Protocolo: FISC CRÔNICO
|
|
|
- Octavio Gama Câmara
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Protocolo: FISC CRÔNICO Situação clínica: Número de Vagas: Paciente com lesões agudas estáveis do SNC, principalmente AVC e TCED, podendo incluir pós-operatório neurocirúrgico, infecções ou anóxia, com duração de lesão maior de 6 meses. 3 vagas pela manhã Tempo: No máximo 6 semanas, caso o paciente tenha atingido os objetivos traçados antes do período proposto ou não atenda ao critérios de inclusão, o caso será discutido em reunião de equipe e antecipada a reavaliação e dado alta antecipada. Objetivos gerais: Completar orientações para pacientes que já frequentaram programas de anteriormente no CER ou outros serviços Verificar a evolução funcional de pacientes com lesões instaladas há mais que 6 meses ainda não submetidos a Treinamento funcional e acompanhamento do uso de adaptações, órteses, auxiliares de marcha e cadeira de rodas. Treinamento funcional de pacientes submetidos a procedimentos que interfiram com a funcionalidade (por exemplo, aplicação de TBA, cranioplastia, tratamento de transtornos emocionais e cognitivos, controle clínico) Protocolo FISC Crônico 1
2 MÉDICO ASSISTENTE SOCIAL Avaliação Inicial e Definição de Conduta Tratamento Avaliação final e conduta Avaliação de aptidão ( critérios de inclusão) Avaliação clínica inicial ( instrumentos de avaliação para objetivos específicos) Pacientes Tipos Paciente Periodicidade e intervenções Conduta Final História e exame físico. Confirmação do diagnóstico. Avaliação da estabilidade clínica suficiente para suportar a demanda da. Avaliação de condições mórbidas concorrentes e seu impacto sobre o processo e prognóstico de. Verificação da necessidade de acompanhamento por outros especialistas Avaliação da capacidade física para participar do programa multidisciplinar. Avaliação da capacidade cognitiva e emocional para participar do programa multidisciplinar. Avaliação musculoesquelética, dor e cardiovascular. Realizar Entrevista Socioeconômica e orientar Manual para paciente do CER Atendimento de Grupo Atendimento individual ( por demanda) Nível de consciência Todos Individual 1X a cada 14 semanas Transtornos cognitivos e emocionais Avaliação de força, Conforme a ocorrência de dor e necessidade de coordenação e psicotrópicos, sensibilidade podem ser Avaliação funcional de agendados marcha e transferências Avaliação da dor Nível de dependência para retornos com periodicidade meno AVD Necessidade de ortetização e meios auxiliares de locomoção Avaliar situação previdenciária, de transporte e acompanhante. Orientar funcionamento do protocolo de. Orientar sobre Direito das Pessoas com Defiência. Atender às necessidades que surgiram no decorrer do tratamento, tanto do usuário, quanto da equipe de. Todos Individual Dia da consulta médica/triagem Todos Grupo 1X cada 14 semanas Todos Individual Demanda (demanda/paciente) Consulta médica no FSIC ao fim do protocolo. Encaminhamento para outros recursos da comunidade e HCRP Determinação do prognóstico funciona Reunião de equipe Protocolo FISC Crônico 2
3 FISIOTERAPIA Avaliar déficits motores Necessidade de inserção em tratamento fisioterapêutico Prescrição de cadeira de rodas/órteses TERAPIA OCUPACIONAL Avaliação da Terapia Ocupacional na triagem do FISC Necessidade de atendimento multiprofissional Ter sido referenciado pelo médico fisiatra do CER Estabilidade clínica geral Avaliação do desempenho Avaliação das capacidades funcionais nas doenças neurológicas como transferências, trocas posturais, locomoção, e uso de meios auxiliares de locomoção e órteses Treino de independência funcional: ortostatismo, treino de transferência e trocas posturais, ajustes posturais e controle de tronco em diversas posições, fortalecimento e recrutamento muscular, treino de uso de meios auxiliares de locomoção (cadeira de rodas, andador, muletas) e adequação do uso das órteses prescritas, treino de marcha, orientação ao paciente e cuidador Instrumentos utilizados: Amplitude de movimento Tônus e trofismo muscular - Escala de Ashwort Força - teste de força muscular manual (0 a 5) Time Up And Go Tinetti Rivermead Instrumentos utilizados: Medida de Independência Funcional MIF AUTOCUIDADO: Alimentação, higiene pessoal, Banho, vestir metade Superior, vestir metade Inferior, Utilização do vaso sanitário; CONTROLE DE ESFÍNCTERES: Controle de urina e controle das fezes; MOBILIDADE/TRANSFERÊNCIAS: Todos Individual 1X semana Todos Individual 2 X semana Encaminhamentos para outros serviços de Manutenção no protocolo de Alta Encaminhamentos para outros serviços de Manutenção no protocolo de Alta Protocolo FISC Crônico 3
