papaizassociados.com.br
Prof André Montillo www.montillo.com.br
Prof André Montillo www.montillo.com.br Qual é a Menor Unidade Viva? Célula Qual é a Menor Unidade Viva? Tecidos Órgãos Aparelhos Sistemas Célula Células Tecidos Órgãos Sistemas ou Aparelhos Sistemas ou
Cisto Poplíteo ANATOMIA
Cisto Poplíteo O Cisto Poplíteo, também chamado de cisto de Baker é um tecido mole, geralmente indolor que se desenvolve na parte posterior do joelho. Ele se caracteriza por uma hipertrofia da bolsa sinovial
INSTABILIDADE E LUXAÇÃO DO OMBRO. A instabilidade do ombro é definida como a incapacidade para manter
INSTABILIDADE E LUXAÇÃO DO OMBRO Centro da Articulação gleno umeral Labrum Ligamentos gleno-umerais e capsula Primal pictures INTRODUÇÃO A instabilidade do ombro é definida como a incapacidade para manter
www.josegoes.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1
Página 1 01. Definição: Espondilólise=> lesão de origem indeterminada, que se acredita ser causada por fratura por estresse na pars interarticularis (pedículo), que é particularmente vulnerável a forças
Alterações dos tecidos ósseo e articular na terceira idade. Fluxo do conteúdo. Fluxo do conteúdo. OSTEOPOROSE Caracterização
Alterações dos tecidos ósseo e articular na terceira idade Fluxo do conteúdo ALTERAÇÕES NO TECIDO ÓSSEO Prevenção Sintomas Tratamento Prof. Germano Fluxo do conteúdo ALTERAÇÕES NO TECIDO ARTICULAR Prevenção
Sinovite transitória do quadril. Osteomielite. Dr Marcio Cunha
Sinovite transitória do quadril Artrite séptica Osteomielite Dr Marcio Cunha Sinovite transitória do Quadril É a principal causa de claudicação na criança! Principal diagnóstico diferencial para artrite
Definição. Febre Reumática. Introdução. Introdução. Epidemiologia 24/08/2011
Definição Febre Reumática Doença inflamatória, sistêmica, deflagrada pelo agente infeccioso Streptococcus β-hemolítico do grupo A, que ocorre em pessoas geneticamente predispostas ; Professor Leonardo
Propedêutica: Tripé Propedêutico: Ordem de Procedimentos com o Objetivo de Diagnosticar Corretamente e Definir o Tratamento Adequado de uma Patologia.
Prof André Montillo Ordem de Procedimentos com o Objetivo de Diagnosticar Corretamente e Definir o Tratamento Adequado de uma Patologia. Tripé Propedêutico: Anamnese Exame Físico Exames Complementares
Síndromes Dolorosas do Quadril: Bursite Trocanteriana Meralgia Parestésica
André Montillo UVA Anatomia do Quadril Anatomia do Quadril Síndromes Dolorosas do Quadril: Bursite Trocanteriana Meralgia Parestésica Definição: Bursite Trocanteriana É o Processo Inflamatório da Bursa
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CARNE. Profª Sandra Carvalho
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CARNE Profª Sandra Carvalho A carne magra: 75% de água 21 a 22% de proteína 1 a 2% de gordura 1% de minerais menos de 1% de carboidratos A carne magra dos diferentes animais de abate
Lesões Meniscais. O que é um menisco e qual a sua função.
