PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE ENFERMAGEM
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- Natan de Mendonça Cortês
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1 PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE ENFERMAGEM Barrtos SP Página 1 d 237
2 CENTRO UNIFICADO DE EDUCAÇÃO BARRETOS FACULDADE BARRETOS Prsidnt da Mantndora André Luiz Rzk Dirtor Gral Prof. Dr. Chad Rzk Nto Dirtor Acadêmico Prof. Ms. André d Carvalho Ministro Coordnador do Curso d Enfrmagm Prof a Ms. Alin Junquira Bzrra NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE Profª DrªAlssandra Rgina d Andrad Silva Profª Ms.Alin Junquira Bzrra Prof. Ms.Hudson Mnzs Tavira Prof.Dr. Rodrigo Ruiz Sanchs Prof. Dr.Thiago Buosi Silva Prof. Dr.Tamara Viga Faria CORPO DOCENTE Prof. Ms.Adriana Toyoda Takamatsu Profª Drª Alssandra Rgina d Andrad Silva Profª Ms. Alin Junquira Bzrra Profª Ms. Ana Rodrigus da Costa Profª Dra. Gisl Coscrato Prof. Ms. Hudson Mnzs Tavira Prof. Esp. João Frnando Ramos Raymundo Profª Ms. Maria Cláudia Brnards Spxoto Prof.Esp. Nixon Ramos da Silva Prof. Ms. Raphal d Almida Lit Prof. Esp. Rafal Silva Cardoso Prof. Dr. Rodrigo Ruiz Sanchs Profª Esp. Rúbia Mssalina d Nadai Profª Ms. Talita Garcia Nascimnto Profª Dra. Tamara Viga Faria Prof. Dr. Thiago Buosi Silva Página 2 d 237
3 SUMÁRIO ITEM DESCRIÇÃO PÁGINA 1 CONTEXTO EDUCACIONAL POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO 10 2 O CURSO DE ENFERMAGEM DA FACULDADE BARRETOS 12 MISSÃO DA INSTITUIÇÃO DO CURSO 12 4 CONCEPÇÃO 12 5 OBJETIVOS DO CURSO OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS 13 6 PERFIL DO EGRESSO 14 7 COMPONENTES CURRICULARES NOTAS EXPLICATIVAS DAS ALTERAÇÕES IMPLANTADAS NA MATRIZ CURRICULAR EMENTÁRIOS E BIBLIOGRAFIAS 30 8 PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INOVADORAS 80 9 ESTÁGIO SUPERVISIONADO ATIVIDADES COMPLEMENTARES TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E SUA ARTICULAÇÃO COM A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DISCENTE 92 AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA 93 AVALIAÇÃO FORMATIVA 93 AVALIAÇÃO SOMATIVA ARTICULAÇÃO DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DO CURSO COM A AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL AVALIAÇÃO EXTERNA 1OO 13 CORPO DOCENTE FORMAÇÃO ACADÊMICA E PROFISSIONAL DOS DOCENTES TITULAÇÃO EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL TEMPO DE EXERCÍCIO PROFISSIONAL NO MAGISTÉRIO SUPERIOR TEMPO DE EXERCÍCIO PROFISSIONAL FORA DO MAGISTÉRIO SUPERIOR ADEQUAÇÃO DA FORMAÇÃO DOCENTES COM FORMAÇÃO ADEQUADA ÀS DISCIPLINAS QUE MINISTRAM CONDIÇÕES DE TRABALHO REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE POLÍTICA E PLANO DE CARREIRA CRITÉRIOS DE ADMISSÃO E DE PROGRESSÃO NA CARREIRA SISTEMA PERMANENTE DE AVALIAÇÃO DOS DOCENTES ESTÍMULOS PROFISSIONAIS APOIO À PRODUÇÃO CIENTÍFICA, TÉCNICA, PEDAGÓGICA E CULTURAL APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS INCENTIVO À FORMAÇÃO/ATUALIZAÇÃO PEDAGÓGICA DOS DOCENTES RELAÇÃO ALUNOS/DOCENTE NÚMERO MÉDIO DE ALUNOS POR DOCENTE EM DISCIPLINAS DO CURSO NÚMERO DE ALUNOS PRO TURMA EM DISCIPLINA TEÓRICA 124 Página 3 d 237
4 ITEM DESCRIÇÃO PÁGINA 16 RELAÇÃO DISCIPLINAS/DOCENTE NÚMERO MÉDIO DE DISCIPLINAS POR DOCENTE NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE NDE COMPOSIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE NDE TITULAÇÃO E FORMAÇÃO ACADÊMICA DO NDE REGIME DE TRABALHO DO NDE TITULAÇÃO E FORMAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR DO CURSO COMPOSIÇÃO E FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE INFRA-ESTRUTURA FÍSICA E TECNOLÓGICA INSTALAÇÕES FÍSICAS SALAS DE AULA INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS INSTALAÇÕES PARA DOCENTES INSTALAÇÕES PARA A COORDENAÇÃO DO CURSO INSTALAÇÕES DO ANFITEATRO INSTALAÇÕES SANITÁRIAS CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS INFRA ESTRUTURA DE SEGURANÇA EQUIPAMENTOS ACESSO A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA PELOS DOCENTES ACESSO A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA PELOS ALUNOS RECURSOS AUDIOVISUAIS E MULTIMÍDIA RECURSOS TECNOLÓGICOS E DE MULTIMEIOS SERVIÇOS MANUTENÇÃO DAS INSTALAÇÕES FÍSICAS MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS BIBLIOTECA APRESENTAÇÃO ESPAÇO FÍSICO INSTALAÇÕES PARA O ACERVO INSTALAÇÕES PARA ESTUDOS INDIVIDUAIS INSTALAÇÕES PARA ESTUDOS EM GRUPOS ACERVO LIVROS PERIÓDICOS JORNAIS E REVISTAS INFORMATIZAÇÃO POLÍTICA DE AQUISIÇÃO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO SERVIÇOS HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO SERVIÇO DE ACESSO AO ACERVO APOIO NA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ORGANIZAÇÃO 178 Página 4 d 237
5 ITEM DESCRIÇÃO PÁGINA 22 LABORATÓRIOS LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS LABORATÓRIOS DE ENFERMAGEM LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR LABORATÓRIO DE ANATOMIA 187 ANEXO I 189 ANEXO II 216 ANEXO III 222 ANEXO IV 228 ANEXO V 235 Página 5 d 237
6 1. Contxto Educacional Barrtos stá localizada na rgião sudst, ao nort do stado d São Paulo. Sua altitud é d 552 mtros, su clima é tropical conta com habitants, d acordo com o cnso d Barrtos é sd da 13 a Rgião Administrativa qu é formada por 19 municípios, com uma população d crca d 420 mil habitants. Sgundo fonts do Sistma Estadual d Anális d Dados (SEAD) Barrtos possui o índic d nvlhcimnto d 78,24% acima do índic stadual qu foi d 61,55%, no ano d O Índic d Dsnvolvimnto Humano Municipal do município foi d 0,789, ligiramnt acima do índic stadual (0,783). A rd municipal d saúd possui as sguints unidads d atndimnto à saúd: Ambulatório d Espcialidad ARE I - Cntro Saúd; Ambulatório d Saúd Mntal; Cntro d Espcialidads Odontológicas; Cntro d Atnção Psicossocial CAPS; Cntro Municipal d Rabilitação; Programa Saúd da Mulhr do Adolscnt; Programa Donças Infctocontagiosas; Srviço d Atndimnto Espcializado; oito Unidads Básicas d Saúd; quatro Unidads d Saúd da Família; dois Ambulatórios Médicos d Espcialidads (AME Cirúrgico AME Clínico); uma Santa Casa; um hospital oncológico (Hospital d Câncr d Barrtos/ Fundação Pio XII/ Hospital São Judas) além d um hospital privado. A rd d saúd hospitalar pod sr comparada aos grands cntros. A título d ilustração d quão complxa é a ára da saúd m Barrtos rgião, somnt um hospital do município sd Hospital d Câncr d Barrtos - atnd crca d três mil pacints/dia. Além do atndimnto hospitalar, xistm no ntorno divrsos alojamntos (adultos infantis) para rcbr os pacints m tratamnto sus familiars. Um total d 650 pacints d outras rgiõs são rcbidos nos alojamntos para tratamnto, os quais s mantém por mio d doaçõs trabalhos voluntários. Mnsalmnt, pssoas advindas d divrsas rgiõs do Brasil são ncaminhadas para tratamnto m Barrtos aqui prmancm, muitas vzs, por tmpo indtrminado. Ess fato propicia o aumnto d pssoas qu ncssitam d atndimnto à saúd na cidad sobrcarrgando as unidads d saúd consquntmnt, aumntando a ncssidad d um númro maior d profissionais da ára da saúd. Barrtos rgião tivram um crscimnto aclrado no stor industrial, sndo os principais sgmntos: alimntos, borracha, xtração minral, farmacêutico, madira, Página 6 d 237
7 matrial létrico, mcânica, mtalurgia, papl paplão, cosméticos, química, ótica, usinas d açúcar álcool. Os dois frigoríficos locais stão ntr os maiors xportadors do Brasil, a Cutral xporta 60% d suco d laranja as nov usinas d açúcar álcool rgionais, rspondm juntas pla gração d mais d mprgos dirtos, sndo qu as indústrias d pquno médio port, bm como as construtoras, o turismo, o comércio, a rd bancária, as prstadoras d srviços, contribum com a conomia da cidad, qu aprsnta uma rnda pr capita d mio salário mínimo, sgundo o Cnso IBGE d A ára d ducação básica ducação profissional, conta com: 46 scolas d ducação infantil, 44 d nsino fundamntal, 20 d nsino médio 6 d nsino profissionalizant. É uma ára qu xig um nvolvimnto d profissionais da saúd com o objtivo d dsnvolvr açõs prvntivas ducativas. Sabmos qu apsar do crscnt dsnvolvimnto d Barrtos xistm ainda inúmras dificuldads, qu atingm principalmnt as grands áras: social, saúd ducação, acarrtando prjuízos na qualidad d vida. Os problmas sociais d saúd d Barrtos aprsntam índics procupants: ao qu s rfr a mãs adolscnts o índic é suprior ao stadual (8,19 X 6,88); usuários d drogas álcool possui, ainda, a maior taxa d incidência d AIDS no Estado d São Paulo (41 novos casos a cada 100 mil habitants), sgundo o Ministério da Saúd. Em Barrtos xistm 4 instituiçõs d nsino suprior, sndo a Faculdad Barrtos com 7 cursos, a UNIFEB com 23 cursos, a Faculdad Soars d Olivira com 2 cursos a Faculdad d Ciências d Saúd d Barrtos Dr. Paulo Prata com 1 curso. O contxto acima mostra a ncssidad da formação d mais profissionais d Enfrmagm além sgundo dados da Scrtaria municipal d Saúd d Barrtos, somnt m Barrtos xist um déficit d 44 Enfrmiros na Santa Casa 10 na rd pública. Os alunos qu prtndiam graduar-s m Enfrmagm viajavam para outros municípios, nfrntando longas distâncias m rodovias prigosas, chgando a suas casas d madrugada tndo qu lvantar muito cdo para trabalhar. Est fato grava dsgast para a saúd do studant, baixo rndimnto scolar maiors gastos com transport para obtr uma formação prtndida. Página 7 d 237
8 A Faculdad Barrtos, ntão, solicitou a autorização para funcionamnto do curso d Enfrmagm a pdido das Prfituras Municipais, dos Scrtários d Saúd Dirignt Rgional d Ensino, considrando não só a maior comodidad dos alunos, mas também por sr Barrtos o maior polo rgional da 13ª RA com 26% da população, somando ao fato d qu a rd hospitalar do município é comparada aos grands cntros, contando com o maior Hospital d Câncr da América Latina o maior complxo hospitalar da rgião com 4 hospitais, 2 AMEs inúmras instituiçõs d atndimnto à Saúd. Considra-s ainda, qu Barrtos possui o IRCAD, Instituto d Trinamnto m Técnicas Minimamnt Invasivas Cirurgia Robótica, um dos três xistnts no mundo com o qual a Faculdad Barrtos formalizou convênio após autorização d sua sd na França, para a ralização d atividads tóricas práticas, psquisas consquntmnt a participação dos alunos nos procdimntos ralizados plo instituto. O dsnvolvimnto local rgional, no qu s rfr ao atndimnto à saúd xig um maior númro d profissionais qualificados podndo constatar qu a contratação do Enfrmiro crscu nos últimos anos sndo qu m 2013, somnt o Hospital d Câncr contratou 97 profissionais, para suprir sua ncssidad. Ainda d acordo com dados do SEADE, a cidad d Barrtos possui 991 técnicos 365 auxiliars d Enfrmagm, rgistrados no Conslho Rgional d Enfrmagm xistindo, portanto, uma população d alunos a sr qualificada. Atualmnt crca d 90% dos ingrssants no curso d Enfrmagm são provnints d cursos técnicos afins, sndo a maioria funcionários do Hospital do Câncr, qu stimula a formação d Enfrmiros forncndo uma bolsa d studos d 50%. Com a criação do PRONATEC (Programa Nacional d Acsso ao Ensino Técnico Emprgo) pod-s prvr a ascnsão dsts númros para próximos anos. A Faculdad Barrtos stá invstindo, dsd 2010 na qualidad por xclência, a fim d atndr à dmanda, formando Enfrmiros éticos, atuants nas difrnts áras do cuidar, m consonância com as políticas públicas dntro dos princípios da xclência m saúd. Assim, com sta visívl atmosfra favorávl d crscimnto surgimnto d inúmras oportunidads é qu vêm s dsnvolvndo, com sucsso, o projto do Curso d Página 8 d 237
9 Enfrmagm qu vm invstindo m infra strutura, acrvo bibliográfico, capacitação docnt, flxibilidad da matriz curricular para atndr a solicitação dos gstors d saúd d Barrtos rgião ainda stablcndo parcrias com todo o complxo hospitalar unidads d saúd para qu os alunos dsta Faculdad possam raliza stágio d qualidad m todas as áras da saúd. A Faculdad Barrtos prtnd, portanto, atndndo aos ansios ncssidads urgnts da comunidad local rgional, ofrcr cursos qu possam contribuir, ftivamnt, para a qualificação dos profissionais xistnts qu rprsntm a qualidad no atndimnto da população consqunt crscimnto qualitativo para a rgião d influncia imdiata. Sndo assim, todos os cursos ofrcidos pla instituição buscam, através d sus docnts, funcionários discnts, juntamnt com a socidad, promovr mantr um compromisso ético, filosófico, político, social técnicocintífico. 1.1 Políticas institucionais no âmbito do curso: A Faculdad Barrtos dstaca m su PDI a política voltada para o nsino, xtnsão psquisa, com a idia cntral d qu dv concdr autonomia para qu o aluno possa pnsar livrmnt convivr com o mio d forma pacífica socialmnt compromtida. Dsd o início dos primiros smstrs há uma constant procupação m conduzir o aluno para a ciência da Saúd a importância dla para o dsnvolvimnto harmônico da vida m socidad. As políticas d nsino s dsnvolvm através d uma matriz curricular flxívl matriz curricular, qu contmpla disciplinas qu s iniciam dsd a formação do corpo humano até a introdução do indivíduo na socidad. Os componnts curriculars d nsino não s rsumm apnas nas disciplinas m sala d aula, indo além, alcançando o stágio suprvisionado, intrligando o nsino tórico com o prático, prmitindo, assim, um maior intrss adrência do aluno ao curso, além d aclrar o procsso d nsino-aprndizado. Há também um firm propósito d buscar uma formação social do discnt, notadamnt Página 9 d 237
10 quanto à ncssidad d s comunicar bm com a socidad m qu viv. Inúmras atividads foram implantadas, no sntido d fomntar o programa d xtnsão, promovndo atividads rfrnts à intgração do corpo docnt discnt, visando à difusão d conhcimntos para a socidad aos bnfícios socioculturais qu dls possam rsultar. São incntivados os projtos individuais ou coltivos dos docnts, ritrando o compromisso com a formação dos alunos com o procsso d auto formação do profssor. Evntos para o dsnvolvimnto profissional dos stors técnicoadministrativos são promovidos, apoiados nos valors princípios dfinidos pla IES. As Atividads Complmntars dstacam-s como font d Ensino, Extnsão Psquisa, possuindo rgulamnto próprio qu contmpla o rol d atividads qu podm sr dsnvolvidas plo discnt, ncontrando lmntos acadêmicos nas três linhas prvistas, stimulando a participação m vntos xtrnos (sminários, congrssos tc.), além d grupos d psquisa para o ncaminhamnto profissional acadêmico. A Psquisa na IES surgiu da intgração com as atividads d práticas invstigativas na mtodologia do nsino dntro das disciplinas como dsnvolvimnto dos trabalhos d conclusão d cursos. Com o intuito d dsprtar no aluno o intrss pla litura cintífica intrprtação d txto a matriz curricular tv uma altração para aumntar a carga horária ofrcida pla disciplina Iniciação à Psquisa m Enfrmagm, já prparando o aluno para laboração do Trabalho d Conclusão d Curso, com vistas a publicaçõs postriors. Foi, também, formalizar o convênio com o IRCAD, para maior participação nos trabalhos d psquisa atividads tórico/práticas ralizadas no Instituto. Estas açõs colocam as atividads do curso m prfita sintonia com as políticas institucionais d nsino prvistas no PDI, havndo, assim, xclnt adrência ntr os propósitos da IES do curso d Enfrmagm. Página 10 d 237
11 2. O CURSO DE ENFERMAGEM DA FACULDADE BARRETOS O Curso d Graduação - Bacharlado m Enfrmagm, autorizado pla Portaria SESU n o 813 d 01 d Julho d 2010, é dsnvolvido m dz smstrs, ofrcido m rgim sriado smstral com carga horária total d horas d 50 minutos horas d 60 minutos. O curso funciona na Faculdad Barrtos, instituição d nsino suprior rcrdnciada pla Portaria MEC d 07 d Outubro d 2011, situada à Avnida C- 12, n 1555, Bairro Cristiano d Carvalho, na cidad d Barrtos, na rgião Norost do Estado d São Paulo. Anualmnt o curso ofrc 100 vagas m uma única ntrada, via procsso sltivo, nos trmos da lgislação vignt, sndo ministrado no príodo noturno, m duas turmas d 50 alunos, para aulas tóricas no máximo 25 alunos para as aulas práticas. 3. MISSÃO 3.1 Da Instituição Produzir compartilhar conhcimntos pla intração ntr as pssoas, formando cidadãos críticos procupados com a rsponsabilidad social ambintal. 3.2 Do Curso Formar Enfrmiros éticos, atuants nas difrnts áras do cuidar, m consonância com as políticas públicas dntro dos princípios da xclência m saúd. 4. CONCEPÇÃO O curso d Enfrmagm da Faculdad Barrtos foi idalizado com o propósito d dsnvolvr uma opção acadêmica, focado nos princípios propostos plo Sistma Único d Saúd (SUS) qu nortiam a assistência prstada à saúd da população, mas qu também vnham a agrgar o dsnvolvimnto crítico uma concpção social do mio m Página 11 d 237
12 qu o profissional futuro grsso irá s insrir, mdiant o dsnvolvimnto d habilidads pnsamnto crítico com comptência. O Projto Pdagógico foi laborado d acordo com a Rsolução CNE/CES n 3/2001, a partir d três difrnts ixos d formação: A) Ciências Biológicas da Saúd, B) Ciências Humanas Sociais C) Ciências da Enfrmagm. A matriz curricular busca conhcr os problmas do mundo atual, a fim d formar um profissional com capacidad produtiva, rflxiva, com spírito d psquisa invstigação. Os componnts da matriz curricular inicial não stavam corrspondndo aos ansios do corpo docnt, discnt gstors d saúd locais. Foram ralizadas runiõs com NDE colgiado d curso, quando foram propostas altraçõs na matriz curricular, para atndimnto das fragilidads idntificadas mlhoria da qualidad do nsino. Inúmras altraçõs foram acontcndo na matriz original, todas d acordo com as discussõs análiss ralizadas plo NDE Colgiado d Curso, d forma a ofrtar ao discnt um programa atual, dinâmico flxívl quanto ao studo aprndizado na ára da saúd. Nst propósito, construiu-s uma strutura curricular mdiant um conjunto intrligado d disciplinas unidads curriculars, cuja carga horária prfaz um total d 4860 horas/aula d 50 minutos, qu corrspond a 4050 horas/aula d 60 minutos (portanto, d acordo com as Rsoluçõs CNE n o 2 3/2007), distribuídas m 10 smstrs. 5. OBJETIVOS DO CURSO 5.1 Objtivo Gral: Formar Enfrmiro gnralista, com compromisso d cidadania como promotor da saúd intgral do sr humano, mbasado no procsso d Enfrmagm, com nfoqu no atndimnto ao Sistma Único d Saúd. 5.1 Objtivos spcíficos: I. Proporcionar graduação m Enfrmagm a grssos do nsino médio ou quivalnt. Página 12 d 237
13 II. Proporcionar aos profissionais qu já atuam na ára da saúd, a oportunidad d dsnvolvimnto d qualificação qu lhs prmitam mlhors nívis d dsmpnho maiors oportunidads d ascnsão profissional; III. Contribuir para mlhorar as condiçõs d saúd da cidad rgião, através d açõs voltadas para a prvnção, dtcção, tratamnto rabilitação d donças, além d açõs ducativas junto à população, m todos os âmbitos da saúd; IV. Ofrcr às mprsas oportunidads d parcria, m projtos voltados para o dsnvolvimnto da ára da saúd ocupacional; V. Atndr ao mrcado local rgional com profissionais qualificados d formação gnralista, críticos rflxivos, aptos a atuarm nos vários sgmntos ond sua prsnça é ncssária; VI. Forncr aos alunos à comunidad uma visão dos problmas rgionais nacionais, na ára da saúd, para qu ls s tornm aptos a adrir participar das mudanças; VII. Prparar cidadãos conscints para o xrcício plno da cidadania; VIII. Contribuir para a formação d rcursos humanos na Enfrmagm com nfoqu nos princípios dirtrizs do Sistma Único d Saúd. IX. Prparar profissionais para a atuação m gstão, nsino psquisa. 6. PERFIL DO EGRESSO O grsso do Curso d Enfrmagm da Faculdad Barrtos dvrá: Dsnvolvr açõs d promoção da saúd prvnção, protção rabilitação da donça, com nfoqu nas principais ndmias da rgião d influência do Curso, m nívl individual coltivo, considrando as difrnts ncssidads nos difrnts grupos da comunidad; Assumir posiçõs d lidrança, alicrçado plo snso d compromisso rsponsabilidad, possuindo habilidads para tomada d dcisõs, comunicação grnciamnto d forma ficaz; Administrar grnciar o procsso d trabalho d nfrmagm, rcursos físicos, matriais d informação, no âmbito das unidads d nfrmagm srviços d saúd; Página 13 d 237
14 Exrcr a prática profissional compromtida com os princípios ético-lgais d bioética; Buscar produzir conhcimntos para o dsnvolvimnto da prática profissional; Dsnvolvr procssos ducativos no âmbito dos srviços d saúd na comunidad; Sr crítico rflxivo, apto a ntndr a ralidad socioconômica política do país a instrumntalizar-s para participação ftiva no âmbito da saúd; Participar do procsso d formação d rcursos humanos, d outras áras no âmbito dos conhcimntos d Enfrmagm; Participar do srviço d gstão d Instituiçõs d Saúd visando o grnciamnto d risco dos difrnts stors d atuação. Dsnvolvr psquisa na ára d nfrmagm contribuir para o dsnvolvimnto da profissão; Aplicar conhcimnto adquiridos no âmbito acadêmico à prática clínica profissional por mio da consulta d Enfrmagm contribuir para manutnção d promoção da saúd prvnção, protção rabilitação da donça. O profissional Enfrmiro dvrá dsnvolvr as sguints comptências habilidads: Rconhcr contxtos; Idntificar dmandas; Atribuir significados; Corrlacionar dados/vntos/manifstaçõs; Establcr açõs/procdimntos/stratégias sus xcutors; Implmntar açõs/procdimntos/stratégias; Ralizar a consulta d Enfrmagm mbasada no conhcimnto do procsso d Enfrmagm; Tr autonomia para ralizar o cuidado ao pacint m todas as fass da vida; Conhcr aplicar os conhcimntos adquiridos nas difrnts spcialidads da dmanda da cidad rgião; Avaliar strutura, procsso rsultados das açõs ralizadas; Compartilhar rsultados/informaçõs; Grar/utilizar/participar ou divulgar psquisas outras formas d produção d conhcimnto qu sustntm aprimorm a prática; Página 14 d 237
15 As áras d atuação dst profissional são divrsificadas, podndo atuar m hospitais, clínicas, comunidads domicílios, associaçõs d bairros, cntros sociais, unidads básicas d saúd, saúd da família d rabilitaçõs, matrnidads, dispnsários, programas d políticas públicas, scolas crchs, mprsas públicas privadas, casas griátricas, dsnvolvndo açõs d nfrmagm com atnção m promoção, rcupração rabilitação da saúd prvnção d donças, coltando dados, diagnosticando, planjando, intrvindo avaliando as açõs prtinnts a cada caso. Pod ainda, atuar como ducador m qustõs rlativas à saúd, organizando grnciando os srviços d nfrmagm na assistência, nsino psquisa. A IES formará Enfrmiros para suprir a ncssidad d profissionais comptnts d modo a contribuir com a qualidad dos srviços prstados à população d local rgional. 7. COMPONENTES CURRICULARES A corência ntr a matriz curricular os objtivos do curso d Enfrmagm s xprssa, ants d tudo, na atuação com princípios éticos, na divrsificada Política Pública d Assistência à Saúd promovida plo SUS, como ixo articulador do currículo. É important considrar qu todas as disciplinas spcíficas assguraram a construção dssa rlação numa prspctiva crítica, histórica abrta à dinâmica social NOTAS EXPLICATIVAS DAS ALTERAÇÕES IMPLANTADAS NA MATRIZ CURRICULAR Abaixo sgu xposição da Matriz Curricular original da Matriz Atual, com as rspctivas notas xplicativas das altraçõs implantadas plo NDE Colgiado d Curso. Página 15 d 237
16 MATRIZ CURRICULAR ORIGINAL PRIMEIRO PERÍODO / 1 O ANO CARGA HORÁRIA CONTEÚDOS ESSENCIAIS COMPONENTE CURRICULAR Toria SEMANAL Prática SEMESTRAL Sociologia, Antropologia Filosofia 2-40 CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Iniciação à Psquisa m Enfrmagm 2-40 Litura Produção d Txto 2-40 CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CIÊNCIAS DA ENFERMAGEM Anatomia Dscritiva Topográfica I Biologia Clular Histologia Humana 2-40 História da Enfrmagm: Bass Tóricas Filosóficas 2-40 Fundamntos d Enfrmagm ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES Atividads Complmntars TOTAL MATRIZ CURRICULAR ATUAL PRIMEIRO PERÍODO / 1 O ANO CARGA HORÁRIA CONTEÚDOS ESSENCIAIS COMPONENTE CURRICULAR Toria SEMANAL Prática SEMESTRAL Sociologia, Antropologia Filosofia 2-40 CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CIÊNCIAS DA ENFERMAGEM ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES Iniciação à Psquisa m Enfrmagm 4-80 Litura Produção d Txto 2-40 Anatomia Dscritiva Topográfica I Biologia Clular Histologia Humana 2-40 História da Enfrmagm: Bass Tóricas Filosóficas 2-40 Fundamntos d Enfrmagm I Atividads Complmntars TOTAL Notas xplicativas das altraçõs ralizadas no 1º Smstr Aumnto d carga horária da disciplina Iniciação à Psquisa d Enfrmagm d 40 para 80 horas, ofrtando mlhor conhcimnto básico nos procssos d psquisa, incntivo ao aprndizado das funçõs matmáticas básicas dmais cálculos qu srão utilizados como subsídio para o dsnvolvimnto das disciplinas dos procssos d cuidar m Enfrmagm para anális d dados studados nas psquisas qu form utilizadas Página 16 d 237
17 como font bibliográfica para os dmais componnts curriculars do curso d Graduação m Enfrmagm. MATRIZ CURRICULAR ORIGINAL SEGUNDO PERÍODO / 1 O ANO CARGA HORÁRIA CONTEÚDOS ESSENCIAIS Ciências Humanas Sociais COMPONENTE CURRICULAR Fundamntos, Métodos Técnicas d Psquisa na Enfrmagm Toria SEMANAL Prática SEMESTRAL 2-40 Estudos Sociais Ambintais 2-40 Anatomia Dscritiva Topográfica II Ciências Biológicas da Saúd Embriologia Gnética 2-40 Fisiologia I 2-40 Biofísica Bioquímica 2-40 Ciências da Enfrmagm Smiologia Smiotécnica ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES Atividads Complmntars TOTAL MATRIZ CURRICULAR ATUAL SEGUNDO PERÍODO / 1 O ANO CARGA HORÁRIA CONTEÚDOS ESSENCIAIS Ciências Humanas Sociais COMPONENTE CURRICULAR Fundamntos, Métodos Técnicas d Psquisa na Enfrmagm Toria SEMANAL Prática SEMESTRAL 2-40 Enfrmagm m Saúd Ambintal 2-40 Anatomia Dscritiva Topográfica II Ciências Biológicas da Saúd Embriologia Gnética 2-40 Fisiologia I 4-80 Biofísica Bioquímica 2-40 Ciências da Enfrmagm ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES Fundamntos d Enfrmagm II Atividads Complmntars TOTAL Nota xplicativa das altraçõs no 2º Smstr Altração na nomnclatura da disciplina Estudos sociais Ambintais para disciplina d Enfrmagm m Saúd Ambintal nfatizando uma maior abrangência dos contúdos imprscindívis ao aprndizado do graduando d Enfrmagm visto qu Página 17 d 237
18 são forncidos contúdos acrca do mio ambint rlacionando-o com a qualidad ducação m saúd. Aumnto d carga horária da disciplina Fisiologia I d 40 para 80 horas, ofrtando mlhor bas nas ciências biológicas qu srão contúdos imprscindívis para o dsnvolvimnto das disciplinas dos procssos d cuidar m nfrmagm. Introdução da disciplina d Fundamntos d Enfrmagm II, com 80 horas como continuação dos contúdos tóricos práticos para a formação profissional do Enfrmiro, tndo m vista qu ss componnt curricular é a bas d todo a assistência d Enfrmagm. As adquaçõs ralizadas nss componnt sguiram o sguint cronograma: 1. Adquação da carga horária para a primira turma: aulas tóricas práticas srão ralizadas no sgundo smstr d 2014 aos sábados; 2. Adquação da carga horária para a sgunda turma: aulas tóricas práticas foram ralizadas no sgundo smstr d 2013; 3. Adquação da carga horária da trcira turma: aulas tóricas práticas stão sndo ralizadas m sala d aula no primiro smstr d MATRIZ CURRICULAR ORIGINAL TERCEIRO PERÍODO / 2 O ANO CARGA HORÁRIA CONTEÚDOS ESSENCIAIS COMPONENTE CURRICULAR Toria SEMANAL Prática SEMESTRAL CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Biostatística 2-40 Socidad, Cultura Enfrmagm 2-40 Farmacologia Gral 2-40 CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Fisiologia II 2 40 Microbiologia 2 40 Parasitologia 2-40 CIÊNCIAS DA ENFERMAGEM ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES Procsso d Enfrmagm I: Bass Tóricas 4-80 Didática Aplicada à Enfrmagm 2-40 Atividads Complmntars TOTAL Página 18 d 237
19 MATRIZ CURRICULAR ATUAL TERCEIRO PERÍODO / 2 O ANO CARGA HORÁRIA CONTEÚDOS ESSENCIAIS COMPONENTE CURRICULAR Toria SEMANAL Prática SEMESTRAL CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Socidad, Cultura Enfrmagm 2-40 Farmacologia 2-40 CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Fisiologia II 2-40 Microbiologia 2-40 Parasitologia 2-40 CIÊNCIAS DA ENFERMAGEM ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES Procsso d Enfrmagm I: Bass Tóricas 4-80 Smiologia Smiotécnica Atividads Complmntars TOTAL Nota xplicativa das altraçõs no 3º Smstr Dslocamnto para st smstr da disciplina d Smiologia Smiotécnica do 2 príodo aumnto da carga horária d 80 para 120 horas. Essa altração s dv ao forncimnto d disciplinas d conhcimnto básicos nos príodos antriors forncndo conhcimnto tórico d todas as struturas do corpo humano bm como o funcionamnto normal dos msmos assim mlhor bas para o dsnvolvimnto dsta disciplina. O aumnto da carga horária s dv ao fato dsta sr uma disciplina básica fundamntal para o xrcício da Enfrmagm m qualqur contxto; Altração do nom da disciplina d Farmacologia Gral para Farmacologia. Altração proposta plo NDE para padronizar a nomnclatura disciplinas das ciências Biológicas da Saúd. Página 19 d 237
20 MATRIZ CURRICULAR ORIGINAL QUARTO PERÍODO / 2 O ANO CARGA HORÁRIA CONTEÚDOS ESSENCIAIS COMPONENTE CURRICULAR Toria SEMANAL Prática SEMESTRAL CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Ética, Bioética Lgislação Profissional Imunologia 2 40 CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Farmacologia Aplicada a Enfrmagm Microbiologia Aplicada à Enfrmagm Fisiopatologia CIÊNCIAS DA ENFERMAGEM ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES Procsso d Enfrmagm II: Colta d Dados Diagnóstico d Enfrmagm Políticas Públicas d Saúd 2 40 Atividads Complmntars TOTAL MATRIZ CURRICULAR ATUAL QUARTO PERÍODO / 2 O ANO CARGA HORÁRIA CONTEÚDOS ESSENCIAIS COMPONENTE CURRICULAR Toria SEMANAL Prática SEMESTRAL CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Ética, Bioética Lgislação Profissional Epidmiologia 2-40 Imunologia 2 40 CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Farmacologia Aplicada a Enfrmagm Microbiologia Aplicada à Enfrmagm Patologia CIÊNCIAS DA ENFERMAGEM Procsso d Enfrmagm II: Colta d Dados Diagnóstico d Enfrmagm ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES Atividads Complmntars TOTAL Nota xplicativa das altraçõs no 4º Smstr Dslocamnto para st smstr da disciplina d Epidmiologia qu antriormnt ra forncida no 5º príodo, pois a msma irá contribuir com disciplinas tóricas práticas do smstr atual; O aumnto da carga horária da Disciplina d Farmacologia Aplicada à Enfrmagm dv-s ao fato dsta sr uma disciplina básica fundamntal para o dsnvolvimnto Página 20 d 237
21 d uma das principais práticas no xrcício da nfrmagm a d maior risco assistncial; Aumnto d carga horária da disciplina Microbiologia d 60 para 80 horas, ofrtando mlhor bas nas ciências biológicas qu srão utilizados como subsídio para o dsnvolvimnto das disciplinas dos procssos d cuidar m nfrmagm; Altração do nom da disciplina d Fisiopatologia para Patologia. Altração proposta plo NDE para padronização d nomnclatura disciplinas das ciências Biológicas da Saúd; Exclusão da disciplina Políticas Públicas d Saúd. Todo o contúdo programático carga horária da disciplina foi incorporado à disciplina Enfrmagm m Saúd Políticas Públicas na qual são ralizadas atividads práticas do contúdo trabalhado no 5 smstr. MATRIZ CURRICULAR ORIGINAL QUINTO PERÍODO / 3 O ANO CARGA HORÁRIA CONTEÚDOS ESSENCIAIS COMPONENTE CURRICULAR Toria SEMANAL Prática SEMESTRAL Ciências Humanas Sociais CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Ciências da Enfrmagm Psicologia Aplicada à Enfrmagm 2-40 Epidmiologia 2-40 Procsso d Enfrmagm III: Intrvnçõs Avaliaçõs Procsso d Cuidar na Saúd do Adulto I Procsso d Cuidar na Saúd da Mulhr I Enfrmagm m Saúd Pública 2-40 ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES Atividads Complmntars 2-40 TOTAL Página 21 d 237
22 MATRIZ CURRICULAR ATUAL QUINTO PERÍODO / 3 O ANO CARGA HORÁRIA CONTEÚDOS ESSENCIAIS COMPONENTE CURRICULAR Toria SEMANAL Prática SEMESTRAL Ciências Humanas Sociais CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Psicologia Aplicada à Enfrmagm 2-40 Biostatística 2-40 Enfrmagm m Saúd Políticas Públicas Ciências da Enfrmagm Procsso d Cuidar na Saúd do Adulto I Procsso d Cuidar na Saúd da Mulhr I Procsso d Enfrmagm III Intrvnçõs Avaliação ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES Atividads Complmntars TOTAL Nota xplicativa das altraçõs no 5º Smstr Dslocamnto para st smstr da disciplina d Biostatística qu antriormnt ra forncida no 3º príodo, pois a msma irá contribuir com disciplinas tóricas práticas do smstr atual; Unificação dos contúdos programáticos das disciplinas d Políticas Públicas d Saúd Enfrmagm m Saúd Pública. Dslocamnto para st smstr das disciplinas supracitadas no intuito d forncr conhcimnto não fragmntado das políticas nacionais d saúd com fortalcimnto d práticas aplicadas na saúd pública por mio d atividads práticas ralizadas na comunidad local. Página 22 d 237
23 MATRIZ CURRICULAR ORIGINAL SEXTO PERÍODO / 3 O ANO CARGA HORÁRIA CONTEÚDOS ESSENCIAIS COMPONENTE CURRICULAR Toria SEMANAL Prática SEMESTRAL Ciências da Enfrmagm ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES Administração aplicada m Enfrmagm 2-40 Suport Básico d Vida 2-40 Procsso d Cuidar na Saúd do Adulto II Procsso d Cuidar na Saúd da Mulhr II Procsso d Cuidar na Saúd do Rcém nascido Procsso d Cuidar na Saúd da Família Comunidad Atividads Complmntars TOTAL MATRIZ CURRICULAR ATUAL Sxto Príodo / 3 o Ano Carga Horária Contúdos Essnciais Componnt Curricular Toria Smanal Prática Smstral Administração aplicada m Enfrmagm 2-40 Ciências da Enfrmagm Atividads Intrdisciplinars Suport Básico d Vida 2-40 Procsso d Cuidar na Saúd do Adulto II Procsso d Cuidar na Saúd da Mulhr II Procsso d Cuidar na Saúd da Criança Adolscnt Procsso d Cuidar na Saúd da Família Comunidad Didática aplicada à Enfrmagm 2 40 Atividads Complmntars TOTAL Nota xplicativa das altraçõs no 6º Smstr Dslocamnto para st smstr da disciplina d Saúd da Criança Adolscnt dvido ao contúdo programático fundamntal para ntndimnto das açõs postriors dispnsadas ao cuidado com Rcém-nascidos; Dslocamnto para st smstr da disciplina d Didática Aplicada à Enfrmagm qu antriormnt ra forncida no 3º príodo. No príodo atual os alunos stão mais prparados para a abordagm individualizada dos indivíduos Página 23 d 237
24 qu srão orintados/cuidados plo profissional tndo m vista uma linguagm didática apropriada a divrsos príodos/açõs d intrvnçõs. MATRIZ CURRICULAR ORIGINAL Sétimo Príodo / 4 o Ano Carga Horária Contúdos Essnciais Componnt Curricular Toria Smanal Prática Smstral Gstão d Srviços d Enfrmagm 2-40 Ciências da Enfrmagm Procsso d Cuidar na Saúd do Idoso Procsso d Cuidar na Saúd da Criança Adolscnt Enfrmagm no Control d Infcção Hospitalar 2-40 Nutrição Ditotrapia m Enfrmagm 2-40 Suport Avançado da Vida I Enfrmagm Trapias Altrnativas 2-40 Atividads Intrdisciplinars Atividads Complmntars TOTAL MATRIZ CURRICULAR ATUAL SÉTIMO PERÍODO / 4 O ANO CARGA HORÁRIA CONTEÚDOS ESSENCIAIS COMPONENTE CURRICULAR Toria SEMANAL Prática SEMESTRAL Gstão d Risco d Srviços d Saúd 2-40 Procsso d Cuidar na Saúd do Idoso Procsso d Cuidar na Saúd do Rcém nascido Ciências da Enfrmagm Enfrmagm no Control d Infcção Hospitalar 2-40 Nutrição Ditotrapia m Enfrmagm 2-40 Suport Avançado da Vida I Procsso d cuidar ao pacint cirúrgico 2-40 Trabalho d Conclusão d Curso I 2-40 ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES Atividads Complmntars TOTAL Nota xplicativa das altraçõs no 7º Smstr Altração d nom da disciplina d Gstão m srviços d Saúd para Gstão d Risco d Srviços d Saúd, com o objtivo d tornar mais abrangnt o Página 24 d 237
