DOENÇA FALCIFORME RACISMO
|
|
|
- Ângela Belo Cesário
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 DOENÇA FALCIFORME RACISMO
2 Retrospecto Histórico Um pouco de história... Definição de Conceitos Entendendo o que é racismo No século XVI, os portugueses iniciaram um massivo sequestro de negros na África para escravizá-los no Brasil Colônia. Por meio de relações de poder criadas na nossa História, em que o branco era o senhor (superior) e o negro era o escravizado (inferior), a raça se tornou um dos elementos de uma demarcação excludente de nós e eles. Assim acontece o racismo. O fim do regime escravocrata só ocorreu em 13 de maio de 1888, portanto, a escravidão no Brasil durou mais de três séculos. Os escravizados tinham ocupações de trabalho inferiores, muitas vezes informais, e foram socialmente excluídos. Não tiveram igualdade de acesso a oportunidades de crescimento. Redefinição do lugar social do negro: Escravidão = racismo de dominação Após a abolição = racismo de exclusão Desde a época da escravidão, a imagem dos negros sempre foi, e ainda é, frequentemente associada com o ruim, com o feio, com o menos inteligente. Essa visão dos negros faz parte de um processo chamado "branqueamento", no qual os brancos são considerados como grupo padrão de referência do bom, do belo, da inteligência e por aí vai. Essa apropriação simbólica vem fortalecendo a autoestima e o autoconceito do grupo branco em detrimento dos demais e acaba legitimando a supremacia econômica, política e social desse grupo, deixando outros à margem. O mito da democracia racial nega a existência do preconceito e da discriminação racial no Brasil ao afirmar que a miscigenação harmonizou as diferenças entre as raças e diluiu os conflitos de culturas. Ou seja, nega as desigualdades vivenciadas pela população negra. Racismo é a ideologia que postula a existência de hierarquia entre grupos humanos. Preconceito é um julgamento prévio negativo que se faz de pessoas estigmatizadas por estereótipos. Estereótipos são atributos dirigidos a pessoas e grupos, formando um julgamento a priori, um carimbo. Uma vez carimbados os membros de determinado grupo como possuidores deste ou daquele atributo, as pessoas deixam de avaliar os membros desses grupos pelas suas reais qualidades e passam a julgá-las pelo carimbo. Discriminação é o nome que se dá para a conduta (ação ou omissão) que viola direitos das pessoas com base em critérios injustificados e injustos, tais como: a raça, o sexo, a idade, a opção religiosa e outros. Referência: SOARES, Lucilene Aparecida. Construir a diversidade brincando: como os jogos podem contribuir no debate étnico-racial no espaço escolar. Monografia. Curitiba: Universidade Tuiuti do Paraná, 2009
3 Veja só esses dados: 51% 51% da população brasileira se define como negros (pretos e pardos) Mulheres negras grávidas morrem mais de causas maternas (por exemplo, hipertensão da própria gravidez) Os negros são 65% da população pobre e 70% da população extremamente pobre Portanto, há importantes diferenças no acesso e tratamento da saúde, entre negros e brancos, além da invisibilidade das doenças mais prevalentes no grupo populacional negro, processos estes determinados também pelo racismo. 70% 65% >5 anos +60% 90% Crianças pretas e pardas menores de 5 anos apresentam risco 60% maior do que crianças brancas de morrer por causas infecciosas e parasitárias O risco de morte por desnutrição para as crianças pretas e pardas também é 90% maior Devido ao racismo institucional*, a população negra tem o acesso e promoção à saúde afetados. * (...) constitui-se na produção sistemática da segregação étnico-racial, nos processos institucionais. Manifesta-se por meio de normas, práticas e comportamentos discriminatórios adotados no cotidiano de trabalho, resultantes de ignorância, falta de atenção, preconceitos e estereótipos racistas. Em qualquer caso, sempre coloca pessoas ou grupos raciais ou étnicos discriminados em situação de desvantagem no acesso a benefícios gerados pela ação das instituições e organizações. (Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, 2013, p. 16).
