Supremo Tribunal Federal
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- Ana Luísa Bugalho Chagas
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1 Decisão sobre Repercussão Geral DJe 18/09/2012 Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 13 06/09/2012 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO PARANÁ RELATOR : MIN. LUIZ FUX RECTE.(S) :HOSPITAL MARECHAL CÂNDIDO RONDON LTDA ADV.(A/S) :GUILHERME BROTO FOLLADOR RECDO.(A/S) :SECRÉTARIO MUNICIPAL DE FINANÇAS DE MARECHAL CÂNDIDO RONDON - PR ADV.(A/S) :GELCIR ANIBIO ZMYSLONY RECURSO EXTRAORDINÁRIO. DIREITO TRIBUTÁRIO. INCIDÊNCIA DE ISS SOBRE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELAS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE. RECEITAS ORIUNDAS DAS MENSALIDADES PAGAS PELOS BENEFICIÁRIOS DOS PLANOS. LEI COMPLEMENTAR Nº 116/2003. RELEVÂNCIA DA MATÉRIA E TRANSCENDÊNCIA DE INTERESSES. MANIFESTAÇÃO PELA EXISTÊNCIA DE REPERCUSSÃO GERAL DA QUESTÃO CONSTITUCIONAL. Decisão: O Tribunal reconheceu a existência de repercussão geral da questão constitucional suscitada. Não se manifestou o Ministro Joaquim Barbosa. Ministro LUIZ FUX Relator documento pode ser acessado no endereço eletrônico sob o número
2 Inteiro Teor do Acórdão - Página 2 de 13 06/09/2012 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO PARANÁ RECURSO EXTRAORDINÁRIO. DIREITO TRIBUTÁRIO. INCIDÊNCIA DE ISS SOBRE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELAS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE. RECEITAS ORIUNDAS DAS MENSALIDADES PAGAS PELOS BENEFICIÁRIOS DOS PLANOS. LEI COMPLEMENTAR Nº 116/2003. RELEVÂNCIA DA MATÉRIA E TRANSCENDÊNCIA DE INTERESSES. MANIFESTAÇÃO PELA EXISTÊNCIA DE REPERCUSSÃO GERAL DA QUESTÃO CONSTITUCIONAL. Manifestação: Trata-se de recurso extraordinário interposto por Hospital Marechal Cândido Rondon Ltda., com fundamento no artigo artigo 102, inciso III, alíneas a e c, da Constituição Federal, contra acórdão do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, assim ementado: DIREITO TRIBUTÁRIO MANDADO DE SEGURANÇA PREVENTIVO ISS OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE INCIDÊNCIA PREVISTA NA LEI COMPLEMENTAR 116/03 (ITENS 4.22 E 4.23 DA LISTA ANEXA) NÃO EVIDÊNCIA DE INCONSTITUCIONALIDADE DA LEI AUSÊNCIA DE DIREITO LÍQUIDO E CERTO À NÃO-TRIBUTAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER ATIVIDADE QUE CONSTITUI PRESTAÇÃO DE SERVIÇO. BASE DE CÁLCULO TOTALIDADE DAS RECEITAS ORIUNDAS DO PAGAMENTO DAS MENSALIDADES LEI MUNICIPAL QUE AFRONTA LEI DE ÂMBITO NACIONAL CONCEITO DE PREÇO DO SERVIÇO INCIDÊNCIA ADMITIDA SOMENTE SOBRE A DIFERENÇA ENTRE A TOTALIDADE DE RECEITAS OBTIDAS PELOS PAGAMENTOS DAS MENSALIDADES E OS VALORES REPASSADOS A TERCEIROS A documento pode ser acessado no endereço eletrônico sob o número
3 Inteiro Teor do Acórdão - Página 3 de 13 TÍTULO DE COBERTURA OU REEMBOLSO DE GASTOS RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. 1. Prevista em lei complementar cuja inconstitucionalidade não está evidenciada, é possível a incidência de ISS sobre a atividade de administração de planos de saúde. 2. A atividade de administração de planos de saúde não se resume a repasses de valores aos profissionais conveniados, mas configura real obrigação de fazer em relação aos seus usuários, não podendo se negar a existência de prestação de serviço. 3. A base de cálculo do ISS incidente sobre as operações decorrentes de contrato de seguro-saúde não abrange o valor bruto entregue à empresa que intermedeia a transação, mas, sim, a comissão, vale dizer, a receita auferida sobre a diferença entre o valor recebido pelo contratante e o que é repassado para os terceiros efetivamente prestados dos serviços (EDcl no REsp /RJ, Rel. Ministro José Delgado, Rel. p/ Acórdão Ministro Francisco Falcão, Primeira Turma, julgado em , DJ ) (fl. 379/380). Nas razões do recurso extraordinário, o recorrente sustenta a preliminar de repercussão geral e, no mérito, alega violação dos artigos 153, inciso V, e 156, inciso III, da Constituição Federal. Aduz que: A discussão a ser travada neste recurso reside, portanto, apenas em determinar se a atividade das operadoras de plano de saúde configura obrigação de dar ou obrigação de fazer, e se pode ou não, de acordo com essa classificação, ser objeto de tributação pelo ISS. E, ainda, determinar se a atividade tem ou não 2 documento pode ser acessado no endereço eletrônico sob o número
