Avaliação e Promoção da Qualidade ISCE
|
|
|
- Elisa Festas de Sousa
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Avaliação e Promoção da ISCE _ ENQUADRAMENTO GERAL _ Gabinete de Avaliação e Promoção da Instituto Superior de Ciências Educativas 2015
2 Avaliação e Promoção da ISCE 2 AVALIAÇÃO E PROMOÇÃO DA QUALIDADE PEDAGÓGICA DO ISCE Princípios _ Enquadramento Geral _ A prática decorrente da estratégia de avaliação e promoção da qualidade pedagógica (APQP) no Instituto Superior de Ciências Educativas (APQP-ISCE) procura basear-se em procedimentos associados aos processos e ambientes de aprendizagem, garantindo-se assim a sua crescente naturalização. Procura ser motivadora para todo o pessoal docente, não docente, estudantes e entidades parceiras e ser capaz de envolvê-los no trabalho relacionado com a qualidade. Para tal, assumem-se como Princípios Fundamentais, os seguintes: A APQP deve estar bem integrada e firmemente articulada com os mecanismos de direção e gestão da instituição; A APQP deverá gerar a informação necessária para a prossecução dos seus propósitos e deverá assegurar que a informação é analisada e disseminada de forma adequada; A APQP deverá ser capaz de contemplar procedimentos para que a utilização do conhecimento obtido, oriente a tomada de medidas para o desenvolvimento e melhoria institucional; A APQP deverá ser monitorizada internamente e desenvolvida ou corrigida sempre que necessário. Matriz de Referência A definição de uma estratégia de avaliação da qualidade pedagógica aplicada à gestão de uma Instituição de Ensino Superior encontra hoje referências quer na legislação suporte, quer em estudos e investigações produzidas. Propõe-se à Comunidade ISCE o desafio de participar e ajudar a construir um sistema de melhoria contínua, garante fundamental para a APQP-ISCE. Apresentada neste formato, a nossa matriz de referência para uma estratégia de avaliação contínua:
3 Avaliação e Promoção da ISCE 3 Política e Objetivos de Garantia de da Oferta Formativa Promoção da nas Aprendizagens dos Estudantes Gestão Qualificante dos Recursos Humanos Gestão de Recursos e Serviços de Apoio Objetivos de qualidade formalmente definidos e divulgados - consequente monitorização; Procedimentos e critérios para revisão periódica dos cursos, conducentes à avaliação e renovação da oferta formativa; Objetivos de aprendizagem e planificação geral de cada unidade curricular explícitos e garantes para a monitorização e melhoria do processo de ensino e aprendizagem Procedimentos de recolha e análise de informação sobre as necessidades de pessoal docente e não docente _ numero e perfil de competências Sistema de informação e gestão integrada dos recursos materiais para o apoio às atividades letivas _ eficácia, eficiência e utilização racional dos recursos. Sistema de garantia de qualidade; envolvimento dos diferentes órgãos de gestão; espaços de participação pública (interna e externa). Objetivos de aprendizagem definidos para cada curso, publicamente disponíveis. Unidades de apoio à investigação e inovação; acompanhamento social e psicológico dos alunos; ao empreendedorismo e evolução profissional dos diplomados ISCE. Avaliação de desempenho de pessoal docente e pessoal não docente; Estatuto da carreira docente e estrutura de carreiras do pessoal não docente. Serviços de apoio a estudantes integradores e que potenciem o desenvolvimento adequado das aprendizagens dos alunos e futuros profissionais. Fiabilidade dos Sistemas de Informação Divulgação Pública de Resultados Incentivo a Práticas Contínuas de Investigação Colaboração Externa, Interinstitucional e Meio Local Incentivo e Avaliação às Iniciativas de Internacionalização Mecanismos para a recolha de informações sobre necessidades e expetativas da comunidade educativa em relação à qualidade da formação e serviços oferecidos. Mecanismos que permitam obter informação sobre o funcionamento dos cursos e demais atividades; Avaliação da política e condições de promoção às práticas de I&D; da articulação entre ensino e a investigação; do valor económico do conhecimento; Monitorização, promoção e crescimento de atividades de interface e ação externa: - colaboração interinstitucional e com a comunidade. Cooperação internacional avaliada quer nas atividades de educação e formação internacionais, quer nos projetos de investigação com parceiros externos; Procedimentos de regulação e garantia da tomada de decisão informada e com capacidades de suscitar melhorias. Procedimentos para a prestação regular de informação pública, atualizada e objetiva, dos cursos e graus oferecidos. Procedimentos de monitorização e avaliação dos recursos humanos e materiais afetos à I&D, da produção científica, tecnológica e artística. Valorização dos resultados obtidos na ação cultural, desportiva e artística no exterior e em parcerias nacionais coerentes com a missão institucional. Promoção e avaliação de práticas de mobilidade que potenciem o vetor estratégico do ISCE: transnacionalidade do ensino superior.