4 O racismo institucional e o impacto para a pessoa com doença falciforme Apesar de o traço falciforme e a doença falciforme serem distribuídos por toda a população brasileira, há maior prevalência nos afrodescendentes: 95% das pessoas com doença falciforme de famílias acompanhadas pela Associação de Pessoas com Doença Falciforme e Talassemia do Estado de Minas Gerais (Dreminas) são negras. Ainda, de acordo com a Dreminas*, dessas famílias: 98% 92% 93% são acompanhadas pelo Programa Federal Bolsa Família; são compostas por mães solteiras; não concluíram o ensino fundamental. - É feita associação automática da cor da pele ao baixo poder aquisitivo; - O racismo institucional cria uma lacuna entre o conhecimento produzido pela ciência e pela academia e a assistência, gerando falta de conhecimento entre os profissionais de saúde sobre a doença falciforme, o que reflete, por sua vez, em tratamento precário, erros de diagnóstico, diagnóstico tardio, subnotificação da doença e dos óbitos e peregrinação dos pacientes em busca de atendimento; - O imaginário popular de que o negro está sempre disposto ao sexo e é safado pode gerar confusão com excitação sexual em casos de priapismo, o que pode prejudicar o tratamento e causar constrangimentos. * Dados de Há impactos na saúde dessas pessoas quando: - Achamos que negros são mais resistentes à dor; - Não se acredita no relato de dor e o paciente é tratado como dependente químico de morfina; - Minimiza-se as queixas dos pacientes por não se acreditar nelas; - A população quilombola tem acesso restrito ao sistema de saúde; - A abordagem clínica pode ser menos atenta; Atitudes em prol da criação de uma sociedade mais igualitária Nossa responsabilidade Garantir o acesso e promoção à saúde integral por meio de atendimento humanizado Desconstrução do Racismo e demais Iniquidades de Saúde
5 Realização: Parceiros: CONTATO Rua Rio Grande do Norte, 219 Santa Efigênia Belo Horizonte MG. CEP: (31) / 6447 [email protected]
[Mobilização Nacional Pró Saúde da População Negra]
[Mobilização Nacional Pró Saúde da População Negra] Direito à Saúde A saúde é direito de todos e um dever do Estado, garantido por meio de políticas sociais e econômicas que tenham como objetivo: a redução
"O olho da História" O mito da Democracia Racial e o Sistema de Cotas nas Universidades Públicas Brasileiras
O mito da Democracia Racial e o Sistema de Cotas nas Universidades Públicas Brasileiras Leandro de Campos Fonseca Psicólogo, Pesquisador, Mestre em Ciências (Psicologia Social) pela USP. e-mail: [email protected]
PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL Professor: Mateus Silveira RACISMO INSTITUCIONAL
PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL Professor: Mateus Silveira RACISMO INSTITUCIONAL O conceito de Racismo Institucional foi definido pelos ativistas integrantes do grupo Panteras Negras, Stokely Carmichael e
Relações Étnico-Raciais no Brasil. Professor Guilherme Paiva
Relações Étnico-Raciais no Brasil Professor Guilherme Paiva Unidade 1: Entender as relações étnico-raciais no Brasil através das legislações atuais Questões iniciais: a invisibilidade do negro e do índio
Atividades Acadêmico-Científico- -Culturais: Diversidade Cultural. O Brasil é um País Multirracial. Contextualização. Teleaula 1.
