POR UMA EDUCAÇÃO INFANTIL EMANCIPATÓRIA:
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- Emanuel Aires Camarinho
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1 Revista Eventos Pedagógicos Desigualdade e Diversidade étnico-racial na educação infantil v. 6, n. 4 (17. ed.), número regular, p , nov./dez SEÇÃO ENTREVISTA POR UMA EDUCAÇÃO INFANTIL EMANCIPATÓRIA: o papel do educador e da educadora na construção da identidade étnico-racial de crianças pequenas NILMA LINO GOMES Esta Edição trata do papel e da importância da instituição de Educação Infantil, no processo de construção e compreensão da diversidade étnico-racial pelas crianças pequenas. Compartilhamos com os leitores e as leitoras a entrevista com a professora da Universidade Federal de Minas Gerais, Nilma Lino Gomes, também, primeira reitora negra de uma universidade federal e, no momento, Ministra do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos. Nesta conversa, tivemos a oportunidade e o privilégio de dialogar sobre sua opção em torna-se uma pesquisadora sobre a temática das relações étnicoraciais e sobre suas produções de conhecimento acerca da temática, mais especificamente, sobre a operacionalização de conceitos complexos, como relações étnico-raciais e diversidade. Também, na oportunidade, pudemos ouvi-la sobre suas importantes pesquisas relacionadas ao corpo e ao cabelo como símbolos da constituição da identidade racial. Ela apresentou suas percepções acerca dos resultados alcançados nos últimos anos e como compreende o papel do educador e da educadora de instituições pré-escolares nesse processo de construção, já que, nesta etapa da vida as crianças estão descobrindo sobre si e sobre o outro, sobre as diferenças de seus corpos. E, neste momento, devem ter contato com as diferenças, de forma afirmativa e positiva. A seguir compartilhamos os bons momentos durante a entrevista concedida pela pesquisadora, professora e ministra que vem, ao longo de sua trajetória, lutando por uma sociedade mais justa, onde negros e brancos possam ter as mesmas oportunidades e onde as crianças, particularmente as negras possam se ver com orgulho e viver com plenos direitos. Cristina Teodoro Trinidad
2 1 - Cristina: Primeiramente, é um prazer e um privilégio poder dialogar com a Senhora. Iniciaremos com a seguinte pergunta: Professora, em que momento e porque a senhora se decidiu por ser uma pesquisadora sobre a temática das relações étnico-raciais? Nilma: Eu sempre fui professora, desde os dezessetes anos e trabalhando em escolas públicas e em escolas privadas, tive muito contato com muitas crianças brancas e negras. No início, não sabia muito bem como trabalhar a questão racial com meus alunos e minhas alunas, então, foi no contato em uma escola pública e em uma escola particular que eu comecei a perceber as questões ligadas ao racismo e à identidade racial e isso me motivou a voltar para a universidade, porque já havia terminado o curso de pedagogia, e fazer um mestrado em educação, estudando e discutindo as questões raciais e a identidade da professora negra. 2 - Cristina: Como conceito, o que são as relações étnico-raciais? No Brasil, podemos pensar em um marco em relação ao seu tratamento? Nilma: As relações étnico-raciais são relações entre diferentes grupos, coletivos, sociais e étnicos e raciais também, que se constituíram no Brasil ao longo da formação do nosso país. Elas são relações permeadas por conflitos, são relações complexas e, no Brasil, nós temos um marco, do ponto de vista teórico, do tratamento destas relações, quando, no início do século XIX, após as primeiras teorias raciais no Brasil, nós tivemos uma formulação que é muito conhecida no país por Gilberto Freyre, que Florestan Fernandes mais tarde intitulou de Mito da Democracia Racial. Digo isso porque antes de Gilberto Freyre, os estudos eram muitos focados na figura do negro, do africano, do ex-escravo e Gilberto Freyre, ele trouxe para agente uma discussão sobre as relações entre negros e brancos, pautadas nas questões entre a casa