ESCOLA E CURRÍCULO: VALORIZAÇÃO E RESPEITO À DIVERSIDADE.
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- Nina Farinha Lage
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1 ESCOLA E CURRÍCULO: VALORIZAÇÃO E RESPEITO À DIVERSIDADE. Thaís Regina Miranda Martins. UEMS/Paranaíba. / Milka Helena Carrilho Slavez. UEMS/Paranaíba. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM EDUCAÇÃO. [email protected]; [email protected]. Eixo Temático: Escola: Cultura e Etnia/Raça. RESUMO: O presente trabalho apresenta uma observação de como vem sendo tratada a questão da diversidade por meio do currículo na escola. A intenção é examinar como a escola, frente ao currículo, busca promover a igualdade de todos, levando aos alunos questões voltadas às diferenças. Trata-se de um trabalho de revisão bibliográfica, tendo como referencial teórico os autores Nilma Lino Gomes (2007), Vera Maria Candau (2007) e Antonio Flávio Barbosa Moreira (2003). No que diz respeito à diversidade, dentro do ambiente escolar visando à formação dos alunos, ao longo deste texto, é possível perceber que o trabalho desenvolvido na escola sobre este tema, ou seja, diferença de raças, culturas, etnias, entre outras questões constatou-se uma fragilidade, que pode ser refletida na sociedade de maneira negativa, por meio do preconceito. Com relação à diversidade as escolas contam com os Parâmetros Curriculares Nacionais voltados ao pluralismo cultural, porém há necessidade de um trabalho com maior afinco no que diz respeito aos diversos. Desta forma, há uma preocupação em se pensar e repensar o trabalho desenvolvido nas escolas, tendo o currículo como norte fundamental a esta proposta, visando um trabalho que promova um ensino que vá ao encontro do respeito e valorização das diferenças entre todos. Palavras-chave: Escola. Currículo. Diversidade. 1. Introdução Este trabalho é resultado da disciplina Currículo, Cultura e Diversidade cursada no Programa de Pós Graduação Stricto Sensu em Educação, da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, Unidade Universitária de Paranaíba, que teve como finalidade fazer uma análise sobre a diversidade. A partir do tema proposto, foi possível discutir e refletir sobre o currículo escolar, a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais PCNs, frente a questão da diversidade por 1
2 meio da pluralidade cultural, diferentes raças, diferentes etnias existentes na sociedade e inclusive existentes dentro do próprio espaço escolar. O trabalho realizado na escola, que visa promover a educação, é pautado no desenvolvimento do currículo, sendo este, um documento constituído a partir de orientações básicas para o trabalho do professor, visando promover a educação, a partir de aprendizagens propiciadas aos alunos de forma que estes possam atuar na sociedade de maneira digna e crítica. O currículo é organizado por competências, com base comum de conhecimentos. Ou seja, é composto por competências de diversas áreas (natureza, humanas, linguagens e códigos, exatas) que visam garantir aos alunos um desenvolvimento intelectual e social que os possibilite preparo à vida, apropriando-se dos saberes adquiridos na escola. Além do currículo de base comum, outro material que traz orientações para o trabalho do professor são os Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs, que são documentos de base nacional. Os Parâmetros Curriculares Nacionais constituem um referencial de qualidade para a educação no Ensino Fundamental em todo o País. Sua função é orientar e garantir a coerência dos investimentos no sistema educacional, socializando discussões, pesquisas e recomendações, subsidiando a participação de técnicos e professores brasileiros, principalmente daqueles que se encontram mais isolados, com menor contato com a produção pedagógica atual. (BRASIL, 1997, p. 13) Os PCNs também são organizados por área de conhecimento e além das áreas específicas, dispõe também de exemplares que tratam sobre Temas Transversais e Ética, Meio Ambiente e Saúde e Pluralidade Cultural e Orientação Sexual. [...] um documento Introdução, que