DATA WAREHOUSE. Data Warehouse
|
|
|
- Matilde Mangueira Azevedo
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 DATA WAREHOUSE Data Warehouse
2 Sumário Conceitos / Autores chave Introdução Características de um Data Warehouse Arquitetura de Data Wirehouse Conclusões Materiais complementares Bibliografia... 11
3 Conceitos / Autores-chave Glossário Data Warehouse Conjunto de tabelas que armazenam os dados dos sistemas de operação (ERPs, tarifadores, etc ) em um modelo multidimensonal, possibilitando a exploração direcionada dos mesmos, melhorando as possibilidades de análises operacionais e gerenciais. Dimensão Conceitualmente são os elementos que participam de um fato, ou assunto de negócio. Cubo Banco de dados multidimensional, geralmente referindo-se a um caso simples de produto, mercado e tempo. Primeiro, oferecem ao 1 projetista uma visão concreta das necessidades e expectativas da comunidade de usuários. As entrevistas criam uma conexão entre as equipes de projetistas do DW e do negócio. Entender o negócio é a moeda de ouro da equipe de projetistas. Essas entrevistas são essenciais ao sucesso do projeto. Database Marketing Conceito lógico de exploração de um data warehouse, onde os dados cadastrais e comportamentais de uma base de dados de clientes são organizados, de forma a favorecer a análise dos acontecimentos do mercado consumidor, prospectar novos clientes e definir possibilidades promocionais para incentivar o consumo. Este modelo de exploração do data warehouse agiliza o desenvolvimento das estratégias de Marketing. Fatos Um fato é uma coleção de itens de dados, composta de dados de medidas e de contexto. Cada fato representa um item, uma transação ou um evento de negócio e é utilizado para analisar o processo de negócio de uma empresa. Pontos Críticos Aspectos relevantes a serem considerados para obter os requisitos de um Data Warehouse Para saber quais informações importantes são necessárias para serem consultadas e analisadas em um data warehouse, devese começar pelas entrevistas com os usuários finais. Estas entrevistas têm duas finalidades. A segunda finalidade das 2 entrevistas permite aos projetistas aumentar o nível de conscientização dos usuários finais quanto à implantação do DW, assim como adequar suas expectativas. Entrevistar o usuário final é sem dúvida uma faca de dois gumes. A equipe de projetistas deve estar preparada para dar continuidade ao projeto, logo após o término das entrevistas, porque o DW estará nas mentes dos usuários (KIMBALL, 2002).
4 As entrevistas ideais consistem em sessões de uma hora, em que dois ou três projetistas da equipe reúnem-se com um gerente de área e alguns de seus subordinados. As reuniões com muitos participantes de cada departamento são uma perda de tempo. Uma hora de reunião será mais que suficiente para a equipe de DW obter informações iniciais e geralmente é oportuno absorver as principais necessidades do usuário antes de prosseguir com as entrevistas. Em uma organização de grande porte, é aconselhável realizar uma ou duas entrevistas com cada segmento, mesmo que alguns deles não sejam prioritários para o DW. Será especialmente importante incluir tanto o segmento matriz como o filial nas entrevistas principais, além das áreas igualmente importantes. Será melhor não entrevistar todas as equipes de uma determinada área em seqüência, isto é, todas as equipes de marketing, seguidas de todas as equipes de produção e de todas as de vendas. À medida que as entrevistas progridem, os projetistas adquirem maior entendimento do negócio e pode ser útil retornar a um tópico do início do processo, nas últimas entrevistas. O conteúdo das entrevistas finais não deve acrescentar nada de extraordinário às informações coletadas, comprovando dessa forma que todos os aspectos importantes do negócio foram abordados. Caso surjam informações totalmente novas nas etapas finais do processo de entrevistas, então devemos suspeitar de que alguns dos tópicos não foram amplamente cobertos. Deve-se ter cuidado na escolha do usuário que deve ser entrevistado. O mesmo deve ser capaz de responder todas as perguntas sobre o negócio da empresa e especialmente do seu departamento. Importante O segredo de uma boa entrevista é fazer o usuário descrever seu trabalho. Há várias perguntas que resultam em respostas produtivas. A seguir estão algumas delas, mas lembre-se: seja flexível.? Qual a missão do seu grupo/departamento/ divisão? Qual mudança recente na condução do negócio é mais significativa? Como você mede o sucesso em seu grupo? Você consulta os dados diariamente? Você precisa distinguir terças de sábados? Valores acumulados mensais são suficientes para o que você deseja fazer? Finalmente, algumas perguntas sobre urgência: É necessário que os dados de ontem estejam disponíveis hoje? É possível que um grupo precise distinguir terças-feiras de sábados (detalhe dos dados), mas não que os dados de ontem estejam disponíveis hoje (urgência). Quanto tempo, após o fechamento do mês, deve ser gerado o relatório mensal? As respostas a essas perguntas orientarão o projeto do sistema de extração de dados. No final da entrevista, será um bom momento para serem solicitados exemplos de relatórios sobre os temas discutidos. Um processo de entrevista bem sucedido deve resultar num acúmulo de relatórios administrativos.