Atividades Acadêmico-Científico- -Culturais: Diversidade Cultural Teleaula 1 Profa. Dra. Marcilene Garcia de Souza [email protected] O Brasil é um País Multirracial Letras Contextualização
Estudos das Relações Étnico-raciais para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana e Indígena. Ementa. Aula 1
Estudos das Relações Étnico-raciais para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana e Indígena Aula 1 Prof. Me. Sergio Luis do Nascimento Ementa Conceitos básicos, como: escravo, escravizado,
DISCIPLINA: SOCIOLOGIA CONTEÚDO: PRATICANDO
PROFESSOR: MAC DOWELL DISCIPLINA: SOCIOLOGIA CONTEÚDO: PRATICANDO AULA - 01 REVISÃO SOCIOLOGIA 2ª SÉRIE 4ª BIMESTRAL 2 1. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo Instituto
Conceito de raça e relações étnico-raciais
Conceito de raça e relações étnico-raciais Mestre em Economia UNESP Graduado em História UNESP email: [email protected] blog: danilopastorelli.wordpress.com Você já sofreu ou conhece alguém que
RAÇA BRASIL COLUNAS: TEMAS & CÓDIGOS & SUBCÓDIGOS
Negritude Discriminação Racial 40 Negritude Entidades, instituições em favor do negro 35 Negritude Discriminação Racial Denúncias 9 Negritude Discriminação Racial Denúncias condenações realizadas 7 Cultura
RAÇA E ETNIA. Prof. Robson Vieira Sociologia 1º ano EM - UP
RAÇA E ETNIA Prof. Robson Vieira Sociologia 1º ano EM - UP Raça A raça (do italiano razza) é um conceito que obedece a diversos parâmetros para classificar diferentes populações de uma mesma espécie biológica
RESOLUÇÕES DE QUESTÕES- TEMÁTICA DE GÊNERO, RAÇA E ETNIA, CONFORME DECRETO /2011
RESOLUÇÕES DE QUESTÕES- TEMÁTICA DE GÊNERO, RAÇA E ETNIA, CONFORME DECRETO 48.598/2011 QUALIDADE NO ATENDIMENTO E DIVERSIDADE PROFª FRANCIELE RIEFFEL @franciele.rieffel Questão 1 O Decreto nº 48.598, de
etnocentrismo e racismo
etnocentrismo e racismo Prof. Doutora Rosa Cabecinhas Universidade do Minho AECA - Agrupamento de Escolas Carlos Amarante 6 Junho 2016 org. Clube Europeu e Biblioteca Escolar Enquadramento Esta tertúlia
Aula 26 Raça e Etnia / Gênero e Sexo
Aula 26 Raça e Etnia / Gênero e Sexo RAÇA E ETNIA Raça A raça (do italiano razza) é um conceito que obedece a diversos parâmetros para classificar diferentes populações de uma mesma espécie biológica de
Alice Mendonça Universidade da Madeira INTERCULTURALIDADE. O QUE É?
Alice Mendonça Universidade da Madeira INTERCULTURALIDADE. O QUE É? Apartheid sistema de segregação social Até há uma década, cada sul africano era classificado numa destas categorias: Branco, pessoa de
Apêndice I 23 ações programáticas relativas à população LGBT, previstas no Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH 3)
Apêndice I 23 ações programáticas relativas à população LGBT, previstas no Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH 3) EIXO ORIENTADOR III - UNIVERSALIZAR DIREITOS EM CONTEXTO DE DESIGUALDADES Diretriz
Segundo Encontro Educação e Desigualdades Raciais no Brasil
Estudos das Relações Étnico-raciais para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana e Indígena Aula 4 Prof. Me. Sergio Luis do Nascimento Segundo Encontro Educação e Desigualdades Raciais
UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ
UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ RACISMO NA UNIVERSIDADE? Orientações para promoção da igualdade étnico-racial e superação do racismo Elaboração do Conteúdo Luana Lazzeri Arantes (Consultora Proges)
Relações Raciais e o Combate às Desigualdades
Estudos das Relações Étnico-raciais para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana e Indígena Aula 5 Prof. Me. Sergio Luis do Nascimento Relações Raciais e o Combate às Desigualdades As
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS ELETROBRAS. Versão 2.0
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versão 2.0 Aprovada por meio da RES nº 213/2016, de 02/08/2016 Sumário 1. OBJETIVO... 3 2. CONCEITOS... 3 3. REFERÊNCIAS... 4 4. DIRETRIZES...
POR QUE É PRECISO TER CONSCIÊNCIA NEGRA?
POR QUE É PRECISO TER CONSCIÊNCIA NEGRA? Qualquer sociedade que busca o desenvolvimento da democracia precisa dar especial atenção aos anseios sociais e colocá-los à frente de nossos anseios pessoais.
