CTN Legislação Tributária
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- Luiz Guilherme Espírito Santo Neto
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1 UNISUL - DEPARTAMENTO DE DIREITO DIREITO TRIBUTÁRIO Prof. Vicente Lisboa Capella Florianópolis, novembro/2012 CTN Legislação Tributária Art. 96. A expressão "legislação tributária" compreende as as leis, os tratados e as convenções internacionais (vide art. 98 CTN), os decretos (vide art. 99 CTN) e as normas complementares que versem, no todo ou em parte, sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes. (vide art. 100 CTN) Lei Ordinária x Complementar (art. 146, III Cf) 1
2 CTN Aplicação Retroativa da Lei Art A lei aplica-se a ato ou fato pretérito: I - em qualquer caso, quando seja expressamente interpretativa, excluída a aplicação de penalidade à infração dos dispositivos interpretados; II - tratando-se de ato não definitivamente julgado: a) quando deixe de defini-lo como infração; (...) c) quando lhe comine penalidade menos severa que a prevista na lei vigente ao tempo da sua prática. CTN Integração da Leg. Tributária Art Na ausência de disposição expressa, a autoridade competente para aplicar a legislação tributária utilizará sucessivamente, na ordem indicada: I - a analogia; II - os princípios gerais de direito tributário; III - os princípios gerais de direito público; IV - a eqüidade. 1º O emprego da analogia não poderá resultar na exigência de tributo não previsto em lei. 2º O emprego da eqüidade não poderá resultar na dispensa do pagamento de tributo devido. 2
3 CTN Interpretação da Leg. Trib. Art Interpreta-se literalmente a legislação tributária que disponha sobre: I - suspensão ou exclusão do crédito tributário; II - outorga de isenção; III - dispensa do cumprimento de obrigações tributárias acessórias. Art A lei tributária que define infrações, ou lhe comina penalidades, d interpreta-se t da maneira mais favorável ao acusado, em caso de dúvida quanto: (...) in dubio pro contribuinte CTN Obrigação Princ. x Acessória Obrigação Principal Obrigação Acessória Natureza Patrimonial (DAR $) FAZER, NÃO FAZER Previsão Legal Art. 113, parágrafo 1º Art. 113, parágrafo 2º Finalidade conversão (nascimento de obrigação principal) (vide art. 157 CTN ) Arrecadar Multa ($) por descumprimento de obrigação acessória Auxiliar na arrecadação e fiscalização Inobservância da Obrigação acessória (art. 113, parágrafo 3º) Nascimento do Fato Gerador Ocorrência da situação definida em LEI (art. 114 CTN c/c art. 150 Cf) Ocorrência da situação definida na LEGISLAÇÃO (art. 115 e 96 CTN) 3
4 CTN Sujeito ATIVO Competência Tributária LEGISLAR Capacidade Tributária Sujeito Ativo - EXIGIR Art Sujeito ativo da obrigação é a pessoa jurídica de direito público, titular da competência para exigir o seu cumprimento. Sujeito Ativo Ente que cobra o tributo CTN Sujeito PASSIVO -> Paga Sujeito passivo é a pessoa obrigada ao pagamento. (vide art. 121 CTN) I - contribuinte, quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador; II - responsável, terceira pessoa, vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação, quando, sem revestir a condição de contribuinte, sua obrigação decorra de LEI. (vide art. 128 CTN) 4
5 CTN Sujeito PASSIVO - Capacidade Art A capacidade tributária passiva independe: I - da capacidade civil das pessoas naturais; II - de achar-se a pessoa natural sujeita a medidas que importem privação ou limitação do exercício de atividades civis, comerciais ou profissionais, ou da administração direta de seus bens ou negócios; III - de estar a pessoa jurídica regularmente constituída, bastando que configure uma unidade econômica ou profissional. CTN Sujeito PASSIVO - Solidariedade Art São solidariamente obrigadas: I - as pessoas que tenham interesse comum na situação que constitua o fato gerador da obrigação principal; II - as pessoas expressamente designadas por lei. Parágrafo único. A solidariedade referida neste artigo não comporta benefício de ordem. Efeitos da solidariedade art. 125 CTN 5
6 CTN - Sujeito PASSIVO - Contratos Art Salvo disposições de lei em contrário, as convenções particulares, relativas à responsabilidade pelo pagamento de tributos, não podem ser opostas à Fazenda Pública, para modificar a definição legal do sujeito passivo das obrigações tributárias correspondentes. CTN Sujeito PASSIVO - Responsável Responsabilidade Responsável, terceira pessoa, vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação, quando, sem revestir a condição de contribuinte, sua obrigação decorra de LEI. (vide art. 121 c/c 128 CTN) Sucessores (art. 129 a 133 CTN) Terceiros (art. 134 e 135 CTN) Infrações (art. 135 a 138 CTN) 6
