NORMATIVA CONCIDADE E CMMA 01/2014
|
|
|
- Martim Carvalho Ramires
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 NORMATIVA CONCIDADE E CMMA 01/2014 SÚMULA: Dispõe sobre o disciplinamento das instalações de atividades que geram resíduos de óleo, graxa, provenientes de derivados de petróleo e de produtos químicos utilizados em lavagens, como oficinas mecânicas, postos de lavagem de veículos, postos de abastecimento de combustíveis, ou outras atividades afins. O Conselho do Plano Diretor - Concidade, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei do Plano Diretor Lei Complementar 16/2006, Lei de Zoneamento de Uso e Ocupação do Solo N. 46/2014 e Lei de Criação do Conselho do Plano Diretor do Município de Guarapuava N. 1882/2010 e o Conselho Municipal de Meio Ambiente no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Código Ambiental Municipal Lei 038/13: RESOLVE Dispor sobre o disciplinamento das instalações de atividades que geram resíduos de óleo, graxa, provenientes de derivados de petróleo e de produtos químicos utilizados em lavagens, como oficinas mecânicas, postos de lavagem de veículos, postos de abastecimento de combustíveis, ou outras atividades afins. Art. 1º- Constitui obrigação dos postos de lavagem de veículos, dos postos de abastecimento de combustíveis, concessionárias, das revendas de veículos que possuem lavagem de carros, oficinas mecânicas e/ou outras atividades que geram resíduos de óleo, graxa, derivados de petróleo e ainda de produtos químicos utilizados em lavagens a promoção de medidas de prevenção, tratamento e saneamento básico, essenciais ao meio ambiente, sendo que no exercício de suas atividades ficam obrigados a cumprir determinações legais e regulamentares, bem como recomendações, vedações e interdições ditadas pelas autoridades ambientais, sanitárias e outras competentes e o disposto nesta normativa.
2 Art. 2º As atividades relacionadas serão regidas pelas resoluções CONAMA, pelo Código Ambiental Municipal e demais legislações ambientais pertinentes além do disposto nesta normativa. Art. 3º - Quando da implantação ou regularização das referidas atividades será permitido o lançamento dos efluentes devidamente tratados, na rede de galerias pluviais, conforme sistema de tratamento de efluentes apresentado junto a plano de controle ambiental devidamente aprovado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente - SEMAG. Parágrafo Único: Para o licenciamento referente a oficinas mecânicas que implique em lavagem de autopeças, lavadores de veículos pesados e postos de abastecimento e/ou quaisquer lavadores localizados em área anexa às áreas de preservação ou nas micro bacias de influencia das unidades de conservação não será permitido o lançamento do efluente na rede de galerias de águas pluviais, devendo ser apresentado projeto que contemple a reutilização da água residuária e seu tratamento no próprio estabelecimento, além das demais disposições desta normativa. Art. 4º - O projeto técnico a ser aprovado e executado, com relação ao lançamento da água residuária na rede de galeria de águas pluviais, deverá prever sistema de tratamento devidamente elaborado por profissional habilitado, responsável pelo sistema, e deverá conter no mínimo: I - decantador/desarenação, II - caixa separadora de óleo e filtro, III - placas coalescentes, IV - Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) V - Para o tratamento do esgoto sanitário, no caso de não existir rede coletora, é obrigatório o reuso. Art. 5º - As atividades relacionadas deverão possuir cobertura sobre toda a área de serviços e canaletas de captação e condução para dar garantia de que as águas
3 residuárias sejam conduzidas até o sistema de tratamento de efluentes implantado no estabelecimento, não sendo admitido o uso de áreas não cobertas e ainda áreas como calçadas e vias públicas. Parágrafo Primeiro: As canaletas deverão ser ligadas ao sistema de tratamento a uma distância de pelo menos 50 centímetros para dentro da cobertura, sendo que o projeto hidráulico deve prever a separação das águas pluviais daquelas provenientes do sistema de tratamento de efluentes. Parágrafo Segundo: A área de trabalho das atividades relacionadas deverão ser providas de revestimento impermeável, sem apresentação de rachaduras e/ou fissuras. Art. 6º Os resíduos (líquidos e sólidos) provenientes das caixas separadoras são de responsabilidade do gerador do mesmo, que deverá providenciar os meios de acondicionamento e destinação final de acordo com disposições estabelecidas por legislação ou pelo órgão ambiental competente. Parágrafo Único: Os resíduos sólidos deverão ser coletados por empresas especializadas que darão destino ambientalmente correto a estes, sendo que o responsável pela atividade deverá apresentar a cada renovação do alvará de licença de funcionamento, atualização do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e o relatório de destinação final dos resíduos, com os respectivos comprovantes de coleta. Art. 7º A liberação do Alvará de Funcionamento fica condicionada ao Licenciamento Ambiental. Parágrafo Único: Quando de atividades que demandem licenciamento pelo Órgão Ambiental Estadual, o Município expedirá certidão de uso e ocupação do solo e anuência ambiental municipal, sendo que as demais diretrizes deverão ser analisadas e aprovadas pelo Órgão Ambiental Estadual.