25 conhcimnto d gstão bm como ofrcr disciplina difrnciada d gstão d riscos, já qu s trata d uma prática inovadora pouco trabalhada na ára acadêmica dos dmais cursos d Enfrmagm; Dslocamnto para st smstr da disciplina d Procsso d Cuidar ao Rcémnascido dvido ao amadurcimnto técnico cintífico qu dvrá sr aprsntado plos alunos do smstr; Insrção da disciplina d Procsso d Cuidar ao Pacint Cirúrgico com o intuito d forncr ao aluno conhcimntos para assistência ao pacint m príodos, pré, trans pós-cirúrgico; Dslocamnto para st smstr da disciplina d TCC I dvido ao amadurcimnto técnico cintífico, dvido tr cursado os principais procssos m nfrmagm, inclusiv as políticas as públicas d Saúd. MATRIZ CURRICULAR ORIGINAL OITAVO PERÍODO / 4 O ANO CARGA HORÁRIA CONTEÚDOS ESSENCIAIS COMPONENTE CURRICULAR Toria SEMANAL Prática SEMESTRAL Trabalho d Conclusão d Curso I 2-40 Enfrmagm m Oncologia Ciências da Enfrmagm Enfrmagm na Saúd Ambintal 2-40 Procsso d Cuidar na Saúd Mntal Enfrmagm na Saúd do Trabalhador 2-40 Suport avançado da Vida II ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES Atividads Complmntars TOTAL Página 25 d 237
26 MATRIZ CURRICULAR ATUAL OITAVO PERÍODO / 4 O ANO CARGA HORÁRIA CONTEÚDOS ESSENCIAIS Ciências da Enfrmagm COMPONENTE CURRICULAR SEMANAL Toria Prática SEMESTRAL Enfrmagm os Cuidados Paliativos 2-40 Enfrmagm m Oncologia Procsso d Cuidar na Saúd Mntal Enfrmagm na Saúd do Trabalhador Suport avançado da Vida II Trabalho d Conclusão d Curso II 2-40 ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES Atividads Complmntars TOTAL Nota xplicativa das altraçõs no 8º Smstr Dslocamnto da disciplina optativa Enfrmagm os Cuidados Paliativos para st smstr, tndo m vista a ncssidad d adquação do prfil do grsso m rlação ao campo d atuação local, pois, na nossa rgião administrativa m um raio d 19 cidads circunvizinhas não há a xistência dst componnt curricular; Dslocamnto para st smstr da disciplina d TCC II para o dsnvolvimnto squncial da disciplina, com o objtivo d ddicação intgral do aluno ao stágio suprvisionado nos smstrs postriors. MATRIZ CURRICULAR ORIGINAL NONO PERÍODO / 5 O ANO CARGA HORÁRIA CONTEÚDOS ESSENCIAIS CIÊNCIAS DA ENFERMAGEM COMPONENTE CURRICULAR SEMANAL Toria Prática SEMESTRAL Trabalho d Conclusão d Curso II 2-40 A Enfrmagm o Procsso Mort-Morrr 2-40 Estágio Suprvisionado I TOTAL Página 26 d 237
27 MATRIZ CURRICULAR ATUAL NONO PERÍODO / 5 O ANO CARGA HORÁRIA CONTEÚDOS ESSENCIAIS CIÊNCIAS DA ENFERMAGEM COMPONENTE CURRICULAR SEMANAL Toria Prática SEMESTRAL Práticas Avançadas m Enfrmagm 2-40 A Enfrmagm o Procsso Mort-Morrr 2-40 Estágio Suprvisionado I TOTAL Nota xplicativa das altraçõs no 9º Smstr Insrção da disciplina d Práticas Avançadas m Enfrmagm, qu objtiva o dsnvolvimnto profissional dircionado às xpriências práticas spcializadas da assistência gnralizada, m busca da autonomia do Enfrmiro m rlação ao Procsso d Enfrmagm. Esta disciplina foi criada plo NDE com o objtivo d prparar o profissional para a atuação m spcialidads clínicas d alta complxidad fortalcndo a qualidad no atndimnto ao pacint; Aumnto da carga horária do Estágio suprvisionado I d 420 para 480 horas com a finalidad d ofrtar uma variabilidad maior nos campos d stágios com instituiçõs convniadas com foco na formação gnralista do Enfrmiro. MATRIZ CURRICULAR ORIGINAL DÉCIMO PERÍODO / 5 O ANO CARGA HORÁRIA CONTEÚDOS ESSENCIAIS COMPONENTE CURRICULAR Toria SEMANAL Prática SEMESTRAL Disciplina Optativa 2-40 CIÊNCIAS DA ENFERMAGEM Estudos d Casos Rsolução d Problmas 2-40 Estágio Suprvisionado II TOTAL Página 27 d 237
28 MATRIZ CURRICULAR ATUAL DÉCIMO PERÍODO / 5 O ANO CARGA HORÁRIA CONTEÚDOS ESSENCIAIS COMPONENTE CURRICULAR Toria SEMANAL Prática SEMESTRAL Disciplina Optativa 2-40 CIÊNCIAS DA ENFERMAGEM Enfrmagm m Hom Car 2-40 Estágio Suprvisionado II TOTAL Nota xplicativa das altraçõs no 10º Smstr Dslocamnto para st smstr da disciplina Enfrmagm m Hom Car qu antriormnt ra forncida como disciplina optativa dvido ao crscimnto dst stor d atndimnto domiciliar, fortalcndo a qualidad da matriz curricular do curso, gnralista, flxívl atual; Aumnto da carga horária do Estágio suprvisionado I d 420 para 480 horas com a finalidad d ofrtar uma variabilidad maior nos campos d stágios com instituiçõs convniadas com foco na formação gnralista do Enfrmiro. MATRIZ CURRICULAR ORIGINAL OPTATIVAS DESCRIÇÃO CARGA HORÁRIA LIBRAS 40 ENFERMAGEM E OS CUIDADOS PALIATIVOS 40 EMPREENDEDORISMO EM ENFERMAGEM 40 ENFERMAGEM EM HOME CARE 40 ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE EXAMES COMPLEMENTARES DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA 40 INGLÊS INSTRUMENTAL 40 Página 28 d 237
29 MATRIZ CURRICULAR ATUAL OPTATIVAS DESCRIÇÃO CARGA HORÁRIA LIBRAS 40 ENFERMAGEM EM TERAPIAS ALTERNATIVAS 40 EMPREENDEDORISMO EM ENFERMAGEM 40 ESTUDOS DE CASO E RESOLUÇÕES DE PROBLEMAS 40 ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE EXAMES COMPLEMENTARES DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA 40 Nota xplicativa das altraçõs das disciplinas optativas Exclusão da disciplina d Inglês Instrumntal, pois ss contúdo srá trabalhado m todos os componnts curriculars por mio da mtodologia d litura intrprtação d artigos cintíficos na língua inglsa. Esta disciplina podrá s cursada plos alunos m uma scola d Inglês com a qual sta IES mantém convênio proporcionando mia bolsa d studo EMENTÁRIOS E BIBLIOGRAFIAS SOCIOLOGIA, ANTROPOLOGIA E FILOSOFIA Sociologia, Antropologia Filosofia: constituição xponts tóricos. O Capitalismo as transformaçõs na saúd do trabalhador. Saúd como objto d rflxão sociológica, antropológica filosófica. Socidad como sistma d significação o corpo humano socialmnt concbido. O sr humano sua ssência. A rlação ntr o Sr Humano o Mundo. A Filosofia da Ciência os problmas do conhcimnto cintífico. 1. CHAUÍ, Marilna. Convit à Filosofia. 13. d. São Paulo: Ática, p. 2. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina d Andrad. Sociologia gral. 7. d. São Paulo: Atlas, RABUSKE, Edvino, A. Antropologia filosófica: um studo sistmático. Ptrópolis: Vozs, Página 29 d 237
30 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ADAM, Philipp. Sociologia da donça da mdicina. Bauru: Edusc, BIANCO, Bla Fldman. Idntidads: studo d cultura podr. São Paulo: Hucitc, LAPLANTINE, F. Aprndr antropologia. São Paulo: Brasilins, KRUPPA, P. Sonia M. Sociologia da Educação. São Paulo: Cortz, RODRIGUES, Nidson. Da mistificação da scola à scola ncssária. 9. d. São Paulo: Cortz, INICIAÇÃO À PESQUISA EM ENFERMAGEM Embasamnto tórico cintifico nas psquisas acadêmicas com fundamntação ética. Fundamntação a psquisa cintifica dntro d sus concitos práticos para atividad do nfrmiro. Dsnvolvimnto da habilidad d scrvr um projto cintífico com bas na busca d dados m priódicos. Mtodologia d métodos quantitativos qualitativos. Conhcimnto d princípios passos fundamntais da mtodologia da psquisa cintífica. A tcnologia como part da psquisa m Enfrmagm, cohcimnto das opraçõs básicas da matmática aplicada à anális d dados. Princípios d utilização d programas tcnológicos, Powr Point, Excl Word aplicados à psquisa. 1. CERVO, Luiz A.; BERVIAN, Pdro A. Mtodologia cintífica: para uso dos studants univrsitários. São Paulo: Parson Prntic Hall, KELLER, Vicnt; BASTOS, Clvrson. Aprndndo a aprndr: introdução à mtodologia cintífica. 2. d. Ptrópolis: Vozs, SEVERINO, A. J. Mtodologia do Trabalho Cintífico. 22. d. São Paulo: Cortz Autors Associados, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. FAZENDA, Ivani (Org). A psquisa m ducação as transformaçõs do conhcimnto. 3. d. Campinas: Papirus, LAKATOS, E. M., MARCONI, M. A. Fundamntos d Mtodologia Cintífica. 5. d. São Paulo: Atlas, p. 3. POLIT, D.F., HUNGLER. Fundamntos d psquisa m nfrmagm: métodos, avaliação utilização. 5. d. Porto Algr: Artmd, p. Página 30 d 237
31 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO Dsnvolvr as múltiplas comptências na ára da comprnsão, intrprtação produção txtual para uma ftiva comunicação xprssão d nossa cultura. Usar a língua m suas manifstaçõs orais scritas, m suas dimnsõs rcptivas produtivas, m difrnts situaçõs ou contxtos, com divrsos intrlocutors ou públicos, como mio d organização cognitiva da ralidad, constituição d significados ralização d práticas sociais. 1. AQUINO, Rnato. Intrprtação d txto Rio d Janiro: Elsvir, CUNHA, Clso. LINDLEY CINTRA, Luis F. Nova gramática do português contmporâno. 3. d KOCH, Ingdor Villaça. Introdução a lingüística2. d. São Paulo: Martins Fonts, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MEDEIROS, João Bosco. Português instrumntal. 8. d. São Paulo: Atlas, TERRA, Ernani. Curso prático d gramática. São Paulo, Scipion, ANATOMIA DESCRITIVA E TOPOGRÁFICA I Introdução ao Estudo da Anatomia; Sistma Tgumntar; Sistma Esqulético; Junturas; Sistma Muscular; Sistma Circulatório; Sistma Nrvoso Cntral Priférico; Sistma Nrvoso Autônomo. Aplicação Clínica para o profissional d Enfrmagm. 1. HEIDEGGER, Wolf G. Wolf-Widggr - Atlas d Anatomia Humana. Rio d Janiro: Ed.Guanabara Koogan, 6. d. vol. 1, HEIDEGGER, Wolf G. Wolf-Widggr - Atlas d Anatomia Humana. Rio d Página 31 d 237
32 Janiro: Ed.Guanabara Koogan, 6. d. vol. 2, MOORE, K. L.; DALLEY, A. F. Anatomia Orintada para a Clínica. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, 5. d, p. 4. SOBOTTA, J. Sobotta - Atlas d Anatomia Humana. 22. d.rio d Janiro: Guanabara Koogan, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DANGELO, José Graldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana: sistêmica sgmntar. 3. d. São Paulo: Athnu, p. 2. DOMINGUES, T.A.M.; CHAVES, E.C. O conhcimnto cintífico como valor no agir do nfrmiro. Rvista da Escola d Enfrmagm da USP, v. 39, p , TORTORA, Grard J. Princípios d anatomia humana. 10 d.. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 4. TORTORA, Grard J.; GRABOWSKI, Sandra Rynolds. Corpo humano: fundamntos d anatomia fisiologia. 6. d. Porto Algr: Artmd, p pdf. BIOLOGIA CELULAR E HISTOLOGIA Abordagm morfofuncional da célula: Introdução ao studo da citologia, mmbranas clulars, núclo citoplasma. Divisão clular. Rlação ntr organização morfológica os procssos funcionais. Introdução ao studo da Histologia: tcido pitlial, conjuntivo, muscular nrvoso. 1. DE ROBERTIS, Eduardo D. P. t al. Biologia clular Molcular. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 2. GARTNER, Lsli P.; HIATT, Jams L. Tratado d histologia: m cors. 2.d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 3. STRANCHAN, Tom; Gnética Molcular Humana. Ed. 4, 2012: Artmd. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CORMACK, David H. Fundamntos d histologia. 2. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. Página 32 d 237
33 2. JUNQUEIRA, Luiz C.; CARNEIRO, José. Histologia básica: txto/atlas. 11 d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, HISTÓRIA DA ENFERMAGEM: BASES TEÓRICAS E FILOSÓFICAS Estudo da ciência da nfrmagm como prática social, fazndo uma rlação ntr a nfrmagm atual a do passado. Conhcr a nfrmagm na ra pré-capitalista capitalista, principalmnt no Brasil. Comprndr no qu s rfr aos cuidados com o indivíduo. Discutir as qustõs d podr gênro na Enfrmagm. Intirar na formação do Enfrmiro produção cintífica da nfrmagm. Idntificar as ntidads d class com sus objtivos funçõs. Vrificar as prspctivas da nfrmagm no trciro milênio. 1. MCEWEN, Mlani; WILLS, Evlyn M. Bass tóricas para nfrmagm. 2. d. Porto Algr: Artmd, p. 2. LIMA, Maria José d. O qu é nfrmagm. São Paulo: Brasilins, p. 3. PORTO, Frnando; AMORIM, N; BARREIRA, L. A.; SANTOS, TCF. História da nfrmagm Brasilira: lutas, ritos mblmas. Rio d Janiro: Águia Dourada, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ARANHA, Maria Lúcia d Arruda; MARTINS, Maria Hlna Pirs. Filosofando: Introdução à filosofia. 3. d. São Paulo: Modrna, p. 2. GEOVANNI, Tlma; MOREIRA, Almrinda; DORNELLES, Soraia; MACHADO, Willian C.A. História da Enfrmagm: Visõs Intrprtaçõs. Rio d Janiro: Rvintr, RIZZOTTO, Maria Lucia Frizon. História da nfrmagm suas rlaçõs com a saúd pública. Goiânia: AB, p. 4. CARRARO, Tlma Elisa. Enfrmagm assistências: rsgatando Flornc Nigtingal. Goiânia: AB, Página 33 d 237
34 FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM I Introdução às Bass fundamntais da prática d Enfrmagm; Manutnção do ambint biologicamnt sguro; Avaliação clínica do stado d saúd do indivíduo; Promoção manutnção das ncssidads fisiológicas básicas d saúd avaliação da capacidad d autocuidado; Protção spcífica do indivíduo. 1. MCEWEN, Mlani; WILLS, Evlyn M. Bass tóricas para nfrmagm. 2. d. Porto Algr: Artmd, p.SMELTZER, Suzann C. t al. Brunnr & Suddarth Tratado d nfrmagm médico-cirúrgica. 10 d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. POTTER, Patricia Ann; 2. PERRY, Ann Griffin. Fundamntos d nfrmagm. 7. d. Rio d Janiro: Elsvir, p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CASSIANE, Silvia Hlna d Bortoli; UETA, Julita. A sgurança dos pacints na utilização da mdicação. São Paulo: Arts médicas, p. 2. SWEARINGEN, Pamla L.; HOWARD, Chri A. Atlas fotográfico d procdimntos d nfrmagm. 3.d. Porto Algr: Artmd, p. 3. POSSO, Maria Blén Salazar. Smiologia smiotécnica d nfrmagm. São Paulo: Athnu, p SEGUNDO PERÍODO PRIMEIRO ANO FUNDAMENTOS, MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA EM ENFERMAGEM Embasamnto tórico cintifico nas divrsas áras d atuação da nfrmagm como profissão (nurologia, cardiologia, rspiratório, digstorio, gniturinário, obsttrícia, imunologia, saúd publica) da assistência ao pacint ao grnciamnto com bas na litratura cintífica priódicos atuais. Procsso sistmático d construção do conhcimnto qu tnha como mtas principais grar novos conhcimntos ou aprimorar algum conhcimnto pré-xistnt. Noçõs fundamntais sobr psquisa Página 34 d 237
35 clinica para qu os studos nvolvndo srs humanos sjam conduzidos dntro do prconizado plas normalizaçõs nacionais intrnacionais. 1. CERVO, Luiz A.; BERVIAN, Pdro A. Mtodologia cintífica: para uso dos studants univrsitários. São Paulo: Parson Prntic Hall, KELLER, Vicnt; BASTOS, Clvrson. Aprndndo a aprndr: introdução à mtodologia cintífica. 2. d. Ptrópolis: Vozs, SEVERINO, A. J. Mtodologia do Trabalho Cintífico. 22. d. São Paulo: Cortz Autors Associados, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. FAZENDA, Ivani (Org). A psquisa m ducação as transformaçõs do conhcimnto. 3. d. Campinas: Papirus, LAKATOS, E. M., MARCONI, M. A. Fundamntos d Mtodologia Cintífica. 5. d. São Paulo: Atlas, p. 3. POLIT, D.F., HUNGLER. Fundamntos d psquisa m nfrmagm: métodos, avaliação utilização. 5. d. Porto Algr: Artmd, p ENFERMAGEM EM SAÚDE AMBIENTAL Comprnsão global das intrrlaçõs ntr Saúd, Mio ambint Socidad. Políticas públicas rlacionadas ao mio ambint a qualidad d vida. Concito d saúd: individual coltiva. Cidad saudávl como nova prspctiva d abordar a saúd no spaço urbano Saúd Pública. O Enfrmiro a rsponsabilidad da dstinação dos rsíduos dos srviços d saúd, ducação saúd ambintal. 1. BRASIL. Li d Dirtrizs Bass da Educação Nacional - NO 9394/96. Brasília, JATENE, Adib D. Mdicina, saúd socidad. São Paulo: Athnu, p. Página 35 d 237
36 3. LOUREIRO C. F. t al. Socidad Mio ambint: A ducação ambintal m dbat, São Paulo: Cortz, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. HELMAN, Ccil G. Cultura, Saúd Donça. 5. d. São Paulo: Artmd, p. 2. LEPSCH. I.F. Formação consrvação d solos. 2. d. São Paulo: Oficina d Txtos, REIGOTA M. Mio ambint rprsntação social. São Paulo: Cortz, ANATOMIA DESCRITIVA E TOPOGRÁFICA II Introdução ao Estudo do Sistma Endócrino; Sistma Rspiratório; Sistma Digstório; Sistma Urinário; Sistma Gnital Masculino; Sistma Gnital Fminino; Órgãos dos Sntidos; Aplicação Clínica para o profissional d Enfrmagm. 1. HEIDEGGER, Wolf G. Wolf-Widggr - Atlas d Anatomia Humana. Rio d Janiro: Ed.Guanabara Koogan, 6. d vol HEIDEGGER, Wolf G. Wolf-Widggr - Atlas d Anatomia Humana. Rio d Janiro: Ed.Guanabara Koogan, 6. d vol MOORE, K. L.; DALLEY, A. F. Anatomia Orintada para a Clínica. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, 5.d p. 4. SOBOTTA, J. Sobotta - Atlas d Anatomia Humana. 22. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DANGELO, José Graldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana: sistêmica sgmntar. 3. d. São Paulo: Athnu, p. 2. TORTORA, Grard J. Princípios d anatomia humana. 10. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. Página 36 d 237
37 3. TORTORA, Grard J.; GRABOWSKI, Sandra Rynolds. Corpo humano: fundamntos d anatomia fisiologia. 6. d. Porto Algr: Artmd, p EMBRIOLOGIA E GENÉTICA Introdução à mbriologia gral humana. Mios. Gamtogêns. Fcundação. Fnômnos spciais do dsnvolvimnto mbrionário humano. Introdução à Gnética. Rlação ntr a Gnética a Enfrmagm. Concito d gn. Rplicação, Transcrição Tradução. Altraçõs cromossômicas. 1. GARCIA, Sonia Maria Laur d; FERNÁNDEZ, Casimiro García. Embriologia. 2. d. Porto Algr: Artmd, p. 2. MOORE, Kith L.; PERSAUD, T.V.N. Embriologia clínica. 8. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. 3. STRANCHAN, Tom; Gnética Molcular Humana. Ed. 4, 2012: Artmd. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DE ROBERTIS, Eduardo D. P. t al. Biologia clular Molcular. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 2. GARTNER, Lsli P.; HIATT, Jams L. Tratado d histologia: m cors. 2. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p FISIOLOGIA I Estudo da fisiologia humana na Enfrmagm nos difrnts sistmas. Estudo da homostasia, do compartimnto d fluídos orgânicos; da bioltrogêns, da transmissão sináptica, da contração muscular. Estudo do sistma nrvoso. Página 37 d 237
38 1. BERNE, Robrt M. t al. Fisiologia. 6. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. 2. GUYTON, Arthur C.; HALL, John Edward. Fisiologia humana mcanismos das donças. 6. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 3. HALL, John Edward; GUYTON, Arthur C. Tratado d Fisiologia Médica. 11. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. AIRES, Margarida d Mllo. Fisiologia. 3. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 2. PORTH, Carol Mattson. Fisiopatologia. 6. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 3. TORTORA, Grard J.; GRABOWSKI, Sandra Rynolds. Corpo humano: fundamntos d anatomia fisiologia. 6. d. Porto Algr: Artmd, p BIOFÍSICA E BIOQUÍMICA Estrutura, propridads, funçõs mtabolismo d carboidratos, aminoácidos, protínas, lipídos ácidos nuclicos. Fundamntos da Bionrgética. Intgração mtabólica. Biofísica dos sistmas (muscular, rnal, sanguína rspiração). 1. GARCIA, E. A. C. Biofísica. São Paulo. Sarvir Editora d Livros Médicos LEHININGUER, A. L.; NELSON, D.L. ; COX, M.M. Princípios d Bioquímica. 3. d. São Paulo: Sarvir, p. 3. OLIVEIRA, J. R; t al. Biofísica para Ciências Biomédicas. Porto Algr. Edipucrs BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CHAMPE, P.C. ; HARVEY, R.A. Bioquímica Ilustrada. Porto Algr: Artmd, BAYNES, John W. Bioquímica médica. 2. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. Página 38 d 237
39 3. MARZZOCO, A; TORRES, B.B. Bioquímica Básica. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II Estudo das Técnicas da Assistência d Enfrmagm nos difrnts sistmas do corpo humano; Mtodologia da assistência procdimntos básicos d nfrmagm. Açõs d nfrmagm ao clint hospitalizado buscando fazr uma corrlação com a fisiopatologia. 1. POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin. Fundamntos d nfrmagm. 7. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. 2. SEIDEL, H.M.; BALL, J.W.; DAINS, J.E.; BENEDICT, G.W. Mosby, Guia Prático d Exam Físico. 6. d. Rio d Janiro: Elsvir, SMELTZER, Suzann C. t al. Brunnr&Suddarth Tratado d nfrmagm médico-cirúrgica. 10.d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CASSIANE, Silvia Hlna d Bortoli; UETA, Julita. A sgurança dos pacints na utilização da mdicação. São Paulo: Arts médicas, p. 2. MCEWEN, Mlani; WILLS, Evlyn M. Bass tóricas para nfrmagm. 2. d. Porto Algr: Artmd, p. 3. POSSO, Maria Blén Salazar. Smiologia smiotécnica d nfrmagm. São Paulo: Athnu, p. 4. SWEARINGEN, Pamla L.; HOWARD, Chri A. Atlas fotográfico d procdimntos d nfrmagm. 3.d. Porto Algr: Artmd, p Página 39 d 237
40 TERCEIRO PERÍODO SEGUNDO ANO SOCIEDADE, CULTURA E ENFERMAGEM Socidad socialização. Rlação Indivíduo/Comunidad. Educação como procsso social. Cultura, saúd donça. Aspctos culturais da rlação indivíduo, família comunidad. Rlaçõs Étnico-raciais. Sustntabilidad. O procsso d cuidar: saúddonça-cuidado. Políticas d saúd no contxto das políticas sociais no Brasil. Inclusão social. 1. GEERTZ, Clifford. A intrprtação das culturas. Rio d Janiro: LTC, p. 2. JATENE, Adib D. Mdicina, saúd socidad. São Paulo: Athnu, p. 3. SOUZA, Maria Luiza d. Dsnvolvimnto d comunidad participação. 9. d. São Paulo: Cortz, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. VASCONCELOS, Eymard Mourão t al. Educação popular atnção à saúd da família. 4. d. São Paulo: Editora Hucitc, p. 2. HELMAN, Ccil G. Cultura, Saúd Donça. 5. d.são Paulo: Artmd, p. 3. GUALDA, Dulc Maria Rosa. Enfrmagm, Cultura E O Procsso Saúd- Donça. São Paulo: Icon Editora, FARMACOLOGIA Introdução ao studo da farmacologia. Formas d aprsntação vias d administração mdicamntosa d maior aplicabilidad. Procssos farmacocinéticos: absorção, distribuição, biotransformação xcrção. Procssos farmacodinâmicos d caractrização das açõs dos fármacos. Ocorrências d vntos advrsos. Intraçõs farmacológicas. Mcanismos biológicos d tolrância à ação dos fármacos. Página 40 d 237
41 1. GOODMAN; Gilman. As bass farmacológicas da trapêutica. 12. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, RANG, H. P.; DALE, M. M. Rang & Dal Farmacologia. 6. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. 3. SPERHEIM, Mary Kan. Farmacologia para Enfrmagm. 9. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ANSEL, Howard C. Cálculos farmacêuticos. 12. d. Porto Algr: Artmd, p. 2. CASSIANE, Silvia Hlna d Bortoli; UETA, Julita. A sgurança dos pacints na utilização da mdicação. São Paulo: Arts médicas, p. 3. SILVA, P. Farmacologia. 7. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, rvisao-das-opracos-basicas_0.pdf 5. rvisao-das-opracos-basicas_0.pdf FISIOLOGIA II Comprnsão global da fisiologia humana na nos difrnts sistmas. Sistma rnal, rspiratório hmatopoiético, cardiovascular, rspiratório, oral, digstivo, sanguíno, rnal vias urinárias. 1. BERNE, Robrt M. t al. Fisiologia. 6. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. 2. GUYTON, Arthur C.; HALL, John Edward. Fisiologia humana mcanismos das donças. 6. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 3. HALL, John Edward; GUYTON, Arthur C. Tratado d Fisiologia Médica. 11. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Página 41 d 237
42 1. AIRES, Margarida d Mllo. Fisiologia. 3. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 2. PORTH, Carol Mattson. Fisiopatologia. 6. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 3. TORTORA, Grard J.; GRABOWSKI, Sandra Rynolds. Corpo humano: fundamntos d anatomia fisiologia. 6. d. Porto Algr: Artmd, p MICROBIOLOGIA Introdução à Microbiologia. Control d microrganismos por agnts físicos químicos. Morfologia fisiologia microbiana. Principais grupos d microrganismos. Antimicrobianos. Bactriologia médica, morfologia gral dos fungos. Micologia médica. Caractrização dos vírus. Multiplicação viral virologia médica. 1. DE ROBERTIS, Eduardo D. P. t al. Biologia clular Molcular. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 2. GUYTON, Arthur C.; HALL, John Edward. Fisiologia humana mcanismos das donças. 6. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 3. MURRAY, Patrick R. Microbiologia médica. 5.d. Rio d Janiro: Elsvir, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. LEVINSON, Warrn; JAWETZ, Ernst. Microbiologia médica imunologia. 7. d. Porto Algr: Artmd, p. 2. RIBEIRO, MariaglaCagnoni; SOARES, Maria Magali S. R. Microbiologia prática: rotiro manual. São Paulo: Athnu, PORTH, Carol Mattson. Fisiopatologia. 6. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 4. TORTORA, Grard J.; CASE, Christin L.; FUNKE, Brdll R. Microbiologia. 8 d.. Porto Algr: Artmd, p Página 42 d 237
43 PARASITOLOGIA Introdução ao studo da parasitologia. Estudo da morfologia, taxionomia, patognia, ciclo volutivo: pidmiologia dos protozoários hlmintos. Idntificar protozoários hlmintos d importância médica. 1. NEVES, David Prira. Parasitologia humana. 11. d. São Paulo: Athnu, p. 2. JATENE, Adib D. Mdicina, saúd socidad. São Paulo: Athnu, p. 3. REY, Luís. Bass da parasitologia médica. 2. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BELLUSCI, Silvia Mirlls. Epidmiologia. 7. d. São Paulo: Editora Snac Nacional, p. 2. COHN, Amélia. A Saúd como dirito como srviço. São Paulo: Cortz, PORTH, C. M. Fisiopatologia. 6. d. Rio d Janiro, Guanabara Koogan, 2004, 1451 p. 4. VERONESI, R. Donças Infcciosas Parasitárias. 8. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p PROCESSO DE ENFERMAGEM I: BASES TEÓRICAS Estudo sobr as Torias d Enfrmagm. Introdução ao Procsso d Enfrmagm. A ralização da Invstigação d Enfrmagm. O Diagnóstico d Enfrmagm através do livro NANDA. BIBLIOGRÁFICA BÁSICA 1. ALFARO-LEFEVRE, R. Aplicação do procsso d nfrmagm: Promoção do cuidado colaborativo. 5. d. Porto Algr: Artmd, McEWEN, M; WILLS, E. M. Bass tóricas para nfrmagm. 2. d. Porto Algr: Artmd, Página 43 d 237
44 3. NANDA Intrnational. Diagnósticos d Enfrmagm da NANDA: Dfiniçõs Classificação Porto Algr: Artmd, BIBLIOGRÁFICA COMPLEMENTAR 1. BARROS, Alba Lucia Botura Lit d. Anamns xam físico: Avaliação diagnóstica d Enfrmagm no adulto. 2. d. Porto Algr: Artmd, p. 2. CARPENITO, L. J. Manual d diagnóstico d nfrmagm. 9. d. Porto Algr: Artmd, GAIDZINSKI, R.P. t al. Diagnóstico d nfrmagm na prática clínica. Porto Algr: Artmd, HORTA, Wanda d Aguiar. Procsso D Enfrmagm. São Paulo: EPU, SEIDEL, H.M.; BALL, J.W.; DAINS, J.E.; BENEDICT, G.W. Mosby, Guia Prático d Exam Físico. 6d. Rio d Janiro: Elsvir, SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA Estudo dos padrõs d normalidad do organismo dos sinais sintomas das principais altraçõs clínicas cirúrgicas do adulto para fins d avaliação planjamnto da assistência d Enfrmagm: Métodos Técnicas d invstigação smiológica utilizadas pla Enfrmagm. Conhcr os parâmtros d normalidad dos sistmas orgânicos os sinais sintomas das principais altraçõs dos sistmas orgânicos do adulto. Avaliação planjamnto da assistência d Enfrmagm para o adulto portador d altraçõs dos sistmas orgânicos. Comprndr os mcanismos d compnsação das altraçõs dos sistmas orgânicos. Idntificar os xams complmntars d importância para assistência à Enfrmagm. Estudar as técnicas básicas d Enfrmagm ncssárias à assistência do pacint. 1. BARROS, Alba Lucia Botura Lit d. Anamns xam físico: Avaliação diagnóstica d nfrmagm no adulto. 2. d. Porto Algr: Artmd, p. 2. BOGLIOLO, Luigi; BRASILEIRO FILHO, Graldo. Bogliolo Patologia gral. 4. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 3. SEIDEL, Hnry M. t al. Mosby, Guia d Exam Físico. 6. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. Página 44 d 237
45 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Manual d diagnósticos d nfrmagm, 11. d. Cidad: Artmd, LÓPEZ, Mario; LAURENTYS-MEDEIROS, J. Smiologia médica: as bass do diagnóstico clínico, 5. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, PORTO, ClmoClno; PORTO, Arnaldo Lmos. Smiologia médica. 6. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin. Fundamntos d nfrmagm. 8. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. 5. SMELTZER, Suzann C. t al. Brunnr & Suddarth Tratado d nfrmagm médico-cirúrgica. 10 d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. QUARTO PERÍODO SEGUNDO ANO ÉTICA, BIOÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL Estudar a ética, moral, thos dontologia. Conhcr a strutura do agir ético o modlo biomédico. Comprndr a cris da ética da moral no mundo contmporâno. Idntificar a importância da ética no âmbito da vida humana. Comprndr os princípios éticos d ação no campo da saúd. Analisar a ética política d saúd. Lvantar os problmas da Bioética. Analisar o transplant doação d órgãos tcidos. Dsnvolvr com o graduando uma rflxão sobr a lgislação normas qu rgulamntam orintam a atividad profissional suas implicaçõs no cuidado humano como: rprodução assistida, aborto, clonagm, donças congênitas, utanásia, o concito d saúd qualidad d vida humanização. 1. FONTINELE JUNIOR, Klingr. Ética bioética m nfrmagm. 3. d. Goiânia: AB, p. 2. GELAIN, Ivo. Dontologia nfrmagm. 3. d. São Paulo: E.P.U., p. 3. PESSINI, Lo; BARCHIFONTAINE, Christian d Paul d. Problmas atuais d bioética. 8. d. São Paulo: Cntro Univrsitário São Camilo, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Página 45 d 237
46 1. FIGUEIREDO, A.M.; FREIRE, H.; LANA, R. L. Profissõs da Saúd: bass éticas lgais. Rio d Janiro:Rvintr, FORTES, Paulo Antônio d Carvalho; ZOBOLI, Elma Lourds Campos Pavon. Bioética saúd pública. 2. d. São Paulo: Loyola, p. 3. SANTOS, E. Fran ; ASSIS, M. ; SANTANA, G. ; MENESES, R. ; SANTOS, E. B. Lgislação m nfrmagm: atos normativos do xrcício do nsino. São Paulo: Athnu EPIDEMIOLOGIA Procsso saúd donça. Principais marcos tóricos da pidmiologia. Instrumntal básico para studos dos agravos à saúd das populaçõs humanas, anális da distribuição, da frqüência dos fators dtrminants dos problmas d saúd, danos vntos associados à saúd coltiva. Conhcr os sistmas d informação do Sistma Único d Saúd. 1. ALMEIDA FILHO, Naomar d; ROUQUAYROL, Maria Zélia. Introdução à pidmiologia. 4. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 2. ALMEIDA FILHO, N. d, ROUQUAYROL, Z. M. Epidmiologia & Saúd. 6. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, MEDRONHO, Robrto A. t al. Epidmiologia. 2. d. São Paulo: Athnu, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BELLUSCI, Silvia Mirlls. Epidmiologia. 7.d. São Paulo: Editora Snac Nacional, p. 2. FLETCHER, Robrt H.; FLETCHER, Suzann W. Epidmiologia clínica: lmntos ssnciais. 4. d. Porto Algr: Artmd, p. 3. PEREIRA, Maurício Goms. Epidmiologia: toria prática. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 4. VIEIRA, SÔNIA. Introdução a Biostatística. 3. d. Rio d Janiro: Campos, Página 46 d 237
47 5. IMUNOLOGIA Estudo das rspostas imuns primárias scundárias, com ênfas na formação do nfrmiro sua rlação com a imunologia humana. Srão abordados assuntos m imunologia humana qu além d contribuir na formação acadêmica, também srão utilizados na promoção da saúd da coltividad no dsnvolvimnto da psquisa cintífica. 1. CALICH, Vra; VAZ, Cliéia. Imunologia. 2. d. Rio d Janiro: Editora Rvintr, p. 2. FARHAT, Calil Kairalla t al. Imunizaçõs: fundamntos prática. 5. d. São Paulo: Athnu, p. 3. JORGE, Antonio Olavo Cardoso. Princípios microbiologia imunologia. São Paulo: Editora Santos, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ABBAS, Abul K.; LICHTMAN, Andrw H.; PILLAI, Shiv. Imunologia clular molcular. 6. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. 2. HARRISON, T. R.; FAUCI, A. S., Harrison. Mdicina Intrna. 14. d. Rio d Janiro: MCGrau Hill, p. 3. LEVINSON, Warrn; JAWETZ, Ernst. Microbiologia médica imunologia. 7. d. Porto Algr: Artmd, p. 4. MALE, David. Imunologia: um rsumo ilustrado. 3. d. São Paulo: Manol, p. 5. PORTH, Carol Mattson. Fisiopatologia. 6. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 6. www. ortalsaud.saud.gov.br FARMACOLOGIA APLICADA A ENFERMAGEM Estudo das classs mdicamntosas d acordo com a farmacologia dos sistmas: nrvoso cntral; cardiovascular sanguíno; rspiratório; digstório ndócrino; rnal; farmacologia dos antibióticos, da dor da inflamação. Noçõs básicas sobr Página 47 d 237
48 rconstituição diluição d mdicamntos injtávis, compatibilidads incompatibilidads dos mdicamntos. Administração mdicamntosa d acordo com as vias parntrais não parntrais. Dsnvolvimnto d técnicas básicas para a administração d mdicamntos. Comprnsão global d cálculos diluiçõs utilizados na prática profissional. 1. GOODMAN; Gilman. As bass farmacológicas da trapêutica. 11. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan/mcgraw-hill, RANG, H. P.; DALE, M. M. Rang & Dal Farmacologia. 6. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. 3. SPERHEIM, Mary Kan. Farmacologia para Enfrmagm. 9. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ANSEL, Howard C. Cálculos farmacêuticos. 12. d. Porto Algr: Artmd, p. 2. CASSIANE, Silvia Hlna d Bortoli; UETA, Julita. A sgurança dos pacints na utilização da mdicação. São Paulo: Arts médicas, p. 3. SILVA, P. Farmacologia. 7. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, rvisao-das-opracos-basicas_0.pdf rvisao-das-opracos-basicas_0.pdf MICROBIOLOGIA APLICADA A ENFERMAGEM Control d microrganismos por agnts físicos químicos. Estudo prático da morfologia bioquímica dos microrganismos. Colta cultura d fluidos do corpo humano. Mios d cultura. Antimicrobianos antibiograma. Noçõs grais sobr rsistência bactriana. Atividads práticas d colta cultura d microrganismos. Morfologia gral dos fungos. Caractrização dos vírus. Multiplicação viral virologia médica Página 48 d 237
49 1. BROOKS, Go. F. t al. Microbiologia médica. 24. d. Rio d Janiro: McGraw- Hill do Brasil, p. 2. JORGE, Antonio Olavo Cardoso.Princípios d microbiologia imunologia. Santos: Santos Editora, MURRAY, Patrick R.; PFALLER, Michal A.Microbiologia médica. 5. d. Rio d Janiro: Elsvir, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. LEVINSON, Warrn; JAWETZ, Ernst. Microbiologia médica imunologia. 7. d. Porto Algr: Artmd, p. 2. RIBEIRO, Mariagla Cagnoni; SOARES, Maria Magali S. R. Microbiologia prática: rotiro manual. São Paulo: Athnu, p. 3. TORTORA, Grard J.; CASE, Christin L.; FUNKE, Brdll R. Microbiologia. 8. d. Porto Algr: Artmd, p PATOLOGIA Conhcimnto dos Mcanismos Básicos das Donças; Estudo da Adaptação, Dano Mort Clular; Inflamação Aguda Crônica; Rgnração, Cicatrização Fibros; Disfunção Hmodinâmica, Trombombólica Choqu; Noplasias; Estudo Morfológico macro microscópico dos Procssos Patológicos Grais; Noçõs d Imunopatologia, Patologia Gnética, Patologia Nutricional Patologia Ambintal. Conhcimnto d Técnicas Laboratoriais d Histopatologia. Conhcimnto rlativo às patologias mais rlvants na população na prspctiva do Programa d Saúd da Família. 1. BOGLIOLO, Luigi; BRASILEIRO FILHO, Graldo. Bogliolo Patologia gral. 4. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 2. MONTENEGRO, Mario R.; FRANCO, Marcllo. Patologia: procssos grais. 4. d. São Paulo: Athnu, p. 3. ROBBINS, Stanly L.; COTRAN, Ramzi S. Patologia: Bass patológicas das donças. 7. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. Página 49 d 237