RACISMO E INSERÇÃO DO NEGRO NO MERCADO DE TRABALHO
XV JORNADA CIENTÍFICA DOS CAMPOS GERAIS Ponta Grossa, 25 a 27 de outubro de 2017 RACISMO E INSERÇÃO DO NEGRO NO MERCADO DE TRABALHO Eloisa de Souza Alves 1 Flawlein Stephanie Halles 2 Jorge Wylliam Breus
EFETIVAÇÃO DO ENSINO DE HISTÓRIA DA ÁFRICA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA NA EDUCAÇÃO BÁSICA
EFETIVAÇÃO DO ENSINO DE HISTÓRIA DA ÁFRICA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA NA EDUCAÇÃO BÁSICA ¹Bárbara Silva dos Santos Pereira; ²Marisa Mendes Machado de Sousa ¹Universidade Estadual do Rio de Janeiro- [email protected]
Proposta de redação: Somos todos iguais : expressão falaciosa da democracia moderna. O racismo ainda bate às portas.
Racismo Proposta de redação: Somos todos iguais : expressão falaciosa da democracia moderna. O racismo ainda bate às portas. Racismo: Manifestações racistas, como a recentemente sofrida pela jornalista
UM OLHAR SOBRE O CURRÍCULO A PARTIR DA PERSPECTIVA DECOLONIAL: APRENDENDO COM OS MOVIMENTOS SOCIAIS LUCINHA ALVAREZ TEIA/FAE/UFMG
UM OLHAR SOBRE O CURRÍCULO A PARTIR DA PERSPECTIVA DECOLONIAL: APRENDENDO COM OS MOVIMENTOS SOCIAIS LUCINHA ALVAREZ TEIA/FAE/UFMG A EDUCAÇÃO COMO PROJETO EDUCAÇÃO COLONIZADORA (EDUCAÇÃO BANCÁRIA) EM DISPUTA
1 O que é Sociologia, 1
Sumário Prefácio, xvii 1 O que é Sociologia, 1 1.1 Objeto da Sociologia, 1 1.2 Caráter científico da Sociologia, 3 1.2.1 Características do conhecimento científico, 3 1.2.2 Dificuldades da Sociologia,
CENTRO EDUCACIONAL ESPAÇO INTEGRADO
CENTRO EDUCACIONAL ESPAÇO INTEGRADO Ensino Fundamental II Aluno(a): 9º ano Professor: Romney Lima Disciplina: História Data: / / FICHA 02 BRASIL REPÚBLICA INSERÇÃO DOS NEGROS PÓS-ABOLIÇÃO; IMPRENSA NEGRA
Estudos das Relações Organização da Disciplina Étnico-raciais para o Ensino Aula 3 de História e Cultura Afro-brasileira e Africana e Indígena
Estudos das Relações Étnico-raciais para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana e Indígena Aula 3 Prof. Me. Sergio Luis do Nascimento Organização da Disciplina Aula 3 História e cultura
Políticas de Ações Afirmativas para Estudantes de Escolas Públicas CARTILHA DO ESTUDANTE
Políticas de Ações Afirmativas para Estudantes de Escolas Públicas CARTILHA DO ESTUDANTE POLÍTICAS DE AÇÕES AFIRMATIVAS PARA ESTUDANTES DE ESCOLAS PÚBLICAS PROFESSOR ORIENTADOR Rogério Ferreira Marquezan
DIREITOS HUMANOS. Direitos Humanos no Ordenamento Nacional. Instrumentos Normativos de Proteção aos Direitos Humanos Parte 1. Profª.
DIREITOS HUMANOS Direitos Humanos no Ordenamento Nacional Instrumentos Normativos de Proteção aos Direitos Humanos Parte 1 Profª. Liz Rodrigues - A Lei n. 7.716/89 define os crimes resultantes de preconceito
Processos de relação entre os indivíduos e os grupos AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS
Processos de relação entre os indivíduos e os grupos AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS Processos de relação entre os indivíduos e os grupos Podemos pensar as interações com os outros em termos positivos (atração)
PROJETO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO- RACIAIS, CULTURAIS E INDÍGENAS FASAR/NOVO HORIZONTE - SP
1 PROJETO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO- RACIAIS, CULTURAIS E INDÍGENAS FASAR/NOVO HORIZONTE - SP Apresentação Nossas concepções em termos de Política de Educação das Relações Étnico- Raciais
b. julgamento negativo, elaborado previamente em relação a outras pessoas. c. conduta de alguém que viola os direitos de outras pessoas.
