Aplicação de VIPs em Projetos de Capital
|
|
|
- Lavínia Barreiro Alvarenga
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Aplicação de VIPs em Projetos de Capital NEO Consultoria e Serviços Consultor [email protected] Introdução Dentro do universo das práticas de Gerenciamento de Projetos algumas têm se destacado pela sua efetividade e comprovado retorno pela sua aplicação, passando a ser parte importante nos processos de implantação de projetos. Dentre as metodologias de implantação de projetos em uso destaca-se a metodologia FEL. Este termo significa Front End Loading, ou seja, carregamento na extremidade de início, ou melhor, refere-se à busca e coleta de informações no início do desenvolvimento de projetos para termos a certeza de que todas as informações necessárias tenham sido consideradas pela equipe responsável pelo projeto. Este processo define que o projeto deva ser desenvolvido progressivamente e a cada etapa deva passar por uma avaliação denominada gate ou portão de validação para seguir para a etapa seguinte. Para cada gate de passagem a equipe de projeto deve elaborar toda a documentação técnica requerida e reavaliar parâmetros de prazo, custos e desempenho, para ratificar os parâmetros apresentados nos estudos iniciais no Business Plan elaborado para iniciar o projeto. Dentre erros e acertos é possível identificar as práticas que de fato trouxeram resultados positivos para os projetos e dentre elas poderemos identificar aquelas que devem ser repetidas pelo retorno comprovado de sua aplicação. Dentro da Metodologia FEL (Front End Loading) algumas destas Melhores Práticas são identificadas como VIPs Value Improvement Practices (Práticas de Melhoria de Valor). Quanto melhor estruturado for o fluxograma de elaboração de atividades e, portanto, de preparação da documentação requerida para cada um dos gates previstos na metodologia, maior será a possibilidade de sucesso na implantação do projeto. A estrutura básica para esta metodologia, apresentada na Figura 1, passa por cinco etapas (algumas empresas apresentam ligeiras variações do número de etapas bem como quanto a limites entre uma etapa e outra). A estrutura apresentada Figura 1 segue a base do IPA ( Independent Project Analysis ), empresa de benchmarking internacional que tem como objetivo a avaliação do estágio de preparação para implantação de projetos de capital. Portanto, as cinco etapas de desenvolvimento da Metodologia FEL são: 1. FEL 1 Planejamento do Negócio, onde são levantadas as necessidades globais do Cliente (interno ou externo) e avaliadas as possibilidades de sucesso do investimento. 2. FEL 2 Planejamento das Instalações, quando são definidos os tipos de instalações para atender àquela necessidade de negócio e é quando preparamos um Plano de Investimento ( Business Plan ) que será o baseline para o Projeto.
2 3. FEL 3 Planejamento do Projeto, com base nas informações anteriores será desenvolvido um plano detalhado de implantação para o projeto. Para que a precisão das estimativas esteja adequada, o esforço de desenvolvimento de engenharia deve ser em torno de 30% das atividades previstas, o que dará suporte suficiente e precisão para uma revisão final do business plan para aprovação da execução do projeto. Esta Etapa é fundamental e foca no conceito básico de que após aprovado, o Projeto deva ser executado sem mudanças. 4. Implementação do Projeto - com base nas estimativas anteriores e nas atividades de Engenharia já realizadas, inicia-se o detalhamento do projeto e sua execução em campo, com os times de construção, suprimentos e engenharia trabalhando de forma coesa e interligados conforme um cronograma geral definido para o Projeto. 5. Operação da Unidade - na metodologia FEL a equipe responsável pela implantação do Projeto deve apoiar e assessorar as equipes de operação e manutenção da nova unidade nas atividades de pré-comissionamento e comissionamento de cada área / equipamento e assim zelar para que a unidade tenha uma partida segura e que o nível de qualidade da produção atenda às especificações técnicas e comerciais o quanto antes. VIP - Value Improvement Practices Como prática recomendada no processo de implantação de projetos, dentro da Metodologia FEL ( Front End Loading ), como definido pelo Independent Project Analysis, Inc. ( IPA ), a aplicação de VIPs (ou Práticas de Melhoria de Valor) tem como objetivo avaliar e otimizar a elaboração do projeto propiciando à equipe do projeto uma oportunidade de discussão focada e documentada na busca de garantir as metas de performance estabelecidas no business plan. De acordo com o benchmarking do IPA, levantado pela avaliação de centenas de Projetos em todo o mundo, a adequada aplicação das VIPs pode trazer benefícios aos projetos que variam em torno de uma economia de até 10% em custos e a uma redução de prazo de até 7%. VIP - O que significa É uma metodologia sistêmica para melhorar uma ou mais métricas de desempenho do projeto. As VIPs são usadas para melhorar o custo, prazo, e/ou a confiabilidade dos Projetos de Investimento de Capital. Trata-se de um processo formal e documentado, usado principalmente durante as fases iniciais de implantação de Projetos. Abaixo estão listadas as 12 VIPs que integram a Metodologia FEL e podem ser utilizadas dependendo do tipo de projeto e do estágio em que o projeto se encontra, veja a Figura 2. Figura 2 Aplicação recomendada de VIPs ao longo do Processo de Implantação de Projetos Industriais Pagina 2 of 5