4 Inteiro Teor do Acórdão - Página 4 de 13 natureza securitária, caso em que se afastará por completo a tentativa de sua caracterização como prestação de serviço, reconhecendo-se a competência da União e não dos Municípios para tributá-la ( ) a atividade de efetuar a cobertura dos gastos dos beneficiários não pode ser considerada serviço. Afinal, a atividade de cobrir ou reembolsar os gastos dos beneficiários relativos a serviços credenciados não configura um fazer. Trata-se, sem dúvida, de uma prestação de dar, mais precisamente de uma obrigação de pagar. De fato, a obrigação das operadores nada mais é que uma espécie da obrigação de dar coisa fungível, que em hipótese alguma se enquadra na noção constitucional de serviço, contida no art. 156, inciso III, da Constituição Federal e, portanto, não pode ser objeto de tributação pelo Imposto sobre Serviços Portanto, embora não se confundam com contratos de seguro-saúde, que se caracterizam, sobretudo, por garantir ao segurado o reembolso de despesas médicas até determinado valor, independentemente de quem seja o prestador dos serviços médicos ou de quais sejam os eventos acobertados, os contratos de plano de saúde, por terem a mesma função de garantia inerente aos contratos de seguro (função que, aliás, é expressamente reforçada pelo art. 1º da Lei nº /98), se amoldam perfeitamente ao conceito do artigo 757 do Código Civil e, consequentemente, têm natureza securitária documento pode ser acessado no endereço eletrônico sob o número
5 Inteiro Teor do Acórdão - Página 5 de ( ) o v. Acórdão recorrido, ao defender a possibilidade de tributação pelo ISS de atividade que não configura serviço, uma vez que não constitui obrigação de fazer tendo, sim, natureza securitária -, além de violar o art. 156, III, viola também o art. 153, V, da Constituição Federal, razão pela qual se impõe sua reforma (fls. 433, 437, 438, 441 e 445). As contrarrazões ao recurso extraordinário foram apresentadas às fls ). É o relatório. A questão constitucional posta à apreciação deste, portanto, cinge-se na discussão, à luz dos artigos 153, inciso V, e 156, inciso III, da Constituição Federal, sobre a incidência, ou não, do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) sobre as atividades desenvolvidas pelas operadoras de planos de saúde. A meu juízo, o recurso merece ter reconhecida a repercussão geral, haja vista que o tema constitucional versado nestes autos é questão relevante do ponto de vista econômico, político, social e jurídico, e ultrapassa os interesses subjetivos da causa. Diante do exposto, nos termos do art. 543-A, 1º, do Código de Processo Civil, combinado com o art. 323, 1º, do RISTF, manifesto-me pela existência de repercussão geral da questão constitucional suscitada. 4 documento pode ser acessado no endereço eletrônico sob o número
6 Inteiro Teor do Acórdão - Página 6 de 13 Publique-se. Brasília, 3 de agosto de Ministro Luiz Fux Relator Documento assinado digitalmente 5 documento pode ser acessado no endereço eletrônico sob o número
7 Inteiro Teor do Acórdão - Página 7 de 13 REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO PARANÁ PRONUNCIAMENTO ISS PLANO DE SAÚDE COMISSÃO RECEBIDA PELA OPERADORA INCIDÊNCIA ADMISSIBILIDADE NA ORIGEM RECURSO EXTRAORDINÁRIO REPERCUSSÃO GERAL CONFIGURADA. 1. O Gabinete prestou as seguintes informações: Eis a síntese do que discutido no Recurso Extraordinário nº /PR, da relatoria do ministro Luiz Fux, inserido no sistema eletrônico da repercussão geral às 23 horas e 59 minutos do dia 17 de agosto de A Décima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, ao dar parcial provimento à Apelação nº , assentou a possibilidade da incidência do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza ISS no âmbito da atividade de administração de planos de saúde, prevista nos itens 4.22 e 4.23 da lista anexa à Lei Complementar nº 116/2003. Apontou configurar a referida atividade espécie de prestação de serviço, sendo uma obrigação de fazer efetuada pela operadora dos planos de saúde em favor dos respectivos beneficiários. A incumbência do recorrente não estaria limitada à realização de repasses dos valores pagos a título de mensalidade aos profissionais conveniados, mas consistiria também na administração dos recursos, englobando a celebração de contrato com os usuários e as negociações de convênio com médicos e hospitais. No entanto, consignou ser a base de cálculo do tributo em questão somente a comissão recebida pela operadora, isto é, a diferença entre o valor bruto auferido dos consumidores e a quantia repassada aos terceiros conveniados.