Atividade extra Questão 1 Em uma sociedade democrática, as diferenças culturais devem ser respeitadas. O respeito às diferenças culturais é importante sendo fundamental que se aprenda a conviver com elas.
Unidade I. Profa. Elaine Nunes
Unidade I RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NO BRASIL Profa. Elaine Nunes Objetivos gerais da disciplina Caberá à disciplina Relações Étnico-Raciais no Brasil contribuir para: a formação de uma consciência crítica
Apêndice J - Quadro comparativo do PNDH 2 e do PNDH 3, por ações programáticas voltadas à população LGBT, por área temática.
Apêndice J - Quadro comparativo do PNDH 2 e do PNDH 3, por ações programáticas voltadas à população LGBT, por área temática. Legislativo Propor PEC para incluir a garantia do direito à livre orientação
PROMOÇÃO DA EQUIDADE: UM DESAFIO PARA A GESTÃO
Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasília/DF 4, 5 e 6 de junho de 2012 PROMOÇÃO DA EQUIDADE: UM DESAFIO PARA A GESTÃO Katia Maria Barreto Souto Reginaldo Alves Chagas Painel 24/086 Gestão participativa,
Sociologia. Larissa Rocha 14 e Sociologia no Brasil
Sociologia no Brasil Sociologia no Brasil 1. A população negra teve que enfrentar sozinha o desafio da ascensão social, e frequentemente procurou fazê-lo por rotas originais, como o esporte, a música e
Os conceitos de raça e racismo
Raça, desigualdade e política no Brasil contemporâneo Márcia Lima 14/08/2017 Os conceitos de raça e racismo A redenção de Cã. Modesto Brocos, 1895. Roteiro O conceito de raça O conceito de racismo (# discriminação
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA
PLANO DE ENSINO Semestre 2014.2 IDENTIFICAÇÃO CÓDIGO DISCIPLINA PRÉ-REQUISITOS Edu 311 RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NA ESCOL CURSO DEPARTAMENTO ÁREA PEDAGOGIA DEDU POLÍTICA CARGA HORÁRIA T 60 P 00 E 00 PROFESSOR(A)
EPIDEMIOLOGIA. Profª Ms. Karla Prado de Souza Cruvinel
EPIDEMIOLOGIA Profª Ms. Karla Prado de Souza Cruvinel O QUE É EPIDEMIOLOGIA? Compreende: Estudo dos determinantes de saúdedoença: contribuindo para o avanço no conhecimento etiológico-clínico Análise das
Promovendo o engajamento das famílias e comunidades na defesa do direito à saúde sexual e reprodutiva de adolescentes e jovens
Promovendo o engajamento das famílias e comunidades na defesa do direito à saúde sexual e reprodutiva de adolescentes e jovens Jaqueline Lima Santos Doutoranda em Antropologia Social UNICAMP Instituto
CONFERÊNCIA REGIONAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES
CONFERÊNCIA REGIONAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES Um desafio para a igualdade numa perspectiva de gênero Ituporanga 30/04/04 Conferência Espaço de participação popular para: Conferir o que tem sido feito
Programa de Combate ao Racismo Institucional - PCRI
Programa de Combate ao Racismo Institucional - PCRI Apoio: DFID- Ministério do Governo Britânico para o Desenvolvimento Internacional PNUD Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento RACISMO INSTITUCIONAL
FORMAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS, GENERO, CLASSE, RAÇA E ETNIA
FORMAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS, GENERO, CLASSE, RAÇA E ETNIA ICEAFRO EDUCAÇÃO PARA A IGUALDADE RACIAL E DE GÊNERO Rua da Mouraria n 55, Centro, Salvador. Cep. 40060-180. Tel. (55-71)3321-4688 E-mail: [email protected]
RAÇA BRASIL REPORTAGENS: TEMAS & CÓDIGOS GRUPOS TEMÁTICOS (2.318 REPORTAGENS / 185 TEMAS & CÓDIGOS)
Personalidade Personalidade Perfil 322 Personalidade Personalidade Carreira 244 Estética Cabelos Femininos 157 Sociedade Eventos NULL 121 Estética Moda Feminina & Masculina 118 Estética Moda Feminina 107
GRUPOS RACIAIS: diferenças étnicas. Joaldo Dantas de Medeiros Sociologia 3º Ano 1º Bimestre
GRUPOS RACIAIS: diferenças étnicas Joaldo Dantas de Medeiros Sociologia 3º Ano 1º Bimestre Como surgiu e por que existe o racismo? Em nossa sociedade existem racismo, preconceitos e discriminação racial?