grande e a senzala e aquilo que ele chamou de uma forma mais amável da colonização da escravidão feita pelos portugueses e a forma como o Brasil se misturou, entre brancos, negros e indígenas, na constituição do nosso povo. No entanto, embora seja muito festejado por alguns, essa teoria ou essa teorização do Gilberto Freyre, mais tarde Florestan Fernandes, outro sociólogo muito crítico e atento as questões do Brasil, formulou outra reflexão sobre este tipo de interpretação do Brasil que Gilberto Freyre fazia. E ele chamou esta interpretação de um Mito da Democracia Racial, um mito no sentido ideológico do termo, um mito da democracia racial, no qual se prega que o Brasil tem relações étnico-raciais extremamente harmoniosas e esta narrativa, no fundo, encobre um grande conflito, e encobre o próprio racismo e a forma como ele se dá no Brasil a partir do século XX, e anteriormente também, até o período da escravidão. ENTREVISTA - Página 483
3 3 - Cristina: No Brasil, há alguns anos, entrou para a agenda acadêmica e para as políticas públicas, o conceito sobre Diversidade. Como a Senhora compreende esse conceito e qual a proposta para trabalhar com o mesmo? Nilma: A diversidade em minha opinião é uma construção social, histórica e cultural das diferenças. Eu já tenho escrito sobre isso, que as diferenças elas são muito mais do que aquilo que nós vemos a olho nu, as diferenças, são construídas nas relações sociais e nas relações de poder. Então, hoje, o conceito de diversidade tem sido muito usado, mas há que se tomar cuidado e saber qual é a interpretação que está sendo dada e qual a fonte, digamos assim, de onde vem à discussão da diversidade, tanto ela pode ser um conceito emancipatório, no sentido de reconhecer as diferenças, e saber das tensões e conflitos de como as diferenças se constroem ao longo da história e ao longo da cultura de um país, ou como a diversidade pode ser usada como se fosse um grande guarda-chuva, que encobrisse todas as diferenças, sem pontuar as relações de poder e trabalhando com um idéia de harmonia, que é muito próximo ao próprio mito da democracia racial que Gilberto Freyre construiu na sua teorização, de acordo com Florestan Fernandes. 4 - Cristina: A Senhora, no ano de 2010, realizou uma pesquisa sobre práticas pedagógicas para a implementação da Lei /2003, por meio das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais, História e Cultura Africana e Afro-brasileira. Quais foram os principais resultados? A pesquisa contemplou a Educação Infantil? Nilma: A pesquisa nos mostrou que nós não podemos dizer que a alteração da LDB, pela Lei /2003, nos seus artigos 26A e 79B, não foi concretizada em nosso país. O que a pesquisa nos mostrou é que há fases diferenciadas de implementação e de implantação dessa legislação. Nós temos no Brasil realidades educacionais em alguns estados e municípios, que avançaram muito em relação à inserção da discussão nos currículos da Educação Básica, desde a educação infantil até o ensino médio. Geralmente, estas escolas têm um processo mais democrático de gestão, tem maior participação popular e, inclusive, maior diálogo com os movimentos sociais e principalmente com o movimento negro. Já, existem outras escolas, tanto no nível federal, estadual como municipal, em que parece que as coisas avançaram muito pouco ou quase nada foi feito em relação à inserção da temática no currículo e isso também está relacionado com formas de gestão, gestão mais autocrática, digamos assim, está relacionado também com a relação estabelecida da escola com a comunidade da escola com os movimentos sociais e, em particular o movimento negro. E todas essas duas formas de implementação da legislação, a mais positiva ou a mais lenta, ela também tem a ver com a Página Nilma Lino Gomes