8 Inteiro Teor do Acórdão - Página 8 de 13 Caso contrário, haveria dupla exação sobre o mesmo fato gerador, ao se cobrar o tributo sobre a importância obtida pelos profissionais que prestaram diretamente o serviço de assistência médica e sobre a totalidade do montante percebido pela operadora do plano de saúde, sem a dedução dos valores devidos àqueles. Não houve interposição de embargos declaratórios. No extraordinário, protocolado com alegada base nas alíneas a e c do permissivo constitucional, o recorrente argui ofensa aos artigos 153, inciso V, e 156, inciso III, da Carta da República. Assinala a distinção entre a prestação de serviço e a atividade desempenhada pela administradora dos planos de saúde, porquanto esta seria uma obrigação de dar coisa fungível, constituída na cobertura dos gastos efetuados pelos usuários quando da utilização dos serviços de assistência médica. Sustenta serem as outras funções meramente acessórias, motivo pelo qual não deveriam ser consideradas para a exigência do tributo. Aduz possuir os contratos de plano de saúde natureza securitária e aleatória, por inexistir equivalência entre a contraprestação devida pelas operadoras aos beneficiários e o pagamento realizado por estes, uma vez que, nessa espécie de contrato, o consumidor pode nunca utilizar os serviços disponibilizados. Sob o ângulo da repercussão geral, afirma ultrapassar o tema o interesse subjetivo das partes, mostrando-se relevante do ponto de vista econômico, social e jurídico, por versar sobre assunto relativo a todas as operadoras de planos de saúde do país e o possível impacto no preço da mensalidade paga pelos respectivos consumidores. O recorrido, nas contrarrazões, diz da ausência de prequestionamento e da impossibilidade de arguição de questão fática em sede de extraordinário. Quanto ao mérito, 2
9 Inteiro Teor do Acórdão - Página 9 de 13 alega que os contratos de plano de saúde configuram uma prestação de fazer, haja vista não ocorrer a extinção da obrigação com a entrega de uma coisa, característica essencial nas obrigações de dar. O extraordinário foi admitido na origem. Eis o pronunciamento do ministro Luiz Fux: RECURSO EXTRAORDINÁRIO. DIREITO TRIBUTÁRIO. INCIDÊNCIA DE ISS SOBRE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELAS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE. RECEITAS ORIUNDAS DAS MENSALIDADES PAGAS PELOS BENEFICIÁRIOS DOS PLANOS. LEI COMPLEMENTAR Nº 116/2003. RELEVÂNCIA DA MATÉRIA E TRANSCENDÊNCIA DE INTERESSES. MANIFESTAÇÃO PELA EXISTÊNCIA DE REPERCUSSÃO GERAL DA QUESTÃO CONSTITUCIONAL. Manifestação: Trata-se de recurso extraordinário interposto por Hospital Marechal Cândido Rondon Ltda., com fundamento no artigo 102, inciso III, alíneas a e c, da Constituição Federal, contra acórdão do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, assim ementado: DIREITO TRIBUTÁRIO MANDADO DE SEGURANÇA PREVENTIVO ISS OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE INCIDÊNCIA PREVISTA NA LEI COMPLEMENTAR 116/03 (ITENS 4.22 E 4.23 DA LISTA ANEXA) NÃO EVIDÊNCIA DE INCONSTITUCIONALIDADE DA LEI AUSÊNCIA DE DIREITO LÍQUIDO E CERTO À NÃO-TRIBUTAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER 3
10 Inteiro Teor do Acórdão - Página 10 de 13 ATIVIDADE QUE CONSTITUI PRESTAÇÃO DE SERVIÇO. BASE DE CÁLCULO TOTALIDADE DAS RECEITAS ORIUNDAS DO PAGAMENTO DAS MENSALIDADES LEI MUNICIPAL QUE AFRONTA LEI DE ÂMBITO NACIONAL CONCEITO DE PREÇO DO SERVIÇO INCIDÊNCIA ADMITIDA SOMENTE SOBRE A DIFERENÇA ENTRE A TOTALIDADE DE RECEITAS OBTIDAS PELOS PAGAMENTOS DAS MENSALIDADES E OS VALORES REPASSADOS A TERCEIROS A TÍTULO DE COBERTURA OU REEMBOLSO DE GASTOS RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. 1. Prevista em lei complementar cuja inconstitucionalidade não está evidenciada, é possível a incidência de ISS sobre a atividade de administração de planos de saúde. 