Carlos Hasenbalg. Discriminação e desigualdades raciais no Brasil, Rio de Janeiro, ed. Graal,1979.
Carlos Hasenbalg Discriminação e desigualdades raciais no Brasil, Rio de Janeiro, ed. Graal,1979. racismo passa a ser conceito corrente para referir-se às s sociedades coloniais e pos- coloniais Hoetink
Brasil e a luta do negro
Brasil e a luta do negro Resumo O presente trabalho explora a situação social dos negros no território brasileiro. Constata-se que, desde a infância, as crianças recebem ensinamentos de que quem é negro
A REPRESENÇÃO DOS NEGROS NOS LIVROS DIDÁTICOS DA EJA: UMA REFLEXÃO SOBRE AS QUESTÕES ÉTNICO-RACIAIS E A ESCOLA
A REPRESENÇÃO DOS NEGROS NOS LIVROS DIDÁTICOS DA EJA: UMA REFLEXÃO SOBRE AS QUESTÕES ÉTNICO-RACIAIS E A ESCOLA Ana Claudia Dias Ivazaki UEPB [email protected] Valdecy Margarida da Silva UEPB [email protected]
Formação Continuada de Professores/as Discutindo as Relações Raciais na Prática e Lei n /2003
Formação Continuada de Professores/as Discutindo as Relações Raciais na Prática e Lei n 10.639/2003 Nilma Alves Adriano [email protected] Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG Introdução No Brasil,
02/10/2014. Educação e Diversidade. Para início de conversa. Descompasso: educação e sociedade. Tema 1: Multiculturalismo e Educação.
Educação e Diversidade. Tema 1: Multiculturalismo e Educação. Para início de conversa Como se dá o Multiculturalismo no ambiente escolar, nos dias atuais? Consenso: reinventar a educação escolar. Busca
RESENHA. CARDOSO, Francilene do Carmo. O negro na biblioteca: mediação da informação para a construção da identidade negra. Curitiba: CRV, p.
RESENHA CARDOSO, Francilene do Carmo. O negro na biblioteca: mediação da informação para a construção da identidade negra. Curitiba: CRV, 2015. 114p. Franciéle Carneiro Garcês da Silva Instituto Brasileiro
PROGRAMA DE PROMOÇÃO TEMÁTICA HISTÓRIA E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS DAS CULTURAS AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA
PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA TEMÁTICA DA HISTÓRIA E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS DAS CULTURAS AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA - 2016 - FACULDADE DE TECNOLOGIA ALCIDES MAYA CORPO DIRIGENTE DA MANTENEDORA SOCIEDADE EDUCACIONAL
HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA NAS ESCOLAS: UMA ANÁLISE DA LEI /03 EM UMA ESCOLA DE APODI/RN
HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA NAS ESCOLAS: UMA ANÁLISE DA LEI 10.639/03 EM UMA ESCOLA DE APODI/RN Rusiane da Silva Torres 1 ; Antonio Caubí Marcolino Torres 2 ; Maria Rosineide Torres Marcolino 3
Movimento. O que é. Negro?
Movimento Negro O que é Movimento Negro? O movimento Negro em síntese é um fenômeno que vem de séculos. Principalmente em países com histórico de escravidão, organizações políticas buscam reconhecimento
Gênero em foco: Carta do leitor
Gênero em foco: Carta do leitor Circula no contexto jornalístico e é definida como um texto em que o leitor de um jornal ou de revista manifesta seu ponto de vista sobre um determinado assunto da atualidade,
Cotas Raciais no Brasil
Cotas Raciais no Brasil Abygail Vendramini ROCHA 1 Sandro Marcos GODOY 2 RESUMO: O sistema de cotas que fora aprovado pelo Supremo Tribunal Federal por unanimidade dos votos, dito como constitucional,
Raça e classe no Brasil I: A tese de Florestan Fernandes
Há uma diferença entre viver e pertencer a uma sociedade de classes Raça e classe no Brasil I: A tese de Florestan Fernandes Raça, classe e Polí-ca no Brasil Contemporâneo Professora: Marcia Lima 2017/2
Palavras-chave: Religiões de matriz africana. População negra no Ceará. Negro e Educação.
