INTERPROFISSIONALIDADES: conceitos e práticas
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- Cármen Viveiros Correia
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1 Seminário de Interprofissionalidade: debate sobre as experiências no ensino e no serviço INTERPROFISSIONALIDADES: conceitos e práticas Ana Ecilda Lima Ellery Psicóloga, Doutora em Saúde Coletiva (UFC) Fortaleza Setembro, 2017
2 Fonte: D Amour (1997); Furtado (2009); Ellery (2012)
3 Dinâmica contraditória entre as Lógicas da Profissionalização e da Interprofissionalidade na Saúde. Fonte: Ellery (2012)
4 Relações conceituais entre Interprofissionalidade e Interdisciplinaridade A interdisciplinaridade - Envolve as dimensões cognitiva e afetiva, possibilitando uma nova organização de saberes, a partir da utilização de referenciais teóricos de diferentes disciplinas. - É um processo mediado pela afetividade, uma vez que necessita da disponibilidade, do desejo, da abertura das pessoas para ampliar seus métodos e teorias de ver e interpretar os fenômenos.
5 Estrutura Conceitual da Interprofissionalidade Dimensão Subjetiva Dimensão Cognitiva Dimensão Pragmática Fonte: Ellery (2012)
6 Conceito de Interprofissionalidade A interprofissionalidade é um processo de trabalho, mediado pelos afetos, onde profissionais com formações acadêmicas distintas trabalham juntos, sendo afetados uns pelos outros, resultando numa ampliação dos métodos de ver e interpretar os fenômenos, a partir da integração de saberes; e numa modificação das práticas, quer seja através da colaboração interprofissional, no núcleo específico de atuação de cada profissão; ou/e na construção de um campo comum de intervenção, onde as práticas são compartilhadas entre os profissionais indistintamente. (Ellery, 2012)
7 Interprofissionalidade: colaboração interprofissional e o compartilhamento de práticas. Colaboração interprofissional - ocorre quando múltiplos profissionais de saúde com formações profissionais diferentes trabalham junto com pacientes, famílias, cuidadores e comunidades para proporcionar a mais alta qualidade de atendimento (OMS, 2010). Pode ocorrer tanto no núcleo específico de atuação de cada profissional, como também no campo comum, onde profissionais compartilham as mesmas práticas. Compartilhamento de práticas - manifesta-se no campo comum de atuação dos profissionais, sendo as ações desenvolvidas por profissionais com formações distintas, reduzindo/extinguindo as fronteiras entre diversas categorias. Por exemplo, ações de educação em saúde podem ser desenvolvidas por todos os trabalhadores da saúde, sendo, portanto, uma prática compartilhada - PROCESSO MAIS COMPLEXO.
8 Relações conceituais entre Interprofissionalidade e Interdisciplinaridade Todo projeto interprofissional pode ser considerado também um projeto interdisciplinar, pois as práticas estão alicerçadaa em referenciais teóricos, que as orientam; Mas nem todo projeto interdisciplinar evolui para um projeto interprofissional. O projeto interprofissional é um projeto interdisciplinar que avançou para a dimensão pragmática, desenvolvendo práticas interprofissionais.
9 Quadro 1 Comparativo Concepções de Interdisciplinaridade e Interprofissionalidade. (Ellery, AEL; Barreto, ICHC - artigo submetido, em fase de avaliação) Categoria Interdisciplinaridade Interprofissionalidade Domínio Cognitivo: integra saberes disciplinares diversos Domínio Pragmático: compartilha práticas ou colabora em atividades complementares Domínio Afetivo: mobiliza afetos Sim Não Sim Sim Sim Sim Níveis de Abrangência Tipos de barreiras existentes Teórico / Metodológico Afetivo Individuais Culturais Teórico/ Metodológico Pragmático Afetivo Individuais Culturais Organizacionais Legais (Conselhos profissionais)
10 Quadro 1 Comparativo Concepções de Interdisciplinaridade e Interprofissionalidade. (Ellery, AEL; Barreto, ICHC - artigo submetido, em fase de avaliação) Categoria Interdisciplinaridade Interprofissionalidade Possibilidade do profissional sentir-se ameaçado de perder prestigio e espaço profissional Baixa Alta Permeabilidade / acessibilidade a profissionais de categorias diferentes Produtos / Resultados Alta Emergência de novos saberes interdisciplinares, não sendo privativos de nenhuma disciplina específica. Baixa - Emergência de novos saberes interdisciplinares - Estabelecimento de um Campo Comum de atuação de profissionais da saúde - Ações desenvolvidas em colaboração interprofissional
11 Estratégias que facilitam a construção da Interprofissionalidade Fonte: Ellery (2012)
12 DIMENSÃO ORGANIZACIONAL
13 Rede de Saúde Escola Idéia força: transformar todas as unidades de saúde de um município em espaços de ensino, pesquisa e assistência (BARRETO et al., 2007). Estratégia de gestão: melhorar a formação dos futuros profissionais facilitar a educação permanente interprofissional dos trabalhadores da saúde
14 Educação Permanente Interprofissional Na Formação, em geral, estudantes não são preparados para desenvolver práticas interprofissionais Permite que profissionais de duas ou mais profissões aprendam sobre cada uma, permitindo a colaboração efetiva e melhorando os resultados da saúde.