4 ocupacional nas áreas: atividades de vida diária (AVDs ), instrumentais e prática (AVDI/Ps), educação, trabalho, jogos/brincadeiras, lazer, participação social, sono (AOTA, 2012). Treino dos componentes deficitários (componente sensório-motor, neuromusculo-esquelético, motor, integração cognitiva e componentes cognitivos AOTA, 2012) Treino das áreas deficitárias: atividades de vida diária (AVDs), atividades de vida diária, instrumentais e prática (AVDI/Ps), educação, trabalho, jogos/brincadeiras, lazer, participação social, sono. AOTA, Prescrição e confecção de órteses -Confeccção e treino de tecnologia assistiva (T.A.) -Adequação de ambiência e seus contextos (AOTA, 2012) leito, cadeira, cadeira de rodas, vaso sanitário, banheira e chuveiro; LOCOMOÇÃO: marcha/cadeira de rodas e Escadas; COMUNICAÇÃO E COGNIÇÃO SOCIAL: Compreensão, Expressão, Interação Social, Resolução de problemas e Memória. Escore de 18 a 126 Escala de Lawton e Brody se necessário (avaliação de atividades de vida diária, instrumentais ou práticas) Teste de força muscular manual, força de preensão palmar (dinamômetro Jamar) e pinça (dinamômetro Pinch) para hemiparéticos. ACE- R addenbrooke's cognitive examination teste de RASTREIO para components cognitivos (Orientação, registro, atenção e concentração, memória, fluência verbal, linguagem, habilidades visuais-espaciais, perceptivas). habilidades ENFERMAGEM Avaliação do deficit no cuidado/autocuidado: banho, higiene pessoal, secar-se, vestir-se, alimentar-se, Ingesta hídrica, deslocar-se, mudança de decúbito, descompressão isquiática. Reeducação em disfunções Vesicais: Capacitação CUIL, uso de dispositivos de incontinência e Todos Individual 1X semana Reunião de equipe Protocolo FISC Crônico 4
5 diário miccional. Reeducação em disfunções intestinais: capacitação para treino de vaso, manobras de esvaziamento intestinal e dispositivos de incontinência. Escala de Bristol (reaplicar a cada 3 meses) Saúde da Pele: Avaliar pacientes cirurgico sepultamento de calota craniana em região abdominal Prevenção de UPP e -Escala Braden (reaplicação a cada 3 meses). Prescrição e uso de dispositivos de alívio de pressão. Fotografar a lesão para acompanhamento através da imagem da evolução da ferida evolução mensuração em Prontuário eletrônico. Dermatite associada a incontinência (DAI) e tratamento. Avaliação do grau de dependência nos cuidados pessoais, esfincteres e mobilidade -Indice de Barthel (reaplicar a cada 3 meses): 25 e menos ponto- dependência total ; pontos dependência severa; pontos dependência moderada; pontos dependência leve; 100 pontos totalmente independente. Cuidados com estoma: manejo de recursos materiais com dispositivos. Prevenção de quedas: capacitação para transferências e Protocolo FISC Crônico 5
6 FONOAUDIOLOGIA movimentação com segurança Adaptação ao uso de medicamentos: (uso de escala visual manhã tarde e noite), orientar a importância do uso correto dos medicamentos Prescrição de dispositivos auxiliares (bolsas de colostomia, bolsas urinárias, cateteres, coletores urinários, plug anal, almofadas e colchões Referência e contra-referência ( Relatório Multiprofissional) para serviços de atenção básica (SAD, UBS, Saúde da Família) Referência e contra-referência ( Relatório Multiprofissional) para serviços de atenção básica (SAD, UBS, Saúde da Família) Imunização: Avaliação do calendário vacinal dos pacientes em tratamento e atualização dos mesmos. Cuidados com sonda nasoentérica, gastrostomia, jejunostomia e tratamento. Monitorização dos Sinais Vitais (PA/FC/dor) Visita domiciliar quando indicado para avaliação do cuidado realizado no domicilio Avaliação clinica da deglutição; Aplicação do Protocolo PARD - Protocolo de avaliação de risco para disfagia). Aplicação da Escala FOIS - Escala Funcional de Ingestão por via oral. Solicitação de exame objetivo da 01 Individual 1X semana Reunião de equipe Protocolo FISC Crônico 6