4 gestão mais ampla, estadual, municipal ou distrital e também, federal. Então nós temos estímulos que vêm do governo federal, do Ministério da Educação, de formação de professores, de elaboração de materiais pedagógicos e materiais didáticos, de sites etc. E, também, de iniciativas do Conselho Nacional de Educação, porém, nem sempre os estados e municípios respondem com a mesma força a estas demandas e a estas orientações federais 5 - Cristina: Existem muitas dúvidas, principalmente por parte de professores, em relação às atitudes de discriminação e preconceito realizadas por crianças pequenas. Com sua experiência, o que a Senhora tem a dizer sobre isso? Nilma: Ainda nós não temos um acordo entre os estudiosos e as estudiosas de educação infantil sobre o fato de as crianças pequenas discriminarem umas às outras, em função de seu pertencimento étnico-racial, mas nós á temos algumas pesquisas, principalmente dissertações de mestrados e teses de doutorado, em as pesquisadoras e os pesquisadores, convivem com as crianças pequenas e vão observando que um comportamento preconceituoso que já surge na infância, é produto das relações sociais que nós temos e que nós vivemos, onde estas crianças em seu convívio familiar, na influência da mídia, na forma como lidamos com as diferenças, nós adultos, a geração adulta, ela acaba educando, digamos assim, as crianças e, também adolescentes e jovens, para uma educação de discriminação e de preconceito em relação às diferenças e, no caso, as questões étnico-raciais. Ainda é um campo a ser explorado e é muito importante também considerar, nesse caso, que cada vez que consideramos as crianças como sujeitos, sujeitos de direitos, sujeitos de conhecimento, há que se perguntar por que, então, elas não construiriam valores preconceituosos em relação ao outro sendo que nós vivemos, lamentavelmente, em uma sociedade em que o preconceito racial e o preconceito de gênero, ainda são muito fortes. 6 - Cristina: Frente à temática da diversidade étnico-racial, qual seria o papel da Educação Infantil, como primeira etapa da Educação Básica? Nilma: O papel da Educação Infantil seria aquele de não negar as diferenças e já, desde o início, educar e reeducar as crianças, no contato com as diferenças étnico-raciais, os diferentes sujeitos, diferentes histórias, também seriam um momento importante, e é um momento importante, do processo de construção da identidade das crianças, sejam negras, sejam brancas, sejam de outros grupos étnico-raciais. Os professores e as professoras podem trabalhar com materiais didáticos diferenciados, podem trabalhar com brinquedos e outros jogos pedagógicos em que diferentes sujeitos são representados, e representados de forma ENTREVISTA - Página 485
5 afirmativa, de forma positiva. As professoras e os professores, é necessário que eles tenham um processo de formação inicial e também, continuada, que tematizem essas questões, enfim, nas brincadeiras. Há que se percebe com muito cuidado, como o preconceito racial e o racismo, a discriminação racial, vão sendo paulatinamente construídos no Brasil, desde a infância e o educador e a educadora infantil, são sujeitos chaves no processo educacional das crianças, em uma educação para a diversidade de forma emancipatória. 7 - Cristina: A Senhora é uma das principais pesquisadoras sobre como o Corpo e Cabelo são aspectos constituintes da identidade Negra. O que os resultados de suas pesquisas têm demonstrado? Pensando em crianças pequenas em espaços de Educação Infantil, o que a Senhora tem a dizer? Nilma: Ainda no ano de 2002, quando comecei a minha tese de doutorado em que o tema era corpo e cabelo, como símbolos de construção da identidade negra, naquele momento eu já percebia que era uma questão muito potente para tentar entender as relações étnico-raciais no Brasil e para tentar compreender melhor, os processos complexos de construção da identidade negra. Eu costumo dizer e está escrito na tese que depois eu publiquei em formato de livro, que corpo e cabelo, são uma dupla e um par inseparável na construção das identidades negras no Brasil e também na forma como o racismo e a discriminação racial operam na vida das pessoas e na sociedade. O que as pesquisas têm me mostrado, desde que eu comecei este trabalho, e não fui somente eu, antes de mim alguns