3 Fica claro na observação da Figura 2 que a aplicação das VIPs deve ser feita nas etapas iniciais de FEL. A indicação de aplicação depende do estágio de evolução do projeto e do contexto de cada projeto. Cabe destacar que a aplicação é única e deve ser feita no momento oportuno de desenvolvimento do projeto para que se obtenha o máximo benefício de sua aplicação. A única exceção é a VIP de Construtabilidade, para a qual se recomenda sua aplicação em três (3) momentos distintos. Cada uma das VIPs (apesar da alguma sobreposição do foco de aplicação entre elas) tem uma metodologia de aplicação própria e uma finalidade específica. VIP Objetivo 1 Seleção de Tecnologia Escolha da Tecnologia Apropriada 2 Classes de Qualidade de Planta Entendimento claro dos objetivos do empreendimento 3 Minimização de Resíduos Identificação e eliminação de fontes potenciais de resíduos 4 Definição de Padrões e Especificações Adequação de normas e critérios de projeto 5 Simplificação de Processo Eliminação de Processos que não geram valor 6 Engenharia e Análise de Valor Redução de Investimento e eliminação de sistemas desnecessários 7 Modelagem da Confiabilidade Identificação de Gargalos 8 Manutenção Preditiva Prevenção de falhas para reduzir riscos e prejuízos 9 Projeto para Capacidade Dimensionamento do Mínimo essencial sem reservas 10 Otimização de Energética Redução de consumo e de investimentos 11 CAD 3D Máxima utilização de ferramentas e sistemas 12 Construtabilidade Eliminar incertezas na Construção e garantir custos e prazos Processo de Aplicação de VIPs Tendo em vista o caráter multidisciplinar das VIPs, é de se esperar uma diversidade grande entre cada um dos processos de aplicação de cada uma delas. Sobre isto ainda deve ser enfatizado que cada uma das organizações que desenvolveram processos próprios de aplicação de VIPs têm seus conceitos e experiências desenvolvidas em função da habitualidade de aplicação destes processos, bem como, da experiência dos profissionais envolvidos neste tipo de trabalho. Em função destes fatores, temos então uma grande variedade de processos com padrões de aproveitamento e de resultados bastante diferentes. Como exemplo, vamos apresentar considerações gerais do processo de implantação da VIP CAD 3D. VIP: CAD 3D A utilização de ferramentas de CAD 3D na elaboração de projetos de engenharia tem sido uma constante para grandes projetos. No entanto seu nível de utilização, às vezes, fica aquém da potencialidade de uso destas ferramentas. Sendo assim, a aplicação da VIP de CAD 3D, muito além de ser apenas uma discussão acadêmica / técnica das potencialidades de utilização desta ferramenta, deve focar na potencialidade de geração dos entregáveis previstos para o projeto em discussão. Nesta discussão são levantadas as diversas possibilidades de utilização da base de dados gerada para a aplicação do CAD 3D e a grande sinergia na geração dos documentos do projeto, tanto na fase de elaboração do projeto de engenharia, simulação de construção pelo uso das maquetes eletrônicas, acompanhamento e controle durante a fase de obra, como também, torna-se importante instrumento para as atividades de manutenção dos equipamentos após a partida da unidade. Os ganhos pela utilização de mesmas bases de dados desde a geração de documentos na elaboração do projeto, bem como, nas fases seguintes do projeto, não devem ser desprezados. Durante a aplicação da VIP CAD 3D, além da identificação da possibilidade de utilização da base de dados na geração de um grande número de entregáveis previstos, são levantadas várias recomendações que por certo vão trazer grandes benefícios aos resultados do projeto. Podemos destacar alguns exemplos de recomendações, levantadas em situações reais quando de sua aplicação para vários projetos, que fizeram muita diferença nos resultados destes. 1. Utilização de mesmos sistemas CAD 3D tanto pela empresa projetista como pela empresa proprietária do empreendimento. A conversão entre sistemas sempre causa perda de informações e/ou funcionalidades. Pagina 3 of 5
