1 3 Café [Alimentos e medicamentos]

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1 1 3 Café [Alimentos e medicamentos] 1. Definição da categoria Grãos de café (grãos não torrados: nota 1; grãos torrados: nota 2) café instantâneo e extrato de café (nota 3). Números de HS Commodity , Grão de café verde , Café normal , Café instantâneo , , , Extrato e essência de café Nota 1: os grãos de café são retirados de sua casca externa, a polpa e a casca interna então são desidratadas ou de outra forma processadas usando somente parte da semente. Nota2: inclui grãos de café torrados moídos ou misturados. Normalmente conhecido como café comum. Nota3: o extrato é retirado do grão de café e armazenado como um concentrado. Utilizado comercialmente em alimentos processados tais como café enlatado e doce de café. 2. Tendências de Importação (1) Tendências recentes na Importação de Café O Japão não produz nenhum tipo de grão de café e, portanto, depende da importação para seu completo suprimento. A maior parte dos grãos de café importados sem processamento (como os grãos verdes), então são torrados, moídos e embalados para venda posterior. O Japão também importa grãos de café torrados, café instantâneo e extrato de café, mas em quantidade muito menor do que os grãos verdes de café. Em termos de quantidade, a importação dos grãos verdes de café, café comum e café instantâneo não se alterou nos últimos três anos. Em termos de valor, entretanto, a importação do café cresceu gradualmente, em função dos altos preços do mercado internacional. A médio prazo, o volume de importação de grão de café verde depende enormemente da flutuação do preço no mercado internacional. A importação do café instantâneo tem diminuído nos últimos anos. Importação de Café no Japão (Milhões de ienes) Quantidade (tons) Valor (Milhões de ienes) Grãos Verdes de Café Café Comum Café Instantâneo Extrato e Essência de Café Total Unidade: toneladas, Milhões de ienes Valor Valor Valor Valor Valor Fonte: Exportações e Importação no Japão (2) Importações por Local de Origem O Japão importa grãos verdes de café de mais de 40 países. Quase todos são países em desenvolvimento localizados na faixa de 25 graus ao norte e sul do Equador. Os fornecedores principais são Brasil, 17

2 Colômbia e Indonésia. Esses três países fornecem ao Japão aproximadamente 60% de seus grãos verdes de café. Principalmente da Indonésia, o Japão importa grãos do tipo Robusta mais baratos. Os Estados Unidos e o Reino Unido comandam uma liderança esmagadora no café comum e o Brasil em extratos e essência de café. <Grãos Verdes de Café> Os Principais Exportadores de Café para o Japão PAÍS Valor Valor Valor Valor Valor Volume OUTROS 27,1% BRASIL COLÔMBIA INDONÉSIA GUATEMALA ETIÓPIA OUTROS TOTAL Unidade: toneladas, Milhões de ienes <Café Comum> Fonte: Exportações e Importação no Japão ETIÓPIA 7,1% VALOR 1999 GUATEMALA 8,3% INDONÉSIA 13,7% BRASIL 23,3% COLÔMBIA 20,5% PAÍS EUA REINO UNIDO ITÁLIA BÉLGICA SUÍÇA OUTROS TOTAL Unidade: toneladas, Milhões de ienes Valor Valor Valor Valor Valor Volume Fonte: Exportações e Importação no Japão OUTROS 16,9% SUÍÇA 3,5% BÉLGICA 5,8% ITÁLIA 8,6% VALOR 1999 REINO UNIDO 29,8% EUA 35,4% (3) A Participação de Importações no Mercado japonês O Japão depende das importações de todos os seus grãos verdes de café. A maioria esmagadora do café comum e café instantâneo vendida no Japão, entretanto, é produzida domesticamente utilizando grãos importados, então a importação é responsável por uma pequena participação no mercado em termos de produtos finais. A Participação de Importações no Mercado japonês <Café Comum> Produção Interna Produtos Importados Distribuição Interna Participação nas importações <Café Instantâneo> Produtos Interna Produtos Importados Distribuição Interna Participação nas importações Unidade toneladas Fonte Exportações e Importação no Japão 3. O Processo de Importação e Distribuição (1) Regulamentos e Procedimentos no Momento da Importação 1) Procedimentos da Lei de Higiene Alimentar: A importação de grãos verdes de café, café instantâneo e extratos e essências do café no Japão são sujeitas ao disposto na Lei de Higiene Alimentar. 18