pesquisadores já haviam começado a intuir e a interpretar que havia alguma questão importante entre a relação entre o corpo e o cabelo na construção da identidade negra. Esses resultados, o que eles mostraram é que nos espaços de Educação Infantil e nos espaços educativos de um modo geral onde o corpo, principalmente na educação infantil, é muito trabalhado pelos professores e pela professoras, as crianças se tocam mais, as crianças têm mais contato físico umas com as outras, é muito importante já, estarem atentas para as questões de superação de preconceitos, de olhares estereotipados sobre o cabelo das crianças negras, sobre a cor da pele, e desde já, quando nós começamos a trabalhar, a fazer as atividades com as crianças, de reconhecimento de si mesma, de construção da identidade, as questões étnico-raciais, elas têm que estar colocadas de uma forma pedagógica também, para que as crianças desde cedo possam se reeducar para um tratamento igualitário e para compreender que as diferenças fazem parte do processo humano, do processo social, cultural e histórico e não devem ser tratadas de forma inferior e nem vistas como inferioridade. Página Nilma Lino Gomes
6 8 - Cristina: O Brasil é um país extremamente complexo e rico em termos de sua diversidade étnico-racial. Como a educação infantil pode contribuir para a compreensão dessas complexidades Nilma: A Educação Infantil, ela pode contribuir tanto no sentido da formação teórica e também prática. Da formação significa inserir a discussão sobre diversidade étnico-racial na formação inicial dos professores e professoras, educadores e educadoras infantis. Essa é uma discussão que precisa avançar muito Brasil nos cursos de formação de professores e nós temos inclusive, como já falei anteriormente, poucos trabalhos de pesquisa que contemplam essa questão, mas eles vêm aumentando. Do ponto de vista teórico, nós precisamos de mais pesquisas, mais estudos que tenham como centro o que as crianças pensam como as crianças agem, como as crianças sentem em relação às discussões étnico-raciais, quando pensam em si mesmas e quando pensa no outro, nos seus coleguinhas, no seu familiar, naquilo que ele e ela vêem na sociedade. E do ponto de vista prático, diz respeito às práticas pedagógicas, que são realizadas com as crianças da Educação Infantil, com um olhar afirmativo e positivo sobre a questão das diferenças e também, a formação em serviço, para que depois de formadas e inseridas no mercado de trabalho, dentro das escolas e instituições de educação infantil, as professoras e os professores, continuem discutindo esses temas e continuem se atualizando sobre os avanços pedagógicos e os avanços teóricos, que a educação infantil vai construindo em relação à temática étnico-racial. 9 - Cristina: Pensando nos adultos de hoje, qual é o seu recado para o futuro? Nilma: Pensando nos adultos de hoje, eu diria que a sociedade e a vida já têm nos mostrado todos os limites que nós construímos nas nossas relações entre os diferentes sujeitos, principalmente no tratamento da questão étnico-racial, na perpetuação do racismo e da discriminação racial, então, o meu recado para o futuro é que o presente tem nos mostrado limites e avanços e que nós possamos nos apegar naquilo que é avanço e que nós já construímos nas relações étnico-raciais e na superação do racismo, para que o futuro seja um futuro para em que de fato as diferenças e, no caso específico desta entrevista, a questão étnico-racial seja tratada de forma digna, como parte da formação humana e ser negro, ser negra, seja considerado um direito de todo cidadão e cidadã em que as pessoas não tenham vergonha se ser quem são em que as pessoas negras, não tenham vergonha da cor de sua própria pele e também de sua raça e da sua etnia 10 - Cristina: Ministra, Professora, Muito obrigada. ENTREVISTA - Página 487
7 Nilma: De nada, é um prazer. Brasília, 26 de outubro de Recebido em: 03 de novembro de Aprovado em: 06 de novembro de Página Nilma Lino Gomes
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