7 CTN Sujeito PASSIVO - Responsável Responsabilidade dos sucessores Adquirentes de bens regra geral (art. 131, I CTN) RESPONDE SEMPRE Adquirente de bens Imóveis regra específica (art. 130 CTN) -RESPONDE, salvo: quando conste do título (escritura) a prova de sua quitação (CND); ou no caso de arrematação em hasta pública (parágrafo único) Valor da dívida x valor do bem sub-rogação na pessoa dos respectivos adquirentes (vide art. 186) CTN Sujeito PASSIVO - Responsável Responsabilidade dos sucessores causa mortis Art São pessoalmente responsáveis: o espólio, pelos tributos devidos pelo morto (III) o beneficiário (sucessor e o cônjuge meeiro), pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da partilha ou adjudicação, limitada esta responsabilidade ao montante do quinhão do legado ou da meação; (II) Art Nenhuma sentença de julgamento de partilha ou adjudicação será proferida sem prova da quitação de todos os tributos relativos aos bens do espólio, ou às suas rendas. 7
8 CTN Sujeito PASSIVO - Responsável Responsabilidade dos sucessores Art Art A pessoa jurídica de direito privado que resultar de fusão, transformação ou incorporação de outra ou em outra é responsável pelos tributos devidos até à data do ato pelas pessoas jurídicas de direito privado fusionadas, transformadas ou incorporadas. Parágrafo único. O disposto neste artigo aplica-se aos casos de extinção de pessoas jurídicas de direito privado, quando a exploração da respectiva atividade seja continuada por qualquer sócio remanescente, ou seu espólio, sob a mesma ou outra razão social, ou sob firma individual. CTN Sujeito PASSIVO - Responsável Responsabilidade dos sucessores Art A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir de outra, por qualquer título, fundo de comércio ou estabelecimento comercial, industrial ou profissional, e continuar a respectiva exploração, sob a mesma ou outra razão social ou sob firma ou nome individual, responde pelos tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido, devidos até à data do ato: I - integralmente, e te, se o alienante a cessar a exploração do comércio, indústria ou atividade; II - subsidiariamente com o alienante, se este prosseguir na exploração ou iniciar dentro de seis meses a contar da data da alienação, nova atividade no mesmo ou em outro ramo de comércio, indústria ou profissão. Falência/ Recuperação Jud. -> não responde, salvo fraude 8
9 CTN Sujeito PASSIVO - Responsável Responsabilidade de terceiros Art. 134 Art º atua REGULARMENTE 3º atua IRREGULARMENTE excesso de poderes ou infração de lei, contrato social ou estatutos Benefício de Ordem Responsabilidade Pessoal (1º Contribunte, 2º Responsável) Multas Moratórias Multas Moratórias e punitivas (de ofício) Art.137 CTN Sujeito PASSIVO - Responsável Responsabilidade dos Terceiros Redirecionamento contra os sócios Art. 135, III CTN; Art. 134, VII CTN (sociedade de pessoas) Micro e Pequenas Empresas LC 123/2006 Dissolução irregular da sociedade (STJ) 9
10 Responsabilidade Tributária Redirecionamento contra os sócios: STJ = TRIBUTÁRIO. RECURSO ESPECIAL. EXECUÇÃO FISCAL. TRIBUTO DECLARADO PELO CONTRIBUINTE. CONSTITUIÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO. PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO. DISPENSA. RESPONSABILIDADE DO SÓCIO. TRIBUTO NÃO PAGO PELA SOCIEDADE. (...). 2. É igualmente pacífica a jurisprudência do STJ no sentido de que a simples falta de pagamento do tributo não configura, por si só, nem em tese, circunstância que acarreta a responsabilidade subsidiária i do sócio, prevista no art. 135 do CTN. É indispensável, para tanto, que tenha agido com excesso de poderes ou infração à lei, ao contrato social ou ao estatuto da empresa (EREsp /RS, 1ª Seção, DJ de ). (RESP ) Responsabilidade Tributária Responsabilidade por infrações (multa/sanção) Art. 136, CTN = Responsabilidade Objetiva Independe da verificação de dolo ou culpa (regra) - Subjetiva, em caso de caracterizar crime ou dolo Denúncia Espontânea: Art A responsabilidade é excluída pela denúncia espontânea da infração, acompanhada, se for o caso, do pagamento do tributo devido e dos juros de mora, (...). Parágrafo único. Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o início de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscalização, relacionados com a infração. 10