4 Avaliação e Promoção da ISCE 4 Operacionalização _ GAPQ Em virtude destes imperativos a qualquer Instituição de Ensino Superior, foi criada uma estrutura interna do ISCE dotada das competências necessárias à dinamização desta estratégia de avaliação, o Gabinete de Avaliação e Promoção da (GAPQ). APRESENTAÇÃO Gabinete de Avaliação e Promoção da _ GAPQ Unidade de apoio pedagógico do Instituto Superior de Ciências Educativas; Início de atividade - ano letivo 2010/2011; Equipa: Diretor(a) do GAPQ; - 1 representante dos Docentes; Técnico-superior; 1 representante do Pessoal Não Docente; 1 representante da AE; 1 Consultor Externo. MISSÃO Reforçar permanentemente a qualidade da Comunidade de Educação e Investigação do ISCE, em diferentes modalidades e contextos, desenvolvendo um referencial aberto e democrático partilhado por alunos, docentes e parceiros institucionais, no respeito pelas exigências avaliativas nacionais e internacionais de referência para o sector. OBJETIVOS Contribuição para a melhoria contínua da qualidade pedagógica; Avaliação permanente dos modelos, das condições e dos desempenhos; Promoção de uma cultura de avaliação institucional; Integração dos parâmetros de qualidade e avaliação de referência para a IES; Dinamização de espaços abertos à Comunidade de Ensino para inovação nas práticas, melhoria nos processos, satisfação das necessidades de alunos, - docentes, - colaboradores, - parceiros externos.
5 Avaliação e Promoção da ISCE 5 IMAGEM CALENDÁRIO DE ATIVIDADES JAN.2014 FEV.2014 MAR.2014 ABR.2014 MAI.2014 JUN.2014 Constituição Equipa Recolha de dados de Docentes e Discentes Reuniões com a responsável dos RH para programação de formação para PND Formalização Estratégia Envio dos links para resposta aos do 1º Semestre Construção de procedimentos internos Contatos com Docentes para definição das avaliações de PD Tratamento dos dados e publicação na plataforma Espaço GAPQ _ site ISCE reformulação de documentos Formação PND Avaliação resultados de formação Receção dos processos dos Docentes a serem avaliados e envio para os Relatores Fórum Plataforma Construção de procedimentos internos Tratamento final 1ºS Publicação resultados Reuniões para esclarecimento de dúvidas Workshop _ Docentes ISCE Workshop PND Envio de Parceiros Externos Questionários PND Autoavaliação Fórum Plataforma Envio dos relativos ao 2º S Distribuição Avaliação da Satisfação Tratamento de dados da avaliação da Satisfação
6 Avaliação e Promoção da ISCE 6 SET.2015 OUT.2015 NOV.2015 DEZ.2015 JAN.2016 FEV.2016 Reunião Equipa GAPQ Formalização Estratégias Construção de procedimentos internos Fórum presencial, alunos/ docentes Contatos com Docentes para definição das Receção dos processos dos Docentes a serem avaliados e Questionári os PND Autoavaliaç ão Formação PND Reuniões para esclareciment o de dúvidas Workshop _ Docentes Workshop PND Envio dos links para resposta aos Distribuiç ão questioná rios Tratamento de dados da avaliação MAR.2016 ABR.2016 MAIO.2016 JUN.2016 JULH.2016 Recolha de dados dos Tratamento de dados e publicação na Avaliação dos resultados da formação com RH Reuniões com responsáveis departamento s para balanço do trabalho desenvolvido pelo GAPQ Envio de links para 2ºS Conclusão das avaliações do Pessoal Docente Tratamento dos dados dos Publicação dos resultados na Estratégia de Projetos Internacionaliza ção Produção de Relatórios
7 Avaliação e Promoção da ISCE 6 SET. 2016s OUT.2016 NOV.2016 DEZ.2016 JAN.2017 FEV.2017 Reunião com Docentes Formação para PND Formação PND Tratamento dos dados recolhidos na reunião de PD Work shop Reuniões com a AE para recolha de sugestões/ide Planeamento de novas formações para PND Questionário de Satisfação interna Reunião geral com PND e explicitação dos pressupostos da avaliação e reuniões individuais Envio de Questionári o do 1ºS Reunião com a equipa do GAPQ MAR.2017 ABR.2017 MAI.2017 JUN.2017 JUL.2017 Recolha de dados dos do 1ºS Tratamento de dados e publicação na plataforma Fórum presencial _ alunos Planeamento de novas formações Estratégia de Projetos de Internacionalização Solicitar aos Departamentos os contatos dos Parceiros Externos Reuniões com responsáveis dos departamento s para balanço do trabalho desenvolvido Envio de a Parceiros Externos Tratamento e publicitação Parceiros Externos Envio de links a Docentes e Discentes para preenchiment o dos do 2º S Tratamento dados dos do 2ºS Produção de relatórios e colocação na plataforma Reuniões para recolhas de sugestões/ideias para a elaboração do Manual da Apresentação da 1ª versão do Manual à Comunidade Académica Reunião com a equipa dp GAPQ