5 1. Introdução Devido às constantes mudanças no mercado sócio-econômico e à concorrência acirrada existente entre as empresas, os sistemas de apoio à decisão tornamse elementos decisivos nestas empresas. Além disso, o uso eficiente dos bancos de dados para melhorar a gestão dos negócios e expandir as vendas, tendo o cliente como beneficiário direto, é uma necessidade que se impõe às empresas que queiram se manter competitivas. Normalmente, as bases de dados das empresas possuem uma grande quantidade de dados, e o processo para tomada de decisão sem uma ferramenta adequada, que dê apoio a este processo, torna-se inviável em função do tempo necessário, para acessar esta massa de dados e gerar complexos relatórios. Um caminho utilizado para o apoio ao processo de decisão é empregar uma tecnologia de banco de dados orientada a um Data Warehouse, visto que tão somente um SGBD não é apropriado para trabalhar com grandes quantidades de dados históricos. Os bancos de dados e a teoria de banco de dados estão disponíveis há bastante tempo. As primeiras edições de bancos de dados concentravam-se em um único banco de dados, que atendia a todos os propósitos conhecidos pela comunidade de informática do processamento de transações ao processamento batch (lote) e ao processamento analítico. Na maioria dos casos, o enfoque principal dos primeiros sistemas de banco de dados era o processamento operacional geralmente transacional. Nos últimos anos, surgiu um conceito de banco de dados mais sofisticados um que atende as necessidades operacionais e outro que atende as necessidades informacionais ou analíticas. Até certo ponto, esse conceito mais evoluído de banco de dados se deve ao advento dos PCs, à tecnologia das linguagens de quarta geração, e ao poder de decisão do usuário final. A divisão em banco de dados operacionais e informacionais ocorrem por várias razões: Os dados que atendem às necessidades operacionais são fisicamente diferentes dos dados que atendem às necessidades informacionais ou analíticas. A tecnologia de suporte ao processamento operacional é fundamentalmente, diferente da tecnologia utilizada para prestar suporte a necessidades informacionais ou analíticas. A comunidade de usuários dos dados operacionais é diferente da que é atendida pelos dados informacionais ou analíticos. As características de processamento do ambiente operacional e do ambiente informacional são, fundamentalmente diferentes. Estas são algumas das razões pelas quais a maneira moderna de construir sistemas consiste em separar o processamento e os dados operacionais dos informacionais ou analíticos. Pode-se definir que o processamento informacional ou analítico é o processamento que atende às necessidades dos gerentes durante o processo de tomada de decisões. Geralmente conhecido como sistema de apoio à decisão (SAD), o processamento analítico examina amplos espectros de dados para detectar tendências. Em vez de considerar um ou dois registros de dados (como ocorre no processamento operacional), quando o analista de SAD executa um processamento analítico, muitos registros são acessados. Além disso, o analista de SAD muito raramente atualiza dados. Nos dados operacionais, os dados estão constantemente sendo atualizados no nível de registro individual. No processamento analítico, os registros estão constantemente sendo acessados, e seus conteúdos são agrupados para análise, mas ocorre pouca ou nenhuma alteração dos registros individuais.
6 2. Características de um Data Warehouse Processamento Analítico No processamento analítico, os requisitos de tempo de resposta são muito atenuados em comparação com o do tradicional processamento operacional. O tempo de resposta analítico alcança de 30 minutos a 24 horas. Os Data warehouses não são construídos de uma única vez, pois eles são projetados e povoados passo a passo, sendo evolucionários. Segundo Inmon (INMON, 1997) Um DW deve ser orientado por assuntos, integrado, variável no tempo e não volátil. A seguir, são apresentadas as principais características de um DW: 2.2 Integração Os dados antes de estarem no banco do DW, geralmente encontram-se armazenados em vários padrões de codificação, isso se deve aos inúmeros sistemas existentes nas empresas, e que eles tenham sido codificados por diferentes analistas. Portanto, os mesmos dados podem estar em formatos diferentes. Para o processamento operacional, tempos de resposta inseridos nessa escala significariam um absoluto desastre. A rede que atende a comunidade analítica é muito menor do que a que atende à comunidade operacional. Normalmente, há muito menos usuários da rede analítica do que da rede operacional. Ao contrário da tecnologia que dá suporte ao ambiente analítico, a tecnologia voltada para o ambiente operacional deve tratar do bloqueio de dados e transações, disputa de dados, e assim por diante. 2.1 Orientação por Assunto O dado é inserido no Data Warehouse decorrente de um ambiente operacional, na grande maioria das vezes. O Data Warehouse é sempre um armazenamento de dados transformados, separados fisicamente do ambiente operacional e da fonte do dado utilizado na aplicação. As diferenças entre aplicações orientadas por processos/funções e as orientadas por assunto estão no conteúdo dos dados e no nível de detalhes dos mesmos. No Data Warehouse são excluídos os dados que não devem ser usados no processo de Suporte a Decisão (DSS), enquanto no ambiente operacional as aplicações contêm dados para satisfazer imediatamente as requisições que podem ou não ser usadas para análise de DSS. Por meio da integração, padronizam-se em uma representação única os dados de todos os sistemas que formarão a base de dados do DW. Por isso, grande parte do trabalho na construção de um DW está na análise dos sistemas operacionais e dos dados que eles contêm. Na figura a seguir é apresentado um ambiente composto de aplicações, definidas como aplicação A, aplicação B e aplicação C. Cada uma destas aplicações pode representar o termo sexo masculino pelo algarismo 0, pela letra M ou H. Da mesma forma, para o sexo feminino, os seguintes caracteres 1, F ou M. Quando da devida integração, realizada de forma automática, desta informação no DW, os dados devem assumir um único padrão. Para o exemplo apresentado, o padrão escolhido foi M e F, para sexo masculino e feminino, respectivamente.