2. A atividade de administração de planos de saúde não se resume a repasses de valores aos profissionais conveniados, mas configura real obrigação de fazer em relação aos seus usuários, não podendo se negar a existência de prestação de serviço. 3. A base de cálculo do ISS incidente sobre as operações decorrentes de contrato de seguro-saúde não abrange o valor bruto entregue à empresa que intermedeia a transação, mas, sim, a comissão, vale dizer, a receita auferida sobre a diferença entre o valor recebido pelo contratante e o que é repassado para os terceiros efetivamente prestados dos serviços (EDcl no REsp /RJ, Rel. Ministro José Delgado, Rel. p/ Acórdão Ministro Francisco Falcão, Primeira Turma, julgado em , DJ ) (fl. 379/380). Nas razões do recurso extraordinário, o recorrente sustenta a preliminar de repercussão geral e, no mérito, alega violação dos artigos 153, inciso V, e 156, inciso III, da Constituição Federal. Aduz que: 4
11 Inteiro Teor do Acórdão - Página 11 de 13 A discussão a ser travada neste recurso reside, portanto, apenas em determinar se a atividade das operadoras de plano de saúde configura obrigação de dar ou obrigação de fazer, e se pode ou não, de acordo com essa classificação, ser objeto de tributação pelo ISS. E, ainda, determinar se a atividade tem ou não natureza securitária, caso em que se afastará por completo a tentativa de sua caracterização como prestação de serviço, reconhecendo-se a competência da União e não dos Municípios para tributá-la.... ( ) a atividade de efetuar a cobertura dos gastos dos beneficiários não pode ser considerada serviço. Afinal, a atividade de cobrir ou reembolsar os gastos dos beneficiários relativos a serviços credenciados não configura um fazer. Trata-se, sem dúvida, de uma prestação de dar, mais precisamente de uma obrigação de pagar. De fato, a obrigação das operadoras nada mais é que uma espécie da obrigação de dar coisa fungível, que em hipótese alguma se enquadra na noção constitucional de serviço, contida no art. 156, inciso III, da Constituição Federal e, portanto, não pode ser objeto de tributação pelo Imposto sobre Serviços.... Portanto, embora não se confundam com contratos de seguro-saúde, que se caracterizam, sobretudo, por garantir ao segurado o reembolso de despesas médicas até determinado valor, independentemente de quem seja o prestador dos serviços médicos ou de quais sejam os eventos acobertados, os contratos de plano de saúde, por terem a mesma função de garantia inerente aos contratos de seguro (função que, aliás, é expressamente reforçada pelo art. 1º da Lei nº /98), se amoldam perfeitamente ao conceito do artigo 757 do Código Civil e, consequentemente, têm natureza securitária. 5
12 Inteiro Teor do Acórdão - Página 12 de ( ) o v. Acórdão recorrido, ao defender a possibilidade de tributação pelo ISS de atividade que não configura serviço, uma vez que não constitui obrigação de fazer tendo, sim, natureza securitária -, além de violar o art. 156, III, viola também o art. 153, V, da Constituição Federal, razão pela qual se impõe sua reforma (fls. 433, 437, 438, 441 e 445). As contrarrazões ao recurso extraordinário foram apresentadas às fls ). É o relatório. A questão constitucional posta à apreciação deste, portanto, cinge-se na discussão, à luz dos artigos 153, inciso V, e 156, inciso III, da Constituição Federal, sobre a incidência, ou não, do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) sobre as atividades desenvolvidas pelas operadoras de planos de saúde. A meu juízo, o recurso merece ter reconhecida a repercussão geral, haja vista que o tema constitucional versado nestes autos é questão relevante do ponto de vista econômico, político, social e jurídico, e ultrapassa os interesses subjetivos da causa. Diante do exposto, nos termos do art. 543-A, 1º, do Código de Processo Civil, combinado com o art. 323, 1º, do RISTF, manifesto-me pela existência de repercussão geral da questão constitucional suscitada. Publique-se. Brasília, 3 de agosto de
