Correlação parcial amostral

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Correlação parcial amostral"

Transcrição

1 Correlação parcial amostral t Sea X = (X 1, X,, X p ), v.a. multivariado, tal que R Corr(X) e sea x 1, x,, x n, a.a. de X. Correlação parcial amostral é uma medida da correlação entre duas variáveis quando se exclui o efeito, sobre estas, das outras ( p ) variáveis. Resultado: Considere o par de variáveis austes de regressão linear: X e X m, m e os seguintes i) Regressão linear tendo X como resposta e todas as demais variáveis como preditoras, exceto X m. Os resíduos deste auste serão denotados por e i, i 1,, n; ii) Regressão linear tendo X m como resposta e todas as demais variáveis como preditoras, exceto X. Os resíduos deste auste serão denotados por e mi, i 1,, n; O coeficiente de correlação parcial amostral é definido como sendo o coeficiente de correlação entre os resíduos ( e, e m), ou sea: q m Corr( e, em),, m 1,, p, m, e com q 0, i 1,, p, ou sea, se Q é a matriz de kk correlações parciais, então sua diagonal é igual a zero.

2 Uma forma de obtenção das correlações parciais amostrais é apresentada a seguir. Sea W R 1, então, pode-se provar que: q m w m, m 1,, p w wmm,, m, e com q 0, i 1,, p. kk Outra forma de definir a correlação parcial amostral é dada abaixo. Considere três va s X, Y e Z e três amostras de tamanho n, respectivamente x 1, x,... x n, y 1, y,... y n e z 1, z,... z n, sendo r xy, r xz e r yz os coeficientes de correlações amostrais entre elas. A correlação parcial amostral pode, ainda, ser definida como: r xy. z r ( r xy xz yz. (1 rxz)(1 ryz) r ) Interpretação geométrica da correlação parcial, segundo Fisher 1 Podem-se padronizar as amostras de X, Y e Z e representá-las como vetores unitários em um espaço euclidiano de dimensão n: x1 x xi x x OA,,,, sx sx n s x x 1 Fonte: Wikipédia: do artigo Fisher, Ronald Aylmer, The Distribution of the Partial Correlation Coefficient, Metron, 3: (194 I)

3 y1 y yi y OB,,,, sy sy yn s y y z1 z zi z z OC,,,, sz sz n s z z Estes três pontos definem um triângulo esférico ABC conforme Figura 1. Figura 1: Triângulo esférico Os lados do triangulo ABC relacionam-se com as correlações e os ângulos diedros relacionam-se com as correlações parciais, através de: Correlações Correlações parciais r xy cos(c) r cos( ) xy. z xz. y cos( yz. x cos( r xz cos(b) r ) r yz cos(a) r )

4 A medida de Kaiser-Meyer-Olsen (KMO ) de adequação do modelo fatorial Se as v.a. s X 1, X,, X p, apresentarem correlações expressivas, então, o modelo fatorial é apropriado. Neste sentido, para uma aplicação bem sucedida da técnica de análise fatorial, os elementos de Q ( ) devem ser pequenos, em valores absolutos, q m comparados aos elementos de R ( r m ). Uma medida de adequabilidade que leva em conta esta condição é dada pelo coeficiente KMO, definido por: KMO r m r m m m q m m,, m 1,, p, em que: amostral entre r m é a correlação amostral e q m a correlação parcial X e X m. Uma medida de adequação para a variável definida por: X, 1,, p, é MSA r r q. Ver Dziuban and Shirley, 1974, Psychological Bulletin 81,

5 Critério para classificação do coeficiente KMO Tabela 1: Classificação do coeficiente KMO KMO Classificação > 0.9 excelente ( 0.8 ; 0.9 ] bom ( 0.7 ; 0.8 ] mediano ( 0.6 ; 0.7 ] fraco ( 0.5 ; 0.6 ] muito fraco < 0.5 inaceitável Segundo a Tabela 1, o valor do coeficiente KMO deve ser maior do que 0.5 e, quanto maior o seu valor, mais apropriado é o modelo fatorial.

6 Teste de esfericidade de Bartlett Outra medida de adequação do modelo fatorial é dada pelo teste de esfericidade de Bartlett, dado por: H o : H A : Ρ Ρ p p p p I I p p p p em que, Ρ p p é a matriz de correlações do v.a. X. Estatística teste: T ( p 11) n 6 p ln( ˆ ), i1 i com ˆ i, i = 1,,, p, são os autovalores de Ρ. Sob H o, T ~, em que p( p 1). Segundo o teste de esfericidade de Bartlett, reeitando-se H o há evidências de que as correlações entre as variáveis de X, ou sea, os elementos fora da diagonal de Ρ, não são todos iguais a zero. Obs: Para a aplicação do teste de Bartlett é necessário ter, além da matriz de correlações amostrais R, pelo menos o tamanho da amostra n.