7 Na figura abaixo são apresentadas as formas de utilização que ocorrem nos Sistema Transacionais e no Data Warehouse. A Diferença dos Dados num Sistema Operacional e no Data Warehouse 2.3 Variação no tempo Em um DW é normal um horizonte de tempo bem superior ao dos sistemas transacionais, ou seja, informações armazenadas, excluídas, atualizadas e consultadas em um período de tempo de segundos. Isso é bastante lógico porque num sistema transacional a finalidade é de fornecer as informações no momento exato, já no Data Warehouse, o principal objetivo é analisar o comportamento das mesmas durante um período de tempo maior. É importante considerar que os dados existentes em um DW são como fotografias (snapshots) e não podem ser atualizados, pois seus dados refletem um estado em um determinado momento do tempo, já nos sistemas operacionais os registros são atualizados constantemente. Este é um dos motivos que fazem com que o DW se torne essencial para uma tomada de decisão, pois é por meio de seus recursos (ferramentas de suporte a análise) que temos a facilidade de verificar os históricos dos principais assuntos. 2.4 Não Volatilidade No Data Warehouse existem somente duas operações, a carga inicial e as consultas dos frontends aos dados. Isso pode ser afirmado porque a maneira como os dados são carregados e tratados é completamente diferente dos sistemas transacionais. Enquanto nesses sistemas temos vários controles e atualizações de registros, em um DW, tem-se somente inserção e consulta de dados. Deve-se considerar que os dados sempre passam por filtros antes de serem inseridos no DW. Uma vez que participam de um ambiente de DW, os dados são dispostos de forma diferente à representação de um sistema transacional. Em outras palavras, a maior parte dos dados é física e radicalmente alterada quando passam a fazer parte do DW. Do ponto de vista de integração, não são mais os mesmos dados do ambiente operacional. À luz destes fatores, a redundância de dados entre os dois ambientes raramente ocorre, resultando em menos de um por cento de duplicações, essa definição é dada por Inmon. As Formas de Atualizações que ocorrem no Sist. Operacional e no DW 2.5 Localização Os dados em um DW podem estar fisicamente armazenados em função de dois conceitos: por meio de uma centralização ou por meio de distribuição. Em um único local, de forma centralizada, o banco de dados supre informação a um DW integrado, e desta forma maximizando o poder de processamento e agilizando a busca dos dados. Esse tipo de armazenamento é utilizado freqüentemente, porém existe a inconveniência de investimentos em hardware para comportar a base de dados muito volumosa, e o poderio de processamento elevado, a fim de atender satisfatoriamente as consultas simultâneas de muitos usuários. Quando o armazenamento é de forma distribuída, fazendo uso de Data Marts, armazenando informações por áreas de interesse. Por exemplo, os dados da gerência financeira num servidor, dados de marketing em outro e dados da contabilidade em um terceiro lugar.
8 Esta visão tende a ser uma opção interessante para quem precisa de bastante desempenho, pois desta forma minimiza a sobrecarga de um único servidor, e as consultas serão sempre atendidas em tempo satisfatório. 2.6 Particionamento O particionamento dos dados é a repartição dos dados em unidades físicas separadas que podem ser tratadas de forma independente. Dica 2.8 Granularidade Granularidade é o nível de detalhe ou de resumo dos dados existentes num Data Warehouse. Quanto maior for o nível de detalhes, menor será o nível de granularidade. O nível de granularidade afeta diretamente o volume de dados armazenados no DW, e ao mesmo tempo o tipo de consulta e a velocidade de resposta. A figura a seguir apresenta dois tipos diferentes de granularidade. Quando a granularidade e o particionamento forem devidamente executados, os outros aspectos do projeto e implementação ocorrerão de forma natural. 2.7 Credibilidade dos Dados É importante à credibilidade dos dados, como premissa, para o sucesso de qualquer projeto, por exemplo: dados aparentemente simples, como um CEP errado, podem não ter nenhum impacto em uma transação de compra e venda, mas podem influenciar nas informações referentes à cobertura geográfica. É importante também nesta fase procurar sempre evitar dados que não sejam provenientes de fontes seguras, pois estes dados geram relatórios de má qualidade, prejudicando a tomada de decisão e causando altos riscos para a tomada de decisão de um negócio. Níveis de Granularidade 3. Arquitetura de Data Wirehouse Um data warehouse pode armazenar uma grande quantidade de informações, podendo dividi-las em subconjuntos lógicos, chamados data marts. Os data marts focalizam um assunto em específico relativo a empresa (por exemplo, Vendas, Financeiro, Marketing), enquanto um data warehouse tem uma visão mais abrangente, corporativa. As diferenças entre os dois, são: o tamanho e o escopo do problema a ser resolvido. Alguns especialistas preferem, quando da implantação de um data warehouse em uma empresa, começar por áreas específicas (ou seja, implantando data marts em alguns setores da empresa) para por fim, implantar o sistema completo (um data warehouse, a nível de empresa como um todo). Existem grandes diferenças no investimento e no tempo de conclusão do trabalho. Enquanto o custo de implantação de um data mart gira em torno de R$ 100 mil a R$ 1 milhão e leva de 30 a 120 dias para ficar pronto, um data warehouse tem como preço inicial R$ 2 milhões e prazo de 3 a 6 meses para sua conclusão (QUADROS, 2007).