13 Inteiro Teor do Acórdão - Página 13 de 13 Ministro Luiz Fux Relator Documento assinado digitalmente 2. Está-se diante de tema a reclamar a atuação do Supremo. Há de definir-se, sob o ângulo constitucional, presente o figurino do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza ISS, quanto à incidência desse tributo considerado plano de saúde e a comissão percebida pela operadora. 3. Pronuncio-me no sentido da configuração da repercussão geral. 4. À Assessoria, para acompanhar a tramitação do incidente. 5. Publiquem. Brasília residência, 28 de agosto de 2012, às 10h35. Ministro MARCO AURÉLIO 7
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Decisão sobre Repercussão Geral DJe 04/10/2012 Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 12 20/09/2012 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 688.223 PARANÁ RELATOR RECTE.(S) ADV.(A/S) : MIN.
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Decisão sobre Repercussão Geral Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 9 19/09/2013 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 759.244 SÃO PAULO RELATOR RECTE.(S) ADV.(A/S) RECDO.(A/S) PROC.(A/S)(ES)
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Decisão sobre Repercussão Geral Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 9 06/12/2012 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 701.511 SÃO PAULO RELATOR RECTE.(S) PROC.(A/S)(ES) : MIN.
20/03/2014 PLENÁRIO : MIN. MARCO AURÉLIO
Decisão sobre Repercussão Geral Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 6 20/03/2014 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 784.682 MINAS GERAIS RELATOR : MIN. MARCO AURÉLIO RECTE.(S)
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Decisão sobre Repercussão Geral Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 10 29/11/2012 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 692.186 PARAÍBA RELATOR RECTE.(S) RECTE.(S) RECTE.(S)
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Decisão sobre Repercussão Geral DJe 23/10/2012 Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 11 30/08/2012 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 684.169 RIO GRANDE DO SUL RELATOR RECTE.(S) ADV.(A/S)
02/10/2014 PLENÁRIO : MIN. GILMAR MENDES
Decisão sobre Repercussão Geral Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 10 02/10/2014 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 704.520 SÃO PAULO RELATOR RECTE.(S) ADV.(A/S) : MIN.
08/11/2012 PLENÁRIO : MIN. GILMAR MENDES
Decisão sobre Repercussão Geral Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 11 08/11/2012 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 675.505 RIO DE JANEIRO RELATOR RECTE.(S) ADV.(A/S) RECDO.(A/S)
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Decisão sobre Repercussão Geral DJe 02/05/2012 Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 11 15/12/2011 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 645.181 SANTA CATARINA RELATOR : MIN. AYRES BRITTO
02/10/2014 PLENÁRIO :WASHINGTON LUIS SILVA PLÁCIDO
Decisão sobre Repercussão Geral Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 14 02/10/2014 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 823.347 MARANHÃO RELATOR : MIN. GILMAR MENDES RECTE.(S)
04/09/2014 PLENÁRIO : MIN. TEORI ZAVASCKI
Decisão sobre Repercussão Geral Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 16 04/09/2014 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 745.901 PARANÁ RELATOR RECTE.(S) PROC.(A/S)(ES) RECDO.(A/S)
DECISÕES» ISS. 3. Recurso especial conhecido e provido, para o fim de reconhecer legal a tributação do ISS.