4 Art. 8º - A certidão de uso e ocupação do solo, expedida pela Secretaria de Habitação e Urbanismo, para a permissão da instalação das atividades relacionadas nesta normativa, segue o determinado na Legislação de Zoneamento de Uso e Ocupação do Solo Urbano, salvo outras determinações previstas em normativa específica. Art. 9º - Em caso de poluição do solo e lençol freático, fica o agente poluidor obrigado a recuperar o dano causado ao meio ambiente, sendo obrigado a apresentar e executar projeto de recuperação de área degradada, com o respectivo Relatório de Passivo Ambiental, conforme determinar o Órgão Ambiental competente. Art. 10 Deverá fazer parte do processo do licenciamento, quando da previsão de utilização de recursos hídricos naturais, a apresentação da outorga prévia e de direito de uso de recursos hídricos expedida pelo órgão ambiental competente. Parágrafo Único Quando o estabelecimento for se utilizar de recursos hídricos naturais para captação, deverão ser observadas as legislações pertinentes quanto às faixas não edificáveis e de proteção. Art. 11 Os produtos químicos derivados dos materiais utilizados na lavagem, como xampus, ceras e outros devem ser àqueles orientados e sugeridos pelos órgãos ambientais competentes, mediante prévia aprovação das informações contidas no plano de controle ambiental e memorial descritivo das operações, materiais e equipamentos a serem utilizados. Art Os estabelecimentos referidos nesta normativa que não providenciarem os projetos e sua execução de acordo com o estabelecido serão notificados e autuados de acordo com legislações pertinentes, tendo como referência para o Município, o que estabelece o código de posturas municipal, o código ambiental e outras legislações que couberem.
5 Art. 13 O prazo para a adequação dos empreendimentos já existentes corresponde ao do vencimento do alvará de funcionamento já expedido, sendo facultado ao Município a aceitação de Plano de Ajuste com devido cronograma a ser aprovado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, de prazo máximo de 4 anos, após a publicação desta normativa. Art. 14 A lavagem de veículos é permitida somente em locais devidamente licenciados pelos órgãos ambientais. Parágrafo Único: Deverão ser adotadas ações educativas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de forma a orientar e coibir a lavagem doméstica de veículos. Art. 15 Esta Normativa entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Concidade e CMMA, aos 08 dias do mês de julho de Flávio Alexandre Presidente Concidade Celso Alves de Araújo Presidente do CMMA
Dispõe sobre Procedimentos para o Controle de Efluentes Líquidos Provenientes de Fontes de Poluição Licenciáveis pela CETESB, na UGRHI 6 Alto Tietê.
DECISÃO CETESB Nº 53, de 24/03/2009 Dispõe sobre Procedimentos para o Controle de Efluentes Líquidos Provenientes de Fontes de Poluição Licenciáveis pela CETESB, na UGRHI 6 Alto Tietê. A Diretoria Plena
FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL
TERMO DE REFÊRENCIA PARA ELABORACÃO DE PROJETO AMBIENTAL DE MATADOUROS, ABATEDOUROS, FRIGORÍFICOS, CHARQUEADOS E DERIVADOS DE ORIGEM ANIMAL Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO
DECISÃO DE DIRETORIA Nº 394/2014/C, de 23 de dezembro de 2014
Publicado no Diário Oficial Estado de São Paulo - Caderno Executivo I (Poder Executivo, Seção I), edição n 124 (243) do dia 24/12/2014 Página: 64. DECISÃO DE DIRETORIA Nº 394/2014/C, de 23 de dezembro
PROCEDIMENTOS CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS NO ESTADO DO PARANÁ. São Paulo, 04 de novembro de 2004
PROCEDIMENTOS CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS NO ESTADO DO PARANÁ São Paulo, 04 de novembro de 2004 LEGISLAÇÃO APLICÁVEL Resolução CONAMA Nº 264/99, dispõe sobre o co-processamento de resíduos sólidos; Resolução
FORMULÁRIO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO
FORMULÁRIO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO É expressamente proibido qualquer tipo de intervenção em Área de Preservação Permanente. Deverá ser observada rigorosamente a formatação deste formulário,
Deliberação Normativa COPAM n.º 58, de 28 de Novembro de (Publicação - Diário do Executivo - "Minas Gerais" - 04/12/2002)
Deliberação Normativa COPAM n.º 58, de 28 de Novembro de 2002 Estabelece normas para o licenciamento ambiental de loteamentos do solo urbano para fins exclusiva ou predominantemente residenciais, e dá
2.1.2 Resolução CONAMA nº 283, de 12 de julho de Dispõe sobre o tratamento e a destinação final dos resíduos dos serviços de saúde.