justifica e fundamenta as opções feitas para a elaboração dos documentos de áreas e Temas Transversais; - seis documentos referentes às áreas de conhecimento: Língua Portuguesa, Matemática, Ciências Naturais, História, Geografia, Arte e Educação Física; - três volumes com seis documentos referentes aos Temas Transversais: o primeiro volume traz o documento de apresentação destes Temas, que explica e justifica a proposta de integrar questões sociais como Temas Transversais e o documento Ética; no segundo, encontram-se os documentos de Pluralidade Cultural e Orientação Sexual, e no terceiro, os de Meio Ambiente e Saúde (BRASIL, 1997 ). Esses temas visam o desenvolvimento de conceitos e valores a fim de promover a democracia e cidadania, porém de acordo com Gomes (2007, p. 25) nem sempre a 2
3 diversidade entendida como a construção histórica, social e cultural das diferenças implica em um trato igualitário e democrático em relação àqueles considerados diferentes. É neste sentido que pensa-se a necessidade de discutir a questão do trabalho que é feito nas escolas abordando questões sobre diversidade, sendo o objetivo deste texto explanar sobre a importância desta questão. 2. A escola e o currículo Para Gomes (2007, p. 28), certamente, iremos notar que a questão da diversidade aparece, porém, não como um dos eixos centrais da orientação curricular, mas sim, como um tema. Outro aspecto a ser considerado é o fato de a escola realizar abordagens sobre diversidade que nem sempre são eficazes, em muitos casos são trabalhos rápidos e superficiais em que os alunos não têm a oportunidade realmente de discutir e compreender a questão sobre as diferenças. Os temas sobre diversidade são pouco abordados e desta forma compromete-se valorização da pluralidade cultural, das raças, de gêneros, entre outras diversidades. Deste modo, esta falta de discussão dentro das escolas pode comprometer o desenvolvimento do aluno no que se refere a valorização de todas as culturas e a respeito das diferenças entre os cidadãos. Segundo Brasil (1997, p. 27): Para viver democraticamente em uma sociedade plural é preciso respeitar os diferentes grupos e culturas que a constituem. A sociedade brasileira é formada não só por diferentes etnias, como por imigrantes de diferentes países. Além disso, as migrações colocam em contato grupos diferenciados. Sabe-se que as regiões brasileiras têm características culturais bastante diversas e a convivência entre grupos diferenciados nos planos social e cultural muitas vezes é marcada pelo preconceito e pela discriminação. É preciso que seja pensado e repensado, no âmbito educacional, como se deve promover a educação pautada nas diferenças, visto que nossos espaços, até mesmo o espaço escolar, são constituídos por grupos heterogêneos. É preciso que a escola, como instituição fundamental à sociedade para formação do cidadão, garanta a democracia e que o tema sobre diversidade seja abordado de maneira concreta. 3
4 Uma das questões fundamentais de serem trabalhadas no cotidiano escolar, na perspectiva da promoção de uma educação atenta à diversidade cultural e a diferença, diz respeito ao combate à discriminação e ao preconceito, tão presentes na nossa sociedade e nas nossas escolas. (MOREIRA, CANDAU; 2003, p. 163). Como temos considerado, no currículo, essa pluralidade, esse caráter multicultural de nossa sociedade? Como articular currículo e multiculturalismo? Que estratégias pedagógicas podem ser selecionadas?, pontuam Moreira e Candau (2007). Os professores devem discutir sobre as questões voltadas ao pluralismo cultural, entre outras questões como diversidades racial, étnica e sexual, enfim, discutir sobre as diferenças as quais os seres humanos possuem. É preciso que o aluno compreenda a diversidade, valorizando-a e respeitando-a, porém para isto, o trabalho deve ser realizado apoiado em um cunho pedagógico planejado e contínuo. Como define Moreira e Candau (2007, p. 29): Além dessa ampliação da análise, muitos docentes têm também procurado incluir no currículo outras Histórias: a das mulheres, a dos povos indígenas, a dos