DECISÕES» ISS INTEIRO TEOR. EMENTA. TRIBUTÁRIO. RECURSO ESPECIAL. ATIVIDADE DE INCORPORAÇÃO DE IMÓVEIS. EXISTÊNCIA DE DOIS CONTRATOS: O DE COMPRA E VENDA E O DE EMPREITADA. CARACTERIZAÇÃO DE FATO GERADOR
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Ementa e Acórdão Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 11 10/02/2015 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 805.859 RIO DE JANEIRO RELATOR AGTE.(S) PROC.(A/S)(ES) AGDO.(A/S) ADV.(A/S)
PROCURADORIA-GERAL DO TRABALHO CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO
Origem: PRT da 4ª Região Órgão Oficiante: Dr. Roberto Portela Mildner Interessado 1: Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região. Interessado 2: Banco Bradesco S/A. Assuntos: Meio ambiente do trabalho
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)1( oãdróca atneme97404 RgA-ER Diário da Justiça de 06/11/2006 10/10/2006 SEGUNDA TURMA RELATOR : MIN. CEZAR PELUSO AGRAVANTE(S) : AXA SEGUROS BRASIL S/A ADVOGADO(A/S) : FRANCISCO CARLOS ROSAS GIARDINA
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Decisão sobre Repercussão Geral Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 14 10/10/2013 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 743.480 MINAS GERAIS RELATOR RECTE.(S) PROC.(A/S)(ES)
:PROCURADOR-GERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Em revisão : RENATO BARROSO BERNABE E OUTRO(A/S) SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL - CONDSEF
RECURSO EXTRAORDINÁRIO 693.456 RIO DE JANEIRO RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI RECTE.(S) :FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA - RECDO.(A/S) FAETEC :PROCURADOR-GERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO : RENATO BARROSO
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Ementa e Acórdão Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 6 18/11/2014 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 804.674 SÃO PAULO RELATOR : MIN. ROBERTO BARROSO AGTE.(S) :MUNICÍPIO DE SANTOS PROC.(A/S)(ES)
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RECURSO ESPECIAL Nº 712.998 - RJ (2004/0180932-3) RELATOR : MINISTRO HERMAN BENJAMIN RECORRENTE : MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO PROCURADOR : MARIANA RODRIGUES KELLY E SOUSA E OUTRO(S) RECORRIDO : ADELINO
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 3ª REGIÃO EMENTA
nteiro Teor (4842046) de 8 03/03/2016 09:31 PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 3ª REGIÃO APELAÇÃO CÍVEL Nº 0009189-59.2013.4.03.6100/SP 2013.61.00.009189-0/SP RELATOR APELANTE ADVOGADO APELADO(A)
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Desembargador JOSÉ DIVINO DE OLIVEIRA Acórdão Nº 373.518 E M E N T A
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RECURSO EM HABEAS CORPUS Nº 21.628 - SP (2007/0158779-3) RELATORA : MINISTRA LAURITA VAZ RECORRENTE : AGOSTINHO FERRAMENTA DA SILVA JÚNIOR ADVOGADO : JULIANA FERRAMENTA DA SILVA RECORRIDO : TRIBUNAL DE
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Superior Tribunal de Justiça
RECURSO ESPECIAL Nº 972.075 - SC (2007/0178356-6) RELATOR : MINISTRO TEORI ALBINO ZAVASCKI ADVOGADO : DANTE AGUIAR AREND E OUTRO(S) EMENTA PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. RECURSO ESPECIAL. VIOLAÇÃO AO ART.
Superior Tribunal de Justiça
EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA EM RESP Nº 456.650 - PR (2003/0223462-0) RELATOR : MINISTRO JOSÉ DELGADO R.P/ACÓRDÃO : MINISTRO FRANCIULLI NETTO EMBARGANTE : ESTADO DO PARANÁ PROCURADOR : CÉSAR AUGUSTO BINDER
Supremo Tribunal Federal
Decisão sobre Repercussão Geral Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 17 25/04/2013 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 678.112 MINAS GERAIS RELATOR : MIN. LUIZ FUX RECTE.(S)
Supremo Tribunal Federal
RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 728.071 GOIÁS RELATORA RECTE.(S) ADV.(A/S) RECDO.(A/S) ADV.(A/S) : MIN. CÁRMEN LÚCIA :BANCO ITAÚ S/A : WANDERLI FERNANDES DE SOUSA E OUTRO(A/S) :REAL DISTRIBUIÇÃO LTDA
Superior Tribunal de Justiça
RECURSO ESPECIAL Nº 1.079.644 - SP (2008/0172654-7) RELATORA : MINISTRA ELIANA CALMON RECORRENTE : VELLOZA GIROTTO E LINDENBJOM ADVOGADOS ASSOCIADOS S/C ADVOGADO : LUIZ EDUARDO DE CASTILHO GIROTTO E OUTRO(S)
Superior Tribunal de Justiça
RECURSO ESPECIAL Nº 437.853 - DF (2002/0068509-3) RELATOR : MINISTRO TEORI ALBINO ZAVASCKI RECORRENTE : FAZENDA NACIONAL PROCURADOR : DANIEL AZEREDO ALVARENGA E OUTROS RECORRIDO : ADVOCACIA BETTIOL S/C
Superior Tribunal de Justiça
RECURSO ESPECIAL Nº 1.291.738 - RS (2011/0116562-4) RECORRENTE RECORRIDO : JORGE FERNANDES FLOR : ANDRÉ FERNANDES ESTEVEZ E OUTRO(S) : BRASIL TELECOM S/A : CAROLINA DUARTE VENDRUSCOLO E OUTRO(S) RELATÓRIO
i iiiiii uni uni mil uni mil mil mil llll llll
sajfâu PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO 397 ACÓRDÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SAC>PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRATICA REGISTRADO(A) SOB N i iiiiii uni uni mil uni mil mil mil llll llll Vistos,
Superior Tribunal de Justiça
RELATOR : MINISTRO HERMAN BENJAMIN RECORRENTE : FAZENDA NACIONAL PROCURADOR : LUIZ FERNANDO JUCÁ FILHO E OUTRO(S) RECORRIDO : ANA CRISTINA CANET OSÓRIO DE ALMEIDA ADVOGADO : ADILSON GABARDO EMENTA TRIBUTÁRIO.