4 2. Desde o início do desenvolvimento do projeto é necessário o compartilhamento das bibliotecas de padrões entre projetista, empreendedora e fornecedores que foram utilizados em projetos anteriores. 3. Treinamento para projetistas, usuários e administradores da ferramenta para alinhamento e melhor utilização do sistema a ser empregado. 4. Integração de ferramentas de projeto e planejamento trarão grandes benefícios no desenvolvimento do projeto possibilitando não só a utilização das facilidades conhecidas de CAD 3D (detalhamento de interferências e uso de maquetes eletrônicas) como também facilidades chamadas de 4D (planejamento e acompanhamento de execução representados na maquete) e outras chamadas de 5D (controle de aquisição de materiais e equipamentos) e 6D (controle de suprimentos também representados na maquete). 5. Representação das estruturas civis com identificação de armadura, tubulações com identificação de fluídos, temperatura e viscosidade destes, para validação do material especificado. 6. O preenchimento adequado dos atributos (características físicas e funcionais) para cada elemento do projeto permitirá a extração de entregáveis de Engenharia como Listas de Materiais (MTO), Relatórios Diversos (Lista de Linhas, Equipamentos etc.), Isométricos de Fabricação e Montagem, Desenhos de Arranjo como Plantas e Cortes, entre outros, que poderão utilizar estes dados de forma inteligente. Conclusão A implementação de VIPs (Práticas de Melhoria de Valor) traz uma grande oportunidade para que as empresas tenham acesso a práticas e a uma metodologia de implantação de projetos consistente e que se consolida cada vez mais como um diferencial competitivo muito importante na implantação de projetos industriais. Podemos encontrar a aplicação de VIPs como parte integrante da metodologia de implantação de projetos em várias empresas no Brasil e no Exterior, tais como DuPont, VALE, Petrobras, Braskem, Votorantim, e outras. Sobre o Autor: [email protected] Cel Engenheiro Civil com Pós Graduação em Gerenciamento de Projetos pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo; Certificado como PMP - Project Management Professional pelo PMI - Project Management Institute, em 1998, e Primeiro Brasileiro a obter a Certificação PMP; Atuação profissional na área de Planejamento e Controle no CNEC, PROMON, NORTEL e EMERSON ENERGY, especialmente na implantação e customização de processos de Gerenciamento de Projetos em projetos de infraestrutura e telecomunicações Sócio-diretor da NEO Consultoria em Gerenciamento de Projetos com atuação em consultoria de: Implantação de processos de Gerenciamento de Projetos e de estruturação de PMO Project Management Office, para VISANET, MASTERCARD, PFIZER, HONDA, PETROBRAS Un-RIO. Implantação de VIPs Value Improvement Practices em Projetos de Capital, segundo metodologia do IPA, pela DUPONT, PTM Engenharia, PROGEN e MB&A em perto de uma centena de projetos da DuPont, Petrobras, Vale, Votorantim, Samarco, ALCOA, HEINZ etc... Pagina 4 of 5
5 Instrutor em Programas de treinamento relativos à certificação PMP do PMI e de capacitação em Gerenciamento de Projetos para várias Instituições, além de vários artigos publicados e participação como Palestrante em Seminários e Workshops na difusão de conceitos e práticas em Gerenciamento de Projetos. Pagina 5 of 5
Aplicação de VIPs em Projetos de Capital - Teoria e Prática
Artigo publicado na Revista Mundo PM Edição nº 63 de Jun/Jul 2015 NEO Consultoria e Serviços Consultor [email protected] Resumo A implantação de projetos seguindo uma metodologia estruturada e consistente
Gerenciando Obras de Engenharia de Forma Eficaz
Gerenciando Obras de Engenharia de Forma Eficaz 08/07/15 Vinícius Bravim, MBA, PMP Palestrante Vinícius Bravim, MBA, PMP Especialista em Gerenciamento de Projetos pela FGV, certificado PMP (Project Management
Benchmarking de Melhores Práticas para Projetos de Capital
INDEPENDENT PROJECT ANALYSIS, INC. Special Day Mundo PM Projetos de Infraestrutura e Construção Benchmarking de Melhores Práticas para Projetos de Capital Presentado por: Carlos Tapia 9 de Abril, 2010
AutoCAD Plant 3D 2016
AutoCAD Plant 3D 2016 Automatize o processo de roteamento de tubulações e documentação técnica para seus projetos de plantas industriais: AutoCAD Plant 3D. Projete, modele e documente plantas de processos
Quem somos. Porque ABCCorp? Referencias
1 Quem somos 2 Porque ABCCorp? 3 Referencias Trabalhamos como você! Experiência não somente acadêmica, sobre o teu segmento; Entendemos suas expectativas Valorizamos e garantimos o teu investimento com
Escopo: PROCESSOS FUNDAMENTAIS
Escopo: PROCESSOS FUNDAMENTAIS Etapa:Desenvolvimento de software Disciplina: Auditoria & Qualidade em Sistemas de Informação Professor: Lucas Topofalo Integrantes: Joel Soares de Jesus Luiz R. Bandeira
Rational Unified Process (RUP)
Rational Unified Process (RUP) A Rational é bem conhecida pelo seu investimento em orientação em objetos. A empresa foi à criadora da Unified Modeling Language (UML), assim como de várias ferramentas que
Introdução a Gerencia de Projetos
MBA EM GERENCIA DE PROJETOS Introdução a Gerencia de Projetos Rogério Santos Gonçalves 1 Agenda 1. Introdução ao Curso de Gerencia de Projetos 2. Conceitos Básicos sobre Gerenciamento de Projetos. 1. O
Modelo de Gestão, Política Ambiental, Missão, Visão e Valores
Escola Politécnica da USP Curso de Engenharia Ambiental Modelo de Gestão, Política Ambiental, Missão, Visão e Valores Princípios da Gestão Ambiental 1 Prioridade corporativa 9 - Pesquisa 2 Gestão Integrada
3) Qual é o foco da Governança de TI?
