Raça e classe no Brasil I: A tese de Florestan Fernandes
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- Rayssa Castilhos Pedroso
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1 Há uma diferença entre viver e pertencer a uma sociedade de classes Raça e classe no Brasil I: A tese de Florestan Fernandes Raça, classe e Polí-ca no Brasil Contemporâneo Professora: Marcia Lima 2017/2
2 Raça e classe no Brasil Os estudos que procuram iden-ficar os efeitos da condição racial na sociedade de classes cons-tuem. Há pelo menos três linhas principais de interpretação na trajetória dos estudos sobre a situação social do negro e as relações raciais no Brasil: 1. Os negros ocupam as piores condições sociais devido ao fato de terem emergido recentemente da escravidão, período em que não havia preconceito racial e sim de classe; (Donald Pierson, entre ) 2. O preconceito racial é um resquício da escravidão e é incompazvel com o desenvolvimento de uma sociedade de classes; (Projeto Unesco, ) 3. A discriminação racial é um mecanismo que gera desigualdades por meio da desqualificação compe--va dos negros, preservando assim os privilégios e os ganhos materiais e simbólicos para os brancos.
3 Principais obras sobre o tema Projeto Unesco: Brancos e Negros em São Paulo (1955) A integração do negro na sociedade de Classes. (1964) O negro no mundo dos brancos (1966)
4 O Que motivou o projeto Unesco? ü Projeto Unesco um conjunto de pesquisas financiadas por este órgão acerca das relações raciais brasileiras. Tal proposta baseavase na crença de que o Brasil tenderia para uma harmonia racial ímpar, segundo os estudos realizados no país nos anos 1930 e As pesquisas foram feitas em Recife, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo. ü Pesquisa de São Paulo: Tratase d um estudo sobre São Paulo e suas especificidades Fontes: material documental, dados estazs-cos secundários, informantes (depoimentos como fonte principal) Classificação racial: negros e mulatos Método: estrutural funcionalista Tema do desequilíbrio socioeconômico nas relações raciais brasileiras é dado pelo contraste: De um lado, Revolução burguesa, emergência da sociedade de classes, ordem social compe--va; por outro, déficit negro, anomia social, desajustamento estrutural do negro. Desconstrói o mito da escravidão benévola e marcas pela in-midade e facilidade nas manumissões
5 Brancos e Negros em São Paulo: Ensaio sociológico sôbre aspectos da formação, manifestações atuais e efeitos do preconceito de côr na sociedade paulistana
6 A integração do negro na sociedade de classes Volume 1 O Legado da Raça Branca ( ) 1. O negro na emergência da sociedade de classes ( ) Trabalho livre e europeização O negro e a revolução burguês Expansão urbana e desajustamento estrutural do negro 2. Pauperização e anomia ( ) O délicit negro Os diferentes níveis de desorganização social Efeitos sóciopáticos da desorganização social 3. Heteronomia racial na sociedade de classes ( ) O mito da democracia racial Os padrões tradicionalistas de relações raciais
7 A integração do negro na sociedade de classes Volume 2 No limiar de uma nova era ( ) 1. Os movimentos sociais no meio negro ( ) Manifestação e objetivos dos movimentos sociais Uma ideologia de desmascaramento racial 2. Impulsões igualitárias de integração social ( ) Cor e estratilicação socioeconômica Ascensão social do negro e do mulato] Natureza e função das impulsões igualitárias 3. O problema do negro na sociedade de classes.(1951) A reação societária as tensões raciais Dilema racial do negro
8 Principais pontos da tese de Florestan Ponto principal: Entender a posição do negro na historia econômica de São Paulo. Há dificuldades estruturais ao ajustamento constru-vo do negro ao trabalho livre, e o que é mais importante, à sua passagem da área marginal para o núcleo do sistema capitalista. As fontes para essas dificuldades são apontadas a seguir: O problema dos estereó-pos nega-vos sobre o trabalhador negro diminui suas oportunidades de trabalho. Argumento: existe uma crença generalizada de que o negro não é capaz para realizar certas funções e de que ele não é organizado o suficiente; O problema na socialização do negro, levandoo a tomar certas a-tudes que do ponto de vista do regime de trabalho livre são nega-vas. Argumento: o acesso tardio e precário a certas oportunidades de trabalho impediu o negro de ter o domínio de certas técnicas do trabalho livre.
9 Principais pontos O problema dos efeitos rea-vos de sua situação social de existência (idem).exemplos: os efeitos da condição de vida anômica, baixa escolarização, baixo suportes sociais, dificuldades na aquisição de profissão. O problema do complexo (inferioridade?) e do conformismo. Argumento: os negros sentem temor de viver situações de preconceito de cor, contentamse com o que tem, apresentam comportamentos retraídos e procuram empregos abaixo de sua capacitação profissional.
10 Democracia Racial Segundo FF, contraste entre a ordem jurídica e a situação real da população de cor também não obstruiria uma representação ilusória que iria conferir à cidade de São Paulo o caráter lisonjeiro de paradigma da democracia racial. U-lidade do mito: 1) generalizou um estado de espirito farisaico que permi-a atribuir ao negro a responsabilidade por sua condição; 2) livra o branco de obrigação e solidariedade; 3)revitaliza a técnica de focalizar e avaliar as reações entre negros e brancos através de exterioridades ou aparências de ajustamentos raciais, forjando uma consciência falsa da realidade racial brasileira.
11 Situação de domicílio BRASIL SÃO PAULO (UF) Rural 54,0% 15,6% 37,3% 4,1% Urbana 46,0% 84,4% 62,7% 95,9% Total 100,0% 100,0% 100,0% 100,0%
12 Composição racial Brancos Pretos Pardos Outros 84.0% 60.9% 63.7% 47.5% 43.4% 29.7% 29.4% 8.6% 7.5% 7.8% 5.1% 5.4% 0.8% 1.6% 3.0% 1.5% Brasil 1960 Brasil 2010 SP 1960 SP 2010
13 População Economicamente A8va São Paulo % São Paulo % Brasil % Brasil %
14 O Quadro atual Os efeitos sobre a realidade brasileira contemporânea são visíveis. A Fundação Perseu Abramo realizou uma pesquisa nacional com entrevistados, em Selecionei alguns resultados: 49,5% diz que existe muito racismo, 39,6% que no Brasil tem um pouco de racismo. 84% concordam totalmente com a frase: a melhor coisa do Brasil é a mistura de raças; 94% diz não ter preconceito racial: Dentre os negros (pretos, pardos e negros) 85% responde nega-vamente a pergunta sobre discriminação por busca de trabalho.
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