3 O importador deve apresentar um Formulário de Notificação Para a Importação de Alimentos, etc. para o Órgão Regulador de Quarentena no porto de entrada. O oficial de quarentena irá examinar os documentos para comprovar sua conformidade com as normas da Lei de Higiene Alimentar. O Formulário de Notificação para Importação de Alimentos, etc. inclui um espaço para relacionar o método de produção. Os importadores devem estar cientes de que o café instantâneo e extratos ou essências do café produzidos, utilizando determinados solventes proibidos não devem ser exportados para o Japão. Verifica-se a presença de coliformes fecais e arsênico, chumbo, etc. nas inspeções sanitárias. Observe que é possível agilizar os procedimentos, providenciando previamente uma inspeção voluntária de um laboratório aprovado pelo Ministério de Saúde e Bem-Estar. Nas inspeções sanitárias, os itens cobertos serão isentos da inspeção. Procedimentos da Lei de Higiene Alimentar: Formulário de notificação para a importação de alimentos, etc. Exame de Documentação Não Necessita de Fiscalização Fiscalização Necessária Se Aprovado Se Não Aprovado (Enviar Plano de Devolução ou Descarte) Para alfândega (Desembaraço Alfandegário) Devolvido ou Descartado (Enviar Retorno ou Relatório de Conclusão de Reembarque) 2) Procedimentos da Lei de Proteção à Flora A importação de grãos verdes de café também está sujeita às provisões da Lei de Proteção à Flora, cuja finalidade é evitar a disseminação de quaisquer plantas nocivas no Japão. Ao chegar ao porto de entrada, o importador deve prontamente apresentar à Agência de Proteção à Flora o Cadastramento para Inspeção de Plantas e Itens Proibidos para Importação juntamente com o Certificado Fitosanitário emitido pela agência governamental competente do país de exportação. Os importadores devem observar que somente determinados portos de entrada são equipados com facilidades para a quarentena de plantas que são designadas para a importação de plantas. Se uma praga for detectada, em seguida será pedido ao importador para descontaminar, descarregar ou retornar para o expedidor. 19

4 Procedimentos da Lei de proteção à Flora Cadastramento para Inspeção de Plantas e Itens Proibidos para Importação Fiscalização da Importação ( Certificado Fitosanitário emitido pela agência governamental competente do País Exportador) Porto de Entrada Designado Se Aprovado Se Não Aprovado Esterilização Devolvido ou Descartado Procedimentos da Lei de Higiene Alimentar 3) Outros Procedimentos Obrigatórios Sob o Acordo Internacional do Café (ICA), um sistema de alocação de exportação foi estabelecido para restringir as exportações dos países membros produtores a fim de tentar estabilizar os preços do café internacional. O Japão faz parte do ICA como um país importador, portanto, costumava requerer determinados procedimentos a serem seguidos mediante este sistema (Consulte nota abaixo). O Acordo Internacional do Café ainda está em vigor (o acordo de 1994 foi estabelecido em março de 1993 e estará em vigor até 30 de setembro de 1999) e o Japão ainda faz parte dele, mas o sistema de alocação de exportação terminou em julho de 1989 em função de problemas em suas aplicações, surgindo dois níveis de preços dos países produtores. Desde então, os procedimentos acima não são requeridos. No presente momento, o Mercado de café está liberado. Determinados procedimentos devem ser seguidos mais uma vez, entretanto, como resultado de um novo acordo pelo Conselho Internacional do Café. Nota: No Japão, os procedimentos são administrados pela Câmara do Comércio do Japão (TEL: ) (2) Regulamentos no Momento da Venda 1) Lei de Higiene Alimentar: Ao vender café, café comum embalado, café instantâneo e extratos ou essências de café devem ser rotulados de acordo com as disposições da lei. Não há rotulagem legalmente obrigatória para grãos verdes de café. A rotulagem existente reflete as práticas do comércio internacional, padrões de câmbio dos atacadistas de café e padrões de países produtores. 2) Lei de Medidas Certos produtos fechados em embalagens ou recipientes, especificados pelo Decreto Ministerial, necessitam indicar seu conteúdo, o nome e endereço do fabricante (importador). O café é um destes produtos. A Lei estipula a rotulagem do conteúdo líquido até uma certa precisão (margem de erro especificada pelo Decreto Ministerial). 20