negros, por exemplo. Tais inclusões preenchem algumas das lacunas mais encontradas nas propostas curriculares oficiais, trazendo à cena vozes e culturas negadas e silenciadas no currículo. Há escolas preocupadas em incluir no currículo questões sobre as mulheres, os povos indígenas, negros, esses são alguns exemplos, visto que as diversidades no Brasil são inúmeras, cada uma com sua riqueza. É a partir desta perspectiva que a escola deve promover a educação de maneira a conscientizar e valorizar a diversidade, as diferenças entre todos, proporcionando aos alunos a oportunidade de discutir sobre estas questões, promovendo a igualdade. 3. A questão da diversidade no currículo Como já mencionado, a diversidade é abordada de maneira frágil no currículo escolar. Muitas vezes os professores centrarem-se apenas no currículo tradicional composto pelas disciplinas como língua portuguesa, matemática, geografia, entre outras e as questões sobre diversidade muitas vezes não são discutidas, pois nem todas as disciplinas possibilitam debater tais assuntos e não há uma disciplina específica para tratar das diferenças. Além disso, pode ser também que os professores não tenham sido preparados para tratar desse assunto. 4
5 Para Gomes (2007, 17) a primeira constatação talvez seja, de fato, não é tarefa fácil para nós, educadores e educadoras, trabalharmos pedagogicamente com a diversidade. Isto pode ser explicado, muitas vezes, por de repente faltar ao professor domínio sobre questões da diversidade ou até mesmo por acreditar que o foco no ensino são as disciplinas compostas na grade curricular de maneira engessada. Segundo Moreira e Candau (2007, p. 33), Para esse mesmo propósito, pode ser útil a discussão, em diferentes disciplinas, dos rumos de diferentes movimentos sociais (negros, mulheres, indígenas, homossexuais), para que se compreendam e se acentuem avanços, dificuldades e desafios. Deixar de trabalhar sobre a diversidade, principalmente na escola, pode ser perigoso, é possível entender esta questão, nas palavras de Gomes (2007, p. 17): Por mais que a diversidade seja um elemento constitutivo do processo de humanização, há uma tendência nas culturas, de um modo geral, gerando um certo estranhamento e, até mesmo, uma rejeição em relação ao diferente. É o que chamamos de etnocentrismo. Esse fenômeno, quando exacerbado, pode se transformar em práticas xenófobas (aversão ou ódio ao estrangeiro) e em racismo (crença na existência da superioridade e inferioridade racial). É preciso compreender que a diversidade é um tema importante a ser tratado na escola, pois a humanidade é composta por características diversas, sejam pelas diferenças culturais, raciais, de religião, de gênero, pessoas com deficiência, dentre tantas diversidades. A diversidade faz parte da humanidade, isto é fato. Os seres humanos são semelhantes, enquanto gênero humano, porém as diferenças existem, pois as culturas são diferentes, bem como gênero, raça, idades, experiências, dentre outras questões, bem como a diversidade biológica. No que diz respeito à diversidade biológica, Lima (2006, p. 17) apud (Gomes, 2007, p. 19) pontua que: [...]...a diversidade é norma da espécie humana: seres humanos são diversos em suas experiências culturais, são únicos em suas personalidades e são também diversos em suas formas de perceber o mundo. Seres humanos apresentam, ainda, diversidade biológica. Algumas dessas diversidades provocam impedimentos de natureza distinta no processo de desenvolvimento das pessoas (as comumente chamadas de portadoras de necessidades especiais ). Como toda forma de diversidade é hoje recebida na escola, há a demanda óbvia, por um currículo que atenda a essa universalidade. 5