9 Um Data Warehouse deve ser elaborado conforme as necessidades do usuário, alinhado às suas áreas funcionais na empresa e de acordo com as condições de negócio e as pressões de competitividade. No entanto, são três as arquiteturas mais utilizadas para seu desenvolvimento: Arquitetura Top-down Arquitetura Bottom-up Arquitetura Híbrida Arquitetura Top-Down Esta arquitetura consiste na extração dos dados do DW para os DM s e no seu desenvolvimento. Esse processo inicia-se com a extração, a transformação e a integração das informações dos sistemas utilizados pela empresa e dados externos, para uma área intermediária de preparo dos dados. A partir disso, esses dados são transferidos para o DW. Após essa transferência, os dados são extraídos para os DM s setoriais. A figura ao lado apresenta o modelo da arquitetura Top-Down. Arquitetura Top-Down Arquitetura Bottom-Up O plano arquitetural é um importante fator na elaboração do projeto de um Data Warehouse como ferramenta de comunicação, flexibilidade e planejamento, facilitando o aprendizado e o aumento da produtividade. Para o sucesso na obtenção de um Data Warehouse que atenda as necessidades de informação da Empresa, as sutilezas existentes entre cada uma das abordagens devem ser conhecidas (KIMBALL, 2002). Esta arquitetura consiste na extração dos dados para o DW. Esse processo inicia-se com a extração, a transformação e a integração das informações dos sistemas utilizados pela empresa e dados externos para um ou mais DM s. A partir desses DM s constrói-se o DW incremental para a empresa. Entretanto, devese tomar o cuidado para que esses DM s não se tornem totalmente independentes, causando um problema no carregamento das informações para o DW. A figura ao lado apresenta o modelo da arquitetura Bottom-Up. Importante Arquitetura Bottom-Up Para se construir um DW não basta conhecer a sua arquitetura e níveis de granularidade, deve-se estudar o modelo adequado. Existem modelos do DW tais como o dimensional e multidimensional.
10 Arquitetura Híbrida Essa abordagem tem como finalidade integrar as abordagens de Top Down e Bottom up, utilizando o que há de melhor nas duas abordagens e tirando proveito da orientação do usuário e da velocidade que existe na abordagem Bottom-up sem prejudicar a integração forçada por um Data Warehouse que existe na abordagem Top-Down. Primeiro todo o Data Warehouse da organização é modelado para posterior implementação de partes desse modelo, representando os assuntos da organização e que serão os Data Marts (HACKNEY, 1998). Uma arquitetura híbrida é apresentada na figura ao lado. Arquitetura Híbrida A elaboração de um data warehouse é uma tarefa que exige conhecimento de modelagem de dados, banco de dados e um profundo conhecimento dos processos de negócio que servirão de base para a construção das tabelas fato e dimensão. 4. Conclusões É importante entender o processo pelo qual deve passar a empresa, durante a elaboração do DW, e para isto a escolha mais adequada quanto à sua arquitetura é fundamental para o sucesso do DW. Neste texto foram apresentados elementos fundamentais para se ter em conta quanto à melhor abordagem a ser praticada durante a etapa de analise dos dados a serem carregados no DW, além disso alguns cuidados quanto a implementa de um DW. 10
11 Materiais complementares BAPTISTA, E. Um Modelo para Análise Gerencial na Área de Vendas. 2001,108P. Dissertação de Mestrado (Mestrado em Engenharia de Produção) - Universidade Federal de Santa Catarina Santa Catarina, Disponível em: Acesso em: 20 de novembro de NAVARRO, M. c. Tema ANO III - Nº Ministério da Fazenda, SERPRO. br/imprensa/publicacoes/tematec/1996/ttec27/?searchterm=data%20warehouse Acesso em: 20 de novembro de Bibliografia INMON, William H. Como construir o Data warehouse. 2ª ed. New York: Editora Campus, KIMBALL, Ralph; ROSS, Margy. The Data Warehouse Toolkit Guia Completo para Modelagem Dimensional. Tradução 2ª. ed., Rio de Janeiro, Campus, QUADROS, A. A., MUNIZ, D.B., NETO, D.F., FILHO, J.D. Introdução à Banco de Dados Data Warehouse, Departamento de Ciência da Computação, Salvador, 14p, HACKNEY, Douglas. Data Warehouse Delivery: Who are You? Part I. DM Review Magazine, v.8, n. 2,
DATA WAREHOUSE. Introdução
DATA WAREHOUSE Introdução O grande crescimento do ambiente de negócios, médias e grandes empresas armazenam também um alto volume de informações, onde que juntamente com a tecnologia da informação, a correta
O Que é Data Warehouse
O Que é Data Warehouse Escrito por Carlos Alberto Sowek Buscando dar uma melhor visão sobre uma proposta de arquitetura de um Data Warehouse para a Celepar, bem como para os clientes da Celepar, sentimos
Data Warehousing. Leonardo da Silva Leandro. CIn.ufpe.br
Data Warehousing Leonardo da Silva Leandro Agenda Conceito Elementos básicos de um DW Arquitetura do DW Top-Down Bottom-Up Distribuído Modelo de Dados Estrela Snowflake Aplicação Conceito Em português:
04/08/2012 MODELAGEM DE DADOS. PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS. Aula 1. Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc.