1) O que é Governança em TI? Governança de TI é um conjunto de práticas, padrões e relacionamentos estruturados, assumidos por executivos, gestores, técnicos e usuários de TI de uma organização, com a
E se sua Operação... Estruturasse e operacionalize melhor os processos? Fosse mais ágil e assertiva? Aumentasse a satisfação dos clientes?
E se sua Operação... Fosse mais ágil e assertiva? Aumentasse a satisfação dos clientes? Tivesse a qualidade certificada? Estruturasse e operacionalize melhor os processos? Aumentasse a performance? Conheça
Normas ISO:
Universidade Católica de Pelotas Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina de Qualidade de Software Normas ISO: 12207 15504 Prof. Luthiano Venecian 1 ISO 12207 Conceito Processos Fundamentais
1º SEMINÁRIO: Gestão Estratégica para Departamentos Jurídicos e Escritórios de Advocacia. LOCAL: Recife-PE 22/11/2013
DIVISÃO DE CONSULTORIA 1º SEMINÁRIO: Gestão Estratégica para Departamentos Jurídicos e Escritórios de Advocacia LOCAL: Recife-PE 22/11/2013 TEMA DA PALESTRA: Gestão de Fluxos de Trabalho e Indicadores
QUALIDADE DE SOFTWARE
QUALIDADE DE SOFTWARE SSC-546 Avaliação de Sistemas Computacionais Profa. Rosana Braga (material profas Rosely Sanches e Ellen F. Barbosa) Agenda Visão Geral de Qualidade Qualidade Aplicada ao Software
Planejamento integrado em 4D. Metodologia BIM de planejamento e controle de obras, com integração através do REVIT, PRIMAVERA e NAVISWORKS
Planejamento integrado em 4D Metodologia BIM de planejamento e controle de obras, com integração através do REVIT, PRIMAVERA e NAVISWORKS A GDP Gerenciamento e Desenvolvimento de Projetos nasceu da convicção
INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PROJETO. Profª Andrea Padovan Jubileu
INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PROJETO Profª Andrea Padovan Jubileu O que é um projeto? Um projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo Temporário Cada projeto
Novos Processos de Automação, Tecnologia e BIM.
Novos Processos de Automação, Tecnologia e BIM. Sistemas de integração de projetos: como o BIM podem auxiliar a melhoria da qualidade, produtividade e competitividade do setor CONSTRUMETAL Apres.: Sergio
Gerência de Projetos e Qualidade de Software. Prof. Walter Gima
Gerência de Projetos e Qualidade de Software Prof. Walter Gima 1 OBJETIVOS O que é Qualidade Entender o ciclo PDCA Apresentar técnicas para garantir a qualidade de software Apresentar ferramentas para
Esse é o nosso negócio. A INFORMAÇÃO DE QUE VOCÊ PRECISA. NEM MAIS, NEM MENOS.
Esse é o nosso negócio. A INFORMAÇÃO DE QUE VOCÊ PRECISA. NEM MAIS, NEM MENOS. Novas demandas de mercado exigem que modelos técnicos consagrados sejam incorporadas a novas tecnologias, novos conhecimentos
GESTÃO DE PROJETOS Unidade 3 Gerenciamento de Escopo. Luiz Leão
Unidade 3 Gerenciamento de Escopo Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Conteúdo Programático Definição de escopo e gerenciamento de escopo Coleta de Requisitos Declaração de Escopo Restrições
Componentes de SIs. Pessoas Organiz. Tecnologia
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 03 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti
ESPECIFICAÇÃO DE PROJETO AUTOR(ES) : João
AUTOR(ES) : João AUTOR(ES) : João NÚMERO DO DOCUMENTO : VERSÃO : 1.1 ORIGEM STATUS : c:\projetos : Acesso Livre DATA DO DOCUMENTO : 22 novembro 2007 NÚMERO DE PÁGINAS : 13 ALTERADO POR : Manoel INICIAIS:
Requisitos Funcionais e seus níveis de granularidade
Requisitos Funcionais e seus níveis de granularidade Guilherme Siqueira Simões 21/02/2017 1 ORIENTAÇÕES INICIAIS Dê preferência ao uso de uma conexão de banda larga Feche qualquer outro programa que possa
Workshop de Tubulação
Workshop de Tubulação Decio V.C. Rocha [email protected] Laelson Aparecido Martins [email protected] Maio/2005 1 Disciplina de Tubulação Fluxograma de Trabalho 2 Roteiro Fases de desenvolvimento
GOVERNANÇA E GERENCIAMENTO DO PORTFÓLIO DE PROJETOS. CARLOS MAGNO DA SILVA XAVIER (Doutor, PMP)
GOVERNANÇA E GERENCIAMENTO DO PORTFÓLIO DE PROJETOS CARLOS MAGNO DA SILVA XAVIER (Doutor, PMP) O Papel dos Projetos nas Empresas PENSAMENTO ESTRATÉGICO ESTRATÉGIAS IDENTIFICAÇÃO DE PROJETOS PROJETOS DEFININDO
BPM ECM. Gestão conteúdo. GED e Workflow. Governança Corporativa. Processos. Estratégico. Capacitação. Treinamentos. Gerenciamento.