Lesões Meniscais Introdução O menisco é uma das estruturas mais lesionadas no joelho. A lesão pode ocorrer em qualquer faixa etária. Em pessoas mais jovens, o menisco é bastante resistente e elástico,
Tecido Conjuntivo. Histologia Geral Msc. Rafael Quirino Moreira
Tecido Conjuntivo Histologia Geral Msc. Rafael Quirino Moreira Tecido Conjuntivo Estabelecimento e manutenção da forma do corpo Papel conferido pela Matriz Extracelular MEC principal constituinte do Tecido
Dor no Ombro. Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo. Dr. Marcello Castiglia
Dor no Ombro Dr. Marcello Castiglia Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo O que a maioria das pessoas chama de ombro é na verdade um conjunto de articulações que, combinadas aos tendões e músculos
Artroscopia. José Mário Beça
Artroscopia José Mário Beça A artroscopia é um procedimento utilizado pelos cirurgiões ortopédicos como meio de diagnóstico e de tratamento das patologias articulares. A palavra artroscopia deriva de duas
TECIDO CONJUNTIVO. derme tendão
TECIDO CONJUNTIVO derme tendão Tecido adiposo cartilagem sangue osso http://medinfo.ufl.edu/~dental/denhisto/lecture_materials/conntiss1_07_nxpowerlite_1.ppt Tecido Conjuntivo Característica: vários tipos
Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes
Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Mecanismos da rejeição de transplantes Envolve várias reações de hipersensibilidade, tanto humoral quanto celular Habilidade cirúrgica dominada para vários
O Grupo de Cirurgia do Joelho tem como objetivo principal ajudar e tratar os pacientes com patologias do joelho a restabelecer a sua função com foco
1 O Grupo de Cirurgia do Joelho tem como objetivo principal ajudar e tratar os pacientes com patologias do joelho a restabelecer a sua função com foco na sua qualidade de vida. O grupo é composto por uma
EXERCÍCIO E DIABETES
EXERCÍCIO E DIABETES Todos os dias ouvimos falar dos benefícios que os exercícios físicos proporcionam, de um modo geral, à nossa saúde. Pois bem, aproveitando a oportunidade, hoje falaremos sobre a Diabetes,
Bursite do Olécrano ou Bursite do Cotovelo
INTRODUÇÃO Bursite do Olécrano ou Bursite do Cotovelo Bursite do olécrano é a inflamação de uma pequena bolsa com líquido na ponta do cotovelo. Essa inflamação pode causar muitos problemas no cotovelo.
DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO
UNESC ENFERMAGEM SAÚDE DO ADULTO PROFª: : FLÁVIA NUNES DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO ENDOCARDITE REUMÁTICA O desenvolvimento da endocardite reumática é atribuído diretamente à febre reumática, uma doença
Reabilitação em Dores Crônicas da Coluna Lombar. Michel Caron Instituto Dr. Ayrton Caron Porto Alegre - RS
Reabilitação em Dores Crônicas da Coluna Lombar Michel Caron Instituto Dr. Ayrton Caron Porto Alegre - RS Introdução - Estima-se que a dor lombar afete até 84% da população adulta. - Episódio de dor autolimitado
ARTROSE MONOGRAFIAS REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA SAÚDE PROGRAMA NACIONAL DE CIRURGIA PROGRAMA NACIONAL DE TRAUMATOLOGIA
REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA SAÚDE PROGRAMA NACIONAL DE CIRURGIA PROGRAMA NACIONAL DE TRAUMATOLOGIA ARTROSE REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA SAÚDE PROGRAMA NACIONAL DE CIRURGIA PROGRAMA NACIONAL
LESOES MENISCAIS Ricardo Yabumoto Curitiba, 09 de Abril de 2007 Introdução Forma aproximada de C Integram o complexo biomecânico do joelho Servem de extensões da tíbia para aprofundar as superfícies articulares,
Defeitos osteoarticulares
Osteoartrite Descrição Osteoartrite ou doença articular degenerativa ( artrose ) caracteriza-se pela perda progressiva da cartilagem articular e alterações reacionais no osso subcondral e margens articulares,
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES E HUMANIDADE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Artrose
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES E HUMANIDADE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Artrose 1 Professora: Acadêmicos: Mateus Pereira, Rodolphe Vieira, Yago Brasil e Sarah
TECIDO CARTILAGINOSO. Observação com aumento total de 40x: Na mesma lâmina apareceu os dois órgãos traquéia e esôfago.
