RELATÓRIO JUIZ DE FORA
|
|
|
- Vergílio Figueira Bastos
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 RELATÓRIO JUIZ DE FORA
2 GRUPOS PARTICIPANTES Grupo 1 Bruno Peorette- BDCredi Aristeu Amurim de Souza - Coprinf João Carmanini Dutra - Cooperativa Montenegro Adão Moireira da Silva - Cooperman Ivander Matos Vieira Grupo 2 Tamara - Cooperman Luiz Alberto - Coprinf Adriano - Cotemb José Nilton-LAC Maria Inês- Uniodonto Grupo 3 Candeia- Cooperman Roberto - Copetrans Rodrigo - Cotemp Patricia - BDCredi Welervon- Unimed Adalberto- Credimata Grupo 4 José Henrique - Cooperman André - Cooprav Mauro - Cooprav Rafael - Cotemb Magali- Uniodonto Cláudio - Cocban Grupo 5 Luciana Pereira - Coprinf Marcos José Pinto - Coopcena José Sáviode Souza -Coopraf William Cipriani Costa - Cootemb Renivaldo Renato Bagero- Coopcav Angela Luis Aragão- Coopermat Delcidio José Junior - Cotransmur Ailton J. Oliveira - Cotransmur
3 REPRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL Análise e priorização dos principais desafios que o Sistema terá que enfrentar nos próximos 10 anos, no que concerne à Representação Institucional? Representação política institucional, constitui a razão de ser da OCEMG, como representante da OCB em Minas, cabendo-lhe a responsabilidade por promover, fomentar e defender o Sistema Prioridade: Muito Alta (4); Alta (3); Baixa(2); Muito Baixa (1) Principais Desafios 1. Aperfeiçoar a sua legitimidade como representante legal do Sistema e apoiador permanente das cooperativas 2. Registrar na Junta Comercial (SEDE) somente cooperativas registradas na OCEMG, mantendo a unicidade e a credibilidade 3. Promover a Comunicação para a educação e difusão da imagem do Sistema Urgência Relevância Apoiar a Integração dos ramos de menor capacidade operacional Contribuir para o fortalecimento das entidades 2º e 3º grau 3 3 Julgamos que a questão da Junta é de urgência, pois existem muitas falsas cooperativas. Maior integração entre a JUCEMG e a OCEMG. Ter cuidado com a burocracia, pois estes processos são lentos.
4 CAPACITAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL Análise e priorização dos principais desafios que o Sistema terá que enfrentar nos próximos 10 anos, no que concerne à Capacitação e Formação Profissional? Prioridade: Muito Alta (4); Alta (3); Baixa(2); Muito Baixa (1) Principais Desafios Urgência Relevância 1. Promover ações regionalizadas de interesse comum Criar a Academia do Cooperativismo como centro de referência, em geração sistematização e difusão do conhecimentos para as cooperativas 3. Formar líderes para promover um cooperativismo competitivo e sustentável 4. Promover a permanente Integração dos dirigentes cooperativista visando parcerias para a excelência 5. Contribuir com a implantação de sistemas focados na melhoria contínua dos processos, capacitando as cooperativas para avanços tecnológicos e aproveitamento das oportunidades Estender a iniciativa da academia para mais regiões, incluindo a Zona da Mata.
5 ACOMPANHAMENTO DE COOPERATIVAS Análise e priorização dos principais desafios que o Sistema terá que enfrentar nos próximos 10 anos, no que concerne ao Acompanhamento de Cooperativas (Monitoramento)? É o acompanhamento cadastral e do desempenho gerencial da cooperativa dentro da boas normas de governança e no cumprimento da legislação Prioridade: Muito Alta (4); Alta (3); Baixa(2); Muito Baixa (1) Principais Desafios Urgência Relevância 1. Conquistar a confiança das cooperativas, visando o fornecimento de dados que gerem informações para o monitoramento das cooperativas e a auto gestão do Sistema 2. Identificar e desenvolver indicadores confiáveis do desempenho cooperativo. 3. Desenvolver ou identificar um sistema informatizado que de agilidade e confiabilidade no processamento e nos resultados. 4. Capacitar profissionais nas cooperativas para identificar e processar dados para subsidiar o monitoramento. 5. Assegurar osigilodos dadoseinformações, bem comoacerteza da utilidade para as cooperativas. Divulgar para fortalecer.
