1. Introdução AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MAIA
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- Sebastião Penha Morais
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2 1. Introdução A avaliação externa do Agrupamento de Escolas da Maia, da responsabilidade da IGEC, decorreu de 17 a 20 de novembro do ano transato. A classificação de Muito Bom em todos os domínios enche-nos de orgulho e constitui um fator galvanizador para, com determinação e em conjunto, aperfeiçoarmos e evoluirmos na convicção de que este é um desafio permanente. Numa análise generalista, poderemos afirmar que alguns estudos e avaliações da responsabilidade do nosso sistema educativo não são consequentes. Isto é, não conseguem induzir ações que promovam respostas a problemas detetados, a objetivos não atingidos, a metas não alcançadas e, em última análise, não dão origem às necessárias remediações e melhorias. Nem sempre é fácil encontrar caminhos que nos conduzam aos desafios lançados pela AEE da IGEC. Na Recomendação nº1/2011 do CNE, já se apontava para a necessidade de se constituírem apoios às escolas no sentido de se garantir a qualidade e o desenvolvimento dos planos de melhoria. As ajudas deveriam surgir de estruturas especializadas do Ministério da Educação e de Instituições do Ensino Superior. Sabemos que este propósito não é fácil de se estabelecer. No entanto, nós procurámo-lo e poderemos estar em condições de garantir o apoio que nos pode assessorar numa dimensão muito importante do nosso plano. E porque este é um dos caminhos, apresentamos de seguida o Plano de Melhoria do Agrupamento de Escolas da Maia de um modo seletivo, sintético e pragmático. PLANO DE 2016/ /9
3 2. Áreas de melhoria A equipa de avaliação da Inspeção-Geral da Educação (IGE) indica, no seu relatório de Avaliação Externa das Escolas, que as áreas onde o Agrupamento deve incidir prioritariamente os seus esforços para a melhoria são as seguintes: A A auscultação e participação dos alunos na discussão de questões relacionadas com a vida escolar, assim como na apresentação de sugestões de melhoria e na dinamização de atividades, com vista à promoção da cidadania responsável. B O aprofundamento da articulação curricular horizontal e vertical como reforço de práticas de ensino e de aprendizagem orientadas para o sucesso educativo e a generalização de boas práticas. C A assunção, por parte das estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica, do acompanhamento e supervisão da prática letiva como mecanismo de regulação e de formação entre pares, na melhoria da ação educativa em contexto de sala de aula, com impactos na profissionalidade docente. D A consolidação de um processo de autoavaliação aberto à participação dos diferentes setores da comunidade educativa, da qual resulte a melhoria da qualidade do serviço educativo. Para além das áreas de melhorias propostas pela IGE, entendeu o Conselho Pedagógico (CP) definir outras áreas de intervenção, que passam por avaliar e reforçar algumas práticas já consolidadas e pela implementação de outras que este órgão considera importantes para a melhoria do Agrupamento. Aprovado em Conselho Pedagógico de 18 de maio de 2016 PLANO DE 2016/ /9
4 1. Auscultação e participação dos alunos e seu envolvimento na dinamização de atividades A - Eu participo reuniões periódicas entre a direção e/ou as coordenadoras dos diretores de turma com os delegados e subdelegados de turma para análise de sugestões de melhoria e dinamização de atividades (EB 2.3 Gueifães e ES Maia). - Assessoria no desenvolvimento de ações e dinâmicas de intervenção na comunidade escolar, promovidas pela Associação de Estudantes (ES Maia). - Participação dos Representantes dos Alunos em reuniões de Conselho de Turma/Equipa Pedagógica para coordenação de atividades. - Colocação de caixas de sugestões de atividade e dinâmicas em diferentes espaços da escola (ES Maia). - Sociedade de debates projeto que se desenvolve já na Escola Secundária da Maia, dinamizado pelo PES e pela Biblioteca, tem como objetivo motivar os alunos que tiveram formação em Debate Competitivo, este ano letivo, a promover debates regulares com temas da atualidade e temas relacionados com as unidades curriculares numa perspetiva transversal. Direção de diretores de turma de estabelecimento Associação de estudantes PES Ao longo do ano Documentos Atas Relatórios - Brigadas em ação criação de brigadas de vigilância e limpeza dos espaços escolares e comportamento na cantina. Professores titulares de turma - Reciclar : voluntários supervisionados pelo PES que sensibilizariam a comunidade escolar para a reciclagem dos materiais (ES Maia). PLANO DE 2016/ /9
5 - Sala de estudo implementação de uma sala de estudo, onde para além dos professores também os alunos mais velhos colaborem na orientação do estudo dos colegas (EB 2.3 Gueifães). - Aprender com os pares: uma sala de estudo orientada pelos alunos (ES Maia). Direção Associação de estudantes 2. Participação dos alunos em atividades de auxílio à integração dos seus colegas A - Receber, apresentar e integrar - atividade a implementar em todas as escolas do Agrupamento, em que grupos de voluntários recebem os novos alunos em início de ciclo (1º, 5º e 7º anos), acompanhando-os e ajudando-os ao longo do ano. Diretores de turma Professores titulares de turma Final do 3ºperíodo 2015/2016 Setembro 2016 Ao longo do ano Documentos Atas - Sociabilizar e integrar solidariamente os nossos colegas : atividade a implementar na ES Maia em que um grupo de trabalho de alunos supervisionado pelo SPO e apoiado pelas disciplinas de Psicologia/Filosofia e pelo Clube de Educação para a Cidadania SPO AD Filosofia Clube de Educação para a Cidadania Ao longo do ano Relatórios PLANO DE 2016/ /9