Portfólio Produtos e serviços Revisão: 17/05/2016 BPM ECM Gestão de conteúdo Gerenciamento de Processos Governança Corporativa de processos e atividades GED e Workflow Processos Gerenciamento de Projetos
Customização e Implantação da Solução Project Explorer para CNI Versão em Espanhol
Customização e Implantação da Solução Project Explorer para CNI Versão em Espanhol Brasília 06/11/2008 CDIS Empresa especializada em desenvolvimento de sistemas e consultoria em gerência de projetos SUMÁRIO
Por que reduzir escopo na Parada de Manutenção?
Por que reduzir escopo na Parada de Manutenção? Rodolfo Stonner Vimos há algum tempo como são diferentes as visões da Parada, pela Operação e pela Manutenção. Vamos aqui mostrar com mais detalhes porque
Gestão de Projetos: Práticas PMBoK Guide
Curso de Pós-Graduação Lato-Sensu Gestão de Projetos: Práticas PMBoK Guide Autor & Coordenador da Nova Proposta Prof. Dr. Edson Coutinho da Silva Departamento de Administração O Curso O curso de pós-graduação
Portfolio de Atividades. Prof. João Carlos Boyadjian,PMP,MBA,MSc
Portfolio de Atividades Prof. João Carlos Boyadjian,PMP,MBA,MSc A JCB MANAGEMENT. é uma empresa voltada para o segmento de Gerenciamento de Projetos, Planejamento, Controle de Projetos e Produção para
Gerência de Projetos de Software. Prof. Dr. João Dovicchi INE / CTC / UFSC.
Prof. Dr. João Dovicchi INE / CTC / UFSC [email protected] http://www.inf.ufsc.br/~dovicchi Programa Projetos e Metodologias Tipos e abordagens Organização Estimativas de Esforço e Gerência de Riscos
PESQUISA REALIZADA COM OS PARTICIPANTES DO 15º SEMINÁRIO NACIONAL DE GESTÃO DE PROJETOS
PESQUISA REALIZADA COM OS PARTICIPANTES DO 15º SEMINÁRIO NACIONAL DE GESTÃO DE PROJETOS APRESENTAÇÃO O perfil do profissional de projetos CENÁRIO Pesquisa realizada durante o 15 Seminário Nacional de Gestão
MATRIZ DE MACRO-ATIVIDADES DE ACE (PMO rev3)
PROCEDIMENTOS DE ATIVIDADES DE ANÁLISE CRÍTICA DE ESCOPO 1 REUNIÃO DE KICK-OFF- Análise dos Requerimentos do Empreendimento pelo CLIENTE Requisito Termos de Confidencialidade Requisito Recebimento de Documentação
Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA. Escritório de Gestão de Processos
- ANVISA Escritório de Gestão de Processos III Congresso Paraibano da Qualidade IV Seminário em Busca da Excelência João Pessoa - PB 25/08/2010 Cenário Desejado Cumprimento efetivo de sua missão Agência
Treinamentos EMENTA GERENCIAMENTO DE PROJETOS. 20 Horas
EMENTA GERENCIAMENTO DE PROJETOS 20 Horas OBJETIVO O treinamento tem como objetivo capacitar os envolvidos em gerenciamento de projetos a aplicar, de forma prática e imediata, os conceitos e boas práticas
2 Fundamentação Teórica
22 2 Fundamentação Teórica Este capítulo expõe os principais conceitos envolvidos com o tema desta dissertação sob a forma de uma revisão dos conceitos-chave associados à modelagem de processos, à identificação
Seminário. Projeto Básico e Executivo nas Contratações Públicas
Seminário Projeto Básico e Executivo nas Contratações Públicas Objetivo Verificar os entendimentos entre contratantes e contratados na Administração Pública sobre questões que envolvem projeto básico e
Sustentabilidade. Gestão
Inovação Solução Completa em Tecnologia da Informação Unimed. Sustentabilidade Competitividade Solução Gestão Integração Capacitação Solução Completa em Tecnologia da Informação Unimed. Processos, pessoas
INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO TERMO DE REFERÊNCIA SUGERIDO PESQUISA DE OBSERVAÇÃO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS - STALLINGS
INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO TERMO DE REFERÊNCIA SUGERIDO PESQUISA DE OBSERVAÇÃO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS - STALLINGS Objetivos Gerais do Trabalho Contratação de empresa especializada para realizar a Pesquisa
ISO/IEC Processo de ciclo de vida
ISO/IEC 12207 Processo de ciclo de vida O que é...? ISO/IEC 12207 (introdução) - O que é ISO/IEC 12207? - Qual a finalidade da ISO/IEC 12207? Diferença entre ISO/IEC 12207 e CMMI 2 Emendas ISO/IEC 12207
PASSIVO DOCUMENTAL DO ACERVO TÉCNICO DE ENGENHARIA EM MEIO FÍSICO E ELETRÔNICO.