MODELAGEM DE DADOS PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS Aula 1 Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc. @ribeirord 1 Objetivos: Apresenta a diferença entre dado e informação e a importância
Data Warehouse. Debora Marrach Renata Miwa Tsuruda
Debora Marrach Renata Miwa Tsuruda Agenda Introdução Contexto corporativo Agenda Introdução Contexto corporativo Introdução O conceito de Data Warehouse surgiu da necessidade de integrar dados corporativos
Conceitos de Banco de Dados
Conceitos de Banco de Dados Autor: Luiz Antonio Junior 1 INTRODUÇÃO Objetivos Introduzir conceitos básicos de Modelo de dados Introduzir conceitos básicos de Banco de dados Capacitar o aluno a construir
Data Warehouse Processos e Arquitetura
Data Warehouse - definições: Coleção de dados orientada a assunto, integrada, não volátil e variável em relação ao tempo, que tem por objetivo dar apoio aos processos de tomada de decisão (Inmon, 1997)
TOTVS BA Guia de Customização Linha Logix
TOTVS BA Guia de Customização Linha Logix Guia de Customização Sumário Título do documento 1. Objetivo... 3 2. Introdução... 3 3. Customização... 3 2 TOTVS BA Linha Logix Guia de Customização Projeto/Versão:
DATA WAREHOUSE NO APOIO À TOMADA DE DECISÕES
DATA WAREHOUSE NO APOIO À TOMADA DE DECISÕES Janaína Schwarzrock [email protected] Prof. Leonardo W. Sommariva RESUMO: Este artigo trata da importância da informação na hora da tomada de decisão,
4 Metodologia da Pesquisa
79 4 Metodologia da Pesquisa Este capítulo se preocupa em retratar como se enquadra a pesquisa de campo e como foram desenvolvidas as entrevistas incluindo o universo pesquisado e a forma de analisá-las
Universidade Federal de Goiás UFG Campus Catalão CAC Departamento de Engenharia de Produção. Sistemas ERP. PCP 3 - Professor Muris Lage Junior
Sistemas ERP Introdução Sucesso para algumas empresas: acessar informações de forma rápida e confiável responder eficientemente ao mercado consumidor Conseguir não é tarefa simples Isso se deve ao fato
Data Warehouse. Diogo Matos da Silva 1. Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, Brasil. Banco de Dados II
Data Warehouse Diogo Matos da Silva 1 1 Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, Brasil Banco de Dados II Diogo Matos (DECOM - UFOP) Banco de Dados II Jun 2013 1 /
Implantação. Prof. Eduardo H. S. Oliveira
Visão Geral A implantação de um sistema integrado de gestão envolve uma grande quantidade de tarefas que são realizadas em períodos que variam de alguns meses a alguns anos, e dependem de diversos fatores,
FATEC Cruzeiro José da Silva. Ferramenta CRM como estratégia de negócios
FATEC Cruzeiro José da Silva Ferramenta CRM como estratégia de negócios Cruzeiro SP 2008 FATEC Cruzeiro José da Silva Ferramenta CRM como estratégia de negócios Projeto de trabalho de formatura como requisito
04/08/2012 MODELAGEM DE DADOS. PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS. Aula 2. Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc.
MODELAGEM DE DADOS PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS Aula 2 Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc. @ribeirord 1 Objetivos: Revisão sobre Banco de Dados e SGBDs Aprender as principais
MÓDULO 5 Movimentações
MÓDULO 5 Movimentações Bem-vindo(a) ao quinto módulo do curso. Agora que você já conhece as entradas no HÓRUS, aprenderá como são feitas as movimentações. As movimentações do HÓRUS são: Requisição ao Almoxarifado:
Módulo 4: Gerenciamento de Dados
Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não
Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação
Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas
Sistemas de Informação I
+ Sistemas de Informação I Dimensões de análise dos SI Ricardo de Sousa Britto [email protected] + Introdução n Os sistemas de informação são combinações das formas de trabalho, informações, pessoas
Interatividade aliada a Análise de Negócios
Interatividade aliada a Análise de Negócios Na era digital, a quase totalidade das organizações necessita da análise de seus negócios de forma ágil e segura - relatórios interativos, análise de gráficos,
As principais características da abordagem de um banco de dados versus a abordagem de processamento de arquivos são as seguintes:
SGBD Características do Emprego de Bancos de Dados As principais características da abordagem de um banco de dados versus a abordagem de processamento de arquivos são as seguintes: Natureza autodescritiva
A Descrição do Produto ou Serviço e a Análise do Mercado e dos Competidores Fabiano Marques
A Descrição do Produto ou Serviço e a Análise do Mercado e dos Competidores Fabiano Marques "O plano de negócios é o cartão de visitas do empreendedor em busca de financiamento". (DORNELAS, 2005) A partir
Disciplina de Banco de Dados Introdução
Disciplina de Banco de Dados Introdução Prof. Elisa Maria Pivetta CAFW - UFSM Banco de Dados: Conceitos A empresa JJ. Gomes tem uma lista com mais ou menos 4.000 nomes de clientes bem como seus dados pessoais.
ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE DADOS
Capítulo 7 ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE DADOS 7.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Por que as empresas sentem dificuldades para descobrir que tipo de informação precisam ter em seus sistemas de informação?
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação 4ª. Série Administração de Banco de Dados A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem
SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005
SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 ÍNDICE Introdução...3 A Necessidade do Gerenciamento e Controle das Informações...3 Benefícios de um Sistema de Gestão da Albi Informática...4 A Ferramenta...5
Roteiro. BCC321 - Banco de Dados I. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos. O que é um banco de dados (BD)?
