Educação em Saúde Planejamento em Saúde
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- Diego de Abreu Duarte
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1 Universidade de Cuiabá - UNIC Núcleo de Disiciplinas Integradas Disciplina: Formação Integral em Saúde Educação em Saúde Planejamento em Saúde Profª Darléia
2 O fim da ação educativa é desenvolver no indivíduo e no grupo a capacidade de analisar criticamente a sua realidade; de decidir ações conjuntas para resolver problemas e modificar situações; de organizar e realizar a ação, e de avaliá-la com espírito crítico.
3 Compreensão sobre educação Outra forma de compreender educação é como um processo que não tem como objetivo adaptar o homem às condições econômicas, sociais e políticas em que vive, e sim possibilitar que este homem se compreenda como autor desta sociedade, podendo alterá-la.
4 Existem várias maneiras de entender e fazer educação em saúde
5 Educação em saúde Muitas vezes a educação em saúde na prática: é a mera divulgação, transmissão de conhecimentos e informações. É realizada muitas vezes de maneira fragmentada e distante da realidade de vida da população ou indivíduo.
6 Educação em saúde: aspectos a serem observados
7 Prática: os problemas e os desafios
8 Necessidade técnica de transmitir informações necessidade de informações da comunidade.
9 Detenção do conhecimento Profissional X comunidade Profissional + comunidade Relações de diálogo Horizontal, bidirecional e democrática. Transformar o conjunto dos dois saberes, na medida em que a própria transformação da realidade é buscada. Diferentes formas de se construir o conhecimento
10 Requisitos para um bom educador Saber planejar Ser criativo Ter o domínio do conteúdo Ter uma percepção aguçada Ser um bom observador.
11 Etapas para o planejamento da Educação em Saúde
12 1ª Etapa: definição do público alvo Faixa etária Sexo Escolaridade Atividade física Estado nutricional
13 Educação em saúde deve ser realizada em todas as fases da vida
14 Literatura científica Como conhecer o público alvo? Aplicação de questionários (avaliação diagnóstica) Reuniões prévias Antropometria Importante saber os motivos que levaram os participantes a procurar a atividade de educação nutricional. - Imposição; - Interesse pessoal; - Curiosidade, etc.
15 2ª etapa: definição do horário de realização da atividade. Manhã? Tarde? Noite? Antes ou após a jornada de trabalho? Horário de realização da atividade é conveniente?
16 3ª etapa: definição da duração de cada atividade e duração total Quantos encontros serão realizados? Carga horária de cada encontro e de cada atividade que será realizada. É importante se conhecer e ter criatividade, pois a atenção dos educandos dura aproximadamente 20 minutos em média, principalmente crianças.
17 4ª etapa: definição do local Escolas: sala de aula, pátio; Ambulatório; Refeitório de cozinhas industriais; Cozinha experimental.
18 5ª etapa: definir os objetivos da atividade Definir os objetivos de todo o programa de Educação Nutricional e de cada um dos encontros. Ex. Atividade 1: leite e derivados (público: crianças) Objetivos da atividade: - Reconhecer leites e derivados e seus diferentes tipos e variedades; - Identificar os nutrientes importantes deste grupo alimentar, etc.
19 6ª etapa: definição das estratégias e técnicas Técnicas: exposição dialogada, dinâmicas de grupo, contos, teatro, jogos competitivos e cooperativos. Instrumentos: papéis diversos, tesoura, canetinhas, televisão, DVD, quadro de giz, retroprojetor, banner, etc.
20 7ª etapa: definir a equipe de trabalho Quem serão os profissionais que irão ministrar e/ou auxiliar na atividade? É importante o trabalho de uma equipe multidisciplinar: Nutricionista Educador físico Médico Enfermeiro Pedagogo, etc.
21 8ª etapa: definir os métodos de avaliação dos resultados. Questionários aplicados antes e após todas atividades; Antropometria; Análise do conhecimento a partir de avaliações (provas escritas / orais / práticas); Avaliação formativa: realizada por meio de observações do público alvo ao longo das atividades ; Jogos, brincadeiras, etc.
22 Educação em saúde É sempre bom lembrar que a atividade educativa não é um processo de condicionamento para que as pessoas aceitem, sem perguntar, as orientações que lhes são passadas.a simples informação ou divulgação ou transmissão de conhecimento, de como ter saúde ou como evitar uma doença, por si só, não vai contribuir para que uma população seja mais sadia e nem é fator que possa contribuir para mudanças desejáveis para a melhoria da qualidade de vida da população.
23 Referências bibliográficas Brasil. Ministério da Saúde. ENPACS : Estratégia Nacional Para Alimentação Complementar Saudável : Caderno Do Tutor / Ministério da Saúde, Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar IBFAN Brasil. Brasília : Ministério da Saúde, Disponível em: Educação em saúde planejando as ações educativas. (disponível em: Guia metodológico de comunicação social em nutrição (disponível em:
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