Relatório Uberlândia
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- Geovane Marreiro Terra
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1 Relatório Uberlândia
2 COMPOSIÇÃO DOS GRUPOS Grupo 1: Adimar Leonel Souto COOPERTRIL São Francisco de Sales Agnaldo José da Silva SICOOB - Uberaba Anuar Ferreira Diniz COOPERTRIL São Francisco de Sales Ronaldo Siqueira Santos CREDICOPA Patos de Minas Grupo 2: Fernando Nogueira de Oliveira COOPERMONTE Monte Carmelo Ivanir de Oliveira Junior CALU - Uberlândia Marino Santos de Resende CALU - Uberlândia Silmon Vilela C. Junqueira CREDIPONTAL - Ituiutaba Grupo 3: Fábio Stefânio Rocha Lima AGROVERDE Campina Verde Gercino Antonio Martins COPLIN Iraí de Minas Adilson Paulo Pereira COIND - Araxá Alessandro Henrique de Souza COIND Araxá Cenyldes Moura Vieira CALU - Uberlândia Grupo 4: Adilson Ferreira dos Santos COIND - Araxá Silvan Antonio dos Santos AGROVERDE Campina Verde Marciley Junior de Souza COPLIN Irai de Minas Miriam Vieira R. de Lima UNIPSICO - Uberlândia Kelly Saraiva UNIPSICO - Uberlândia Grupo 5: Ramiro Rodrigues Jr ARACOOP Araguari Renato Ribeiro de Freitas CREDIPONTAL Ituiutaba Alceu Gomes do Amaral COOPROLEITE - Coromandel Luiz Fernando da Silva COIND Araxá Assinaram presença e não figuram nos grupos: José Altamir Braga Sicoob Credicopa Marcus Augusto Machado Martins Sicoob Credicopa Roldão Alves Ferreira Filho Sicoob Creditril Helvécio Barbosa Coelho Sicoob Credicopa
3 REPRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL Análise e priorização dos principais desafios que o Sistema terá que enfrentar nos próximos 10 anos, no que concerne à Representação Institucional? Prioridade: Muito Alta (4); Alta (3); Baixa(2); Muito Baixa (1) Principais Desafios Urgência Relevância 1. Aperfeiçoar a sua legitimidade como representante legal do Sistema e apoiador permanente das cooperativas 2. Registrar na Junta Comercial (SEDE) somente cooperativas registradas na OCEMG, mantendo a um unicidade e a credibilidade 3. Promover a Comunicação para a educação e difusão da imagem do Sistema Apoiar a Integração dos ramos de menor capacidade operacional (3) 2 (4)2 5. Contribuir para o fortalecimento das entidades 2º e 3º grau Defesa de questões relevantes de segmentos de cooperativas (ex: tributos) 2. Contribuição dos grupos de que a pontuação para o item 4 seria 3 e 4 3. Os ramos de menor capacidade precisam de apoio também
4 CAPACITAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL Análise e priorização dos principais desafios que o Sistema terá que enfrentar nos próximos 10 anos, no que concerne à Capacitação e Formação Profissional? Prioridade: Muito Alta (4); Alta (3); Baixa(2); Muito Baixa (1) Principais Desafios Urgência Relevância 1. Promover ações regionalizadas de interesse comum Criar a Academia do Cooperativismo como centro de referência, em geração sistematização e difusão do conhecimento para as cooperativas (4)3 (4)3 3. Formar líderes para promover um cooperativismo competitivo e sustentável 4. Promover a permanente Integração dos dirigentes cooperativistas visando parcerias para a excelência 5. Contribuir com a implantação de sistemas focados na melhoria contínua dos processos, capacitando as cooperativas para avanços tecnológicos e aproveitamento das oportunidades (4) Defesa de questões relevantes de segmentos de cooperativas (ex: tributos) 2. Retenção de talentos, além de formar os líderes (3) 3. Repensar a integração 4. Conhecimento é adquirido, não hereditário."