TECIDO CARTILAGINOSO 1)Tecido Cartilaginoso Hialino Material: Traquéia Técnica: Hematoxilina e Eosina (HE) Observação com aumento total de 40x: Na mesma lâmina apareceu os dois órgãos traquéia e esôfago.
CAPSULITE ADESIVA OU OMBRO CONGELADO. A capsulite adesiva ou ombro congelado é uma doença de causa
CAPSULITE ADESIVA OU OMBRO CONGELADO A capsulite adesiva ou ombro congelado é uma doença de causa desconhecida. Por vezes os doentes associam o seu inicio a um episódio traumático. Outros doentes referiam
ULTRA-SOM THIAGO YUKIO FUKUDA
ULTRA-SOM THIAGO YUKIO FUKUDA Freqüência > 20kHz Depende de um meio para se propagar O que acontece quando a onda atinge um novo material? Refração: mudança na direção da onda sonora. Reflexão: A onda
Artrodese do cotovelo
Artrodese do cotovelo Introdução A Artrite do cotovelo pode ter diversas causas e existem diversas maneiras de tratar a dor. Esses tratamentos podem ter sucesso pelo menos durante um tempo. Mas eventualmente,
COLÉGIO JARDINS. Aluno: Data: / / SÉRIE: 1º A( ) B( ) Profº Marcos Andrade
COLÉGIO JARDINS Aluno: Data: / / SÉRIE: 1º A( ) B( ) Profº Marcos Andrade TECIDO CONJUNTIVO I São aqueles que atuam nas funções de preenchimento de espaços entre órgãos, sustentação, defesa e nutrição.
DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO. Claudia de Lima Witzel
DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO Claudia de Lima Witzel SISTEMA MUSCULAR O tecido muscular é de origem mesodérmica (camada média, das três camadas germinativas primárias do embrião, da qual derivam
Possibilita excelente avaliação e análise morfológica, com diferenciação espontânea para :
JOELHO JOELHO RM do Joelho Possibilita excelente avaliação e análise morfológica, com diferenciação espontânea para : ligamentos, meniscos e tendões músculos, vasos e tecido adiposo osso cortical ( hipointenso
UNIDADE DO TRAUMA ORTOPÉDICO DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DEPARTAMENTO DE CIRURGIA Hospital Universitário Miguel Riet Corrêa - Rua Visconde de Paranaguá, 102 Rio Grande, RS CEP 96200/190 Telefone: (53)3233
Visão ortopédica do tratamento da gonartrose nas fases iniciais
Breve Revisão Visão ortopédica do tratamento da gonartrose nas fases iniciais Orthopaedic vision of gonarthrosis treatment in the early phase Sérgio Silva Ávila Chefe de Clínica e responsável pelo Setor
CASOS CLÍNICOS DIGIMAX. Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Raphael Salgado Pedroso
CASOS CLÍNICOS DIGIMAX Radiologia e Diagnóstico por Imagem Raphael Salgado Pedroso Nome: L. B.; Idade: 65 anos; Sexo: Masculino; CASO 1 Queixa: Dor aguda, que se inicia no tórax e se irradia na direção
Reumatismos de Partes Moles Diagnóstico e Tratamento
Reumatismos de Partes Moles Diagnóstico e Tratamento MARINA VERAS Reumatologia REUMATISMOS DE PARTES MOLES INTRODUÇÃO Também denominado de reumatismos extra-articulares Termo utilizado para definir um
Ligamento Cruzado Posterior
Ligamento Cruzado Posterior Introdução O Ligamento Cruzado Posterior (LCP) é classificado como estabilizador estático do joelho e sua função principal é restringir o deslocamento posterior da tíbia em
TECIDO CONJUNTIVO. Embrionário. - Conjuntivo Propriamente Dito. - Especializados - Cartilaginoso - Ósseo - Sanguineo