7 Função no R para calcular as correlações parciais e coeficiente de Kaiser-Meyer-Olkin: ## Função para calcular as correlações parciais ############################################### p.corr <- function(r){ Rinv <- solve(r) Vp <- 1/sqrt(diag(Rinv)) Vp <- diag(vp) Rp <- -Vp%*%Rinv%*%Vp diag(rp) <- 0 Rp } ## Função para calcular o coeficiente KMO ######################################### calcula.kmo <- function(r){ Rp <- p.corr(r) p <- nrow(r) somar <- 0 somap <- 0 somar. <- rep(0,p) somap. <- rep(0,p) for(i in 1:p){ somar <- somar + sum(r[i,]^)-1 somap <- somap + sum(rp[i,]^) somar.[i] <- sum(r[i,]^)-1 somap.[i] <- sum(rp[i,]^) } kmo <- somar/(somar+somap) msa <- somar./(somar.+somap.) cat("\n KMO = ",round(kmo,4),"\n") list("kmo"=round(kmo,4),"msa"=round(msa,4), "Rp"=round(Rp,3)) }

8 ## Exemplo 1: Matriz de correlação. ################################################# R <- matrix(c(1.000, 0.856, 0.91, 0.673, 0.856, 1.000, 0.8, 0.738, 0.91, 0.8, 1.000, 0.546, 0.673, 0.738, 0.546, 1.000), nrow=4) kmo <- calcula.kmo(r) KMO = kmo $kmo [1] $msa [1] $Rp [,1] [,] [,3] [,4] [1,] [,] [3,] [4,] ##############################

9 ## Exemplo : Dados de recordes femininos de 54 ## países, em corridas de 100m, 00m, 500m, 800m, ## 1500m, 3000m e maratona. ################################################# dados <- read.table("d:\\users\\jcfogo\\documents\\ Disciplinas\\EMult\\Dados\\J_W v5 \\T1-9_007.DAT", head=t) attach(dados) dados <- dados[,-1] R <- cor(dados) kmo <- calcula.kmo(r) KMO = Kmo $kmo [1] $msa [1] $Rp [,1] [,] [,3] [,4] [,5] [,6] [,7] [1,] [,] [3,] [4,] [5,] [6,] [7,] #####################################################

10 ## Função para o teste de esfericidade de Bartlett ################################################## t.esfer <- function(dados){ R <- cor(dados) n <- nrow(dados) nvar <- nrow(r) Test <- -(n-(*nvar+11)/6)*sum(log(eigen(r)$values)) gl <- nvar*(nvar-1)/ vp <- dchisq(test,gl) cat("\n","valor p do teste: T = ",vp,"\n") list("t"=test,"p.val"= vp,"corr"= round(r,3))} ## Exemplo : Dados de recordes femininos de 54 ## países, em corridas de 100m, 00m, 500m, 800m, ## 1500m, 3000m e maratona. ################################################# R1 <- cor(dados) teste <- t.esfer(r1,n) Valor p do teste: T = e-109 teste $T [1] $p.val [1] e-109 $Corr R100 R00 R400 R800 R1500 R3000 MAR R R R R R R MAR ################################################

Análise fatorial em R

Análise fatorial em R Análise fatorial em R 1. Dados Referem-se a n = 54 observações de p = 7 variáveis apresentadas na Tabela 1.9, p. 44 em Johnson and Wichern (2007, Applied Multivariate Statisitical Analysis, sixth ed. Upper

Leia mais

Estatística II. Tópico: Análise Fatorial. Exemplo completo (Livro Corrar modificado)

Estatística II. Tópico: Análise Fatorial. Exemplo completo (Livro Corrar modificado) Estatística II Tópico: Análise Fatorial Exemplo completo (Livro Corrar modificado) Bibliografia: L.J. Corrar; E. Paulo; J.M. Dias Filho, Analise multivariada..., Atlas, 2007 1 Análise Fatorial x i explicada

Leia mais

Análise Multivariada Aplicada à Contabilidade

Análise Multivariada Aplicada à Contabilidade Mestrado e Doutorado em Controladoria e Contabilidade Análise Multivariada Aplicada à Contabilidade Prof. Dr. Marcelo Botelho da Costa Moraes www.marcelobotelho.com [email protected] Turma: 2º / 2016 1 Agenda

Leia mais

5 Análise dos resultados

5 Análise dos resultados 5 Análise dos resultados Os dados foram analisados utilizando o software SPSS (Statistical Package for Social Sciences) base 18.0. Para Cooper e Schindler (2003) a análise de dados envolve a redução de

Leia mais

Revisões de Matemática e Estatística

Revisões de Matemática e Estatística Revisões de Matemática e Estatística Joaquim J.S. Ramalho Contents 1 Operadores matemáticos 2 1.1 Somatório........................................ 2 1.2 Duplo somatório....................................