6 PROMOÇÃO SOCIAL Análise e priorização dos principais desafios que o Sistema terá que enfrentar nos próximos 10 anos, no que concerne à Promoção Social? É o desenvolvimento de ações que favoreçam um estilo de vida saudável e possibilitem o alcance da melhoria da qualidade de vida dos empregados das cooperativas, associados e familiares Prioridade: Muito Alta (4); Alta (3); Baixa(2); Muito Baixa (1) Principais Desafios Urgência Relevância Fortalecer a imagem do Sistema como uma instituição promotora do bem estar econômico e social. Consolidar o Balanço Social e a Demonstração de Valor Adicionado (DVA) como instrumentos de gestão e de transparência do Sistema Priorizar ações que valorizem e divulguem mais o cooperativismo inclusive nas comunidades e no ambiente escolar. Desenvolver instrumentos que promovam a participação ativa dos cooperados visando a organização do quadro social Estimular a realização de iniciativas que promovam o fortalecimento dos laços de cooperação entre as pessoas Desenvolver os familiares dos cooperados, com parceria Sebrae, Senai, cursos profissionalizantes, convênios para desconto, etc. Divulgar mais como cooperativa; É importante demonstrar as ações.
7 QUESTÃO SINDICAL Análise e priorização dos principais desafios que o Sistema terá que enfrentar nos próximos 10 anos, no que concerne à questão Sindical? FECOOP-SULENE, tem a responsabilidade de representar, na área Sindical-Patronal, as cooperativas. Prioridade: Muito Alta (4); Alta (3); Baixa(2); Muito Baixa (1) Principais Desafios 1. Ser referência em assuntos ligados à segurança jurídica, atuando de forma preventiva e corretiva. Urgência Relevância 2. Sensibilizar os dirigentes e cooperados das cooperativas para a importância da representação política e sindical do Sistema na solução das demandas. 3. Ampliar os instrumentos de ação sindical, principalmente junto ao poder judiciário, na defesa dos interesses das cooperativas. 4. Fortalecer a CNCOOP - CONFEDERAÇÃO NACIONAL DAS COOPERATIVAS, um instrumento legítimo para mover ações de inconstitucionalidade perante o Supremo, e para participar dos fóruns nacionais de interesse do cooperativismo. Atentar para procedimentos com os órgãos públicos, federal, estadual, etc. Padronização. Os dirigentes deixam de trabalhar pois vivem apagando incêndio, pois não existem profissionais para orientá-los. Ter um padrão junto aos órgãos.
8 INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS Quais são os agentes e instituições públicas e privadas com maior capacidade e velocidade de apoiar o Sistema na superação desses desafios? PRINCIPAIS PARCEIROS 1. Sistema S como parceiro nas atividades de intercooperação. 2. Instituições internacionais na busca de conhecimentos de fronteira úteis e aplicáveis nas cooperativas. 3. Instrutores internos na troca de experiências que contribuam para o aprimoramento do Sistema. 4. Universidades, Centros de Pesquisa e de Fomento, Escolas e outras instituições públicas e privadas para o desenvolvimento de atividades geradoras de novas tecnologias. OUTROS PARCEIROS Representações regionais agencias nacionais como parceiros, instruindo em vez de punir ministério da educação par incluir a disciplina na grade - prefeitura; UFJF, Instituições financeiras, convênios com a iniciativa privada. Prefeituras Ministério da Educação: Para incluir a obrigatoriedade da disciplina cooperativismo na grade curricular. IFET Sudeste em parceria com as cooperativas agropecuárias com cursos nas áreas agrícolas, incentivando a produção rural. Criação de representações regionais visando entenderas necessidades existentes nas cooperativas e trabalhar todas as suas potencialidades
9 AGENDA DE CURTO PRAZO 1 Qual deve ser a agenda de curto prazo do Sistema nos próximos 12 meses? Por onde começar? 1. Gerar informações,através do Plano Diretor, que favoreçam a segurança, nas adesões de apoio ao Sistema, por visualizar os passos mais próximos, aos quais as cooperativas estarão aderindo. 2. Criar uma mensagem subliminar de confiança e esperança. 3. Capacitação profissional dos dirigentes 4. Avaliação da atual forma de atuação da OCEMG/SESCOOP na área de capacitação profissional. 5. Interagir com os instrutores do Sistema, de forma sistemática e participativa 6. Fortalecer a ação sindical 7. Desenvolver um programa de capacitação de lideranças cooperativistas; 8. Desenvolver um programa de fortalecimento e difusão das Frentes Parlamentares 9. Modernização do Marco Regulatório 10. Verificação e implementação dos principais canais de comunicação existentes entre o Sistema e as suas cooperativas, como também entre as cooperativas e seus cooperados; 11. Diagnosticar os gargalos comuns existentes nas cooperativas para aprimorar as práticas de formação profissional; 12. Intensificar o trabalho de fortalecimento das singulares e Federações: conhecer as forças, fraquezas, ameaças e oportunidades
