Supremo Tribunal Federal
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- Neusa Castilhos Domingos
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1 AÇÃO CÍVEL ORIGINÁRIA RIO DE JANEIRO RELATOR AUTOR(A/S)(ES) PROC.(A/S)(ES) RÉU(É)(S) PROC.(A/S)(ES) : MIN. ROBERTO BARROSO :MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL :PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA :MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO :PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DECISÃO: Ementa: CONSTITUCIONAL E PENAL. AÇÃO CIVIL ORIGINÁRIA. CONFLITO DE ATRIBUIÇÕES ENTRE MPF E MPE. CRIME DE AMEAÇA ENTRE MILITAR REFORMADO E OUTRO DA ATIVA. ATRIBUIÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL. 1. Nos termos da orientação ainda vigente no STF, compete a esta Corte o julgamento dos conflitos de atribuições entre membros do Ministério Público Federal e dos Estados (art. 102, I, f, da CF). 2. A jurisprudência desta Corte é no sentido de que a natureza militar do fato delituoso deve levar em conta a índole militar do ilícito penal e se o agente se encontrava no desempenho de suas funções no momento da prática do crime, o que não ocorreu no presente caso. 3. Conflito que se resolve pela atribuição do Ministério Público Estadual, na linha do parecer da Procuradoria-Geral da República.
2 1. Trata-se de conflito negativo de atribuições suscitado pelo Ministério Público Federal em face do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro no curso de procedimento instaurado para apurar possível crime de ameaça entre militar reformado e militar da ativa ocorrido na vila dos Suboficiais da Aeronáutica, localizada em Santa Cruz, na cidade do Rio de Janeiro. 2. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro declinou de sua atribuição por entender que a ameaça ocorreu entre dois militares da ativa e, nos termos do art. 9º, II, a, do Código Penal Militar e da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, mesmo que o suposto ato ilícito não tenha ocorrido em serviço, o crime teria natureza militar e, portanto, seria de competência do Ministério Público Federal o ajuizamento de eventual ação penal. 3. Por outro lado, o Ministério Público Federal insistiu na atribuição do Ministério Público Estadual, tendo assinalado que os envolvidos, apesar de militares, não estavam no exercício de suas funções quando da prática do suposto crime, o que afastaria a natureza militar do fato delituoso. Sustenta ainda que a circunstância da ameaça ter ocorrido em vila militar também não atrairia a competência federal, em razão da área não estar sujeito à administração militar. Por fim, afirma que a arma supostamente utilizada para ameaçar a vítima não pertencia às Forças Armadas. 4. Os autos foram remetidos ao Supremo Tribunal Federal para dirimir o conflito de atribuições entre os órgãos do Ministério Público, com fundamento no art. 102, I, f, da Constituição. 5. A Procuradoria-Geral da República opina, em preliminar, pela competência para dirimir os conflitos entre órgãos do Ministério Público e, no mérito, pela atribuição do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro para a apuração do suposto crime de ameaça. 2
3 6. É o relatório. Decido. 7. A jurisprudência anterior do Supremo Tribunal Federal apontava ser do Superior Tribunal de Justiça a competência para dirimir os conflitos de atribuição entre órgãos do Ministério Público Federal e dos Estados (cf. Pet 1.503, Rel. Min. Maurício Corrêa; CC 7.117, Rel. Min. Sydney Sanches; Pet 3.005, Rel.ª Min.ª Ellen Gracie; entre outros). Tal orientação foi posteriormente modificada, concluindo-se pela competência desta Corte para resolver tais conflitos, nos termos do art. 102, I, f, da Constituição. Nesse linha, vejam-se os seguintes precedentes: Pet 3.258, Rel. Min. Marco Aurélio; Pet 3.631, Rel. Min. Cezar Peluso; ACO 889, Rel.ª Min.ª Ellen Gracie; ACO 853, Rel. Min. Cezar Peluso. 8. Nada obstante, o Plenário desta Corte voltou a discutir o tema da competência do STF para apreciar conflitos de atribuições envolvendo órgãos do Ministério Público (ACO 1.394, Rel. Min. Marco Aurélio). Na oportunidade, consignei, em síntese, que a competência do Supremo Tribunal Federal, por ser de direito estrito, não poderia ser ampliada. Menos ainda, em conflito tipicamente administrativo, que poderia ser resolvido institucionalmente pelo Conselho Nacional do Ministério Público (art. 130-A, 2º, da CF). 