IT-1318.R-2 - INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA REQUERIMENTO DE LICENÇAS PARA UNIDADES DE RECICLAGEM E COMPOSTAGEM Notas: Aprovada pela Deliberação CECA nº 4.225, de 21 de novembro de 2002. Publicada no DOERJ de
Procedimentos para apresentação de documentação para licenciamento municipal ambiental.
INDÚSTRIA MÉDIO PORTE Procedimentos para apresentação de documentação para licenciamento municipal ambiental. 1 - Procedimentos de licenciamento: 1. Os responsáveis pelas atividades a licenciar, instituído
GESTÃO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA. Renato das Chagas e Silva Engenheiro Químico Divisão de Controle da Poluição Industrial FEPAM
GESTÃO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA Renato das Chagas e Silva Engenheiro Químico Divisão de Controle da Poluição Industrial FEPAM LEI FEDERAL 6938/81 DECRETO FEDERAL 99274/90 BASE PARA GESTÃO AMBIENTAL obrigatoriedade
Roteiro de Solicitação
Roteiro de Solicitação Número Roteiro.LP. 6-01 Nome Roteiro: Licença Prévia para comércio varejista de produtos farmacêuticos sem manipulação de fórmulas Objetivo: Requerer a Licença Prévia para comércio
SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE
Página 1 de 5 SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE A Secretaria Municipal da Agricultura, Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, através do Departamento de
SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE
Página 1 de 5 SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE A Secretaria Municipal da Agricultura, Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, através do Departamento de
IT-1302.R-1 - INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA REQUERIMENTO DE LICENÇAS PARA ATERROS SANITÁRIOS
IT-1302.R-1 - INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA REQUERIMENTO DE LICENÇAS PARA ATERROS SANITÁRIOS Notas: Aprovada pela Deliberação CECA nº 3.326, de 29 de novembro de 1994 Publicada no DOERJ de 09 de dezembro de 1994
Procedimentos para apresentação de documentação para licenciamento municipal ambiental.
OBRAS E CONSTRUÇÕES Sistema de Esgotamento Sanitário Sistema de Coleta e Tratamento de Esgoto Procedimentos para apresentação de documentação para licenciamento municipal ambiental. 1 - Procedimentos de
SEMINÁRIO MINEIRO DE REUSO DE ÁGUA E EFLUENTE REUSO DA ÁGUA NO CONTEXTO DA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA
SEMINÁRIO MINEIRO DE REUSO DE ÁGUA E EFLUENTE REUSO DA ÁGUA NO CONTEXTO DA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA Márley Caetano de Mendonça Instituto Mineiro de Gestão das Águas IGAM Junho 2015 97,5 % da água do planeta
Situação Atual do Gerenciamento de Áreas Contaminadas no Estado do Paraná
Situação Atual do Gerenciamento de Áreas Contaminadas no Estado do Paraná Legislação Estadual PORTARIA IAP Nº 224, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2007 Estabelece os critérios para exigência e emissão de Autorizações
- TERMO DE REFERÊNCIA - PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
- TERMO DE REFERÊNCIA - PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS APRESENTAÇÃO O presente Termo de Referência tem como finalidade orientar os geradores, assim definidos como pessoas físicas ou jurídicas,
P ORTARIA Nº. 10/2010
P ORTARIA Nº. 10/2010 Dispõe sobre os procedimentos e requisitos para o licenciamento ambiental dos empreendimentos minerários de que tratam as Resoluções CONAMA 009/90 e 010/90. O SECRETÁRIO DE ESTADO