6 3. Aprofundamento da articulação curricular horizontal e vertical 3.1 B A nível dos departamentos curriculares - Designação de 1 ou 2 docentes por disciplina para analisar, após o final do ano letivo, os currículos, identificando conteúdos em comum ou interligados de disciplinas do mesmo departamento ou de outros departamentos. Preparação de material. 3º período 2015/ No final do ano letivo reunião entre educadores e professores do 1º ciclo (grupo com 5 ou 6 elementos) para elaboração da ficha diagnóstica do 1º ano. Conselho Pedagógico - No final do ano letivo de 2015/2016, reunião de todos os docentes do Agrupamento para análise/reflexão sobre a forma de trabalhar conteúdos lecionados: em ciclos de escolaridade diferentes; Julho 2016 Documentos comuns a várias disciplinas, ou interligados. - No início do ano letivo de 2016/2017, reunião, com a presença de todos os professores do 3º ciclo das duas escolas, de forma a definirem as linhas de força da planificação a desenvolver ao longo do ano letivo. de departamento curricular Setembro No início do ano letivo de 2016/17, reuniões entre educadores e professores do 1º ano, para informar sobre o processo desenvolvido na educação pré-escolar e a aprendizagem realizada por cada uma das crianças B A nível dos conselhos de turma/ano - Consolidação da transmissão, para o ano letivo seguinte, da informação constante nos planos de turma, através da manutenção do plano de turma e seus anexos na drive, na pasta de cada turma (ES Maia). de diretores de turma Diretores de turma Julho2016 Documentos Atas Relatórios PLANO DE 2016/ /9
7 - Realização, no início do ano letivo de 2016/2017, de reuniões na escola EB 2.3 de Gueifães entre: os professores do 4ºano (2015/2016) e os DT e/ou CT do 5ºano (2016/2017); os DT do 6ºano (2015/2016) e os DT e/ou CT do 7º ano (2016/2017). Professores titulares de turma Setembro Acompanhamento e supervisão da prática letiva 4.1. C Projeto COPA - Realização de um seminário subordinado ao tema observação de aulas entre pares interação colaborativa entre professores, dinamizado pelo SAME (Serviço de Apoio à Melhoria das Escolas da Universidade Católica Portuguesa). - Realização de uma ação de formação creditada sobre observação de aulas entre pares, orientada pelo SAME. - Implementação do processo de observação de aulas entre pares, no âmbito da formação anteriormente ministrada. Conselho Pedagógico 3ºperíodo 2015/2016 Durante o ano letivo 2016/2017 Nº de participantes Nº de participantes Documentos 4.2. C - Observação de aulas na situações em que se identifiquem problemas de natureza cientifica, didática e/ou pedagógica. Iniciativa do Diretor que determina o professor observador. Diretor Quando necessário PLANO DE 2016/ /9
8 5. Aprofundamento do processo de autoavaliação 5.1. D Consolidação do processo de autoavaliação Definição de um plano de trabalho. autoavaliação Fevereiro D Envolvimento dos diferentes setores da comunidade educativa Constituição de um grupo de focagem autoavaliação Conselho Pedagógico Departamentos curriculares Associações de pais Março 2016 Avaliação do processo e do produto: Divulgação periódica da implementação do processo de autoavaliação Auscultação da comunidade através da aplicação de inquéritos Divulgação e reflexão sobre os resultados dos processos de autoavaliação em todos os órgãos e estruturas autoavaliação autoavaliação autoavaliação Conselho Pedagógico Departamentos curriculares Associações de pais Representantes dos alunos e Março, maio e julho 2016 Maio 2016 Setembro 2016 Reuniões Aplicação de questionários Análise de resultados Relatórios PLANO DE 2016/ /9
9 pessoal não docente 6. Implementação dos apoios educativos CP - Criação de instrumentos para a avaliação dos apoios implementados no agrupamento. - Avaliação de todos os apoios implementados no agrupamento. - Definição de linhas orientadoras para a implementação de apoios no ano letivo 2016/2017. Conselho Pedagógico 3ºperíodo 2015/2016 Junho e julho 2016 Instrumentos Resultados da avaliação 7. Estruturação documental do trabalho dos departamentos CP - Criação de modelos para: plano anual do trabalho do departamento balanço anual do trabalho do departamento Estes modelos deverão ter como base o RI, o PE e o PPA de departamento de departamento e conselho pedagógico 3ºperíodo 2015/2016 Julho 2016 Setembro 2016 Instrumentos Atas Relatórios PLANO DE 2016/ /9
10 - Balanço, simplificado, do trabalho efetuado nos departamentos no ano letivo 2015/2016, com vista à elaboração do plano de trabalho para 2016/ Elaboração do plano de trabalho de cada departamento para 2016/ Balanço do plano de trabalho de cada departamento. - Avaliação do objetivo 3 do Projeto Educativo. de departamento avaliação do PE Julho 2017 Julho a setembro AUSCULTAÇÃO DOS PROFESSORES SOBRE O FUNCIONAMENTO DA ESCOLA. CP - Momentos formais auscultação dos coordenadores de departamento. - Momentos formais de auscultação dos professores nos departamentos/áreas disciplinares sobre o funcionamento da escola. Diretor PLANO DE 2016/ /9
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