5 ACOMPANHAMENTO DE COOPERATIVAS Análise e priorização dos principais desafios que o Sistema terá que enfrentar nos próximos 10 anos, no que concerne ao Acompanhamento de Cooperativas (Monitoramento)? Prioridade: Muito Alta (4); Alta (3); Baixa(2); Muito Baixa (1) Principais Desafios Urgência Relevância 1. Conquistar a confiança das cooperativas, visando o fornecimento de dados que gerem informações para o monitoramento das cooperativas e a auto gestão do Sistema 2. Identificar e desenvolver indicadores confiáveis do desempenho cooperativo. 3. Desenvolver ou identificar um sistema informatizado que de agilidade e confiabilidade no processamento e nos resultados. 4. Capacitar profissionais nas cooperativas para identificar e processar dados para subsidiar o monitoramento. 5. Assegurar o sigilo dos dados e informações, bem como a certeza da utilidade para as cooperativas. 3 4 (4) Assessorar as cooperativas visando a melhoria dos seus indicadores 2 e 4
6 PROMOÇÃO SOCIAL Análise e priorização dos principais desafios que o Sistema terá que enfrentar nos próximos 10 anos, no que concerne à Promoção Social? É o desenvolvimento de ações que favoreçam um estilo de vida saudável e possibilitem o alcance da melhoria da qualidade de vida dos empregados das cooperativas, associados e familiares Prioridade: Muito Alta (4); Alta (3); Baixa(2); Muito Baixa (1) Principais Desafios Urgência Relevância 1. Fortalecer a imagem do Sistema como uma instituição promotora do bem estar econômico e social. 2. Consolidar o Balanço Social e a Demonstração de Valor Adicionado (DVA) como instrumentos de gestão e de transparência do Sistema 3. Priorizar ações que valorizem e divulguem mais o cooperativismo inclusive nas comunidades e no ambiente escolar. 4. Desenvolver instrumentos que promovam a participação ativa dos cooperados visando a organização do quadro social 5. Estimular a realização de iniciativas que promovam o fortalecimento dos laços de cooperação entre as pessoas Estimular os laços de cooperação entre as cooperativas para minimizar a ação predatória
7 QUESTÃO SINDICAL Análise e priorização dos principais desafios que o Sistema terá que enfrentar nos próximos 10 anos, no que concerne à questão Sindical? Prioridade: Muito Alta (4); Alta (3); Baixa(2); Muito Baixa (1) Principais Desafios Urgência Relevância 1. Ser referência em assuntos ligados à segurança jurídica, atuando de forma preventiva e corretiva. 2. Sensibilizar os dirigentes e cooperados das cooperativas para a importância da representação política e sindical do Sistema na solução das demandas Ampliar os instrumentos de ação sindical, principalmente junto ao poder judiciário, na defesa dos interesses das cooperativas Tornar a CNCOOP - CONFEDERAÇÃO NACIONAL DAS COOPERATIVAS, um instrumento legítimo para mover ações de inconstitucionalidade perante o Supremo, e para participar dos fóruns nacionais de interesse do cooperativismo. 5. Expansão da atuação do sindicato a todos os ramos 4 e 4
8 INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS Quais são os agentes e instituições públicas e privadas com maior capacidade e velocidade de apoiar o Sistema na superação desses desafios? PRINCIPAIS PARCEIROS 1. Sistema S como parceiro nas atividades de intercooperação. 2. Instituições internacionais na busca de conhecimentos de fronteira úteis e aplicáveis nas cooperativas. 3. Instrutores internos na troca de experiências que contribuam para o aprimoramento do Sistema. 4. Universidades, Centros de Pesquisa e de Fomento, Escolas e outras instituições públicas e privadas para o desenvolvimento de atividades geradoras de novas tecnologias. 1. Os meios de comunicação Mídia para divulgação do cooperativismo 2. SENAR Extensão rural
9 AGENDA DE CURTO PRAZO 1 Qual deve ser a agenda de curto prazo do Sistema nos próximos 12 meses? Por onde começar? 1 1. Gerar informações,através do Plano Diretor, que favoreçam a segurança, nas adesões de apoio ao Sistema, por visualizar os passos mais próximos, aos quais as cooperativas estarão aderindo. 2. Criar uma mensagem subliminar de confiança e esperança. 3. Capacitação profissional dos dirigentes 4. Avaliação da atual forma de atuação da OCEMG/SESCOOP na área de capacitação profissional. 5. Interagir com os instrutores do Sistema, de forma sistemática e participativa 6. Fortalecer a ação sindical 7. Desenvolver um programa de capacitação de lideranças cooperativistas; 8. Desenvolver um programa de fortalecimento e difusão das Frentes Parlamentares 9. Modernização do Marco Regulatório 10. Verificação e implementação dos principais canais de comunicação existentes entre o Sistema e as suas cooperativas, como também entre as cooperativas e seus cooperados; 11. Diagnosticar os gargalos comuns existentes nas cooperativas para aprimorar as práticas de formação profissional; 12. Intensificar o trabalho de fortalecimento das singulares e Federações: conhecer as forças, fraquezas, ameaças e oportunidades
10 AGENDA DE CURTO PRAZO 2 Qual deve ser a agenda de curto prazo do Sistema nos próximos 12 meses? Por onde começar? Promoção de rodadas de negócios entre as cooperativas; (Intercooperação) 14. Reforçar estrategicamente a formação dos conselhos consultivos dos ramos na OCEMG, para direcionar as tomadas de decisões com vistas para a base, trazendo ainda mais legitimidade e eficiência; 15. Encontro de dirigentes (conjunta e por ramos) promover gestão do conhecimento; 16. Ações de alinhamento contábil; (plano de contas); 17. Revisão da política de investimento com participação 18. Educação cooperativista, envolvendo as instituições oficiais 19. Investimento em comunicação com resultados eficientes 20. Proporcionar as cooperativas orientações para que construam modelos que oferecerem aos associados a melhor relação preço/qualidade 21. Estimular as cooperativas a aumentar a participação no mercado 22. Orientar as cooperativas na geração de resultados sustentáveis 23. Ter uma equipe de alto nível que preste orientação técnica com segurança
11 Consultor: Mauricio Landi Pereira
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