PASSIVO DOCUMENTAL DO ACERVO TÉCNICO DE ENGENHARIA EM MEIO FÍSICO E ELETRÔNICO. Data: 20 de maio de 2016 Local: CDPV - Centro de Eventos Av. Rio Branco 81, 7º andar Centro, Rio de Janeiro Palestrante:
INTRODUÇÃO A ENGENHARIA DE SOFTWARE
Universidade Estadual Vale do Acaraú AGENDA INTRODUÇÃO A ENGENHARIA DE SOFTWARE Processos Modelos de Desenvolvimento de Software Engenharia de Requisitos Projeto de Interface com o Usuário Projeto Arquitetural
INOVAÇÃO E MANUFATURA AVANÇADA
INOVAÇÃO E MANUFATURA AVANÇADA Aqui estão alguns dos benefícios gerados pelo desenvolvimento e adoção de tecnologias digitais e entrada na era da manufatura avançada: CONTROLAR PROCESSOS E AUMENTAR EFICIÊNCIA
Engenharia de Software
Engenharia de Software Visão Geral Profa.Paulo C. Masiero [email protected] ICMC/USP Algumas Dúvidas... Como são desenvolvidos os softwares? Estamos sendo bem sucedidos nos softwares que construímos?
As Fases de um Projeto
Mesa Redonda Fatores Críticos de Engenharia e Projeto na Indústria Siderúrgica 1 Fases de um Projeto 2 Fases de um Projeto 3 Identificação do negócio Fase Conceitual Determinação dos investidores Pré-dimensionamento
Ferramentas de TI para o Comissionamento de Empreendimentos Industriais
Ferramentas de TI para o Comissionamento de Empreendimentos Industriais Luciano Gaete / Antonio João Prates 26 de Outubro 2007 1 Introdução O comissionamento Conjunto de técnicas e procedimentos de engenharia
Formação Técnica em Administração. Modulo de Padronização e Qualidade
Formação Técnica em Administração Modulo de Padronização e Qualidade Competências a serem trabalhadas ENTENDER OS REQUISITOS DA NORMA ISO 9001:2008 E OS SEUS PROCEDIMENTOS OBRIGATÓRIOS SISTEMA DE GESTÃO
Submódulo 6.1. Planejamento e programação da operação elétrica: visão geral
Submódulo 6.1 Planejamento e programação da operação elétrica: visão geral Rev. Nº. 0.0 0.1 0.2 Motivo da revisão Este documento foi motivado pela criação do Operador Nacional do Sistema Elétrico. Adequação
Analista de Negócio 3.0
Analista de 3.0 Análise Corporativa: Analise Corporativa Esta a área de conhecimento descreve as atividades de análise de negócio necessárias para identificar uma necessidade do negócio, problema ou oportunidade.
CASOS DE TESTE PALESTRANTE: MARCIA SILVA [email protected] WWW.EMERSONRIOS.ETI.BR
CASOS DE TESTE PALESTRANTE: MARCIA SILVA [email protected] WWW.EMERSONRIOS.ETI.BR CONCEITOS BÁSICOS - TESTES O que é Teste de Software? Teste é o processo de executar um programa com o objetivo
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPI JOÃO CÂMARA RATIONAL UNIFIED PROCESS - RUP
1 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPI JOÃO CÂMARA RATIONAL UNIFIED PROCESS - RUP Nickerson Fonseca Ferreira [email protected] Introdução 2 Modelo
ENGENHARIA. Processamento mineral, nossa especialidade desde 1963!