6 Desta forma, é preciso respeitar e conviver com as diferenças, neste sentido Gomes (2007, p. 22) afirma que o nosso grande desafio está em desenvolver uma postura ética de não hierarquizar as diferenças e entender que nenhum grupo humano e social é melhor ou pior do que outro. Na realidade, somos diferentes. A escola tem papel fundamental na formação do cidadão e essa formação precisa ser pensada e desenvolvida de maneira que o preconceito seja banido, ou pelo menos diminua. No entanto, ao longo do processo histórico e cultural e no contexto das relações de poder estabelecidas entre os diferentes grupos humanos, algumas dessas variabilidades do gênero humano receberam leituras estereotipadas e preconceituosas, passaram a ser exploradas e tratadas de forma desigual e discriminatória. (GOMES, 2007, p. 17) Ao longo deste trabalho, pode-se perceber a necessidade em ser desenvolvido o tema diversidade na escola, levando aos alunos discussões fundamentais à formação crítica, possibilitando a eles a compreensão e respeito entre as diferenças diversas existentes na sociedade. Ressalta-se que a questão da diversidade é importante para formar alunos que valorizem e respeitem o próximo, compreendendo que o Brasil é um país plural e que todas as pessoas e grupos, independente de suas características, sejam valorizados. Os professores devem perceber que o currículo não deve ser tratado como algo fechado, é preciso que seja flexível, relacionando às disciplinas, por meio da interdisciplinaridade, abordando questões dos temas transversais de modo que se possam formar alunos preparados para atuar na sociedade, compreendendo o mundo em que vivemos e respeitando e valorizando o próximo. Nessa perspectiva, é importante que consideremos a escola como um espaço de cruzamento de culturas e saberes. Moreira e Candau, Compreende-se como uma ação de extrema importância discussões sobre diversidades dentro da escola. Embora a diversidade não esteja inserida como disciplina obrigatória no currículo e que em várias escolas não seja desenvolvido o tema de maneira significativa, há políticas públicas que caminham na luta da igualdade. Mas é preciso muito para se chegar a um momento em que tal questão seja desempenhada com sucesso, é um caminho árduo. É preciso fortalecer este trabalho e desenvolver atividades que proporcionem aos alunos oportunidades de ampliarem os conhecimentos sobre a diversidade a valorização da das diferenças. 6
7 Considerações finais Percebe-se que a caminhada é longa, porém, existem ações que vão ao encontro da necessidade em se desenvolver projetos voltados à diversidade, como pontua Gomes (2007, 41): Muito trabalho temos pela frente! No entanto, várias iniciativas significativas vêm sendo realizadas. Algumas delas são frutos de práticas educativas transgressoras realizadas pelos docentes em movimento, pelos profissionais de várias Secretarias Estaduais e Municipais de educação e por gestores(as) das escolas que entendem que o direito à educação será realmente pleno à medida em que também seja assegurado aos sujeitos que participam dessa processo o direito à diferença. É possível compreender que, trabalhos voltados ao pluralismo cultural, bem como outras questões definidas pelos temas transversais, possivelmente colaborará possibilitando conduzir a sociedade ao combate à discriminação e ao preconceito, promovendo assim o respeito à diversidade. A partir de tais discussões, bem como inúmeros trabalhos voltados ao tema, espera-se que o currículo possa ser de fato articulado a questão da diversidade, abordando os temas de maneira eficaz, para que a formação dos alunos garanta uma sociedade que caminhe rumo à cidadania, onde todos sejam respeitados, cada um com sua diferença. Referências BRASIL, Ministério da Educação, (1997). Parâmetros curriculares nacionais: apresentação dos temas transversais, ética. Brasília, MEC/SEF. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Brasília, DF: MEC/SEF, Disponível em:. Acesso em: 9 maio GOMES, Nilma Lino. (Org.) Indagações sobre currículo : diversidade e currículo Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007, p MOREIRA, Antonio Flávio Barbosa. Educação escolar e cultura(s): construindo caminhos. Revista Brasileira de Educação, n. 23, p ,
8 MOREIRA, Antonio Flávio Barbosa; CANDAU, Vera Maria. Currículo, Conhecimento e Cultura. In: MOREIRA, Antonio Flávio Barbosa. Indagações sobre currículo. Brasília: MEC, p
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