9. No entanto, o referido processo ainda se encontra pendente de decisão definitiva, de modo que, sem embargo de decisões monocráticas em sentido contrário, adoto a orientação até aqui predominante e conheço do presente conflito de atribuições. 10. No mérito, tenho por incensurável o parecer do Procurador-Geral da República, ao pugnar pela atribuição do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, nos termos seguintes: O Código Penal Militar disciplina que crimes militares, em tempo de paz, são: aqueles praticados por militar em 3
4 atividade ou contra o próprio militar; contra patrimônio sob a administração militar ou ordem administrativa militar, dentre outras hipóteses que não interessam ao deslinde da presente causa. No caso dos autos, a suposta vítima era militar recém transferido para reservada remunerada e o autor do fato era militar da ativa, atualmente também na reserva. Ocorre que o possível agente estava em período de folga, como resta bem evidenciado nos depoimentos colhidos (fls. 151/155 e 158/159 do apenso). Além disso, a suposta ameaça teria sido pratica (sic) com auxílio de arma de fogo, que seria de propriedade do autor do fato, e não da Aeronáutica. Além disso, o local do crime, sob administração militar, não sofreu qualquer dando com a prática delitiva, situação que também afasta, de plano, a atribuição do Ministério Público Militar. Por outro lado, não há, no caso, qualquer espécie de lesão ou ameaça de lesão a interesse ou bem da União, hipótese que justificaria a atribuição do MPF. Conforme dito anteriormente, por mais que o crime tenha sido supostamente praticado em vila militar, de propriedade da União, o crime de ameaça foi dirigido a outra pessoa, e não ao patrimônio federal. Nesse sentido, estando a prática delitiva relacionada a questões alheias às funções militares, a atribuição para atuar no caso é do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. 11. Não vejo como infirmar a opinião do Chefe do Ministério Público. A demonstração de que os militares envolvidos no suposto fato delituoso não estavam no exercício de suas funções é elemento suficiente para afastar a natureza militar do ato ilícito. A jurisprudência desta Corte é no sentido de que a natureza militar do fato delituoso deve levar em conta a índole militar do ilícito e se o agente se encontrava no desempenho de suas funções no momento da prática do crime, o que não ocorreu no presente caso. A título exemplificativo, confiram-se os seguintes precedentes: 4
5 HABEAS CORPUS. PROCESSO PENAL. FURTO. ARTIGO 240 DO CÓDIGO PENALMILITAR. COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA CASTRENSE. CRIME PRATICADO POR MILITAR DA ATIVA CONTRA MILITAR NA MESMA SITUAÇÃO DURANTE ATIVIDADE MILITAR NO INTERIOR DA CASERNA. 1. O Supremo Tribunal Federal já assentou que o cometimento de delito por agente militar contra vítima militar somente desafia a competência da Justiça Castrense nos casos em que houver vínculo direto com o desempenho da atividade militar. Nesse diapasão, a mera condição da vítima e do agressor não tem a virtude de acionar a competência da Justiça Militar (HC /AM, Rel. Min. Luiz Fux, 1ª Turma, DJe ). 2. A subtração do cartão magnético e da senha bancária da vítima, militar,pelo paciente, também militar, ocorreu no interior da caserna durante o serviço de guarda da organização militar. 3. Competência da Justiça Castrense para processamento e julgamento da ação penal de origem, nos termos do art. 9º, II, a, do Código Penal Militar. Precedentes. 4. Ordem denegada. (HC , Rel.ª Min.ª Rosa Weber) HABEAS CORPUS. PENAL MILITAR. FURTO SIMPLES. ART. 240 DO CPM. NÃO CARACTERIZAÇÃO DE CRIME MILITAR (ART. 9º, II, A, DO CPM). COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL COMUM. ORDEM CONCEDIDA. 1. A caracterização do crime militar em decorrência da aplicação do critério ratione personae previsto no art. 9º, II, a, do CPM deve ser compreendido à luz da principal diferença entre o crime comum e o crime militar impróprio: bem jurídico a ser tutelado. Nesse juízo, portanto, torna-se elemento indispensável para configuração do tipo penal especial (e, portanto, instaurar a competência da Justiça Militar da União) a demonstração de ofensa a bens jurídicos de que sejam titulares as Forças Armadas. Daí a convergência de entendimento, na jurisprudência do STF, de que o delito cometido fora do ambiente castrense ou cujo resultado não atinja as instituições militares será julgado pela Justiça comum. Precedentes. 2. Em 5