Leia mais

Ralph S. Silva

Ralph S. Silva ANÁLISE ESTATÍSTICA MULTIVARIADA Ralph S Silva http://wwwimufrjbr/ralph/multivariadahtml Departamento de Métodos Estatísticos Instituto de Matemática Universidade Federal do Rio de Janeiro Sumário Revisão:

Leia mais

Análise de Regressão Linear Múltipla III

Análise de Regressão Linear Múltipla III Análise de Regressão Linear Múltipla III Aula 6 Hei et al., 4 Capítulo 3 Suposições e Propriedades Suposições e Propriedades MLR. O modelo de regressão é linear nos parâmetros O modelo na população pode

Leia mais

Estudo dirigido de Análise Multivariada

Estudo dirigido de Análise Multivariada Estudo dirigido de Análise Multivariada Conceitos Iniciais De um modo geral, os métodos estatísticos de análise multivariada são aplicados para analisar múltiplas medidas sobre cada indivíduo ou objeto

Leia mais

Função prcomp em R. 1. Introdução

Função prcomp em R. 1. Introdução Função prcomp em R 1. Introdução Apresentamos alguns exemplos de utilização da função prcomp do pacote stats em R. Esta função permite realizar uma análise de componentes principais a partir de uma matriz

Leia mais

Escala de Atitudes em relação à Estatística: estudo de validação. Resumo

Escala de Atitudes em relação à Estatística: estudo de validação. Resumo 1 Escala de Atitudes em relação à Estatística: estudo de validação. Juliana Alvares Duarte Bonini Campos*; Lívia Nordi Dovigo**; Fernanda Salloumé Sampaio Bonafé**; João Maroco*** *Profa. Dra. Da Disciplina

Leia mais

Introdução ao Cálculo Vetorial

Introdução ao Cálculo Vetorial Introdução ao Cálculo Vetorial Segmento Orientado É o segmento de reta com um sentido de orientação. Por exemplo AB onde: A : origem e B : extremidade. Pode-se ter ainda o segmento BA onde: B : origem

Leia mais

Função prcomp. 1. Introdução

Função prcomp. 1. Introdução Função prcomp 1. Introdução Apresentamos alguns exemplos de utilização da função prcomp do pacote stats em R. Esta função permite realizar uma análise de componentes principais a partir de uma matriz de

Leia mais

Noções sobre Regressão

Noções sobre Regressão Noções sobre Regressão Nos interessa estudar como uma variável varia em função de outra. Por exemplo, considere a questão de demanda e preço de bens. Quando se estuda a variação de uma variável Y em função

Leia mais

Definição Há correlação entre duas variáveis quando os valores de uma variável estão relacionados, de alguma maneira, com os valores da outra variável

Definição Há correlação entre duas variáveis quando os valores de uma variável estão relacionados, de alguma maneira, com os valores da outra variável Correlação Definição Há correlação entre duas variáveis quando os valores de uma variável estão relacionados, de alguma maneira, com os valores da outra variável Exemplos Perímetro de um quadrado e o tamanho

Leia mais

6. Calcular as equações paramétricas de uma reta s que passa pelo ponto A(1, 1, 1) e é ortogonal x 2

6. Calcular as equações paramétricas de uma reta s que passa pelo ponto A(1, 1, 1) e é ortogonal x 2 Lista 2: Retas, Planos e Distâncias - Engenharia Mecânica Professora: Elisandra Bär de Figueiredo x = 2 + 2t 1. Determine os valores de m para que as retas r : y = mt z = 4 + 5t sejam: (a) ortogonais (b)

Leia mais

Análise Fatorial Exploratória (AFE) Disciplina: Medidas em Psicologia Professora: Ana Carolina Rodrigues

Análise Fatorial Exploratória (AFE) Disciplina: Medidas em Psicologia Professora: Ana Carolina Rodrigues Análise Fatorial Exploratória (AFE) Disciplina: Medidas em Psicologia Professora: Ana Carolina Rodrigues O que é análise fatorial? É uma técnica de interdependência, cujo propósito principal é definir

Leia mais

Construção e validação de questionário para análise de concepções bioéticas

Construção e validação de questionário para análise de concepções bioéticas Construção e validação de questionário para análise de concepções bioéticas Paloma Rodrigues da Silva, Elaine S. N. Nabuco de Araújo, Ana Maria de Andrade Caldeira, Graça S. Carvalho Rev bioét (Impr.)

Leia mais

Resultados Econométricos

Resultados Econométricos Núcleo de Pesquisas em Qualidade de Vida FCECA 94 Resultados Econométricos Os resultados empíricos foram obtidos pela aplicação da técnica de Análise Fatorial à cada dimensão da qualidade de vida dos cidadãos,

Leia mais

SIMULADO 3 INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA VESTIBULAR 2018 GABARITO

SIMULADO 3 INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA VESTIBULAR 2018 GABARITO SIMULADO 3 INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA VESTIBULAR 018 GABARITO Física Inglês Português Matemática 1 C 1 * 1 D 1 B B B E C 3 B 3 B 3 D 3 D 4 E 4 C 4 A 4 E 5 A 5 B 5 C 5 C 6 C 6 E 6 E 6 A 7 E 7

Leia mais

Lista 6: transformações lineares.