8 Avaliação e Promoção da ISCE 7 SET 2017 OUT 2017 NOV 2017 DEZ 2017 JAN 2018 FEV 2018 MAR 2018 Apresentação ao CP e CC e análise do documento Reunião com Docentes Trabalho de grupo com alunos, sobre a importância da participação na avaliação Trabalho de grupo com alunos, sobre a importância da participação na avaliação Análise de diversos documentos para atualização de dados Reformulação do site face ao espaço GAPQ Organização dos processos para avaliação do PD Reunião com AE Trabalhos de melhorias no Manual da ABR 2018 MAIO 2018 JUN 2018 JUL 2018 Reunião da equipa do GAPQ Envio de links para resposta aos do 1º S Produção de relatórios face às respostas dos Envio dos relatórios aos CC Colocação do Manual da /2ª versão) na plataforma para novos contributos da comunidade académica Envio do Manual da para o CP e CC Preparação da avaliação de PND Recolha dos contatos dos PE Envio de aos PE Proposta de Relatores para o CC Produção dos relatórios dos PE Envio dos links para os do 2º S Produção dos relatórios - 2º S Envio dos relatórios do 2º S aos CC Colocação dos relatórios na plataforma Reunião do GAPQ Produção do Relatório de Autoavaliação do GAPQ Envio dos processos aos relatores Colocação de documentação na plataforma
9 Avaliação e Promoção da ISCE 8 Instrumentos Para concretizar a atividade do GAPQ, a implementação de um modelo de avaliação da qualidade pedagógica do ISCE, unindo esforços e otimizando o tempo e recursos disponíveis, têm sido utilizados os instrumentos de inquirição construídos, encontrando-se outros em fase de reformulação. Q1(A).2011_ Questionário Avaliação Pedagógica ALUNOS Questionário por curso por ano letivo enviado a cada turma, respetivamente; Periodicidade semestral; Avaliação global a todas as Unidades Curriculares; Itens avaliados: - Perfil; - Recursos (físicos e virtuais); - Funcionamento Pedagógico; - Modelo b-learning. Q2(A).2011_Questionário Avaliação Pedagógica - DOCENTES Questionário GERAL para todos os docentes; Periodicidade semestral; Itens avaliados: - Perfil; - Funcionamento Geral da Instituição; - Modelo b-learning. Q3(A).2011_Questionário Avaliação de Desempenho PESSOAL NÃO DOCENTE Questionário GERAL para todos os COLABORADORES funcionários PEDAGO/ISCE: Ficha de Autoavaliação Ficha de Avaliação Final de Desempenho Periodicidade bi-anual; Itens avaliados: - Perfil; - Funcionamento Geral da Instituição; - Desenvolvimento Profissional; Q4(A).2011_Questionário Avaliação Pedagógica COMUNIDADE EXTERNA Questionário GERAL para todos os PARCEIROS a selecionar de entre Recetores de estagiários ; Outra IES ; Entidades Locais poder local, representantes associativos, etc ; Periodicidade anual;
10 Avaliação e Promoção da ISCE 9 Política de Comunicação O GAPQ é responsável pela execução da estratégia e pela prática de avaliação da qualidade pedagógica do ISCE, promovendo para o efeito, uma política de comunicação aberta com os que integram esta Comunidade Académica. Neste sentido, no espaço virtual criado no site do ISCE estarão disponíveis: Informações da instituição e da unidade; Resultados da Avaliação da Pedagógica; Eventos formativos e/ou de sensibilização; Prémios Concurso de Ideias Fórum da -ISCE Cultura de - ISCE O GAPQ será a face visível do compromisso assumido na mobilização da Comunidade ISCE para a construção de uma Cultura Organizacional de Conhecimento e, partilhada por todos e com a participação ativa de alunos, docentes, colaboradores não docentes, parceiros externos, nacionais e transnacionais. Garantir a prossecução da missão do ISCE exige a interiorização de valores de excelência e qualidade contínuas nas práticas pedagógicas, nos desempenhos individuais e nas estruturas gerais de funcionamento e interação com o mercado educativo, social e económico. O ISCE tem por Missão contribuir para a promoção da Educação Integral e do Desenvolvimento Sustentável, num esforço de melhoria contínua dos seus produtos e serviços, orientados para as comunidades locais, regionais, nacionais e transnacionais, com as quais interage, visando a satisfação das suas necessidades e expetativas de qualidade. PEDAGO Gabinete de Avaliação e Promoção da Instituto Superior de Ciências Educativas Rua Bento de Jesus Caraça, 12 - Serra da Amoreira Ramada PORTUGAL
Avaliação e Promoção da Qualidade ISCE