Roteiro BCC321 - Banco de Dados I Luiz Henrique de Campos Merschmann Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto [email protected] www.decom.ufop.br/luiz Conceitos Básicos Banco
Modelo para elaboração do Plano de Negócios
Modelo para elaboração do Plano de Negócios 1- SUMÁRIO EXECUTIVO -Apesar de este tópico aparecer em primeiro lugar no Plano de Negócio, deverá ser escrito por último, pois constitui um resumo geral do
Resumo dos principais conceitos. Resumo dos principais conceitos. Business Intelligence. Business Intelligence
É um conjunto de conceitos e metodologias que, fazem uso de acontecimentos e sistemas e apoiam a tomada de decisões. Utilização de várias fontes de informação para se definir estratégias de competividade
Roteiro para a escrita do documento de Especificação de Requisitos de Software (ERS)
Roteiro para a escrita do documento de Especificação de Requisitos de Software (ERS) Definição Geral: Disciplina de Compiladores Prof. Jorge Bidarra (UNIOESTE) A especificação de requisitos tem como objetivo
Adriano Maranhão BUSINESS INTELLIGENCE (BI),
Adriano Maranhão BUSINESS INTELLIGENCE (BI), BUSINESS INTELLIGENCE (BI) O termo Business Intelligence (BI), popularizado por Howard Dresner do Gartner Group, é utilizado para definir sistemas orientados
PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software
PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Introdução Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software Os modelos de processos de desenvolvimento de software surgiram pela necessidade de dar resposta às
Banco de Dados - Senado
Banco de Dados - Senado Exercícios OLAP - CESPE Material preparado: Prof. Marcio Vitorino OLAP Material preparado: Prof. Marcio Vitorino Soluções MOLAP promovem maior independência de fornecedores de SGBDs
[email protected] www.ufpa.br/srbo
CBSI Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação BI Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira [email protected] www.ufpa.br/srbo Tópicos Especiais em Sistemas de Informação Faculdade de Computação Instituto
Referências internas são os artefatos usados para ajudar na elaboração do PT tais como:
Plano de Teste (resumo do documento) I Introdução Identificador do Plano de Teste Esse campo deve especificar um identificador único para reconhecimento do Plano de Teste. Pode ser inclusive um código
Gerenciamento de Projetos Modulo II Ciclo de Vida e Organização do Projeto
Gerenciamento de Projetos Modulo II Ciclo de Vida e Organização do Projeto Prof. Walter Cunha [email protected] http://waltercunha.com PMBoK Organização do Projeto Os projetos e o gerenciamento
GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11
GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 Índice 1. Importância do ERP para as organizações...3 2. ERP como fonte de vantagem competitiva...4 3. Desenvolvimento e implantação de sistema de informação...5
Análise do Ambiente estudo aprofundado
Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Análise do Ambiente estudo aprofundado Agenda: ANÁLISE DO AMBIENTE Fundamentos Ambientes
5 Análise dos resultados
5 Análise dos resultados Neste capitulo será feita a análise dos resultados coletados pelos questionários que foram apresentados no Capítulo 4. Isso ocorrerá através de análises global e específica. A
Orientação a Objetos
1. Domínio e Aplicação Orientação a Objetos Um domínio é composto pelas entidades, informações e processos relacionados a um determinado contexto. Uma aplicação pode ser desenvolvida para automatizar ou
ENGENHARIA DE SOFTWARE I
ENGENHARIA DE SOFTWARE I Prof. Cássio Huggentobler de Costa [[email protected]] Twitter: www.twitter.com/cassiocosta_ Agenda da Aula (002) Metodologias de Desenvolvimento de Softwares Métodos Ágeis
Processos Técnicos - Aulas 4 e 5
Processos Técnicos - Aulas 4 e 5 Trabalho / PEM Tema: Frameworks Públicos Grupo: equipe do TCC Entrega: versão digital, 1ª semana de Abril (de 31/03 a 04/04), no e-mail do professor ([email protected])
Curva ABC. Tecinco Informática Ltda. Av. Brasil, 5256 3º Andar Centro Cascavel PR www.tecinco.com.br
Curva ABC Tecinco Informática Ltda. Av. Brasil, 5256 3º Andar Centro Cascavel PR www.tecinco.com.br Sumário Introdução... 3 Utilização no sistema TCar-Win... 3 Configuração da curva ABC... 4 Configuração
Fundamentos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação
Objetivo da Aula Tecnologia e as Organizações, importância dos sistemas de informação e níveis de atuação dos sistemas de informação Organizações & Tecnologia TECNOLOGIA A razão e a capacidade do homem
Problemas em vender? Veja algumas dicas rápidas e práticas para aumentar suas vendas usando e-mail marketing
Problemas em vender? Veja algumas dicas rápidas e práticas para aumentar suas vendas usando e-mail marketing Conteúdo A chegada da internet e a mudança no comportamento das pessoas Novo modelo de concorrência
TRABALHO DE DIPLOMAÇÃO Regime Modular ORIENTAÇÕES SOBRE O ROTEIRO DO PROJETO FINAL DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES
TRABALHO DE DIPLOMAÇÃO Regime Modular ORIENTAÇÕES SOBRE O ROTEIRO DO PROJETO FINAL DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES [Observação: O template a seguir é utilizado como roteiro para projeto de sistemas orientado
Módulo I - Aula 3 Tipos de Sistemas
Módulo I - Aula 3 Tipos de Sistemas Agora que você já conheceu algumas características dos Sistemas de Informação, nesta aula você vai aprender um pouco sobre tipos de sistemas. Você conhecerá a integração
Manual do Visualizador NF e KEY BEST
Manual do Visualizador NF e KEY BEST Versão 1.0 Maio/2011 INDICE SOBRE O VISUALIZADOR...................................................... 02 RISCOS POSSÍVEIS PARA O EMITENTE DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA.................
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor: Introdução aos tipos de servidores e clientes Prof. MSc. Hugo Souza Iniciando o módulo 03 da primeira unidade, iremos abordar sobre o Modelo Cliente-Servidor
Trilhas Técnicas SBSI - 2014
[email protected], [email protected], [email protected] Brito (2012), os escritórios de gerenciamento de projetos são importantes para o fomento de mudanças, bem como para a melhoria da eficiência
Análise de Sistemas. Visão Geral: Orientação a Objetos. Prof. José Honorato Ferreira Nunes [email protected]
Análise de Sistemas Visão Geral: Orientação a Objetos Prof. José Honorato Ferreira Nunes Prof. José Honorato Ferreira Nunes [email protected] Resumo: VISÃO GERAL: Modelagem de sistemas
Banco de Dados I. Apresentação (mini-currículo) Conceitos. Disciplina Banco de Dados. Cont... Cont... Edson Thizon ([email protected].
Sistemas da Informação Banco de Dados I Edson Thizon ([email protected]) 2008 Apresentação (mini-currículo) Formação Acadêmica Mestrando em Ciência da Computação (UFSC/ ) Créditos Concluídos. Bacharel
PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES?
PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES? Índice 1. O que é planejamento de...3 1.1. Resultados do planejamento de vendas e operações (PVO)...