15 Abordagem Centrada nas Necessidades do Usuário do Sistema Saúde Definir quadro teórico de referência do projeto que fortaleça a interprofissionalidade, enfraquecendo lutas corporativas na saúde (COLET, 2002). Projeto interprofissional - adotar a orientação centrada no paciente, em detrimento da organização dos serviços e das práticas profissionais centradas nos interesses das corporações (D`Amour et al, 2008)
16 Abordagem Centrada nas Necessidades do Usuário do Sistema Saúde Brasil: 14 profissões da área da saúde, sendo inseridas gradativamente na ESF - representa disputa de espaço e prestigio. Na definição de uma ação profissional, na estrutura de um serviço, o principal é questionar-se sobre qual o interesse do usuário; o que seria melhor para a resolutividade do serviço e não permanecer preso, limitado pelas camisas de força dos conselhos profissionais, muitas vezes incoerentes com os interesses dos usuários.
17 Efeitos da Adoção da Abordagem Centrada na Família Fonte: Ellery (2012)
18 DIMENSÃO COLETIVA
19 Pactuação de um Projeto em Comum A necessidade da pactuação de um projeto em comum surge, sobretudo, do reconhecimento de haver diferentes motivações pessoais e profissionais no trabalho. Estas são naturais. O essencial é reconhecer sua existência, tirando do campo do não-dito as divergências, os conflitos, os interesses diferenciados, de forma a poder pactuar. Buscam relações horizontais, com a quebra da supremacia de um saber sobre o outro e a abertura para o outro, ultrapassando preconceitos.
20 Engajamento Mútuo O engajamento mútuo fomenta processos de trabalho solidários, onde há um sentimento de corresponsabilidade sanitária com o usuário, com a continuidade do trabalho. Isto contribui para que a equipe mantenha o trabalho sem perdas para a comunidade, mesmo nos momentos de ausência de um ou de outro profissional, por motivos diversos. Os resultados alcançados com o trabalho interprofissional construído coletivamente são fundamentais para superar as resistências a uma prática colaborativa.
21 Repertórios compartilhados Facilita a comunicação entre os profissionais, por decodificar, socializar entre os profissionais os termos técnicos, as siglas, os jargões profissionais. Os termos, gestos, rotinas, protocolos, enfim, os repertórios compartilhados são úteis não somente porque testemunham um engajamento mútuo dos profissionais na sua equipe, mas também porque eles podem ser utilizados em novas situações e socializados com outros profissionais que venham a integrar à equipe
22 DIMENSÃO SUBJETIVA
23 A interprofissionalidade é influenciada também por aspectos subjetivos, envolvendo atitudes, crenças e valores individuais (D Amour et al., 2008; Soubhi et al, 2009).
24 Lidar com Frustrações Trabalho em equipe: ameaçador, desafiante, profissionais sujeitos a críticas uns dos outros, a rever seus conceitos e preconceitos, a desinstalarem-se exige capacidade de lidar com frustração. Trabalho na ESF - situações complexas, sobre as quais muitas vezes o profissional se sente impotente para resolvê-las. Em trabalho interprofissionais, as pessoas são desafiadas a lidar com seus medos, com suas inseguranças, com seus afetos. Necessária a construção de relações interpessoais francas, onde haja espaço para expressão de sentimentos, de aprofundamento de situações mal resolvidas, de forma a equacioná-las, quer pelo consenso, quer pela pactuação.
25 Aprender a lidar com os conflitos
26 Afetividade Ser humano, em cada uma de suas experiências, é influenciado p o r a s p e c t o s a f e t i v o s, c o g n i t i v o s, s o c i a i s, n u m a interdependência dinâmica. (PINTO, 2004, 2008; ARANTES DE ARAÚJO, 2000, 2002).
27 Afetividade Dimensão do psiquismo humano; Envolve um conjunto, complexo e dinâmico, de características particulares voltadas à valoração que se dá a uma pessoa, objeto ou experiência particular e que afetam o funcionamento psíquico do ser humano (PINTO, 2008, p. 85). Os afetos se expressam nos desejos, sonhos, fantasias, expectativas, palavras, gestos, enfim, em tudo que fazemos e pensamos. (BOCK et al., 2002).
28 Diferencial de um Projeto Interprofissional
29 Interprofissionalidade e Aprendizagem
30 Considerações Finais
31 Sem sequer poder negar a desesperança como algo concreto e sem desconhecer as razões históricas, econômicas e sociais que a explicam, não entendo a existência humana e a necessária luta para fazê-la melhor, sem esperança e sem sonho. (...) A desesperança nos imobiliza e nos faz sucumbir no fatalismo onde não é possível juntar as forças indispensáveis ao embate recriador do mundo. histórico. Não sou esperançoso por pura teimosia, mas por imperativo existencial e Paulo Freire (2009)
32 MUITO OBRIGADA (85)
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