7 deglutição ( videofluoroscopia da deglutição)quando necessário Avaliação da linguagem com aplicação do Protocolo Protocolo M1 alpha. Avaliação da fala com aplicação do Protocolo de Fala (instrumento elaborado pelo próprio serviço). Resultado final ( Indicadores) Taxa absenteísmo Índice de melhora Índice de resultados alcançados Conduta: As condutas são, a princípio, tomadas após a discussão do caso em reunião de equipe, que se fundamenta na evolução clínica e funcional, com medidas objetivas ou qualitativas: Mudança de protocolo para crônico após reavaliação e discussão em reunião de equipe Encaminhamento para serviço secundário ou da comunidade após discussão em reunião de equipe baseada na reavaliação e evolução funcional Alta após reavaliação e discussão em reunião de equipe Afastamento (licença) do programa de por motivos de saúde, pessoais ou sociais por período máximo de 15 dias Alta por 3 faltas consecutivas ou 3 alternadas sem justificativa Protocolo FISC Crônico 7
Protocolo: NARC - NEURO ADULTO REABILITAÇÃO CER - Crônico
Protocolo: NARC - NEURO ADULTO REABILITAÇÃO CER - Crônico Situação Clínica: Doenças Neurodegenerativas / Doenças não-degenerativas Frente a afecção neurológica em fase crônica: - Paciente que já sofreu
Protocolo: NARC OFICINA TERAPÊUTICA
Protocolo: NARC OFICINA TERAPÊUTICA Situação Clínica: Grupo de Doença do Neurônio Motor (ELA) Pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica. Paciente em situação progressiva degenerativa. Número de vagas:
Protocolo: NARC OFICINA TERAPÊUTICA
Protocolo: NARC OFICINA TERAPÊUTICA Situação Clínica: Grupo de Parkinson Pacientes com doença de Parkinson Paciente em situação crônica, doença progressiva degenerativa. Número de vagas: 8 vagas cada grupo
Protocolo: NARC OFICINA TERAPÊUTICA
Protocolo: NARC OFICINA TERAPÊUTICA Situação Clínica: Grupo de Doenças Neuromusculares Leves Pacientes com fraqueza muscular com progressão lenta (miopatias, distrofias). Paciente em situação progressiva
Avaliação Inicial e Definição de Conduta Tratamento Avaliação final e conduta Avaliação de aptidão Avaliação clínica inicial (objetivos específicos)
Protocolo: Número de vagas: Tempo: Objetivo geral: AMPUTADOS/MI 2 X SEMANA Manhã: 10 vagas- 2 vezes na semana 14 (Após avaliação multiprofissional, se for necessário, o tempo de permanência do paciente
AMPUTADOS/MI 2 X SEMANA
Protocolo: Número de vagas: Tempo: Objetivo geral: AMPUTADOS/MI 2 X SEMANA Manhã: 09 vagas 2 vezes na semana 14 semanas (se precisar continuar serão mais 14 semanas) Recuperação de incapacidade. Habilitação
AMPUTADOS/MI 1 x NA SEMANA Pré-Prótese e Pós-Prótese
Protocolo: AMPUTADOS/MI 1 x NA SEMANA Pré-Prótese e Pós-Prótese Número de vagas: Manhã: 15 vagas - 1 vez na semana Tempo: 14 semanas (Após avaliação multiprofissional, se for necessário, o tempo de permanência
Protocolo: NARC - NEURO ADULTO REABILITAÇÃO CER
1 Protocolo: NARC - NEURO ADULTO REABILITAÇÃO CER Situação Clínica: Doenças Neurodegenerativas / Doenças não-degenerativas Agravo ocorrido até 6 meses antes da triagem médica, incluindo agudização de uma
PROTOCOLO LESADO MEDULAR
PROTOCOLO LESADO MEDULAR SITUAÇÃO CLÍNICA: LESADO MEDULAR Tetraplegia NÚMEROS DE VAGAS: 2 vagas ( Manhã) OBJETIVO GERAL: Orientações sobre independência funcional Adaptação à nova realidade Prevenção de
GEP - GRUPO DE ESTIMULAÇÃO PRECOCE Criança de risco para atraso do desenvolvimento motor 30 vagas - 3 grupos de 10 crianças cada
Protocolo: Situação clínica: Número de vagas: Tempo: Objetivo geral: GEP - GRUPO DE ESTIMULAÇÃO PRECOCE Criança de risco para atraso do desenvolvimento motor 30 vagas - 3 grupos de 10 crianças cada 8 encontros
14 semanas, podendo ser prorrogado de acordo com o ganho e necessidade do paciente.