Na medida em que se cria um produto, o sistema de software, que será usado e mantido, nos aproximamos da engenharia.
1 Introdução aos Sistemas de Informação 2002 Aula 4 - Desenvolvimento de software e seus paradigmas Paradigmas de Desenvolvimento de Software Pode-se considerar 3 tipos de paradigmas que norteiam a atividade
Para construção dos modelos físicos, será estudado o modelo Relacional como originalmente proposto por Codd.
Apresentação Este curso tem como objetivo, oferecer uma noção geral sobre a construção de sistemas de banco de dados. Para isto, é necessário estudar modelos para a construção de projetos lógicos de bancos
Projeto Você pede, eu registro.
Projeto Você pede, eu registro. 1) IDENTIFICAÇÃO 1.1) Título do Projeto: Você pede eu registro. 1.2) Equipe responsável pela coordenação do projeto: Pedro Paulo Braga Bolzani Subsecretario de TI Antonio
Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor
Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Desenvolvimento de Sistemas Cliente Servidor Prof. Esp. MBA Heuber G. F. Lima Aula 1 Ciclo de Vida Clássico Aonde estamos? Page 2 Análise O que fizemos
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR Bacharelado em Ciência da Computação
SOFT DISCIPLINA: Engenharia de software AULA NÚMERO: 08 DATA: / / PROFESSOR: Andrey APRESENTAÇÃO O objetivo desta aula é apresentar e discutir conceitos relacionados a modelos e especificações. Nesta aula
6. Planejamento do Negócio
6. Planejamento do Negócio Conteúdo 1. O que é um Plano de Negócios 2. Elaboração de um Plano de Negócios 3. Sessões Propostas para um Plano de Negócios 4. Idéias para um Plano de Negócios 5. Sites para
Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos
Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos 11. Gerenciamento de riscos do projeto PMBOK 2000 PMBOK 2004 11.1 Planejamento de gerenciamento de riscos 11.1 Planejamento de gerenciamento de riscos
Manual Geral do OASIS
Manual Geral do OASIS SISTEMA DE GESTÃO DE DEMANDA, PROJETO E SERVIÇO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO OASIS Introdução Esse manual tem como objetivo auxiliar aos usuários nos procedimentos de execução do sistema
Projeto Disciplinar de Infra-Estrutura de Software SISPA FACULDADE SENAC
1 Projeto Disciplinar de Infra-Estrutura de Software SISPA FACULDADE SENAC Edilberto Silva 1, André Luiz (1012545), Andreia Pereira da Silva (1012547) Carlos Alberto (1012206), Humberto César de Carvalho
CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1
SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: SISTEMAS DA INFORMAÇÃO MISSÃO DO CURSO Os avanços da ciência, a melhoria dos processos produtivos e a abertura de mercado, são exemplos de fatores que contribuíram
TI em Números Como identificar e mostrar o real valor da TI
TI em Números Como identificar e mostrar o real valor da TI João Maldonado / Victor Costa 15, Outubro de 2013 Agenda Sobre os Palestrantes Sobre a SOLVIX Contextualização Drivers de Custo Modelo de Invenstimento
Universidade Paulista
Universidade Paulista Ciência da Computação Sistemas de Informação Gestão da Qualidade Principais pontos da NBR ISO/IEC 12207 - Tecnologia da Informação Processos de ciclo de vida de software Sergio Petersen
Governança Corporativa. A importância da Governança de TI e Segurança da Informação na estratégia empresarial.
Governança Corporativa A importância da Governança de TI e Segurança da Informação na estratégia empresarial. A virtualização dos negócios tem impactado diretamente a condição de fazer negócio, conferindo
No mundo atual, globalizado e competitivo, as organizações têm buscado cada vez mais, meios de se destacar no mercado. Uma estratégia para o
DATABASE MARKETING No mundo atual, globalizado e competitivo, as organizações têm buscado cada vez mais, meios de se destacar no mercado. Uma estratégia para o empresário obter sucesso em seu negócio é
CRM. Customer Relationship Management
CRM Customer Relationship Management CRM Uma estratégia de negócio para gerenciar e otimizar o relacionamento com o cliente a longo prazo Mercado CRM Uma ferramenta de CRM é um conjunto de processos e
AUTOR: DAVID DE MIRANDA RODRIGUES CONTATO: [email protected] CURSO FIC DE PROGRAMADOR WEB VERSÃO: 1.0
AUTOR: DAVID DE MIRANDA RODRIGUES CONTATO: [email protected] CURSO FIC DE PROGRAMADOR WEB VERSÃO: 1.0 SUMÁRIO 1 Conceitos Básicos... 3 1.1 O que é Software?... 3 1.2 Situações Críticas no desenvolvimento
Melhores práticas no planejamento de recursos humanos
Melhores práticas no planejamento de recursos humanos Planejamento Performance Dashboard Plano de ação Relatórios Indicadores Preparando a força de trabalho para o futuro Planejamento de recursos humanos
Gerenciamento de Níveis de Serviço
Gerenciamento de Níveis de Serviço O processo de Gerenciamento de Níveis de Serviço fornece o contato entre a organização de TI e o cliente, para garantir que a organização de TI conhece os serviços que
Complemento I - Noções Introdutórias em Data Warehouses
Complemento I - Noções Introdutórias em Data Warehouses Esse documento é parte integrante do material fornecido pela WEB para a 2ª edição do livro Data Mining: Conceitos, técnicas, algoritmos, orientações
Prof. Raul Sidnei Wazlawick UFSC-CTC-INE. Fonte: Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a Objetos, 2ª Edição, Elsevier, 2010.