50 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BUJA, L. Maximilian; KRUEGER, Grhard R. F. Atlas d patologia humana d Nttr. Porto Algr: Artmd, p. 2. PORTH, Carol Mattson. Fisiopatologia. 6. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 3. SIQUEIRA JR., José Fritas; DANTAS, Carlos José Saboia. Mcanismos clulars molculars da inflamação. Rio d Janiro: MEDSI, p PROCESSO DE ENFERMAGEM II: COLETA DE DADOS E DIAGNÓSTICOS Rvisão das bass tóricas práticas do Procsso d Enfrmagm (PE). A laboração da tapa d Planjamnto. A aplicação do PE na tapa d Implmntação. Avaliação volução do PE. 1. ALFARO-LEFEVRE, R. Aplicação do procsso d nfrmagm: Promoção do cuidado colaborativo. 5. d. Porto Algr: Artmd, DOCHTERMAN, J. M; BULECHEK, G. M. Classificação das Intrvnçõs d Enfrmagm (NIC). 4. d. Porto Algr: Artmd, NANDA INTERNATIONAL. Diagnósticos d Enfrmagm da NANDA: Dfiniçõs Classificação Porto Algr: Artmd, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BARROS, A. L. B. L. Anamns xam físico: Avaliação diagnóstica d nfrmagm no adulto. 2. d. Porto Algr: Artmd, p. 2. CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Manual d diagnósticos d nfrmagm. 11. d. Porto Algr: Artmd, p. 3. LÓPEZ, Mario; LAURENTYS-MEDEIROS, J. Smiologia médica: as bass do diagnóstico clínico. 5. d. Rio d Janiro: Editora Rvintr, p. 4. MOORHEAD, S; JOHNSON, M; MASS, M. Classificação dos rsultados d nfrmagm (NOC). 3. d. Porto Algr: Artmd, SEIDEL, H.M.; BALL, J.W.; DAINS, J.E.; BENEDICT, G.W. Mosby, Guia Prático d Exam Físico. 6d. Rio d Janiro: Elsvir, Página 50 d 237
51 QUINTO PERÍODO TERCEIRO ANO PSICOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM Introdução aos concitos fundamntais dos procssos d dsnvolvimnto psicológico da prsonalidad. Estudar a psicologia sus objtivos. Ofrcr noçõs d Consciência, tmpramnto carátr. Comprndr a psicologia do Dsnvolvimnto a Psicologia Clínica sus objtivos. Conhcr os problmas comportamntais do pacint. Analisar a prática d Enfrmagm suas rlaçõs com a psicologia. Conhcr as Políticas públicas dstinadas à saúd mntal. 1. BOCK, Ana Mrcês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria d Lourds Trassi. Psicologias: uma introdução ao studo d psicologia. 13. d. São Paulo: Saraiva, DAVIDOFF, Linda L.; LÔMACO, José Frnando Bittncourt; PEREZ, Lnk. Introdução à psicologia. 3. d. São Paulo: Parson Makron Books, p. 3. HALL, Calvin S. t al. Torias da prsonalidad. 4. d. Porto Algr: Artmd, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ANGERAMI - CAMON, Valdmar Augusto. Psicologia da saúd: um novo significado para a prática clínica. São Paulo: Cngag Larning, p. 2. BRAGHIROLLI, Elain M.; BISI, G. Paulo. Psicologia gral. 24. d. Ptrópolis: Vozs, NEWMAN, Cory F. t al. Transtorno bipolar: tratamnto pla trapia cognitiva. São Paulo: Roca, p. 4. SILVA, Maria Júlia Pas da.o amor é o caminho: maniras d cuidar. 4. d. São Paulo: Loyola, p. 5. CAMPOS, Dinah M. Psicologia dsnvolvimnto humano. 5. d. Ptrópolis: Vozs, Página 51 d 237
52 BIOESTATÍSTICA Introdução ao studo a Estatística com ênfas na part aplicada a fnômnos problmas biológicos. Forncr aos alunos concitos básicos d statística para Enfrmagm ciências da saúd através do studo da statística dscritiva probabilidads, capacitando o aluno a coltar, organizar intrprtar dados xprimntais. 1. TRIOLA. MARIO F. Introdução à Estatística. Rio d Janiro: Editora LTC. 9. d ULYSSES, DORIA FILHO.Introdução a biostatística para simpls mortais. São Paulo:Editora Campus, VIEIRA, SÔNIA. Introdução a Biostatística. 3. d. Rio d Janiro: Campos, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ALMEIDA FILHO, N. d, ROUQUAYROL, Z. M. Epidmiologia & Saúd. 6. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, MEDRONHO, Robrto A; Raggio Luiz, Ronir; Wrnck, Guilhrm louriro. Epidmiologia. 2. d. São Paulo: Athnu Editora, ENFERMAGEM EM SAÚDE E POLÍTICAS PÚBLICAS Políticas d saúd no Brasil, a rforma sanitária a organização dos Srviços d Saúd no Brasil Sistma Único d Saúd (SUS). O quadro sanitário brasiliro, o papl do Enfrmiro no Sistma d Saúd spcialmnt no Sistma Único d Saúd nfocando os nívis d complxidad da saúd fundamntados no prfil pidmiológico loco - rgional. Prfil pidmiológico dos grupos sociais. As donças transmissívis prvalnts no cnário pidmiológico sus rspctivos programas para atuação do nfrmiro. Página 52 d 237
53 1. ROUQUAYROL, Maria Zélia. Epidmiologia & Saúd. 6. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 2. VASCONCELOS, Eumard Mourão. Educação popular atnção à saúd da família.4 d. São Paulo: Hucitc, p. 3. CIANCIARULLO, Tamara. Enfrmagm saúd do adulto. Baruri: Manol, p. ZOBOLI, Elma L. C. P.; FORTES, Paulo A. C. Bioética saúd pública. 2. d. São Paulo: Loyola, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. COHN, Amélia. A Saúd como dirito como srviço. São Paulo: Cortz, DELGADO, P.G.G.; GOMES, M.C.G.; COUTINHO, E.S.F. Novos rumos nas políticas públicas d saúd mntal no Brasil. Cadrno d Saúd Pública. v. 17, n.3. Rio d Janiro. Maio/jun Disponívl m: Acssado m: 15 fv VERONESI, R. Donças Infcciosas Parasitárias. 8. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO ADULTO I Conhcimnto global sobr a intrvnção d Enfrmagm frnt aos padrõs d rspostas humanas aos procssos vitais, aos problmas d saúd atuais ou d riscos potnciais nas situaçõs d clínica médica, nas divrsas fass da vida. Programas d assistência à saúd do indivíduo proposto plo Sistma Único d Saúd (SUS). 1. BRUNNER, L. S.; SUDDART, D.S.; SMELTZER, S. C.; BARE, B. G. Tratado d Enfrmagm Médico-Cirúrgica. 10. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, CARPENITO, J. Diagnóstico d Enfrmagm. 8. d. Porto Algr: ARTMED, Página 53 d 237
54 3. NANDA. Diagnóstico d Enfrmagm da NANDA Intrnacional.Porto Algr: ARTMED, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BARROS, A.L.B.; t al. Anamns Exam Físico: avaliação diagnóstica d nfrmagm no adulto. São Paulo: Artmd, GUYTON, A. C. Fisiologia Humana. 7. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, HARRISON, T. R.; FAUCI, A. S., Harrison.MdicinaIntrna.14. d.rio d Janiro: MCGrau Hill, p.vol POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin. Fundamntos d nfrmagm. 7. d. Rio d Janiro: Elsvir, p PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DA MULHER I Assistência d Enfrmagm sistmatizada individualizada à mulhr, nas manifstaçõs gincológicas, durant o ciclo vital suas intrcorrências, abordando a anatomia, fisiopatologia, smiologia smiotécnica do sistma rprodutor fminino bm como as afcçõs mais comuns aprsntadas. Enfatiza a atuação do nfrmiro m programas d prvnção, promoção rcupração da saúd. A importância da ducação m saúd no sntido d planjamnto familiar através do studo dos métodos contracptivos, da prvnção do control d donças sxualmnt transmissívis. Programa d Assistência Intgral à Saúd da Mulhr (PAISM) proposto plo Sistma Único d Saúd. Ralização d xam prvntivo d colo utrino bactrioscopia. 1. CUNNINGHAM,F.G. t al. Obsttrícia d Williams. 23. d. Porto Algr: AMGH, p. 2. REZENDE, J.; MONTENEGRO, C. A. B. Obsttrícia Fundamntal. 12. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 3. PERRY, S. E.; LOWDERMILK, D. L.; CASHION, K. Saúd da Mulhr Enfrmagm Obstétrica. 10. Ed. Elsvir, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Página 54 d 237
55 1. CORRÊA, M. D. t all. Noçõs Práticas d Obsttrícia. 14. d. Blo Horizont: Coopmd, p. 2. MINISTERIO DA SAÚDE. Programa d Assistência Intgral a Saúd da Mulhr: Normas para Assistência ao Planjamnto Familiar. Brasília, Disponívl m: Acssado m: 14 fv ZIEGEL, E.; GRANLEY, M. S. Enfrmagm Obsttrícia. 8. d. Rio d Janiro: Guanabara, p PROCESSO DE ENFERMAGEM III: INTERVENÇÕES E AVALIAÇÕES Aplicação do Procsso d Enfrmagm (PE) na prática profissional. O PE para pacints clínicos cirúrgicos, pdiátricos psiquiátricos, m saúd da mulhr saúd coltiva. O PE aplicado ao Sistma Único d Saúd (SUS). 1. ALFARO-LEFEVRE, R. Aplicação do procsso d nfrmagm: Promoção do cuidado colaborativo. 5. d. Porto Algr: Artmd, DOCHTERMAN, J. M; BULECHEK, G. M. Classificação das Intrvnçõs d Enfrmagm (NIC). 4. d. Porto Algr: Artmd, NANDA INTERNATIONAL. Diagnósticos d Enfrmagm da NANDA: Dfiniçõs Classificação Porto Algr: Artmd, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BARROS, Alba Lucia Botura Lit d. Anamns xam físico: Avaliação diagnóstica d nfrmagm no adulto. 2. d. Porto Algr: Artmd, CARPENITO, L. J. Manual d diagnóstico d nfrmagm. 11. d. Porto Algr: Artmd, p. 3. GAIDZINSKI, R.P. t al. Diagnóstico d nfrmagm na prática clínica. Porto Algr: Artmd, McEWEN, M; WILLS, E. M. Bass tóricas para nfrmagm. 2. d. Porto Algr: Artmd, SEIDEL, H.M.; BALL, J.W.; DAINS, J.E.; BENEDICT, G.W. Mosby, Guia Prático d Exam Físico. 6. d. Rio d Janiro: Elsvir, Página 55 d 237
56 SEXTO PERÍODO TERCEIRO ANO ADMINISTRAÇÃO APLICADA EM ENFERMAGEM Introdução à administração: torias, princípios funçõs administrativas. Conhcr o procsso d grnciamnto aplicado ao srviço d Enfrmagm, gstão da qualidad struturas organizacionais. Comprndr os rcursos básicos ao dsnvolvimnto do srviço d Enfrmagm: rcursos administrativos, físicos, humanos matriais. Gstão Pública as políticas públicas d saúd. 1. KURCGANT, Paulina. Administração m nfrmagm. São Paulo: E.P.U., p. 2. KURCGANT, Paulina. Grnciamnto m nfrmagm. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 3. MARQUIS, Bssi L.; HUSTON, Carol J. Administração lidrança m nfrmagm: toria prática. 4. d. Porto Algr: Artmd, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. COUTO, Rnato Camargos; PEDROSA, Tania Morira Grillo. Hospital: acrditação gstão m saúd. 2. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 2. FARAH, Flávio. Ética na gstão d pssoas: uma visão prática. São Paulo: Ediçõs Intlignts, p. 3. MOURA, Anísio d; VIRIATO, Aírton. Gstão hospitalar: da organização ao Srviço d Apoio Diagnóstico Trapêutico (SADT). Baruri: Manol, p PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DA FAMÍLIA E COMUNIDADE Atuação do nfrmiro juntamnt com quip multi-profissional visando à atnção primária da família no ambint domiciliar. Estudar o procsso saúd-donça-cuidado do indivíduo, família comunidad. Conhcr os programas ducativos informatizados (SIAB). Participação prática dos procssos d Estratégia d Saúd da Família no Sistma Único d Saúd. Página 56 d 237
57 1. BRÊTAS, Ana Cristina Passarlla; CIANCIARULLO, Tamara; GAMBA, Mônica Antar. Enfrmagm saúd do adulto. Baruri: Manol, p. 1. FONTINELE JUNIOR, Klingr. Programa Saúd da Família (PSF): Comntado. 2. d. Goiânia: AB, p. 2. MELLO FILHO, Júlio d; BURD, Miriam. Donças Família. 2. d. São Paulo: Casa do Psicólogo, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 2. BELLUSCI, Domingos Gabril d Paula. Programa saúd da família I: manual d implantação para gstors municipais médicos quips. São Paulo: Lawbook ditora, p. 3. DOENGES, Marilynn E.; GEISSLER, Alic C.; MOORHOUSE, Mary Francs. Planos d cuidados d nfrmagm: orintaçõs para o cuidado individualizado do pacint. 5. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 4. VASCONCELOS, Eymard Mourão t al. Educação popular atnção à saúd da família. 4. d. São Paulo: Editora Hucitc, p PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DA MULHER II Assistência d Enfrmagm sistmatizada individualizada à mulhr durant o pré-natal nas divrsas patologias do ciclo gravídico; às mulhrs durant o trabalho d parto, parto purpério. Políticas públicas d assistência ao pré natal purpério. 1. CUNNINGHAM,F.G. t al. Obsttrícia d Williams. 23. d. Porto Algr: AMGH, p. 2. REZENDE, J.; MONTENEGRO, C. A. B. Obsttrícia Fundamntal. 8. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 3. PERRY, S. E.; LOWDERMILK, D. L.; CASHION, K. Saúd da Mulhr Enfrmagm Obstétrica. 10. Ed. Elsvir, p. Página 57 d 237
58 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BRASIL M.S. Pré-natal purpério: atnção qualificada humanizada. Brasília: Ministério da Saúd, Disponívl m: Acssado m: 14 fv CORRÊA, M. D. t all. Noçõs Práticas d Obsttrícia. 14. d. Blo Horizont: Coopmd, p PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO ADULTO II Analisar o papl do nfrmiro na assistência ao adulto nos stors d urgência cntro cirúrgico. Enfatizar os principais problmas clínicos cirúrgicos qu acontc no clint, suas implicaçõs condutas d Enfrmagm no atndimnto scundário trciário. Planjar xcutar a sistmatização da assistência d Enfrmagm no indivíduo na fas adulta. Conhcr as políticas públicas para atndimnto d pacints crônicos. Programas Hiprdia, monitoramnto da glicos, diagnóstico tratamnto do Diabts, dispnsação d mdicamntos d baixo alto custo. 1. BRUNNER, L. S.; SUDDART, D.S.; SMELTZER, S. C.; BARE, B. G. Tratado d Enfrmagm Médico-Cirúrgica. 10. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, vol CARPENITO, L. J. Diagnóstico d Enfrmagm. 13. d. Porto Algr: Artmd, POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin. Fundamntos d nfrmagm. 7. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BARROS, A.L.B.; t al. Anamns Exam Físico: avaliação diagnóstica d nfrmagm no adulto. 2. d. Porto Algr: Artmd, GUYTON, A. C. Fisiologia Humana. 7. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, Página 58 d 237
59 3. HARRISON, T. R.; FAUCI, A. S., Harrison.Mdicina Intrna. vol. 1, 14. d. Rio d Janiro: MCGrau Hill, p. 4. HARRISON, T. R.; FAUCI, A. S., Harrison. Mdicina Intrna. vol. 2, 14. d. Rio d Janiro: MCGrau Hill, p SUPORTE BÁSICO DE VIDA Introdução ao studo do suport básico d vida. Assistência d suport básico d vida m ranimação cardiopulmonar ngasgos m difrnts faixas tárias. Assistência d suport básico d vida m traumas, fraturas, corts sangramntos, amputaçõs, dsmaio, cris convulsiva/pilética, afogamnto, quimadura, choqu létrico intoxicaçõs. Órgãos d prstação d srviços d Urgência Emrgência (SAMU). O papl do Enfrmiro no suport básico d vida. 1. Amrican Hart Association. Manual do aluno d SBV para Profissionais d Saúd. Guarulhos: Arts Gráficas Editora Ssi, POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin. Fundamntos d nfrmagm. 7. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. 3. Santos, Nívia Cristina Morira. Urgência mrgência para nfrmagm. 5. d. São Paulo: látria, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. NATIONAL ASSOCIATION OF EMERGENCY MEDICAL TECHNICIAN. Atndimnto pré-hospitalar ao traumatizado: prhospital trauma lifsupport. Rio d Janiro: Elsvir, SMELTZER, Suzann C. t al. Brunnr&suddarth tratado d nfrmagm médico-cirúrgico. 10. d. Rio d janiro: Guanabara Koogan, STOPFKUCHEN, Hrwig. Emrgências pdiátricas: primiras mdidas no atndimnto pré-hospitalar. São Paulo: Ridl, Página 59 d 237
60 PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Introdução à situação psicossociopolítica d saúd na infância adolscência no Brasil. Instrumntos d promoção, protção, prvnção rabilitação da saúd da criança do adolscnt no âmbito da atnção básica nas scolas. Dsnvolvimnto do raciocínio crítico, da organização gstão do procsso d cuidar d Enfrmagm sistmatizado, intgral humanizado à infância adolscência, m nívl d atnção básica d saúd. Programas do Sistma Único d Saúd na saúd da criança adolscnt. 1. EINLOFT, L. Manual d Enfrmagm m UTI Pdiátrica. Rio d Janiro, Mdsi, p. 2. GREENDERG, C. S.; BOWDEN, V, R.; Procdimntos d Enfrmagm Pdiátrica. Guanabara Koogan. 3. d p. 3. MARCONDES, E. Pdiatria Básica. 9. d. São Paulo: Sarvir, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. SCHMITZ, E. M. t al. A Enfrmagm m Pdiatria Puricultura. São Paulo: Editora Athnu, STOPFKUCHEN, Hrwig. Emrgências pdiátricas: primiras mdidas no atndimnto pré-hospitalar. São Paulo: Ridl, DIDÁTICA APLICADA À ENFERMAGEM Fundamntos da prática da docência m Enfrmagm: Educação didática na ralidad contmporâna; o profssor; o studant o conhcimnto; a naturza do trabalho docnt; concpçõs d nsino; a sala d aula sus vntos; planjamnto gstão do procsso d nsino aprndizagm 1. ASTOLFI, J. P. A didática das ciências. Campinas: Papirus, p. 2. CASTRO, Amélia D.& CARVALHO, Anna Maria Pssoa. Ensinar a nsinar. São Paulo: Cngag Larning, p. Página 60 d 237
61 3. VEIGA, I. P. A.; t al. Liçõs d didática. Campinas: Papirus, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. COLL, Csar. O construtivismo na sala d aula. 6. d. São Paulo: Ática, p. 2. CUNHA, M. I. O bom profssor sua prática. Campinas: Papirus, BENEDETTI, Ivon Castilho. Didática Magna: Comnius. 3. d. São Paulo: Martins Fonts, p. 4. BORDENAVE, Juan; PEREIRA, Adair. Estratégias d nsino aprndizagm. 19. d. Ptrópolis: Vozs, RIOS, Trzinha A. Comprndr nsinar: por uma docência da mlhor qualidad. 7. d.são Paulo: Cortz, SÉTIMO PERÍODO QUARTO ANO GESTÃO DE RISCO E DE SERVIÇOS DE SÁUDE Forncr subsídios para a gstão da qualidad nas divrsas struturas organizacionais. Comprndr os riscos nvolvidos na assistência a saúd. Programa d qualidad. Conhcimnto global para ralizar classificação d riscos m unidads d atndimnto à saúd. 1. D' INNOCENSO, Maria. Indicadors, Auditorias, Crtificaçõs: Frramntas d Qualidad para Gstão m Saúd. 2. d. São Paulo: Editora Martinari, HINRICHSEN, Sylvia Lmos. Qualidad Sgurança do Pacint: Gstão d Riscos. Rio d Janiro: Mdbook, PRADELLA, Simon, FURTADO, João Carlos; KIPPER, Lian Mahlmann. Gstão d Procssos da Toria À Prática. São Paulo: Atlas, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CASSIANI, Silvia Hlna d Bortoli. Hospitais Mdicamntos: Impacto na Sgurança dos Pacints. São Catano do Sul: Yndis, FERREIRA, Ayrton Sérgio Rochdo. Modlagm Organizacional Por Procssos. Rio d Janiro: Editora Mauad X, Página 61 d 237
62 3. VINCENT, Charls. Sgurança do Pacint: Orintaçõs para Evitar Evntos Advrsos. São Catano do Sul: Yndis, PROCESSO DE CUIDAR DO PACIENTE CIRÚRGICO Estudo do procsso assistncial ao pacint no contxto cirúrgico, comprndndo a sistmática das tapas pré, intra pós-opratória; ntndimnto do procsso d cntral d matriais strilizados noçõs básicas sobr as principais intrvnçõs cirúrgicas d acordo com as principais spcialidads médicas. Conhcimnto gral sobr cirurgias ambulatoriais, ltivas, d urgência mrgência. 1. BRUNNER, L. S.; SUDDART, D.S.; SMELTZER, S. C.; BARE, B. G. Tratado d Enfrmagm Médico-Cirúrgica. 10. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, vol CARPENITO, L. J. Diagnóstico d Enfrmagm. 13. d. Porto Algr: Artmd, POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin. Fundamntos d nfrmagm. 8. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BARROS, Alba Lucia Botura Lit d. Anamns xam físico: Avaliação diagnóstica d nfrmagm no adulto. 2. d. Porto Algr: Artmd, CARPENITO, L. J. Manual d diagnóstico d nfrmagm. 11. d. Porto Algr: Artmd, p. 3. GAIDZINSKI, R.P. t al. Diagnóstico d nfrmagm na prática clínica. Porto Algr: Artmd, McEWEN, M; WILLS, E. M. Bass tóricas para nfrmagm. 2. d. Porto Algr: Artmd, SEIDEL, H.M.; BALL, J.W.; DAINS, J.E.; BENEDICT, G.W. Mosby, Guia Prático d Exam Físico. 6d. Rio d Janiro: Elsvir, Página 62 d 237
63 PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO IDOSO Idntificar os agravos riscos á saúd do idoso. Promovr controlar os riscos da saúd da população idosa, prstar assistência d Enfrmagm nos nívis ambulatoriais, domiciliars hospitalar das donças crônicas dgnrativas nfatizando o auto cuidado. Ralizar açõs ducativas para a promoção á saúd planjar xcutar a assistência d Enfrmagm utilizando como instrumnto o procsso d Enfrmagm. Conhcimnto dos programas do Sistma Único d Saúd para o idoso. 1. FAUCI, Anthony S. t al. Harrison mdicina intrna. 17. d. Rio d Janiro: McGraw-Hill do Brasil, p. 2. FIGUEIREDO, Nébia Maria d Almida; TONINI, T. Grontologia: atuação da nfrmagm no procsso d nvlhcimnto. São Catano do Sul: Yndis, p. 1. FREITAS, Elizabt Viana d t al. Tratado d griatria grontologia. 2. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ABRAHAM, Ivo t al. Protocolos m nfrmagm griátrica. São Paulo: Andri, p. 2. North Amrican Nursing Diagnosis Association. Diagnóstico d nfrmagm da NANDA: dfiniçõs classificação Porto Algr: Artmd, p. 3. POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin. Fundamntos d nfrmagm. 8. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. 4. SMELTZER, Suzann C. t al. Brunnr&Suddarth Tratado d Enfrmagm Médico-Cirúrgico. 10. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. vol PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO RECÉM NASCIDO Introdução ao studo da Enfrmagm m nonatologia. Planjar, xcutar avaliar a assistência d Enfrmagm ao rcém-nascido m unidads d atndimnto ao parto, Página 63 d 237
64 alojamnto conjunto. Atndimnto ao R.N. prmaturo. Programas govrnamntais para assistência ao Rcém nascido d alto risco. 1. ALMEIDA, S.; t al. Rotinas d UTI Nonatal. 1. d. Rio d Janiro: Editora MEDSI, CLOHERTY, J. P.; STARK, A. R. Manual d Nonatologia. 6. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, TAMEZ, R. N. Enfrmagm na UTI Nonatal: assistência d nfrmagm ao RN d alto risco. 5. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. EINLOFT, L. Manual d Enfrmagm m UTI Pdiátrica. Rio d Janiro, Mdsi, p. 2. GREENDERG, C. S.; BOWDEN, V, R.; Procdimntos d Enfrmagm Pdiátrica. Guanabara Koogan. 3. d p. 3. SCHMITZ, E. M.; t al. A Enfrmagm m Pdiatria Puricultura. São Paulo: Editora Athnu, STOPFKUCHEN, Hrwig. Emrgências pdiátricas: primiras mdidas no atndimnto pré-hospitalar. São Paulo: Ridl, ENFERMAGEM NO CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR Comissão d Control d Infcção Hospitalar: aspctos lgais, éticos d biossgurança. Elaboração, implmntação gstão do Programa d Control d Infcção Hospitalar. Vigilância pidmiológica das infcçõs rlacionadas à saúd: busca ativa m stors casos críticos. Vigilância microbiológica: control da ocorrência d surtos uso racional d antimicrobianos. Control d Infcção Hospitalar nos Srviços d Apoio: lavandria, srviço d higin limpza, nutrição hospitalar, grnciamnto d rsíduos do srviço d saúd ngnharia hospitalar. Elaboração implmntação d rotinas d prvnção, diagnóstico tratamnto d infcçõs hospitalars. Atividads práticas m Comissão d Control d Infcção Hospitalar d instituiçõs d saúd. Página 64 d 237
65 1. HOWARDP, John. Control da Infcção Hospitalar. São Paulo: Livraria Santos, SANTOS, N. C. M. Enfrmagm na Prvnção Control d Infcção Hospitalar. 2. d. São Paulo: Iátria, SOUSA, Marcia. Assistência d Enfrmagm m Infctologia. São Paulo: Athnu, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. COUTO, Rnato Campos. Infcção rlacionada à assistência (infcção hospitalar). Mdbook, 3 d p. 2. SMELTZER, Suzann C. t al. Brunnr&Suddarth tratado d nfrmagm médico-cirúrgico.10. d. Rio d janiro: Guanabara Koogan, 2008.vol SMELTZER, Suzann C. t al. Brunnr&Suddarth tratado d nfrmagm médico-cirúrgico.10. d. Rio d janiro: Guanabara Koogan, 2008.vol NUTRIÇÃO E DIETOTERAPIA EM ENFERMAGEM Estudar a importância da ncssidad da nutrição no procsso saúd/donça m difrnts faixas tárias. Enfoqu social da Nutrição. Conhcr as altrnativas alimntars ditotrapia. Proporcionar ducação nutricional. Conhcimnto dos programas d políticas públicas d saúd rlacionadas a nutrição do indivíduo família. 1. CABALLERO, Bnjamin t al. Nutrição modrna na saúd na donça. 10.d. São Paulo: Manol, DOUGLAS, E. Fisiologia aplicada à nutrição. 2. d. Rio d Janiro: Guanabara- Koogan, MELO, F. Nutrição aplicada à Enfrmagm. Ab Editora, p. Página 65 d 237
66 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. GIBNEY, M.J.; VORSTER, H.H & KOK, F.J. Introdução à Nutrição Humana. 2. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, GIBNEY, M. J. t al. Nutrição & mtabolismo. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, unidads. 3. NIX, Stacy. William. Nutrição ditotrapia básica. 13.d. Rio d Janiro: Elsavir, SUPORTE AVANÇADO DA VIDA I Abordagm gral da assistência d Enfrmagm a pacints aprsntando agravos à saúd, caractrizados por risco d vida iminnt ou rlativo nas situaçõs d urgência/mrgência. Contxtualizar o atndimnto d Enfrmagm frnt a tomada d dcisão para a dtrminação das prioridads d cuidados visando proporcionar aos alunos oportunidads d vivnciar xpriências práticas d aprndizagm para a aquisição d comptências técnicas d maior complxidad. Qualidad no atndimnto d urgência/mrgência. Conhcimnto básico sobr instrumntos dispositivos utilizados m unidads d cuidados spcíficos d urgência/mrgência. 1. POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin. Fundamntos d nfrmagm. 8. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. 2. GOLIN, V.; SPROVIERI, S. R. S. Condutas m urgências mrgências para o clinico. São Paulo: Athnu, p. 3. SMELTZER, Suzann C. t al. Brunnr&Suddarth tratado d nfrmagm médico-cirúrgico. 10. d. Rio d janiro: Guanabara Koogan, 2008.vol. 2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CALIL, A. M.; PARANHOS, W. Y. O nfrmiro as situaçõs d mrgência.são Paulo: Athnu, p. 2. NATIONAL ASSOCIATION OF EMERGENCY MEDICAL TECHNICIAN. Atndimnto pré-hospitalar ao traumatizado: prhospital trauma lif support. Rio d Janiro: Elsvir, Página 66 d 237
67 3. STOPFKUCHEN, Hrwig. Emrgências pdiátricas: primiras mdidas no atndimnto pré-hospitalar. São Paulo: Ridl, TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Dsnvolvimnto inicial dos procssos rlacionados à laboração do projto d conclusão da graduação. Trata-s d um projto cintífico nvolvndo a psquisa bibliográfica /ou d campo conform a ênfas dada a uma inquitação obsrvada ao longo do curso. Bibliografias spcíficas, d acordo com o tma do Trabalho a sr dsnvolvido, dfinidas plo aluno, com acompanhamnto do profssor orintador. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Bibliografias spcíficas, d acordo com o tma do Trabalho a sr dsnvolvido, dfinidas plo aluno, com acompanhamnto do profssor orintador. OITAVO PERÍODO QUARTO ANO ENFERMAGEM E OS CUIDADOS PALIATIVOS Estrutura organizacional funcional d uma unidad d Cuidados Paliativos. Grência m Cuidados Paliativos. Critérios d lgibilidad para ncaminhamnto. História filosofia dos Cuidados Paliativos. Estágios psicológicos mocionais do pacint, familiars do profissional. Mdo, prconcitos stigmas do pacint. Técnicas d comunicação. Prvnção control d sintomas prvalnts síndroms oncológicas. Dor. Utilização d instrumntos d avaliação d sintomas. Abordagm multidisciplinar. Qualidad d vida qualidad dos cuidados. Prognósticos. Humanização da assistência. Educação m Saúd. Assistência Domiciliar. Emrgências oncológicas. Bioética m cuidados Paliativos. 1. North Amrican Nursing Diagnosis Association. Diagnóstico d nfrmagm da NANDA: dfiniçõs classificação Porto Algr: Artmd, p. Página 67 d 237
68 2. O CONNOR. Margarth. Guia prático d cuidados paliativos m Enfrmagm. São Paulo: Andri, p. 3. SANTOS, N.C.M. HOME CARE: A nfrmagm no dsafio do atndimnto domiciliar. São Paulo: Iatria, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CARLO, M. M. P.; DE QUEIROZ, M.E.G. Dor Cuidados Paliativos - Trapia Ocupacional Intrdisciplinaridad. Roca, p. 2. North Amrican Nursing Diagnosis Association. Diagnóstico d nfrmagm da NANDA: dfiniçõs classificação Porto Algr: Artmd, p. 3. POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin. Fundamntos d nfrmagm. 8. d. Rio d Janiro: Elsvir, p ENFERMAGEM NA SAÚDE DO TRABALHADOR Introdução à saúd trabalho. Comprndr os problmas d saúd da população adulta donças crônicas, dgnrativas donças ocupacionais. Proporcionar ducação para saúd. Conhcr programas spciais d atnção à saúd d donças transmissívis. Conhcr os tipos d imunização. Estudo das rlaçõs ntr saúd trabalho, os principais fators d risco à saúd do individuo, suas implicaçõs condutas para prvnção protção lgislação spcífica. 1. Sgurança mdicina do trabalho. Sgurança mdicina do trabalho: li nº 6.514, d 22 d Dzmbro d 1977 (normas rgulamntadoras - NR, aprovadas pla portaria nº 3.214, d 8 d junho d 1978). 63.d. São Paulo: Atlas, p. 2. LUCAS, Alxandr Juan. O procsso d nfrmagm do trabalho: a sistmatização da assistência d nfrmagm m saúd ocupacional. 2.d. São Paulo: Iátria, p. 3. HAAG, G. S.; LOPES, M.J.M; SCHUCK, J.S. Enfrmagm a saúd dos trabalhadors. 2. d.goiânia: AB, Página 68 d 237
69 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. KROEMER, Karl H. E.; GRANDJEAN, Etinn. Manual d Ergonomia: adaptando o trabalho ao homm. 5.d. Porto Algr: Bookman, p. 2. OPITZ JÚNIOR, João Baptista. Mdicina do trabalho prícia médica: visão cívl, criminal trabalhista. São Paulo: Santos Editora, p. 3. RIBEIRO, M. C.S. Enfrmagm trabalho: fundamntos para atnção à saúd dos trabalhadors. São Paulo: Martinari, p PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE MENTAL Evolução da nfrmagm psiquiátrica. Concito d saúd-donça mntal. Intrvnção m cris. Rlacionamnto intrpssoal. Altraçõs das principais funçõs mntais assistência d Enfrmagm a indivíduos com altraçõs do pnsamnto, Humor, Ansidad, Drograditos outros. Enfrmagm nos divrsos tratamntos d saúd mntal. Políticas públicas d saúd mntal. 1. ANDREASEN, Nancy C.; Introdução à Psiquiatria. 4. Ed., 2009: Artmd 2. STEFANELLI, Maguida Costa; Enfrmagm Psiquiátrica: m suas Dimnsõs Assistnciais. 1 Ed. 2008; Manol 3. VIDEBECK, S. L.; Enfrmagm m saúd mntal psiquiatria. 5. Ed. 2012; Artmd BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. FLETCHER, Jack; LYONS, Rid; FUCHS, Lynn; BARNES, Marcia. Transtornos d aprndizagm: da idntificação à intrvnção. São Paulo: Editora Artmd, SKINNER. A anális do comportamnto. São Paulo: LTDA, FREUD, Sigmund. A intrprtação dos sonhos. Porto Algr: L&Pm, p. vol FREUD, Sigmund. A intrprtação dos sonhos. Porto Algr: L&Pm, p. vol. 2. Página 69 d 237
70 6. RIBEIRO, B. S.; GONÇALVES, A. M. C. Rforma Psiquiátrica: A visão do Enfrmiro. Rvista Enfrmagm Atual- St/Out.,2002 pag ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA Prvnção control do câncr no Brasil. Assistência d Enfrmagm m Oncologia Clínica, Cirúrgica m Cuidados Paliativos. Grência. Ensino. Psquisa m Enfrmagm. Rlacionamnto humano no cuidado d Enfrmagm. Bioética. Abordagm didáticopdagógica na ára da saúd. Abordagm tórico-prática do método cintífico. Concitos princípios da Bioética na assistência oncológica. Políticas públicas no stor d oncologia. 1. BONASSA, E. M. A. Enfrmagm m trapêutica oncológica. São Paulo: Athnu, BOYER, K. L. t al. Oncologia na clínica gral. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, CAETANO, A. L. Manual d procdimntos m nfrmagm oncológica do básico ao avançado. Lmar, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin. Fundamntos d nfrmagm. 8. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. 2. BRUNNER, Lilian S. & SUDDARTH, Doris S. Tratado d nfrmagm médicocirúrgica. 7.d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, v BRUNNER, Lilian S. & SUDDARTH, Doris S. Tratado d nfrmagm médicocirúrgica. 7.d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, v North Amrican Nursing Diagnosis Association. Diagnóstico d nfrmagm da NANDA: dfiniçõs classificação Porto Algr: Artmd, p Página 70 d 237
71 SUPORTE AVANÇADO DA VIDA II Estudo d xpriências práticas d aprndizagm para a aquisição d comptências técnicas d maior complxidad, qu os instrumntalizm para o cuidado sistmatizado a pacints gravs com risco d vida. Conhcimnto gral sobr a ssência da assistência d nfrmagm m cuidados intnsivos não s rstringindo somnt ao ambint ou ao quipamnto spcial, mas todo procsso d tomada d dcisão frnt ao pacint grav com conhcimntos d habilidads atituds spcíficas. 1. POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin. Fundamntos d nfrmagm. 8. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. 2. GOLIN, V.; SPROVIERI, S. R. S. Condutas m urgências mrgências para o clinico. São Paulo: Athnu, p. 3. SMELTZER, Suzann C. t al. Brunnr&suddarth tratado d nfrmagm médico-cirúrgico. 10. d. Rio d janiro: Guanabara Koogan, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CALIL, A. M.; PARANHOS, W. Y. O nfrmiro as situaçõs d mrgência.são Paulo: Athnu, p. 2. NATIONAL ASSOCIATION OF EMERGENCY MEDICAL TECHNICIAN. Atndimnto pré-hospitalar ao traumatizado: prhospital trauma lif support. Rio d Janiro: Elsvir, STOPFKUCHEN, Hrwig. Emrgências pdiátricas: primiras mdidas no atndimnto pré-hospitalar. São Paulo: Ridl, TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II Dsnvolvimnto scundário final dos procssos rlacionados à laboração do projto d conclusão da graduação. Trata-s da conclusão do projto cintífico frnt à psquisa bibliográfica /ou d campo após a formulação inicial da proposta, nvolvndo a confcção d matrial scrito assim como a submissão d uma banca avaliadora. Página 71 d 237
72 Bibliografias spcíficas, d acordo com o tma do Trabalho a sr dsnvolvido, dfinidas plo aluno, com acompanhamnto do profssor orintador. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Bibliografias spcíficas, d acordo com o tma do Trabalho a sr dsnvolvido, dfinidas plo aluno, com acompanhamnto do profssor orintador. NONO PERÍODO QUINTO ANO A ENFERMAGEM E O PROCESSO MORTE-MORRER As dimnsõs do fnômno do morrr da mort através dos tmpos. Educação para a mort, nos âmbitos pssoal profissional, bm como, a ducação para a saúd voltada para comunidad nst procsso. Procsso d cuidar d Enfrmagm sistmatizado, intgral humanizado diant do pacint qu stá morrndo família. Espiritualidad finitud. 1. BOEMER, M.R. A mort o morrr. São Paulo, Cortz, FONTINELE JR., K. Ética bioética m nfrmagm. 3. d. Goiânia: AB GAUDERER, C. Os diritos do pacint. Rio d Janiro: DP&A, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BARCHIFONTAINE,P. d & PESSINI, L. Problmas atuais d bioética. 8. d. São Paulo, Cntro Univrsitário São Camilo, p. 2. FORTES, P.A.C. Ética Saúd. São Paulo, E.P.U., OLIVEIRA, F. Bioética. São Paulo: Modrna, PRÁTICAS AVANÇADAS EM ENFERMAGEM Dsnvolvimnto d atividads práticas ao atndimnto do indivíduo com vistas à autonomia do Enfrmiro idntificado os sinais sintomas das principais altraçõs clínicas cirúrgicas do adulto para fins d avaliação planjamnto da assistência d Página 72 d 237
73 Enfrmagm. Diagnóstico implmntação d intrvnçõs por mio do procsso d Enfrmagm. Instrumntalização do aluno para a sistmatização da assistência d Enfrmagm. 1. BARROS, Alba Lucia Botura Lit d. Anamns xam físico: Avaliação diagnóstica d nfrmagm no adulto. 2. d. Porto Algr: Artmd, p. 2. BOGLIOLO, Luigi; BRASILEIRO FILHO, Graldo. Bogliolo Patologia gral. 4. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 3. SEIDEL, Hnry M. t al. Mosby, Guia d Exam Físico. 6. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Manual d diagnósticos d nfrmagm, 11. d. Cidad: Artmd, LÓPEZ, Mario; LAURENTYS-MEDEIROS, J. Smiologia médica: as bass do diagnóstico clínico, 5. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, PORTO, ClmoClno; PORTO, Arnaldo Lmos. Smiologia médica. 6. d., Rio d Janiro: Guanabara Koogan, POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin. Fundamntos d nfrmagm. 8. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. 8. SMELTZER, Suzann C. t al. Brunnr & Suddarth Tratado d nfrmagm médico-cirúrgica. 10 d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. ESTÁGIO SUPERVISIONADO I Dsnvolvr atividad prática d assistência d Enfrmagm voltada para o adulto com altraçõs clínicas cirúrgicas: assistência d Enfrmagm ao pacint nurológico, ao pacint portador d afcçõs cardiovasculars, ao pacint com distúrbios gastrintstinais, ndócrinos mtabólicos. Prstar assistência d Enfrmagm m cntro cirúrgico CME. Dsnvolvr prática d invstigação smiológica Smiotécnica. Prstar assistência d Enfrmagm m trapia intnsiva. Bibliografias spcíficas, d acordo com o tma do Trabalho a sr dsnvolvido, dfinidas plo aluno, com acompanhamnto do profssor/suprvisor. Página 73 d 237