Lista 6: transformações lineares. Lista 6: transformações lineares. 1) Diga, justificando, quais das seguintes funções constituem transformações lineares. a) T : R 2 R 2 tal que T (x 1, x 2 ) = (x 1 + x 2, 3x 1 x 2 ) b) T : R 2 R 2 tal

Leia mais

1 Vetores no Plano e no Espaço

1 Vetores no Plano e no Espaço 1 Vetores no Plano e no Espaço Definimos as componentes de um vetor no espaço de forma análoga a que fizemos com vetores no plano. Vamos inicialmente introduzir um sistema de coordenadas retangulares no

Leia mais

Álgebra Linear I - Aula Matriz de uma transformação linear em uma base. Exemplo e motivação

Álgebra Linear I - Aula Matriz de uma transformação linear em uma base. Exemplo e motivação Álgebra Linear I - Aula 19 1. Matriz de uma transformação linear em uma base. Exemplo e motivação 2. Matriz de uma transformação linear T na base β 1 Matriz de uma transformação linear em uma base. Exemplo

Leia mais

Métodos Quantitativos Aplicados

Métodos Quantitativos Aplicados Métodos Quantitativos Aplicados Aula 7 http://www.iseg.utl.pt/~vescaria/mqa/ Tópicos apresentação Relações de interdependência entre variáveis quantitativas: A Análise Factorial Análise Factorial: técnica

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. Programa de Mestrado e Doutorado em Engenharia de Produção. Disciplina: Estatística Multivariada

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. Programa de Mestrado e Doutorado em Engenharia de Produção. Disciplina: Estatística Multivariada UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE Programa de Mestrado e Doutorado em Engenharia de Produção Disciplina: Estatística Multivariada Aula: Análise Fatorial Exploratória Professor: Valdecy Pereira, D. Sc. /

Leia mais

DATA MINING & MACHINE LEARNING (I) Thiago Marzagão

DATA MINING & MACHINE LEARNING (I) Thiago Marzagão DATA MINING & MACHINE LEARNING (I) Thiago Marzagão Média xi N É influenciada por valores extremos. Moda É valor mais freqüente. Não é muito informativa quando a distribuição é multimodal. Mediana É valor

Leia mais

Lista de Álgebra Linear Aplicada

Lista de Álgebra Linear Aplicada Lista de Álgebra Linear Aplicada Matrizes - Vetores - Retas e Planos 3 de setembro de 203 Professor: Aldo Bazán Universidade Federal Fluminense Matrizes. Seja A M 2 2 (R) definida como 0 0 0 3 0 0 0 2

Leia mais

8. Análise em Componentes Principais - ACP

8. Análise em Componentes Principais - ACP 8. Análise em Componentes Principais - ACP 8.1 Introdução O propósito principal da ACP é substituir as variáveis originais por um número menor de variáveis que são função das variáveis originais. A ACP

Leia mais

Análise estatística multivariada

Análise estatística multivariada Análise estatística multivariada Conjunto de procedimentos para a análise simultânea de duas ou mais medidas de cada caso/observação Os dados coletados p variáveis - de uma amostra de tamanho n podem ser

Leia mais

Correlação e Regressão Linear

Correlação e Regressão Linear Correlação e Regressão Linear Prof. Marcos Vinicius Pó Métodos Quantitativos para Ciências Sociais CORRELAÇÃO LINEAR Coeficiente de correlação linear r Mede o grau de relacionamento linear entre valores

Leia mais

Estatística Aplicada II. } Regressão Linear

Estatística Aplicada II. } Regressão Linear Estatística Aplicada II } Regressão Linear 1 Aula de hoje } Tópicos } Regressão Linear } Referência } Barrow, M. Estatística para economia, contabilidade e administração. São Paulo: Ática, 007, Cap. 7

Leia mais

Aula 2 Regressão e Correlação Linear

Aula 2 Regressão e Correlação Linear 1 ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE Aula Regressão e Correlação Linear Professor Luciano Nóbrega Regressão e Correlação Quando consideramos a observação de duas ou mais variáveis, surge um novo problema: -as

Leia mais

Lista 2 de Exercícios Geometria Analítica e Cálculo Vetorial

Lista 2 de Exercícios Geometria Analítica e Cálculo Vetorial Lista 2 de Exercícios Geometria Analítica e Cálculo Vetorial 9 de abril de 2017 1. Dados os pontos R = (1, 2) e S = ( 2, 2) (a) Encontrar as coordenadas do vetor que tem origem no ponto R e o extremos

Leia mais

MOQ-14 PROJETO e ANÁLISE de EXPERIMENTOS. Professor: Rodrigo A. Scarpel

MOQ-14 PROJETO e ANÁLISE de EXPERIMENTOS. Professor: Rodrigo A. Scarpel MOQ-14 PROJETO e ANÁLISE de EXPERIMENTOS Professor: Rodrigo A. Scarpel [email protected] www.mec.ita.br/~rodrigo Programa do curso: Semana Conteúdo 1 Apresentação da disciplina. Princípios de modelos lineares

Leia mais

Ângulo e ortogonalidade em espaços com produto interno

Ângulo e ortogonalidade em espaços com produto interno Ângulo e ortogonalidade em espaços com produto interno Juliana Pimentel [email protected] http://hostel.ufabc.edu.br/ juliana.pimentel Sala 507-2 - Bloco A, Torre 2 Definir a noção de ângulo

Leia mais

Métodos Quantitativos

Métodos Quantitativos Métodos Quantitativos Unidade 4. Estatística inferencial Parte II 1 Sumário Seção Slides 4.1 Correlação entre variáveis quantitativas 03 11 4.2 Teste de significância 12 19 4.3 Regressão linear 20 27 4.4