AKW Apparate + Verfahren GmbH AKW EQUIPAMENTOS E PROCESSOS LTDA. ENGENHARIA Processamento mineral, nossa especialidade desde 1963! INTRODUÇÃO A AKW A+V AKW Apparate + Verfahren GmbH Seu especialista em
Título da Apresentação
Título da Apresentação Processo Demoiselle para Modelagem de Negócio Palestrantes: Alisson Wilker [email protected] http://www.frameworkdemoiselle.gov.br/projetos/process 00/00/0000 Agenda
Programa Operações Logísticas e Supply Chain MANUAL DO CURSO
Programa Operações Logísticas e Supply Chain MANUAL DO CURSO ESPM/Senai-MS - 2017 Apresentação Oferece aos profissionais, que atuam nas indústrias e serviços, visão ampla de questões e desafios à gestão
Áreas de Conhecimento, Técnicas de Análise de Negócio e Conceitos-Chave
Primeiro Módulo: Parte 3 Áreas de Conhecimento, Técnicas de Análise de Negócio e Conceitos-Chave AN V 3.0 [60] Rildo F Santos (@rildosan) [email protected] www.etecnologia.com.br http://etecnologia.ning.com
GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE SOFTWARE. Rosana Braga ICMC/USP
GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE SOFTWARE Rosana Braga ICMC/USP Processo de Software DEFINIÇÃO CONSTRUÇÃO PRODUTO DE SOFTWARE MANUTENÇÃO Análise Planejamento Eng. Requisitos Projeto Codificação Teste Entendimento
OSM - PROCESSOS ORGANIZACIONAIS BPM / BPMN
OSM - PROCESSOS ORGANIZACIONAIS BPM / BPMN BPM - BUSINESS PROCESS MANAGEMENT (GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO) Os princípios fundamentais de BPM enfatizam a visibilidade, a responsabilidade e a capacidade
Modelo de documentação Universidade de Brasília
1 OBJETIVO Assegurar o bom andamento de um projeto e desenvolvimento, conforme diretrizes regais de qualidade. 2 DEFINIÇÕES 2.1 WBS Work Breakdown Structure. Com base na técnica de decomposição que se
MANUAL PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE TRABALHO DE CONCLUSAO DE CURSO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
MANUAL PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE TRABALHO DE CONCLUSAO DE CURSO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sumário PREFÁCIO...3 MODELO DA DOCUMENTAÇÃO...3 1. INTRODUÇÃO AO DOCUMENTO...3 1.1. Tema...3 2. DESCRIÇÃO
Aula 1. Noções Básicas sobre Processos. Prof. Carina Frota Alves
Aula 1 Noções Básicas sobre Processos Prof. Carina Frota Alves 1 O que significa BPM? BPM Business Process Modelling BPM Business Process Management Em geral, iniciativas BPM referem-se ao ciclo de vida
Soluções Corporativas Eduardo Pitombo
Soluções Corporativas Eduardo Pitombo Nossa Missão Desenvolver soluções de educação customizadas para empresas públicas e privadas, que contribuam diretamente para a melhoria das competências de seus funcionários
Formação em Gerenciamento de Projetos
em Gerenciamento de Projetos em Gerenciamento de Projetos A perspectiva de uma carreira promissora em gerenciamento de projetos é muito evidente. Alex Brasil Conheça os 3 cursos de Gestão de Projetos da
A Clarify foi avaliada e aprovada como fornecedora de treinamento em gerenciamento de projetos pelo Project Management Institute (PMI).
A Clarify foi avaliada e aprovada como fornecedora de treinamento em gerenciamento de projetos pelo Project Management Institute (PMI). Com o acompanhamento pós-curso você terá uma aplicação mais eficiente
Padrões que auxiliam no gerenciamento da qualidade e segurança da informação de uma organização, a figura do profissional qualificado neste contexto
Padrões que auxiliam no gerenciamento da qualidade e segurança da informação de uma organização, a figura do profissional qualificado neste contexto e como obter a qualificação para atender esta demanda.
PROCEDIMENTOS PARA CONTRATAÇÃO DE PROJETOS EM BIM (BUILDING INFORMATION MODELING)
PROCEDIMENTOS PARA CONTRATAÇÃO DE PROJETOS EM BIM (BUILDING INFORMATION MODELING) EDUARDO M. ARANTES Professor EE-UFMG e Consultor BIM CEO Equipe SOPRE - Soluções on line de Projetos e Engenharia COMO
7 Motivos para mapear seus processos ANTES de implantar um Sistema. Herculano Swerts C. Silva, CISA, CRISC, CGEIT, PMP
7 Motivos para mapear seus processos ANTES de implantar um Sistema Herculano Swerts C. Silva, CISA, CRISC, CGEIT, PMP A importância do mapeamento de processos para evitar os erros típicos de implantações
BINS Indústria de Artefatos de Borracha Ltda. Questionário de Seleção e Homologação de Fornecedores
BINS Indústria de Artefatos de Borracha Ltda. Questionário de Seleção e Homologação de Fornecedores ESCOPO Este questionário de auto-avaliação tem como objetivo proporcionar um conhecimento geral do fornecedor,
LIVRO ENGENHARIA DE SOFTWARE FUNDAMENTOS, MÉTODOS E PADRÕES
LIVRO ENGENHARIA FUNDAMENTOS, MÉTODOS E PADRÕES WILSON PADUA PAULA FILHO CAPÍTULO REQUISITOS 1 REQUISITOS TECNICO E GERENCIAL ESCOPO (RASCUNHO) CARACTERISTICAS 2 O que são Requisitos? São objetivos ou