Protocolo: Situação clínica: Número de vagas: Tempo: Objetivo geral: LMI - LESADO MEDULAR INFANTIL Crianças com lesão medular 4 vagas 14 semanas, podendo ser prorrogado de acordo com o ganho e necessidade
LEI LESÃO ENCEFÁLICA INFANTIL
Protocolo: Situação clínica: Número de Vagas: Tempo: Objetivo geral: LEI LESÃO ENCEFÁLICA INFANTIL Crianças com lesão encefálica 32 Vagas 14 semanas, podendo ser prorrogado de acordo com o ganho e necessidade
Prof Dr Marcelo Riberto. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Universidade de São Paulo
Prof Dr Marcelo Riberto Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Universidade de São Paulo Aspectos habituais Mobilidade Auto-cuidados Esfíncteres Maioria dos instrumentos de avaliação funcional Aspectos
Complexidade da especialidade. Proposta Especialidade NEUROFUNCIONAL segundo os critérios da CBO e outros. Complexidade da especialidade
Proposta Especialidade NEUROFUNCIONAL segundo os critérios da CBO e outros CATECE Comissão de Análise de Títulos de Especialistas e Cursos de Especialização É o domínio dos conhecimentos específicos que
GRUPO DE ORTOGERIATRIA
GRUPO DE ORTOGERIATRIA Processo de enfermagem no atendimento do paciente ortogeriátrico Enfa. Sidna Torres/Enfa. Márcia Gomes PROCESSO DE ENFERMAGEM NO ATENDIMENTO DO PACIENTE ORTOGERIÁTRICO 1- OBJETIVO
PROPOSTA DA LINHA DE CUIDADO DA SAÚDE DO IDOSO. Área Técnica Saúde da Pessoa Idosa
PROPOSTA DA LINHA DE CUIDADO DA SAÚDE DO IDOSO Área Técnica Saúde da Pessoa Idosa OBJETIVOS GERAIS Orientar e potencializar a atenção primária para detecção precoce de situações de vulnerabilidade social
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA Data avaliação: - - Data admissão: - - Data alta: - - Desfecho: ( ) óbito ( ) alta ( ) transferência
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA Data avaliação: - - Data admissão: - - Data alta: - - Desfecho: ( ) óbito ( ) alta ( ) transferência Nome: Idade: Prontuário: Sexo: Enfermaria: Leito: Escolaridade: _ Acompanhante:
PERFIL FUNCIONAL DOS PACIENTES COM AVE ATENDIDOS NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO E NA CLÍNICA ESCOLA DE FISIOTERAPIA DA UFPB
PERFIL FUNCIONAL DOS PACIENTES COM AVE ATENDIDOS NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO E NA CLÍNICA ESCOLA DE FISIOTERAPIA DA UFPB Thyciane Mendonça de Andrade 1 ; Carlos André Gomes Silva 2 ; Eliza Juliana da Costa
PROCESSOS CLÍNICOS
PROCESSOS CLÍNICOS A TSR - Sistemas de Informação disponibiliza uma vasta gama de software capaz de satisfazer as necessidades dos nossosclientes, com diversas funcionalidades e essencialmente com integração
Reabilitação LESÃO MEDULA ESPINAL. Julia Maria D Andréa Greve Professora Associada FMUSP
Reabilitação LESÃO MEDULA ESPINAL Julia Maria D Andréa Greve Professora Associada FMUSP T.R.M. Coluna cervical Paciente 1 Paciente 2 RESSONÂNCIA TRM Traumas = 85% casos Com lesão medular Estabilização
ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR PARA O ATENDIMENTO AOS PACIENTES DIABÉTICOS INTERNADOS
ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR PARA O ATENDIMENTO AOS PACIENTES DIABÉTICOS INTERNADOS DR. RUBENS ALDO SARGAÇO MEMBRO DO GRUPO DE DIABETES HOSPITALAR DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES FINALIDADE DO GRUPO
INFLUÊNCIA DA ATIVIDADE FÍSICA NA INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL DE DEFICIENTES FÍSICOS
INFLUÊNCIA DA ATIVIDADE FÍSICA NA INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL DE DEFICIENTES FÍSICOS Área Temática: Saúde Aline Cristina Carrasco (Coordenadora da Ação de Extensão) Aline Cristina Carrasco 1 Juliana Lima Valério
Programa de Residência Multiprofissional em Gerontologia
Programa de Residência Multiprofissional em Gerontologia Cenário de Prática: No primeiro ano, o residente terá atuação na Proteção Especial e Atenção Especializada de Média e Alta Complexidade, em Unidade
(a) Metropolitana Garanhuns TOTAIS QUANTITATIVO DE VAGAS FUNÇÃO. Metropolitana Garanhuns TOTAIS
ANEXO I QUADRO DE VAGAS, REQUISITOS, REMUNERAÇÃO MENSAL, JORNADA DE TRABALHO E ATRIBUIÇÕES. I VAGAS POR LOTAÇÃO, COM RESERVA PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA. 1.1 Nível Superior Advogado Região 02 01 03 (a)
AVALIAÇÃO MULTIDIMENSIONAL DO IDOSO. Maria do Socorro Simões
AVALIAÇÃO MULTIDIMENSIONAL DO IDOSO Maria do Socorro Simões Em que se diferencia a avaliação fisioterapêutica em idosos? SÍNDROMES GERIÁTRICAS condições multifatoriais que ocorrem quando efeitos cumulativos
Procedimentos de enfermagem Segue a lista de procedimentos básicos desenvolvidos:
Procedimentos de enfermagem Segue a lista de procedimentos básicos desenvolvidos: *Os valores serão reajustados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). ATIVIDADES VALOR ADMINISTRATIVAS 01.