Leia mais

MAT-27 Lista-09 Outubro/2011

MAT-27 Lista-09 Outubro/2011 MAT-27 Lista-09 Outubro/2011 1. Determinar, se possível, uma matriz M M 2 (R) de maneira que M 1 AM seja diagonal nos seguintes casos: [ ] 2 4 (a) 3 13 [ ] 3 2 2 1 2. Achar uma matriz diagonal semelhante

Leia mais

ÍNDICE DE SATISFAÇÃO DOS USUÁRIOS DE PLANOS DE SAÚDE NO TRIÂNGULO CRAJUBAR, CEARÁ

ÍNDICE DE SATISFAÇÃO DOS USUÁRIOS DE PLANOS DE SAÚDE NO TRIÂNGULO CRAJUBAR, CEARÁ ÍNDICE DE SATISFAÇÃO DOS USUÁRIOS DE PLANOS DE SAÚDE NO TRIÂNGULO CRAJUBAR, CEARÁ Ana Paula dos Santos Brito Ana Paula Santos da Silva 2 Eliane Pinheiro de Sousa 3 Wellington Ribeiro Justo 4 Introdução/

Leia mais

MÓDULO V: Análise Bidimensional: Correlação, Regressão e Teste Qui-quadrado de Independência

MÓDULO V: Análise Bidimensional: Correlação, Regressão e Teste Qui-quadrado de Independência MÓDULO V: Análise Bidimensional: Correlação, Regressão e Teste Qui-quadrado de Independência Introdução 1 Muito frequentemente fazemos perguntas do tipo se alguma coisa tem relação com outra. Estatisticamente

Leia mais

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM PROCESSO. Matemática. 7ª Série / 8º ano do Ensino Fundamental Turma 2º bimestre de 2015 Data / / Escola Aluno

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM PROCESSO. Matemática. 7ª Série / 8º ano do Ensino Fundamental Turma 2º bimestre de 2015 Data / / Escola Aluno AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM PROCESSO Matemática 7ª Série / 8º ano do Ensino Fundamental Turma 2º bimestre de 2015 Data / / Escola Aluno Questão 1 Observe as sequências de figuras: Continuando esta sequência,

Leia mais

Parte 3 - Produto Interno e Diagonalização

Parte 3 - Produto Interno e Diagonalização Parte 3 - Produto Interno e Diagonalização Produto Escalar: Sejam u = (u 1,..., u n ) e v = (v 1,..., v n ) dois vetores no R n. O produto escalar, ou produto interno euclidiano, entre esses vetores é

Leia mais

Regressão. PRE-01 Probabilidade e Estatística Prof. Marcelo P. Corrêa IRN/Unifei

Regressão. PRE-01 Probabilidade e Estatística Prof. Marcelo P. Corrêa IRN/Unifei Regressão PRE-01 Probabilidade e Estatística Prof. Marcelo P. Corrêa IRN/Unifei Regressão Introdução Analisar a relação entre duas variáveis (x,y) através da equação (equação de regressão) e do gráfico

Leia mais

MAT3457 ÁLGEBRA LINEAR PARA ENGENHARIA I 1 a Lista de Exercícios - 1 o semestre de 2018

MAT3457 ÁLGEBRA LINEAR PARA ENGENHARIA I 1 a Lista de Exercícios - 1 o semestre de 2018 MAT3457 ÁLGEBRA LINEAR PARA ENGENHARIA I a Lista de Exercícios - o semestre de 8 Exercícios -8: os espaços V e V 3. Exercícios 9-7: dependência, independência linear, bases. Exercícios 8-48: sistemas lineares.

Leia mais

Geometria Analítica e Álgebra Linear

Geometria Analítica e Álgebra Linear Geometria Analítica e Álgebra Linear por PAULO XAVIER PAMPLONA UFCG-UATA 2011 Conteúdo 1 Vetores 4 1.1 Introdução..................................... 4 1.2 Vetores no Plano.................................

Leia mais

REGRESSÃO LINEAR SIMPLES

REGRESSÃO LINEAR SIMPLES REGRESSÃO LINEAR SIMPLES Prof. Tiago Viana Flor de Santana www.uel.br/pessoal/tiagodesantana/ [email protected] sala 07 Universidade Estadual de Londrina UEL Departamento de Estatística DSTA Sumário

Leia mais

Introdução ao modelo de Regressão Linear

Introdução ao modelo de Regressão Linear Introdução ao modelo de Regressão Linear Prof. Gilberto Rodrigues Liska 8 de Novembro de 2017 Material de Apoio e-mail: [email protected] Local: Sala dos professores (junto ao administrativo)

Leia mais

Ô, 04 ! ^ D. Exercícios

Ô, 04 ! ^ D. Exercícios O Espaço 93 O, 0,0), Q 2 (6, O, 0), Q 3 (6, 8, 0), Q 4 (0, 8,0), Q 5 (6, O, 4),