5 3) Decretos Governamentais Locais Às vezes os governos locais têm requisitos adicionais de rotulagem para derivados do café vendidos em suas jurisdições, mediante seus decretos. 4) Diretrizes para Competição Justa sob o Ato contra Prêmios Não Justificados e Representações Enganosas (Padrão Opcional da Indústria) Mediante este ato, a Conferência do Comércio Justo de Café do Japão adotou diretrizes para competição justa na rotulagem do café comum e instantâneo. Somente os membros, entretanto, são obrigados a rotular seus produtos com base nestas diretrizes. (3) Agência Regulamentar e Contatos Organizacionais Lei de Higiene Alimentar: Divisão de Higiene Alimentar, Agência de Saúde Ambiental, Ministro da Saúde e do Bem-Estar (TEL: ) Lei de proteção à Flora: Divisão de Proteção à Flora, Agência de Proteção à Agricultura, Ministério da Agricultura, Florestal e das Pescas (TEL: ) Lei de Medidas Órgão de Pesos e Medidas, Agência das Indústrias para Informações de Máquinas, Ministério de Comércio e Indústria Internacional (TEL: ) Ato contra Prêmios Não Justificados e Rotulagem Representativa Enganosa Divisão de Comércio Relacionado ao consumidor, Departamento de Práticas de Comercialização, Comissão de Comercialização Justa (TEL: ) Conferência do Comércio Justo de Café do Japão (TEL: ) Acordo Internacional do Café: Agência das Relações Econômicas Internacionais, Agência de Política de Comércio Internacional, Ministério do Comércio e da Indústria Internacional (TEL: ). 4. Procedimentos de Rotulagem (1) Rotulagem Obrigatória por Lei Mediante as leis inspeção sanitária de alimentos e a Lei de Medidas, o café comum, instantâneo, extrato ou essências de café importados e vendidos no Japão devem relacionar os seguintes itens no rótulo do produto: Nome do Produto (exigido pela Lei de Higiene Alimentar) Nome e endereço do produtor (ou importador) (exigido pela Lei de Higiene Alimentar) Volume do conteúdo (exigido pela Lei de Medidas) Em alguns casos, os seguintes itens poderão também ser necessários. Lista de aditivos alimentares, se houver, (exigida pela Lei de Higiene Alimentar) Melhor Consumir Antes de ou Data de Validade mínima (exigido pela Lei de Higiene Alimentar) Entretanto, a rotulagem Melhor Consumir Antes ou a Data de Validade mínima poderá ser omitida, dependendo da categoria do produto (café comum ou café instantâneo e o tipo de recipiente). Os países de origem, para que não haja engano (requisitado pelo Ato contra Prêmios Não Justificados e Rotulagem Representativa Enganosa) 2) Rotulagem Exigida por Decretos Governamentais Locais Mediante o Decreto de proteção do consumidor metropolitano de Tóquio estabelecido pelo governo metropolitano de Tóquio, as seguintes informações devem ser fornecidas nos rótulos para o café instantâneo e café normal: <Café Instantâneo> Lista de ingredientes 21

6 Melhor Consumir Antes de (ou Data de validade mínima): Método de Preservação Cuidados de uso <Café Comum> Lista de ingredientes (incluindo país de origem dos grãos verdes) Melhor Consumir Antes de (ou Data de validade mínima): Método de Preservação Cuidados de uso (3) Rotulagem Industrial Opcional Baseada nas Leis e Regulamentos As diretrizes para competição justa na rotulagem do café comum e instantâneo especificaram os itens do rótulo relacionado abaixo, além de estabelecer os critérios para o uso dos termos tais como café misturado (consulte nota abaixo), qualidade superior e alta qualidade. Nome do Produto Lista de ingredientes (incluindo origem dos grãos verdes) Volume do conteúdo Melhor Consumir Antes de (ou Data de validade mínima): Método de Preservação Cuidados de uso Método de Moagem Nome e endereço do vendedor País de origem, etc. Nota: o uso da frase XX misturado requer um conteúdo de pelo menos 30% de grãos de café daquela variedade 5. Leis e Regulamentos Tributários (1) Taxas Aduaneiras Nível da Taxa (%) HS No. Descrição WTO Geral (Organização Mundial Preferencial do Comércio) 0901 Café, se não torrado ou descafeinado ; cascas de café ; café contendo substitutos de café em qualquer proporção: Café, não torrado: Livre (Livre) (1) Não descafeinado (2) Descafeinado Livre. (Livre) Café, torrado: 20% 12% 10% (1) Não descafeinado *Livre (2) Descafeinado 20% 12% 10% *Livre 2101 Extratos, essências e concentrados de café, chá ou mate, e preparados com uma base de um destes produtos ou com uma base de café, chá ou mate; chicória torrada e outros substitutos de café torrado, extratos, essências e concentrados deste: Extratos, essências e concentrados (1) Contendo adição de açúcar 24% (24%) 15% *Livre -210 (2) Outros 12.3% 8.8% A. Café instantâneo -290 B. Outros 16% 15% Livre Preparados com uma base de extratos, essências ou concentrados ou com uma base de café -110 (1) Contendo adição de açúcar 24% (24%) 15% *Livre -121 (2). Outros 12.3% 8.8% A. Café instantâneo -122 B. Outros 16% 15% Livre Temporária Nota: * Os produtos agrícolas de Países Menos Desenvolvidos são isentos de tributação. Para mais informações sobre como utilizar esta tabela, veja os cronogramas de tributação alfandegária. 22