11 Denúncia Espontânea Acerca da possibilidade de parcelamento da dívida: STJ = TRIBUTÁRIO E PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL. VIOLAÇÃO AO ART. 535 DO CPC. INOCORRÊNCIA. AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO. SÚMULA 211/STJ. CONFISSÃO DA DÍVIDA. PARCELAMENTO DO DÉBITO. DENÚNCIA ESPONTÂNEA NÃO CONFIGURADA. IMPOSSIBILIDADE DE EXCLUSÃO DA MULTA MORATÓRIA. 1. Não viola o artigo 535 do CPC, nem importa negativa de prestação jurisdicional o acórdão que adota fundamentação suficiente para decidir de modo integral a controvérsia posta. 2. (...). 3. O benefício de exclusão da multa, previsto no art. 138 do CTN, não se aplica nos casos em que o contribuinte faz opção pelo parcelamento de débito tributário (Súmula 208 do extinto TFR). 4. Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa parte, improvido. (RESP n /SC, 1ª T, Min. Teori Albino Zavascki, DJ 18/12/2008) Denúncia Espontânea Definição de início de qualquer procedimento : STJ = (...) (a) a apresentação de Guia de Informação e Apuração do ICMS GIA, de Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais, ou de outra declaração dessa natureza, prevista em lei, é modo de constituição do crédito tributário, dispensando, para isso, qualquer outra providência por parte do Fisco, e (b) se o crédito foi assim previamente declarado e constituído pelo contribuinte, não configura denúncia espontânea (art. 138 do CTN) o seu posterior recolhimento fora do prazo estabelecido, nos termos da Súmula 360/STJ. 2. Entretanto, conforme também registrado naquele precedente, não tendo havido prévia declaração pelo contribuinte, configura denúncia espontânea, mesmo em se tratando de tributo sujeito a lançamento por homologação, a confissão da dívida acompanhada de seu pagamento integral, anteriormente a qualquer ação fiscalizatória ou processo administrativo. (...). (STJ RESP n /SC, 1ª T, Min. Teori Albino Zavascki, DJ 17/12/2008). 11
12 CTN - Crédito Tributário - Lançamento Lançamento constitui o crédito tributário atividade administrativa vinculada descrevi uma situação fática relevante para o direito tributário Finalidade: verificar a ocorrência do fato gerador da obrigação determinar a matéria tributável calcular l o montante t do tributo t devido identificar o sujeito passivo propor a aplicação da penalidade cabível. A dívida passa a ser líquida ($) e exigível Lançamento Tributário Hipótese de Incidência Fato + = Gerador Obrigação Tributária + Lançamento Tributário = Crédito Tributário 12
13 Modalidades de Lançamento CTN - Crédito Tributário - Lançamento Modalidades de Lançamento De Ofício ou direta (art. 149 CTN) Responsabilidade total do Fisco Ex.: IPTU (súmula 397 do STJ), IPVA Por Declaração ou mista (art. 147 CTN) Divisão de tarefas entre o Contribuinte e o Fisco Ex.: ITBI Por Homologação ou auto lançamento (art. 150 CTN vide súmulas 436 e 446 do STJ) Responsabilidade total do Contribuinte Sujeito a posterior homologação Expressa ou tácita Ex.: IR, CSL, ICMS, etc. 13
14 CTN - Suspensão da EXIBILIDADE Art Suspendem a exigibilidade do crédito tributário: I moratória (vide art. 152 a 155); II - o depósito do seu montante integral (vide súm. 112 STJ); III - as reclamações e os recursos, nos termos das leis reguladoras do processo tributário administrativo; IV - a concessão de medida liminar em mandado de segurança. V a concessão de medida liminar ou de tutela antecipada, em outras espécies de ação judicial VI o parcelamento (vide 155-A). Parágrafo único. O disposto neste artigo não dispensa o cumprimento das obrigações assessórios dependentes da obrigação principal cujo crédito seja suspenso, ou dela conseqüentes. CTN - Extinção do Crédito Trib. Art. 156 I - o pagamento (vide arts. 157 a 163 CTN); II - a compensação (vide arts. 170 e 170-A CTN); III - a transação (vide art. 171 CTN); IV remissão (vide art. 172 CTN); V - a decadência e a prescrição (art. 174 CTN); VI - a conversão de depósito em renda; VII - o pagamento antecipado e a homologação do lançamento nos termos do disposto no artigo 150 e seus 1º e 4º; VIII - a consignação em pagamento ( 2º do artigo 164) IX - a decisão administrativa irreformável, assim entendida a definitiva na órbita administrativa, que não mais possa ser objeto de ação anulatória; X - a decisão judicial passada em julgado. XI a dação em pagamento em bens imóveis, na forma e condições estabelecidas em lei. 14