Leia mais

Estatística Aplicada ao Serviço Social

Estatística Aplicada ao Serviço Social Estatística Aplicada ao Serviço Social Módulo 7: Correlação e Regressão Linear Simples Introdução Coeficientes de Correlação entre duas Variáveis Coeficiente de Correlação Linear Introdução. Regressão

Leia mais

Conceitos de vetores. Decomposição de vetores

Conceitos de vetores. Decomposição de vetores Conceitos de vetores. Decomposição de vetores 1. Introdução De forma prática, o conceito de vetor pode ser bem assimilado com auxílio da representação matemática de grandezas físicas. Figura 1.1 Grandezas

Leia mais

A2 - ANÁLISE FATORIAL

A2 - ANÁLISE FATORIAL A2 - ANÁLISE FATORIAL Prof. Evandro M Saidel Ribeiro A2.1 A Análise Fatorial A2.2 Modelo matemático da análise fatorial A2.3 Fatores em termos de variáveis A2.4 Exemplo Clientes de um banco A2.5 Exemplo

Leia mais

1 a Lista de Exercícios MAT 105 Geometria Analitica

1 a Lista de Exercícios MAT 105 Geometria Analitica 1 a Lista de Exercícios MAT 105 Geometria Analitica - 2017 1 a parte: Vetores, operações com vetores 1. Demonstre que o segmento que une os pontos médios dos lados não paralelos de um trapézio é paralelo

Leia mais

COEFICIENTE DE CORRELAÇÃO E TESTE DE HIPÓTESE PARA A

COEFICIENTE DE CORRELAÇÃO E TESTE DE HIPÓTESE PARA A COEFICIENTE DE CORRELAÇÃO E TESTE DE HIPÓTESE PARA A CORRELAÇÃO Prof. Tiago Viana Flor de Santana www.uel.br/pessoal/tiagodesantana/ [email protected] sala 07 Universidade Estadual de Londrina UEL

Leia mais

MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Equações e problemas Propostas de resolução

MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Equações e problemas Propostas de resolução MATEMÁTICA A - 1o Ano N o s Complexos - Equações e problemas Propostas de resolução Exercícios de exames e testes intermédios 1. Simplificando as expressões de z 1 e z, temos que: Como i 19 i + i i, vem

Leia mais

A Metodologia de Box & Jenkins

A Metodologia de Box & Jenkins A Metodologia de Box & Jenins Aula 03 Bueno, 0, Capítulo 3 Enders, 009, Capítulo Morettin e Toloi, 006, Capítulos 6 a 8 A Metodologia Box & Jenins Uma abordagem bastante utilizada para a construção de

Leia mais

III) Os vetores (m, 1, m) e (1, m, 1) são L.D. se, somente se, m = 1

III) Os vetores (m, 1, m) e (1, m, 1) são L.D. se, somente se, m = 1 Lista de Exercícios de SMA000 - Geometria Analítica 1) Indique qual das seguintes afirmações é falsa: a) Os vetores (m, 0, 0); (1, m, 0); (1, m, m 2 ) são L.I. se, somente se, m 0. b) Se u, v 0, então

Leia mais

Revisão de Álgebra Linear

Revisão de Álgebra Linear Introdução: Revisão de Álgebra Linear Antonio Elias Fabris Instituto de Matemática e Estatística Universidade de São Paulo Map 2121 Aplicações de Álgebra Linear Antonio Elias Fabris (IME-USP) Revisão de

Leia mais

Pesquisador. Planejamento de Experimentos Design of Experiments - DOE NOÇÕES SOBRE EXPERIMENTOS FATORIAIS. 1 - Fixar T e variar P até > Pureza

Pesquisador. Planejamento de Experimentos Design of Experiments - DOE NOÇÕES SOBRE EXPERIMENTOS FATORIAIS. 1 - Fixar T e variar P até > Pureza 3 NOÇÕES SOBRE EXPERIMENTOS FATORIAIS Planeamento de Experimentos Design of Experiments - DOE Em primeiro lugar devemos definir o que é um experimento: Um experimento é um procedimento no qual alterações

Leia mais

MAE116 NOÇÕES DE ESTATÍSTICA. Aula Correlação e Regressão. Autoria de Profª. Carmen Diva Saldiva de André Prof. Gilberto Alvarenga Paula

MAE116 NOÇÕES DE ESTATÍSTICA. Aula Correlação e Regressão. Autoria de Profª. Carmen Diva Saldiva de André Prof. Gilberto Alvarenga Paula MAE116 NOÇÕES DE ESTATÍSTICA Aula Autoria de Profª. Carmen Diva Saldiva de André Prof. Gilberto Alvarenga Paula Data 25 de agosto de 2005 Índice Analítico Índice Analítico...1...2 Objetivo da aula...2

Leia mais

Análise fatorial aplicada à avaliação da satisfação de discentes do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal de Ouro Preto.

Análise fatorial aplicada à avaliação da satisfação de discentes do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal de Ouro Preto. Análise fatorial aplicada à avaliação da satisfação de discentes do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal de Ouro Preto. Flávia Sílvia Corrêa Tomaz 1, Camila Regina Carvalho 2.