10 AGENDA DE CURTO PRAZO 2 Qual deve ser a agenda de curto prazo do Sistema nos próximos 12 meses? Por onde começar? 13. Promoção de rodadas de negócios entre as cooperativas; (Intercooperação) 14. Reforçar estrategicamente a formação dos conselhos consultivos dos ramos na OCEMG, para direcionar as tomadas de decisões com vistas para a base, trazendo ainda mais legitimidade e eficiência; 15. Encontro de dirigentes (conjunta e por ramos) promover gestão do conhecimento; 16. Ações de alinhamento contábil; (plano de contas); 17. Revisão da política de investimento com participação 18. Educação cooperativista, envolvendo as instituições oficiais 19. Investimento em comunicação com resultados eficientes 20. Proporcionar as cooperativas orientações para que construam modelos que oferecerem aos associados a melhor relação preço/qualidade 21. Estimular as cooperativas a aumentar a participação no mercado 22. Orientar as cooperativas na geração de resultados sustentáveis 23. Ter uma equipe de alto nível que preste orientação técnica com segurança
11 Consultor: Benedito Nunes Rosa
CADERNO DE ATIVIDADES
CADERNO DE ATIVIDADES PRIORIDADES DO PLANO DIRETOR 4 ANOS Considerando os... Desafios Desafios Desafios Desafios Desafios Defina em grupo as prioridades, segundo os critérios de... PRIORIDADES DO PLANO
ENCONTRO DE DIRIGENTES GOVERNADOR VALADARES 09 de maio de 2013
ENCONTRO DE DIRIGENTES GOVERNADOR VALADARES 09 de maio de 2013 Sistema Ocemg: Ronaldo Scucato, Thais Leite e Douglas Dornelas Consultores: Maurício Landi e Benedito Nunes OCB: Emanuel Malta 17 participantes
Relatório Uberlândia
Relatório Uberlândia COMPOSIÇÃO DOS GRUPOS Grupo 1: Adimar Leonel Souto COOPERTRIL São Francisco de Sales Agnaldo José da Silva SICOOB - Uberaba Anuar Ferreira Diniz COOPERTRIL São Francisco de Sales Ronaldo
Sistema OCB. Você participa. Todos crescem.
Sistema OCB. Você participa. Todos crescem. COOPERATIVISMO NO MUNDO COOPERATIVISMO NO MUNDO HOJE 1 a cada 7 PESSOAS no mundo são associadas a COOPERATIVAS Se as 300 maiores cooperativas do mundo fossem
Agenda da MEI :
Agenda da MEI 2019-2020: Inovar para desenvolver a indústria do futuro Pedro Wongtschowski Presidente do Conselho de Administração do Ultrapar e Líder da MEI 23 de novembro de 2018 Países líderes em inovação
APRESENTAÇÃO. Ronaldo Scucato Presidente do Sistema OCEMG
APRESENTAÇÃO O II Plano Diretor- 2013 à 2017, em coerência com as diretrizes da OCB e dentro de uma linha participativa, tem por propósito traçar novos rumos e direcionamentos para o Sistema OCEMG, tendo
Política de Sustentabilidade Introdução
Introdução Para a Unimed Cascavel, cooperativa de trabalho médico que desenvolve planejamento estratégico, o compromisso com a sustentabilidade é inerente ao negócio. Esse posicionamento está em nossa
O próximo grande salto evolutivo da humanidade será a descoberta de que cooperar é melhor que competir. Pietro Ubaldi
O próximo grande salto evolutivo da humanidade será a descoberta de que cooperar é melhor que competir. Pietro Ubaldi Começamos a esquecer que somos cooperativas concorrendo com empresas do mercado. Não
Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial
1 2 Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - Sebrae Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial Brasília DF 3 2017 Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE
Documento: Iniciativas, Ações e Atividades do Plano Estratégico Data:
Documento:, e Atividades do Plano Estratégico 2016 Data: 19-11-2015 Responsáveis: Heloisa Bedicks / Adriane de Almeida / Emilio Martos Propósito IBGC Ser referência em governança corporativa, contribuindo
Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais FIEMG
Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais FIEMG Vídeo: A Força de quem FAZ O SISTEMA FIEMG A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais representa as indústrias do Estado e atua na defesa
Para o turista chegar e querer voltar, o empresário tem que querer melhorar. MEDE - Turismo: inovação e competitividade com foco em resultados.