7 (2) Imposto de Consumo (CIF + Taxas Aduaneiras) x 5% 6. Características do Produto (1) grãos verdes de café Há aproximadamente 200 tipos diferentes de café no mundo. Entretanto, há diferenças no aroma e paladar dependendo das espécies exatas de café, solo e clima do local de origem. Os grãos de café podem ser amplamente classificados como segue: Tipo Árabe Responsável por aproximadamente 3/4 da produção mundial. Originário da Etiópia, mas agora produzido principalmente no Brasil, Colômbia e alguns lugares na América do Sul. Muitas variedades com excelente sabor e aroma. Tipo Robusta Responsável por aproximadamente 1/4 da produção mundial. Originário da região do Congo na África, mas agora produzido na Indonésia, Camarões e muitos outros países da África e Ásia. Os grãos de café Robusta são fortes e resistentes a doenças, com um grão maior do que o tipo arábico, mas geralmente menos saboroso. Tipo Liberiano Originário da Libéria. Inferior aos grãos de café árabe em sabor e aroma, produzidos somente em pouca quantidade. Praticamente não disponível no Japão. O sistema de classificação utilizado no Acordo Internacional do Café (I.C.A.) divide os grãos de café árabe em três amplas subcategorias por local de origem ( Colômbia mild, Other mild e Brazil and Other Arábica ). Junto com o Robusta, o acordo reconhece ao todo quatro categorias de café. A seguinte tabela relaciona os principais locais de origem da maioria das características evidentes dos grãos verdes de café utilizados mais comumente para fazer café comum no Japão. Os grãos de café Robusta são amplamente utilizados para fazer café instantâneo e extrato de café em função de seu alto teor de cafeína e alto rendimento do extrato. Variedade Local de origem Características Moóca Arábia Aroma distinto, suavemente ácido, encorpado Brasileiro América do Sul Sabor moderado, acidez e amargor, rico aroma Colombiano América do Sul Aroma doce, levemente ácido, encorpado Venezuelano América do Sul Levemente ácido, aroma suave, sabor amargo característico Guatemalteco América Central Aroma doce, acidez sutil, excelente sabor Mexicano América Central Acidez e aroma moderados e, paladar refinado Costa Rica América Central Excelente aroma, acidez moderada, paladar refinado Blue Mountain Jamaicano, Antilhas Sabor bem balanceado, produto de alta qualidade Kona Distrito de Kona, Hawaí Alta acidez, aroma doce Robusta Indonésia, África Alta acidez, aroma característico Mandarin Sumatra, Indonésia Encorpado, levemente amargo, sabor refinado Kilimanjaro Tanzânia Alta acidez, aroma doce, sabor refinado (2) café comum, café instantâneo, extratos e essências de café O sabor e aroma do café comum não são somente afetados pelas propriedades do grão do café usado, mas também pela técnica de torrefação. O café misturado, caracterizando uma mistura de diversas variedades de café, é amplamente utilizado no Japão. O café instantâneo é produzido primeiramente utilizando-se um dos seguintes métodos: secagem por congelação ou secagem por pulverização. Uma vez que o café perde um pouco de seu sabor e aroma quando exposto ao aquecimento, a secagem por pulverização em altas temperaturas produz um café de 23