Leia mais

ESTATÍSTICA MULTIVARIADA

ESTATÍSTICA MULTIVARIADA ESTATÍSTICA MULTIVARIADA Resolução dos Exercícios a Edição Revisada e Ampliada DANIEL FURTADO FERREIRA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS REITOR: Antônio Nazareno Guimarães Mendes VICE-REITOR: Elias Tadeu

Leia mais

GABARITO DE MATEMÁTICA INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA

GABARITO DE MATEMÁTICA INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA GABARITO DE MATEMÁTICA INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA Realizada em 6 de outubro de 010 Questão 01 GABARITO DISCURSIVA A base de um prisma reto ABCA 1 B 1 C 1 é um triângulo com o lado AB igual ao lado

Leia mais

Apresentaremos as equações do plano: Equação vetorial e Equação geral do. = AB e v. C A u B. ) não-colineares do plano.

Apresentaremos as equações do plano: Equação vetorial e Equação geral do. = AB e v. C A u B. ) não-colineares do plano. CAPÍTULO VIII PLANO Consideremos em V 3 o sistema de referência (O, i, j, k ), onde E = ( i, j, k ) é base ortonormal positiva e O(0, 0, 0). 8.1. EQUAÇÕES DO PLANO plano. Apresentaremos as equações do

Leia mais

23 e 24. Forma Quadrática e Equação do Segundo Grau em R 3. Sumário

23 e 24. Forma Quadrática e Equação do Segundo Grau em R 3. Sumário 23 e 24 Forma Quadrática e Equação do Segundo Grau em R 3 Sumário 23.1 Introdução....................... 2 23.2 Autovalores e Autovetores de uma matriz 3 3.. 2 23.3 Mudança de Coordenadas no Espaço........

Leia mais

Análise Multivariada Aplicada à Contabilidade

Análise Multivariada Aplicada à Contabilidade Mestrado e Doutorado em Controladoria e Contabilidade Análise Multivariada Aplicada à Contabilidade Prof. Dr. Marcelo Botelho da Costa Moraes www.marcelobotelho.com [email protected] Turma: 2º / 2016 1 Agenda

Leia mais

14/03/2013. Cálculo Vetorial. Professor: Wildson Cruz

14/03/2013. Cálculo Vetorial. Professor: Wildson Cruz Estudamos os vetores do ponto de vista geométrico e, no caso, eles eram representados por um segmento de reta orientado. E agora vamos mostrar uma outra forma de representá-los: os segmentos orientados

Leia mais

Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza. Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza de Carvalho

Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza. Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza de Carvalho de Carvalho Revisão Analise Vetorial e Sist. de Coord. Revisão básica álgebra vetorial e Sist. de Coordenadas (Páginas 1 a 22 no Livro texto) Objetivo: Introduzir notação que será usada neste e nos próximos

Leia mais

Transformações Geométricas

Transformações Geométricas Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Computação Gráfica Transformações Geométricas Edward Angel, Cap. 4 Questão 1, exame de 29/06/11 [1.0v] Considere o triângulo T={V 1, V 2, V 3 },

Leia mais

Álgebra Linear I - Aula 2. Roteiro

Álgebra Linear I - Aula 2. Roteiro Álgebra Linear I - ula 2 1. Vetores. 2. Distâncias. 3. Módulo de um vetor. Roteiro 1 Vetores Nesta seção lembraremos brevemente os vetores e suas operações básicas. Definição de vetor. Vetor determinado

Leia mais

TRIGONOMETRIA NOTAS DE AULAS

TRIGONOMETRIA NOTAS DE AULAS TRIGONOMETRIA ESFÉRICA NOTAS DE AULAS DEFINIÇÕ ÇÕES A interseção de um plano que contém o centro da esfera chama-se círculo máximo. Se este plano não contém o centro da esfera, tem-se o círculo menor.

Leia mais

Chamamos de grandezas coisas que podem ser medidas. Por exemplo, tempo, área, volume, temperatura, velocidade, aceleração, força, etc..

Chamamos de grandezas coisas que podem ser medidas. Por exemplo, tempo, área, volume, temperatura, velocidade, aceleração, força, etc.. Introdução a vetor Professor Fiore O que são grandezas? Chamamos de grandezas coisas que podem ser medidas. Por exemplo, tempo, área, volume, temperatura, velocidade, aceleração, força, etc.. O que são

Leia mais

Avaliação climatológica da cidade de Uberlândia por meio da Análise de Componentes Principais

Avaliação climatológica da cidade de Uberlândia por meio da Análise de Componentes Principais Avaliação climatológica da cidade de Uberlândia por meio da Análise de Componentes Principais Bruna Queiroz de Melo Prado 1 Heverton Rodrigues Fernandes 2 Tatiane Gomes Araújo 3 Nádia Giarette Biase 4

Leia mais

Técnicas Multivariadas em Saúde

Técnicas Multivariadas em Saúde Roteiro Técnicas Multivariadas em Saúde Lupércio França Bessegato Dep. Estatística/UFJF 1. Introdução 2. Distribuições de Probabilidade Multivariadas 3. Representação de Dados Multivariados 4. Testes de