RELIGIÕES DE MATRIZ AFRICANA NO CEARÁ: EDUCAÇÃO E OCUPAÇÃO DE ESPAÇOS PÚBLICOS Resumo: Nico Augusto có, Professor Orientador, Ivan Costa Lima Esta investigação se desenvolve na Universidade Internacional
A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS
OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2012 A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS A sociedade brasileira comemora, no próximo dia 20 de novembro, o Dia da
Perfil das/dos Dirigentes da CUT. Pesquisa Perfil Afirmativo
Perfil das/dos Dirigentes da CUT Pesquisa Perfil Afirmativo Março/2014 Características da Pesquisa Dirigentes da CUT Pesquisa quantitativa Censitária Questionário padronizado Realizada por telefone Campo
Preconceito, discriminação e segregação
Unidade 2 Capítulo 5 Cultura e sociedade: cultura, poder e diversidade nas Raça, etnia e multiculturalismo 1 Preconceito, discriminação e segregação Os preconceitos se baseiam em generalizações superficiais
PROFESSOR: MAC DOWELL DISCIPLINA: SOCIOLOGIA CONTEÚDO: RAÇA, ETNIA E MULTICULTURALISMO - AULA - 01
PROFESSOR: MAC DOWELL DISCIPLINA: SOCIOLOGIA CONTEÚDO: RAÇA, ETNIA E MULTICULTURALISMO - AULA - 01 Preconceito, discriminaçãoe segregação Os preconceitos se baseiam em generalizações superficiais e depreciadoras
SILVA, Maurício - UNINOVE - [email protected] RESUMO
AS QUESTÕES ÉTNICO-RACIAIS E A UNIVERSIDADE BRASILEIRA: UMA PROPOSTA DE ESTUDO DAS AÇÕES AFIRMATIVAS À LUZ DA REFLEXÃO FREIRIANA ACERCA DA EDUCAÇÃO POPULAR SILVA, Maurício - UNINOVE - [email protected]
Temática de Gênero nos currículos e planos educativos no Brasil Profa. Rosana Heringer. Setembro/2017
Temática de Gênero nos currículos e planos educativos no Brasil Profa. Rosana Heringer Setembro/2017 Educação e Relações de Gênero 2 perspectivas: construção de identidades de gênero educação formal Texto:
Palavras-chave: Educação de Jovens e Adultos Raça Orientação Educacional
DIÁLOGO ENTRE A QUESTÃO ÉTNICO-RACIAL NEGRA E A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: REFLEXÕES A PARTIR DA PRÁTICA DA ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL Resumo Marcela Paula de Mendonça Professora do Ensino Fundamental I
Estudos das Relações Étnico- Apresentação do Professor -Raciais para o Ensino de História e Cultura Afro- -Brasileira e Africana e Indígena
Estudos das Relações Étnico- -Raciais para o Ensino de História e Cultura Afro- -Brasileira e Africana e Indígena Teleaula 1 Prof. Me. Sergio Luis do Nascimento [email protected] Pedagogia
Desenvolvimento, Trabalho Decente e Igualdade Racial
Desenvolvimento, Trabalho Decente e Igualdade Racial Lais Abramo Diretora do Escritório da OIT no Brasil Brasília, julho de 2012 Esquema da Apresentação 1. Trabalho decente e estratégia de desenvolvimento
A Inserção do Negro no Jornalismo: uma forma de combater o racismo? 1. Miliane MARTINS 2 Faculdades SECAL
A Inserção do Negro no Jornalismo: uma forma de combater o racismo? 1 Miliane MARTINS 2 Faculdades SECAL RESUMO: O presente artigo busca discutir acerca da inserção da população negra e parda na atividade