Para o turista chegar e querer voltar, o empresário tem que querer melhorar. MEDE - Turismo: inovação e competitividade com foco em resultados. O MEDE é um plano de atendimento especializado do SEBRAE
Diretoria Executiva Gestão Eudes de Freitas Aquino Presidente. Orestes Barrozo Medeiros Pullin Vice-Presidente
Diretoria Executiva Gestão 2013 2017 Eudes de Freitas Aquino Presidente Orestes Barrozo Medeiros Pullin Vice-Presidente João Saad Diretor Administrativo Euclides Malta Carpi Diretor Financeiro Valdmário
Compliance aplicado às cooperativas
Compliance aplicado às cooperativas A implantação do Programa na Unimed-BH Outubro de 2016 Unimed BH 45 anos Nossa Unimed bem cuidada para cuidar bem de você Unimed-BH 1ª operadora de plano de saúde de
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA NACIONAL DE ARTICULAÇÃO SOCIAL
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA NACIONAL DE ARTICULAÇÃO SOCIAL TERMO DE ADESÃO AO COMPROMISSO NACIONAL PELA PARTICIPAÇÃO SOCIAL O Município (NOME), representado
Parceria entre Codevasf e Mapa beneficiará irrigantes com apoio
Cerca de 11 mil produtores agrícolas dos projetos públicos de irrigação mantidos pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) serão beneficiados com acordo de cooperação
Excelência na Gestão
Mapa Estratégico 2012-2014 Visão Até 2014, ser referência no atendimento ao público, na fiscalização e na valorização das profissões tecnológicas, reconhecido pelos profissionais, empresas, instituições
Sistemas de Responsabilidade Pública para Medir, Monitorar e Informar sobre Políticas Urbanas Sustentáveis na América Latina
Sistemas de Responsabilidade Pública para Medir, Monitorar e Informar sobre Políticas Urbanas Sustentáveis na América Latina Luciana Tuszel [email protected] 1. A AGENDA 2030 2. O PROJETO DO
CHAPA 1. Proposta Bienal de Trabalho Diretoria do Gemar Marques do Herval Escoteiros do Brasil - Rio Grande do Sul
Proposta Bienal de Trabalho Diretoria do Gemar Marques do Herval - 139 Escoteiros do Brasil - Rio Grande do Sul CHAPA 1 Diretor Presidente: Ângelo Gamba (Chefe Fá) Diretor Administrativo: Vanderlei Cesca
CARTA DE PRINCÍPIOS Indústria Brasileira de Árvores (Ibá)
CARTA DE PRINCÍPIOS Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) A Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), entidade que representa institucionalmente as principais empresas do setor de árvores plantadas, criada
Atuação Responsável Compromisso com a sustentabilidade. Atuação Responsável Um compromisso da Indústria Química
Atuação Responsável Compromisso com a sustentabilidade O Atuação Responsável é uma ética empresarial, compartilhada pelas empresas associadas à Abiquim Missão do Atuação Responsável Promover o aperfeiçoamento
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa. Planejamento Estratégico
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa Planejamento Estratégico Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa 2015-2019 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 03 2 PREMISSAS...