Atividade Física e Mobilidade
Avaliação clínica da NHB psicobiológica: Atividade Física e Mobilidade Profª Drª Luciana Kusumota Área de funcionamento Tomar banho (leito, banheira ou chuveiro) ( ) não recebe ajuda(entra e sai da banheira
Relatório sobre as Especialidades em Fonoaudiologia. Conselho Federal de Fonoaudiologia
Relatório sobre as Especialidades em Fonoaudiologia Conselho Federal de Fonoaudiologia Abril /2017 Introdução: Todos os títulos de especialistas para fonoaudiólogos são concedidos mediante análise de títulos
PROCESSO SELETIVO PÚBLICO PARA RESIDENTES EDITAL Nº 04/2018 RETIFICAÇÃO
PROCESSO SELETIVO PÚBLICO PARA RESIDENTES EDITAL Nº 04/2018 No quadro 2 do item 4 onde se lê: RETIFICAÇÃO Quadro 2 ESTRUTURA DA PROVA DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA PROFISSIONAL ENFERMAGEM PROVA Políticas Públicas
CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS E ATENÇÃO AO IDOSO DEPENDENTE
CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS E ATENÇÃO AO IDOSO DEPENDENTE Robéria Mandú da Silva Siqueira 1 Edivania Anacleto Pinheiro 2 Stéfani Carvalho dos Santos 3 RESUMO: O objetivo deste trabalho é descrever
FACULDADE REGIONAL DE MEDICINA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO FAMERP
FACULDADE REGIONAL DE MEDICINA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO FAMERP - 2015- medicina REABILITAÇÃO FUNCIONAL- Acidente Vascular Cerebral Docentes: Profa Dra Neuseli Lamari e Profa Dra Maysa Alahmar Bianchin
PROCESSO SELETIVO NEDETA
PROCESSO SELETIVO NEDETA 2018.1 Número de Inscrição: 1. Usuário V.S.S, 22 anos, diagnóstico clínico de Encefalopatia Crônica Não Evolutiva da Infância (CID G80.0), do tipo quadriplegia. Apresenta limitações
HABILITAÇÃO E REABILITAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA PERSPECTIVA DA SAÚDE
HABILITAÇÃO E REABILITAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA PERSPECTIVA DA SAÚDE AUTORES: Renatha de Carvalho ([email protected]), Andréa de Jesus Lopes ([email protected]. CER II
ORIENTAÇÕES PARA PRESTADORES E COLABORADORES SOBRE O PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE CASOS COMPLEXOS
O Programa de Gerenciamento de Casos Complexos (PGCC) da Unimed Chapecó é desenvolvido pelo setor de Medicina Preventiva - UNIVIDA. O Programa tem como objetivo gerenciar o cuidado em saúde dos beneficiários
17/08/2018. Disfagia Neurogênica: Acidente Vascular Encefálico
Disfagia Neurogênica: Acidente Vascular Encefálico M.Sc. Prof.ª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista, Mestre em Fonoaudiologia, Doutoranda em Psicnálise, Saúde e Sociedade. O acidente vascular
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENFERMAGEM DE RIBEIRÃO PRETO ENFERMAGEM GERAL E ESPECIALIZADA CRONOGRAMA DA DISCIPLINA
CURSO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENFERMAGEM DE RIBEIRÃO PRETO ENFERMAGEM GERAL E ESPECIALIZADA CRONOGRAMA DA DISCIPLINA - 2016 BACHARELADO EM ENFERMAGEM (X) BACHARELADO E LICENCIATURA EM ENFERMAGEM
Assistência de enfermagem no período pré-operatório. Aline Carrilho Menezes
Assistência de enfermagem no período pré-operatório Aline Carrilho Menezes Técnico e auxiliar de enfermagem A sua participação é importante e vital no transcorrer do ato anestésico-cirúrgico para a promoção
As profissões regulamentadas por lei de que trata o parágrafo único, do art. 3º do Regulamento do PROASA são as seguintes:
Cartilha O PROASA consiste em disponibilizar aos beneficiários dos planos médico-hospitalares, serviços de Nutricionista e Terapia Ocupacional para atendimento em consultório, bem como, profissionais da
Sumário. FUNDAMENTOS DA PRÁTICA DE ENFERMAGEM 32 Capítulo 1 Introdução à Enfermagem 34. Capítulo 6 Valores, Ética e Defesa de Direitos 114
Sumário UNIDADE I FUNDAMENTOS DA PRÁTICA DE ENFERMAGEM 32 Capítulo 1 Introdução à Enfermagem 34 Perspectivas históricas da enfermagem 35 Definições da enfermagem 37 Objetivos da enfermagem 38 Enfermagem
PRÉ-EDITAL SES-PE