PROCESSO Nº TST-RR-120600-94.2009.5.06.0017. A C Ó R D Ã O (8ª Turma) GMDMC/Rd/cb/sr
A C Ó R D Ã O (8ª Turma) GMDMC/Rd/cb/sr A) AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO DE REVISTA. CONTRATO POR PRAZO DETERMINADO. RESCISÃO ANTECIPADA. MULTA DE 40% SOBRE O FGTS. ART. 14 DO DECRETO Nº 99.684/90.
Tribunal de Justiça de Minas Gerais
Número do 1.0024.12.351388-9/001 Númeração 3513889- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) Rogério Medeiros Des.(a) Rogério Medeiros 05/11/2013 14/11/2013 EMENTA:
Superior Tribunal de Justiça
RELATOR : MINISTRO CASTRO MEIRA ADVOGADO : LUIZ ANTÔNIO MUNIZ MACHADO E OUTRO(S) EMENTA DIREITO SINDICAL. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL RURAL. ART. 8º, IV, DA CF/88. COMPETÊNCIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. PUBLICAÇÃO
Superior Tribunal de Justiça
RECURSO ESPECIAL Nº 963.454 - SC (2007/0143805-5) RELATOR RECORRENTE ADVOGADOS RECORRIDO PROCURADOR INTERES. : MINISTRO PAULO DE TARSO SANSEVERINO : LIBERTY PAULISTA SEGUROS S/A : SÉRGIO ALEXANDRE SODRÉ
PROCESSO Nº TST-RR-2219-65.2011.5.03.0139. A C Ó R D Ã O (5ª Turma) GMCB/jar
A C Ó R D Ã O (5ª Turma) GMCB/jar RECURSO DE REVISTA COMISSÕES. BASE DE CÁLCULO. VENDA COM CARTÕES DE CRÉDITO. TAXA PARA A ADMINISTRADORA. "REVERSÃO". NÃO PROVIMENTO. A prática realizada pela reclamada
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Recentes precedentes jurisprudenciais em matéria de tributação internacional Luís Eduardo Schoueri Preços de transferência Tribunal Regional Federal da 3ª Região, Acórdão nº 2.208/10, julgado em 19 de
Superior Tribunal de Justiça
RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI EMENTA CIVIL. RECURSO ESPECIAL. AGRAVO NO RECURSO ESPECIAL. AÇÃO DE COBRANÇA DE SEGURO OBRIGATÓRIO DPVAT. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO, CONTRADIÇÃO OU OBSCURIDADE.