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Construindo pontes para o futuro
RESUMO O desenvolvimento da prática do Planejamento Estratégico em organizações públicas representa o comportamento estratégico que cria valor público, é o processo de responsabilidade coletiva de dispor
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Banco Cooperativo Sicredi S.A. Versão: Julho/2015 Página 1 de 1 1 INTRODUÇÃO O Sicredi é um sistema de crédito cooperativo que valoriza a
MATRIZ 4: ESTRATÉGIA NACIONAL DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS SECRETARIA NACIONAL DE PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MATRIZ 4: ESTRATÉGIA NACIONAL DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL CARTA
Projetos para os municípios Motivação
PROJETOS Projetos para os municípios Motivação A FNP é referência na interlocução com os municípios, envolvendo diretamente os prefeitos e prefeitas na coordenação política dos projetos. Por isso, é constantemente
Acordo de Acionistas NORMA DE da CPFL Energia S.A. ENGAJAMENTO
Acordo de Acionistas NORMA DE da CPFL Energia S.A. ENGAJAMENTO Atual DE Denominação PÚBLICOS Social DE da Draft II Participações INTERESSE S.A. Sumário Introdução 3 Objetivo da Norma 4 Conceitos básicos
Plano Estratégico Sicoob São Miguel PLANO ESTRATÉGICO
PLANO SUMÁRIO 1. Introdução... 3 2. Metodologia... 4 3. Missão do Sicoob São Miguel... 5 4. Visão do Sicoob São Miguel... 6 4.1. Macro Objetivos da Visão... 6 5. Valores do Sicoob São Miguel... 7 5.1.
Para a Unimed, sustentabilidade significa o equilíbrio entre SAÚDE AMBIENTAL, SAÚDE SOCIAL e SAÚDE ECONÔMICA.
SUSTENTABILIDADE Para a Unimed, sustentabilidade significa o equilíbrio entre SAÚDE AMBIENTAL, SAÚDE SOCIAL e SAÚDE ECONÔMICA. Na busca deste equilíbrio, propõe-se a reduzir resíduos e emissões, estimular
2.1 As ações deste projeto serão desenvolvidas nos seguintes estados: RS, SC, PR, SP, RJ, ES, SE, AL, RN, PB e CE.
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE SECRETARIA DE EXTRATIVISMO E DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL GERÊNCIA DE REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL Assunto: Origem: PROJETO
Observatório da Responsabilidade Social e Instituições de Ensino Superior
ORSIES Observatório da Responsabilidade Social e Instituições de Ensino Superior O ORSIES é uma rede colaborativa que pretende fomentar a responsabilidade social das Instituições de Ensino Superior e promover
Nove áreas temáticas do programa
Nove áreas temáticas do programa Com base no Plano de Ação FLEGT da União Europeia, a gerência do programa estabeleceu nove áreas temáticas apoiadas pelo programa. Sob cada tema, há uma lista indicativa
Aciência e a tecnologia são pré-requisitos necessários ao processo de
INSTITUTO EUVALDO LODI - IEL/MG MENSAGEM INSTITUCIONAL Maria Celeste Reis Lobo de Vasconcelos* Aciência e a tecnologia são pré-requisitos necessários ao processo de desenvolvimento econômico e social de
Encontro das Cooperativas do Ramo Trabalho
Encontro das Cooperativas do Ramo Trabalho RESULTADO DAS OFICINAS HEBERT LUIZ FERREIRA REDECOOP GESTÃO E NEGÓCIOS COOPERATIVOS 21 de Maio de 2015 SALVADOR/BA O Facilitador: Hebert Luiz Ferreira Administrador
PROGRAMAS ESTRUTURANTES E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS
PROGRAMAS ESTRUTURANTES E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS AGENDA 1. Reflexão participação da comunidade 2. Redefinição dos Programas Estruturantes 3. Reorganização dos 4. Redefinição dos 5. Novo Calendário de Entregas
Criando Conhecimento e Desenvolvendo Competências ESCOLA DE GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL
Criando Conhecimento e Desenvolvendo Competências ESCOLA DE GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL Plano de Trabalho 2013 PALAVRA DO PRESIDENTE Desde 2007, os municípios de Santa Catarina contam com a Escola de Gestão
Programa Municípios Sustentáveis
Programa Municípios Sustentáveis Objetivo geral: Promover o desenvolvimento sustentável dos municípios da Amazônia Mato-grossense, através do fortalecimento da economia local, da melhoria da governança