PRÉ-EDITAL SES-PE 2018 1 PLANO DE ESTUDO - Enfermeiro e Técnico em Enfermagem SES/PE 2018 Saiba como encontrar cada assunto do último edital da SES-PE no Curso Completo de Enfermagem. ENFERMEIRO CONHECIMENTOS
09 anos do Laboratório de Análise Funcional e Ajudas Técnicas- LAFATec- UFSCar
09 anos do Laboratório de Análise Funcional e Ajudas Técnicas- LAFATec- MANHÃ 08:00-09:00h- Credenciamento PROGRAMAÇÃO 09:00h- Abertura Profa. Dra. Roseli Esquerdo Lopes, Coordenadora do Programa de Pós-Graduação
Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997
RESOLUÇÃO Nº 3-CEPE/UNICENTRO, DE 28 DE JANEIRO DE 2013. REVOGADA PELA RESOLUÇÃO Nº 12/2015-CEPE/UNICENTRO. Aprova o Curso de Especialização em Fisioterapia Traumato-Ortopédica Funcional, modalidade modular,
RELATORIO TRIMESTRAL DE ACOMPANHAMENTO FISICO
RELATORIO TRIMESTRAL DE ACOMPANHAMENTO FISICO Mês: Janeiro, Fevereiro e Março Ano: 2017 Entidade: Programa Proteção Social: Especial Segmento: PPD Recurso: FMDCA Itaú Social I Identificação da Entidade:
PROJETO CIRURGIA SEGURA PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE QUEDAS
PROJETO CIRURGIA SEGURA PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE QUEDAS O Hospital Regional São Paulo tem a Missão de Promoção da Saúde através do atendimento qualificado, visando o bemestar da população colocando-se
Terapia Ocupacional Reabilitação do doente com AVC
Terapia Ocupacional Reabilitação do doente com AVC Terapeutas Ocupacionais Ana Rita Ferreira Estela Justino Eulália Roque Fátima Pereira Inês Serôdio 30 de Outubro de 2015 Terapia Ocupacional DEFINIÇÃO
ENFERMAGEM CUIDADOS DE ENFERMAGEM. Aula 3. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM CUIDADOS DE ENFERMAGEM Aula 3 Profª. Tatiane da Silva Campos Cuidado de Enfermagem Ético Cuidado em TODAS as fases da vida tecnologia sofisticada = pode prolongar a vida bem além do momento
Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH. Prevenção de Quedas do Paciente no Ambulatório de Quimioterapia.
Procedimento Operacional POP nº 10 - NUVISAH/HU Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Mecanismos de Versão: 01 Prevenção de Quedas do Paciente no Ambulatório de Quimioterapia.
INCLUSÃO DE PROCEDIMENTOS DE CADEIRAS DE RODAS E ADAPTAÇÃO POSTURAL EM CADEIRA DE RODAS NA TABELA DE PROCEDIMENTOS, MEDICAMENTOS E OPM DO SUS
Circular 266/2013 São Paulo, 26 de Junho de 2013. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) INCLUSÃO DE PROCEDIMENTOS DE CADEIRAS DE RODAS E ADAPTAÇÃO POSTURAL EM CADEIRA DE RODAS NA TABELA DE PROCEDIMENTOS, MEDICAMENTOS
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Planificação anual de HSCG - 11ºano 2015/16
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Planificação anual de HSCG - 11ºano 2015/16 Turma: K Professora: Maria de Fátima Martinho 1 - Estrutura e Finalidades da disciplina A disciplina de Higiene,
REFERENCIAL DE FISIOTERAPIA ATUALIZADA EM 01/01/2018. Terminologia Unificada da Saúde Suplementar TUSS Regulamentada pela ANS
REFERENCIAL DE FISIOTERAPIA ATUALIZADA EM 01/01/2018 Terminologia Unificada da Saúde Suplementar TUSS Regulamentada pela ANS Código Procedimento Valor 50000000 PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS 50000000
GERENCIAMENTO DE RISCO DE QUEDA
1 de 5 PROTOCOLO Data de Emissão: Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autores 1.00 Proposta inicial MGO,ESS,MRM,PAD,GAA,FCA,AMR,RRM 1 Objetivo Implantar um processo de assistência
Critérios de Admissão e Alta Revisão 02
Revisão n.º Data Objecto da Revisão 00 Abril/2007 Primeira versão do documento 01 27-04-2011 02 15-09-2016 Especificação dos graus de prioridade e revisão dos objectivos Especificação dos critérios de
REABILITAÇÃO EM LM. M. Angela Gianni
MEDULA ESPINHAL Via de comunicação cérebro X restante do corpo Centro regulador de funções nobres LESÃO MEDULAR Déficits sensitivos motores Alterações viscerais sexuais tróficas ETIOLOGIA TRAUMÁTICA: fraturas
Atualização. Perfil de Funcionalidade
Agrupamento de Escolas de Montelongo Escola: Atualização do Perfil de Funcionalidade (Informação por referência à CIF-CJ) (Decreto-Lei nº 3/2008 de 7 de janeiro) Identificação do aluno: N.º processo: Ano:
Checklist (por referência à CIF)
Checklist (por referência à CIF) I Perfil de Funcionalidade Funções do Corpo Nota: Assinale com uma cruz (X), à frente de cada categoria, o valor que considera mais adequado à situação de acordo com os
D.N.: NOME: ESCOLA: ANO: ENC. EDUC.: Funções do Corpo
NOME: ESCOLA: ANO: ENC. EDUC.: D.N.: Funções do Corpo Nota: Assinale com uma cruz (X), à frente de cada categoria, o valor que considera mais adequado à situação de acordo com os seguintes qualificadores:
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Planificação anual de Higiene, Segurança e Cuidados Gerais (HSCG) - 11ºano 2018/2019
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Planificação anual de Higiene, Segurança e Cuidados Gerais (HSCG) - 11ºano 2018/2019 Turma: 11º I2 Professora: Maria Luísa Silva 1 - Estrutura e Finalidades
CARGO PROCESSO SELETIVO - EDITAL N.º 004/2019 ANEXO I - RELAÇÃO DE CARGOS / JORNADA/ REMUNERAÇÃO/ VAGAS JORNADA SEMANAL SEÇÃO QTD/VAGAS UNIDADE PCD***
CARGO PROCESSO SELETIVO - EDITAL N.º 004/2019 ANEXO I - RELAÇÃO DE CARGOS / JORNADA/ REMUNERAÇÃO/ VAGAS JORNADA SEMANAL SEÇÃO QTD/VAGAS UNIDADE PCD*** AC*** ASSISTENTE DE RECURSOS HUMANOS 44H RECURSOS
PROJETOS DE PESQUISA E EXTENSÃO
Nome do projeto (programa vinculado se houver) A sobrecarga e a qualidade de vida de cuidadores de pacientes atendidos em Centros de Atenção Psicossocial. Vinculado ao programa de pós graduação da Ciências
A INTERVENÇÃO DO TERAPEUTA OCUPACIONAL COM USUÁRIOS ONCOLÓGICOS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO
A INTERVENÇÃO DO TERAPEUTA OCUPACIONAL COM USUÁRIOS ONCOLÓGICOS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO Autora Estefânia de Araújo Almeida Freitas (1); Orientadora Josefa Lilian Vieira (4) (1) Terapeuta Ocupacional.
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS AVE / AVC. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS AVE / AVC Profª. Tatiane da Silva Campos - As doenças cerebrovasculares são a 2º maior causa de óbitos no mundo, perdendo a posição apenas para as doenças
1. Aprovar as Normas para Atendimento Domiciliar (Anexo I). 2. Revogar a Resolução N 1, de 10 de fevereiro de 2015.
RESOLUÇÃO Nº 5, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017 O PRESIDENTE DO COLEGIADO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, e de acordo
FICHA MÉDICA (Preenchimento Exclusivo do Médico) Dados do Atleta:
Nome: Idade: Diagnóstico Médico: CID: Dados do Atleta: HDA: Alterações Funcionais: Antecedentes Patológicos: Neurológicos: Cardiovasculares: Respiratórios: Renais: Gastrointestinais: Ortopédicos: Oftalmológicos:
REFERENCIAL DE FISIOTERAPIA - ATUALIZADA 01/01/2016 Adequado à terminologia Unificada da Saúde Suplementar TUSS do Padrão TISS, regulamentado pela ANS
REFERENCIAL DE FISIOTERAPIA - ATUALIZADA 01/01/2016 Adequado à terminologia Unificada da Saúde Suplementar TUSS do Padrão TISS, regulamentado pela ANS Código Procedimento Autorização Prévia Valor 2.01.03.00-0
Saúde Bucal e Demência Prevenção e Tratamento
Saúde Bucal e Demência Prevenção e Tratamento Curso de capacitação O envelhecimento e as Demências Prof. Marcos Fernando B. Santiago Medicina Enfermagem Cuidadores e outros profissionais Fisioterapia Assistência
Política de Avaliação Fisioterapêutica dos Pacientes e Continuidade do Cuidado NORMA Nº 001
1- Objetivo Página: 1/10 Estabelecer plano de cuidado e prestar atendimento fisioterapêutico às necessidades imediatas e continuadas do paciente interno e externo. 2- Definições 2.1 Plano de cuidado: visa
INSTRUMENTAL PARA MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO
I Identificação ASSOCIAÇÃO DE REABILITAÇÃO INFANTIL LIMEIRENSE ARIL INSTRUMENTAL PARA MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO Entidade Executora: Associação de Reabilitação Infantil Limeirense - ARIL Endereço: Rua Dr.
Palavras-chave:Assistência Integral à saúde; Direitos do Paciente; Direito à Saúde; Hospitalização.