TECIDO CONJUNTIVO Embrionário - Conjuntivo Propriamente Dito - Especializados - Cartilaginoso - Ósseo - Sanguineo Origem Embrionária Mesoderma Células Mesenquimais Funções Gerais Fornecer suporte estrutural
EXAME DO JOELHO. Inspeção
EXAME DO JOELHO Jefferson Soares Leal O joelho é a maior articulação do corpo e está localizado entre os dois maiores ossos do aparelho locomotor, o fêmur e a tíbia. É uma articulação vulnerável a lesões
artrite reumatoide Um guia para pacientes e seus familiares
artrite reumatoide Um guia para pacientes e seus familiares artrite reumatoide Um guia para pacientes e seus familiares A artrite reumatoide não é o único desafio na vida dos pacientes. Mas muitos problemas
DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL. Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13
DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13 Doença Inflamatória Intestinal Acometimento inflamatório crônico do TGI. Mulheres > homens. Pacientes jovens (± 20 anos). Doença
azul NOVEMBRO azul Saúde também é coisa de homem. Doenças Cardiovasculares (DCV)
Doenças Cardiovasculares (DCV) O que são as Doenças Cardiovasculares? De um modo geral, são o conjunto de doenças que afetam o aparelho cardiovascular, designadamente o coração e os vasos sanguíneos. Quais
Níveis de organização do corpo humano - TECIDOS. HISTOLOGIA = estudo dos tecidos
Níveis de organização do corpo humano - TECIDOS HISTOLOGIA = estudo dos tecidos TECIDOS Grupos de células especializadas, semelhantes ou diferentes entre si, e que desempenham funções específicas. Num
Atresia... TRANSTORNOS DO CRESCIMENTO E DA DIFERENCIAÇÃO CELULAR. Agenesia, aplasia, atresia e hipoplasia
PATOLOGIA GERAL CRESCIMENTO E DIFERENCIAÇÃO CELULAR VETERINÁRIA INDISPENSÁVEIS PARA OS SERES VIVOS CRESCIMENTO - multiplicação celular formação normal dos organismos e reposição TRANSTORNOS DO CRESCIMENTO
Patologias da coluna vertebral
Disciplina de Traumato-Ortopedia e Reumatologia Patologias da coluna vertebral Prof. Marcelo Bragança dos Reis Introdução Escoliose idiopática Dorso curvo Cervicobraquialgia Lombalgia e lombociatalgia
Tecido conjuntivo. Células. Matriz Extracelular (MEC) Abundante
Células Tecido conjuntivo Matriz Extracelular (MEC) Abundante Tecido conjuntivo I Matriz Extracelular (MEC) Tipos de tecido conjuntivo Tecido conjuntivo II Células residentes Células transitórias Tecido
Artroscopia do Cotovelo
Artroscopia do Cotovelo Dr. Marcello Castiglia Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo Artroscopia é uma procedimento usado pelos ortopedistas para avaliar, diagnosticar e reparar problemas dentro
Osteoartrite. Dra. Flora Maria DD Andréa a Marcolino
Osteoartrite Dra. Flora Maria DD Andréa a Marcolino Médica Assistente do Grupo de Reumatologia do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC FMUSP 1 Osteoartrite - Introdução Osteoartrite(é a denominação
UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO
UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO EMENTAS DISCIPLINAS MATRIZ 3 1º AO 3º PERÍODO 1 º Período C.H. Teórica: 90 C.H. Prática: 90 C.H. Total: 180 Créditos: 10
Tecido Conjuntivo. Prof Leonardo M. Crema
Tecido Conjuntivo Prof Leonardo M. Crema Variedades de Tecido Conjuntivo Propriamente dito (frouxo, denso modelado e não modelado) Com propriedades especiais (tecido elástico, reticular, adiposo, mielóide,