74 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Bibliografias spcíficas, d acordo com o tma do Trabalho a sr dsnvolvido, dfinidas plo aluno, com acompanhamnto do profssor/suprvisor. DÉCIMO PERÍODO QUINTO ANO ENFERMAGEM EM HOME CARE Promoção rabilitação da saúd. Visita domiciliar. O contxto familiar os aspctos éticos. A intrprofissionalidad o contxto familiar. Avaliação adaptação no ambint doméstico. Mdicamntos a Assistência Domiciliária. Intrnação Domiciliária. Enfrmagm Rabilitação do pacint domiciliário. Prvnção d acidnts, procsso d ducação m saúd. Assistência d Enfrmagm ao pacint no domicilio, m situação trminal, com donças crônico-dgnrativas. Atuação da Enfrmagm no cuidado d fridas. 1. BEN, Luiza Watanab Dal. Hom car: planjamnto administração da quip d nfrmagm. 1. d. São Paulo: Androli, SANTOS, N.C.M. HOME CARE: A nfrmagm no dsafio do atndimnto domiciliar. São Paulo: Iatria, WRIGHT, L.M; LEAHEY, M. Enfrmiras famílias: um guia para a avaliação intrvnção na família. 4. d.são Paulo: Roca, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DOENGES, Marilynn E.; GEISSLER, Alic C.; MOORHOUSE, Mary Francs. Planos d cuidados d nfrmagm: orintaçõs para o cuidado individualizado do pacint. 5.d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 2. North Amrican Nursing Diagnosis Association. Diagnóstico d nfrmagm da NANDA: dfiniçõs classificação Porto Algr: Artmd, p. 3. POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin. Fundamntos d nfrmagm. 8. d. Rio d Janiro: Elsvir, p Página 74 d 237
75 ESTÁGIO SUPERVISIONADO II Dsnvolvr atividad prática d assistência d Enfrmagm voltada para as políticas públicas d assistência primária, scundária, trciária spcializada m nívl individual coltivo. Ralizar atividad prática d assistência d Enfrmagm voltada à mulhr, ao RN, a criança ao adolscnt; m nívl individual coltivo. Ofrcr assistência d Enfrmagm ao pacint com distúrbios psiquiátricos. Bibliografias spcíficas, d acordo com o tma do Trabalho a sr dsnvolvido, dfinidas plo aluno, com acompanhamnto do profssor/suprvisor. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Bibliografias spcíficas, d acordo com o tma do Trabalho a sr dsnvolvido, dfinidas plo aluno, com acompanhamnto do profssor/suprvisor. ATIVIDADES COMPLEMENTARES Atividads Complmntars são açõs ducativas dsnvolvidas com o propósito d aprimorar a formação acadêmica do aluno, a rlação ntr toria prática, psquisa a xtnsão univrsitária, m acréscimo às atividads curriculars dos cursos da Faculdad Barrtos. O objtivo do aprovitamnto d studos ou atividads complmntars é propiciar a flxibilização do currículo por mio da ralização d atividads xtraclass. Bibliografias spcíficas, d acordo com o tma do Trabalho a sr dsnvolvido, dfinidas plo aluno, com acompanhamnto do profssor/tutor. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Bibliografias spcíficas, d acordo com o tma do Trabalho a sr dsnvolvido, dfinidas plo aluno, com acompanhamnto do profssor/tutor. Página 75 d 237
76 DISCIPLINAS OPTATIVAS ESTUDOS DE CASOS E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS Introdução aos métodos d studos d casos. Ralizar colta d dados m campo d stágio laborar discussõs m sala sobr patologias, planjamnto d assistência d Enfrmagm rsolução d problmas aprsntados plos indivíduos studados. Bibliografias spcíficas, d acordo com o tma do Trabalho a sr dsnvolvido, dfinidas plo aluno, com acompanhamnto do profssor/suprvisor. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Bibliografias spcíficas, d acordo com o tma do Trabalho a sr dsnvolvido, dfinidas plo aluno, com acompanhamnto do profssor/suprvisor. LIBRAS Introdução à língua d Sinais: uma introdução visual com sua gramática. Alfabto manual. Diálogos com struturas afirmativas, ngativas intrrogativas xclamativas. Exprssõs d quantificação intnsidad. Adjtivação. Dscrição. Narrativa básica. Tmpo: prsnt, passado futuro. Advérbios prposição. 1. FERREIRA, Lucinda. Por uma gramática d línguas d sinais. Rio d Janiro: Tmpo Brasiliro, QUADROS, Ronic Müllr d; CRUZ, Carina Rbllo. Língua d sinais: instrumnto d avaliação. Porto Algr: Artmd, QUADROS, Ronic Müllr d. Educação d surdos: a aquisição da linguagm. Porto Algr: Artmd, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. SACKS, Olivr. Vndo vozs: uma viagm ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia dbolso, SKLIAR, Carlos.A surdz: um olhar sobr as difrnças. 6. d. Porto Algr: Editora Mdiação, p. Página 76 d 237
77 3..Torias d Aquisição da Linguagm. In GOLDFELD, M. (Org.). Fundamntos m fonoaudiologia. 2. d.rio d Janiro, Guanabara Koogan, 2003, p MAIA, Marcus A. R. O Procssamnto das Intrfacs Sintax/Smântica Sintax/Prosódia na Comprnsão d Frass m Línguas Naturais. LAPEX- Laboratório d Psicolinguística Exprimntal/UFRJ Disponívl m: < Acsso m: 17 d fv Dicionário d Libras do Instituto Nacional d Educação d Surdos (INES) Disponívl m: < Acsso m: 20 jun EMPREENDEDORISMO EM ENFERMAGEM Criatividad inovação m Enfrmagm. Planjamnto d ngócios. Aplicação da qualidad produtividad na Enfrmagm. Planjamnto d ngócios mprsas d saúd. 1. KURCGANT, Paulina. Administração m nfrmagm. São Paulo: E.P.U., p. 2. KURCGANT, Paulina. Grnciamnto m nfrmagm. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 3. MARQUIS, Bssi L.; HUSTON, Carol J. Administração lidrança m nfrmagm: toria prática. 4.d. Porto Algr: Artmd, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. COUTO, Rnato Camargos; PEDROSA, Tania Morira Grillo. Hospital: acrditação gstão m saúd. 2.d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 2. FARAH, Flávio. Ética na gstão d pssoas: uma visão prática. São Paulo: Ediçõs Intlignts, p. 3. MOURA, Anísio d; VIRIATO, Aírton. Gstão hospitalar: da organização ao Srviço d Apoio Diagnóstico Trapêutico (SADT). Baruri: Manol, p Página 77 d 237
78 5. ENFERMAGEM E AS TERAPIAS ALTERNATIVAS Concitos grais d Fitotrapia outras trapias altrnativas, tais como: aromatrapia, acupuntura massotrapia. A insrção das trapias altrnativas no sistma d saúd pública no mio cintífico. Importância do conhcimnto do nfrmiro acrca das trapias não convncionais. 1. BOTSARIS, A. S.; MEKLER, T. Mdicina complmntar: vantagns qustionamntos sobr as trapias não convncionais. Rio d Janiro: Rcord Nova Era, MATOS, F. J. A. Farmácias Vivas: sistma d utilização d plantas mdicinais projtados para pqunas comunidads. Fortalza: UFC, PANIZZA, S. Plantas qu curam: chiro d mato. São Paulo: IBRASA, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. GIMENEZ, Carolina Santos; REINERS, Annlita Almida Olivira. Trapias altrnativas: um studo bibliográfico. Nursing,São Paulo: Editorial Bolina Brasil, v. 10, n. 110, p , Conslho Fdral d Enfrmagm. Rsolução 197. Establc rconhc as Trapias Altrnativas como spcialidad /ou qualificação do profissional d Enfrmagm. In: Conslho Rgional d Enfrmagm. Documntos básicos d nfrmagm. São Paulo; BARBOSA, M. A. A utilização d trapias altrnativas por nfrmiros brasiliros. [ts] São Paulo:Escola d Enfrmagm da USP; ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE EXAMES COMPLEMENTARES DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA Intrprtação d rsultados d xams complmntars ncontrados m studos d casos. Conhcr os valors d normalidad rsultados patológicos dos divrsos xams ralizados no âmbito da assistência à saúd. Página 78 d 237
79 1. BARROS, Alba Lucia Botura Lit d. Anamns xam físico: Avaliação diagnóstica d nfrmagm no adulto. 2. d. Porto Algr: Artmd, p. 2. BOGLIOLO, Luigi; BRASILEIRO FILHO, Graldo. Bogliolo Patologia gral. 4. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 3. SEIDEL, Hnry M. t al. Mosby, Guia d Exam Físico. 6. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Manual d diagnósticos d nfrmagm, 11. d. Cidad: Artmd, LÓPEZ, Mario; LAURENTYS-MEDEIROS, J. Smiologia médica: as bass do diagnóstico clínico, 5. d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, PORTO, ClmoClno; PORTO, Arnaldo Lmos. Smiologia médica. 6. d., Rio d Janiro: Guanabara Koogan, POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin. Fundamntos d nfrmagm. 8. d. Rio d Janiro: Elsvir, p. 5. SMELTZER, Suzann C. t al. Brunnr & Suddarth Tratado d nfrmagm médico-cirúrgica. 10 d. Rio d Janiro: Guanabara Koogan, p. 8. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INOVADORAS O curso d Enfrmagm da Faculdad Barrtos utiliza o ixo d maturidad do aluno para o dsnvolvimnto das divrsas tapas mtodológicas. Assim, nos primiros smstrs ocorr a implantação d discussão m pqunos grupos o qu prmit compartilhar xpriências idias, na busca da solução d problmas. Esta técnica é utilizada para qu os discnts s sintam mais confiants confortávis para xporm discutirm idias, mlhorando assim as habilidads d rsolução d problmas, rciprocidad d coopração ntr os dmais colgas, fortalcimnto do trabalho m quip. No dcorrr do curso são utilizadas aulas xpositivas, palstras, films, aprsntação d trabalhos na forma oral, discussão m sala, dntr outras técnicas, trazndo à luz uma forma d aprndizado inovadora convidativa, m qu o acadêmico é lvado a buscar o Página 79 d 237
80 aprndizado, distanciando-s da mra mmorização d concitos torias ligadas à ciência da Enfrmagm. Outra mtodologia utilizada é a Prparação Prévia m qu o aluno dv s prparar com antcdência para as aulas. O profssor ao término da aula indica txtos, artigos cintíficos, trchos d livros, vídos, ntr outros, para qu na aula subsqunt os alunos possam star prparados para contribuírm d forma ativa no dsnvolvimnto do tma a sr tratado. Após o aluno alcançar um grau d maturidad maior é introduzida a técnica d simulação ralística, qu consist na aplicação do aprndizado tórico m situaçõs similars à ralidad, porém m ambint sguro, favorcndo, ntão a tomada d dcisão. O curso adota a Mtodologia da Problmatização (MP) m componnts curriculars qu prvêm atividads práticas. Esta stratégia d nsino aprndizagm, d Charlz Magurz propõ qu os alunos aproximm-s da prática, sndo agnts sociais ativos. Os profssors têm a missão d criar condiçõs favorávis para os alunos dsnvolvrm o pnsamnto crítico-rflxivo, subsidiada pla rflxão mtódica informada cintificamnt. A MP tm como ponto d partida a ralidad, ond as qustõs m studo stão acontcndo. Obsrvada sob divrsos ângulos, a ralidad manifsta-s para alunos profssor, através dos fatos concrtos daí são xtraídos os problmas. Nss contxto, há o stímulo d atividads m quip, junto da comunidad auxilia os alunos a dsnvolvr o snso d solução d práticas, habilidad sta, d xtrma importância na vida profissional dos msmos. Basicamnt a mtodologia consist nas sguints tapas: obsrvação da ralidad; stablcimnto d ponto chav; torização; hipóts da solução aplicação à ralidad. Na busca do conhcimnto utilizam-s todos os métodos rtro citados, os quais lvam o discnt a intragir com uma Matriz Curricular, formada por componnts novos dsafiadors, tndo como objtivo principal a qualidad do procsso nsinoaprndizagm. Assim, a aprndizagm possibilitará ao indivíduo qu aprnd a transformar-s a transformar su contxto. O projto, além d buscar a formação do aluno através da articulação do nsino, psquisa xtnsão, trá a invstigação como ixo intgrador. A Página 80 d 237
81 mtodologia proposta stá d acordo com as Dirtrizs Pdagógicas da Faculdad Barrtos qu são: Estimular a criação cultural, o dsnvolvimnto do spírito cintífico do pnsamnto rflxivo; Formar cidadãos nas difrnts áras d conhcimnto, aptos para a insrção m stors profissionais para a participação no dsnvolvimnto da socidad brasilira, colaborando na sua formação contínua; Incntivar o trabalho d psquisa invstigação cintífica, visando ao dsnvolvimnto da ciência, da tcnologia, da criação difusão da cultura, dsnvolvndo assim o ntndimnto do homm do mio m qu viv; Promovr a divulgação d conhcimntos culturais, cintíficos técnicos qu constitum o patrimônio da humanidad, comunicar o sabr através do nsino, d publicaçõs ou outras formas d comunicação; Suscitar o dsjo prmannt d aprfiçoamnto cultural profissional, possibilitando a corrspondnt concrtização, intgrando os conhcimntos qu vão sndo adquiridos numa strutura intlctual sistmatizadora do conhcimnto d cada gração; Estimular o conhcimnto dos problmas do mundo prsnt, m particular os nacionais rgionais, prstar srviços spcializados à comunidad carnt stablcr com sta uma rlação d rciprocidad; Promovr a xtnsão abrta à participação da população, visando à difusão das conquistas bnfícios rsultants da criação cultural da psquisa cintífica tcnológica grada na instituição. 9. ESTÁGIO SUPERVISIONADO O Estágio Suprvisionado visa contmplar uma prática profissionalizant d qualidad, vinculada a uma postura crítica, diant dos conhcimntos tóricos, assim como, uma postura ética diant do trabalho. É uma atividad profissional dsnvolvida m situação ral sob a suprvisão d profissional qualificado, procsso pautado na gstão d riscos sgurança do pacint com vistas a ofrcr uma formação básica pluralista, discurso pistmológico, tórico ético rigoroso insrção na ralidad sócio-cultural imdiata. Página 81 d 237
82 Os objtivos do stágio são: I - Prmitir o dsnvolvimnto d habilidads técnico-cintíficas, visando uma mlhor qualificação do futuro profissional; II - Propiciar condiçõs para aquisição d maiors conhcimntos xpriências no campo profissional; III - Subsidiar o Colgiado do Curso d Enfrmagm com informaçõs qu prmitam adaptaçõs rformulaçõs curriculars, quando ncssárias; IV - Promovr a intgração ntr a Faculdad Barrtos a comunidad. O Estágio dará ênfas à mdiação toria/prática, rcuprando os procdimntos mtodológicos ncssários à intrvnção profissional na ralidad, srá acompanhado plo Profssor Suprvisor plo Suprvisor d campo qu dvrá aprovar, avaliar acompanhar a xcução do Projto d Estágio. As atividads d stágio srão rgistradas bm como as análiss xpriências dos alunos. As disciplinas d Estágio Suprvisionado I II são bastant pculiars, difrnciando-s das dmais, pois implicam colocar o aluno m contato dirto com a ára d intrvnção qu é bastant divrsificada. Significa dizr qu a mtodologia srá adquada compatívl com as caractrísticas objtivos da ntidad. Todas as atividads do stágio srão dfinidas, orintadas normatizadas sgundo Rgulamnto próprio constant no PPC. O Estágio Curricular Suprvisionado stá contmplado no 9º 10º smstr, com um total d 960 horas, atndndo às xigências da DCN n 3/2001, Artigo 7 Parágrafo único do rfrido Artigo, qu prvê a carga horária mínima do stágio curricular suprvisionado m 20% (vint por cnto) da carga horária total do Curso d Graduação m Enfrmagm Para o cumprimnto do Estágio Suprvisionado, o Cntro Unificado d Educação Barrtos, mantndora da Faculdad Barrtos mantém convênios com hospitais, prfituras, mprsas d Barrtos rgião, bm como com instituiçõs d saúd no âmbito stadual. Val citar: Atnção Básica d Saúd Estratégias d Saúd da Família ralizados junto à rd municipal d Barrtos rgião, hospitais d Barrtos (Fundação Pio XII Hospital do Câncr, Santa Casa d Misricórdia d Barrtos Hospital São Jorg) dmais Hospitais da rgião. Página 82 d 237
83 As disciplinas d Estágio Suprvisionado I II são bastant pculiars, difrnciando-s das dmais, pois implicam colocar o aluno m contato dirto com a ára d intrvnção qu é bastant divrsificada. Significa dizr qu a mtodologia srá adquada compatívl com as caractrísticas objtivos da ntidad. Todas as atividads do stágio srão dfinidas, orintadas normalizadas sgundo Rgulamnto próprio. (ANEXO I) 10. ATIVIDADES COMPLEMENTARES O Parcr do CNE/CES nº 492/2001, assim dfin as atividads complmntars: As atividads complmntars têm a finalidad d nriqucr o procsso d nsinoaprndizagm, privilgiando a complmntação da formação social profissional. O qu caractriza st conjunto d atividads é a flxibilidad d carga horária smanal, com control do tmpo total d ddicação do studant durant o smstr ou ano ltivo. As atividads complmntars possum rgulamnto próprio a sabr: Art. 1º. As Atividads Complmntars d Graduação visam complmntar a formação ralizada plo aluno por mio das disciplinas ofrtadas na matriz curricular, dvndo s pautar, na sua ofrta: I - pla finalidad d consolidar a vida acadêmica da IES; II - plo tratamnto d tmas atuais; III - pla flxibilização curricular; IV - pla intrdisciplinaridad; V - pla contribuição para a formação complmntar do aluno. 1º. As Atividads Complmntars prvistas nos cursos são obrigatórias, dvndo sr cumpridas na forma do disposto nst Rgulamnto na Matriz Curricular d cada curso d graduação. 2º. O principal objtivo das Atividads Complmntars é ampliar, divrsificar nriqucr o procsso ducacional, por mio da participação dos alunos m tipos Página 83 d 237
84 variados d atividads tóricas ou práticas, prsnciais ou à distância, intrnas ou xtrnas à instituição, mas stritamnt rlacionadas à ára d formação. Art. 2º As Atividads Complmntars dos cursos d graduação são ralizadas plo aluno, dntro fora da instituição. Art. 3º. A cada príodo ltivo o aluno dv slcionar, dntr as atividads ofrcidas, aqulas qu l cumprirá no smstr d acordo com stas normas. Art. 4º. A carga horária global das Atividads Complmntars, dfinida na Matriz Curricular d cada curso d graduação, dvrá sr distribuída dntr as catgorias dscritas no artigo 5º. Parágrafo único. O Coordnador do Curso, juntamnt com o Coordnador do Núclo d Atividads Complmntars dvrá, no início d cada smstr, distribuir a carga horária das atividads complmntars dntr as catgorias xistnts. Art. 5º. As Atividads Complmntars dos Cursos d Graduação catgorizam-s m três grupos: I - Grupo 1 - Atividads d Ensino; II - Grupo 2 - Atividads d Extnsão; III - Grupo 3 - Atividads d Psquisa. 1º. Os alunos, obrigatoriamnt, dvrão distribuir a carga horária das Atividads Complmntars plas três catgorias acima indicadas. 2º. Todas as atividads complmntars não programadas pla instituição dvrão sr prviamnt autorizadas plo Núclo d Atividads Complmntars. 3º. A Instituição não s rsponsabiliza plo rgistro d atividads cursadas plo aluno não autorizadas plo Núclo d Atividads Complmntars. Art. 6º As Atividads d Ensino compõm-s d: a) Monitoria m disciplina ou atividad spcífica do curso; Página 84 d 237
85 b) Disciplinas d outros cursos qu signifiqum nriqucimnto da formação do aluno; c) Grupos d Estudo; d) Litura dirigida; ) Films. f) Visitas à Ambints Hospitalars, Programas d Saúd da Família Unidads Básicas d Saúd, Crchs, Escolas, Asilos, Casas d Rpouso Assistências à Emprsas; g) Participar do programa d Nivlamnto Art. 7º As Atividads d Extnsão dividm-s m: a) Participação m sminários, palstras, congrssos, confrências, ncontros, simpósios; b) Smana tmática; c) Cursos d xtnsão, atualização, capacitação similars; d) Participação m açõs d xtnsão patrocinada pla Instituição d Ensino; ) Participaçõs m projtos sociais; f) Participação m projtos da Emprsa Júnior Núclos d Prática dos cursos; g) Participação m vntos sportivos. Art. 8º As Atividads d Psquisa inclum: a) Iniciação cintífica, dsd qu dntro dos projtos aprovados plo programa d iniciação cintífica da Instituição; b) Trabalhos publicados m priódicos da ára do curso; c) Trabalhos publicados m Sits rgulars na Intrnt; d) Psquisa d insrção rgional. Art. 9º As Atividads Complmntars farão part do Núclo d Atividads Complmntars, dirigido por um coordnador rsponsávl plo planjamnto, organização, avaliação control dstas. Página 85 d 237
86 Art. 10. Cab ao Coordnador do Núclo d Atividads Complmntars: a) Propor o Plano smstral d Atividads Complmntars laborado m conjunto com as coordnaçõs d curso; b) Propor normas spcíficas para cada atividad dtalhando as xigências d crtificado d frquência participação, notas obtidas, carga horária cumprida, rlatórios d dsmpnho, outros; c) Divulgar o Plano d Atividads Complmntars; d) Orintar o aluno na scolha smstral, considrando a prtinência a oportunidad d ralização da atividad, o dsnvolvimnto d potncialidads dos alunos sua consqunt formação profissional; ) Autorizar, para ralização do aluno, atividads complmntars não programadas pla IES; f) Analisar o documnto aprsntado plo aluno para comprovar a ralização d cada atividad complmntar; g) Atribuir às horas das Atividads Complmntars d cada aluno, conform os tipos limits prvistos nst rgulamnto; h) Procdr ao rgistro das Atividads Complmntars no sistma d control rgistro acadêmico; i) Vrificar possívis intrfacs com outras scolas /ou Instituiçõs qu possam nsjar parcrias acadêmicas; j) Exrcr as dmais atribuiçõs prtinnts ao su cargo. Parágrafo único. Os documntos comprobatórios das Atividads Complmntars, dpois d rubricados plo Coordnador do Núclo ncaminhados para rgistro na ficha curricular do aluno, srão arquivados no prontuário do aluno até a xpdição do diploma. Art. 11. A carga horária cumprida das Atividads Complmntars srá rgistrada, m horas, no Histórico Escolar dos alunos. Página 86 d 237
87 Art. 12. Cabrá ao aluno acompanhar, a cada smstr, o total consolidado d horas d Atividads Complmntars já cumpridas /ou as ainda ncssárias. Art. 13. Est rgulamnto pod sr altrado plo Núclo d Atividads Complmntars, m conjunto com a Dirtoria Acadêmica, ouvidas as coordnaçõs d curso, dsd qu obdcidas as disposiçõs rgimntais aplicávis. Art. 14. Atos complmntars qu s fizrm ncssários para o aprfiçoamnto dst Rgulamnto srão xpdidos plo Núclo d Atividads Complmntars. Art. 15. Est rgulamnto ntra m vigor na data d sua publicação. O control das Atividads Complmntars srá fito por um Coordnador d Atividads Complmntars, na forma prvista plo rgulamnto spcífico para o curso d Enfrmagm. (ANEXO 2) 11. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO A laboração do Trabalho d Conclusão d Curso TCC prvista no currículo do Curso srá rsultado d um rlacionamnto aluno/profssor orintador trá como objtivo propiciar ao graduando oportunidads d laboração, rflxão, organização sistmatização, no campo d studos da graduação, através da aplicação d métodos, técnicas ou procdimntos nas atividads d psquisa. Como componnt curricular obrigatório para a conclusão do Curso d Enfrmagm, a Faculdad Barrtos prvê a ralização d Trabalho d Conclusão d Curso, com rgulamnto spcífico (ANEXO 3), consistindo m momnto privilgiado da prática d invstigação autônoma do discnt afirmação d sua capacidad produtiva. No Trabalho d Conclusão d Curso, o aluno dvrá dmonstrar conhcimnto domínio do assunto nl vrsado, não s xigindo posicionamntos ou análiss qu configurm como dissrtação ou ts. Página 87 d 237
88 Srá um trabalho individual obrigatório para o aluno concluint aprsntado sob a forma d Monografia, para obtnção do Crtificado d conclusão do curso d Enfrmagm postrior rgistro do Diploma no Ministério da Educação. O Trabalho d Conclusão d Curso atnd aos sguints objtivos: Estimular o dsnvolvimnto do spírito cintífico do pnsamnto rflxivo nos alunos, capacitando-os para a laboração d studos. Criar condiçõs favorávis para qu o aluno possa corrlacionar aprofundar os conhcimntos tórico-práticos adquiridos no curso, conduzidos plo raciocínio lógico analítico, pla rflxão crítica pla criatividad. Propiciar ao aluno o contato com métodos cintíficos o aprndizado d técnicas spcíficas d invstigação. Dsnvolvr o aspcto intgrador do nsino, visando à consolidação do carátr intrdisciplinar, pla ralização d atividads práticas intgradas suprvisionadas. Implmntar a intgração ntr a instituição d nsino, hospitais dmais locais próprios para a atuação do profissional m Enfrmagm; tndo m vista prmitir a ralização d trabalhos conjuntos, a consqünt troca d conhcimntos xpriências ntr os agnts nvolvidos. Contribuir para o surgimnto nriqucimnto d grupos consistnts d psquisa, stimulando a psquisa cintífica articulada às ncssidads da comunidad local nacional. Criar condiçõs favorávis para o incrmnto da produção cintífica da divulgação d rsultados d psquisa. O Trabalho d Curso stá contmplado m 80 horas-aula, srá dsnvolvido no 7 8 Smstrs, com uma carga horária d 40 horas-aula por Smstr. Tm como objtivo submtr os discnts às orintaçõs grais da atividad, distribuídas m orintação gral individual, bm como às condiçõs d aprovitamnto, aprsntação dsnvolvimnto do projto rlacionado a tmas d rlvância para a vida acadêmica. Em rsolução spcífica, a Faculdad Barrtos institui as normas rgulamntadoras d ralização do TCC, cabndo a docnt spcífico a coordnação dos trabalhos a xcução ftiva das atividads, organizando a disponibilidad dos profssors Página 88 d 237
89 orintadors, com o control d cumprimnto da carga-horária prvista, normatizando o qu for ncssário à xcução dstas atividads. O tma do trabalho, dntro da ára d conhcimnto do Curso, srá d livr scolha do aluno, com a orintação do rspctivo profssor, st também, scolhido plo msmo aluno, dntr os profssors orintadors, rlacionados pla coordnação O projto d psquisa é ntrgu à Coordnação, m duas vias, digitadas assinadas, ao final do 7 Príodo do Curso, como rquisito para aprovação na disciplina intitulada Trabalho d Conclusão d Curso I, cabndo ao profssor, coordnador do TCC, a rsponsabilidad pla avaliação aprovação do projto aprsntado plo aluno. O trabalho dv sr laborado considrando-s: as normas contidas no Rgulamnto; na sua strutura formal, os critérios técnicos stablcidos nas normas da ABNT sobr documntação no Manual d Normas Instruçõs dstinado aos alunos dos cursos d graduação da faculdad; a vinculação dirta do su tma com a ciência da Enfrmagm, pla sua insrção nas áras d conhcimnto da saúd rfridas nas disciplinas ofrtadas no currículo plno do curso d Enfrmagm. Smstralmnt, a Coordnação do Curso organiza quadro d profssors orintadors, por ára, sndo prmitido a cada profssor orintar no máximo 08 alunos por smstr. Os discnts possum librdad na scolha do profssor orintador, dntr os noms disponibilizados pla Coordnação do Curso. A fas final do Trabalho d Conclusão Curso consist na aprsntação pública do trabalho, mdiant prévio agndamnto d scala d dfsa, oportunidad m qu srá avaliado por banca prsncial xaminadora, formada plo profssor orintador qu prsidirá os trabalhos, um indicado da IES um convidado xtrno, dvndo o discnt obtr nota mínima 7,0 para aprovação na disciplina d TCC II. Página 89 d 237
90 12. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E SUA ARTICULAÇÃO COM A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL. Para atndimnto das xigências rquridas pla modrnidad, nquanto procsso d contínuo aprfiçoamnto, a Faculdad Barrtos nfatiza no su cotidiano didático pdagógico os studos práticos nas divrsas disciplinas ofrcidas. Nst sntido, a avaliação vm assumindo importância crscnt m todos os domínios,, ao msmo tmpo, aprsnta-s como um dsafio, propondo-s a rompr os modlos tradicionais tcnicistas, qu utilizam a avaliação única xclusivamnt para obtr mdição, m trmos d rndimnto. A tndência é d qu a avaliação ampli sus domínios para além da função tradicional, ou sja, dix d sr um mro instrumnto punitivo para sr um mcanismo ficint d avaliação da aprndizagm, stndndo-s d modo cada vz mais conscint, sistmático fundamntado cintificamnt. Para tanto as políticas ducacionais, as rformas inovaçõs do sistma ducacional, as rformulaçõs dos projtos pdagógicos, dos currículos dos programas dvm sr constants amplas. O dsafio qu a avaliação rprsnta para o docnt é qu apsar d sr vista como um comportamnto comum aos srs humanos porqu sts stão constantmnt s avaliando, não é tão óbvio quanto aparnta. Ao avaliar sr avaliado o sr humano xpõ-s no aspcto racional mocional. A avaliação rcb conotaçõs particulars, d acordo com o su contxto, mas m sua ssência pod sr concituada plo ato d julgar algo ou alguém quanto a su valor. A avaliação é, sm dúvida, um julgamnto, valoração, no sntido m qu la não tm significado fora da rlação com um fim, d um contxto m qu o avaliador s pronuncia sobr o objto avaliado quanto ao su sucsso ou fracasso. A participação do acadêmico na avaliação s dá pla auto-avaliação qu dv s ralizar d forma crítica rflxiva. Ela rvla conhcimntos, habilidads valors, ncoraja a rflxão do aluno, atnd às divrsidads d intrsss facilita o diálogo ntr alunos profssors. Página 90 d 237
91 A avaliação, tratando-s d dsmpnho scolar, dv sr ntndida como diagnóstico do dsnvolvimnto do aluno m rlação ao procsso nsino-aprndizagm, na prspctiva d su aprimoramnto. Nst sntido a avaliação tm os sguints objtivos: Diagnosticar a situação d aprndizagm do aluno para stablcr objtivos qu nortarão o planjamnto da prática docnt; Vrificar os avanços dificuldads do aluno no procsso d apropriação, d construção d rcriação do conhcimnto, m função do trabalho dsnvolvido; Forncr aos profssors lmntos para uma rflxão sobr o trabalho ralizado, tndo m vista o planjamnto constant; Possibilitar ao aluno tomar consciência d sus avanços dificuldads, visando ao su nvolvimnto no procsso nsino-aprndizagm; Embasar a tomada d dcisão quanto à promoção ou rtnção dos alunos. A avaliação do dsmpnho scolar far-s-á por mio d lmntos qu comprovm ficiência nos studos, trabalhos scolars psquisas. A avaliação do dsmpnho scolar podrá sr ralizada por disciplina, conjunto d disciplinas ou ára d conhcimnto, conform as atividads curriculars, abrangndo os aspctos d frqüência aprovitamnto; sndo considrado rprovado o aluno qu não cumprir o mínimo stablcido pla lgislação vignt AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DISCENTE Avaliação é um procsso abrangnt da xistência humana, qu implica uma rflxão crítica sobr a prática, no sntido d captar sus avanços, suas rsistências, suas dificuldads possibilitar uma tomada d dcisão sobr o qu fazr para suprar os obstáculos. Um posicionamnto fundamntal, quando s fala d avaliação, é rlativo aos objtivos da ducação scolar, pois dls é qu drivarão os critérios d anális do aprovitamnto. A avaliação scolar stá rlacionada a uma concpção d homm, d socidad (qu tipo d homm d socidad qurmos formar) ao Projto Pdagógico da instituição. É justamnt aqui qu ncontramos uma distorção: d modo gral, não s prcb a discrpância ntr a proposta d ducação a prática ftiva. Página 91 d 237
92 Em part, isso ocorr m função d uma prática d planjamnto mramnt formal, lvando a qu os profssors simplsmnt squçam quais foram os objtivos propostos. O qu s spra d uma avaliação, numa prspctiva transformadora, é qu os sus rsultados constituam part d um diagnóstico qu, a partir dssa anális da ralidad, sjam tomadas dcisõs sobr o qu fazr para suprar os problmas constatados: prcbr a ncssidad do aluno intrvir na ralidad para ajudar a suprá-la. Sndo assim, a avaliação dv sr rflxiva, rlacional comprnsiva. A avaliação srá ralizada por mio d práticas inovadoras, através d modlos intrprtativos, visando a aquisição do conhcimnto. O qu s spra do aluno é qu la sja capaz d pnsar, transitar nas idias, intrprtar a informação disponívl, construir altrnativas, dominar procssos qu lvm a novas invstigaçõs, dsnvolvr o spírito crítico habilidads xtrmamnt ncssárias nas novas dmandas do mundo atual. O profssor tm qu substituir a rsposta pronta qu dá aos alunos pla capacidad d rconstruir com ls o conhcimnto. A avaliação do nsino aprndizagm, proposta pla Faculdad Barrtos, dar-s-á plo procsso d Avaliação Continuada, podndo sr ants (diagnóstica), durant (formativa) ao final (somativa). AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA Aplicada no início do smstr ltivo. Faz um prognóstico dos conhcimntos das capacidads dos alunos ingrssants; auxilia o profssor a localizar su ponto d partida para o nsino dmonstra a situação d cada um dos alunos, para um trabalho postrior; Nsta avaliação, cab ao profssor rsponsávl plo componnt curricular, optar qual a mlhor forma d s diagnosticar o conhcimnto prévio do discnt no assunto a sr nfrntado, podndo matrializar a avaliação através d prova scrita, trabalhos individuais ou m grupo. AVALIAÇÃO FORMATIVA A avaliação formativa tm a finalidad forncr ao profssor o fdback para qu l Página 92 d 237
93 possa, s ncssário, rformular o su plano d nsino ou até msmo mtodológico. É uma avaliação qu contribui para mlhorar o nsino, pois informa ao profssor sobr o dsnvolvimnto do procsso d aprndizagm ao aluno o su dsmpnho acadêmico. É important procurar d fato avaliar todas as dimnsõs da aprndizagm garantir qu o contúdo da avaliação sja cornt com os objtivos ducacionais dlinados. Nsta tapa d avaliação, o profssor aplica duas avaliaçõs smstrais, cujo rsultado irá compor as Notas Bimstrais (NB1 NB2), xtraindo-s dstas a média smstral. AVALIAÇÃO SOMATIVA A avaliação somativa prtnd pondrar o progrsso ralizado plo aluno no final d cada smstr, no sntido d afrir rsultados já rcolhidos por avaliaçõs formativas obtr indicadors qu prmitam aprfiçoar o procsso d nsino. Os procdimntos avaliativos incluirão atividads m qu o conhcimnto acumulado é posto à disposição dos alunos, não para qu sts o mmorizm, mas para qu dmonstrm sr capazs d com l intragir. Com crtza farão part dst rol pqunas invstigaçõs, obsrvação anális da ralidad, intrprtação d dados disponívis, produção d txtos, rsolução d problmas construídos plos próprios studants, ntr outros. A partir dssas convicçõs d avaliação a Faculdad Barrtos propõ rgimntalmnt o procsso d vrificação do rndimnto scolar, conform stablc o Título V, Capitulo I do Rgimnto da Faculdad, rproduzido a sguir: Art O rndimnto scolar do aluno é vrificado por componnt curricular/príodo, m função d assiduidad ficiência nos studos, ambas liminatórias por si msmas. 1º O aprovitamnto srá afrido por mio d vrificaçõs parciais, durant o príodo ltivo vntual xam final, xprssando-s o rsultado d cada disciplina, m notas d 0 (zro) a 10,0 (dz) pontos. 2º São atividads curriculars as prlçõs, psquisas, xrcício, arguiçõs, trabalhos práticos, sminários, stágios, provas scritas orais prvistas nos rspctivos planos d nsino, aprovados pla Coordnação d Curso. Página 93 d 237
94 3º Obsrvado o disposto nos planos d nsino do componnt curricular nst Rgimnto, são assguradas ao profssor, na vrificação do rndimnto scolar, librdad d formulação d qustõs autoridad d julgamnto, cabndo rcurso d suas dcisõs para o Conslho d Curso rspctivo. 4º Cab ao docnt a atribuição d notas d avaliação a rsponsabilidad do control d frquência dos alunos, dvndo o Coordnador d Curso fiscalizar o cumprimnto dsta obrigação, intrvindo m caso d omissão. 5º Pod sr concdida rvisão d nota, por mio d rqurimnto, dirigido ao Coordnador d Curso, no prazo d 3 (três) dias útis, após a divulgação do rsultado. 6º O profssor qu atribuiu a nota srá o rsponsávl pla rvisão da msma m primira instância, podndo mantê-la ou altrá-la, dvndo, smpr, fundamntar, por scrito, sua dcisão, ncaminhando o rsultado ao Coordnador do Curso. 7º Não acitando a dcisão do profssor, o aluno, dsd qu aprsnt justificativa acitávl, por scrito, pod solicitar ao Coordnador do Curso qu submta su pdido d rvisão à aprciação suprior. 8º É atribuída nota (0) zro ao aluno qu usar d mios ilícitos, nas avaliaçõs, xams ou qualqur outra atividad, qu rsult na avaliação d conhcimnto, sm prjuízo da aplicação d sançõs cabívis, por ato d improbidad. 9º O não comparcimnto ou a não ralização d qualqur avaliação implica a prda dos pontos a la distribuídos. 10. Ao aluno qu, por motivo d força maior, dvidamnt comprovado, não possa comparcr à avaliação parcial, podrá sr concdida nova avaliação, mdiant rqurimnto dirigido ao Coordnador d Curso, ncaminhado no prazo d 3 (três) dias, a contar da data marcada para a avaliação não ralizada. 11. Ao aluno qu não comparcr à avaliação prvista no parágrafo antrior ou não comparcr ao xam final, srá atribuída nota 0 (zro). Art A frquência às aulas dmais atividads scolars, prmitidas apnas aos matriculados, é obrigatória, sndo vdado o abono d faltas, salvo nos casos prvistos m li. 1º A ausência coltiva às aulas, por part d uma turma, implica atribuição d falta a todos os alunos da msma não impd qu o profssor considr lcionado o contúdo programático planjado, para o príodo m qu a ausência s vrificar, dvndo o Coordnador d Curso comunicar a ocorrência à Scrtária Página 94 d 237
95 Gral ao Dirtor Gral. 2º Ao aluno amparado por normas lgais spcíficas é assgurado o dirito a tratamnto xcpcional, obsrvados os documntos comprobatórios. Art O aluno qu obtivr frquência mínima d 75% (stnta cinco por cnto) às aulas dmais atividads é considrado aprovado na disciplina: I. indpndnt d xam final, quando obtivr nota d aprovitamnto não infrior a 7,0 (st), corrspondnt à média aritmética das notas das provas xrcícios ralizados durant o príodo ltivo; II. mdiant xam final, quando tnha obtido nota d aprovitamnto infrior a 7,0 (st) igual ou suprior a 3,0 (três) obtivr média final não infrior a 5,0 (cinco), corrspondnt à média aritmética ntr a nota d aprovitamnto a nota d xam final. Parágrafo único. Srá considrado rprovado na disciplina o aluno qu não obtivr um mínimo d 75% (stnta cinco por cnto) d frquência às aulas dmais atividads, salvo os casos prvistos m li. Art É promovido à séri sguint o aluno aprovado m todas as disciplinas do príodo cursado, admitindo-s ainda a promoção com dpndência m até 03 (três) disciplinas. 1º O aluno promovido m rgim d dpndência podrá matricular-s no smstr subsqunt nas disciplinas rprovadas, cumprindo-as m rgim rgular, prsncial ou smiprsncial. 2º O aluno qu acumular d 8 (oito) a 12 (doz) dpndências, nos quatro primiros smstrs, não podrá ftuar matrícula para o quinto smstr, dvndo, obrigatoriamnt, matricular-s nas dpndências no rgim rgular. 3º As disciplinas nas quais o aluno stá rprovado srão cursadas no rgim rgular, no caso d incompatibilidad d horário, o aluno cursará a disciplina no horário smiprsncial ou rgim parallo. 4º As dpndências m qu houvr mais d dz alunos matriculados, srão ofrcidas no rgim parallo, com prsnça do docnt, m horário a sr dfinido pla Coordnação. 5º As dpndências podrão sr ofrcidas com carga horária concntrada m príodos dtrminados pla Coordnadoria d Cursos. Página 95 d 237
96 6º O aluno só podrá matricular-s no stágio suprvisionado /ou part prática, dsd qu sja aprovado na part tórica. Art Na rptência do smstr, o aluno é dispnsado das disciplinas cursadas com aprovação. Art Os profssors dispõm do prazo d cinco (5) dias para ncaminhamnto, à Scrtaria Gral, dos rsultados d avaliaçõs. Art Srá ofrcida a rcupração d aprndizagm, sgundo normas xpdidas plo Conslho d Curso ARTICULAÇÃO DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DO CURSO COM A AUTO- AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Uma das procupaçõs da IES é a promoção d um procsso d avaliação prmannt objtivo, qu atinja os difrnts sgmntos da comunidad acadêmica (corpo docnt, corpo discnt, corpo técnico-administrativo), os importants stors institucionais (bibliotca, laboratórios, quipamntos, infrastruturas física tcnológica), além da organização didático-pdagógica. Esta avaliação dv sr capaz d idntificar as potncialidads fragilidads dsts itns, como forma d mnsurar a ficiência da ofrta do srviço a qualidad do atndimnto, com vistas às ncssárias corrçõs d rumo visando, smpr, o aprfiçoamnto do trabalho ofrtado a laboração dsnvolvimnto d mtas. Est procsso faz part das Dirtrizs do Sistma Nacional d Avaliação da Educação Suprior SINAES, d acordo com o disposto no art. 11 da Li nº /04 plo Dcrto d 9 d maio d 2006, qu prvê a cada Instituição d Ensino Suprior constituir uma CPA Comissão Própria d Avaliação qu tm as funçõs d coordnar o su procsso intrno d avaliação, tabular os dados colhidos, analisar os rsultados, laborar o rlatório final, por fim, nviar ao MEC disponibilizar as informaçõs para o público intrno xtrno. A CPA tm a função d stablcr uma intrlocução sistmática produtiva com vistas à ftiva implmntação do SINAES. Página 96 d 237
97 A CPA conta, na sua composição, com a participação d rprsntants d todos os sgmntos da comunidad acadêmica, também, da socidad civil organizada. A CPA assum a rsponsabilidad plo dsnvolvimnto d todas as açõs prvistas no procsso avaliativo. Em su rlatório final, a CPA faz um diagnóstico prciso das fragilidads apontadas nvia à Dirção Gral, Dirção Acadêmica Dirção Administrativa Financira, bm como às Coordnaçõs d Curso Chfia d todos os stors, com o objtivo d stablcr um Plano d Mtas para rsolvr dfinitivamnt ou, ao mnos, minimizar tais fragilidads. A CPA acompanha st procsso propõ soluçõs a srm rfltidas coltivamnt possivlmnt implantadas. Esta ação é important para qu o trabalho dsta comissão possa convrtr-s m rlatórios informativos aos avaliadors xtrnos qu sirvam d bas para as políticas qu srão stablcidas nos planjamntos futuros. Os ixos d sustntação d lgitimidad da CPA são rsultants das formas d participação intrss da comunidad acadêmica, além da intr-rlação ntr atividads pdagógicas gstão acadêmica administrativa. A Comissão Própria d Avaliação da Faculdad Barrtos foi nomada através da PORTARIA 001/2007, d 26 d abril d 2007, com prvisão d altração da composição da msma a cada dois anos. Há no mínimo dois mmbros rprsntants d cada sgmnto: Corpo Docnt; Corpo Técnico-Administrativo; Corpo Discnt; Comunidad. A avaliação é ntndida pla IES como procsso prmannt dinâmico, cujos procdimntos stão d acordo com as dtrminaçõs dos órgãos d fiscalização do Ensino Suprior. A CPA promovrá a autoavaliação d forma priódica, por mio d colta d opiniõs d toda a comunidad acadêmica. Est trabalho d avaliação inicia-s pla aplicação d qustionários, no qual os profssors, alunos funcionários têm a oportunidad d rgistrar sua opinião acrca dos srviços ofrcidos. A CPA tm por objtivo avaliar a IES d forma indpndnt autônoma, aprsntando su rlatório d avaliação para todos os stors para o MEC, possibilitando o aprfiçoamnto d sus procssos intrnos no qu diz rspito às Dz Dimnsõs do SINAES (Sistma Nacional d Avaliação do Ensino Suprior), a sabr: Página 97 d 237
98 1. Missão Dsnvolvimnto Institucional. 2. As políticas para a psquisa, a pós-graduação, a xtnsão as rspctivas normas d opracionalização, incluindo os stímulos para a produção acadêmica, para as bolsas d psquisa, d monitoria dmais modalidads. 3. A rsponsabilidad social da instituição, considrada spcialmnt no qu s rfr m sua contribuição à inclusão social, ao dsnvolvimnto conômico social, à dfsa do mio ambint, da mmória cultural, da produção artística do patrimônio cultural. 4. A comunicação com a socidad. 5. As políticas d pssoal, d carrira do corpo docnt técnico-administrativo, su aprfiçoamnto, su dsnvolvimnto profissional suas condiçõs d trabalho. 6. Organização gstão da instituição, spcialmnt o funcionamnto rprsntatividad dos colgiados, sua indpndência autonomia na rlação com a mantndora, a participação dos sgmntos da comunidad univrsitária nos procssos dcisórios. 7. Infrastrutura física, spcialmnt a d nsino d psquisa, bibliotca, rcursos d informação comunicação. 8. Planjamnto avaliação, spcialmnt m rlação aos procssos, rsultados ficácia da autoavaliação institucional. 9. Políticas d atndimnto ao studant. 10. Sustntabilidad financira, tndo m vista o significado social da continuidad dos compromissos na ofrta da ducação suprior. A avaliação intrna, ou autoavaliação, dv sr ntndida como part do procsso d aprndizagm, uma forma contínua d acompanhamnto d todas as atividads qu nvolvam alunos profssors d todos os cursos. Além dos qustionários laborados para avaliar todos os stors, a IES promovrá Sminários Pdagógicos para idntificar as principais críticas aos cursos ofrcidos as xpctativas d mudança para atndr aos ansios da profissão. Assim, podndo adquar a matriz curricular as mtodologias d nsino às mudanças dmandas sociais. Página 98 d 237
99 Dsta manira, a CPA procura transmitir aos alunos alguns concitos rlvants sobr Avaliação, buscando sclarcr sua importância como propulsora para o dsnvolvimnto institucional. A Faculdad Barrtos submt-s ao procsso d avaliação xtrna proposto plo Ministério da Educação d forma participativa colaborativa. Intrnamnt, procura articular-s com o Sistma Nacional d Avaliação do Ensino Suprior pla adoção dos indicadors d rfrência d qualidad stablcidos plo SINAES. Com sta mdida, a IES busca articular-s com as políticas públicas ducacionais, rspitando a lgislação m vigor, contribuindo criticamnt para a mlhoria da qualidad do sistma ducacional brasiliro, por mio da adoção, da aplicação da obtnção dos rsultados, qu, no limit, sugr as modificaçõs ncssárias para o dsnvolvimnto acadêmico, pdagógico administrativo da própria IES AVALIAÇÃO EXTERNA O sistma d avaliação d cursos Instituiçõs d Ensino Suprior promovido plo Ministério da Educação é bm vindo na Faculdad Barrtos. Sua dirção procura transmitir aos alunos alguns concitos importants sobr avaliação, buscando sclarcr sua importância como propulsora para o dsnvolvimnto institucional. Outra avaliação importantíssima para a tomada d dcisão numa Instituição d Ensino rfr-s às das tndências do stor ducacional no mrcado d atuação da Instituição. A Faculdad Barrtos submt-s ao procsso d avaliação xtrna proposto plo Ministério da Educação d forma participativa colaborativa. Intrnamnt, procura articular-s com o Sistma Nacional d Avaliação do Ensino Suprior pla adoção d grand part dos indicadors d rfrência d qualidad stablcidos plo SINAES. Com sta mdida a Instituição busca articular-s com o padrão nacional com a prtnsão d podr contribuir criticamnt, pla adoção, aplicação obtnção dos rsultados assim, sugrir as modificaçõs ncssárias à mlhoria da qualidad do sistma. Página 99 d 237
100 13. CORPO DOCENTE O Curso d Enfrmagm da Faculdad Barrtos aprsnta o sguint corpo docnt: PRIMEIRO PERÍODO PRIMEIRO ANO DISCIPLINA NOME DO DOCENTE TITULAÇÃO ÁREA DE CONHECIMENTO DA TITULAÇÃO PERÍODO LETIVO SOCIOLOGIA, ANTROPOLOGIA E FILOSOFIA Rodrigo Ruiz Sanchs Doutor Ciências Humanas INICIAÇÃO À PESQUISA EM ENFERMAGEM LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO Tamara Viga Faria Doutor Ciências da Saúd Ana Rodrigus Costa Mstr Ciências Humanas ANATOMIA DESCRITIVA E TOPOGRÁFICA I Alssandra Rgina d Andrad Silva Doutor Ciências da Saúd BIOLOGIA CELULAR, HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA HUMANA Thiago Buosi Silva Doutor Ciências da Saúd 1 HISTÓRIA DA ENFERMAGEM: BASES TEÓRICAS E FILOSÓFICAS Raphal d Almida Lit Mstr Ciências da Saúd FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM I ATIVIDADES COMPLEMENTARES Hudson Mnss Tavira Mstr Ciências da Saúd Alin Junquira Bzrra Mstr Ciências da Saúd SEGUNDO PERÍODO PRIMEIRO ANO DISCIPLINA NOME DO DOCENTE TITULAÇÃO ÁREA DE CONHECIMENTO DA TITULAÇÃO PERÍODO LETIVO FUNDAMENTOS, MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA NA ENFERMAGEM ENFERMAGEM EM SAÚDE AMBIENTAL Tamara Viga Faria Doutor Ciências da Saúd Rafal Silva Cardoso Espcialista Ciências da Saúd ANATOMIA DESCRITIVA E TOPOGRÁFICA II Alssandra R. d Andrad Silva Doutor Ciências da Saúd FISIOLOGIA I Nixon da Silva Espcialista Ciências da Saúd EMBRIOLOGIA E GENÉTICA Thiago Buosi Silva Mstr Ciências da Saúd FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II Hudson Mnss Tavira Mstr Ciências da Saúd BIOFÍSICA E BIOQUÍMICA Thiago Buosi Silva Mstr Ciências da Saúd ATIVIDADES COMPLEMENTARES Alin Junquira Bzrra Mstr Ciências da Saúd 2 Página 100 d 237
101 TERCEIRO PERÍODO SEGUNDO ANO DISCIPLINA NOME DO DOCENTE TITULAÇÃO SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA Rafal Silva Cardoso Espcialista FARMACOLOGIA Rafal Silva Cardoso Espcialista SOCIEDADE, CULTURA E ENFERMAGEM Rodrigo Ruiz Sanchs Doutor FISIOLOGIA II Nixon Ramos da Silva Espcialista MICROBIOLOGIA Tamara Viga Faria Mstr PARASITOLOGIA Thiago Buosi Silva Doutor PROCESSO DE ENFERMAGEM I: BASES TEÓRICAS João Frnando Ramos Raymundo Espcialista ÁREA DE CONHECIMENTO DA TITULAÇÃO Ciências da Saúd Ciências da Saúd Ciências Humanas Ciências da Saúd Ciências da Saúd Ciências da Saúd Ciências da Saúd PERÍODO LETIVO 3 DISCIPLINA ÉTICA, BIOÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL FARMACOLOGIA APLICADA A ENFERMAGEM QUARTO PERÍODO SEGUNDO ANO NOME DO DOCENTE TITULAÇÃO Hudson Mnss Tavira Rafal Silva Cardoso Mstr ÁREA DE CONHECIMENTO DA TITULAÇÃO Ciências da Saúd Espcialista Ciências da Saúd EPIDEMIOLOGIA Thiago Buosi Silva Doutor Ciências da Saúd MICROBIOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM Tamara Viga Faria Doutor Ciências da Saúd IMUNOLOGIA Tamara Viga Faria Doutor Ciências da Saúd PATOLOGIA PROCESSO DE ENFERMAGEM II: COLETA DE DADOS E DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM Alssandra Rgina d Andrad Silva João Frnando Ramos Raymundo Doutor Ciências da Saúd Espcialista Ciências da Saúd PERÍODO LETIVO 4 Página 101 d 237
102 DISCIPLINA PSICOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM QUINTO PERÍODO TERCEIRO ANO NOME DO DOCENTE TITULAÇÃO Adriana Toyoda Takamatsu Mstr ÁREA DE CONHECIMENTO DA TITULAÇÃO Ciências da Saúd BIOESTATÍSTICA Thiago Buosi Silva Doutor Ciências da Saúd PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO ADULTO I PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DA MULHER I Raphal d Almida Lit Talita Garcia do Nascimnto Mstr Mstr Ciências da Saúd Ciências da Saúd PERÍODO LETIVO 5 ENFERMAGEM EM SAÚDE E POLÍTICAS PÚBLICAS PROCESSO DE ENFERMAGEM III: INTERVENÇÕES E AVALIAÇÕES Gisl Coscrato Doutor Ciências da Saúd João Frnando Ramos Raymundo Espcialista Ciências da Saúd DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO APLICADA À ENFERMAGEM SUPORTE BÁSICO DE VIDA PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO ADULTO II PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DA MULHER II PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DA FAMÍLIA E COMUNIDADE DIDÁTICA APLICADA À ENFERMAGEM SEXTO PERÍODO TERCEIRO ANO NOME DO DOCENTE TITULAÇÃO Hudson Mnss Tavira Rúbia Mssalina d Nadai Raphal d Almida Lit Talita Garcia do Nascimnto Mstr ÁREA DE CONHECIMENTO DA TITULAÇÃO Ciências da Saúd Espcialista Ciências da Saúd Mstr Mstr Ciências da Saúd Ciências da Saúd Gisl Coscrato Mstr Ciências da Saúd Gisl Coscrato Mstr Ciências da Saúd Tamara Viga d Faria Doutor Ciências da Saúd PERÍODO LETIVO 6 Página 102 d 237
103 DISCIPLINA GERENCIAMENTO DE RISCO E GESTÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE ENFERMAGEM NO CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR NUTRIÇÃO E DIETOTERAPIA EM ENFREMAGEM PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO RECÉM NASCIDO PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO IDOSO SUPORTE AVANÇADO DE VIDA I TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I SÉTIMO PERÍODO TERCEIRO ANO NOME DO DOCENTE TITULAÇÃO Hudson Mnss Tavira Talita Garcia do Nascimnto Maria Cláudia Brnards Spxoto Rúbia Mssalina d Nadai Mstr Mstr Mstr Mstr ÁREA DE CONHECIMENTO DA TITULAÇÃO Ciências da Saúd Ciências da Saúd Ciências da Saúd Ciências da Saúd Gisl Coscrato Mstr Ciências da Saúd Rúbia Mssalina d Nadai Espcialista Ciências da Saúd Tamara Viga Faria Doutor Ciências da Saúd PERÍODO LETIVO 7 PROCESSO DE CUIDAR NO PACIENTE CIRÚRGICO Rafal Silva Cardoso Espcialista Ciências da Saúd DISCIPLINA OITAVO PERÍODO QUARTO ANO NOME DO DOCENTE TITULAÇÃO ÁREA DE CONHECIMENTO DA TITULAÇÃO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II Tamara Viga Faria Doutor Ciências da Saúd ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA Tamara Viga Faria Doutor Ciências da Saúd ENFERMAGEM E OS Hudson Mnss Ciências da Saúd CUIDADOS PALIATIVOS Tavira Mstr PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE MENTAL Gisl Coscrato Mstr Ciências da Saúd PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO TRABALHADOR Talita Garcia Mstr Ciências da Saúd PERÍODO LETIVO 8 SUPORTE AVANÇADO DE VIDA II Rúbia Mssalina d Nadai Espcialista Ciências da Saúd Página 103 d 237
104 DISCIPLINA PRÁTICAS AVANÇADAS EM ENFERMAGEM A ENFERMAGEM NO PROCESSO DE MORTE- MORRER ESTÁGIO SUPERVISIONADO I NONO PERÍODO QUINTO ANO NOME DO DOCENTE TITULAÇÃO ÁREA DE CONHECIMENTO DA TITULAÇÃO Ciências da Saúd Ciências da Saúd PERÍODO LETIVO 9 DISCIPLINA DISCIPLINA OPTATIVA ENFERMAGEM EM HOME CARE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DÉCIMO PERÍODO QUINTO ANO NOME DO DOCENTE TITULAÇÃO ÁREA DE CONHECIMENTO DA TITULAÇÃO PERÍODO LETIVO FORMAÇÃO ACADÊMICA E PROFISSIONAL DOS DOCENTES As tablas qu sgum têm por objtivo aprsntar, para os dois primiros anos do curso, a formação acadêmica profissional d todos os docnts qu stão compromtidos com o curso d graduação m Enfrmagm da Faculdad Barrtos. Conform s obsrva dos dados aprsntados, praticamnt todos os docnts possum formação na ára do curso, qual sja a ára da saúd. Aquls profssors com formação m outras áras são rsponsávis por disciplinas spcíficas da própria ára d formação titulação. Página 104 d 237
105 FORMAÇÃO ACADÊMICA E PROFISSIONAL DOS DOCENTES NOME DO DOCENTE ANA RODRIGUES DA COSTA RG nº SSP/SP CPF nº PRIMEIRO SEMESTRE PRIMEIRO ANO FORMAÇÃO ACADÊMICA GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO MESTRADO DOUTORADO Licnciatura Plna m Ltras Fac. d Filosofia, Ciências Ltras d Bbdouro Planjamnto Gstão d Organizaçõs Educacionais UNESP d Araraquara (420h) Educação Cntro Univrsitário Moura Lacrda 2002 à DISCIPLINA(S) LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS RODRIGO RUIZ SANCHES RG nº SSP/SP CPF nº Cincias Sociais - UNESP 1993 à 1997 Educação Espcial - Faculdad São Luís Sociologia - UNESP Sociologia - UNESP SOCIOLOGIA, ANTROPOLOGIA E FILOSOFIA TAMARA VEIGA FARIA RG nº SSP/MG CPF nº Graduação m Enfrmagm FAMERP S.J.Rio Prto 2001 à 2004 Biologia Patologia Clular 2006 Ciências da Saúd FAMERP 2007 à 2009 Ciências da Saúd FAMERP INICIAÇÃO À PESQUISA EM ENFERMAGEM HUDSON MENEZES TAVEIRA RG nº CPF nº GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA UFMT ADMINISTRAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE UNAERP ONCOLOGIA EM ENFERMAGEM EERP - USP ATUAÇÃO DOCENTE EM SAÚDE FAMERP PESQUISA E DESENVOLVIMENTO UNESP BOTUCATU FUNDMENTOS DE ENFERMAGEM I THIAGO BUOSI SILVA RG: SSP/SP CPF: GRADUAÇÃO CIÊNCIAS BIOLÓGICAS LICENCIATURA UNESP GENÉTICA E EVOLUÇÃO UFSCAR DOUTORADO EM ONCOLOGIA BIOLOGIA CELULAR E HISTOLOGIA RAPHAEL DE ALMEIDA LEITE RG: X SSP/SP CPF: GRDUAÇÃO EM ENFERMAGEM UNAERP ESPECIALIZÇÃO GESTÃO EM ENFERMAGEM PUC CAMPINAS 2005 MESTRADO ENFERMAGEM FUNDAMENTAL EERP - USP HISTÓRIA DA ENFERMAGEM: BASES TEÓRICAS E FILOSÓFICAS ALESSANDRA REGINA DE ANDRADE E SILVARG nº SSP/SP CPF nº Graduação m Fisiotrapia Univrsidad do Sagrado Coração 1996 à 1999 Fisiotrapia Nurológica UNIFRAN 2000 Ciências Médicas - Patologia Exprimntal Comparada USP (Ribirão Prto) 2001 à 2004 Ciências Médicas - Patologia Exprimntal Comparada USP (Ribirão Prto) 2004 à 2008 ANATOMIA DESCRITIVA E TOPOGRÁFICA I ALINE JUNQUEIRA BEZERRA RG: CPF: Graduação m Enfrmagm Escola d Enfrmagm d Ribirão Prto USP ENFERMAGEM EM NEFROLOGIA Clínica Médica _ FMPR USP Doutorado m andamnto ATIVIDADES COMPLEMENTARES Página 105 d 237
106 NOME DO DOCENTE ALESSANDRA REGINA DE ANDRADE E SILVARG nº SSP/SP CPF nº HUDSON MENEZES TAVEIRA RG nº CPF nº SEGUNDO SEMESTRE PRIMEIRO ANO FORMAÇÃO ACADÊMICA GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO MESTRADO DOUTORADO Graduação m Fisiotrapia Univrsidad do Sagrado Coração 1996 à 1999 GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA UFMT Fisiotrapia Nurológica UNIFRAN 2000 Administração dos Srviços d Saúd UNAERP Oncologia m Enfrmagm EERP - USP Atuação Docnt m Saúd FAMERP Ciências Médicas - Patologia Exprimntal Comparada USP (Ribirão Prto) 2001 à 2004 PESQUISA E DESENVOLVIMENTO UNESP BOTUCATU Ciências Médicas - Patologia Exprimntal Comparada USP (Ribirão Prto) 2004 à 2008 DISCIPLINA (S) ANATOMIA DESCRITIVA E TOPOGRÁFICA II FUNDMENTOS DE ENFERMAGEM II RAFAEL SILVA CARDOSO RG: X CPF: GRADUAÇÃO ENFERMAGEM UNIFAFIBE ATUAÇÃO DOCENTE EM SAÚDE FAMERP Mstrado na UNESP Botucatu ENFERMAGEM EM SAÚDE AMBIENTAL TAMARA VEIGA FARIA RG nº SSP/MG CPF nº Graduação m Enfrmagm FAMERP S.J.Rio Prto 2001 à 2004 Biologia Patologia Clular 2006 Ciências da Saúd FAMERP 2007 à 2009 Ciências da Saúd FAMERP FUNDAMENTOS MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA NIXON RAMOS SILVA RG N CPF N GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM - BACHAREL UNIARARAS ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA EERP-USP LICENCIATURA EM ENFERMAGEM UNIARARAS 2001 MATRÍCULA NO MESTRADO EERP- USP FISIOLOGIA I THIAGO BUOSI SILVA RG: SSP/SP CPF: GRADUAÇÃO CIÊNCIAS BIOLÓGICAS LICENCIATURA UNESP GENÉTICA E EVOLUÇÃO UFSCAR DOUTORADO EM ONCOLOGIA EMBRIOLOGIA E GENÉTICA/BIOÍFICA E BIOQUÍMICA ALINE JUNQUEIRA BEZERRA RG: CPF: Graduação m Enfrmagm Escola d Enfrmagm d Ribirão Prto USP ENFERMAGEM EM NEFROLOGIA Clínica Médica _ FMPR USP Doutorado m andamnto ATIVIDADES COMPLEMENTARES Página 106 d 237
107 TERCEIRO SEMESTRE SEGUNDO ANO NOME DO DOCENTE FORMAÇÃO ACADÊMICA GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO MESTRADO DOUTORADO DISCIPLINA(S) RAFAEL SILVA CARDOSO RG: X CPF: GRADUAÇÃO ENFERMAGEM UNIFAFIBE ATUAÇÃO DOCENTE EM SAÚDE FAMERP Mstrado na UNESP Botucatu SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA/ FARMACOLOGIA RODRIGO RUIZ SANCHES RG nº SSP/SP CPF nº Cincias Sociais - UNESP 1993 à 1997 Educação Espcial - Faculdad São Luís Sociologia - UNESP Sociologia - UNESP SOCIEDADE, CULTURA E ENFERMAGEM NIXON RAMOS SILVA RG N CPF N GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM - BACHAREL UNIARARAS ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA EERP-USP MATRÍCULA NO MESTRADO EERP- USP FISIOLOGIA II TAMARA VEIGA FARIA RG nº SSP/MG CPF nº Graduação m Enfrmagm FAMERP S.J.Rio Prto 2001 à 2004 Biologia Patologia Clular 2006 Ciências da Saúd FAMERP 2007 à 2009 Ciências da Saúd FAMERP MICROBIOLOGIA THIAGO BUOSI SILVA RG: SSP/SP CPF: GRADUAÇÃO CIÊNCIAS BIOLÓGICAS LICENCIATURA UNESP GENÉTICA E EVOLUÇÃO UFSCAR DOUTORADO EM ONCOLOGIA PARASITOLOGIA JOÃO FERNANDO RAMOS RAYMUNDO RG N CPF N GRADUAÇÃO ENFERMAGEM UNIFAFIBE 2005 Espcialização m Enfrmagm m Oncologia FAMERP 2008 Mstrado na UNESP Botucatu PROCESO DE ENFERMAGEM I: BASES TEÓRICAS ALINE JUNQUEIRA BEZERRA RG: CPF: Graduação m Enfrmagm Escola d Enfrmagm d Ribirão Prto USP ENFERMAGEM EM NEFROLOGIA Clínica Médica _ FMPR USP Doutrorado m andamnto ATIVIDADES COMPLEMENTARES Página 107 d 237
108 NOME DO DOCENTE HUDSON MENEZES TAVEIRA RG nº CPF nº QUARTO SEMESTRE SEGUNDO ANO FORMAÇÃO ACADÊMICA GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO MESTRADO DOUTORADO GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA UFMT ADMINISTRAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE UNAERP ONCOLOGIA EM ENFERMAGEM EERP - USP ATUAÇÃO DOCENTE EM SAÚDE FAMERP PESQUISA E DESENVOLVIMENTO UNESP BOTUCATU DISCIPLINA (S) ÉTICA, BIOÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL RAFAEL SILVA CARDOSO RG: X CPF: GRADUAÇÃO ENFERMAGEM UNIFAFIBE ATUAÇÃO DOCENTE EM SAÚDE FAMERP Mstrado na UNESP Botucatu FARMACOLOGIA APLICADA A ENFERMAGEM THIAGO BUOSI SILVA RG: SSP/SP CPF: GRADUAÇÃO CIÊNCIAS BIOLÓGICAS LICENCIATURA UNESP GENÉTICA E EVOLUÇÃO UFSCAR DOUTORADO EM ONCOLOGIA EPIDEMIOLOGIA TAMARA VEIGA FARIA RG nº SSP/MG CPF nº Graduação m Enfrmagm FAMERP S.J.Rio Prto 2001 à 2004 Biologia Patologia Clular 2006 Ciências da Saúd FAMERP 2007 à 2009 Ciências da Saúd FAMERP MICROBIOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM/IMUNOLOGIA ALESSANDRA REGINA DE ANDRADE E SILVA RG nº SSP/SP CPF nº JOÃO FERNANDO RAMOS RAYMUNDO RG N CPF N Graduação m Fisiotrapia Univrsidad do Sagrado Coração 1996 à 1999 GRADUAÇÃO ENFERMAGEM UNIFAFIBE 2005 Fisiotrapia Nurológica UNIFRAN 2000 Espcialização m Enfrmagm m Oncologia FAMERP 2008 Ciências Médicas - Patologia Exprimntal Comparada USP (Ribirão Prto) 2001 à 2004 Mstrado na UNESP Botucatu Ciências Médicas - Patologia Exprimntal Comparada USP (Ribirão Prto) 2004 à 2008 PATOLOGIA PROCESSO DE ENFERMAGEM II: COLETA DE DADOS E DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM ALINE JUNQUEIRA BEZERRA RG: CPF: Graduação m Enfrmagm Escola d Enfrmagm d Ribirão Prto USP ENFERMAGEM EM NEFROLOGIA Clínica Médica _ FMPR USP Doutorado m andamnto ATIVIDADES COMPLEMENTARES Página 108 d 237
109 QUINTO SEMESTRE - TERCEIRO ANO NOME DO DOCENTE FORMAÇÃO ACADÊMICA GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO MESTRADO DOUTORADO DISCIPLINA (S) ADRIANA TOYODA TAKAMATSU RG: SSP/SP CPF: GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA USP ESPECIALIZAÇÃO FAMERP 2012 MESTRADO PSICOLOGIA ESPERIMENTAL USP PSICOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM THIAGO BUOSI SILVA RG: SSP/SP CPF: GRADUAÇÃO CIÊNCIAS BIOLÓGICAS LICENCIATURA UNESP GENÉTICA E EVOLUÇÃO UFSCAR DOUTORADO EM ONCOLOGIA BIOESTATÍSTICA RAPHAEL DE ALMEIDA LEITE RG: X SSP/SP CPF: GRDUAÇÃO EM ENFERMAGEM UNAERP ESPECIALIZÇÃO GESTÃO EM ENFERMAGEM PUC CAMPINAS 2005 MESTRADO ENFERMAGEM FUNDAMENTAL EERP - USP PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO ADULTO I TALITA GARCIA DO NASCIMENTO RG: CPF: GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM UFTM MESTRADO EM ENFERMAGEM EM SAÚDE PÚBLICA EERP- USP PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DA MULHER I GISELE COSCRATO RG N CPF N GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EEPR-USP 2006 Espcialização m Atuação Docnt m Saúd FAMERP Mstrado m Ciências. EEPR USP 2010 Doutorado m Ciências. EEPR USP 2013 ENFERMAGEM EM SAÚDE E POLÍTICAS PÚBLICAS JOÃO FERNANDO RAMOS RAYMUNDO RG N CPF N GRADUAÇÃO ENFERMAGEM UNIFAFIBE 2005 Espcialização m Enfrmagm m Oncologia FAMERP 2008 Mstrado na UNESP Botucatu PROCESSO DE ENFERMAGEM III: INTERVENÇÕES E AVALIAÇÕES ALINE JUNQUEIRA BEZERRA RG: CPF: Graduação m Enfrmagm Escola d Enfrmagm d Ribirão Prto USP ENFERMAGEM EM NEFROLOGIA Clínica Médica _ FMPR USP Doutorado m andamnto ATIVIDADES COMPLEMENTARES Página 109 d 237
110 NOME DO DOCENTE HUDSON MENEZES TAVEIRA RG nº CPF nº RÚBIA MESSALINA DE NADAI RG N CPF N SEXTO SEMESTRE - TERCEIRO ANO FORMAÇÃO ACADÊMICA GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO MESTRADO DOUTORADO GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA UFMT GRADUAÇÃO ENFERMAGEM FACULDADE DE APUCARANA ADMINISTRAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE UNAERP ONCOLOGIA EM ENFERMAGEM EERP - USP ATUAÇÃO DOCENTE EM SAÚDE FAMERP ESPECIALIZAÇÃO EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA FACULDADE DE INGÁ PESQUISA E DESENVOLVIMENTO UNESP BOTUCATU DISCIPLINA (S) ADMINISTRAÇÃO APLICADA À ENFERMAGEM SUPORTE BÁSICO DE VIDA RAPHAEL DE ALMEIDA LEITE RG: X SSP/SP CPF: GRDUAÇÃO EM ENFERMAGEM UNAERP ESPECIALIZÇÃO GESTÃO EM ENFERMAGEM PUC CAMPINAS 2005 MESTRADO ENFERMAGEM FUNDAMENTAL EERP - USP PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO ADULTO II TALITA GARCIA DO NASCIMENTO RG: CPF: GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM UFTM MESTRADO EM ENFERMAGEM EM SAÚDE PÚBLICA EERP-USP PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DA MULHER II GISELE COSCRATO RG N CPF N GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EEPR-USP 2006 Espcialização m Atuação Docnt m Saúd FAMERP Mstrado m Ciências. EEPR USP 2010 Doutorado m Ciências. EEPR USP 2013 PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE/ PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DA FAMÍLIA E COMUNIDADE ALINE JUNQUEIRA BEZERRA RG: CPF: Graduação m Enfrmagm Escola d Enfrmagm d Ribirão Prto USP ENFERMAGEM EM NEFROLOGIA Clínica Médica _ FMPR USP Doutorado m Ciências. EEPR USP 2013 ATIVIDADES COMPLEMENTARES DIDÁTICA APLICADA À ENFERMAGEM Página 110 d 237
111 SÉTIMO SEMESTRE - QUARTO ANO NOME DO DOCENTE FORMAÇÃO ACADÊMICA GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO MESTRADO DOUTORADO DISCIPLINA (S) HUDSON MENEZES TAVEIRA RG nº CPF nº GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA UFMT ADMINISTRAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE UNAERP ONCOLOGIA EM ENFERMAGEM EERP - USP ATUAÇÃO DOCENTE EM SAÚDE FAMERP PESQUISA E DESENVOLVIMENTO UNESP BOTUCATU GERENCIAMENTO DE RISCO E GESTÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE TALITA GARCIA DO NASCIMENTO RG: CPF: GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM UFTM MESTRADO EM ENFERMAGEM EM SAÚDE PÚBLICA EERP-USP DOUTORADO EM ANDAMENTO PELA EERP- USP ENFERMAGEM NO CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR MARIA CLÁUDIA BERNARDES SPEXOTO RG N CPF: GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO 2002 Espcialização m Administração Ngócios m Alimntos Alimntação. UNIRP 2005 Mstrado m Alimntos Nutrição UNESP 2010 Doutorado m andamnto m Alimntos Nutrição NUTRIÇÃO E DIETOTERAPIA EM ENFERMAGEM GISELE COSCRATO RG N CPF N GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EEPR-USP 2006 Espcialização m Atuação Docnt m Saúd FAMERP Mstrado m Ciências. EEPR USP 2010 Doutorado m Ciências. EEPR USP 2013 PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO IDOSO SUPORTE RÚBIA MESSALINA DE NADAI RG N CPF N GRADUAÇÃO ENFERMAGEM FACULDADE DE APUCARANA ESPECIALIZAÇÃO EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA FACULDADE DE INGÁ AVANÇADO DE VIDA I/ PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO RECÉM NASCIDO TAMARA VEIGA FARIA RG nº SSP/MG CPF nº Graduação m Enfrmagm FAMERP S.J.Rio Prto 2001 à 2004 Biologia Patologia Clular 2006 Ciências da Saúd FAMERP 2007 à 2009 Ciências da Saúd FAMERP TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I RAFAEL SILVA CARDOSO RG: X CPF: GRADUAÇÃO ENFERMAGEM UNIFAFIBE ATUAÇÃO DOCENTE EM SAÚDE FAMERP Mstrado na UNESP Botucatu PROCESSO DE CUIDAR NO PACIENTE CIRÚRGICO ALINE JUNQUEIRA BEZERRA RG: CPF: Graduação m Enfrmagm Escola d Enfrmagm d Ribirão Prto USP ENFERMAGEM EM NEFROLOGIA Clínica Médica _ FMPR USP Doutorado m Ciências. EEPR USP 2013 ATIVIDADES COMPLEMENTARES Página 111 d 237
112 NOME DO DOCENTE TAMARA VEIGA FARIA RG nº SSP/MG CPF nº HUDSON MENEZES TAVEIRA RG nº CPF nº GISELE COSCRATO RG N CPF N RAFAEL SILVA CARDOSO RG: X CPF: OITAVO SEMESTRE - QUARTO ANO FORMAÇÃO ACADÊMICA GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO MESTRADO DOUTORADO Graduação m Enfrmagm FAMERP S.J.Rio Prto 2001 à 2004 GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA UFMT GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EEPR-USP 2006 GRADUAÇÃO ENFERMAGEM UNIFAFIBE Biologia Patologia Clular 2006 ADMINISTRAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE UNAERP Ciências da Saúd FAMERP 2007 à PESQUISA E DESENVOLVIMENTO UNESP BOTUCATU ONCOLOGIA EM ENFERMAGEM EERP - USP ATUAÇÃO DOCENTE EM SAÚDE FAMERP Espcialização m Atuação Docnt m Saúd FAMERP ATUAÇÃO DOCENTE EM SAÚDE FAMERP Mstrado m Ciências. EEPR USP 2010 Mstrado na UNESP Botucatu Ciências da Saúd FAMERP Doutorado m Ciências. EEPR USP 2013 DISCIPLINA (S) TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II/ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA ENFERMAGEM E OS CUIDADOS PALIATIVOS PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE MENTAL PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO TRABALHADOR RÚBIA MESSALINA DE NADAI RG N CPF N GRADUAÇÃO ENFERMAGEM FACULDADE DE APUCARANA ESPECIALIZAÇÃO EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA FACULDADE DE INGÁ SUPORTE AVANÇADO DE VIDA II ALINE JUNQUEIRA BEZERRA RG: CPF: Graduação m Enfrmagm Escola d Enfrmagm d Ribirão Prto USP ENFERMAGEM EM NEFROLOGIA Clínica Médica _ FMPR USP Doutorado m Ciências. EEPR USP 2013 ATIVIDADES COMPLEMENTARES Página 112 d 237
113 13.2 TITULAÇÃO O Corpo Docnt do curso d graduação m Enfrmagm da Faculdad Barrtos aprsnta titulação adquada, com um númro considrávl d mstrs doutors (75%), sndo qu dos dzssis profssors, cinco são doutors, sis são mstrs, sndo qu dois m fas final d conclusão do doutorado quatro spcialistas, stando três rgularmnt matriculados m programas d mstrado. A tabla, qu sgu, aprsnta a distribuição do corpo docnt por titulação por formação na ára do curso. TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE QTDE. PORCENTAGEM ESPECIALISTA 4 25% MESTRE 7 44% DOUTOR 5 31% TOTAL % TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE COM PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU 75% Entr 50% 75% OBSERVAÇÃO: O NÚMERO DE DOCENTES DESCRITOS NOS INDICADORES SÃO AQUELES CONTRATADOS ATÉ O PRESENTE MOMENTO 2014 PRIMEIRO SEMESTRE. PERCENTUAL DE DOUTORES TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE PERCENTUAL DE DOUTORES 31 % Maior qu 20% mnor ou igual a 35% Página 113 d 237
114 O objtivo da Faculdad é mantr altos índics, tanto d titulação quanto d ddicação ao magistério, sm prdr d vista o bom profssor, pois d nada adiantam títulos s não dsnvolvram habilidads ssnciais para obtnção d um rsultado positivo na troca na construção do conhcimnto qu s consgu a partir da rlação profssor-aluno. Aliado a ss propósito, prtnd-s qu a maioria dos docnts atu nas disciplinas com strita vinculação às áras d conhcimnto d sua qualificação xpriência profissional. Indpndntmnt d já contar com um corpo docnt titulado, a instituição d nsino continuará cuidando da mlhoria qualitativa dss componnt scolar, procurando, sob todos os mios aspctos, ofrcr ao curso um quadro docnt cada vz mais qualificado, mais titulado, com maior disposição d tmpo para ddicar-s às suas atividads d nsino também com maiors rcursos d sustntação técnica d sua atividad, m sala d aula nos vários aspctos qu intgram a atividad docnt. A procupação com a qualificação pós-graduada, stricto snsu, prmará particularmnt, o campo d formação básica d formação gral do currículo plno, procurando-s ofrcr aos futuros profissionais uma sólida formação cintífica na atividad qu dsnvolvrão. Na ára aplicada, srá procupação prioritária a Página 114 d 237