Roteiro de Solicitação
Roteiro de Solicitação Número Roteiro.LP. 3-04 Nome Roteiro: Licença Prévia para Loteamento Urbano Objetivo: Requerer a Licença Prévia para Loteamento Urbano Nota: O realiza o licenciamento ambiental de
O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE no uso de suas atribuições legais, e,
RESOLUÇÃO SMAC 479 DE 02 DE SETEMBRO DE 2010. Dispõe sobre procedimentos administrativos simplificados para o Licenciamento Ambiental Municipal de atividades destinadas à reutilização e reciclagem de materiais
Monitoramento e assessoria técnica para ações de saneamento básico
Monitoramento e assessoria técnica para ações de saneamento básico EIXO3: Desenvolvimento de Projeto Executivo dos sistemas de esgotamento sanitário dos Povoados de Chapada e Manchão do Meio em Xambioá/TO
Prefeitura Municipal de Vila Velha Estado do Espírito Santo Secretaria de Desenvolvimento Sustentável
TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA AS SEGUINTES ATIVIDADES: DESDOBRAMENTO DE ROCHAS ORNAMENTAIS, QUANDO EXCLUSIVO; POLIMENTO DE ROCHAS ORNAMENTAIS, QUANDO EXCLUSIVO;
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010 Diário Oficial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 120 (243) 47 COMPANHIA AMBIENTAL DO ESTADO DE SÃO PAULO
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010 Diário Oficial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 120 (243) 47 COMPANHIA AMBIENTAL DO ESTADO DE SÃO PAULO 48 São Paulo, 120 (243) Diário Oficial Poder Executivo -
Deliberação Normativa COPAM nº., de XX de janeiro de 2010
Deliberação Normativa COPAM nº., de XX de janeiro de 2010 Disciplina o procedimento para regularização ambiental e supressão de vegetação em empreendimentos de parcelamento de solo, inclusive dentro dos
RESOLUÇÃO N o 55, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2005
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS RESOLUÇÃO N o 55, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2005 (Publicada do DOU em 08/02/06) Estabelece diretrizes para elaboração do Plano de Utilização
LEI COMPLEMENTAR Nº 806, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2016.
LEI COMPLEMENTAR Nº 806, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2016. Dispõe sobre a realização de inspeção predial em edificações no Município de Porto Alegre. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE Faço saber que a Câmara
IT 1819 R.4 - INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PARCELAMENTO DO SOLO
IT 1819 R.4 - INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PARCELAMENTO DO SOLO Notas: Aprovada pela Deliberação CECA nº 872 de 08 de maio de 1986. Publicada no DOERJ de 17 de junho de 1986. 1. OBJETIVO
Estado do Rio de Janeiro CÂMARA MUNICIPAL DE ANGRA DOS REIS Gabinete do Vereador Chapinha do Sindicato
PROJETO DE LEI Nº 011/2014 Cria o sistema de reuso de água de chuva no Município de Angra dos reis, para utilização não potável em escolas publicas e privadas, condomínios, clubes, entidades, conjuntos
Licenciamento Ambiental
Licenciamento Ambiental - Lilian Ferreira dos Santos - Superintendente de Infra-Estrutura, Mineração, Indústria e Serviços Junho de 2010 O Estado de Mato Grosso Aproximadamente 20000 Empreendimentos cadastrados
Módulo 2. Requisitos Legais Identificação da Legislação Aplicável Requisito da norma ISO Exercícios.