EXERCÄCIOS DE HISTOLOGIA. 1- (PUC-2006) Associe o tipo de tecido animal Å sua correlaçéo:
EXERCÄCIOS DE HISTOLOGIA 1- (PUC-2006) Associe o tipo de tecido animal Å sua correlaçéo: 1) Tecido Ñsseo compacto 2) Tecido Ñsseo esponjoso 3) Cartilagem hialina 4) Cartilagem elöstica 5) Cartilagem fibrosa
Consolidação Óssea www.ortopediausp.med.br
M!K! Consolidação Óssea www.ortopediausp.med.br Objetivos Tipos de consolidação: Primária e Secundária Tipos de estabilidade: Absoluta e Relativa O Osso 1 Estrutura Óssea OSTEOCLASTOS OSTEOBLASTOS MATRIZ
Giselle de Abreu Ferreira ¹; Ana Karolina Paiva Braga ¹; Juliana Campos Rodovalho ¹; Mariana Atti ¹; Flávia Martins Gervásio ²
Avaliação epidemiológica de pacientes portadores de doenças reumáticas atendidos na Clínica Escola de Fisioterapia da Eseffego-UEG no período de 2006 a 2008 Giselle de Abreu Ferreira ¹; Ana Karolina Paiva
Glucosamina e condroitina na osteoartrose
Glucosamina e condroitina na osteoartrose Doença articular degenerativa e progressiva que é a forma mais comum de artrite, especialmente em pessoas idosas. Acredita-se que a doença não resulta do processo
DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA EM UM CÃO DA RAÇA LABRADOR RETRIEVER - RELATO DE CASO
DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA EM UM CÃO DA RAÇA LABRADOR RETRIEVER - RELATO DE CASO DEGENERATIVE JOINT DISEASE IN A DOG BREED LABRADOR RETRIEVER - CASE REPORT MONTANHA, Francisco Pizzolato Docente do curso
Retinopatia Diabética
Retinopatia Diabética A diabetes mellitus é uma desordem metabólica crónica caracterizada pelo excesso de níveis de glicose no sangue. A causa da hiper glicemia (concentração de glicose igual ou superior
Data: 18/05/2014. NT 92/2014 Solicitante: Dra. Silmara Silva Barcelos, Juiza de Direito, Para de Minas. Medicamento X Material Procedimento Cobertura
NT 92/2014 Solicitante: Dra. Silmara Silva Barcelos, Juiza de Direito, Para de Minas Data: 18/05/2014 Medicamento X Material Procedimento Cobertura Numeração Única: 0471.14.000112-7 TEMA: Suprahyal no
Displasia coxofemoral (DCF): o que é, quais os sinais clínicos e como tratar
Displasia coxofemoral (DCF): o que é, quais os sinais clínicos e como tratar A displasia coxofemoral (DCF) canina é uma doença ortopédica caracterizada pelo desenvolvimento inadequado da articulação coxofemoral.
Processo de Consolidação das Fraturas Consolidação Óssea
André Montillo UVA Processo de Consolidação das Fraturas Consolidação Óssea O Tecido ósseo é o único que no final de sua cicatrização originará tecido ósseo verdadeiro e não fibrose como os demais tecidos
COLUNA VERTEBRAL II TORRE DE PISA (ITÁLIA)
COLUNA VERTEBRAL II TORRE DE PISA (ITÁLIA) Havaí AP PERFIL EXTENSÃO FLEXÃO AP PERFIL SAGITAL FRONTAL AXIAL ALTERADO NORMAL NEUTRA FLEXÃO EXTENSÃO ALTA SENSIBILIDADE BAIXA ESPECIFICIDADE ÚTIL NA AVALIAÇÃO
TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia
TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia Disciplina A Disciplina B Código Disciplina C/H Curso Disciplina C/H Código Curso Ano do Currículo 64823 MICROBIOLOGIA GERAL 17/34 ODONTOLOGIA MICROBIOLOGIA
Lombociatalgia. www.fisiokinesiterapia.biz
Lombociatalgia www.fisiokinesiterapia.biz Conceitos Lombalgia; Lombociatalgia; Ciatalgia/Ci /Ciática; Característica região lombar Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana Vértebra lombar Fonte:
Um encontro com o futuro
Um encontro com o futuro PROTOCOLOS NA ESTÉTICA - Facial 1 2 3 indicação de cada cliente ou resposta ao tratamento. Papel da Luz no Estímulo ao Colágeno Leds Azuis: A absorção da luz pelas células leva
O grupo de cirurgia de quadril é formado por cirurgiões ortopédicos, enfermeiros e fisioterapeutas que se dedicam exclusivamente a essa especialidade
1 O grupo de cirurgia de quadril é formado por cirurgiões ortopédicos, enfermeiros e fisioterapeutas que se dedicam exclusivamente a essa especialidade há vários anos. Faz parte integral da filosofia de
HIDROTERAPIA NA OSTEOARTRITE DE QUADRIL
HIDROTERAPIA NA OSTEOARTRITE DE QUADRIL SOUZA, Barbara Samanta Ramos de. Discente do curso de Fisioterapia da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva FAIT HANF, Alessandra Garcia. Docente do
Histologia animal. Equipe de Biologia
Histologia animal Equipe de Biologia Tipos de tecidos animais Tecidos epiteliais Tecidos conjuntivos Tecidos musculares http://www.simbiotica.org/tecidosanimal.htm Tecido nervoso Tecidos epiteliais Apresenta
Epidemiologia DIABETES MELLITUS
Epidemiologia DIABETES MELLITUS 300 milhões / mundo ( 5,9% população adulta) / Brasil : > 10 milhões Aumento progressivo : Longevidade, Síndrome metabólica Mortalidade anual : 3,8 milhões AVC, IAM... Amputação
Entorse do. 4 AtualizaDOR
Entorse do Tornozelo Tão comum na prática esportiva, a entorse pode apresentar opções terapêuticas simples. Veja como são feitos o diagnóstico e o tratamento desse tipo de lesão 4 AtualizaDOR Ana Paula
CAMPANHA DE PREVENÇÃO DE FRATURAS NA OSTEOPOROSE FRATURAS NÃO PREVENÇÃO SIM
CAMPANHA DE PREVENÇÃO DE FRATURAS NA OSTEOPOROSE FRATURAS NÃO PREVENÇÃO SIM O QUE É OSTEOPOROSE? Em termos simples, é a descalcificação do osso. O osso se enfraquece e fica mais fácil de quebrar. É um
Capsulite Adesiva ou Ombro Congelado Congelado
1 Consiste em uma articulação do ombro com dor e rigidez que não pode ser explicada por nenhuma alteração estrutural. Obs: Embora seja comum o uso destes termos nas aderências pós traumáticas do ombro,
Urgências Ortopédicas em Clínica Pediátrica. Dr. Celso Rizzi Ortopedista Pediátrico do INTO
Urgências Ortopédicas em Clínica Pediátrica Dr. Celso Rizzi Ortopedista Pediátrico do INTO Placa de Crescimento Epífise Metáfise Diáfise Metáfise Placa de Crescimento Epífise Osso Imaturo na Criança Fraturas
Afecções Ósseas. Faculdade de Medicina Veterinária Diagnóstico por Imagens. Profª Anna Paula Balesdent Prof. Rodrigo Cruz
Afecções Ósseas Faculdade de Medicina Veterinária Diagnóstico por Imagens Profª Anna Paula Balesdent Prof. Rodrigo Cruz Definição estados patológicos que se manifestam sobre o esqueleto apendicular e axial
Degeneração Gordurosa (esteatose, lipidose):
DEGENERAÇÃO: São alterações celulares, geralmente reversíveis quando o estímulo cessa, e que podem ou não evoluir para a morte celular. O citoplasma apresenta-se lesionado, com acúmulo de substâncias exógenas
Lesões Traumáticas do Membro Superior. Lesões do Ombro e Braço Lesões do Cotovelo e Antebraço Lesões do Punho e Mão
André Montillo UVA Lesões Traumáticas do Membro Superior Lesões do Ombro e Braço Lesões do Cotovelo e Antebraço Lesões do Punho e Mão e Braço Fratura da Escápula Fratura da Clavícula Luxação Acrômio-clavicular