115 contratação d profssors profissionais, qu, além da capacidad magistrial comprovada, stjam no dia-a-dia da atividad cujos fundamntos aplicaçõs ministram. Sm compromtr a qualidad do nsino, na mdida do possívl, a Faculdad incntivará a obtnção da pós-graduação stricto snsu, como adicional d suas habilidads no dsnvolvimnto do nsino, m suas áras spcíficas d aplicação. Por outro lado, a instituição ofrc aos docnts o apoio ncssário ao dsnvolvimnto do nsino, m cada ára spcífica, tanto no aspcto bibliográfico como nos d informática rcursos outros qu possam contribuir para qualidad do nsino EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL A Faculdad Barrtos, para cumprir os objtivos propostos m su Plano d Dsnvolvimnto Institucional PDI, bm como para atingir o prfil do grsso do curso d graduação m Enfrmagm, prvisto nst Projto Pdagógico, stablcu como dirtriz na contratação d su corpo docnt a xpriência profissional a xpriência docnt m cursos supriors. Esta stratégia visa ofrcr aos alunos um docnt com fort nvolvimnto m sua ára d formação profissional, também, com comptência habilidads xigidas para um profssor univrsitário TEMPO DE EXERCÍCIO PROFISSIONAL NO MAGISTÉRIO SUPERIOR A maioria dos profssors possui xpriência no magistério suprior, conform a tabla abaixo: EXPERIÊNCIA NO MAGISTÉRIO SUPERIOR DOCENTES Nº. (%) D 1 a 3 anos 9 56 D 4 a 9 anos anos ou mais 1 6 TOTAL ,0% Página 115 d 237
116 Val dstacar qu 44 % do corpo docnt aprsnta xpriência acima d 4 anos como docnt m cursos supriors TEMPO DE EXERCÍCIO PROFISSIONAL FORA DO MAGISTÉRIO SUPERIOR O curso tm 100% do corpo docnt com xpriência profissional na sua ára d formação conform indica a tabla. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL DOCENTES Nº. (%) Sm xpriência 0 0 D 1 a 3 anos 7 44 D 4 a 9 anos anos ou mais 3 19 TOTAL ,0% Página 116 d 237
117 A anális das tablas antriors prmit concluir qu o corpo docnt compromissado com o curso d graduação m Enfrmagm da Faculdad Barrtos agrga a uma vasta xpriência acadêmica, uma fort vivência profissional nas rspctivas áras d formação. Para o aluno implica numa formação sólida, contxtualizada cntrada na psquisa, comptências ssnciais para o profissional d hoj ADEQUAÇÃO DA FORMAÇÃO Considra-s o critério adquação da formação, no tocant ao corpo docnt como rquisito plnamnt atndido, uma vz qu a totalidad dos docnts indicados possui graduação titulação no contxto do conhcimnto das rspctivas disciplinas. Admais, praticamnt 71,5% dos docnts possum xpriência no magistério suprior docnt ligada às disciplinas a srm ministradas DOCENTES COM FORMAÇÃO ADEQUADA ÀS DISCIPLINAS QUE MINISTRAM Todos os profssors possum formação na ára das disciplinas qu irão ministrar. TITULAÇÃO POR TITULAÇÃO Nº. (%) SEGUNDO A ÁREA (na matéria das disciplinas qu ministra) NA ÁREA EM OUTRAS ÁREAS Nº. (%) Nº (%) DOUTOR MESTRE ESPECIALISTA GRADUADO TOTAL , CONDIÇÕES DE TRABALHO Nsta catgoria avalia-s a postura da Faculdad Barrtos diant d su corpo docnt, stablcndo os rgulamntos mínimos quanto à carrira condiçõs grais do xrcício da docência. Página 117 d 237
118 REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE Os docnts do curso d Enfrmagm da Faculdad Barrtos mantém o índic d 100% m rgim d tmpo intgral parcial. No rgim d tmpo intgral, qu contabiliza 40 horas, há a prvisão d dstinar no mínimo 50% da carga horária nas atividads d planjamnto, gstão atndimnto ao aluno outras. No rgim d tmpo parcial há a prvisão d dstinação mínima d 12 horas, também com prvisão d dstinação d carga horária para as dmais atividads mncionadas acima. A tabla qu sgu aprsnta a distribuição do corpo docnt com prvisão d contratação m rgim d tmpo intgral parcial. REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE QTDE. PORCENTAGEM [%] HORISTA 0 0 INTEGRAL 6 37,5% PARCIAL 10 62,5 % TOTAL ,0 REGIME TEMPO PARCIAL E INTEGRAL 100% Maior qu 80% A figura mostra a distribuição dos docnts m função dos rgims d trabalho. Página 118 d 237
119 POLÍTICA E PLANO DE CARREIRA O Plano d Carrira Docnt rgula as condiçõs d admissão, dmissão, diritos vantagns, bm como dvrs rsponsabilidads dos mmbros do magistério suprior do Cntro Unificado d Educação Barrtos, mantndora da Faculdad Barrtos. As rlaçõs d trabalho dos mmbros do magistério suprior da Faculdad Barrtos são rgidas pla Consolidação das Lis do Trabalho. Entnd-s como atividads d magistério suprior, aqulas qu são adquadas ao sistma indissociávl do nsino, psquisa xtnsão sjam xrcidas no âmbito da Faculdad Barrtos, com o objtivo d ampliar transmitir o sabr. São também considradas como atividads d magistério, aqulas inrnts à administração scolar univrsitária, privativas d docnts d nívl suprior. A admissão d pssoal docnt faz-s mdiant contrato d trabalho clbrado com a mantndora a slção d candidatos é fita com obsrvância aos critérios stablcidos no Rgimnto da Faculdad Barrtos no Plano d Carrira Docnt. O Plano d Carrira Docnt já foi homologado junto ao Ministério do Trabalho, m CRITÉRIOS DE ADMISSÃO E DE PROGRESSÃO NA CARREIRA Os profssors da Faculdad Barrtos são contratados plo Cntro Unificado d Educação Barrtos Ltda., d acordo com as normas constants no Plano d Carrira Docnt, por indicação da Coordnadoria do Curso aprovação da Dirtoria da Faculdad. Cab às Coordnadorias d Cursos comprovarm a ncssidad da contratação d profssors, fazndo o xam das crdnciais dos intrssados, para anális final da Dirtoria, sndo considrados critérios d admissão a idonidad profissional, a capacidad didática, a intgridad moral a boa conduta pública privada, condiçõs fundamntais para o ingrsso prmanência no magistério suprior da Faculdad. No qu s rfr aos critérios d promoção na carrira d docnt, a Faculdad Barrtos adota a critérios d progrssão vrtical horizontal d su quadro, sndo a ascnsão Página 119 d 237
120 vrtical somnt possívl mdiant a titulação acadêmica a ascnsão horizontal basada m critérios stablcidos no Plano d Carrira Docnt SISTEMA PERMANENTE DE AVALIAÇÃO DOS DOCENTES O Plano d Carrira Docnt prvê a Comissão d Avaliação d Dsmpnho do Docnt qu tm como uma d suas finalidads assssorar a Dirtoria no procsso d avaliação dos profssors do quadro docnt da Faculdad Barrtos, para os fitos prvistos no plano, comptindo-lh procdr a avaliação ravaliação do dsmpnho profissional d todos os docnts, para fins d nquadramnto. Conform prvê o Plano a Comissão d Avaliação d Dsmpnho do Docnt é dirtamnt subordinada à Dirtoria ESTÍMULOS PROFISSIONAIS A Faculdad Barrtos valoriza su corpo docnt, incntivando-o no procsso d formação continuada, na participação m vntos da sua linha d psquisa, na publicação d suas produçõs no intrcâmbio com outras instituiçõs d sua ára d intrss. O Plano d Capacitação Docnt contmpla várias formas d incntivo aos docnts. APOIO À PRODUÇÃO CIENTÍFICA, TÉCNICA, PEDAGÓGICA E CULTURAL A Faculdad Barrtos adota política d apoio à produção pdagógica, cintífica, técnica, cultural artística dos sus docnts. Para tanto, disponibiliza mcanismos institucionais voltados à: Dsnvolvr difundir psquisas nas suas áras d atuação qu possam constituir-s m difrncial ftivo para Faculdad; Elaborar calndário d vntos para divulgação da produção cintífica, técnica, cultural artística dos sus docnts; Incntivar a iniciação cintífica por mio d rlacionamntos com o CNPq; Establcr ampliar políticas d parcrias com ntidads financiadoras órgãos statais para ralização d psquisas; Obtr rcursos para o financiamnto das psquisas; Página 120 d 237
121 Dispor d um quadro d psquisadors comptnts nas divrsas áras, m spcial, nas linhas d psquisa adotadas plo projto d curso; Establcr rd d intrcâmbio, com vistas ao dsnvolvimnto d programas intrinstitucionais, nacionais intrnacionais; Estimular o intrcâmbio d psquisadors da instituição, nos planos local, nacional intrnacional. APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS A Faculdad Barrtos dsnvolvrá divrsos vntos, como sminários, ciclo d dbats painéis d discussão, dntro d suas instalaçõs, para qu sus profssors participm s atualizm, sndo smpr solicitado aos docnts um ngajamnto nas atividads complmntars ao nsino d graduação, dmocratizando sua idalização, gstão xcução. Admais, incntiva-s a participação do su corpo docnt m vntos fora da Instituição, vrificando o financiamnto no tocant a inscrição, m prcntuais variando d 50 a 100% do valor total. INCENTIVO À FORMAÇÃO/ATUALIZAÇÃO PEDAGÓGICA DOS DOCENTES A Faculdad Barrtos, procupada com a formação pdagógica d docnts, tm como política promovr o dsnvolvimnto, aprimoramnto qualificação do sr humano como agnt d transformação social, contribuindo com uma altrnativa d atndimnto ducacional flxívl qu limina barriras, facilitando o acsso ao conhcimnto, pla ducação à distância prsncial. 15. RELAÇÃO ALUNOS/DOCENTE O curso d graduação m Enfrmagm da Faculdad Barrtos trá 100 vagas anuais. Para apuração dst indicador considrou-s os dois primiros anos do curso, nst sntido, o númro d alunos matriculados para st príodo um total d 200 alunos. NÚMERO MÉDIO DE ALUNOS POR DOCENTE EM DISCIPLINAS DO CURSO Atualmnt o curso tm 204 alunos matriculados conta com 16 docnts. Exist a prvisão d contratação d mais 6 docnts no ano d Númro d alunos matriculados no curso 204 Docnts no curso 16 Rlação Aluno/Docnt 12,75 Página 121 d 237
122 NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA EM DISCIPLINA TEÓRICA O númro d vagas para o curso d nfrmagm é d 100 com divisão d 50 alunos por turma. Nsta prspctiva a IES busca o concito máximo d rfrência. 16. RELAÇÃO DISCIPLINAS/DOCENTE A rlação disciplina/docnt no curso d graduação m Enfrmagm obdc às orintaçõs do instrumnto d avaliação para fins d autorização do curso. Considrando smstr a rlação ntr o numro d disciplinas por docnt é dada na tabla qu sgu: NÚMERO MÉDIO DE DISCIPLINAS POR DOCENTE O númro médio d disciplinas por docnt atnd ao concito d xclência. Havrá, m média, uma rlação d três disciplinas por profssor, conform s obsrva no quadro abaixo. PERÍODO DE REFERÊNCIA 2014 PRIMEIRO SEMESTRE Atual d Disciplinas 55 Atual d Docnts 16 Rlação Disciplinas/Docnts 3,44 PERÍODO DE REFERÊNCIA IMPLANTAÇÃO TOTAL DO CURSO Total d Disciplinas 60 Total d Docnts 22 Rlação Disciplinas/Docnts 2,73 Na dtrminação da rlação não foram considradas as atividads complmntars tndo m vista qu as msmas dvm sr ralizadas xtra-muros. Há um docnt rsponsávl pla organização acompanhamnto dstas atividads. Val obsrvar qu o rfrncial d qualidad máxima, d acordo com o Instrumnto d Avaliação para fins d Autorização do MEC é d no máximo 3 disciplinas por docnt. Página 122 d 237
123 17. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE NDE A Faculdad Barrtos tm como alicrc d sua strutura acadêmica um corpo docnt compromissado com a qualidad a xclência no nsino. Para tanto, assgura qu a coordnação d curso m conjunto com os rspctivos docnts tnham ampla participação na laboração constant rvisão do projto pdagógico do curso. Val dstacar qu a implantação condução d todas as atividads prtinnts aos cursos d graduação dvam sr conduzidas d forma conjunta colgiada o qu stá m plna sintonia com o Núclo Docnt Estruturant NDE, stablcido plo MEC. A Faculdad Barrtos ntnd qu sus cursos d graduação dvam star sob rsponsabilidad não somnt da coordnação, mas também, daquls docnts compromtidos com o dsnvolvimnto do curso COMPOSIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE NDE O NDE do curso d Enfrmagm é composto por 6 (sis) docnts, o qu corrspond a 37,5% do total d profssors do curso. Todos os docnt do NDE são contratados m rgim d tmpo parcial intgral TITULAÇÃO E FORMAÇÃO ACADÊMICA DO NDE Aprsnta-s o NDE, composto por sis docnts cuja titulação formação acadêmica são dscritas a sguir: DOCENTE ÁREA DE FORMAÇÃO TITULAÇÃO Alin Junquira Bzrra Saúd Mstr Hudson Mnzs Tavira Saúd Mstr Thiago Buosi Silva Saúd Doutor Alssandra Rgina d Andrad Silva Saúd Doutor Rodrigo Ruiz Sanchs Humanas Doutor Tamara Viga Faria Saúd Doutora Página 123 d 237
124 A figura aprsnta a distribuição dos docnts por titulação, prtncnts ao NDE: Quanto à titulação obsrva-s qu o NDE tm 100% d mstr doutors. Dsts, 4 (quatro) são doutors (75%) 2 (dois)profssors com titulação d mstr (25%). Quanto à formação na ára do curso, qual sja a ára da saúd, 89% são formados nsta ára apnas um profssor com formação m sociologia, qu é o rsponsávl plo Núclo d Extnsão Rsponsabilidad Social REGIME DE TRABALHO DO NDE Dos 6 profssors qu compõm o NDE 4 (quatro ) stão contratados m rgim d tmpo intgral (75%) 2 (dois ) m rgim parcial (25%). DOCENTE REGIME DE TRABALHO TITULAÇÃO Alin Junquira Bzrra INTEGRAL MESTRE Hudson Mnzs Tavira INTEGRAL MESTRE Thiago Buosi Silva PARCIAL DOUTOR Alssandra Rgina d Andrad Silva INTEGRAL DOUTOR Rodrigo Ruiz Sanchs INTEGRAL DOUTOR Tamara Viga Faria PARCIAL DOUTOR Página 124 d 237
125 18. TITULAÇÃO E FORMAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO A coordnação do curso d Enfrmagm é ocupada pla Profa. Mstr Alin Junquira Bzrra, portador do RG: CPF: Formada pla Escola d Enfrmagm d Ribirão Prto USP m Atuou como coordnadora d cursos d Pós-Graduação d Enfrmagm m Nfrologia, nos anos d trabalhou como docnt no príodo d 2009 à 2012 na UNIFRAN. As atribuiçõs formais sobr a função d Coordnador d Curso na Faculdad Barrtos podm sr vistas no artigo 37 do Rgimnto da Faculdad Barrtos, documnto qu é a spinha dorsal da Gstão Acadêmica da Instituição. Val dstacar algumas das funçõs primordiais dst gstor institucional: Elaborar d forma conjunta com o corpo docnt do curso os planos d nsino das disciplinas, acompanhando a xcução dos msmos zlar pla qualidad na formação do aluno; Estimular organizar as atividads intrdisciplinars do curso; Srvir como agnt d intgração ntr os profssors do curso; Estimular a psquisa como princípio ducativo garantindo a formação d profissionais psquisadors não psquisadors profissionais; Incntivar su corpo docnt na laboração ofrcimnto d atividads d xtnsão à comunidad intrna xtrna da IES; Página 125 d 237
126 Zlar plo cumprimnto, pla aplicação pla qualidad do Projto Pdagógico do Curso, bm como propor altraçõs nst projto quando stas form ncssárias. É important rssaltar, no ntanto, no curso d Enfrmagm o Coordnador tm uma atuação dcisiva fundamntal para o su sucsso, bm como os dmais componnts do Núclo Docnt Estruturant. No dia-a-dia, o Coordnador stará smpr disponívl para atndimnto aos alunos docnts, sja pssoalmnt, sja por -mail ou tlfon. Na ausência do Coordnador, ou na impossibilidad d contatá-lo, os alunos docnts podrão rcorrr smpr ao Dirtor Acadêmico qu, por sua vz, é o agnt qu stimula os Coordnadors a s nvolvrm a s compromtrm com as açõs pdagógicas stablcidas para a Faculdad Barrtos REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR DO CURSO O rgim d trabalho do coordnador do curso d nfrmagm é d tmpo intgral, ou sja, 40 horas smanais. Dvrá também ministrar aulas para qu xista contato com o su corpo discnt COMPOSIÇÃO E FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE D acordo com o Rgimnto os Colgiados d Curso têm por finalidad a xcução das atividads d nsino xtnsão a promoção da psquisa, nas difrnts spcialidads culturais, técnicas cintíficas. O Colgiado d Curso é constituído: I - Plo Coordnador do Curso, su Prsidnt; II - Por cinco (5) rprsntants do corpo docnt, litos plos sus pars; III - Por um (1) rprsntant do Corpo Discnt, dsignado plo órgão d rprsntação studantil dntr os alunos rgularmnt matriculados. Cab ao Colgiado d Curso, na organização d sus programas, distribuir os trabalhos d nsino psquisa d forma a harmonizar os sus intrsss com as procupaçõs cintífico-culturais dominants do su pssoal docnt. Página 126 d 237
127 Cada Colgiado d Curso é prsidido plo Coordnador do Curso, dsignado plo Dirtor Gral. O Coordnador do Curso pod scolhr livrmnt, dntr os mmbros do Colgiado d Curso, aquls qu dvam xrcr as funçõs d Scrtário Suplnt d Scrtário, durant o su mandato. Incumb a cada Colgiado d Curso: I - Excutar as tarfas d nsino xtnsão promovr a psquisa; II - Manifstar-s, m parcr ou informação, acrca d assuntos sobr os quais tnha sido consultado plo Conslho Suprior, plo Conslho Acadêmico ou pla Dirtoria Gral; III - Manifstar-s sobr pdidos d afastamnto, licnça disponibilidad d su pssoal docnt; IV - Colaborar com o Conslho Acadêmico na organização dos planos grais d nsino no xam d procssos d transfrência, adaptaçõs, aprovitamnto d studos dispnsa d componnts curriculars; V - Organizar, rvr aprovar, priodicamnt, os programas d nsino; ncaminhando-os ao Conslho Acadêmico; VI - Opinar a rspito d candidatos ao xrcício do magistério; VII - Indicar profssors visitants; VIII - Solicitar a participação d sus rprsntants m congrssos dmais crtams cintíficos culturais, dntro das disponibilidads financiras spcíficas; IX - Sugrir ao Dirtor Gral os noms qu dvam compor bancas xaminadoras d concursos; X - Elaborar a proposta orçamntária rlativa às dspsas do Colgiado d Curso, com as rspctivas justificativas; XI - Conhcr os rcursos d alunos contra atos d profssors, assim como outros rcursos qu lh sjam concrnnts; XII - Dsincumbir-s d outras atribuiçõs qu lh stjam prvistas no Rgimnto ou qu dcorram d su campo d dcisão rsponsabilidad. Página 127 d 237
128 19. INFRA-ESTRUTURA FÍSICA E TECNOLÓGICA INSTALAÇÕES FÍSICAS As instalaçõs da Faculdad Barrtos, spcificando aqulas rlativas ao curso d Enfrmagm, atnd à strutura do curso, possibilitando o suport físico, bm como o d quipamntos, matrial srviços, ncssários ao plno dsnvolvimnto das atividads prvistas no projto pdagógico adquadas à convivência acadêmica dos alunos, profssors pssoal técnico administrativo. São dscritas nst projto pdagógico as instalaçõs da Unidad II da Faculdad Barrtos, conform consta no ANEXO VI SALAS DE AULA A Faculdad Barrtos possui 28 salas d aula com tamanhos difrnciados, comportando turmas d 40 a 80 alunos ofrcndo todas as condiçõs ncssárias para possibilitar o mlhor dsmpnho docnt discnt. Todas as salas d aula atndm aos padrõs xigidos quanto à dimnsão, luminosidad, acústica vntilação. O mobiliário atnd as spcificaçõs rgonômicas satisfaz as xigências m rlação aos aspctos d saúd dos profssors. Para o conforto dos alunos profssors, todas as salas são climatizadas. No quadro a sguir são idntificadas as salas d aula dstinadas aos cursos d graduação da UNIDADE II da Faculdad Barrtos: BLOCO 2 NOMENCLATURA DAS DEPENDÊNCIAS ÁREA UNID SALA DE AULA 1 50,80 m² SALA DE AULA 2 50,80 m² SALA DE AULA 3 50,80 m² SALA DE AULA 4 50,80 m² SALA DE AULA 5 50,80 m² SALA DE AULA 6 50,80 m² SALA DE AULA 7 50,80 m² CIRCULAÇÃO INTERNA CORREDORES 233,48 m² SALA DE AULA 8 65,60 m² SALA DE AULA 9 98,80 m² SALA DE AULA 10 62,80 m² SALA DE AULA 11 78,80 m² SALA DE AULA 12 50,80 m² SALA DE AULA 13 50,80 m² SALA DE AULA 14 50,80 m² Página 128 d 237
129 BLOCO 2 NOMENCLATURA DAS DEPENDÊNCIAS ÁREA UNID SALA DE AULA 15 50,80 m² SALA DE AULA 16 50,80 m² SALA DE AULA 17 66,80 m² SANITÁRIO FEMININO ALUNOS 25,23 m² SANITÁRIO FEMININO ALUNOS DE PORTADORES DE DEFICIÊNCIA FISICA 3,75 m² SANITÁRIO MASCULINO ALUNOS 25,23 m² SANITÁRIO MASCULINO ALUNOS DE PORTADORES DE DEFICIÊNCIA FISICA 3,75 m² SALA DE AULA 18 64,80 m² SALA DE AULA 19 62,80 m² SALA DE AULA 20 62,80 m² SALA DE AULA 21 62,80 m² SALA DE AULA 22 62,80 m² SALA DE AULA 23 62,80 m² SALA DE AULA 24 62,80 m² SALA DE AULA 25 62,80 m² SALA DE AULA 26 62,80 m² SALA DE AULA 27 62,80 m² SALA DE AULA 28 62,80 m² SUB-TOTAL 1589,84 m² INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS Os stors administrativos possum infrastrutura física d quipamntos compatívis à dmanda contam com um corpo administrativo qualificado. ÁREA ÚTEIS DAS DEPENDÊNCIAS DA UNIDADE II DA FACULDADE BARRETOS BLOCO 1 NOMENCLATURA DAS DEPENDÊNCIAS ÁREA UNID SALA DE REUNIÕES 28,00 m² VESTIÁRIO/REFEITÓRIO/CONVIVIO FUNCIONÁRIOS 24,15 m² SANITÁRIO MASCULINO DE CONVIVIO 4,05 m² SANITARIO FEMININO DE CONVIVIO 4,05 m² ALMOXARIFADO GERAL 22,80 m² ALMOXARIFADO LIMPEZA 7,99 m² CAFÉ 7,71 m² DIRETORIA 1 12,78 m² DIRETORIA 2 12,78 m² DIRETORIA 3 12,78 m² SECRETARIA /ESPERA 38,16 m² BANHEIRO 1 3,12 m² BANHEIRO 2 3,12 m² BANHEIRO 3 2,86 m² CONTABILIDADE/RECURSOS HUMANOS 19,95 m² SECRETARIA 51,66 m² DCR 13,64 m² TESOURARIA/CHEFIA 9,08 m² CAIXAS 12,51 m² RECEPÇÃO 54,74 m² LABORATÓRIO INFOMÁTICA 1 48,80 m² LABORATÓRIO INFOMÁTICA 2 48,80 m² LABORATÓRIO INFOMÁTICA 3 49,60 m² Página 129 d 237
130 ÁREA ÚTEIS DAS DEPENDÊNCIAS DA UNIDADE II DA FACULDADE BARRETOS BLOCO 1 NOMENCLATURA DAS DEPENDÊNCIAS ÁREA UNID ANFITEATRO 367,23 m² CIRCULAÇÃO INTERNA CORREDORES 226,50 m² COORDENAÇÃO DE CURSO 1 9,71 m² COORDENAÇÃO DE CURSO 2 9,88 m² COORDENAÇÃO DE CURSO 3 9,72 m² COORDENAÇÃO DE CURSO 4 9,72 m² COORDENAÇÃO DE CURSO 5 9,87 m² COORDENAÇÃO DE CURSO 6 9,72 m² CIRCULAÇÃO DA COORDENAÇÃO 10,62 m² SALA DOS PROFESSORES 54,80 m² COPA DA SALA DOS PROFESSORES 12,57 m² BANHEIRO DA SALA DOS PROFESSORES 9,70 m² BIBLIOTECA 210,80 m² SANITÁRIO FEMININO ALUNOS 21,15 m² SANITÁRIO FEMININO ALUNOS DE PORTADORES DE DEFICIÊNCIA FISICA 3,75 m² SANITÁRIO MASCULINO ALUNOS 21,15 m² SANITÁRIO MASCULINO ALUNOS DE PORTADORES DE DEFICIÊNCIA FISICA 3,75 m² XEROX/PAPELARIA 8,70 m² DEPÓSITO 5,61 m² POSTO BANCÁRIO 8,41 m² ÁREA LIVRE COBERTA DA CANTINA 46,86 m² CANTINA 23,60 m² SUB-TOTAL 1586,95 m² INSTALAÇÕES PARA DOCENTES A sala dos profssors é ampla, com crca d 70 m 2, climatizada, com iluminação adquada, tndo acsso dirto à sala dos coordnadors. A sala stá quipada com msa, cadiras, tlfon, computador com acsso à intrnt, quadro d avisos armários individuais para os profssors. Em anxo, xist uma ára dstinada à copa, com caftira, forno microondas, bbdouro, pia utnsílios. As instalaçõs sanitárias são xclusivas para os docnts INSTALAÇÕES PARA A COORDENAÇÃO DO CURSO A sala dos Coordnadors d Curso é dividida m gabints d trabalho, individuais, quipados com msas, cadiras, armários, tlfon computadors com acsso à intrnt. O ambint é climatizado dvidamnt iluminado, funcionando das 7:30 às 22:30h. Página 130 d 237
131 INSTALAÇÕES DO ANFITEATRO O anfitatro é utilizado para atividads divrsas como: sminários, painéis, palstras, aprsntaçõs artísticas culturais, dntr outros vntos. Equipado com som projtor d imagm, assntos almofadados ar condicionado, favorc a ralização d inúmros vntos, inclusiv os patrocinados pla comunidad m gral. Há um ambint d 367,23 m², sala d áudio palco, com capacidad para 400 pssoas INSTALAÇÕES SANITÁRIAS As instalaçõs sanitárias atndm confortavlmnt a dmanda, stando distribuídas quitativamnt nos dois blocos do prédio. Existm instalaçõs spcíficas para o atndimnto às pssoas com ncssidads spciais ou mobilidad rduzida. A manutnção limpza dos sanitários são ralizadas diariamnt por mprsa trcirizada CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS A Unidad II da Faculdad Barrtos, instalada m 2010, ond funcionam os cursos d graduação pós-graduação, foi construída atndndo a todos os rquisitos para portadors d ncssidads spciais ou com mobilidad rduzida, não possuindo barriras arquittônicas. Ainda m consonância com o qu stablc a Norma Brasil 9050, da Associação Brasilira d Normas Técnicas, na part qu trata da acssibilidad d pssoas portadoras d dficiências dificaçõs, spaços, mobiliários quipamntos urbanos, a Faculdad Barrtos assum o compromisso formal d proporcionar, quando solicitada, aos dficints visuais aos alunos com dficiência auditiva todo apoio ncssário a qu cumpram a intgração curricular do curso intrssado. Sm prjuízo d acssibilidad às dmais dpndências da infrastrutura física, ssas normas privilgiarão o acsso d dficints à bibliotca, laboratórios spaços d convivência. Página 131 d 237
132 INFRA-ESTRUTURA DE SEGURANÇA A Faculdad Barrtos tm, nos três xpdints m qu s ncontra abrta, portiros, além d vigilants com rádio d intrcomunicação qu circulam m todos os sus ambints. Exist rd d protção contra incêndio sistma complto d tlfonia nos dois blocos do prédio da faculdad EQUIPAMENTOS O dsmpnho comptnt, m qualqur profissão, rclama o conhcimnto a prática d instrumntal tcnológico d multimios. O funcionamnto d uma IES prssupõ a disponibilidad dsss rcursos a prsnça d opradors capazs d propiciar uma gstão ficint dos msmos d nsinar como utilizá-los, sgundo os programas no projto d cada curso ofrcido. Admais, os rcursos tcnológicos d multimios dvm funcionar, também, como vias d intgração da faculdad com a comunidad, mdiant atividads complmntars, xtnsionistas d srviços, d carátr intrdisciplinar, inclusiv como forma d conhcr mlhor o mrcado d trabalho. A Faculdad Barrtos assum o fort compromisso d aliar tcnologia ao curso d Enfrmagm, disponibilizando computadors d primira linha a alunos profssors ACESSO A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA PELOS DOCENTES A Faculdad Barrtos disponibiliza divrsos locais quipados com rcursos d informática para os profssors do curso d Enfrmagm, visando ao dsnvolvimnto das atividads docnts d nsino, psquisa xtnsão. São disponibilizados computadors para acsso xclusivo do corpo docnt na sala dos profssors nos gabints d atndimnto aos alunos, para trabalhos individuais d produção d matrial scrito gráfico qu rqurm uso d procssadors d txto, programas d aprsntação multimídia acsso à intrnt. Página 132 d 237
133 ACESSO A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA PELOS ALUNOS A Faculdad Barrtos disponibiliza à sus alunos quatro laboratórios d informática, quipados com computadors (com a strutura d hardwar softwar adquada) acsso à intrnt. Sus projtors micros possum a sguint configuração: Projtors Epson Powrlit S8-800x600 com 2500 ANSI Lumns; 50 Computadors Dll Optiplx com procssador Cor 2 Duo 2,93 GHz E7500, 2 GB d mmória, 160 GB d disco dmais componnts; 50 computadors divididos m Intl Clron d 2,5 GHz com 512 MB d mmória, 80 GB d disco Litor d CD/DVD computadors com1 GB d mmória, 160 GB d disco Litor d CD/DVD. São disponibilizados ainda computadors na bibliotca com a msma configuração dos quipamntos do laboratório d informática, proporcionando aos alunos amplo acsso m horários altrnativos às atividads m sala d aula RECURSOS AUDIOVISUAIS E MULTIMÍDIA A Faculdad Barrtos tm, m sua infrastrutura d apoio pdagógico, uma grand alavanca tcnológica para a ralização d aulas, runiõs vntos na instituição. A utilização d dispositivos audiovisuais, principalmnt os mais usados m sala d aula, como TV, vído, rtroprojtor, computador projtor multimídia facilitam o fazr pdagógico. A Faculdad Barrtos possui um programa d manutnção prvntiva, bm como invst na prparação d rcursos humanos qualificados para su uso, para um rápido atndimnto aos profssors m sala d aula, além d propiciar orintaçõs in loco capacitaçõs smstrais aos sus docnts sobr o corrto uso dos aparlhos ltrônicos, contribuindo assim para a maximização dos rcursos disponívis RECURSOS TECNOLÓGICOS E DE MULTIMEIOS O dsmpnho comptnt, m qualqur profissão, rclama o conhcimnto a prática d instrumntal tcnológico d multimios. O funcionamnto d uma IES prssupõ a disponibilidad dsss rcursos a prsnça d opradors capazs d propiciar uma Página 133 d 237
134 gstão ficint dos msmos d nsinar como utilizá-los, sgundo os programas no projto d cada curso ofrcido. Admais, os rcursos tcnológicos d multimios dvm funcionar, também, como vias d intgração da faculdad com a comunidad, mdiant atividads complmntars, xtnsionistas d srviços, d carátr intrdisciplinar, inclusiv como forma d conhcr mlhor o mrcado d trabalho. Dsd o início d suas atividads, a Faculdad Barrtos vm aliando tcnologia aos cursos qu ofrc, contando com computadors d bom dsmpnho para alunos profssors, bm como ofrtando disciplinas curriculars d tmas corrlatos. Os profssors também têm livr acsso ao laboratório d informática composto por 100 computadors qu contam com vários softwars, além do pacot Microsoft Offic. São ofrcidos ainda computadors para a psquisa d priódicos na bibliotca com a msma configuração dos quipamntos do laboratório d informática, proporcionando aos alunos amplo acsso m horários altrnativos às atividads m sala d aula. A Faculdad Barrtos tm, m sua infrastrutura d apoio pdagógico, uma grand alavanca tcnológica para a ralização d aulas, runiõs vntos na instituição. A utilização d dispositivos audiovisuais, principalmnt os mais usados m sala d aula, como TV, vído, rtro-projtor, lousa digital, computador projtor multimídia qu facilitam o fazr pdagógico. Em su Plano d Dsnvolvimnto Institucional (PDI) a Faculdad Barrtos aprsnta um programa d ampliação atualização dos sus rcursos audiovisuais, a partir da quantidad xistnt atualmnt, conform o rprsntado no quadro sguint: TIPO DE EQUIPAMENTO QUANTIDADE Caixa d som 8 Tla para projção 13 Msa d som 1 Computadors 18 Projtor multimídia 16 Microfon com fio 3 Micorfon sm fio 3 Página 134 d 237
135 Os quipamntos ofrcidos para os profssors alunos, nos divrsos spaços xistnts na Faculdad Barrtos stão conctados à rd d comunicação cintífica, prmitindo acsso aos sus usuários via Intrnt. 20. SERVIÇOS A Faculdad Barrtos dispõ d quip d srviços grais, apta à manutnção consrvação d suas struturas físicas d quipamntos, d forma a garantir sua qualidad disponibilidad, sm intrrupção ou intrfrência nas atividads acadêmicas MANUTENÇÃO DAS INSTALAÇÕES FÍSICAS A manutnção consrvação dos laboratórios inclum os d nsino d graduação os d psquisa, sndo xcutada por pssoal spcializado ou trinado para xrcr stas funçõs. A coordnação dos trabalhos d manutnção consrvação das instalaçõs stá a cargo d um profissional habilitado para idntificar a ncssidad d intrvnção prvntiva, corrtiva /ou d mrgência MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS A Faculdad Barrtos conta com strutura local d manutnção d todos os sus laboratórios somnt, m carátr xcpcional, sgotadas as condiçõs intrnas, é qu podrá sr acionado o auxilio xtrno, por profissionais ou mprsas spcializadas. Intrnamnt, a manutnção é fita prmanntmnt m carátr prvntivo. Através d trinamntos orintaçõs aos divrsos usuários, inclusiv alunos profssors, qu dvm s comportar d acordo com as rcomndaçõs técnicas, na utilização dos computadors. No plano corrtivo, as providências dvm sr tomadas plo pssoal spcializado, qu rspond pla administração do sistma, não podndo os usuários tomar iniciativas, quanto à instalação d programas ou outras açõs qu dsconfigurm a formatação do uso institucional. Página 135 d 237
136 21. BIBLIOTECA A Bibliotca Rachl d Quiroz da Faculdad Barrtos é um núclo cntral d rfrência, sndo cadastrada dvidamnt no Conslho Rgional d Bibliotconomia foi instituída com a finalidad d forncr à comunidad acadêmica apoio bibliográfico suport informacional ncssários ao dsnvolvimnto adquado dos programas d nsino, maximizando o procsso d aprndizagm iniciado m sala d aula. Como órgão suplmntar a Bibliotca stá vinculada à Dirtoria da Faculdad Barrtos mantndo rlacionamnto sistêmico com os dmais stors constituindo-s m frramnta d apoio às atividads fins d nsino, psquisa xtnsão da Instituição APRESENTAÇÃO A Bibliotca Rachl d Quiroz stá localizada na Faculdad Barrtos, à Avnida C-12 n o 1555, Bairro Cristiano d Carvalho, m Barrtos-SP. Informatizada, a bibliotca disponibiliza acsso dirto aos livros plos próprios alunos, ambints individuais d studos, ambints para grupos d studos, ofrc também consultas, rsrvas rnovação d livros via Intrnt. A bibliografia básica complmntar solicitada plos docnts do curso stá disponívl aos alunos do curso d Enfrmagm ESPAÇO FÍSICO As instalaçõs da Bibliotca da Faculdad Barrtos aprsntam condiçõs adquadas quanto à ára física, com 210,80 m 2. O su mobiliário é adquado modrno, d acordo com os princípios rcomndados para as bibliotcas univrsitárias. O acrvo stá acomodado m stants, dvidamnt distribuído m colçõs spcíficas. Os priódicos spcializados contam com stants xpositoras para os títulos corrnts. As instalaçõs para os studos individuais são adquadas no qu s rfr ao spaço físico, mobiliário, vntilação climatização, iluminação acssibilidad. Os studos m grupo contam também com adquadas instalaçõs m todos os parâmtros d anális. As instalaçõs favorcm o acsso dos alunos, profssors funcionários da Faculdad Barrtos ao acrvo INSTALAÇÕES PARA O ACERVO A disposição do acrvo obdc aos padrõs d qualidad xigidos para uma bibliotca univrsitária, garantido o livr acsso, possibilitando rapidz qualidad às consultas. Página 136 d 237
137 INSTALAÇÕES PARA ESTUDOS INDIVIDUAIS A Bibliotca da Faculdad Barrtos conta com baias para os studos individuais, assim como msas cadiras. O mobiliário garant comodidad aos usuários, aprsntando condiçõs idais quanto à vntilação climatização, iluminação, acssibilidad limpza INSTALAÇÕES PARA ESTUDOS EM GRUPOS São m númro d três salas, possum cada uma, msa cinco cadiras. Os spaços proporcionam a rsrva ncssária para o tipo d atividad qu nls são dsnvolvidos. Por starm insridos no corpo da bibliotca, stão atndidos os aspctos d iluminação, vntilação climatização, acústica limpza ACERVO O acrvo da Bibliotca da Faculdad Barrtos compõ-s d livros, priódicos, DVDs, CD-Rom, rvistas jornais LIVROS A quantidad d títulos xmplars d livros no acrvo da Bibliotca é satisfatória para atndr ao númro d vagas/alunos à bibliografia básica complmntar xigida para as disciplinas do primiro sgundo ano do curso d Enfrmagm, smpr atndndo a proposta pdagógica nunciada. O acrvo é atualizado s ncontra m xclnt stado d consrvação, atndndo plnamnt aos programas das disciplinas, conform o qu s pod vrificar no nunciado das mntas das disciplinas. As tablas qu sgum aprsntam os livros adquiridos para atndrm ao alunos do Curso d graduação m Enfrmagm. Página 137 d 237
138 CURSO DE EMFERMAGEM PRIMEIRO SEMESTRE - PRIMEIRO ANO SOCIOLOGIA, ANTROPOLOGIA E FILOSOFIA CHAUÍ, Marilna Convit à Filosofia Ática d. 12 LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina d Andrad RABUSKE, Edvino, A. Sociologia gral Atlas d. 14 Antropologia filosófica: um studo sistmático BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Vozs ADAM, Philipp. BIANCO, Bla Fldman. LAPLANTINE, F. KRUPPA, P. Sonia M. RODRIGUES, Nidson. Sociologia da donça da mdicina Idntidads: studo d cultura podr Aprndr antropologia Sociologia da Educação Da mistificação da scola à scola ncssária Edusc Hucitc Brasilins INICIAÇÃO À PESQUISA EM ENFERMAGEM Cortz Cortz d. 12 Autor Título Editora Ano CERVO, Luiz A.; BERVIAN, Pdro A. KELLER, Vicnt; BASTOS, Clvrson. SEVERINO, A. J. Mtodologia cintífica: para uso dos studants univrsitários Aprndndo a aprndr: introdução à mtodologiacintífica Mtodologia do Trabalho Cintífico Parson Prntic Hall BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Ediçã o Quantid ad Vozs d. 12 Cortz d. 16 FAZENDA, Ivani (Org) A psquisa m ducação as transformaçõs do conhcimnto Fundamntos d Mtodologia Cintífica Papirus d. 13 LAKATOS, E. M., MARCONI, M. A. Atlas d. 3 POLIT, D.F., HUNGLER. Fundamntos d Artmd d. 3 Página 138 d 237
139 v/pubmd psquisa m nfrmagm: métodos, avaliação utilização LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO AQUINO, Rnato. Intrprtação d txto Elsvir CUNHA, Clso. LINDLEY CINTRA, Luis F. KOCH, Ingdor Villaça. Nova gramática do português contmporâno Introdução a lingüística d. 27 Martins Fonts BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR d. 12 MEDEIROS, João Bosco. TERRA, Ernani. b/arquivos/pdf/profa/col_2. pdf m/gramatica/ Português instrumntal Curso prático d gramática Atlas d. 3 Scipion ANATOMIA DESCRITIVA E TOPOGRÁFICA I HEIDEGGER, Wolf G. HEIDEGGER, Wolf G. MOORE, K. L.; DALLEY, A. F. SOBOTTA, J. Wolf-Widggr - Atlas d Anatomia Humana, vol. 1. Wolf-Widggr - Atlas d Anatomia Humana, vol. 2. Anatomia Orintada para a Clínica Sobotta - Atlas d Anatomia Humana Guanabara Koogan Guanabara Koogan Guanabara Koogan Guanabara Koogan BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR d d d d. 30 DANGELO, José Graldo; FATTINI, Carlo Américo. DOMINGUES, T.A.M.; CHAVES, E.C. Anatomia humana: sistêmica sgmntar O conhcimnto cintífico como valor no agir do nfrmiro Athnu d. 3 Rvista da scola d nfrmag m da USP Página 139 d 237