8 qualidade inferior ao café de secagem por congelação, em que o café é processado a uma temperatura de -40 C. O café desidratado por congelação é mais caro, entretanto. Cada fabricante de café possui seus próprios métodos de seleção de grãos e técnicas de mistura, mas há pouca diferença entre o café instantâneo importado, dos instantâneos fabricados no Japão. O sabor e aroma do extrato e essência do café variam não somente pelo tipo de café utilizado, mas também pelo método de extração empregado. O extrato de café brasileiro, normalmente uma variedade importada, possui uma reputação por sua acidez moderada e amargor com rico aroma. 7. O Sistema de Distribuição e Práticas Comerciais do Japão (1) Condições de Mercado no Japão 1) Café em Geral O consumo total de café não é baixo no Japão, mais ainda é bem inferior aos países do ocidente em termos per capita. As possíveis razões para isso devem ser a variedade abundante de bebidas no Japão, ou considerável peso do chá verde, e a variedade de bebidas leves. O café, entretanto, está bem estabelecido como uma bebida diária e acredita-se que o consumo ainda está em processo de crescimento. Uma tendência no passado era que o café comum era principalmente utilizado por restaurantes, etc. e o café instantâneo era utilizado domesticamente, mas nos últimos anos cafeteiras estão sendo mais usadas domesticamente e os consumidores começaram a apreciar, digamos, o produto autêntico, então a demanda por café comum tem aumentado às custas do café instantâneo. 2) Café Comum Como explicado acima, nos últimos anos, tem havido um constante crescimento de café para consumo doméstico - particularmente em grandes latas. Um item particularmente notável do consumo doméstico tem sido o café embalado em cassetes, ou seja, o café com filtros descartáveis para uso como presente. A demanda doméstica, entretanto, parece ter recentemente seu crescimento diminuído. A demanda para uso industrial (fabricação de café enlatado, café gelado) etc. cresceu fortemente em função do grau superior do café enlatado e do interesse em "coisas reais". Os fabricantes estão desenvolvendo novos produtos derivados de café enlatados altamente originais; por exemplo, lançando tipos com "mínimo açúcar" ou "sem açúcar" voltados para a saúde. Recentemente, entretanto, há sinais de que o forte crescimento terminou. As vendas comerciais de café diminuíram no Japão, principalmente pela queda no número de cafeterias em que as pessoas podem se sentar. Mesmo os restaurantes de fast food e as cafeterias em que as pessoas ficam em pé estão comprando menos café do que no passado. Entretanto, os observadores esperam um crescimento na compra de café pelo comércio para uso em escritórios para compensar o declínio nas vendas em estabelecimentos e serviços de alimentos. 3) Café instantâneo O café instantâneo é principalmente para uso doméstico e está sendo prejudicado pelo café comum. (2) Canais de Distribuição 1) Grãos verdes de café O gráfico seguinte ilustra como os grãos verdes de café são processados e distribuídos depois de chegar ao Japão. 24

9 Processamento e Distribuição de Grão Verde de Café País produtor Empresa de comercialização de importação (café instantâneo) Distribuidor de café verde Fabricante Fabricante (torrador de café) Atacadista primário Atacadista primário Fabricante, operador de máquina Atacadista Atacadista secundário Filial Estabelecimento de serviços alimentícios Fabricante de produto alimentício Varejista Varejista Restaurantes (negociantes públicos, lojas de conveniência, lojas de departamento e outros estabelecimentos de serviços alimentícios) (por estabelecimentos de Fast Food, hotéis, restaurantes, cafeterias) Uso doméstico Uso comercial Uso doméstico Uso doméstico Uso para processamento de alimentos Café instantâneo Café comum 2) Café comum O café de uso comercial é freqüentemente torrado e entregue para os estabelecimentos comerciais no mesmo dia. Alguns dos maiores fabricantes de café possuem suas próprias plantações de café em países produtores e estão aptos a importar diretamente grãos verdes de café. A maioria dos fabricantes (torradores de café), entretanto, são operadores muito pequenos que compram os grãos verdes de café dos assim chamados distribuidores de café verdes, torram o café e vendem os grãos torrados em uma área geográfica muito pequena. O café de uso doméstico é vendido tanto como grãos de café torrados ou café moído, pré-embalados ou pesados na sua compra. Atualmente, os produtos pré-embalados detêm uma participação esmagadora nas vendas de café moído. A maior parte do café pré-embalado é distribuída pelos varejistas e é geralmente embalado a vácuo, desoxigenado e/ou descarbonizado para manter o café fresco. O café comum, que é principalmente vendido em supermercados, também é vendido em cooperativas e por pedido além dos canais mencionados anteriormente. Os três maiores fabricantes de café do Japão (UCC-Ueshima Coffee, Key Coffee, e Art Coffee) são responsáveis por mais da metade das vendas comerciais e domésticas de café. 3) Café instantâneo O tamanho do mercado de uso doméstico é estimado em 250 bilhões. Dois proeminentes fabricantes estrangeiros de café (Nestlé e Ajinomoto-General Foods) junto comandam aproximadamente 80% do 25