Missão. Visão. Objetivos Estratégicos (OE)
Identidade Organizacional - Acesso à informação - IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos R O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) é uma autarquia
SÍNTESE DO DIAGNÓSTICO SETORIAL E PROPOSTA AÇÕES
SÍNTESE DO DIAGNÓSTICO SETORIAL E PROPOSTA AÇÕES Sumário Introdução Desafios Identificados Propostas de Ações Conclusão 2 Sumário Introdução Desafios Identificados Propostas de Ações Conclusão 3 Introdução
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE VELA 2017 / cbvela.org.br. Fornecedor Oficial
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE VELA 2017 / 2020 Patrocinador Oficial cbvela.org.br @cbvelaoficial Parceiro Oficial /cbvela Fornecedor Oficial Rio de Janeiro (RJ), 27 de junho de
Mapa Estratégico CRA - ES
Processos Internos Recursos Resultado Mercado Ambiente Interno Forças Fraquezas 09/08/2016 Mapa Estratégico CRA - ES Visão (2015 2019) Missão e Visão A Atendimento à legislação (Aumentar arrecadações)
Agenda 2030 Brasil Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) Alinhamento de Políticas Públicas aos ODS
Agenda 2030 Brasil Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) Alinhamento de Políticas Públicas aos ODS Construção da Agenda 2030 2012 2015 2000 ODM Agenda 2030 Brasil A Agenda 2030 visa ao alcance
Contribuição do Sistema Unimed para a Sustentabilidade do Setor Saúde
Contribuição do Sistema Unimed para a Sustentabilidade do Setor Saúde Política Nacional de Sustentabilidade Lançada em 2001 como Política de Responsabilidade Social Comitê Nacional de Sustentabilidade
Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul
Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul Marcelo De Nardi Porto Alegre, 04 de julho de 2011. CONTEXTUALIZAÇÃO Poder Judiciário no Contexto da Gestão Pública Nacional Processos
NOTA TÉCNICA/GRETNIGEP- ` )t 12015
Correios NOTA TÉCNICA/GRETNIGEP- ` )t 12015 DESTINO: Vice-Presidência de Gestão de Pessoas ASSUNTO: Programa Diversidade, Inclusão e Direitos Humanos Subtítulo 1 Diversidade, Inclusão e Direitos Humanos
Cenário Político e Cooperativismo. Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil
Cenário Político e Cooperativismo Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil Fórum Político Nacional Unimed Brasília/DF 24. Fev. 2015 IDENTIDADE Uma cooperativa é uma associação autónoma
1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing do Sicoob:
1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing do Sicoob: a) visa estabelecer diretrizes sistêmicas aplicáveis à execução do Planejamento Estratégico em vigência, no que se refere às ações de
Rev.: 02 Elaborado por: GT Política de Comunicação da Previnorte Aprovado por: DEX/RD nº 052/17 de 26/06/2017 Página 1 de 7
Aprovado por: DEX/RD nº 052/17 de 26/06/2017 Página 1 de 7 1. Objetivos Orientar, coordenar e desenvolver as ações de comunicação organizacional da Previnorte, alinhadas aos planos e políticas institucionais,
Orgânicos e a Economia verde: Oportunidade e desafios.
Orgânicos e a Economia verde: Oportunidade e desafios. Objetivo Contribuir para o fortalecimento da cadeia produtiva brasileira de alimentos e produtos orgânicos por meio da integração e difusão de informação
Figura 11 - Mapa Estratégico: temas estratégicos para o Plano de Metas MISSÃO VISÃO VALORES
Figura 11 - Mapa Estratégico: temas estratégicos para o Plano de Metas MISSÃO VISÃO VALORES Promover a educação de excelência por meio do ensino, pesquisa e extensão nas diversas áreas do conhecimento
GESTÃO ESTRATÉGICA ORIENTADA PARA RESULTADOS
GESTÃO ESTRATÉGICA ORIENTADA PARA RESULTADOS A experiência SEBRAE GEOR Gestão Estratégica Orientada para Resultados Objetivos Majorar a capacidade do Sistema SEBRAE e seus parceiros produzirem e medirem
TERMO DE REFERENCIA PARA CONTRATAÇÃO CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS
TERMO DE REFERENCIA PARA CONTRATAÇÃO CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS 1. Objetivo geral: Assessorar tecnicamente a gestão e a implementação de políticas e programas relacionadas com as iniciativas governamentais