Avaliação e Promoção da Qualidade ISCE _ ENQUADRAMENTO GERAL _ Gabinete de Avaliação e Promoção da Qualidade Instituto Superior de Ciências Educativas 2015, Outubro Avaliação e Promoção da Qualidade ISCE
Avaliação e Promoção da Qualidade ISCE
Avaliação e Promoção da Qualidade ISCE _ ENQUADRAMENTO GERAL _ Gabinete de Avaliação e Promoção da Qualidade Instituto Superior de Ciências Educativas 2011, Março Avaliação e Promoção da Qualidade ISCE
Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo PLANO DE INTERVENÇÃO. Avaliação Interna da EPDRR
Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo PLANO DE INTERVENÇÃO Avaliação Interna da EPDRR Ano Letivo 2015/2016 ÍNDICE INTRODUÇÃO 3 COMISSÃO DE TRABALHO 4 METODOLOGIA DE TRABALHO ADOTADA 4 DOMÍNIOS
AUDITORIA DA A3ES AO SISTEMA INTERNO DE GARANTIA DA QUALIDADE DO IST
AUDITORIA DA A3ES AO SISTEMA INTERNO DE GARANTIA DA QUALIDADE DO IST 1 Marta Pile Área de Estudos e Planeamento Cecília Moreira Área para Qualidade e Auditoria Interna Workshop sobre Qualidade no Ensino
I - Competências do Diretor de Departamento
COMPETÊNCIAS DO DIRETOR DE DEPARTAMENTO E DA COMISSÃO DE COORDENAÇÃO OU COORDENADOR DE CURSO DO ISCE As competências e atribuições dos Diretores de Departamento e das Comissões de Coordenação ou Coordenadores
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARELEJA SEDE: ESCOLA BÁSICA DE AMARELEJA OBSERVATÓRIO DA QUALIDADE
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARELEJA SEDE: ESCOLA BÁSICA DE AMARELEJA OBSERVATÓRIO DA QUALIDADE Observatório da Qualidade Plano de Ação 2011/2012 ÍNDICE Introdução... 2 Equipa e Horário Semanal... 2 Metodologia
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 2016/2017 A AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 1 INTRODUÇÃO Enquadramento Normativo Avaliar o processo e os efeitos, implica
GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDO EM FUNCIONAMENTO (AACEF) (Ensino Universitário)
GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDO EM FUNCIONAMENTO (AACEF) (Ensino Universitário) Versão de 17 de maio de 2012 1 CARACTERIZAÇÃO DO CICLO DE ESTUDOS A.1. Instituição
CONSERVATÓRIO DE MÚSICA CALOUSTE GULBENKIAN DE BRAGA
CONSERVATÓRIO DE MÚSICA CALOUSTE GULBENKIAN DE BRAGA PLANO DE MELHORIA 2014 / 2016 ÍNDICE Introdução 3 Resultados da Avaliação Externa 4 Ações a contemplar no Plano de Melhoria 5 Conclusão 7 2 Introdução
EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS
INSPEÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA PROGRAMA ACOMPANHAMENTO EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS RELATÓRIO Agrupamento de Escolas de Fajões 2014-2015 RELATÓRIO DE ESCOLA Agrupamento de Escolas de Fajões
REGULAMENTO DO GABINETE DE GESTÃO DA QUALIDADE DA ESCOLA SUPERIOR DE DANÇA
REGULAMENTO DO GABINETE DE GESTÃO DA QUALIDADE DA ESCOLA SUPERIOR DE DANÇA A integração no espaço europeu de ensino superior das instituições académicas portuguesas trouxe consigo a necessidade de adoptar
Promover o sucesso educativo numa escola de qualidade
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3.º CICLO DE FERREIRA DIAS QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO INTERNA DA ESCOLA Promover o sucesso educativo numa escola de qualidade 1 ÍNDICE Constituição da CAI... 3 I. Conceção
Capítulo I Disposições Gerais. Preâmbulo. Artigo 1º - Objeto. Artigo 2º - Competências Gerais do Serviço de Relações Externas
Capítulo I Disposições Gerais Preâmbulo De acordo com os estatutos do Instituto Politécnico de Viseu (IPV), e tal como referenciado no nº5 do Artigo 82º, os Serviços de Relações Externas, doravante designados
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ANEXO II AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO. Identificação do avaliado
ANEXO II AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO Identificação do avaliado Nome Categoria profissional actual Anos de serviço no ensino superior Anos de serviço na Unidade
Dimensão 1 DIDÁTICO-PEDAGÓGICA. 1.1 Gestão Acadêmica 1.2 Projeto do Curso 1.3 Atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação
Dimensão 1 DIDÁTICO-PEDAGÓGICA CATEGORIAS DE ANÁLISE 1.1 Gestão Acadêmica 1.2 Projeto do Curso 1.3 Atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação 1.1 GESTÃO ACADÊMICA 1.1.1 Responsabilidade Social
Agrupamento de Escolas de Alhandra, Sobralinho e S. João dos Montes
Missão do Agrupamento de Escolas de Alhandra, Sobralinho e S. João dos Montes Assegurar a prestação de um serviço público de qualidade na educação, partindo do reconhecimento das condições objectivas do
Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Apoio à Qualidade (GAQ)
Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Apoio à Qualidade (GAQ) 1 Índice I Disposições Legais... 3 Artigo 1º - Objecto e âmbito de aplicação... 3 II Modelo Organizacional... 3 Artigo 2º - Definição
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALHANDRA, SOBRALINHO E SÃO JOÃO DOS MONTES PLANO DE MELHORIA IGEC
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALHANDRA, SOBRALINHO E SÃO JOÃO DOS MONTES PLANO DE MELHORIA IGEC SETEMBRO DE 2013 FUNDAMENTOS DO PLANO DE MELHORIA 2013/2015 O Agrupamento assume-se como construtor de uma visão
Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Gestão e Qualidade (GGQ)
Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Gestão e Qualidade (GGQ) 1 Índice I Disposições Legais...3 Artigo 1º - Objecto e âmbito de aplicação... 3 II Modelo Organizacional... 3 Artigo 2º - Definição
(Portaria nº266/2012, de 30 de agosto)
(Portaria nº266/2012, de 30 de agosto) dezembro, 2013 CARTA DE MISSÃO (Portaria n.º 266/2012, de 30 de agosto) Nome do Diretor Carlos Alberto Martins Carvalho Escalão 9º Unidade Orgânica : Agrupamento
DIREÇÃO REGIONAL DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL DIVISÃO DE ENCAMINHAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS
DIREÇÃO REGIONAL DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL DIVISÃO DE ENCAMINHAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS O que são? Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional Os CQEP são estruturas do Sistema Nacional
Plano de Ações de Melhoria
Plano de Ações de Escola Básica Elias Garcia Escola Básica Miquelina Pombo J. I. da Sobreda 2014/2015 1 INTRODUÇÃO O presente plano de ações de melhoria 2014/15 - resulta da avaliação do plano de ações
ACOLHER, REPARAR E PROMOVER
GESTÃO E ORGANIZAÇÃO INTERNA Planificação e organização; Elaboração do Plano Anual de Atividades 2016-2017; Definição de calendário de reuniões ordinárias 2016-2017: EE (mensal); ET (semanal), Funcionários
RELATÓRIO INICIAL SOBRE O SISTEMA INTERNO DE GARANTIA DA QUALIDADE DA UAL UNIVERSIDADE AUTÓNOMA DE LISBOA LUÍS DE CAMÕES
RELATÓRIO INICIAL SOBRE O SISTEMA INTERNO DE GARANTIA DA QUALIDADE DA UAL UNIVERSIDADE AUTÓNOMA DE LISBOA LUÍS DE CAMÕES SETEMBRO DE 2014 ÍNDICE Conteúdo 1. Objetivo do Diagnóstico... 1 2. Breve caracterização
ACOMPANHAMENTO DA AÇÃO EDUCATIVA RELATÓRIO DA 3ª INTERVENÇÃO. Início 21 de junho de Fim 23 de junho de 2016
RELATÓRIO DA 3ª INTERVENÇÃO Área territorial da IGEC SUL Agrupamento ou Escola Data da intervenção Código 170574 Designação AE Vale Aveiras Início 21 de junho de 2016 Fim 23 de junho de 2016 PLANEAMENTO
PLANO DE INTERVENÇÃO
PLANO DE INTERVENÇÃO Área de intervenção Resultados escolares: promoção do sucesso e da excelência Objetivos Metas Atividades Indicadores Situação inicial Atingir em 95% os Elaboração dos PDI segundo Cumprimento
PLANO DE AÇÃO
INSTITUTO FLORENCE DE ENSINO SUPERIOR COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO PLANO DE AÇÃO 2016-207 São Luís 2016 1 INTRODUÇÃO O plano de ações da CPA define os rumos dos trabalhos que serão desenvolvidas pela
ATUAÇÃO DA CPA. Roteiro. Avaliação do ensino superior. Avaliação do Ensino Superior. Autoavaliação na UFMS
ATUAÇÃO DA CPA Avaliação do ensino superior Roteiro Avaliação do Ensino Superior Legislação SINAES Autoavaliação Institucional Dimensões Autoavaliação na UFMS Instrumentos AVALIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR
Agrupamento de Escolas de Muralhas do Minho, Valença PLANO ESTRATÉGICO PARA O ANO LETIVO
Agrupamento de Escolas de Muralhas do Minho, Valença PLANO ESTRATÉGICO PARA O ANO LETIVO 2014-2015 1. Enquadramento. O Plano Estratégico apresentado para o ano letivo 2014-2015 e elaborado nos termos do
EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS
INSPEÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA PROGRAMA ACOMPANHAMENTO EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS RELATÓRIO Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Sanches 2016 RELATÓRIO DE ESCOLA Agrupamento de Escolas
Agrupamento Vertical de Escolas de Leça da Palmeira/ Santa Cruz do Bispo AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS 2012 PLANO DE MELHORIA
Agrupamento Vertical de Escolas de Leça da Palmeira/ Santa Cruz do Bispo AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS 2012 PLANO DE MELHORIA Leça da Palmeira, Julho 2012 0 INDICE Introdução. Relatório da avaliação externa..
Avaliação Externa das Escolas PLANO DE MELHORIA
Avaliação Externa das Escolas 2012-2013 PLANO DE MELHORIA A elaboração deste plano de melhoria assenta no pressuposto de que o Agrupamento Vertical de Escolas de Azeitão é capaz de repensar estratégias
EDITAL N.º 262/2016 PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL: SELEÇÃO DE TUTOR PET CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
EDITAL N.º 262/216 PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL: SELEÇÃO DE TUTOR PET CIÊNCIAS BIOLÓGICAS O VICE-REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, torna pública
Instituto Superior de Ciências Educativas
Instituto Superior de Ciências Educativas Curso de Pós-Graduação/ Formação Especializada em ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE EVENTOS DE NEGÓCIOS, DESPORTIVOS E DE ANIMAÇÃO TURÍSTICA 2017 / 2018 O curso exposto
Regulamento do Sistema Interno de Garantia da Qualidade da Universidade da Madeira
Regulamento do Sistema Interno de Garantia da Qualidade da Universidade da Madeira Preâmbulo A garantia de qualidade pode descrever se como a atenção sistemática, estruturada e contínua à manutenção e
Plano de Formação
Plano de Formação 2013-2015 Índice NOTA INTRODUTÓRIA... 2 PÚBLICO-ALVO... 2 OBJETIVOS GERAIS... 2 EXPLICITAÇÃO DO LEVANTAMENTO DE NECESSIDADES... 3 ÁREAS PRIORITÁRIAS DE FORMAÇÃO... 3 ORGANIZAÇÃO DA FORMAÇÃO...
Plano de Melhoria
Plano de Melhoria 1 Enquadramento O presente Plano de Melhoria resulta, simultaneamente, das orientações emanadas da Inspeção-Geral da Educação e Ciência, que assentam nas sugestões do Conselho Nacional
Planeamento Estratégico e Qualidade: a experiência do IST
Planeamento Estratégico e Qualidade: a experiência do IST Marta Pile Área de Estudos e Planeamento/ Instituto Superior Técnico ORGANIZAÇÃO 1. SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DA QUALIDADE a) MODELO b) DOCUMENTAÇÃO
Auto-Regulação e Melhoria das Escolas. Auto-avaliação - uma PRIORIDADE. Auto-avaliação do Agrupamento de Escolas de Gil Vicente
Agrupamento de Escolas de Auto-Regulação e Melhoria das Escolas Auto-avaliação - uma PRIORIDADE Equipa de Avaliação Interna 2009/2010 1 Agrupamento de Escolas de Enquadramento legal Justificação Novo Paradigma
Agrupamento de Escolas de Mafra
CARTA DE MISSÃO (Portaria n.º 266/2012, de 30 de agosto) Nome da Diretora Maria de Jesus Azevedo dos Santos Roxo Geraldes Pires Escalão 6º Escola : Agrupamento de Escolas de Mafra Grupo de Recrutamento
PLANO DE ATIVIDADES 2017
PLANO DE ATIVIDADES 2017 PE1 Reforçar a participação ativa na discussão, implementação e avaliação de planos, políticas e legislação ambientais, promovendo a partilha de informação e conhecimento com os
Plano de Desenvolvimento Institucional
Plano de Desenvolvimento Institucional Âmbito de atuação Missão Visão Elementos Duráveis Princípios Elementos Mutáveis (periodicamente) Análise Ambiental Objetivos Estratégicos Metas Planos de Ação PDI
Biblioteca de Escola Secundária/3ºC de Vendas Novas. Plano de acção Nota introdutória
Biblioteca de Escola Secundária/3ºC de Vendas Novas Plano de acção 2009-2013 Nota introdutória O plano de acção é um documento orientador onde se conceptualizam e descrevem as metas a atingir num período
PLANO DE MELHORIA. Agrupamento de Escolas Henriques Nogueira
PLANO DE MELHORIA Agrupamento de Escolas Henriques Nogueira ENQUADRAMENTO Importa que a avaliação externa das escolas seja um processo útil para o desenvolvimento e a melhoria de cada escola. Para tal,
Agrupamento de Escolas de Rio Tinto AVERT PLANO DE MELHORIA DO AGRUPAMENTO
Agrupamento de Escolas de Rio Tinto AVERT PLANO DE MELHORIA DO AGRUPAMENTO 1 Introdução Um Plano de Melhoria é um instrumento fundamental para potenciar o desempenho académico dos alunos e a qualidade
DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES
Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00
Escola Secundária José Saramago Mafra. Plano Estratégico
Escola Secundária José Saramago Mafra Plano Estratégico 2014/2015 Preâmbulo O Plano Estratégico para 2014/2015 visa dar cumprimento ao disposto no artigo 15º do despacho normativo nº 6/2014, de 26 de maio.
Plano de Intervenção Avaliadores
Plano de Intervenção Avaliadores Apresentam-se algumas especificidades do processo SIADAP 2012 visando o esclarecimento da abordagem a prosseguir pelos Avaliadores. Para obter esclarecimentos adicionais
PLANO DE MELHORIA
Agrupamento de Escolas D. Sancho I PLANO DE MELHORIA 2016-2018 Elaborado nos termos previstos na Recomendação nº 1/2011 da IGEC Áreas de melhoria apontadas na Externa concluída em 20/01/2016. Uma escola
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA NOVA DE CERVEIRA. Plano de Melhoria
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA NOVA DE CERVEIRA Plano de Melhoria Avaliação Externa de Escolas 2012-2013 Índice I. Resumo... 2 Objetivo Introdução Ponto de partida II. Áreas de intervenção... 4 A1 - O
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VALLIS LONGUS PLANO DE AÇÃO DE MELHORIA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VALLIS LONGUS PLANO DE AÇÃO DE MELHORIA VALONGO, JUNHO 2013 INTRODUÇÃO O Plano de Melhoria constitui-se como instrumento de suporte à programação e à implementação da melhoria
Respostas da entrevista A - Diretora. Tema: Compreender o processo de autoavaliação do agrupamento e perspetivar oportunidades de melhoria.
Respostas da entrevista A - Diretora Tema: Compreender o processo de autoavaliação do agrupamento e perspetivar oportunidades de melhoria. Pergunta de partida: Com vista à promoção da melhoria das práticas
ARTICULAÇÃO ENTRE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO UM REQUISITO PARA A GESTÃO ESTRATÉGICA EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR
SEMINÁRIO NACIONAL DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ARTICULAÇÃO ENTRE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO UM REQUISITO PARA A GESTÃO ESTRATÉGICA EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR Suzana Salvador
VERSÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE DIREITO
VERSÃO 2014-2 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE DIREITO ARACRUZ 2014 1. INTRODUÇÃO 1.1. Missão No intuito de fortalecer e promover uma educação de qualidade em que o discente é o principal protagonista, a
Autonomia e Flexibilidade Curricular. III Reunião com as Escolas do Projeto Julho de 2017
Autonomia e Flexibilidade Curricular III Reunião com as Escolas do Projeto Julho de 2017 AUTONOMIA E FLEXIBILIDADE CURRICULAR C RESPONSABILIDADE N F A U T O N O M I A A ACOMPANHAMENTO Ç F L E X I B I L
Agrupamento Vertical de Escolas de Sines Escola Sede: E. B. Vasco da Gama de Sines. Avaliação Desempenho Pessoal Docente Contrato
Avaliação Desempenho Pessoal Docente Contrato 2011/2012 INTRODUÇÃO Este documento tem como objetivo o enquadramento do processo de avaliação do pessoal docente regime contrato para o ano letivo 2011/2012.
Desenvolvimento Local de Base Comunitária Cascais DesEnvolve Alcabideche e S. Domingos de Rana. 3ª Reunião do GAL
Desenvolvimento Local de Base Comunitária Cascais DesEnvolve Alcabideche e S. Domingos de Rana 3ª Reunião do GAL Alcabideche, DNA Cascais 07 de julho de 2015 ORDEM DE TRABALHOS Ponto de situação sobre
Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades
Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades Desagregação das medidas e das tipologias de atividades ESTRATÉGIA NACIONAL
ORIENTAÇÕES PARA O PLANO DE TURMA
ORIENTAÇÕES PARA O PLANO DE TURMA A melhoria da eficácia da resposta educativa decorre de uma articulação coerente entre: Projeto Educativo Currículo Plano de Turma Assim, o Plano de Turma, assume a forma
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PROFESSOR PAULA NOGUEIRA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PROFESSOR PAULA NOGUEIRA Plano de Formação do Agrupamento 2015/2018 Índice 1. Nota Introdutória... 3 2. Enquadramento do Plano de Formação... 4 3. Diagnóstico... 6 4. Objetivos Gerais...
PLANO DE ARTICULAÇÃO. Agrupamento de Escolas Rio Arade. Ano letivo 2012/2013 [Escolha a data] Plano de Articulação / 2013
Agrupamento de Escolas Rio Arade PLANO DE ARTICULAÇÃO Ano letivo 2012/2013 [Escolha a data] 1 / 9 Índice Nota introdutória... 3 Objetivos Gerais... 4 Estratégias de intervenção... 5 Organização... 6 Procedimentos
Escola Secundária de Cacilhas Tejo
Escola Secundária de Cacilhas Tejo Plano de Melhoria 2013-2014 1. Introdução PLANO DE MELHORIA O presente Plano de Melhoria resulta da articulação entre o relatório da Avaliação Externa da Inspeção-Geral
Plano de melhoria (2015/16)
Plano de melhoria (2015/16) Introdução Agrupamento Vertical de Portel Escola EB 2,3 de D. João de Portel Quatro domínios de ação da Biblioteca Escolar: A. Currículo, literacias e aprendizagem B. Leitura
AGRUPAMENTO ESCOLAS SANTOS SIMÕES PLANO DE MELHORIA
AGRUPAMENTO ESCOLAS SANTOS SIMÕES PLANO DE MELHORIA SETEMBRO 2014 Enquadramento O presente documento surge na sequência do processo de Avaliação Externa realizada ao Agrupamento de Escolas Santos Simões
Revisão da Carta Educativa do Concelho de Cascais Elaboração do Plano Estratégico Educativo Municipal. Metodologia e Programa de Trabalhos
Revisão da Carta Educativa do Concelho de Cascais Elaboração do Plano Estratégico Educativo Municipal Metodologia e Programa de Trabalhos 24 de fevereiro 2016 Agenda 1. Equipa de trabalho 2. Carta Educativa:
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CUBA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CUBA PLANO DE MELHORIA Cuba Julho de 2012 1- Introdução A avaliação é um procedimento que permite à organização que o implementa modelar a sua identidade, analisar os pontos fortes
1. Introdução AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MAIA
1. Introdução A avaliação externa do Agrupamento de Escolas da Maia, da responsabilidade da IGEC, decorreu de 17 a 20 de novembro do ano transato. A classificação de Muito Bom em todos os domínios enche-nos
Avaliação de Desempenho. Orientações aos relatores
Avaliação de Desempenho Orientações aos relatores 1. Referenciais de avaliação 1.1. Legislação 1. Referenciais de avaliação 1.2. Referentes internos: a. Projeto Educativo do Agrupamento, b. Projeto Curricular
Nº de postos de trabalho Presidente 1 Vice-Presidente 1 Vogal 1 Secretário do Conselho Diretivo 1. Área de formação académica e/ou profissional
Atribuições / Competências/Atividades Cargo/Carreira/ Categoria Conselho Diretivo Área de formação académica e/ou profissional Nº de postos de trabalho Presidente 1 Vice-Presidente 1 Vogal 1 Secretário
II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação
II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação 25 de maio de 2016 EIXO 1: PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Dimensão 8: Planejamento e avaliação Fragilidades Melhorar as reuniões da CPA e reestruturar
Plano de Ações de Melhoria Inicial
Plano de Ações de Melhoria Inicial PAM Inicial 2016/2017 Outubro de 2016 Índice Pág. 2 1. Introdução 2. Plano de Ações de Melhoria Inicial 2.1. Enquadramento das ações de melhoria nos Critérios da CAF
LABORATÓRIO DE INOVAÇÕES EM EDUCAÇÃO NA SAÚDE COM ÊNFASE EM EDUCAÇÃO PERMANENTE /EDITAL DA 1ª EDIÇÃO
LABORATÓRIO DE INOVAÇÕES EM EDUCAÇÃO NA SAÚDE COM ÊNFASE EM EDUCAÇÃO PERMANENTE /EDITAL DA 1ª EDIÇÃO Porque o Laboratório Os processos de educação em saúde constituem como um dos fundamentos das práticas
Região do Médio Tejo. Características e Desafios
Região do Médio Tejo Características e Desafios 09 março 2015 A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo Território e Municípios A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo Atribuições e Competências das
Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa
Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa I. INTRODUÇÃO A orientação para a qualidade deve constituir um pressuposto fundamental na actividade das entidades formadoras, traduzida na
Ministério da Defesa Nacional. Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional. Cargo e Titular: Secretário-geral do Ministério da Defesa Nacional
CARTA DE MISSÃO Ministério da Defesa Nacional Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional Cargo e Titular: Secretário-geral do Ministério da Defesa Nacional 1. Missão do organismo As atribuições
Princípios Orientadores
Escola de Engenharia Candidatura para a Eleição dos Representantes dos Professores e Investigadores ao Conselho de Escola da Escola de Engenharia da Universidade do Minho 2013-2016 Princípios Orientadores
Escrito por Administrador Quinta, 05 Fevereiro :48 - Actualizado em Terça, 10 Novembro :11
Plano de Ação e Plano Estratégico do Agrupamento 1.Plano de Ação Para dar consecução à missão e aos valores, pretende o Agrupamento desenvolver uma ação educativa alicerçada num conjunto de princípios