Módulo 2 Requisitos Legais 2.1. Identificação da Legislação Aplicável. 2.2. Requisito 4.3.1. da norma ISO 14001. Exercícios. 2.1. Identificação da Legislação Aplicável Aspectos e Impactos Ambientais Identificação
ASPECTOS LEGAIS DA POLÍTICA DE SANEAMENTO BÁSICO E DE RECURSOS HÍDRICOS
AILTON FRANCISCO DA ROCHA Superintendente de Recursos Hídricos Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Sergipe 09 DE DEZEMBRO DE 2015 POLÍTICA NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS (LEI Nº 9.433/1997):
SEMINÁRIO SUL-BRASILEIRO DE GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS
SEMINÁRIO SUL-BRASILEIRO DE GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS A SITUAÇÃO ATUAL DO GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL FRENTE A RESOLUÇÃO CONAMA nº420/2009 Eng. Quím. Mário
Proteção de recursos hídricos subterrâneos Proteção de captações de água subterrânea
Proteção de recursos hídricos subterrâneos Proteção de captações de água subterrânea Edite Reis; Beatriz Neves Técnicas Superiores [email protected]; [email protected] INTRODUÇÃO As captações
PARECER TÉCNICO AMBIENTAL ATIVIDADE SUINOCULTURA
PARECER TÉCNICO AMBIENTAL ATIVIDADE SUINOCULTURA Em análise técnica do requerimento, e da documentação apresentada pelo Sr. ELEANDRO ANTÔNIO DALCIN CPF 435.977.770-15, com propriedade rural na Linha Lajeado
GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA SUDEMA Superintendência de Administração do Meio Ambiente
RELAÇAO DE DOCUMENTOS PARA PEQUENAS INDÚSTRIAS MICROS, MÉDIAS EMPRESAS E ILARES. LICENÇA PRÉVIA 01 - Requerimento de Licença; 02 - Cadastro devidamente preenchido; 03 - Guia do Recolhimento devidamente
Como atender às necessidades da produção e do meio ambiente?
Como atender às necessidades da produção e do meio ambiente? Encontre pontos de melhorias e adequações para a sua empresa e diminua gastos com multas ambientais Índice Introdução Tipos de Efluentes e Resíduos
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Marisa Brasil Engenheira de Alimentos MBA em Qualidade, Segurança, Meio Ambiente, Saúde e Responsabilidade Social Especialista em Engenharia Ambiental e Saneamento Básico
Certificação ambiental de produtos
Certificação ambiental de produtos Certificação de produtos - Selos Nova tendência do mercado; Atesta: Qualidade; Eficiência; Sustentabilidade. Caixa separadora Ideal para: Lava rápidos; Postos de combustíveis;
IT-1835.R-1 INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS
IT-1835.R-1 INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS Notas: Aprovada pela Deliberação CECA nº 2.237, de 28 de maio de 1991. Publicada no DOERJ de
Programa de Capacitação de Agentes Fiscais SANTA MARIA: 14/08/2013
Programa de Capacitação de Agentes Fiscais SANTA MARIA: 14/08/2013 CONCEITOS RESÍDUO: Resíduos nos estados sólido, semi-sólido ou líquido resultantes de atividades industriais, domésticas, hospitalar,
Secretaria Municipal de meio Ambiente
SISTEMA DE INFORMAÇÃO E DIAGNÓSTICO É expressamente proibido qualquer tipo de intervenção em Área de Preservação Permanente. Deverá ser observada rigorosamente a formatação deste formulário, não sendo
MUNICÍPIO DE NOVA BOA VISTA
LICENÇA AMBIENTAL LICENÇA OPERAÇÃO LO nº 0121/2016 A SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA E MEIO AMBIENTE, criada pela Lei Municipal nº 003 de 1993, no exercício das atribuições que lhe confere a Lei Municipal
Prefeitura Municipal de Vila Velha Estado do Espírito Santo Secretaria de Desenvolvimento Sustentável
TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL (PGRCC) 1 OBJETIVO Este Termo de Referência tem como finalidade orientar os geradores de resíduos sólidos provenientes
Estabelece critérios e procedimentos gerais para proteção e conservação das águas subterrâneas no território brasileiro.
RESOLUÇÃO No- 92, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2008 Estabelece critérios e procedimentos gerais para proteção e conservação das águas subterrâneas no território brasileiro. O CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS
NORMAS DE MEIO AMBIENTE
ANEXO III REF. EDITAL DE TOMADA DE PREÇOS Nº. 001/2017 NORMAS DE MEIO AMBIENTE PÁG 1 DE 5 NORMAS AMBIENTAIS PARA SERVIÇOS DE IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA DE BOMBEAMENTO E REFRIGERAÇÃO DOS MANCAIS DAS UNIDADES
Deliberação Normativa COPAM nº..., de... de...