6 se tratando de crime contra o patrimônio privado, cometido fora de local sujeito à administração militar, a mera condição de militar do acusado e do ofendido, ambos fora de serviço, é insuficiente para justificar a competência da Justiça especializada, já que ausente outro elemento de conexão com a vida militar. 3. Ordem concedida. (HC , Rel. Min. Teori Zavascki) 12. Ademais, a circunstância da ameaça ter ocorrido em vila militar igualmente não justificaria a competência Parquet federal, considerando que há entendimento consolidado no Superior Tribunal de Justiça de que as vilas militares não estão sujeitas à administração militar (CC 34625, Rel. Min. Hamilton Carvalhido). 13. Por fim, o fato de a arma utilizada para ameaçar a vítima não ser de propriedade das Forças Armadas também afasta a competência da Justiça Militar para o julgamento do suposto ato ilícito. 14. Diante do exposto, conheço do presente conflito e reconheço a atribuição do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro para a apuração dos fatos descritos nos presentes autos. Publique-se. Brasília, 03 de agosto de Ministro LUÍS ROBERTO BARROSO Relator 6
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Ementa e Acórdão Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 6 18/11/2014 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 804.674 SÃO PAULO RELATOR : MIN. ROBERTO BARROSO AGTE.(S) :MUNICÍPIO DE SANTOS PROC.(A/S)(ES)
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Ementa e Acórdão DJe 23/05/2012 Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 6 24/04/2012 SEGUNDA TURMA HABEAS CORPUS 106.942 GOIÁS RELATOR PACTE.(S) IMPTE.(S) COATOR(A/S)(ES) : MIN. JOAQUIM BARBOSA :SUPERIOR
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fls. 5 ACÓRDÃO Registro: 2014.0000429851 Vistos, relatados e discutidos estes autos do Mandado de Segurança nº 0226204-83.2012.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é impetrante EDEMAR CID FERREIRA,
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Decisão sobre Repercussão Geral Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 10 29/11/2012 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 692.186 PARAÍBA RELATOR RECTE.(S) RECTE.(S) RECTE.(S)
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Decisão sobre Repercussão Geral DJe 23/10/2012 Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 11 30/08/2012 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 684.169 RIO GRANDE DO SUL RELATOR RECTE.(S) ADV.(A/S)
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PARECERES JURÍDICOS. Para ilustrar algumas questões já analisadas, citamos abaixo apenas as ementas de Pareceres encomendados:
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Decisão sobre Repercussão Geral Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 9 19/09/2013 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 759.244 SÃO PAULO RELATOR RECTE.(S) ADV.(A/S) RECDO.(A/S) PROC.(A/S)(ES)
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Decisão sobre Repercussão Geral Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 14 02/10/2014 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 823.347 MARANHÃO RELATOR : MIN. GILMAR MENDES RECTE.(S)
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AGRAVO INTERNO EM APELACAO CIVEL 2002.02.01.005234-7
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Excelentíssima Senhora Presidente da Comissão Permanente de Direito Penal do Instituto dos Advogados Brasileiros, Dra. Victória Sulocki, Indicação nº 056/2012, sobre o "Projeto de Lei nº 3901/2012, de
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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO EGRÉGIO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL BRASÍLIA DF. LUCIEN REMY ZAHR, brasileiro, solteiro, Estudante de Direito e Assistente Jurídico, vem a Vossa Excelência,
DECISÃO. Relatório. 2. A decisão impugnada tem o teor seguinte:
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