PREVENÇÃO, PREPARAÇÃO E RESPOSTA À EMERGÊNCIAS E DESASTRES QUÍMICOS
Curso de Auto-aprendizagem PREVENÇÃO, PREPARAÇÃO E RESPOSTA À EMERGÊNCIAS E DESASTRES QUÍMICOS Gerenciamento de risco Químico Edson Haddad CETESB Gerenciamento de risco Propósito do PGR Programa de Gerenciamento
Aumentando a Produtividade e Reduzindo os Custos da Fábrica. Antonio Cabral
Aumentando a Produtividade e Reduzindo os Custos da Fábrica Antonio Cabral [email protected] Roteiro Desafio; Sistemas; O custo e o valor do controle de processo; Mapeamento; Principais indicadores usados
GESTÃO DO PROCESSO DE PROJETOS Sistemas Prediais: (Instalações Elétricas e Hidrossanitárias)
GESTÃO DO PROCESSO DE PROJETOS Sistemas Prediais: (Instalações Elétricas e Hidrossanitárias) AGENDA 1 2 3 Apresentação Palestrante Informações necessárias no projeto Sistemas Prediais: Especialidades 4
Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais
Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais Empresa Deve: Ser organizada: padronização administrativa (planejamento e controle) Ter qualidade: atender a necessidade dos consumidores (prazo, preço,
Luelson Nunes. Brasileiro, Casado, Mestrado Completo, Atualmente Empregado. Departamentos
Luelson Nunes Brasileiro, Casado, Mestrado Completo, Atualmente Empregado Rua Álvaro Andrade, 225, Portão Curitiba PR, Brasil 80610-240 (41) 999.686.090 Objetivo Profissional Cargos/Profissões Gerente
Qualidade de Software: Visão Geral. SSC 121-Engenharia de Software 1 Profa. Dra. Elisa Yumi Nakagawa
Qualidade de : Visão Geral SSC 121-Engenharia de 1 Profa. Dra. Elisa Yumi Nakagawa 2 o semestre de 2012 Qualidade de Qualidade é um termo que pode ter diferentes interpretações Existem muitas definições
Gerência de Projetos de TI
Gerência de de TI Experiência da COPEL SIMPROS 2001 Paulo Henrique Rathunde [email protected] Agenda Introdução Gerência de Definição dos Processos Implantação Reflexões 2/33 São Paulo, Brasil 17-20/09/2001
OBTENDO RESULTADOS NO GERENCIAMENTO DE PROJETOS
OBTENDO RESULTADOS NO GERENCIAMENTO DE PROJETOS Delmer Aguiar Cesário, MBA, PMP Gerente de Engenharia / Produto & Processos COMAU LATAM Conceito de Engenharia Conceito de Gestão Gestão: É uma área do conhecimento
DESENHO DE CARGOS E TAREFAS
Faculdade de Tecnologia SENAC GO Gestão de Pessoas Professor: Itair Pereira da Silva Grupo: Luís Miguel Nogueira de Resende, Valdivino de Carvalho, Rodrigo Neres Magalhães e Venicyus Venceslencio da Paz.
Definição. Sistema de Gestão Ambiental (SGA):
Definição Sistema de Gestão Ambiental (SGA): A parte de um sistema da gestão de uma organização utilizada para desenvolver e implementar sua política ambiental e gerenciar seus aspectos ambientais. Item
SEDE DA PETROBRAS EM SANTOS. 20 de outubro de 2011 SEDE DE SANTOS. Organograma
SEDE DA PETROBRAS EM SANTOS 2º SEMINÁRIO BIM SINDUSCON / SP 20 de outubro de 2011 SEDE DE SANTOS Organograma Visão SEDE Geral do Projeto DE SANTOS Perspectiva principal Visão Geral do Projeto 2011 2007
Estágio 2 Auditoria de Certificação. Plano de Ações. Follow up. Emissão do Certificado
As atividades a serem conduzidas para a Certificação do Sistema de Gestão de sua Empresa serão realizadas de acordo com os requisitos, princípios, critérios e práticas de auditoria, com o objetivo de se
Papel, Responsabilidades, Competências e Atividades do Usuário Chave. Juntos podemos ir mais longe.
Papel, Responsabilidades, Competências e Atividades do Usuário Chave Juntos podemos ir mais longe. Dinâmica 1 Anúncio Classificados Procedimento: o facilitador entrega uma folha em branco para cada participante,
Introdução INTRODUÇÃO AO SWEBOK. Origens do corpo de conhecimentos da Engenharia de Software: Introdução a Computação e Engenharia de Software
INTRODUÇÃO AO SWEBOK Introdução a Computação e Engenharia de Software Profa. Cynthia Pinheiro Introdução Origens do corpo de conhecimentos da Engenharia de Software: Engenharia da Computação Ciência da
Gerenciamento de projetos na construção civil predial - uma proposta de modelo de gestão integrada GIULLIANO POLITO 19/09/2013
Gerenciamento de projetos na construção civil predial - uma proposta de modelo de gestão integrada GIULLIANO POLITO 19/09/2013 Introdução O aumento da competitividade no setor e o aumento da complexidade
Plan (Planejamento) Do (Execução) Check (Verificação) Act (Ação)
MODELO PDCA O ciclo PDCA tem por princípio tornar mais claros e ágeis os processos envolvidos na execução da gestão da qualidade, dividindo-a em 4 passos: Plan (Planejamento) Do (Execução) Check (Verificação)
Curso de Engenharia de Produção
Curso de Engenharia de Produção Apresentação 2015 Prof. Dr. Carlos Fernando Jung [email protected] Nosso Negócio Produtividade Rentabilidade Melhoria Contínua Otimização de Produtos e Processos