140 TORTORA, Grard J. TORTORA, Grard J.; GRABOWSKI, Sandra Rynolds. nttratlasdanatomia/sit/ downloads/nttranatomia-000.pdf. Princípios d anatomia humana Corpo humano: fundamntos d anatomia fisiologia Guanabara Koogan d. 3 Artmd d BIOLOGIA CELULAR E HISTOLOGIA HUMANA DE ROBERTIS, Eduardo D. P. t al. GARTNER, Lsli P.; HIATT, Jams L. PASTERNAK, Jack, J. Biologia clular Molcular Tratado d histologia Gnética molcular humana: Mcanismos das donças hrditárias Guanabara Koogan, Guanabara Koogan, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR d. 12 Manol CORMACK, David H. JUNQUEIRA, Luiz C.; CARNEIRO, José. alizada.com v/pubmd ot.com.br/ Fundamntos d histologia. Histologia básica: txto/atlas. Guanabara Koogan Guanabara Koogan d d HISTÓRIA DA ENFERMAGEM: BASES TEÓRICAS E FILOSÓFICAS Página 140 d 237 LIMA, Maria José d O qu é nfrmagm Brasilins MCEWEN, Mlani; WILLS, Evlyn M. PORTO, Frnando; AMORIM, N; BARREIRA, L. A.; SANTOS, TCF. Bass tóricas para nfrmagm História da nfrmagm Brasilira: lutas, ritos mblmas Artmd d. 12 Águia Dourada BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARANHA, Maria Lúcia d Arruda; MARTINS, Maria Filosofando: Introdução à filosofia Modrna d. 3
141 Hlna Pirs CARRARO, Tlma Elisa GEOVANNI, Tlma; MOREIRA, Almrinda; DORNELLES, Soraia; MACHADO, Willian C.A. RIZZOTTO, Maria Lucia Frizon Enfrmagm assistência: rsgatando Flornc Nigtingal História da Enfrmagm: Visõs Intrprtaçõs História da nfrmagm suas rlaçõs com a saúd pública AB Rvintr AB FUNDAMENTO DE ENFERMAGEM I MCEWEN, Mlani; WILLS, Evlyn M. SMELTZER, Suzann C. t al. POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin Bass tóricas para nfrmagm Brunnr&Suddarth Tratado d nfrmagm médicocirúrgica Fundamntos d nfrmagm Artmd d. 12 Guanabara Koogan BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR d. 36 Elsvir d. 15 CASSIANE, Silvia Hlna d Bortoli; UETA, Julita SWEARINGEN, Pamla L.; HOWARD, Chri A POSSO, Maria Blén Salazar A sgurança dos pacints na utilização da mdicação Atlas fotográfico d procdimntos d nfrmagm Smiologia smiotécnica d nfrmagm Arts médicas Artmd d. 3 Athnu SEGUNDO PERÍODO PRIMEIRO ANO FUNAMENTOS, MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA EM ENFERMAGEM CERVO, Luiz A.; BERVIAN, Pdro A. Mtodologia cintífica: para uso dos studants Parson Prntic Página 141 d 237
142 KELLER, Vicnt; BASTOS, Clvrson SEVERINO, A. J. univrsitários Aprndndo a aprndr: introdução à mtodologia cintífica Mtodologia do Trabalho Cintífico Hall BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Vozs d. 12 Cortz d. 16 FAZENDA, Ivani (Org) LAKATOS, E. M., MARCONI, M. A. POLIT, D.F., HUNGLER. v/pubmd A psquisa m ducação as transformaçõs do conhcimnto Fundamntos d Mtodologia Cintífica. Fundamntos d psquisa m nfrmagm: métodos, avaliação utilização. Papirus d. 13 Atlas d 3 Artmd d ENFERMAGEM EM SAÚDE AMBIENTAL BRASIL JATENE, Adib D. LOUREIRO C. F. t al. Li d Dirtrizs Bass da Educação Nacional - NO 9394/96 Mdicina, saúd socidad Socidad Mio ambint: A ducação ambintal m dbat Athnu Cortz BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HELMAN, Ccil G. Cultura, Saúd Donça Artmd d. 3 LEPSCH. I.F. Formação Oficina d consrvação d solos Txtos d. 3 REIGOTA M. Mio ambint rprsntação social Cortz io-ambint Página 142 d 237
143 ANATOMIA DESCRITIVA E TOPOGRÁFIA II HEIDEGGER, Wolf G. HEIDEGGER, Wolf G. MOORE, K. L.; DALLEY, A. F. SOBOTTA, J. Wolf-Widggr - Atlas d Anatomia Humana, Vol. 1 Wolf-Widggr - Atlas d Anatomia Humana, Vol. 2 Anatomia Orintada para a Clínica Sobotta - Atlas d Anatomia Humana Vol. 1-2 Guanabara Koogan Guanabara Koogan Guanabara Koogan Guanabara Koogan d d d d 20 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DANGELO, José Graldo; Anatomia humana: FATTINI, Carlo Américo sistêmica sgmntar Athnu , d 3 TORTORA, Grard J. Princípios d anatomia Guanabara humana Koogan d 3 TORTORA, Grard J.; Corpo humano: GRABOWSKI, Sandra fundamntos d Artmd d 3 Rynolds anatomia fisiologia EMBRIOLOGIA E GENÉTICA GARCIA, Sonia Maria Laur d; FERNÁNDEZ, Casimiro García MOORE, Kith L.; PERSAUD, T.V.N. STRANCHAN, Tom Embriologia Artmd d 12 Embriologia clínica Elsvir Gnética Molcular Humana. Artmd BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DE ROBERTIS, Eduardo Biologia clular Guanabara D. P. t al. Molcular Koogan GARTNER, Lsli P.; Tratado d histologia: Guanabara HIATT, Jams L. m cors Koogan d postiladmbriologiagn tica.pdf Página 143 d 237
144 FISIOLOGIA I BERNE, Robrt M. t al. Fisiologia. Elsvir d 12 GUYTON, Arthur C.; HALL, John Edward HALL, John Edward; GUYTON, Arthur C. Fisiologia humana mcanismos das donças Tratado d Fisiologia Médica Guanabara Koogan BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR d 12 Elsvir d 12 AIRES, Margarida d Mllo PORTH, Carol Mattson TORTORA, Grard J.; GRABOWSKI, Sandra Rynolds Fisiologia Fisiopatologia Corpo humano: fundamntos d anatomia fisiologia Guanabara Koogan Guanabara Koogan d d. 3 Artmd d BIOFÍSICA E BIOQUÍMICA GARCIA, E. A. C. LEHININGUER, A. L.; NELSON, D.L.; COX, M. M. MOURÃO JÚNIOR, Carlos Albrto; ABRAMOV, DimitriMarqus Biofísica Princípios d Bioquímica Biofísica ssncial Sarvir Editora d Livros Médicos Sarvir d 20 Guanabara Koogan BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAMPE, P. C.; HARVEY, R. A. Bioquímica Ilustrada Artmd BAYNES, John W. Bioquímica médica Elsvir d. 12 MARZZOCO, A; TORRES, Guanabara Bioquímica Básica B. B. Koogan biologia/biofisica/ cincias/bioquimica/ Página 144 d 237
145 FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin SEIDEL, H.M.; BALL, J.W.; DAINS, J.E.; BENEDICT, G.W SMELTZER, Suzann C. t al. Fundamntos d nfrmagm Mosby, Guia Prático d Exam Físico Brunnr&Suddarth Tratado d nfrmagm médicocirúrgica Elsvir d 15 Elsvir d 12 Guanabara Koogan BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR d 36 CASSIANE, Silvia Hlna d Bortoli; UETA, Julita MCEWEN, Mlani; WILLS, Evlyn M. POSSO, Maria Blén Salazar SWEARINGEN, Pamla L.; HOWARD, Chri A. A sgurança dos pacints na utilização da mdicação Bass tóricas para nfrmagm Smiologia smiotécnica d nfrmagm Atlas fotográfico d procdimntos d nfrmagm Arts médicas Artmd d 12 Athnu Artmd d v/pubmd TERCEIRO PERÍODO SEGUNDO ANO SOCIEDADE, CULTURA E ENFERMAGEM GEERTZ, Clifford JATENE, Adib D. SOUZA, Maria Luiza d A intrprtação das culturas Mdicina, saúd socidad Dsnvolvimnto d comunidad participação BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LTC Athnu Cortz VASCONCELOS, Eymard Mourão t al. HELMAN, Ccil G. GUALDA, Dulc Maria Rosa Editora Hucitc d 15 Artmd d 3 Educação popular atnção à saúd da família Cultura, Saúd Donça Enfrmagm, Cultura E O Procsso Saúdcon Editora Página 145 d 237
146 Donça FARMACOLOGIA GOODMAN; Gilman RANG, H. P.; DALE, M. M. SPERHEIM, Mary Kan As bass farmacológicas da trapêutica Rang & Dal Farmacologia Farmacologia para Enfrmagm Guanabara Koogan d 12 Elsvir d 12 Guanabara Koogan BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR d 12 ANSEL, Howard C. CASSIANE, Silvia Hlna d Bortoli; UETA, Julita SILVA, P. sits/dfault/fils/boas- praticas-calculo-sguro- volum-1-rvisao-das- opracos-basicas_0.pdf sits/dfault/fils/boas- praticas-calculo-sguro- volum-2-rvisao-das- opracos-basicas_0.pdf Cálculos farmacêuticos A sgurança dos pacints na utilização da mdicação Farmacologia Artmd 12. d Arts médicas Guanabara Koogan d FISIOLOGIA II BERNE, Robrt M. t al. Fisiologia Elsvir d 12 GUYTON, Arthur C.; HALL, John Edward HALL, John Edward; GUYTON, Arthur C. Fisiologia humana mcanismos das donças Tratado d Fisiologia Médica Guanabara Koogan BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR d 12 Elsvir d 12 Página 146 d 237
147 AIRES, Margarida d Mllo PORTH, Carol Mattson TORTORA, Grard J.; GRABOWSKI, Sandra Rynolds Fisiologia Fisiopatologia Corpo humano: fundamntos d anatomia fisiologia Guanabara Koogan Guanabara Koogan d d 3 Artmd d MICROBIOLOGIA DE ROBERTIS, Biologia clular Guanabara Eduardo D. P. t al. Molcular Koogan Fisiologia humana GUYTON, Arthur C.; Guanabara mcanismos das HALL, John Edward Koogan donças d. 12 MURRAY, Patrick R Microbiologia médica Elsvir d. 12 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEVINSON, Warrn; JAWETZ, Ernst. RIBEIRO, MariaglaCagnoni; SOARES, Maria Magali S. R. PORTH, Carol Mattson TORTORA, Grard J.; CASE, Christin L.; FUNKE, Brdll R Microbiologia médica imunologia Microbiologia prática: rotiro manual Fisiopatologia Artmd d. 4 Athnu Guanabara Koogan d. 3 Microbiologia Artmd PARASITOLOGIA NEVES, David Prira Parasitologia humana Athnu d. 12 JATENE, Adib D. Mdicina, saúd Athnu REY, Luís socidad Bass da parasitologia médica Guanabara Koogan BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR d. 12 BELLUSCI, Silvia Mirlls Epidmiologia Editora Snac d. 3 Página 147 d 237
148 COHN, Amélia PORTH, C. M VERONESI, R bvs/publicacos/funasa/g BDIP001_total.pdf A Saúd como dirito como srviço Fisiopatologia Donças Infcciosas Parasitárias Nacional Cortz d. 3 Guanabara Koogan Guanabara Koogan d d PROCESSO DE ENFERMAGEM I: BASES TEÓRICAS ALFARO-LEFEVRE, R. McEWEN, M; WILLS, E. M. NANDA INTERNATIONAL Aplicação do procsso d nfrmagm: Promoção do cuidado colaborativo Bass tóricas para nfrmagm Diagnósticos d Enfrmagm da NANDA: Dfiniçõs Classificação BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Artmd d. 12 Artmd d. 12 Artmd BARROS, Alba Lucia Botura Lit d CARPENITO, L. J. GAIDZINSKI, R.P. t al. HORTA, Wanda d Aguiar SEIDEL, H. M.; BALL, J. W.; DAINS, J. E.; BENEDICT, G. W. Anamns xam físico: Avaliação diagnóstica d nfrmagm no adulto Manual d diagnóstico d nfrmagm Diagnóstico d nfrmagm na prática clínica Procsso d Enfrmagm Mosby, Guia Prático d Exam Físico Artmd d. 12 Artmd d. 12 Artmd EPU Elsvir d. 12 SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA BARROS, Alba Lucia Botura Lit d BOGLIOLO, Luigi; BRASILEIRO FILHO, Graldo Anamns xam físico: Avaliação diagnóstica d nfrmagm no adulto Bogliolo Patologia gral Artmd d. 12 Guanabara Koogan d. 12 Página 148 d 237
149 SEIDEL, Hnry M. t al. Mosby, Guiad Exam Físico BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Elsvir d. 12 CARPENITO-MOYET, Lynda Juall LÓPEZ, Mario; LAURENTYS- MEDEIROS, J. PORTO, ClmoClno; PORTO, Arnaldo Lmos POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin SMELTZER, Suzann C. t al. Manual d diagnósticos d nfrmagm Smiologia médica: as bass do diagnóstico clínico Smiologia médica Fundamntos d nfrmagm Brunnr&Suddarth Tratado d nfrmagm médicocirúrgica Artmd d. 12 Guanabara Koogan Guanabara Koogan d d. 3 Elsvir d. 15 Guanabara Koogan d. 36 QUARTO PERÍODO SEGUNDO ANO ÉTICA, BIOÉTICA, E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL FONTINELE JUNIOR, Klingr GELAIN, Ivo PESSINI, Lo; BARCHIFONTAINE, Christian d Paul d Ética bioética m nfrmagm Dontologia nfrmagm Problmas atuais d bioética AB d. 12 E.P.U d. 12 Cntro Univrsitário São Camilo BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR d. 12 FIGUEIREDO, A.M.; FREIRE, H.; LANA, R. L. FORTES, Paulo Antônio d Carvalho; ZOBOLI, Elma Lourds Campos Pavon SANTOS, E. Fran ; ASSIS, M. ; SANTANA, G. ; MENEZES, R. ; SANTOS, E. B. Profissõs da Saúd: bass éticas lgais Bioética saúd pública Lgislação m nfrmagm: atos normativos do xrcício do nsino Rvintr Loyola d. 6 Athnu Página 149 d 237
150 EPIDEMIOLOGIA ALMEIDA FILHO, Naomar d; ROUQUAYROL, Maria Zélia ALMEIDA FILHO, N. d, ROUQUAYROL, Z. M. MEDRONHO, Robrto A. t al. Introdução à pidmiologia Epidmiologia & Saúd Guanabara Koogan Guanabara Koogan d d. 12 Epidmiologia Athnu d. 24 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BELLUSCI, Silvia Mirlls FLETCHER, Robrt H.; FLETCHER, Suzann W. PEREIRA, Maurício Goms VIEIRA, SÔNIA bvs/publicacos Epidmiologia Epidmiologia clínica: lmntos ssnciais Epidmiologia: toria prática Introdução a Biostatística Editora Snac Nacional d. 3 Artmd d. 3 Guanabara Koogan Campos d IMUNOLOGIA CALICH, Vra; VAZ, Cliéia FARHAT, Calil Kairalla t al. JORGE, Antonio Olavo Cardoso Imunologia Imunizaçõs: fundamntos prática Princípios microbiologia imunologia Editora Rvintr d. 12 Athnu d. 12 Editora Santos BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABBAS, Abul K.; LICHTMAN, Andrw H.; PILLAI, Shiv. HARRISON, T. R.; FAUCI, A. S., Harrison. Mdicina Intrna LEVINSON, Warrn; JAWETZ, Ernst MALE, David PORTH, Carol Mattson Imunologia clular molcular Elsvir d. 3 Mdicina Intrna MCGrau Hill d. 2 Microbiologia médica imunologia Imunologia: um rsumo ilustrado Fisiopatologia Artmd d. 4 Manol d. 3 Guanabara Koogan d. 3 portalsaud.saud.gov.br Página 150 d 237
151 FARMACOLOGIA APLICADA A ENFERMAGEM GOODMAN; Gilman RANG, H. P.; DALE, M. M. SPERHEIM, Mary Kan As bass farmacológicas da trapêutica Rang & Dal Farmacologia Farmacologia para Enfrmagm Guanabara Koogan/mc graw-hill d. 12 Elsvir d. 12 Guanabara Koogan BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR d. 12 ANSEL, Howard C. CASSIANE, Silvia Hlna d Bortoli; UETA, Julita SILVA, P. sits/dfault/fils/boas- praticas-calculo-sguro- volum-1-rvisao-das- opracos-basicas_0.pdf sits/dfault/fils/boas- praticas-calculo-sguro- volum-2-rvisao-das- opracos-basicas_0.pdf Cálculos farmacêuticos A sgurança dos pacints na utilização da mdicação Farmacologia Artmd d. 3 Arts médicas Guanabara Koogan d MICROBIOLOGIA APLICADA A ENFERMAGEM BROOKS, Go. F. t al. JORGE, Antônio Olavo Cardoso MURRAY, Patrick R.; PFALLER, Michal A. Microbiologia médica Princípios d microbiologia imunologia McGraw-Hill do Brasil Santos Editora d Microbiologia médica Elsvir d. 12 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEVINSON, Warrn; JAWETZ, Ernst RIBEIRO, MariaglaCagnoni; Microbiologia médica imunologia Microbiologia prática: rotiro manual Artmd d. 5 Athnu Página 151 d 237
152 SOARES, Maria Magali S. R. TORTORA, Grard J.; CASE, Christin L.; Microbiologia Artmd d. 3 FUNKE, Brdll R PATOLOGIA BOGLIOLO, Luigi; BRASILEIRO FILHO, Graldo MONTENEGRO, Mario R.; FRANCO, Marcllo ROBBINS, Stanly L.; COTRAN, Ramzi S. Bogliolo Patologia gral Patologia: procssos grais Patologia: Bass patológicas das donças Guanabara Koogan BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR d. 12 Atnu d. 12 Elsvir d. 12 BUJA, L. Maximilian; KRUEGER, Grhard R. F. PORTH, Carol Mattson SIQUEIRA JR., José Fritas; DANTAS, Carlos José Saboia Atlas d patologia humana d Nttr Fisiopatologia Mcanismos clulars molculars da inflamação Artmd Guanabara Koogan d. 3 MEDSI PROCESSO DE ENFERMAGEM II: COLETA DE DADOS E DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM ALFARO-LEFEVRE, R. DOCHTERMAN, J. M; BULECHEK, G. M. NANDA INTERNATIONAL Aplicação do procsso d nfrmagm: Promoção do cuidado colaborativo Classificação das Intrvnçõs d Enfrmagm (NIC) Diagnósticos d Enfrmagm da NANDA: Dfiniçõs Classificação BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Página 152 d 237 Artmd d. 12 Artmd d. 12 Artmd BARROS, A. L. B. L. Anamns xam físico: Avaliação Artmd d. 12
153 CARPENITO-MOYET, Lynda Juall LÓPEZ, Mario; LAURENTYS- MEDEIROS, J. MOORHEAD, S; JOHNSON, M; MASS, M. SEIDEL, H.M.; BALL, J.W.; DAINS, J.E.; BENEDICT, G.W. diagnóstica d nfrmagm no adulto Manual d diagnósticos d nfrmagm Smiologia médica: as bass do diagnóstico clínico Classificação dos rsultados d nfrmagm (NOC) Mosby, Guia Prático d Exam Físico Artmd d. 12 Editora Rvintr d. 12 Artmd d. 12 Elsvir d. 12 QUINTO PERÍODO TERCEIRO ANO PSICOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM BOCK, Ana Mrcês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria d Lourds Trassi DAVIDOFF, Linda L.; LÔMACO, José Frnando Bittncourt; PEREZ, Lnk HALL, Calvin S. t al. Psicologias: uma introdução ao studo d psicologia Introdução à psicologia Torias da prsonalidad Saraiva d. 11 Parson Makron Books BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR d. 12 Artmd d. 12 ANGERAMI - CAMON, Valdmar Augusto BRAGHIROLLI, Elain M.; BISI, G. Paulo NEWMAN, Cory F. t al. SILVA, Maria Júlia Pas da SKINNER CAMPOS, Dinah M. Psicologia da saúd: um novo significado para a prática clínica Cngag Larning Psicologia gral Vozs d. 3 Transtorno bipolar: tratamnto pla trapia cognitiva O amor é o caminho: maniras d cuidar A anális do comportamnto Psicologia dsnvolvimnto humano BIOESTATÍSTICA Roca Loyola d. 10 LTDA Vozs d. 3 TRIOLA. MARIO F. Introdução à Estatística Editora LTC d. 12 Página 153 d 237
154 ULYSSES, DORIA FILHO VIEIRA, SÔNIA Introdução a biostatística para simpls mortais Introdução a Biostatística Editora Campus Campos d. 12 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA FILHO, N. d, Epidmiologia & Guanabara ROUQUAYROL, Z. M. Saúd Koogan d. 12 MEDRONHO, Robrto A; Raggio Luiz, Ronir; Athnu Epidmiologia Wrnck, Guilhrm Editora d. 24 louriro v/pubmd ENFERMAGEM EM SAÚDE E POLÍTICAS PÚBLICAS CIANCIARULLO, Tamara ROUQUAYROL, Maria Zélia VASCONCELOS, EumardMourão Enfrmagm saúd do adulto Epidmiologia & Saúd. Educação popular atnção à saúd da família Manol Guanabara Koogan BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR d. 12 Hucitc d. 12 COHN, Amélia A Saúd como dirito como srviço Cortz d. 3 Novos rumos nas políticas públicas d DELGADO, P.G.G.; saúd mntal no Brasil. GOMES, M.C.G.; Cadrno d Saúd COUTINHO, E.S.F. Pública. v. 17, n.3. Rio d Janiro. Maio/jun VERONESI, R. Donças Infcciosas Guanabara Parasitárias Koogan d bvs/publicacos Formato digital PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO ADULTO I CARPENITO, J. Diagnóstico d Enfrmagm ARTMED d. 10 Página 154 d 237
155 BRUNNER, L. S.; SUDDART, D.S.; SMELTZER, S. C.; BARE, B. G. NANDA Tratado d Enfrmagm Médico- Cirúrgica Guanabara Koogan d. 12 Diagnóstico d Enfrmagm da ARTMED NANDA Intrnacional Bibliografia Complmntar BARROS, A.L.B.; t al. GUYTON, A. C. HARRISON, T. R.; FAUCI, A. S., Harrison POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin v/pubmd Anamns Exam Físico: avaliação diagnóstica d nfrmagm no adulto Fisiologia Humana Artmd Guanabara Koogan d. 14 Mdicina Intrna V.1 MCGrau Hill d. 12 Fundamntos d nfrmagm Elsvir d PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DA MULHER I CUNNINGHAM,F.G. t al. REZENDE, J.; MONTENEGRO, C. A. B. PERRY, S. E.; LOWDERMILK, D. L.; CASHION, K. Obsttrícia d Williams Obsttrícia Fundamntal Saúd da Mulhr Enfrmagm Obstétrica AMGH d. 12 Guanabara Koogan BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR d. 10 Elsvir d. 12 CORRÊA, M. D. t al. Noçõs Práticas d Obsttrícia Coopmd d. 3 BURKE, Ptr A scrita da história Unsp MINISTÉRIO DA SAÚDE Programa d Assistência Intgral a Saúd da Mulhr: Normas para Assistência ao Planjamnto Familiar Enfrmagm Obsttrícia Formato digital ZIEGEL, E.; GRANLEY, M. S. Guanabara d bvs/publicacos Página 155 d 237
156 PROCESSO DE ENFERMAGEM III: INTERVENÇÕES E AVALIAÇÕES ALFARO-LEFEVRE, R. DOCHTERMAN, J. M; BULECHEK, G. M. NANDA INTERNATIONAL Aplicação do procsso d nfrmagm: Promoção do cuidado colaborativo Classificação das Intrvnçõs d Enfrmagm (NIC) Diagnósticos d Enfrmagm da NANDA: Dfiniçõs Classificação BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Artmd d. 12 Artmd d 12 Artmd BARROS, Alba Lucia Botura Lit d CARPENITO, L. J. GAIDZINSKI, R.P. t al. McEWEN, M; WILLS, E. M. SEIDEL, H.M.; BALL, J.W.; DAINS, J.E.; BENEDICT, G.W. Anamns xam físico: Avaliação diagnóstica d nfrmagm no adulto Manual d diagnóstico d nfrmagm Diagnóstico d nfrmagm na prática clínica Bass tóricas para nfrmagm Mosby, Guia Prático d Exam Físico SEXTO PERÍODO TERCEIRO ANO Artmd d 12 Artmd d. 12 Artmd Artmd d. 12 Elsvir d. 11 ADMINISTRAÇÃO APLICADA EM ENFERMAGEM KURCGANT, Paulina KURCGANT, Paulina MARQUIS, Bssi L.; HUSTON, Carol J. Administração m nfrmagm Grnciamnto m nfrmagm Administração lidrança m nfrmagm: toria prática E.P.U d 12 Guanabara Koogan BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR d 12 Artmd d. 12 COUTO, Rnato Camargos; PEDROSA, Tania Morira Grillo FARAH, Flávio Hospital: acrditação gstão m saúd Ética na gstão d pssoas: uma visão prática Guanabara Koogan Ediçõs Intlignts d Página 156 d 237
157 MOURA, Anísio d; VIRIATO, Aírton Gstão hospitalar: da organização ao Srviço d Apoio Diagnóstico Trapêutico (SADT) Manol PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DA FAMÍLIA E COMUNIDADE BRÊTAS, Ana Cristina Passarlla; CIANCIARULLO, Tamara; GAMBA, Mônica Antar FONTINELE JUNIOR, Klingr MELLO FILHO, Júlio d; BURD, Miriam Enfrmagm saúd do adulto Programa Saúd da Família (PSF): Comntado Donças Família Manol AB d 12 Casa do Psicólogo BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR d 12 BELLUSCI, Domingos Gabril d Paula DOENGES, Marilynn E.; GEISSLER, Alic C.; MOORHOUSE, Mary Francs VASCONCELOS, Eymard Mourão t al. Programa saúd da família I: manual d implantação para gstors municipais médicos quips Planos d cuidados d nfrmagm: orintaçõs para o cuidado individualizado do pacint Educação popular atnção à saúd da família Lawbook ditora Guanabara Koogan Editora Hucitc d d bvs/publicacos PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DA MULHER II CUNNINGHAM,F.G. t al. PERRY, S. E.; LOWDERMILK, D. L.; CASHION, K. REZENDE, J.; MONTENEGRO, C. A. B. Obsttrícia d Williams Saúd da Mulhr Enfrmagm Obstétrica Obsttrícia Fundamntal AMGH d. 12 Elsvir d. 12 Guanabara Koogan d. 12 Página 157 d 237
158 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL M.S. CORRÊA, M. D. t al. Pré-natal purpério: atnção qualificada humanizada Noçõs Práticas d Obsttrícia Formato digital Coopmd d bvs/publicacos PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO ADULTO II BRUNNER, L. S.; SUDDART, D.S.; SMELTZER, S. C.; BARE, B. G. CARPENITO, L. J. POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin Tratado d Enfrmagm Médico- Cirúrgica V.2 Diagnóstico d Enfrmagm Fundamntos d nfrmagm Guanabara Koogan BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR d. 12 Artmd d. 12 Elsvir d. 15 BARROS, A.L.B.; t al. GUYTON, A. C. Anamns Exam Físico: avaliação diagnóstica d nfrmagm no adulto Fisiologia Humana Artmd d. 13 Guanabara Koogan d. 14 HARRISON, T. R.; Mdicina Intrna MCGrau Hill FAUCI, A. S., Harrison V.1 V SUPORTE BÁSICO DE VIDA AMERICAN HEART ASSOCIATION POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin Manual do aluno d SBV para Profissionais d Saúd Fundamntos d nfrmagm Arts Gráficas Editora Ssi Elsvir d. 15 Página 158 d 237
159 SANTOS, Nívia Cristina Morira Urgência mrgência Látria d 12 para nfrmagm Bibliografia Complmntar NATIONAL ASSOCIATION OF EMERGENCY MEDICAL TECHNICIAN SMELTZER, Suzann C. t al. STOPFKUCHEN, Hrwig folio/mod5986/mod_suport _basico_v5.pdf Atndimnto préhospitalar ao traumatizado: prhospital trauma lifsupport Brunnr&suddarth tratado d nfrmagm médicocirúrgico Emrgências pdiátricas: primiras mdidas no atndimnto pré-hospitalar mrican-hart-associationcpr-guidlins-2013/ Elsvir Guanabara Koogan d. 23 Ridl PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE GREENDERG, C. S.; BOWDEN, V, R. Procdimntos d Enfrmagm Pdiátrica Guanabara Koogan d. 12 MARCONDES, E. Pdiatria Básica Sarvir d. 12 Enfrmagm na UTI TAMEZ, R. N Nonatal: assistência Guanabara d nfrmagm ao RN Koogan d. 12 d alto risco Bibliografia Complmntar SCHMITZ, E. M. t al. STOPFKUCHEN, Hrwig A Enfrmagm m Pdiatria Puricultura Emrgências pdiátricas: primiras mdidas no atndimnto pré-hospitalar Athnu Ridl bvs/publicacos Página 159 d 237
160 DIDÁTICA APLICADA À ENFERMAGEM CUNHA, M. I. O bom profssor sua prática Papirus BENEDETTI, Ivon Didática Magna: Martins Castilho Comnius Fonts d. 12 BORDENAVE, Juan; Estratégias d nsino PEREIRA, Adair aprndizagm Vozs d. 12 Bibliografia Complmntar ASTOLFI, J. P. CASTRO, Amélia D.& CARVALHO, Anna Maria Pssoa A didática das ciências Ensinar a nsinar Papirus Cngag Larning COLL, Csar O construtivismo na sala d aula Ática d. 3 Comprndr RIOS, Trzinha A. nsinar: por uma docência da mlhor Cortz d. 12 qualidad VEIGA, I. P. A.; t al. Liçõs d didática Papirus SÉTIMO PERÍODO QUARTO ANO GESTÃO DE RISCO E DE SERVIÇOS DE SAÚDE D' INNOCENSO, Maria HINRICHSEN, Sylvia Lmos PRADELLA, Simon, FURTADO, João Carlos; KIPPER, Lian Mahlmann Indicadors, Auditorias, Crtificaçõs: Frramntas d Qualidad para Gstão m Saúd Qualidad Sgurança do Pacint: Gstão d Riscos Gstão d Procssos da Toria À Prática BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Martinari d. 12 Mdbook Atlas CASSIANI, Silvia Hlna d Bortoli Hospitais Mdicamntos:Impacto na Sgurança dos Pacints Yndis FERREIRA, Ayrton Modlagm Mauad X Página 160 d 237
161 Sérgio Rochdo Organizacional Por Procssos VINCENT, Charls Sgurança do Pacint: Orintaçõs para Evitar Evntos Yndis Advrsos PROCESSO DE CUIDAR DO PACIENTE CIRURGICO BRUNNER, L. S.; SUDDART, D.S.; SMELTZER, S. C.; BARE, B. G. CARPENITO, L. J. POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin Tratado d Enfrmagm Médico- Cirúrgica v.2 Manual d diagnóstico d nfrmagm Fundamntos d nfrmagm Guanabara Koogan Bibliografia Complmntar d. 23 Artmd d. 12 Elsvir d. 15 BARROS, Alba Lucia Botura Lit d CARPENITO, L. J GAIDZINSKI, R.P. t al. McEWEN, M; WILLS, E. M. SEIDEL, H.M.; BALL, J. W.; DAINS, J. E.; BENEDICT, G. W. Anamns xam físico: Avaliação diagnóstica d nfrmagm no adulto Diagnóstico d Enfrmagm Anamns xam físico: Avaliação diagnóstica d nfrmagm no adulto Bass tóricas para nfrmagm Mosby, Guia Prático d Exam Físico Artmd d. 12 Artmd d. 10 Artmd Artmd d. 12 Elsvir d. 11 PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO IDOSO FAUCI, Anthony S. t al. FIGUEIREDO, Nébia Maria d Almida; TONINI, T. FREITAS, Elizabt Viana d t al. Harrison mdicina intrna Grontologia: atuação da nfrmagm no procsso d nvlhcimnto Tratado d griatria grontologia McGraw-Hill do Brasil d. 24 Yndis Guanabara Koogan d. 12 Página 161 d 237
162 Bibliografia Complmntar ABRAHAM, Ivo t al. Protocolos m nfrmagm griátrica Andri Diagnóstico d NORTH AMERICAN nfrmagm da NURSING DIAGNOSIS NANDA: dfiniçõs ASSOCIATION classificação Artmd POTTER, Patricia Ann; Fundamntos d PERRY, Ann Griffin nfrmagm Elsvir d. 15 Brunnr&Suddarth SMELTZER, Suzann C. Tratado d Guanabara Enfrmagm Médicot al. Koogan Cirúrgico d. 38 V PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO RECÉM-NASCIDO ALMEIDA, S.; t al. Rotinas d UTI Nonatal MEDSI d. 12 CLOHERTY, J. P.; Manual d Guanabara STARK, A. R. Nonatologia Koogan d. 11 Enfrmagm na UTI TAMEZ, R. N. Nonatal: assistência Guanabara d nfrmagm ao RN Koogan d. 10 d alto risco Bibliografia Complmntar EINLOFT, L. Manual d Enfrmagm m UTI Mdsi Pdiátrica SCHMITZ, E. M.; t al. A Enfrmagm m Pdiatria Puricultura Athnu STOPFKUCHEN, Hrwig GREENDERG, C. S; BOWDEN, V, R. Emrgências pdiátricas: primiras mdidas no atndimnto pré-hospitalar Procdimntos d Enfrmagm Pdiátrica Ridl Guanabara Koogan d ENFERMAGEM NO CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SANTOS, N. C. M. Enfrmagm na Prvnção Control d Infcção Hospitalar Iátria d. 12 Página 162 d 237
163 SOUSA, Marcia SLAVISH, Susan M. Assistência d Enfrmagm m Infctologia Athnu Manual d prvnção control d infcçõs para Artmd hospitais Bibliografia Complmntar COUTO, Rnato Campos SMELTZER, Suzann C. t al. SMELTZER, Suzann C. t al. Mdbook 3. d Guanabara Koogan Guanabara Koogan 10. d d md NUTRIÇÃO E DIETOTERAPIA EM ENFERMAGEM Infcção rlacionada à assistência (infcção hospitalar) Brunnr&Suddarth tratado d nfrmagm médicocirúrgico V. 1 Brunnr&Suddarth tratado d nfrmagm médicocirúrgico V. 2 CABALLERO, Bnjamin Nutrição modrna na t al. saúd na donça Manol d. 12 DOUGLAS, E. Fisiologia aplicada à Guanabaranutrição Koogan d. 13 EASTWOOD, Martin Princípios d nutrição Instituto humana Piagt Bibliografia Complmntar GIBNEY, M.J.; VORSTER, H.H & KOK, F.J. GIBNEY, M. J. t al. NIX, Stacy. William cos Introdução à Nutrição Humana Nutrição & mtabolismo Nutrição ditotrapia básica Guanabara Koogan Guanabara Koogan d Elsavir d SUPORTE AVANÇADO DA VIDA I Página 163 d 237
164 Fundamntos d nfrmagm Elsvir d. 15 Condutas m urgências mrgências para o Athnu clinico Brunnr&Suddarth tratado d Guanabara nfrmagm médicocirúrgico Koogan d. 12 V. 2 Bibliografia Complmntar POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin GOLIN, V.; SPROVIERI, S. R. S. SMELTZER, Suzann C. t al. CALIL, A. M.; PARANHOS, W. Y. NATIONAL ASSOCIATION OF EMERGENCY MEDICAL TECHNICIAN folio/mod5986/mod_suport _basico_v5.pdf mrican-hart-associationcpr-guidlins-2013/ O nfrmiro as situaçõs d mrgência Atndimnto préhospitalar ao traumatizado: prhospital trauma lifsupport Athnu Elsvir OITAVO PERÍODO QUARTO ANO ENFERMAGEM E CUIDADOS PALIATIVOS NORTH AMERICAN NURSING DIAGNOSIS ASSOCIATION O CONNOR. Margarth SANTOS, N. C. M. Diagnóstico d nfrmagm da NANDA: dfiniçõs classificação Guia prático d cuidados paliativos m Enfrmagm HOME CARE: A nfrmagm no dsafio do atndimnto domiciliar BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Artmd Andri Iatria CARLO, M. M. P; DE QUEIROZ, M. E. G. Dor Cuidados Paliativos - Trapia Roca Página 164 d 237
165 NORTH AMERICAN NURSING DIAGNOSIS ASSOCIATION POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin v/pubmd Ocupacional Intrdisciplinaridad Diagnóstico d nfrmagm da NANDA: dfiniçõs classificação Fundamntos d nfrmagm Artmd Elsvir d ENFERMAGEM NA SAÚDE DO TRABALHADOR Sgurança mdicina do trabalho LUCAS, Alxandr Juan HAAG, G. S.; LOPES, M. J. M.; SCHUCK, J. S. Sgurança mdicina do trabalho: li nº 6.514, d 22 d Dzmbro d 1977 (normas rgulamntadoras - NR, aprovadas pla portaria nº 3.214, d 8 d junho d 1978) O procsso d nfrmagm do trabalho: a sistmatização da assistência d nfrmagm m saúd ocupacional Enfrmagm a saúd dos trabalhadors Bibliografia Complmntar Atlas d. 12 Iátria d. 12 AB, d. 12 KROEMER, Karl H. E.; GRANDJEAN, Etinn OPITZ JÚNIOR, João Baptista RIBEIRO, M. C. S. v/pubmd Manual d Ergonomia: adaptando o trabalho ao homm Mdicina do trabalho prícia médica: visão cívl, criminal trabalhista Enfrmagm trabalho: fundamntos para atnção à saúd dos trabalhadors Bookman d. 3 Santos Editora Martinari Página 165 d 237
166 PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE MENTAL ANDREASEN, Nancy C Introdução à Psiquiatria. Artmd Enfrmagm STEFANELLI, Maguida Psiquiátrica: m suas Costa Dimnsõs Manol Assistnciais VIDEBECK, S. L. Enfrmagm m saúd mntal psiquiatria Artmd d. 12 Bibliografia Complmntar DAVIDOFF, Linda FLETCHER, Jack; LYONS, Rid; FUCHS, Lynn; BARNES, Marcia SKINNER FREUD, Sigmund Introdução à psicologia Transtornos d aprndizagm: da idntificação à intrvnção A anális do comportamnto A intrprtação dos sonhos V. 1 V.2 Makron Books Editora Artmd d LTDA L&Pm ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA CAETANO, A. L. BONASSA, E. M. A. BOYER, K. L. t al. Manual d procdimntos m nfrmagm oncológica do básico ao avançado Enfrmagm m trapêutica oncológica Oncologia na clínica Guanabara gral Koogan Bibliografia Complmntar Lmar Athnu POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin BRUNNER, Lilian S. & SUDDARTH, Doris S. North Amrican Nursing Diagnosis Association Fundamntos d nfrmagm Tratado d nfrmagm médicocirúrgica V. 1 V. 2 Diagnóstico d nfrmagm da NANDA: dfiniçõs classificação Elsvir d. 15 Guanabara Koogan d. 12 Artmd Página 166 d 237
167 v/pubmd SUPORTE AVANÇADO DA VIDA II Fundamntos d nfrmagm Elsvir d. 15 Condutas m urgências mrgências para o Athnu clinico Brunnr&suddarth tratado d Guanabara nfrmagm médicocirúrgico Koogan d. 36 Bibliografia Complmntar POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin GOLIN, V.; SPROVIERI, S. R. S. SMELTZER, Suzann C. t al. CALIL, A. M.; PARANHOS, W. Y. NATIONAL ASSOCIATION OF EMERGENCY MEDICAL TECHNICIAN STOPFKUCHEN, Hrwig folio/mod5986/mod_suport _basico_v-5.pdf mrican-hart-associationcpr-guidlins-2013/ O nfrmiro as situaçõs d mrgência Atndimnto préhospitalar ao traumatizado: prhospital trauma lifsupport Emrgências pdiátricas: primiras mdidas no atndimnto pré-hospitalar Athnu Elsvir Ridl NONO PERÍODO QUINTO ANO A ENFERMAGEM E O PROCESSO MORTE-MORRER BOEMER, M. R. A mort o morrr Cortz FONTINELE JR., K. Ética bioética m nfrmagm AB d. 12 GAUDERER, C. Os diritos do DP&A Página 167 d 237
168 pacint BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARCHIFONTAINE, P. d & PESSINI, L. Problmas atuais d bioética Cntro Univrsitário São Camilo d. - FORTES, P. A. C. Ética Saúd E.P.U OLIVEIRA, F. Bioética Modrna gov/pubmd PRÁTICAS AVANÇADAS EM ENFERMAGEM BARROS, Alba Lucia Botura Lit d BOGLIOLO, Luigi; BRASILEIRO FILHO, Graldo SEIDEL, Hnry M. t al. Anamns xam físico: Avaliação diagnóstica d nfrmagm no adulto Bogliolo Patologia gral Artmd d. 12 Guanabara Koogan d. 12 Mosby, Guia d Exam Elsvir d. 12 Físico Bibliografia Complmntar CARPENITO-MOYET, Lynda Juall LÓPEZ, Mario; LAURENTYS- MEDEIROS, J. PORTO, ClmoClno; PORTO, Arnaldo Lmos POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin SMELTZER, Suzann C. t al. Manual d diagnósticos d nfrmagm Smiologia médica: as bass do diagnóstico clínico Smiologia médica Fundamntos d nfrmagm Brunnr&Suddarth Tratado d nfrmagm médico-cirúrgica Artmd d. 12 Guanabara Koogan Guanabara Koogan d d. 3 Elsvir d. 15 Guanabara Koogan d. 36 DÉCIMO PERÍODO QUINTO ANO ENFERMAGEM EM HOME CARE BEN, Luiza Watanab Dal. Hom car: planjamnto administração da quip d nfrmagm Androli d. - SANTOS, N. C. M. HOME CARE: A Iatria Página 168 d 237
169 WRIGHT, L.M; LEAHEY, M. nfrmagm no dsafio do atndimnto domiciliar Enfrmiras famílias: um guia para a avaliação intrvnção na família BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Roca d. 12 DOENGES, Marilynn E.; GEISSLER, Alic C.; MOORHOUSE, Mary Francs NORTH AMERICAN NURSING DIAGNOSIS ASSOCIATION POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin v/pubmd Planos d cuidados d nfrmagm: orintaçõs para o cuidado individualizado do pacint Diagnóstico d nfrmagm da NANDA: dfiniçõs classificação Fundamntos d nfrmagm Guanabara Koogan d. 3 Artmd Elsvir d LIBRAS FERREIRA, Lucinda Por uma gramática d Tmpo línguas d sinais Brasiliro QUADROS, Ronic Língua d sinais: Müllr d; CRUZ, instrumnto d Artmd Carina Rbllo avaliação QUADROS, Ronic Educação d surdos: a Müllr d aquisição da linguagm Artmd Bibliografia Complmntar SACKS, Olivr SKLIAR, Carlos - Torias d Aquisição da Linguagm. In GOLDFELD, M. (Org.). Fundamntos m fonoaudiologia Vndo vozs: uma viagm ao mundo dos surdos A surdz: um olhar sobr as difrnças Torias d Aquisição da Linguagm. In GOLDFELD, M. (Org.). Fundamntos m fonoaudiologia O Procssamnto das Intrfacs Sintax/Smântica Sintax/Prosódia na Comprnsão d Frass m Línguas Naturais Companhia d Bolso Editora Mdiação Guanabara Koogan LAPEX- Laboratório d Psicolinguíst ica Exprimnta l/ufrj d d Formato digital Página 169 d 237