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RELATÓRIO 1. Trata-se de Embargos Declaratórios interpostos pela FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO VALE DO ACARAÚ- UVA, contra Acórdão da Segunda Turma deste TRF de fls. 526/528, nos autos de AC 333.188-CE,
Supremo Tribunal Federal
)2( oãdróca atneme280815 DE-IA 17/05/2005 SEGUNDA TURMA EMB.DECL.NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 518.082-9 SANTA CATARINA RELATOR : MIN. CARLOS VELLOSO EMBARGANTE(S) : COMPANHIA MELHORAMENTO DE CAMBORIÚ - MARAMBAIA
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TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL Agravo de Instrumento nº 0052654-08.2013.8.19.0000 Agravante: Município de Armação de Búzios Agravado: Lidiany da Silva Mello
Supremo Tribunal Federal
RECURSO EXTRAORDINÁRIO 732.226 BAHIA RELATORA RECTE.(S) : MIN. CÁRMEN LÚCIA :UNIMED DE SALVADOR - COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO ADV.(A/S) : BETANIA ROCHA RODRIGUES E OUTRO(A/S) RECDO.(A/S) :JACQUELENE
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RECURSO ESPECIAL Nº 695.205 - PB (2004/0145940-1) RELATOR RECORRENTE ADVOGADOS RECORRIDO ADVOGADO : MINISTRO CARLOS ALBERTO MENEZES DIREITO : BANCO DO BRASIL S/A : MAGDA MONTENEGRO PAULO LOPES DA SILVA
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 3ª REGIÃO
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 3ª REGIÃO APELAÇÃO CÍVEL Nº 0006418 17.2004.4.03.6103/SP 2004.61.03.006418 7/SP RELATOR APELANTE : No. ORIG. : Desembargador Federal FABIO PRIETO Conselho
Superior Tribunal de Justiça
: UNIMED DE ARAÇATUBA - COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO EMENTA PLANO DE SAÚDE. INADIMPLÊNCIA DO SEGURADO SUPERIOR A 60 (SESSENTA) DIAS. NOTIFICAÇÃO PRÉVIA. RESCISÃO UNILATERAL. POSSIBILIDADE. 1. A rescisão
ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa
ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa Agravo de Instrumento n 2 073.2012.001287-4 /001 Relator: Des. José Di Lorenzo Serpa Agravante: Marina Jacaré Clube Advogado:
Supremo Tribunal Federal
RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 762.243 RIO DE JANEIRO RELATORA RECTE.(S) PROC.(A/S)(ES) RECDO.(A/S) ADV.(A/S) : MIN. CÁRMEN LÚCIA :MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO :PROCURADOR-GERAL DO MUNICÍPIO DO RIO DE
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RECURSO ESPECIAL Nº 809.962 - RS (2006/0007992-0) RELATOR : MINISTRO LUIZ FUX RECORRENTE : COMPANHIA RIOGRANDENSE DE SANEAMENTO - CORSAN ADVOGADO : OSVALDO ANSELMO REGINATO E OUTROS RECORRIDO : JARBAS
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL EDILSON PEREIRA NOBRE JÚNIOR
AC Nº 540866/PE (0010598-17.2010.4.05.8300) APTE : UNIMED GUARARAPES - COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO ADV/PROC : BRUNO BEZERRA DE SOUZA e outros APDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL ASSIST MP : ANS - AGÊNCIA
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EDcl no RECURSO ESPECIAL Nº 234.219 - SP (1999/0092625-0) RELATOR : MINISTRO RUY ROSADO DE AGUIAR EMENTA EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. Inexistência de seus pressupostos. Embargos rejeitados. ACÓRDÃO Vistos,
ISS. BASE DE CÁLCULO. ATIVIDADES COOPERATIVAS BETINA TREIGER GRUPENMACHER. ADVOGADA. PROFª UFPR
ISS. BASE DE CÁLCULO. ATIVIDADES COOPERATIVAS BETINA TREIGER GRUPENMACHER. ADVOGADA. PROFª UFPR PRINCÍPIOS COOPERATIVOS Livre Adesão Administração Democrática Não objetivam lucros- Devolução de sobras
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RELATÓRIO O EXMO. SR. MINISTRO RICARDO VILLAS BÔAS CUEVA (Relator): Trata-se de recurso especial interposto contra acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo assim ementado: "Exceção
MINISTÉRIO DA FAZENDA SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PRIMEIRA CÂMARA. BAURUCAR AUTOMÓVEIS E ACESSÓRIOS LTDA. DRJ em São Paulo - SP
CC02/C01 Fls. nfls txtfls182 Old MINISTÉRIO DA FAZENDA SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PRIMEIRA CÂMARA Processo nº 10825.000305/2003-22 Recurso nº 135.656 Matéria PIS/Pasep Acórdão nº 201-81.013 Sessão
ESTADO DO CEARÁ PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DESEMBARGADOR RAIMUNDO NONATO SILVA SANTOS
fls. 122 Processo: 0135890-46.2012.8.06.0001 - Apelação Apelante: Sindicato dos Guardas Municipais da Região Metrolitana de Fortaleza - SINDIGUARDAS Apelado: Município de Fortaleza Vistos etc. DECISÃO