1 Deliberação Normativa COPAM nº..., de... de... Dispõe sobre a utilização da areia descartada de fundição na produção de artefatos de concreto sem função estrutural. O Conselho Estadual de Política Ambiental
Data: 14 de novembro de A Câmara Municipal de Guaratuba, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte lei:
LEI Nº 1. 1 7 2 Data: 14 de novembro de 2005. Súmula: Dispõe sobre a Transferência do Direito de Construir e dá outras providências. A Câmara Municipal de Guaratuba, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito
Resolução CONSEPA nº 7 DE 17/11/2015 Norma Estadual - Rondônia Publicado no DOE em 24 nov 2015
Resolução CONSEPA nº 7 DE 17/11/2015 Norma Estadual - Rondônia Publicado no DOE em 24 nov 2015 Define a tipologia das atividades que causam ou possam causar impacto ambiental de âmbito local, nos termos
ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DO RAP - Parques Temáticos
1 Informações iniciais 2 Indentificação do empreendedor Responsável pelo empreendimento: Responsável pelo RAS Caracterização do Empreendimento Localização do empreendimento Quadro de áreas (m²) ROTEIRO
LICENÇA DE OPERAÇÃO L.O 43/2015
A Secretaria Municipal do Meio Ambiente, criada pela Lei Municipal Nº 88/06 e Certificado de Qualificação junto ao conselho Estadual do Meio Ambiente através da Resolução do CONSEMA Nº229/2009, com base
Recursos Hídricos. A interação do saneamento com as bacias hidrográficas e os impactos nos rios urbanos
74 a Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia Recursos Hídricos A interação do saneamento com as bacias hidrográficas e os impactos nos rios urbanos SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS E QUALIDADE AMBIENTAL
ATIVIDADES INDUSTRIAIS. Sempre que julgar necessário a FMMA solicitará informações, estudos ou informações complementares.
IN-02 ATIVIDADES INDUSTRIAIS INSTRUÇÕES GERAIS: A FMMA coloca-se a disposição dos interessados para dirimir possíveis dúvidas sobre esta Instrução Normativa. Sempre que julgar necessário a FMMA solicitará
ESTADO DO PARÁ PREFEITURA MUNICIPAL DE PIÇARRA
LEI MUNICIPAL N.183/2013. Institui o Plano Manicipal de Saneamento Básico do Município de Piçarra, instrumento da Política Municipal de Saneamento Básico e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL
PROJETO LEI COMPLEMENTAR Nº (Autoria do Projeto: Poder Executivo)
PROJETO LEI COMPLEMENTAR Nº (Autoria do Projeto: Poder Executivo) Dispõe sobre loteamento fechado edá outras providências. O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito
PREND Programa de Recebimento de Efluentes Não Domésticos
SEUS ESGOTOS TRATADOS POR QUEM MAIS ENTENDE DO ASSUNTO Uma das grandes preocupações das empresas hoje em dia é o tratamento e a destinação de seus esgotos. A Sabesp está preparada para receber e tratar
Qualidade da Água em Rios e Lagos Urbanos
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária PHD 2537 Água em Ambientes Urbanos Qualidade da Água em Rios e Lagos Urbanos Novembro 2008 Felipe Carvalho
Para efeito desta Instrução Técnica são adotadas as seguintes definições:
IT 1814 R.5 - INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA APRESENTAÇÃO DE ANTEPROJETOS DE EDIFICAÇÕES RESIDENCIAIS MULTIFAMILIARES (PERMANENTES OU TRANSITÓRIAS) GRUPAMENTOS DE EDIFICAÇÕES E CLUBES Notas: Aprovada pela Deliberação
O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE, da UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA UEPB, no uso de suas atribuições,
MINUTA DE RESOLUÇÃO/UEPB/CONSEPE/ /2013. REFORMULA O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL - BAARELADO, DO CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA-CCT NO CAMPUS
ESTUDO DE CASO PARA A IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL EM EMPRESA DE TRANSPORTE URBANO