UNIDADE DE CUIDADOS PROLONGADOS (UCP): DIREITO A CONTINUIDADE DO CUIDADO NO AMBIENTE HOSPITALAR Gleice Kelli Santana de Andrade¹ Ane Milena Macêdo de Castro¹ Edivania Anacleto Pinheiro² RESUMO O direito
Curso de Capacitação Estomaterapia Neonatal e Pediátrica: Atenção às crianças com estomias, feridas e incontinências
Curso de Capacitação Estomaterapia Neonatal e Pediátrica: Atenção às crianças com estomias, feridas e incontinências Coordenador do curso: Noélia Silva Ladislau Leite Área de conhecimento: Enfermagem Pré-requisito:
Mecânica Corporal - 2
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE FURG ESCOLA DE ENFERMAGEM CURSO DE GRADUAÇÃO Disciplina: Semiologia e Semiotécnica II Mecânica Corporal - 2 Profª. Marta Riegert Borba 2012 Posicionamento Terapêutico
CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA
RESOLUÇÃO CFFa nº 492, de 7 de abril de 2016. Dispõe sobre a regulamentação da atuação do profissional fonoaudiólogo em disfagia e dá outras providências. O Conselho Federal de Fonoaudiologia - CFFa, no
SEGURANÇA DO PACIENTE
SEGURANÇA DO PACIENTE Parte 2 Profª Poly Aparecida 1 2 3 4 5 10 PASSOS PARA A SEGURANÇA DO PACIENTE identificação do paciente; cuidado limpo e cuidado seguro higienização das mãos; cateteres e sondas conexões
Guia Norteador sobre a CIF em Fonoaudiologia
Guia Norteador sobre a CIF em Fonoaudiologia Elaboração: Conselho Federal de Fonoaudiologia Assessoria Técnica: Eduardo Santana de Araujo (membro do GT do COFFITO e Coordenador do Programa HODU-CIF Brasil
DOR CRÔNICA E ENVELHECIMENTO
DOR CRÔNICA E ENVELHECIMENTO Introdução Nas 2 últimas décadas tem se evidenciado interesse no estudo da velhice e processo de envelhecimento. Nesta mesma linha de raciocínio situa-se o estudo dos vários
ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM
ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM As anotações de enfermagem fornecem dados que irão subsidiar o enfermeiro no estabelecimento do plano de cuidados/prescrição de enfermagem suporte para análise
GERENCIAMENTO DE RISCO DE BRONCOASPIRAÇÃO
1 de 8 PROTOCOLO Data de Emissão: Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial MGO,,MRM,PAD,GAA,FCA,AMR,RRM 1 Objetivo Diminuir a incidência de pneumonia hospitalar
6º Período - Fisioterapia PUC Minas - Belo Horizonte
6º Período - Fisioterapia PUC Minas - Belo Horizonte COMO POSSO SABER SE A CRIANÇA TEM ALGUM DISTÚRBIO MICCIONAL? VENHA CONOSCO PARA CONHECER UM POUCO MAIS... CAROLINA KESSEN, DANIEL HENRIQUE, DOUGLAS
Prefeitura de São Paulo
Prefeitura de São Paulo Autarquia Hospitalar Municipal 1 Cargos e Remuneração: Analista de Saúde (ANS) 53 vagas Enfermeiro -> R$ 5.070,00 Assistente Técnico de Saúde (ASTS) 89 vagas Técnico em Enfermagem
ESPECIALIZAÇÃO DE FISIOTERAPIA EM SAÚDE DA MULHER
INSTITUTO CENTRAL Hospital das Clínicas da Faculdade da Medicina da Universidade de São Paulo Av. Enéas de Carvalho Aguiar n.º 255 CEP 05403-900 São Paulo Brasil ANEXO 1 ESPECIALIZAÇÃO DE FISIOTERAPIA
REFERENCIAL DE FISIOTERAPIA - ATUALIZADA 01/01/2017 Adequado à terminologia Unificada da Saúde Suplementar TUSS do Padrão TISS, regulamentado pela ANS
REFERENCIAL DE FISIOTERAPIA - ATUALIZADA 01/01/2017 Adequado à terminologia Unificada da Saúde Suplementar TUSS do Padrão TISS, regulamentado pela ANS Código Procedimento Autorização Prévia Valor 2.01.03.00-0
RELATORIO BIMESTRAL DE ACOMPANHAMENTO FISICO
RELATORIO BIMESTRAL DE ACOMPANHAMENTO FISICO Mês: Janeiro e Fevereiro Ano: 2017 Entidade: Programa Proteção Social: Especial Segmento: PPD Processo: Valor recebido no período: R$ 28.721,25 Meta executada:
VII CONGRESSO BRASILEIRO DE NEUROPSIOUIATRIA GERIÁTRICA CONGRESSO BRASILEIRO DE AL2HEIMER CENTRO DE CONVENÇÕES FREI CANECA I SÃO PAULO I SP
IX CONGRESSO BRASILEIRO DE AL2HEIMER VII CONGRESSO BRASILEIRO DE NEUROPSIOUIATRIA GERIÁTRICA 16 A 19 DE OUTUBRO DE 2019 CENTRO DE CONVENÇÕES FREI CANECA I SÃO PAULO I SP TEMAS DO CONGRESSO OTIMIZANDO O
* descrição das características do aluno (sociabilidade e afetividade); * antecedentes de atendimento de outra natureza (clínico e terapêutico).
ANEXO I - TEA AVALIAÇÃO INICIAL DO ALUNO I- Dados Gerais: 1- Mês e Ano: / 2- Nome do aluno: 3- Data de nascimento: / / 4- Endereço residencial: 5- Telefone de contato da família: 6- Escola: 7- Ano/Série:
