Escola Secundária de Cacilhas Tejo
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- Ana Luísa Carrilho Mendes
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1 Escola Secundária de Cacilhas Tejo Plano de Melhoria
2 1. Introdução PLANO DE MELHORIA O presente Plano de Melhoria resulta da articulação entre o relatório da Avaliação Externa da Inspeção-Geral da Educação e Ciência homologado em 24 de setembro de 2013, na sequência da ação inspetiva, realizada entre os dias 11 e 12 de março de 2013 na Escola Secundária de Cacilhas-Tejo, o Programa de Acompanhamento da Inspeção-Geral da Educação e Ciência, iniciado em outubro de 2013, e o Projeto Educativo para o triénio de Além dos documentos referidos, foram ainda tidos em consideração outros dados, como, por exemplo, o Relatório de Avaliação do Projeto Educativo anterior e o Relatório da Autoavaliação de Escola. Pretende-se, através deste Plano de Melhoria, definir um conjunto de ações consistentes que se traduzam na melhoria efetiva da Escola Secundária de Cacilhas-Tejo. Para a definição deste Plano contribuíram vários elementos dos órgãos de administração e gestão (Diretora, Coordenadora dos Cursos Científico- Humanísticos, Coordenador dos Cursos Profissionais, Representante do Departamento de Apoio Socioeducativo e Presidente do Conselho Geral) bem como a equipa coordenadora do Projeto Educativo e a equipa de Autoavaliação da Escola a quem coube a elaboração final deste Plano de Melhoria com as ações que procurarão dar resposta às cinco áreas prioritárias recomendadas pela Inspeção- Geral da Educação e Ciência e que a seguir se transcrevem: A identificação objetiva das causas do insucesso escolar que possibilite a definição de ações de melhoria adequadas para a sua redução; O incentivo à participação dos pais e encarregados de educação nos processos de decisão para que estes possam contribuir para o desenvolvimento da Escola; A assunção de uma lógica de trabalho cooperativo e interdisciplinar, transversal a todas as estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica, de forma a garantir a articulação das diversas aprendizagens e percursos educativos mais sustentados; A implementação generalizada de processos de supervisão da atividade letiva em sala de aula, enquanto fator de desenvolvimento profissional dos docentes, com vista ao aperfeiçoamento das práticas de ensino e, consequentemente, à melhoria das aprendizagens e dos resultados; A implementação de um processo de monitorização sistemático e de avaliação da eficácia das ações de melhoria, com vista a uma estratégia concertada, conducente à melhoria dos resultados e à consolidação de uma cultura de autoavaliação organizacional, enquanto garante do progresso sustentado da Escola. 2 Plano de Melhoria
3 Dada a importância do Projeto Educativo enquanto instrumento estruturante para a Escola, o Plano de Melhoria tem em conta os objetivos, as estratégias e as metas aí explicitados e, por isso, só após a reformulação do Projeto Educativo 1 ficaram reunidas as condições para a elaboração do Plano de Melhoria o qual tem um horizonte temporal de um ano letivo (2013/2014), o que se prende com o modo como estão definidas as metas do Projeto Educativo. Na elaboração deste Plano de Melhoria foi utilizado para a explicitação das ações a implementar o modelo de ficha da CAF 2 ao qual se introduziram algumas alterações que, pensamos, se ajustam melhor às necessidades da Escola. Estas fichas refletem o modo como a Escola perspetiva a implementação das ações de melhoria e contêm, entre outras, a informação sobre os objetivos e resultados esperados com as ações, os domínios e as metas do Projeto Educativo em que se enquadram bem como as atividades a realizar, os envolvidos na sua coordenação e operacionalização, os indicadores de avaliação e os prazos em que o processo se vai desenvolver. 2. Áreas prioritárias/fichas das ações de melhoria 2.1. Área Prioritária - A identificação objetiva das causas do insucesso escolar que possibilite a definição de ações de melhoria adequadas para a sua redução Ficha de Ação de Melhoria AÇÃO DE MELHORIA Designação da Ação de Melhoria Identificação e análise de causas de insucesso e definição de ações para a sua redução Dirigente responsável Equipa coordenadora da ação Equipa operacional Diretora da Escola, professora Margarida Coordenadoras dos Diretores de Turma, professoras Fátima Gaspar e Helena Pedroso; Professoras Clara Pires, Céu Santos e Mª João Bule Domínio de Intervenção do PE Diretores de turma e professores dos vários conselhos de turma; Professores do Programa Sucesso Departamentos/Grupos de recrutamento Comissão de estatística A. Desenvolvimento Curricular 1 Projeto Educativo aprovado a 15 de janeiro de CAF Common Assessment Framework (Estrutura Comum de Avaliação) 3 Plano de Melhoria
4 Descrição da ação de melhoria Criação de instrumentos para a identificação e análise de causas do insucesso escolar e implementação de ações para a sua redução Objetivo (s) da ação de melhoria Melhorar os resultados escolares Atividades a realizar AÇÃO 1 - PROGRAMA SUCESSO 3 no 11º e no 12º ano dos cursos Científico-Humanísticos - Produção de relatórios de avaliação no final de cada período. AÇÃO 2 - IDENTIFICAÇÃO DE CAUSAS DO INSUCESSO -Levantamento das classificações negativas de entrada dos alunos em disciplinas estruturantes: Cursos Científico-Humanísticos Ciências e Tecnologias: Português, Matemática, Ciências Físicas e Naturais Línguas e Humanidades: Português, História, Língua Estrangeira Ciências Socioeconómicas: Português, Matemática e Geografia Cursos profissionais Português, Língua Estrangeira e Matemática - Levantamento das classificações negativas nos exames nacionais de 9º ano nas disciplinas de Português e de Matemática dos alunos do 10º ano/1º ano; - Confronto dos dados iniciais com os resultados do 1º período nas disciplinas em causa nos cursos Científico-Humanísticos e respetiva monitorização ao longo do ano letivo; - Identificação dos alunos do 10º/1º ano encaminhados para outros cursos; - Identificação dos alunos do 10º/1º ano sinalizados mas não encaminhados para outros cursos e identificar as causas do não-encaminhamento; - Aplicação de um questionário aos alunos dos Cursos Científico-Humanísticos que no final do 1º período não estariam em condições de transitar ou de concluir o curso; - Produção de um relatório sobre as causas do insucesso com base nos dados recolhidos (fevereiro); - Apresentação e análise dos relatórios nas várias estruturas de gestão curricular com vista à sugestão de estratégias de intervenção adequadas e à redação final dos mesmos. 3 Destinado a alunos que, nos cursos científico-humanísticos transitaram: 1- com classificação inferior a dez valores em disciplinas sujeitas a exame nacional; 2- com a classificação de 10 valores na disciplina,mas a mesma resultou de votação em conselho de turma; 3 -no caso das disciplinas trienais, transitaram do 11º para o 12º ano com a classificação de 10 valores mas tiveram a classificação de 8 ou 9 valores no 10º ano. 4 Plano de Melhoria
5 AÇÃO 3 - ATUAÇÃO NOS CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS (REGULAR E RECORRENTE) E CURSOS PROFISSIONAIS AO NÍVEL DO CONSELHO DE DEPARTAMENTO/ GRUPO - Criação nos departamentos/grupos de instrumentos de avaliação formativa, reforçando os procedimentos de autoavaliação (janeiro/fevereiro); - Aplicação dos instrumentos de avaliação formativa (ao longo do ano letivo); - Reflexão sobre a aplicação dos instrumentos e registo de conclusões. AÇÃO 4 - PLANO DE INTERVENÇÃO NOS CURSOS CIENTÍFICO HUMANÍSTICOS 4 AO NÍVEL DO CONSELHO DE DEPARTAMENTO/ GRUPO - Elaboração (janeiro/fevereiro) de um plano de intervenção sempre que exista no Departamento/ Grupo uma disciplina com 50% ou mais de classificações inferiores a 10 valores. - Operacionalização do plano (2º/3ºperíodos). - Avaliação do plano de intervenção: - produção de relatório de avaliação intermédia (final do 2º período); - produção de um relatório final com recomendações para o ano letivo seguinte nas turmas de continuidade (final do 3º período). AO NÍVEL DO CONSELHO DE TURMA - Elaboração (janeiro/fevereiro) de um plano de intervenção sempre que se verifique uma das seguintes situações: - disciplinas com 50% ou mais de classificações inferiores a 10 valores 5 ; - 5 ou mais alunos com mais de 2 classificações inferiores a 10 valores; - outras consideradas relevantes pelo Conselho de Turma. - Operacionalização do plano (2º /3ºperíodos). - Avaliação do plano de intervenção -produção de relatório de avaliação intermédia (Conselho de turma de avaliação do 2º período); -produção de um relatório final com recomendações para o ano letivo seguinte nas turmas de continuidade (Conselho de Turma de avaliação do 3º período.) Resultado(s) esperado(s) ENSINO REGULAR Atingir uma taxa de sucesso global (transição e conclusão) entre 65-70%; Atingir uma taxa de conclusão do Ensino Secundário entre 50-55%; Aproximar os resultados da média global interna e externa, por disciplina (a diferença 4 O modelo do plano de intervenção deve conter obrigatoriamente os seguintes pontos: descrição da problemática identificada, objetivos, estratégias, calendarização, intervenientes, monitorização/avaliação. O Conselho de Turma deve decidir quem coordena o desenvolvimento do plano de acordo com a problemática identificada e o perfil dos docentes (não tem de ser o Diretor de Turma). 5 Entende-se como turma a unidade orgânica estipulada no horário do professor. 5 Plano de Melhoria
6 não deve ultrapassar os 2 valores). ENSINO PROFISSIONAL Atingir uma taxa de sucesso global (transição e conclusão) entre 72-75%; Atingir uma taxa de conclusão do Ensino Secundário entre 60-65%. ENSINO RECORRENTE Atingir uma taxa de sucesso global (transição e conclusão) entre 65-70%. Indicadores de avaliação Taxas de transição e de conclusão nos diferentes cursos; Desvio entre CIF-CE. Data de início Data de conclusão Setembro de 2013 Julho de 2014 Revisão e avaliação da ação de melhoria (mecanismos e datas) PROGRAMA SUCESSO relatórios (janeiro, abril/maio e junho de 2014). CAUSAS DO INSUCESSO relatórios (fevereiro/março). ATUAÇÃO NOS CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS (REGULAR E RECORRENTE) E CURSOS PROFISSIONAIS E PLANO DE INTERVENÇÃO NOS CURSOS CIENTÍFICO- HUMANÍSTICOS - - relatório global (até final de junho); - apresentação e análise do relatório global nas várias estruturas de gestão curricular com vista à redação final do mesmo (julho) Área Prioritária - O incentivo à participação dos pais e encarregados de educação nos processos de decisão para que estes possam contribuir para o desenvolvimento da Escola Ficha de Ação de Melhoria AÇÃO DE MELHORIA Designação da Ação de Melhoria Participação dos pais e encarregados de educação no desenvolvimento da Escola Dirigente responsável Diretora da Escola, professora Margarida Equipa coordenadora da ação Diretora e coordenadoras dos Diretores de Turma Professor António Moreira Equipa operacional Diretora, professora Margarida Coordenadoras dos Diretores de Turma Diretores de Turma Representantes dos Pais e Encarregados de Educação 6 Plano de Melhoria
7 Domínio de Intervenção do PE D Envolvimento da Comunidade Descrição da ação de melhoria Criação de mecanismos para o incentivo à participação dos pais e encarregados de educação nos processos de decisão para que estes possam contribuir para o desenvolvimento da Escola Objetivo (s) da ação de melhoria Melhorar o envolvimento dos pais e Encarregados de Educação na vida da Escola Atividades a realizar AÇÃO 1 - Receção em setembro dos Pais e Encarregados de Educação dos alunos que iniciam o 10º/1º ano; AÇÃO 2 -Sensibilização dos Pais e Encarregados de educação para a importância da criação de uma Associação de pais e Encarregados de Educação e levantamento dos potenciais interessados (Conselhos de Turma intercalares, reuniões com Diretores de Turma ao longo do 1º período); AÇÃO 3 - Reunião com todos os potenciais interessados com vista à criação da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Secundária de Cacilhas (janeiro); AÇÃO 4 - Sessão pública de apresentação do Projeto Educativo (1ª quinzena de fevereiro); AÇÃO 5 - Aplicação de questionário aos Pais e Encarregados de Educação com vista à organização de atividades direcionadas para os mesmos e de relevância para o desenvolvimento da Escola (2º período); AÇÃO 6 - Realização de atividade(s) com Pais e Encarregados de Educação. Resultado (s) esperado(s) Participação de Pais e Encarregados de Educação no desenvolvimento da Escola. Indicadores de avaliação Nº de reuniões/atividades realizadas com Pais e Encarregados de Educação; Nº de presenças de Pais e Encarregados de Educação em reuniões/atividades na Escola; Eleição dos Corpos Sociais da Associação de Pais e Encarregados de Educação da ESCT. Data de início Data de conclusão Setembro de 2013 Julho de 2014 Revisão e avaliação da ação de melhoria (mecanismos e datas) Relatório intermédio sobre a participação dos pais em reuniões/atividades (final do 2º período); Relatório final global da participação dos Pais e Encarregados de Educação e reformulação de estratégias em função das conclusões obtidas (julho de 2014). 7 Plano de Melhoria
8 2.3. Área Prioritária - A assunção de uma lógica de trabalho cooperativo e interdisciplinar, transversal a todas as estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica, de forma a garantir a articulação das diversas aprendizagens e percursos educativos mais sustentados Ficha de Ação de Melhoria AÇÃO DE MELHORIA Designação da Ação de Melhoria Desenvolvimento do trabalho cooperativo e interdisciplinar, transversal a todas as estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica, de forma a garantir a articulação das diversas aprendizagens e percursos educativos mais sustentados Dirigente responsável Equipa coordenadora da ação Equipa operacional Diretora da Escola, professora Margarida Diretora, Coordenadores dos Cursos Científico- Humanísticos e Coordenador dos Cursos profissionais Professora Ana Meireles Domínio de Intervenção do PE Coordenadores de Departamento/Grupo Comissão de estatística Professores A Desenvolvimento Curricular B -Estruturas de Coordenação Educativa e Supervisão Pedagógica Descrição da ação de melhoria Criação de instrumentos comuns de suporte à análise de resultados escolares nos vários grupos de recrutamento, trabalho cooperativo na modalidade de coadjuvação e criação de condições para a partilha de boas práticas pedagógicas. 8 Plano de Melhoria Objetivo (s) da ação de melhoria Melhorar os resultados escolares; Melhorar as práticas de reflexão e trabalho cooperativo; Promover a articulação e a cooperação entre as estruturas de gestão curricular. Atividades a realizar AÇÃO 1 - Criação de uma grelha comum de suporte à análise de resultados escolares nos vários grupos de recrutamento (janeiro) AÇÃO 2 - Criação de uma grelha comum de suporte ao balanço das diferentes modalidades de apoio nos vários grupos de recrutamento (janeiro) AÇÃO 3 - Realização de coadjuvações nos vários grupos de recrutamento (ao longo do ano letivo) AÇÃO 4 - Realização de reuniões de estruturas de gestão curricular para partilha de boas
9 práticas pedagógicas (2º e 3º períodos) Resultado (s) esperados Realizar até 3 coadjuvações por grupo disciplinar; Realizar até 3 reuniões de estruturas de gestão curricular sobre boas práticas pedagógicas. Indicadores de avaliação Grelhas comuns para balanço de resultados dos alunos e das diferentes modalidades de apoio; Número de coadjuvações realizadas; Número de reuniões realizadas sobre boas práticas pedagógicas. Data de início Data de conclusão Setembro de 2013 Julho de 2014 Revisão e avaliação da ação de melhoria (mecanismos e datas) Análise de relatórios intermédios sobre as coadjuvações e reformulação de estratégias em função das conclusões obtidas (final do 2º e 3º períodos); Análise do relatório final sobre as coadjuvações e tomada de decisões para o próximo ano letivo com base nas conclusões apresentadas (julho de 2014); Análise de relatório das reuniões das estruturas de gestão curricular sobre boas práticas pedagógicas e tomada de decisões para o próximo ano letivo com base nas conclusões apresentadas (julho de 2014) Área Prioritária - A implementação generalizada de processos de supervisão da atividade letiva em sala de aula, enquanto fator de desenvolvimento profissional dos docentes, com vista ao aperfeiçoamento das práticas de ensino e, consequentemente, à melhoria das aprendizagens e dos resultados Planeamento e realização do ensino e das aprendizagens para a obtenção de melhores resultados escolares no Departamento de Ciências Experimentais Ficha de Ação de Melhoria AÇÃO DE MELHORIA 6 Designação da Ação de Melhoria Planeamento e realização do ensino e das aprendizagens para a obtenção de melhores resultados escolares no Departamento de Ciências Experimentais. Dirigente responsável Equipa coordenadora da ação Equipa operacional 6 Ação prevista no Programa de Acompanhamento da Inspeção Geral de Educação e Ciência 9 Plano de Melhoria
10 Diretora da Escola, Coordenadora do professora Margarida Departamento de Ciências Experimentais e Coordenadora do Grupo de Biologia Domínio de Intervenção do PE Professores do Departamento de Ciências Experimentais B Estruturas de Coordenação Educativa e Supervisão Pedagógica (Objetivo Promover práticas de supervisão pedagógica) Descrição da ação de melhoria Criação dos mecanismos para o planeamento e realização do ensino e das aprendizagens para a obtenção de melhores resultados escolares no Departamento de Ciências Experimentais Objetivo (s) da ação de melhoria 1. Observação, partilha e reflexão, entre os docentes que lecionam as disciplinas de Física e Química A e Biologia e Geologia (10.º e 11.º anos), das suas práticas pedagógicas; 2. Conceção e utilização de instrumentos autorreguladores do processo de ensino e de aprendizagem. Atividades a realizar PARA OBJETIVO 1 AÇÃO 1 Criação de uma grelha de registo de observação de aulas que contemple, entre outros, os seguintes aspetos: - Diferenciação e adequação das estratégias pedagógicas em função das características e dos ritmos de aprendizagem dos alunos; - Esclarecimento, atempado, das dúvidas aos alunos; - Orientação dos alunos nas tarefas a realizar; - Gestão equilibrada do tempo em sala de aula; - Reforço positivo. AÇÃO 2 Observação de aulas, entre os pares pedagógicos, no sentido de partilhar as estratégias de ensino e aprendizagem utilizadas que se revelaram como mais eficazes (supervisão horizontal). AÇÃO 3 - Reflexão (docente observado e observador), em reunião após a observação das aulas, com vista a analisar a eficácia das estratégias pedagógicas utilizadas pelos docentes. AÇÃO 4 - Partilha, no departamento curricular, dos resultados obtidos no âmbito da ação 3. AÇÃO 5 - Criação, por parte dos docentes do Departamento, de um instrumento que possibilite registar as principais conclusões da reflexão ocorrida no âmbito da ação 3. PARA OBJETIVO 2 AÇÃO 6 - Conceber, no departamento de Ciências Experimentais, matrizes de testes de avaliação sumativa, por ano de escolaridade. AÇÃO 7 - Implementar um procedimento de auscultação aos alunos, por escrito, das 10 Plano de Melhoria
11 principais dificuldades sentidas aquando da realização dos testes de avaliação sumativa. AÇÃO 8 - Entregar a correção (por escrito) do teste de avaliação sumativa aos alunos com a identificação, na própria folha de teste, do tipo de erro detetado. AÇÃO 9 - Criar, por parte dos docentes do Departamento, instrumentos que possibilitem acompanhar a implementação dos procedimentos pedagógicos autorreguladores referidos no âmbito da ação 7. Resultado (s) esperados Concretizar um plano de supervisão num Departamento (Ciências Experimentais) Indicadores de avaliação Concretização das medidas do plano da Inspeção Geral da Educação e Ciência Data de início Data de conclusão Outubro de 2013 Junho de 2014 Revisão e avaliação da ação de melhoria (mecanismos e datas) Registo da reflexão e balanço sobre aulas observadas e sobre a construção e utilização de instrumentos autorreguladores (no final de cada período) Práticas de reflexão e trabalho colaborativo Ficha de Ação de Melhoria AÇÃO DE MELHORIA 7 Designação da Ação de Melhoria Práticas de reflexão e trabalho colaborativo Dirigente responsável Coordenadora da ação Equipa operacional Diretora da Escola, professora Margarida Coordenadora do Departamento de Ciências Experimentais Domínio de Intervenção do PE Professores do Departamento de Ciências Experimentais B Estruturas de Coordenação Educativa e Supervisão Pedagógica (Objetivo Melhorar as práticas de reflexão e trabalho colaborativo) Descrição da ação de melhoria Criação dos mecanismos que sustentem as práticas de reflexão e trabalho colaborativo no Departamento de Ciências Experimentais Objetivo (s) da ação de melhoria Desenvolvimento de práticas de reflexão e de trabalho colaborativo entre os docentes do Departamento de Ciências Experimentais 7 Ação prevista no Programa de Acompanhamento da Inspeção Geral de Educação e Ciência 11 Plano de Melhoria
12 Atividades a realizar AÇÃO 1 - Promover, por parte do Coordenador de Departamento, reuniões conjuntas entre os docentes com vista a promover a reflexão sobre o planeamento, a realização e avaliação do processo de ensino e aprendizagem. AÇÃO 2 - Definir, por parte do Coordenador de Departamento, no início de cada período letivo, a ordem de trabalhos para cada uma das reuniões previstas. AÇÃO 3 Criar, por parte do Coordenador de Departamento, os instrumentos que possibilitem a implementação das ações 1 e 2. Resultado (s) esperados Desenvolvimento de práticas de reflexão e de trabalho colaborativo entre os docentes do Departamento de Ciências Experimentais. Indicadores de avaliação Número de reuniões realizadas em cada período letivo Data de início Data de conclusão Outubro de 2013 Junho de 2014 Revisão e avaliação da ação de melhoria (mecanismos e datas) Relatório com o balanço do trabalho efetuado no âmbito das práticas de reflexão e trabalho colaborativo (no final de cada período) 2.5. Área Prioritária - A implementação de um processo de monitorização sistemático e de avaliação da eficácia das ações de melhoria, com vista a uma estratégia concertada, conducente à melhoria dos resultados e à consolidação de uma cultura de autoavaliação organizacional, enquanto garante do progresso sustentado da Escola Ficha de Ação de Melhoria AÇÃO DE MELHORIA Designação da Ação de Melhoria Criação dos mecanismos para a implementação de um processo sistemático de monitorização e de avaliação da eficácia das ações de melhoria Dirigente responsável Equipa coordenadora da ação Equipa operacional Diretora da Escola, professora Margarida Equipa de autoavaliação Domínio de Intervenção do PE Equipa de autoavaliação Equipas específicas 12 Plano de Melhoria
13 B Estruturas de Coordenação Educativa e Supervisão Pedagógica Descrição da ação de melhoria Implementação e desenvolvimento de um plano de avaliação contínua do serviço prestado pela Escola Objetivo (s) da ação de melhoria Desenvolver um plano de avaliação contínua do serviço prestado Atividades a realizar AÇÃO 1 - Constituição da equipa de autoavaliação; AÇÃO 2 - Auscultação das estruturas de gestão curricular; AÇÃO 3 - Elaboração e apresentação da proposta de Plano de Melhoria; AÇÃO 4 - Incorporação no Plano de Melhoria das propostas de alteração apresentadas; AÇÃO 5 - Implementação do Plano de Melhoria; AÇÃO 6 - Avaliação do Plano de Melhoria Resultado (s) esperados Elaborar, implementar e avaliar o Plano de Melhoria com vista à consolidação de uma cultura de autoavaliação organizacional conducente à melhoria dos resultados e ao desenvolvimento da Escola. Indicadores de avaliação Ações de melhoria; Taxa de concretização das ações de melhoria; Grau de eficácia das ações de melhoria. Data de início Data de conclusão Outubro de 2013 Julho de 2014 Revisão e avaliação da ação de melhoria (mecanismos e datas) Relatório de avaliação intermédia do Plano de Melhoria de acordo com os momentos previstos nas diferentes ações e recomendações para eventuais reformulações. Relatório de avaliação final e apresentação de recomendações para ações futuras. (julho) 3. Considerações finais Após a aprovação do Plano de Melhoria pelos órgãos competentes, deverá o mesmo ser amplamente divulgado, pelos meios considerados mais eficazes, junto de todas as partes interessadas de modo a que todos o conheçam e possam envolver-se ativamente na construção da melhoria da Escola. A avaliação que resultar da implementação das ações de melhoria deverá ser tida em conta na planificação do próximo ano letivo, nomeadamente nas áreas contempladas neste plano. Escola Secundária de Cacilhas-Tejo, 17 de janeiro de Plano de Melhoria
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