ESTUDO DE CASO PARA A IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL EM EMPRESA DE TRANSPORTE URBANO Fernando Ernesto Ucker 1 Anna Paula Ferreira Batista Goldfeld¹ Marcelo Tsuyoshi Haraguchi¹ Felipe Corrêa
ANO 123 Nº PÁG. - BELO HORIZONTE, QUINTA-FEIRA, 22 DE JANEIRO DE 2015 RESOLUÇÃO CONJUNTA SEMAD-IGAM Nº 2257 DE 31 DE DEZEMBRO DE 2014
ANO 123 Nº 15 28 PÁG. - BELO HORIZONTE, QUINTA-FEIRA, 22 DE JANEIRO DE 2015 RESOLUÇÃO CONJUNTA SEMAD-IGAM Nº 2257 DE 31 DE DEZEMBRO DE 2014 Estabelece os procedimentos para o cadastro de barragem, barramento
Correlações: Artigo 4 e Anexo II alterados pela Resolução CONAMA nº 381/06
RESOLUÇÃO CONAMA nº 306, de 5 de julho de 2002 Publicada no DOU n o 138, de 19 de julho de 2002, Seção 1, páginas 75-76 Correlações: Artigo 4 e Anexo II alterados pela Resolução CONAMA nº 381/06 Estabelece
LICENCIAMENTO AMBIENTAL E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS
PROCOMPI : (Programa de Apoio a Competitividade das Micro e pequenas Indústrias) Cerâmica Sustentável é mais vida LICENCIAMENTO AMBIENTAL E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS Moisés Vieira Fernandes Eng. Agrônomo
NOVO SISTEMA DE OUTORGAS DO DAEE. Ricardo Borsari Superintendente
NOVO SISTEMA DE OUTORGAS DO DAEE Ricardo Borsari Superintendente www.daee.sp.gov.br Histórico da experiência paulista de aproveitamento e controle de recursos hídricos Novo Sistema de Outorgas Histórico
Atenção: - a palavra-chave de tem menos de 4 letras, por isso não foi destacada. LEI Nº 2767, DE 18 DE MAIO DE 2012.
Atenção: - a palavra-chave de tem menos de 4 letras, por isso não foi destacada. LEI Nº 2767, DE 18 DE MAIO DE 2012. INSTITUI O PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO, INSTRUMENTO DA POLITICA MUNICIPAL DE
Resolução CONAMA 307 de 5 de julho de Dispõe sobre gestão dos resíduos da construção civil.
Resolução CONAMA 307 de 5 de julho de 2002. Dispõe sobre gestão dos resíduos da construção civil. Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. O CONSELHO
REQUERIMENTO. Requerente
Município de Carlos Barbosa Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Planejamento Urbano Formulário para Licenciamento Ambiental de ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE E SIMILARES REQUERIMENTO, CPF nº, RG nº, abaixo
SECRETÁRIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE PORTARIA Nº. 015, DE 21 DE OUTUBBRO DE 2004.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE PORTARIA Nº. 015, DE 21 DE OUTUBBRO DE 2004. O SECRETÁRIO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE, no uso de suas atribuições legais e regulamentares, conforme art. 27º, do Decreto
LAVAGEM AUTOMOTIVA. Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax:
LAVAGEM AUTOMOTIVA 1. Identificação Empresa/Interessado: Endereço: Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: E-mail: Atividade: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP: Contato: Cargo/Função:
UFV Catálogo de Graduação ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADORA Ana Augusta Passos Rezende
UFV Catálogo de Graduação 2014 223 ENGENHARIA AMBIENTAL COORDENADORA Ana Augusta Passos Rezende [email protected] 224 Currículos dos Cursos do CCE UFV Engenheiro Ambiental ATUAÇÃO O curso de Engenharia
DOS ELUENTES NÃO DOMÉSTICOS. DVTE Divisão de Tratamento de Efluentes
PRECEND PROGRAMA DE RECEBIMENTO E CONTROLE DOS ELUENTES NÃO DOMÉSTICOS DVTE Divisão de Tratamento de Efluentes PRECEND: Contextualização Ribeirão Arrudas PRECEND: Classificação dos Efluentes Domésticos
Secretaria Municipal de meio Ambiente
SISTEMA DE INFORMAÇÃO E DIAGNÓSTICO É expressamente proibido qualquer tipo de intervenção em Área de Preservação Permanente. Deverá ser observada rigorosamente a formatação deste formulário, não sendo
Atos Normativos DECRETO Nº 195, DE 13 DE NOVEMBRO DE PORTARIA Nº. 508, DE 12 DE NOVEMBRO DE PORTARIA Nº. 485, DE 09 DE NOVEMBRO DE 2012.