Leia mais

Elaboração e Análise de Projetos

Elaboração e Análise de Projetos Elaboração e Análise de Projetos Análise de Mercado Professor: Roberto César Imagine o consumo de um produto no período de 2001 a 2007. ANO CONSUMO % 1 232-2 249 7,3% 3 245-1,6% 4 272 11,0% 5 263-3,3%

Leia mais

Módulo 17- Análise fatorial Tutorial SPSS Análise dos Resultados

Módulo 17- Análise fatorial Tutorial SPSS Análise dos Resultados Tutorial SPSS Módulo 17 Análise Fatorial 1 Módulo 17- Análise fatorial Tutorial SPSS Análise dos Resultados Situação Problema Para facilitar o entendimento da análise dos resultados obtidos pelo SPSS,

Leia mais

Matrizes. Lino Marcos da Silva

Matrizes. Lino Marcos da Silva Matrizes Lino Marcos da Silva [email protected] Introdução Chamamos de matriz a uma tabela de elementos dispostos em linhas e colunas. Por exemplo, ao recolhermos os dados população, área e distância

Leia mais

9 Análise Multivariada de Dados

9 Análise Multivariada de Dados 9 Análise Multivariada de Dados 9.1 Introdução Uma das dificuldades inerentes em estatística multivariada é a visualização dos dados, principalmente em dimensões maiores que três. No entanto, é importante

Leia mais

Seja (X,Y) uma v.a. bidimensional contínua ou discreta. Define-se valor esperado condicionado de X para um dado Y igual a y da seguinte forma:

Seja (X,Y) uma v.a. bidimensional contínua ou discreta. Define-se valor esperado condicionado de X para um dado Y igual a y da seguinte forma: 46 VALOR ESPERADO CONDICIONADO Seja (X,Y) uma v.a. bidimensional contínua ou discreta. Define-se valor esperado condicionado de X para um dado Y igual a y da seguinte forma: Variável contínua E + ( X Y

Leia mais

Lista 3 com respostas

Lista 3 com respostas Lista 3 com respostas Professora Nataliia Goloshchapova MAT0105-1 semestre de 2018 Exercício 1. Sendo que w = ( u v) ( u + v), determine o ângulo entre os vetores u e v, sabendo que u = v = w = 1 e u v

Leia mais

Álgebra Linear I - Aula Forma diagonal de uma matriz diagonalizável

Álgebra Linear I - Aula Forma diagonal de uma matriz diagonalizável Álgebra Linear I - Aula 18 1 Forma diagonal de uma matriz diagonalizável 2 Matrizes ortogonais Roteiro 1 Forma diagonal de uma matriz diagonalizável Sejam A uma transformação linear diagonalizável, β =

Leia mais

A B C A 1 B 1 C 1 A 2 B 2 C 2 é zero (exceto o caso em que as tres retas são paralelas).

A B C A 1 B 1 C 1 A 2 B 2 C 2 é zero (exceto o caso em que as tres retas são paralelas). MAT 105- Lista de Exercícios 1. Prolongue o segmento com extremos em (1, -5) e (3, 1) de um comprimento de (10) unidades. Determine as coordenadas dos novos extremos. 2. Determine o centro e o raio da

Leia mais

Os exercícios abaixo podem ser resolvidos sob a forma de algoritmos ou programas Pascal

Os exercícios abaixo podem ser resolvidos sob a forma de algoritmos ou programas Pascal Lista de exercícios Os exercícios abaixo podem ser resolvidos sob a forma de algoritmos ou programas Pascal Parte I Comandos básicos. Ler um arco em graus. Calcular e escrever o seno, o co-seno e a tangente

Leia mais

Geometria Analítica I - MAT Lista 1 Profa. Lhaylla Crissaff

Geometria Analítica I - MAT Lista 1 Profa. Lhaylla Crissaff 1. Entre os pontos A = (4, 0), B = ( 3, 1), C = (0, 7), D = ( 1 2, 0), E = (0, 3) e F = (0, 0), (a) quais estão sobre o eixo OX? (b) quais estão sobre o eixo OY? 2. Descubra qual quadrante está localizado

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS - AJUSTE DE MÍNIMOS QUADRADOS Cálculo Numérico para Geociências Prof. Eduardo Colli

LISTA DE EXERCÍCIOS - AJUSTE DE MÍNIMOS QUADRADOS Cálculo Numérico para Geociências Prof. Eduardo Colli LISA DE EXERCÍCIOS - AJUSE DE MÍNIMOS QUADRADOS Cálculo Numérico para Geociências - 009 - Prof. Eduardo Colli Em todos os casos, convencionamos ter um conjunto de dados (, ), com i = 1,..., N. Faça o gráfico

Leia mais

Rotações em 3D. Descrição dos problemas. Como mover entre 2 frames. Ângulos de Euler. Foley Notas do Dave (lecture 29)

Rotações em 3D. Descrição dos problemas. Como mover entre 2 frames. Ângulos de Euler. Foley Notas do Dave (lecture 29) Descrição dos problemas Rotações em 3D Foley 21.1.3 Notas do Dave (lecture 29) 1- Como parametrizar rotações 3D? em animações, para criar um movimento suave. translações e rotacões 2D são simples, mas

Leia mais