10 mercado. Somente três empresas produzem seu próprio café instantâneo no Japão: as duas empresas estrangeiras mencionadas anteriormente e uma processadora de café, a Takasago Coffee. Outras empresas de café instantâneo vendem os produtos importados dos fabricantes estrangeiros, compreendendo vinte marcas de varejo e 30 marcas de café a granel. O café a granel não é somente reembalado para venda a varejo, mas também é utilizado para fazer café enlatado e café de máquina. 4) Extratos e essências de café Muito pouco é conhecido sobre o mercado como um todo. O seguinte gráfico ilustra o padrão de distribuição predominante. Canais de Distribuição de Extratos de Café Importado Sociedade mercantil de importação fabricante de bebidas atacadista varejista (3) Pontos para serem considerados ao entrar no mercado japonês pela primeira vez Os grãos verdes de café geralmente são importados em lotes mínimos de 250 sacas, as quais contêm 60Kg. O importador deve pagar as taxas de armazenamento na alfândega enquanto a mercadoria está aguardando o desembaraço da quarentena. É importante calcular cuidadosamente o transporte e outros custos. Os produtores de grãos verdes de café devem escolher um exportador que conheça sobre grãos verdes de café e que se encarregue das rigorosas medidas de controle de qualidade. O café comum torna-se volátil assim que é processado. O café se oxida em contato com o ar, ocasionando a deterioração de sua qualidade. Os especialistas concordam que o café pode permanecer fresco até um ano e meio hermeticamente fechado, mas os futuros importadores ainda precisam tomar cuidado com o adequado controle de qualidade que deve ser seguido durante e depois da importação. 8. Serviço Pós-Vendas O café geralmente não requer serviço pós-venda. 9. Categorias de Produtos Relacionados As seguintes leis e regulamentos aplicam-se a bebidas de café, grãos verdes de café e sementes de cacau. Bebidas à base de café estão sujeitas às normas da Lei de Higiene Alimentar. A indústria adotou as Diretrizes de Comercialização Justa Relacionada à Rotulagem de Bebidas do Café baseada nas leis e regulamentações aplicáveis. Os grãos verdes de café às vezes são levados para o Japão com um item de inovação, e quando isso acontece, tais importações estão sujeitas a requisitos de quarentena da Lei de Proteção à Flora. Observe que a lei proíbe importação de determinados países e regiões especificados (Nota 1). As sementes de cacau estão sujeitas as mesmas provisões da lei de proteção à Flora e lei de higiene alimentar como os grãos verdes de café. O Japão é um signatário do Acordo Internacional de Cacau, mas a abolição das cotas de exportação vigentes anteriormente isenta o Japão da necessidade de seguir os procedimentos administrativos obrigatórios pelo acordo. Nota: áreas com praga de mosca de frutas do mediterrâneo, incluindo África, Américas Central e do Sul e as Ilhas Havaianas. 10. Importações Particulares Diretas Indivíduos podem importar sem restrições quaisquer quantidades de produtos de café que são considerados apropriados para uso pessoal exceto grãos verdes de café. As importações de grãos verdes de café para uso pessoal estão sujeitas às normas da Lei de Proteção à Flora. O importador deve requerer e submeter os materiais para a inspeção na estação de Proteção à Flora conforme designado pelos portos de entrada. 26

11 11. Organizações de Importadores e Indústrias A Associação de Café do Japão inspeciona 5 organizações criadas com a assistência financeira da Organização Internacional de Café (ICO) para promover o uso do café no Japão. Estas organizações vinculam todas as partes da indústria de café no Japão. Todas as Associações de Café do Japão TEL: Associação Japonesa de Importação de Café TEL: Associação Japonesa de Café Verde TEL: Associação Nacional dos Torradores de Café do Japão TEL: Associação Japonesa das Indústrias de Café Comum para Varejo TEL: Associação Japonesa do Café Instantâneo TEL: Conselho Comercial do Café do Japão TEL: Associação de Bebidas a base de Café do Japão TEL:

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