AMEBÍASE E GIARDÍASE
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- Walter Sá Wagner
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1 DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA As doenças de veiculação hídrica são causadas, principalmente, por micro-organismos de origem entérica (animal e/ou humana), transmitidos basicamente pela rota fecal-oral, ou seja, são excretados nas fezes de indivíduos infectados e ingeridos na água ou em alimentos contaminados por água (GRABOW, 1996; HARAMOTO; YAMADA; NISHIDA, 2011). AMEBÍASE E GIARDÍASE AMEBÍASE Espécie de interesse clínico: Entamoeba histolytica Protozoário parasita: intestino (rota fecal-oral) Susana Inés Segura Muñoz 2017 Entamoeba histolytica EPIDEMIOLOGIA E. histolytica Distribuição geográfica mundial Maior prevalência: regiões tropicais e subtropicais Associada à baixas condições sociais e sanitárias: rota fecaloral 2 a mais importante doença parasitária em número de óbitos no mundo óbitos/ano 10% da população mundial está infectada Entamoeba spp. MORFOLOGIA *Entamoeba coli : comensal Cisto (Forma infectante) Trofozoíto 1
2 AMEBÍASE Ciclo Monoxênico Cisto -> Trofozoíto Desencistamento- ID: trofozoítos (móveis) Migram até intestino grosso: Aderem a parede- Iniciando a colonização no intestino grosso Alimentam-se de detritos e bactérias Divisão binária Trofozoíto -> Cisto Intestino grosso: cólonencistamento- cistos E. histolytica Lesão intestinal causada por E. histolytica MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DA AMEBÍASE: Maioria assintomáticos: 90% Colites não disentéricas: 2 a 4 evacuações por dia com fezes moles pastosas; desconforto abdominal e cólicas. Trofozoito acoplado às celulas da mucosa intestinal Começo da lesão Lesão avançada Forma disentérica: Colite Amebiana Doença aguda, infecciosa, específica, com lesões inflamatórias e ulcerativa das porções inferiores do intestino. 8 a 10 evacuações por dia acompanhadas de cólicas intestinais e diarreia com evacuações mucosanguinolentas, febre moderada e dor abdominal. 2
3 Complicações: Confluência das úlceras Extensa perda da mucosa AMEBÍASE EXTRA-INTESTINAL Os trofozoitos invadem os tecidos ceco e colon sigmoide necrose da mucosa e submucosa abscesso hepático abscesso cutâneo abscesso pulmonar abscesso cerebral úlceras podem cicatrizar complicar o quadro Abscesso no fígado GIARDÍASE Espécie de interesse clínico: Giardia lamblia Giardia intestinalis Giardia duodenalis (mamíferos) Protozoário parasita: intestino humano e animais: rota fecal-oral EPIDEMIOLOGIA Giardíase doença cosmopolita Alta prevalência em entre pessoas de baixo nível sócio-econômico 0,4% a 7,5% em países desenvolvidos 8% a 30% em países em desenvolvimento MORFOLOGIA Giardia lamblia Atinge principalmente crianças de 8 meses a 12 anos Prevalência de 16% em pacientes com HIV/aids Cisto (Forma Infecciosa) Trofozoíto 3
4 Cisto 8 12 m Membrana cística Trofozoíto Piriforme Dois núcleos Disco ventral, suctorial ou adesivo CICLO BIOLÓGICO Tipo monoxênico Resistentes 4 núcleos Na água podem durar 2 meses ou mais Importante como veículo de transmissão 4 pares de flagelos Disco ventral, suctorial ou adesivo 14 X 7 m Cisto - Trofozoíto Ocorre após a ingestão exposição a baixo ph- Desencistamento ID: Iniciando a colonização do duodeno (Disco ventral) 4-15 dias começa produção de novos cistos Trofozoíto - Cisto Intestino grosso: ceco (ph e sais biliares) A parede do cisto se forma em 70 horas, seguindo-se a formação de 4 núcleos Os cistos são viáveis por 2 meses TRANSMISSÃO Ingestão de cistos maduros presentes na água e alimentos (verduras cruas e frutas mal lavadas) De pessoa a pessoa Locais de aglomeração humana (creches, orfanatos, enfermarias pediátricas, etc.) Através de contatos sexuais Por contato com animais domésticos infectados GIARDÍASE -Maioria assintomáticos Quando sintomática: Diarreia Aguda Autolimitada e Má-Absorção Náusea, anorexia, febre, diarreia, flatulência, dor abdominal, fadiga, dor de cabeça, presença de muco nas fezes, síndrome de má absorção, esteatorreia. 4
5 GIARDÍASE -Trofozoítos se aderem às vilosidades intestinais (disco ventral, suctorial ou adesivo) -Mudanças na arquitetura da mucosa -Atrofia parcial ou total das vilosidades Atapetamento das vilosidades Subst. Citopáticas Lesão da mucosa (atapetamento) Diminui a superfície de absorção de nutrientes B12, A, D, E, K, Ferro, gorduras, etc. Liberação de substâncias citopáticas pelos trofozoítas que estão aderidos na mucosa intestinal - Diarréia. Síndrome de má absorção Imagem de Doudeno por Endoscopia Aspecto microscópico da mucosa intestinal do duodeno com vilosidades MECANISMOS DE PATOGENICIDADE DA Giardia lamblia Linfocitos produção T B Mastócito IgA ligação IgE Histamina Mediadores químicos Ação de Prostaglandinas sobre a motilidade intestinal > estimulando o movimento da água e eletrólitos para a luz intestinal > diarréia. H 2 O Crianças de 8 meses a anos Esteatorreia Irritabilidade, insônia Nâuseas e vômitos, dor abdominal Anorexia, perda de peso Liberação de Histamina > Reação de hipersensibilidade > edema da mucosa > aumento da motilidade intestinal > má absorção >diarréia Prostaglandinas Mastócito H 2 O H 2 O H2 O Vulnerabilidade na Infância Institucionalização 5
6 DIAGNÓSTICO LABORATORIAL ENTEROTEST Análise do fluido duodenal Fezes diarréicas Pesquisa de trofozoítos pelos métodos Direto (usar salina ou lugol) Método Sedimentação Papel indicador de ph Fezes formadas Pesquisa de cistos pelos Métodos de Faust ou de MIFC Fio de nylon Cápsula gelatinosa TRATAMENTO Nitroimidazólicos: metronidazol, tinidazol toxicidade seletiva aos microrganismos anaeróbios Benzimidazóis: Mebendazol e Albendazol inibição de formação de proteínas essenciais à protozoário PROFILAXIA Higiene pessoal Proteger e lavar adequadamente os alimentos Tratamento da água Dar destino adequado aos dejetos Tratamento dos assintomáticos positivos Exame de fezes periódicos Tratamento dos positivos 6
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