Casos de Uso de Alto Nível Prof. Raul Sidnei Wazlawick UFSC-CTC-INE 2010 Fonte: Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a Objetos, 2ª Edição, Elsevier, 2010. Contexto Na fase de concepção
Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal
Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal Histórico de Revisões Data Versão Descrição 30/04/2010 1.0 Versão Inicial 2 Sumário 1. Introdução... 5 2. Público-alvo... 5 3. Conceitos básicos...
Dadas a base e a altura de um triangulo, determinar sua área.
Disciplina Lógica de Programação Visual Ana Rita Dutra dos Santos Especialista em Novas Tecnologias aplicadas a Educação Mestranda em Informática aplicada a Educação [email protected] Conceitos Preliminares
INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES
INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES Wagner Porto Ferreira, Awerik Carlesso, Patrício dos Santos Sante, Talis Valadão Turma: RV2 Exercícios do capitulo 2 da matéria de
ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA
MANUAL DE VISITA DE ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA Material exclusivo para uso interno. O QUE LEVA UMA EMPRESA OU GERENTE A INVESTIR EM UM ERP? Implantar um ERP exige tempo, dinheiro e envolve diversos
TRABALHOS TÉCNICOS Coordenação de Documentação e Informação INOVAÇÃO E GERENCIAMENTO DE PROCESSOS: UMA ANÁLISE BASEADA NA GESTÃO DO CONHECIMENTO
TRABALHOS TÉCNICOS Coordenação de Documentação e Informação INOVAÇÃO E GERENCIAMENTO DE PROCESSOS: UMA ANÁLISE BASEADA NA GESTÃO DO CONHECIMENTO INTRODUÇÃO Os processos empresariais são fluxos de valor
Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI
Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL
Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com [email protected]
Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com [email protected] Ementa Introdução a Banco de Dados (Conceito, propriedades), Arquivos de dados x Bancos de dados, Profissionais de Banco de dados,
Glossário Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart.
Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart. Versão 1.6 15/08/2013 Visão Resumida Data Criação 15/08/2013 Versão Documento 1.6 Projeto Responsáveis
Modelo Cascata ou Clássico
Modelo Cascata ou Clássico INTRODUÇÃO O modelo clássico ou cascata, que também é conhecido por abordagem top-down, foi proposto por Royce em 1970. Até meados da década de 1980 foi o único modelo com aceitação
Sistemas de Banco de Dados Aspectos Gerais de Banco de Dados
Sistemas de Banco de Dados Aspectos Gerais de Banco de Dados 1. Conceitos Básicos No contexto de sistemas de banco de dados as palavras dado e informação possuem o mesmo significado, representando uma
MODELO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA
MODELO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS Elaborado por Prof. Dr. Rodrigo Sampaio Fernandes Um projeto de pesquisa consiste em um documento no qual
DATA WAREHOUSE. Rafael Ervin Hass Raphael Laércio Zago
DATA WAREHOUSE Rafael Ervin Hass Raphael Laércio Zago Roteiro Introdução Aplicações Arquitetura Características Desenvolvimento Estudo de Caso Conclusão Introdução O conceito de "data warehousing" data
Softwares Aplicativos Banco de Dados
Softwares Aplicativos Banco de Dados INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Estrutura 1. Definições 2. Serviços 3. Usuários 4. Evolução 5. Exemplos 03 Banco
COMO FAZER A TRANSIÇÃO
ISO 9001:2015 COMO FAZER A TRANSIÇÃO Um guia para empresas certificadas Antes de começar A ISO 9001 mudou! A versão brasileira da norma foi publicada no dia 30/09/2015 e a partir desse dia, as empresas
Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação
Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Estratégia de TI Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio 2011 Bridge Consulting Apresentação
INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS
INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS Asia Shipping Transportes Internacionais Ltda. como cópia não controlada P á g i n a 1 7 ÍNDICE NR TÓPICO PÁG. 1 Introdução & Política 2 Objetivo 3 Responsabilidade
Projeto Disciplinar de Infra-Estrutura de Software SILC - SISTEMA DE LOCAÇÃO E CONTROLE
1 Projeto Disciplinar de Infra-Estrutura de Software SILC - SISTEMA DE LOCAÇÃO E CONTROLE EDILBERTO SILVA 1, ALESSANDRA DE CARVALHO COSTA (0911272) 2, CRISTIANO LEOPOLDINO DA SILVA. (911343) 3, MARCELO
TI Aplicada. Aula 02 Áreas e Profissionais de TI. Prof. MSc. Edilberto Silva [email protected] http://www.edilms.eti.
TI Aplicada Aula 02 Áreas e Profissionais de TI Prof. MSc. Edilberto Silva [email protected] http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos
Hoje é inegável que a sobrevivência das organizações depende de dados precisos e atualizados.
BANCO DE DADOS Universidade do Estado de Santa Catarina Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Ciência da Computação Prof. Alexandre Veloso de Matos [email protected] INTRODUÇÃO Hoje é
UNG CIC Tópicos Especiais de TI. Aula 13
Aula 13 1. Data Warehouse Armazém de Dados (Continuação) 1 Erros na implantação de um Data Warehouse Segundo o Data Warehousing Institute existem dez erros mais comuns na implantação de um Data Warehouse
Introdução à Computação
Aspectos Importantes - Desenvolvimento de Software Motivação A economia de todos países dependem do uso de software. Cada vez mais, o controle dos processos tem sido feito por software. Atualmente, os
Curso Data warehouse e Business Intelligence
Curso Data warehouse e Business Intelligence Fundamentos, Metodologia e Arquitetura Apresentação Os projetos de Data Warehouse e Business Intelligence são dos mais interessantes e complexos de desenvolver
Introdução a Computação
Introdução a Computação Aula 03 Profissões de TI Prof. MSc. Edilberto Silva [email protected] http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos respectivos