15 CTN - Extinção do Crédito Trib. Art. 156 Decadência Art. 173 e 150, 4º CTN Art. 174 CTN Prescrição Perda do direito de constituir o crédito tributário pelo lançamento Perda do direito de cobrar judicialmente o crédito tributário Ocorre antes do lançamento Ocorre após o lançamento Não interrompe, nem Pode ser suspensa (art. 151) suspende ou interrompida (art. 174, IV) Prazo 5 anos Extingue o crédito Prazo 5 anos Extingue o crédito CTN - Extinção do Crédito Trib. Art. 156 Recurso Extraordinário nº /SP: "Prazos de prescrição e decadência em direito tributário - com a lavratura do auto de infração, consuma-se o lançamento do crédito tributário (art. 142 do CTN). Por outro lado, a decadência só é admissível no período anterior a essa lavratura; depois, entre a ocorrência dela e até que flua o prazo para a interposição do recurso administrativo, ou enquanto não for decidido o recurso dessa natureza de que se tenha valido o contribuinte, não mais corre prazo de decadência, e ainda não se iniciou a fluência de prazo para prescrição; decorrido o prazo para interposição do recurso administrativo, sem que ela tenha ocorrido, ou decidido o recurso administrativo interposto pelo contribuinte, há a constituição definitiva do crédito tributário, a que alude o artigo 174, começando a fluir, daí, o prazo de prescrição da pretensão do Fisco 15
16 CTN - Garantias e Privilégios do Cr. Tr Art Sem prejuízo dos privilégios especiais sobre determinados bens, que sejam previstos em lei, responde pelo pagamento do crédito tributário a totalidade ld d dos bens e das rendas, de qualquer origem ou natureza, do sujeito passivo, seu espólio ou sua massa falida, inclusive os gravados por ônus real ou cláusula de inalienabilidade ou impenhorabilidade, seja qual for a data da constituição do ônus ou da cláusula, excetuados unicamente os bens e rendas que a lei declare absolutamente impenhoráveis. Art Presume-se se fraudulenta a alienação ou oneração de bens ou rendas, ou seu começo, por sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública, por crédito tributário regularmente inscrito como dívida ativa. Parágrafo único. O disposto neste artigo não se aplica na hipótese de terem sido reservados, pelo devedor, bens ou rendas suficientes ao total pagamento da dívida inscrita. Exclusão do Crédito Tributário Art Excluem o crédito tributário: I a isenção; II a anistia. Parágrafo único. A exclusão do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito seja excluído, ou dela consequente. ISENÇÃO para frente ANISTIA para trás Art A anistia abrange exclusivamente as infrações cometidas anteriormente à vigência da lei que a concede ( ). (CTN) 16
17 CTN - Garantias e Privilégios do Cr. Tr Art Sem prejuízo dos privilégios especiais sobre determinados bens, que sejam previstos em lei, responde pelo pagamento do crédito tributário a totalidade ld d dos bens e das rendas, de qualquer origem ou natureza, do sujeito passivo, seu espólio ou sua massa falida, inclusive os gravados por ônus real ou cláusula de inalienabilidade ou impenhorabilidade, seja qual for a data da constituição do ônus ou da cláusula, excetuados unicamente os bens e rendas que a lei declare absolutamente impenhoráveis. Art Presume-se se fraudulenta a alienação ou oneração de bens ou rendas, ou seu começo, por sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública, por crédito tributário regularmente inscrito como dívida ativa. Parágrafo único. O disposto neste artigo não se aplica na hipótese de terem sido reservados, pelo devedor, bens ou rendas suficientes ao total pagamento da dívida inscrita. CTN - Garantias e Privilégios do Cr. Tr Art. 185 A CTN Penhora on line. Art O crédito tributário prefere a qualquer outro, seja qual for sua natureza ou o tempo de sua constituição, ressalvados os créditos decorrentes da legislação do trabalho ou do acidente de trabalho. Parágrafo único. Na falência: I o crédito tributário não prefere aos créditos extraconcursais ou às importâncias passíveis de restituição, nos termos da lei falimentar, nem aos créditos com garantia real, no limite do valor do bem gravado; II a lei poderá estabelecer limites e condições para a preferência dos créditos decorrentes da legislação do trabalho; III a multa tributária prefere apenas aos créditos subordinados. 17
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