2 PREFEITURA DE JACOBINA/BA Atos Normativos DECRETO Nº 195, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2012. Antecipa feira livre do Povoado de Lages do Batata, deste Município. D E C R E T A: Art. 1º - Antecipa a realização
POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS
POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Lei 12.305 de 2 de agosto de 2010 - dispõe sobre: - princípios, objetivos e instrumentos; - diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos
TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários
Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários Aproveitamento de Águas Pluviais & Reúso Profª Heloise G. Knapik APROVEITAMENTO DE ÁGUAS PLUVIAIS Instalações
Resíduos da Construção Civil, Volumosos e Inertes
PROPOSTAS INICIAIS PARA DIRETRIZES DE LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE MANEJO Resíduos da Construção Civil, Volumosos e Inertes INEXISTÊNCIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS PRIORIDADE COLETA CORRETIVA Geradores Empresas
Sistema Comercial. Sistemas de Reuso de Água e de Aproveitamento de Água Pluvial
Sistema Comercial Sistemas de Reuso de Água e de Aproveitamento de Água Pluvial ND.SCO-013 Revisão: Fl.: 1/5 OBJETIVO Estabelecer procedimentos de avaliação de projetos e vistorias em sistemas que prevêem
SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. PORTARIA CVS Nº 10, DE 5 DE AGOSTO DE 2017 DOE/SP de 16/08/2017 [Página 39]
SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA PORTARIA CVS Nº 10, DE 5 DE AGOSTO DE 2017 DOE/SP de 16/08/2017 [Página 39] Define diretrizes, critérios e procedimentos no âmbito do Sistema
Gestão de Resíduos de Construção Civil. Plano de Gerenciamento de RCD. Profa. Ma. Tatiana Vilela Carvalho
Gestão de Resíduos de Construção Civil Plano de Gerenciamento de RCD Profa. Ma. Tatiana Vilela Carvalho Construção Civil do ponto de vista ambiental LELA CARVALHO Reflexão: De onde vêm os recursos naturais
Portaria IAP nº 260 DE 26/11/2014
Norma Estadual - Paraná Portaria IAP nº 260 DE 26/11/2014 Publicado no DOE em 28 nov 2014 Define os documentos, projetos e estudos ambientais, exigidos nas etapas de licenciamento ambiental de aterros
Portaria IAP Nº 256 DE 16/09/2013
1 de 6 30/11/2013 11:14 INICIAL QUEM SOMOS PRODUTOS NOTÍCIAS FALE CONOSCO BANCO DE DADOS CONSULTORIA AGENDA TRIBUTÁRIA SISTEMAS SUBST. TRIBUTÁRIA Inicial / Legislação Estadual - Paraná Portaria IAP Nº
Proteção e recuperação de mananciais para abastecimento público de água
Proteção e recuperação de mananciais para abastecimento público de água Proteção e recuperação de mananciais para abastecimento público de água Assegurar água bruta em quantidade e qualidade para o SAA
GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE DELIBERAÇÃO INEA Nº 15 DE 27 DE SETEMBRO DE 2010
GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE DELIBERAÇÃO INEA Nº 15 DE 27 DE SETEMBRO DE 2010 ESTABELECE O GERENCIAMENTO DE EMBALAGENS USADAS DE ÓLEO
17 a 20 de agosto de 2010, Rio de Janeiro
17 a 20 de agosto de 2010, Rio de Janeiro TARESC Gestão de Efluentes não Domésticos. Prérequisitopara obtenção de licenças no órgão ambiental (CETESB) Gilson Luís Merli e Adriano Roberto Mendonça FOZ DO
CETESB SEMINÁRIO DE APROVAÇÃO DE PROJETOS NO GRAPROHAB LOTEAMENTOS E CONDOMÍNIOS
COMPANHIA AMBIENTAL DO ESTADO DE SÃO PAULO CETESB SEMINÁRIO DE APROVAÇÃO DE PROJETOS NO GRAPROHAB LOTEAMENTOS E CONDOMÍNIOS 2012 ENGº CÉLIA REGINA BUONO PALIS POETA DEPARTAMENTO DE APOIO TÉCNICO - CT CETESB
Considerando que as usinas de açúcar e álcool podem contemplar a atividade de co-geração de energia;
RESOLUÇÃO SEMAC N. 009 DE 17 DE MAIO DE 2007 Disciplina sobre o procedimento de licenciamento da co-geração de energia nas Usinas de Processamento de Cana-deaçúcar e dá providências. O Secretário de Estado
CONTRIBUIÇÕES DA CONTABILIDADE EM EMERGIA
Vendrametto, Lilian P. Agustini, Carlos A. Di Projeto de Lei 1.991/2007-5.564564 municípios - Milhões de empresas - Milhões de pessoas Gerador Projeto de Lei 1.991/2007 Das 27 cidades-capital no Brasil,