170 s/indx.htm Dicionário d Libras do Instituto Nacional d Educação d Surdos (INES) Formato digital EMPREENDEDORISMO EM ENFERMAGEM KURCGANT, Paulina Administração m nfrmagm E.P.U KURCGANT, Paulina Grnciamnto m Guanabara nfrmagm Koogan Administração MARQUIS, Bssi L.; lidrança m HUSTON, Carol J. nfrmagm: toria Artmd d. 5 prática Bibliografia Complmntar COUTO, Rnato Camargos; PEDROSA, Tania Morira Grillo. FARAH, Flávio MOURA, Anísio d; VIRIATO, Aírton Hospital: acrditação gstão m saúd Ética na gstão d pssoas: uma visão prática Gstão hospitalar: da organização ao Srviço d Apoio Diagnóstico Trapêutico (SADT) Guanabara Koogan Ediçõs Intlignts ENFERMAGEM E TERAPIAS ALTERNATIVAS d Manol BOTSARIS, A. S.; MEKLER, T. MATOS, F. J. A. PANIZZA, S. Mdicina complmntar: vantagns qustionamntos sobr as trapias não convncionais Farmácias Vivas: sistma d utilização d plantas mdicinais projtados para pqunas comunidads Plantas qu curam: chiro d mato Rcord Nova Era Bibliografia Complmntar UFC IBRASA GIMENEZ, Carolina Santos; REINERS, Annlita Almida Olivira Conslho Fdral d Enfrmagm. Trapias altrnativas: um studo bibliográfico V. 10, N. 110 Establc rconhc as Trapias Editorial Bolina Brasil Página 170 d 237
171 Rsolução 197 BARBOSA, M. A. Altrnativas como spcialidad /ou qualificação do profissional d Enfrmagm. In: Conslho Rgional d Enfrmagm. Documntos básicos d nfrmagm A utilização d trapias altrnativas por nfrmiros brasiliros (ts) Escola d Enfrmag m da USP ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE EXAMES COMPLEMENTARES DE DIAGNÓSTICOS E TERAPÊUTICA BARROS, Alba Lucia Botura Lit d BOGLIOLO, Luigi; BRASILEIRO FILHO, Graldo SEIDEL, Hnry M. t al. Anamns xam físico: Avaliação diagnóstica d nfrmagm no adulto Bogliolo Patologia gral Artmd d. 12 Guanabara Koogan d. 12 Mosby, Guia d Exam Elsvir d. 12 Físico Bibliografia Complmntar CARPENITO-MOYET, Lynda Juall LÓPEZ, Mario; LAURENTYS- MEDEIROS, J PORTO, ClmoClno; PORTO, Arnaldo Lmos POTTER, Patricia Ann; PERRY, Ann Griffin SMELTZER, Suzann C. t al. Manual d diagnósticos d nfrmagm Smiologia médica: as bass do diagnóstico clínico Smiologia médica Fundamntos d nfrmagm Brunnr&Suddarth Tratado d nfrmagm médicocirúrgica Artmd d. 12 Guanabara Koogan Guanabara Koogan d d. 3 Elsvir d. 15 Guanabara Koogan d. 36 Página 171 d 237
172 PERIÓDICOS Os priódicos dscritos nas tablas podm sr acssados através dos links disponibilizados no sit da Bibliotca da Faculdad ou na forma imprssa dirtamnt através d consulta ao acrvo. CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Priódicos onlin d Ciências da Saúd Acta Cirurgica Brasilira Acta Ortopédica Brasilira Acta Paulista d Enfrmagm Anais Brasiliros d Drmatologia Arquivos Brasiliros d Cardiologia Arquivos Brasiliros d Endocrinologia & Mtabologia Arquivos Brasiliros d Oftalmologia Arquivos d Gastrontrologia Arquivos d Nuro-Psiquiatria Brazilian Dntal Journal Brazilian Journal of Otorhinolaryngology Brazilian Oral Rsarch Cadrnos d Saúd Pública Ciência & Saúd Coltiva Clinics História, Ciências, Saúd-Manguinhos Intrfac - Comunicação, Saúd, Educação Intrnational braz j urol Priódicos onlin d Ciências da Saúd Jornal Brasiliro d Patologia Mdicina Laboratorial Jornal Brasiliro d Pnumologia Jornal Brasiliro d Psiquiatria Jornal Vascular Brasiliro Jornal d Pdiatria Journal of Applid Oral Scinc Journal of Epilpsy and Clinical Nurophysiology Pró-Fono Rvista d Atualização Cintífica Radiologia Brasilira Rvista Brasilira d Anstsiologia Rvista Brasilira d Cirurgia Cardiovascular Rvista Brasilira d Epidmiologia Rvista Brasilira d Farmacognosia Rvista Brasilira d Fisiotrapia Rvista Brasilira d Gincologia Obsttrícia Rvista Brasilira d Mdicina do Esport Rvista Brasilira d Oftalmologia Rvista Brasilira d Ortopdia Rvista Brasilira d Psiquiatria Rvista Brasilira d Rumatologia Rvista Brasilira d Saúd Matrno Infantil Rvista Brasilira d Trapia Intnsiva Rvista CEFAC Rvista Dntal Prss d Ortodontia Ortopdia Facial Rvista Latino-Amricana d Enfrmagm Rvista Paulista d Pdiatria Rvista da Associação Médica Brasilira Rvista da Escola d Enfrmagm da USP Página 172 d 237
173 Rvista da Socidad Brasilira d Fonoaudiologia Rvista da Socidad Brasilira d Mdicina Tropical Rvista d Nutrição Rvista d Psiquiatria Clínica Rvista d Psiquiatria do Rio Grand do Sul Rvista d Saúd Pública Rvista do Colégio Brasiliro d Cirurgiõs São Paulo Mdical Journal Txto & Contxto - Enfrmagm. CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS TÍTULOS DE PERIÓDICOS ELETRÔNICOS Rvista Brasilira d Ciências Sociais Rvista Novos Estudos Rvista Tmpo Social Rvista Educação Socidad Rvista d Sociologia Política Ensaio: Avaliação Políticas Públicas m Educação História, Ciências, Saúd-Manguinhos Horizonts Antropológicos Kritrion: Rvista d Filosofia Mana - Estudos d Antropologia Social Novos Estudos - CEBRAP Cadrnos Pagu Ciência & Educação (Bauru) Dados - Rvista d Ciências Sociais Educar m Rvista Educação & Socidad Educação Psquisa Educação m Rvista Rvista Brasilira d Educação Espcial Rvista Brasilira d Educação Médica Rvista Brasilira d Educação Rvista Brasilira d Ensino d Física Rvista Brasilira d História Rvista Brasilira d Política Intrnacional Rvista Estudos Fministas Rvista Latino-amricana d Psicopatologia Fundamntal Rvista d Economia Sociologia Rural Rvista d Sociologia Política Página 173 d 237
174 Saúd Socidad Scintia Studia Socidad & Naturza (Onlin) TÍTULOS DE PERIÓDICOS ELETRÔNICOS Sociologias Sur. Rvista Intrnacional d Diritos Humanos Tmpo Social Tmpo Trans/Form/Ação - Rvista d Filosofia Varia Historia Ágora: Estudos m Toria Psicanalítica JORNAIS E REVISTAS A Faculdad Barrtos disponibiliza m sua Bibliotca os principais jornais rvistas d grand circulação. Conform o qu s obsrva no quadro sguint, os acrvos dsts priódicos atndm adquadamnt o curso d Enfrmagm. Príod o Ltivo BIBLIOTECA DO CURSO INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO Númro d Tipo Exmplars Título/Autor Jornais Ncssári Existnt Rvistas o Vja Rvista 1 1 Você Rvista 1 1 Exam Rvista 1 1 Jornal d Barrtos Jornal 1 1 O Estado d São Paulo Jornal INFORMATIZAÇÃO Todo o acrvo bibliográfico ncontra-s informatizado o sistma d consultas s faz através d trminais via intrnt. Os sistmas d control d mpréstimos d livros d statísticas d frquência dos usuários utilização das obras também s ncontram informatizados. Página 174 d 237
175 POLÍTICA DE AQUISIÇÃO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO A política d atualização xpansão do acrvo bibliográfico adotado pla Faculdad Barrtos considra a vinculação ntr os lançamntos ditoriais, os cursos mantidos pla Instituição, os indicadors d qualidad do MEC, a indicação do corpo docnt com bas nos contúdos programáticos dos cursos d graduação pós-graduação as solicitaçõs do corpo discnt, sgundo suas ncssidads acadêmicas. Considrando sss aspctos, a coordnação da Bibliotca juntamnt com o dpartamnto financiro, providnciará a aquisição do matrial bibliográfico. Para tanto, adotar-s-á as sguints políticas: Aquisição contínua do acrvo, m fac da ncssidad dos cursos m atividad, bm como os cursos a srm implantados; Expansão do acrvo xistnt, considrando a atualidad a criticidad do matrial solicitado, capaz d atndr tanto aos Cursos d Graduação como aos d Pós-graduação (Stricto Lato Snsu); Implmntação ampliação do sistma d informatização, d forma a prmitir a otimização ao acsso à rd COMUT; Viabilização d intrcâmbio com outras bibliotcas acsso rmoto a bass d dados nacionais intrnacionais SERVIÇOS Quanto à política d aquisição, xpansão atualização do acrvo a Faculdad Barrtos conscint da importância qu tm uma bibliotca no procsso ducacional, vm dstinando, prcntuais muito supriors aos lgalmnt xigidos para su Stor d Bibliotca Documntação. Rcursos qu são invstidos principalmnt na atualização d su acrvo bibliográfico, a partir d uma strita rlação com as coordnaçõs dos divrsos cursos qu compõm a instituição, d ond smstralmnt são nviadas listagns das divrsas disciplinas a srm ofrcidas plos cursos contndo a bibliografia indicada, d modo qu a Bibliotca possa disponibilizar a comunidad acadêmica o mais rápido possívl tais obras, ou quando sgotadas sua substituição por outra similar. Página 175 d 237
176 Outra prática qu vm sndo implmntada rsulta das indicaçõs formuladas plas Comissõs d Espcialistas qu atuam na formulação das Dirtrizs Curriculars dos cursos as Comissõs d Avaliação. Para slção aquisição dos priódicos spcializados, são dsnvolvidos contatos frqunts com mprsas spcializadas m aquisição d priódicos intrnacionais consulta a sus produtos srviços. Assim, o acrvo stá organizado, srvindo d suport às atividads ducacionais, d psquisa xtnsão, procurando atndr ao projto didático-pdagógico. O procsso d slção aquisição do matrial bibliográfico é ralizado com bas nas bibliografias dos programas d nsino dos cursos, insridas no projto pdagógico ou nviadas, dirtamnt, à Bibliotca, plos profssors. Est procdimnto é complmntado, prmanntmnt, pla consulta a catálogos d ditoras nacionais intrnacionais, inclusiv disponívl na intrnt pla litura dos rsumos ou rvisão d livros constants nos priódicos spcializados na ára. Foi stablcida uma política prmannt d atualização rnovação do acrvo. Para tanto s stablcu uma strita rlação com as divrsas Coordnadorias d Cursos, no sntido d, prmanntmnt, atndê-los m suas ncssidads dar suport à atividad fim HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO Para o bom dsmpnho disponibilidad d atndimnto não só da comunidad acadêmica da Faculdad Barrtos, mas também da comunidad local, foi stablcido o horário d funcionamnto da Bibliotca qu ofrc condiçõs d atndimnto bm flxívis, possibilitando o su acsso m horários altrnativos aos das atividads m sala d aula. HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DIAS DA SEMANA MANHÃ TARDE NOITE INÍCIO FIM INÍCIO FIM INÍCIO FIM Sgunda à Sxta-fira : :00 Sábado 8:30 12: Página 176 d 237
177 SERVIÇO DE ACESSO AO ACERVO A Bibliotca da Faculdad Barrtos pod sr utilizada plos profssors, alunos, pssoal técnico-administrativo, bm como psquisadors dvidamnt cadastrados. A Bibliotca alinha as sguints facilidads condiçõs d acsso aos sus srviços: Sistma d livr acsso qu prmit ao usuário dirigir-s à ára do acrvo, com orintação d pssoal qualificado; Consulta a obras d rfrência rstrita ao rcinto da Bibliotca, rssalvados os casos d xprssa autorização d qum d dirito; Espaço físico para consulta individual para trabalho m grupo; Srviço d rsrva, nos casos m qu a procura é suprior ao númro d xmplars disponívis; APOIO NA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS O apoio na laboração d trabalhos acadêmicos é ralizado m divrsas tapas: Bibliotcária sus auxiliars orintam psquisa acadêmica, com objtivo d auxiliar os usuários a ncontrar as informaçõs ncssárias para os sus trabalhos; A bibliotcária stá capacitada a prstar orintação na formatação técnica d trabalhos cintíficos, d acordo com a normatização spcífica da Faculdad normas da ABNT. No início d cada smstr ltivo é laborado matrial didático (Manual do Aluno) ond constam os rgulamntos da Bibliotca os procdimntos ncssários para o atndimnto adquado, forncm orintaçõs aos alunos na ralização d trabalhos acadêmicos, com atnção spcial às normas da ABNT. PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO A Bibliotca da Faculdad Barrtos stá sob a rsponsabilidad d dois profissionais habilitados dvidamnt inscritos no Conslho Rgional d Bibliotconomia, além d 2 auxiliars contratados capacitados para garantir o plno atndimnto aos usuários. Bibliotcários Rsponsávis: 1. Juliana Alpino d Sals CRB 8/ Frnando Brito da Costa Dias - CRB - 8 /305 Página 177 d 237
178 ORGANIZAÇÃO O acrvo da bibliotca é classificado pla CDD (Classificação Dcimal d Dwy) a catalogação é fita no banco d dados RM Biblios. 22. LABORATÓRIOS 22.1 LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA Os laboratórios são spaços dstinados ao suport técnico das funçõs acadêmicas. Embora cntrado nas atividads práticas d nsino, os laboratórios também dvm opracionalizar outras ncssidads advindas da prática d invstigação da xtnsão. Os laboratórios são planjados sgundo as ncssidads didático-cintíficas do projto pdagógico do curso, no qu s rfr à ára física, às instalaçõs spcíficas, aos quipamntos aparlhos idntificados plos profssors rsponsávis plas práticas plos projtos d psquisa programas d xtnsão. O curso d graduação m Enfrmagm contará com um laboratório d informática dstinado à utilização dos sus alunos. Além dss, os dmais Laboratórios d Informática xistnts na Faculdad srão utilizados d forma compartilhada com os dmais cursos ofrcidos pla Instituição. As tablas qu sgum fazm uma dscrição dtalhada dos laboratórios d informática da Faculdad Barrtos. Espaço Físico: A Faculdad Barrtos possui na Unidad II, 2 (dois) laboratórios d informática d 48,80 m 2 2 (dois) laboratórios d informática d 49,60m 2, totalizando 196,80 m 2. LABORATÓRIO 01 ESPECIFICAÇÃO EQUIPAMENTOS MICROCOMPUTADOR SOFTWARES MOBILIÁRIO OUTROS EQUIPAMENTOS/ MATERIAIS CARACTERÍSTICAS QUANTIDADE Micro 2.6 MHz, com 512 MB d mmória RAM, 80 GB d disco rígido, CD 52x, Monitor d 15 colorido com rsolução d 1024x768, 30 Placa d rd 100-Bit PCI Fast Ethrnt Adaptr. Microsoft Windows XP, Microsoft Offic, JCrator LE, Kit d dsnvolvimnto Java JDK Sun, Jud, Nt Bans, C++, MySQL, Oracl. Intrnt Msas 30 Cadiras stofadas 50 Lousa ltrônica Smart Board 1 Aparlho d ar condicionado BTUs 1 Projtor multimídia SONY 1 Obs.: O Laboratório tm acsso à intrnt, com um link d 1 MB. Página 178 d 237
179 LABORATÓRIO 2 EQUIPAMENTOS CARACTERÍSTICAS QUANTIDADE Microcomputador Softwars Mobiliário Outros Equipamntos Microcomputador com procssador AMD athlon d 1.67 Ghz, com 256 MB d mmória Ram, 40 GB d disco rígido, CD Rom 52X, Monitor CRT Itautc d 15 colorido 18 com rsolução d 1024x768, placa d rd 10/100-Bit PCI Fast Ethrnt Adaptr. Windows XP, pacot Microsoft Offic, TClit, Dv-C++, Easy PHP 2.0, Fr Pascal IDE, Packt Tracr 4.1. Com as parcrias criadas, os discnts docnts também possum acsso aos softwars trinamntos da IBM, SUN, Oracl Microsoft. Msas 9 Cadiras stofadas 22 Aparlho d Ar condicionado BTUs 1 Obs.: O Laboratório tm acsso à intrnt, com um link d 1 MB. LABORATÓRIO 3 EQUIPAMENTOS CARACTERÍSTICAS QUANTIDADE Microcomputador Microcomputador Softwars Mobiliário Outros Equipamntos Microcomputador com procssador Intl Clron 420 d 1.6 GHz, com 1 GB d mmória Ram, 80 GB d disco rígido, DVD-RW (litor gravador d CD DVD), Monitor 20 LCD LG d 15 colorido com rsolução d 1024x768, placa d rd 10/100/1000-Bit PCI Fast Ethrnt Adaptr. Microcomputador com procssador Intl Clron d 2.66 GHz, com 512 MB d mmória Ram, 80 GB d disco rígido, CD Rom 52X, Monitor LCD LG d 15 colorido 10 com rsolução d 1024x768, placa d rd 10/100-Bit PCI Fast Ethrnt Adaptr. Windows XP, pacot Microsoft Offic, Java EE 5 SDK, Ntbans IDE 6.5, Jud Community, JCrator Pro, TClit, Dv-C++, Easy PHP 2.0, Visual Studio 2008, ASP.nt, Microsoft Visual C# 2008, PHP Editor, Dia, MySQL Srvr 5.0, PHP 5, Fr Pascal IDE, Packt Tracr 4.1, Sun Microsystms Java EE 5 SDK, Oracl Databas 10g, Oracl Dvlopr Suít Dv Suít Hom, Microsoft Visual Wb Dvlopr 2008, OpnProj, dntr outros. Com as parcrias criadas, os discnts docnts também possum acsso aos softwars trinamntos da IBM, SUN, Oracl Microsoft. Msas 30 Cadiras stofadas 32 Aparlho d Ar condicionado BTUs 1 Obs.: O Laboratório tm acsso à intrnt, com um link d 1 MB. Página 179 d 237
180 LABORATÓRIO 4 Equipamntos CARACTERÍSTICAS QUANTIDADE Microcomputador Softwars Mobiliário Outros Equipamntos Microcomputador com procssador Intl Clron d 2.66 GHz, com 512 MB d mmória Ram, 80 GB d disco rígido, CD Rom 52X, Monitor LCD Philips d 15 colorido 30 com rsolução d 1024x768, placa d rd 10/100-Bit PCI Fast Ethrnt Adaptr. Windows XP, pacot Microsoft Offic, Java EE 5 SDK, Ntbans IDE 6.5, Jud Community, JCrator Pro, TClit, Dv-C++, Easy PHP 2.0, Visual Studio 2008, ASP.nt, Microsoft Visual C# 2008, PHP Editor, Dia, MySQL Srvr 5.0, PHP 5, Fr Pascal IDE, Packt Tracr 4.1, Sun Microsystms Java EE 5 SDK, Oracl Databas 10g, Oracl Dvlopr Suít Dv Suít Hom, Microsoft Visual Wb Dvlopr 2008, OpnProj, dntr outros. Com as parcrias criadas, os discnts docnts também possum acsso aos softwars trinamntos da IBM, SUN, Oracl Microsoft. Msas (bancadas) 12 Cadiras stofadas 30 Aparlho d Ar condicionado BTUs 22.2 LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS Os laboratórios são spaços dstinados ao suport técnico pdagógico das funçõs acadêmicas. Embora cntrado nas atividads práticas d nsino, os laboratórios também dvm opracionalizar outras ncssidads advindas da prática d invstigação da xtnsão. Os laboratórios são planjados sgundo as ncssidads didático-cintíficas do projto pdagógico do curso, no qu s rfr à ára física, às instalaçõs spcíficas, às condiçõs d biossgurança aos quipamntos aparlhos idntificados plos profssors rsponsávis plas práticas plos projtos d psquisa programas d xtnsão. O curso d Enfrmagm contará com os sguints Laboratórios: Laboratórios spcíficos para o curso: 1. Laboratório d Anatomia; 2. Laboratórios d Enfrmagm, compostos por três salas; 3. Laboratório Multidisciplinar. Página 180 d 237
181 LABORATÓRIOS DE ENFERMAGEM Os Laboratórios d Enfrmagm são compostos por três salas (Enfrmagm 1, Enfrmagm 2 Enfrmagm 3) tm como finalidad propiciar as sguints açõs: Dsnvolvr técnicas d prparo administração d fármacos vias EV, IM, SC, SL, Otológica, Nasal, Rtal, Transdérmica oftálmica; Ralizar xam físico d acordo com os sgmntos do corpo humano; Ralizar a higin das mãos; Utilizar d técnicas assépticas; Prparar d matrial cirúrgico; Ralizar curativos simpls cirúrgicos; Manusar Sondas, Drnos Cattrs; Vrificar sinais vitais dados d antropomtria; Ralizar a higin do pacint; Trinar técnicas junto ao pacint crítico no atndimnto pré-hospitalar m simulaçõs d atndimntos d mrgências. Ára Física: Laboratório d Enfrmagm 1 possui 71,63 m 2 Laboratório d Enfrmagm 2 possui 70,42 m 2 Laboratório d Enfrmagm 3 possui 60,67 m 2, com um banhiro uma ára dstinada a xpurgo (18 m 2 ) Os laboratórios 1 2 contam com os sguints matriais prmannts: Bancadas (msas altas) Armários Banqutas altas; Quadros brancos; Pias Suports para papl toalha sabont líquido. O laboratório 3 simula uma nfrmaria, com banhiro próprio, ára d xpurgo, objtivando um atndimnto hospitalar. Aprsnta instalaçõs para sala d avaliação com simulação d baixa fidlidad, ond o aluno dsnvolv as técnicas é obsrvado plo docnt durant o procdimnto. Página 181 d 237
182 Abaixo ncontram-s dscritos os matriais disponívis nos laboratórios: Laboratório Enfrmagm I LABORATÓRIO ENFERMAGEM I QUANTIDADE MATERIAL/EQUIPAMENTO 05 Msas 30 Cadiras 01 Biombo 04 Litos Hospitalars com painl d gass 04 Manquins para simulação d procdimntos 01 Escada 02 Msas d cabcira 02 Suports d soro 01 Suports para Hampr 03 Armários d madira 03 Travssiros 10 Esfigmomanômtros anróid 10 Esttoscópios 01 Aspirador portátil 02 Balanças antropométicas analógicas Página 182 d 237
183 Laboratório Enfrmagm II LABORATÓRIO ENFERMAGEM II QUANTIDADE MATERIAL/EQUIPAMENTO 04 Bancadas 34 Banqutas alta 05 Armários d madira 03 Carrinhos d curativo/procdimnto - inox com 3 divisõs 02 Carrinhos d curativo/procdimnto - inox com 2 divisõs 05 Células tamanho grand 01 Banhira infantil com suport 01 Msa gincológica 02 Balanças para RN (1 digital 1 analógica) 01 Régua antropométrica d madira 01 Foco d luz 01 Máquina sladora 02 Braços didáticos para punção vnosa 01 Ambú adulto 01 Ambú pdiátrico 01 Manquins para massagm cardíaca vntilação 03 Útros PP com 1 fto 03 Útros P com fto 06 Útros M com 1 fto 02 Útros G com 1 fto 02 Útros m com 2 ftos (gmlar) 02 Manquins nonatal para cuidados (com colostomia) 01 Manquim nonatal para cuidados (d silicon) 01 Manquim nonatal para massagm cardíaca vntilação 03 Manquins pélvico fminino para ralização d procdimntos 01 Barriga d gstant didática (d tcido) 11 Útros patológicos pqunos 01 Útro gravídico 01 Simulador d parto pélvico 05 Pças para simulação d pisiotomia/pisiorrafia Página 183 d 237
184 Laboratório d Enfrmagm III LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM III QUANTIDADE MATERIAL/EQUIPAMENTO 01 Lito hospitalar com painl d gass 01 Manquim articulado para ralização d técnicas 02 Suports d soros 03 Macas 02 Msas d cabcira 02 Escadinha 03 Suports para Hampr 02 Armários 01 Msa 05 Cadiras 01 Prancha d salvamnto 01 Cadira d banho 01 Cadira d rodas LABORATÓRIOS DE ENFERMAGEM QUANTIDADE EQUIPAMENTOS MULTIDISCIPLINARES 01 Glicosímtro 02 Otoscópio 02 Lantrnas clínicas 03 Papagaios 03 Comadrs 02 Biombos 02 Jarros d inox 01 Bald d inox 03 cúpula pquna 04 cúpula grand 04 Almotolias 05 Bandjas d inox 12x22 06 Bandjas rasas d inox 41x28 04 Bandjas fundas d inox 31x20 06 Bandja funda d inox com alça 20x27 04 Bandja funda d inox 34x51 04 Bandja funda d inox com alça 31x41 Página 184 d 237
185 INSTRUMENTAIS CIRÚRGICOS QUANTIDADE NOME 05 Pinças anatômicas disscção 25 cm 03 Pinças anatômicas disscção 16 com 07 Pinça Klly curva 14 cm 01 Doct 06 Backaus 02 Pgador d útro 01 Forcps 05 Tsoura d Mdsmbal 02 Tsoura Mayo curva 03 Tsoura Mayo rta 16 Kly curva 07 Kly rta 02 Adisson sm dnt 02 Adisson dnt d rato 08 Allys 06 Curta 11 Cochr rta curva 07 Porta agulha 02 Pinça coração 03 Dilatador 01 Palpador 02 Cabo bisturi nº3 01 Cabo bisturi nº4 01 Sapata 02 Pinça anatômica 03 Pinça anatômica com dnt d rato 02 Baionta 03 Mistr longo 03 Pinça rsto 03 Doym 02 Pna 01 Pozzi 01 Duval 01 Miiz 01 Colim- 01 Xron 02 Porta agulha mayo higar 08 Pinça Halstad mosquito 06 Tsouras cirúrgicas 15 com rta 06 Tsouras para íris curva 12 cm Página 185 d 237
186 LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR O Laboratório Multidisciplinar tm como finalidad propiciar o studo, anális projção d lâminas histológicas, através d microscópio com câmra digital m computadors ou aparlhos d multimídia, d todos os tcidos sistmas do corpo humano, além d dar suport às aulas práticas das disciplinas: 1. Microbiologia; 2. Biologia clular (Biologia Clular Tcidual do Dsnvolvimnto), histologia mbriologia humana; 3. Parasitologia; 4. Bioquímica; 5. Patologia. Ára Física: 70,49 m 2 O laboratório conta com os sguints matriais prmannts: 05 Bancadas (msas) 25 Cadiras; 02 Armários 01 Quadro branco. Pia Suports para papl toalha para sabont líquido Principais Equipamntos: LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR QUANTIDADE MATERIAL/EQUIPAMENTO 01 Microcomputador 01 Microscópio binocular com câmra digital 01 Caixa d Lâminas - Histologia 01 Caixa d Lâminas - Patologia 01 Caixa d Lâminas - Parasitologia 01 Autoclav Vrtical 01 Balança Analítica d Prcisão 01 Banho Maria 01 Barril para água dstilada 01 Dstilador 01 Estufa d scagm strilização 02 Exaustors 01 Gladira 01 Lava olhos 06 Microscópio óptico Página 186 d 237
187 LABORATÓRIO DE ANATOMIA O Laboratório d Anatomia objtiva atndr às atividads práticas ncssárias ao plno dsnvolvimnto do contúdo d anatomia humana, com a finalidad d manusio das struturas anatômicas aquisição da nomnclatura, topografia função básica dos constituints do corpo humano. Est laboratório comprnd ampla ára física, ambint climatizado, iluminação satisfatória, com modlos pças anatômicas para facilitar a idntificação a comprnsão sobr o funcionamnto do corpo humano, atndndo às ncssidads didático-pdagógicas a qu a disciplina s propõ aos alunos da ára da saúd. Ára Física: 71,63 m 2 O laboratório conta com os sguints matriais prmannts: 06 armários com portas d vidro; 05 bancadas (msas); 25 cadiras; 01 quadro branco; 01 ngatoscópio; 01 quadro branco. Pia Suports para papl toalha para sabont líquido E dispõ dos sguints modlos pças anatômicas para manipulação aprndizado: QUANTIDADE MATERIAL/EQUIPAMENTO OBSERVAÇÕES 01 Modlo muscular assxuado 1,70m com 34 parts 05 Braços musculados confccionados m fibra d vidro, dividindo-s m 6 parts 05 Prnas musculadas confccionadas m fibra d vidro 05 articulaçõs do punho confccionadas m rsina plástica rígida 05 articulaçõs do cotovlo confccionadas m rsina plástica rígida 05 articulaçõs do ombro confccionadas m rsina plástica rígida 05 articulaçõs do quadril confccionadas m rsina plástica rígida 05 articulaçõs do jolho confccionadas m rsina plástica rígida com movimntos d flxão 05 articulaçõs do pé confccionadas m rsina plástica rígida 05 cabças com 4 parts confccionadas m rsina plástica mborrachada Página 187 d 237
188 05 colunas vrtbrais crvicais 05 colunas vrtbrais torácicas 05 colunas vrtbrais lombars 05 crânios com coluna crvical cérbro 01 squlto articulado muscular confccionadas m rsina plástica rígida m tamanho natural confccionadas m rsina plástica rígida m tamanho natural confccionadas m rsina plástica rígida m tamanho natural com 10 parts 05 cérbros ampliados com 12 parts 01 sistma digstório 01 sistma circulatório 03 sistmas nrvoso simpático 03 sistmas rspiratório 03 sistma urinário clássico 01 torso bissxual 01 pélvis fminina 01 pélvis masculina 05 Cort d Pl (Tato) 01 Olho (Visão) 01 Ouvido (Audição) 01 Torso Bissxual confccionado m rsina plástica rígida m cor natural Página 188 d 237
189 APRESENTAÇÃO ANEXO I ESTÁGIO SUPERVISIONADO O Estágio Suprvisionado é imprscindívl para a formação do profissional Enfrmiro. Comprnd o príodo m qu o aluno vivncia situaçõs rais m su campo d atuação profissional, dispondo-s a ralizar atividads práticas, sob a suprvisão didática d outros profissionais já formados a fim d proporcionar mlhora na qualidad da assistência ralizada. Entnd-s por Estágio Suprvisionado o conjunto d atividads d formação, psquisa assistência à saúd, propiciando ao aluno a comprnsão da ralidad m qu stá insrido, através d diagnóstico, invstigação intrvnção, apoiado nos pilars da atuação m saúd: prvnção, promoção rabilitação. Sndo assim, a prática do stágio suprvisionado dmanda uma séri d atividads qu, m conjunto, prmitm ao aluno construir xpriências significativas rlacionando toria prática, m situaçõs rais d nsino. Os stágios stão basados na li nº 11788, d 25 d novmbro d 2008, rsolução COFEN nº 371, d stmbro d 2010 nº 441, d maio d 2013, dvndo star pautados nos protocolos das instituiçõs no qual srá ralizada as atividads, sguindo calndários scolars proporcionando a complmntação do nsino da aprndizagm a sr planjados, xcutados, acompanhados avaliados m conformidad com os componnts curriculars, no intuito d atingir os objtivos da Faculdad Barrtos também qu corroboram com a Rsolução CNE/CES N o 3 d 7 d novmbro d O aluno dv sabr-pnsar, aprndr a sr, aprndr a aprndr, aprndr a convivr, tornar-s crítico rflxivo para qu, a partir d atividads mais simpls para qu stja apto para ralizar as mais complxas. O studant, futuro Enfrmiro, dv sr capaz d aprofundar o qu sab, como por qu sab consquntmnt sr um ducador, transmitindo o su sabr para outros, mdiado plo complxo social, político conômico. Nst procsso o profssor é o intgrador do conhcimnto, mdiador, orintador provocador d dúvidas sobr o procsso nsino aprndizagm. O projto político pdagógico do Curso aponta para a formação do Enfrmiro com uma visão gnralista, humanista, crítica rflxiva. Profissional qualificado para o xrcício Página 189 d 237
190 d Enfrmagm, com bas no rigor cintífico, intlctual pautado m princípios éticos lgais qu lh confrm a Li do Exrcício Profissional, capaz d conhcr intrvir sobr os problmas/situaçõs d saúd, donças aprsntadas no prfil pidmiológico nacional, com ênfas na rgião d atuação. O Enfrmiro dv atuar com rsponsabilidad social compromisso com a cidadania, como promotor da saúd intgral do sr humano. O dsnvolvimnto do potncial humano através da construção do conhcimnto pla intração prmia a proposta pdagógica do Curso d Enfrmagm da Faculdad Barrto, buscando, o conhcr o construir juntos, trazndo novas possibilidads à formação do sr humano, o qu é um propósito d todas as açõs político - pdagógicas xprssas no currículo. O Estágio visa implmntar a articulação tórica-prática, nvolvndo os discnts nos campos d prática, possibilitando a rflxão sobr a ralidad social a busca da transformação, através da produção d novos conhcimntos. Os spaços ond srão ralizadas as práticas irão variar d acordo com o objto a sr aprndido, portanto, o aluno podrá star na comunidad (scolas, crchs, asilos), no domicílio, na rd básica d saúd, como também m hospitais, matrnidads, ntr outros, atndndo o clint m suas ncssidads, intrvindo no procsso saúd-donça, d acordo com o ciclo vital (criança, adolscnt, mulhr, adulto, idoso). Portanto, atndrmos as ncssidads do mrcado profissional rgional. Página 190 d 237
191 REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM CAPÍTULO I DO CONCEITO E OBJETIVOS Art. 1º - Os Estágios Suprvisionados, consoant ao Artigo 9º da Rsolução nº 004/72, do Conslho Fdral d Educação, dstinam-s aos studants d graduação d Enfrmagm da Faculdad Barrtos, rgularmnt matriculados qu não possua nnhuma pndência disciplinar (dpndência). Art. 2º - Considra-s Estágio suprvisionado as atividads práticas d aprndizagm, proporcionadas ao acadêmico pla participação m situaçõs rais simuladas, ralizadas m ntidads d dirito público privado da comunidad m gral, sob a rsponsabilidad da coordnação do curso sob a suprvisão dirta d um profssor do Curso d Enfrmagm mdiant a prsnça do profissional lgalmnt habilitado, no campo d stágio. Art. 3º - São objtivos dos Estágios suprvisionados: I. Prmitir o dsnvolvimnto d habilidads técnico-cintíficas, visando a qualificação do futuro profissional; II. Propiciar condiçõs para aquisição d conhcimntos xpriências no campo d atuação profissional; III. Subsidiar o Colgiado do Curso d Enfrmagm com informaçõs qu prmitam adaptaçõs rformulaçõs curriculars, quando ncssárias; IV. Promovr a intgração ntr a Faculdad Barrtos, mrcado d trabalho comunidad. V. Favorcr a atuação do aluno como cidadão, no contxto da rsponsabilidad social. Página 191 d 237
192 CAPÍTULO II DA NATUREZA DAS PRÁTICAS E ESTÁGIOS Art. 4º - O Estágio Suprvisionado comprnd os stágios curriculars das disciplinas do curso d graduação d Enfrmagm. 1º - Entnd-s por prática profissional aqula dsnvolvida mdiant matrícula na disciplina qu contnha carga horária prática, ofrtada a partir do 4º príodo do currículo do Curso d Enfrmagm. 2º - Entnd-s por stágio obrigatório aqul dsnvolvido mdiant matrícula na disciplina d Estágio Suprvisionado, ofrtada a partir do 9º príodo do currículo do Curso d Enfrmagm dvndo sr ralizado m hospitais grais spcializados, ambulatórios, rd básica d srviços d saúd comunidad, totalizar uma carga horária mínima qu rprsnt 20% da carga horária total do curso sr xcutado durant os dois últimos príodos do curso. CAPÍTULO III DOS CAMPOS DE PRÁTICA E ESTÁGIO Art. 5º - Constitum campos d práticas stágios as ntidads d dirito público privado, a comunidad m gral, as atividads d nsino, psquisa xtnsão, dsd qu aprsntm condiçõs para: I. planjamnto xcução conjunta das atividads d stágio; II. avaliação aprofundamnto dos conhcimntos tórico-práticos rlacionados com Enfrmagm, III. vivência ftiva d situaçõs concrtas d vida trabalho, dntro do campo d atuação da nfrmagm. Art.6º - O Estágio Suprvisionado srá ralizado m ntidads públicas ou privadas, dsd qu prcdido da clbração d Convênio ou Acordo d Coopração, priodicamnt rxaminado, ond starão acordadas todas as condiçõs d sua ralização. Art. 7º - As atividads a srm dsnvolvidas plo acadêmico dvm constar m Plano d Estágio. Página 192 d 237
193 Art. 8º - O sguro d acidnts pssoais a favor do acadêmico srá d rsponsabilidad da Faculdad Barrtos. Art. 9º - São documntos indispnsávis para a ralização da prática do stágio: I. Trmo d Convênio ou Acordo d Coopração clbrado ntr a unidad concdnt d campo d stágio a Faculdad Barrtos, conform Anxo I; II. Trmo d compromisso clbrado ntr a unidad concdnt d campo d stágio o aluno, conform Anxo II. CAPÍTULO IV DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E DIDÁTICA DO ESTÁGIO CURRICULAR Art. 10º - A strutura organizacional do stágio curricular é formada plo núclo docnt struturant (NDE) do Curso d Enfrmagm, Coordnador d Estágio profssors suprvisors. Art. 11 O núclo docnt struturant (NDE) do curso d graduação m Enfrmagm da Faculdad Barrtos assssorará o Coordnador do Estágio Suprvisionado. 1º - O Coordnador do Estágio Suprvisionado srá scolhido plo Coordnador do curso d Enfrmagm, a qum rportará todas as atividads rlacionadas com o Estagio suprvisionado. Art Compt ao Coordnador do curso d Enfrmagm ncaminhar à Dirtoria Acadêmica, a indicação do Coordnador d Estágio do Curso d Enfrmagm. Art. 13 A coordnação d curso, juntamnt com os mmbros do NDE, laborará o cronograma dos stágios das disciplinas, objto d stágio. Art Compt ao Núclo Docnt Estruturant (NDE) do Curso d Enfrmagm: Página 193 d 237
194 I. Aprovar o Rgulamnto d Estágio Suprvisionado do Curso d Enfrmagm, laborado m conjunto com os coordnadors do curso d Estágio profssors suprvisors; II. Propor altraçõs qu s façam ncssárias nst Rgulamnto; III. Apoiar subsidiar o Coordnador d Estágio Suprvisionado no qu diz rspito ao plno dsnvolvimnto das atividads m campo; IV. Rsolvr os problmas d ordm organizacional xcutiva dos stágios, com vistas a mlhoria da qualidad do nsino ministrado. Art Compt ao Coordnador d Estágio Suprvisionado: I. Coordnar o campo d prática d stágio suprvisionado d acordo com o objto a sr aprndido; II. Distribuir os acadêmicos m os grupos; III. Mantr atualizado, prmanntmnt, o cadastro das atividads d stágio suprvisionado do curso m conjunto com o profssor suprvisor; IV. Establcr stratégias para ampliar os campos d stágio; V. Forncr, quando solicitado, carta d aprsntação ao acadêmico; VI. Promovr palstras, sminários, visitas, objtivando sclarcr os programas d stágio; VII. Organizar mantr atualizada a documntação dos stagiários; VIII. Grnciar as vagas para stágio, ofrcidas plas unidads concdnts; IX. Promovr runiõs com os profssors suprvisors, smpr qu ncssário; X. Promovr, com os profssors suprvisors, acadêmicos stagiários runiõs d sclarcimnto avaliação global do stágio; XI. Compromtr-s com o contínuo aprfiçoamnto das atividads d Estágio Suprvisionado do Curso d Enfrmagm. Página 194 d 237
195 CAPÍTULO V DA PRÁTICA PROFISSIONAL E ESTÁGIO SUPERVISONADO SEÇÃO I - DA OPERACIONALIZAÇÃO E SUPERVISÃO Art A prática profissional srá dsnvolvida mdiant matrícula na disciplina com prática, ofrtada a partir do 4º smstr do currículo do Curso d Enfrmagm, conform Matriz Curricular do Curso d Enfrmagm, à mdida qu o studant aprsntar os prérquisitos stablcidos no Quadro d Sqüência Lógica m vigor, para cada pratica. Art As práticas profissionais dvrão, prfrncialmnt, sr dsnvolvidos concomitantmnt às disciplinas tóricas corrspondnts. Art As práticas stágios curriculars dvrão dsnvolvr açõs d nfrmagm compatívis com o nívl d prparo do studant prtinnts a programação dsnvolvida na (s) disciplina (s) tórica (s) corrspondnt(s). Art A suprvisão d prática profissional stágio dvm sr ntndidos como orintação forncida ao acadêmico no dcorrr das atividads, por docnt do curso, d forma a proporcionar ao acadêmico, o plno dsmpnho d açõs, princípios valors inrnts à ralidad da profissão m qu s procssa a vida prática. Art A suprvisão da prática stágio obrigatório srá considrada como atividad d nsino, computada ao profssor suprvisor como hora-aula, conform a política da Faculdad Barrtos. Art A suprvisão da prática stágio dar-s-á na forma dirta ou indirta, d acompanhamnto fito plo profssor suprvisor por mio d orintaçõs individuais /ou coltivas das atividads dsnvolvidas no campo d stágio ao longo d todo o procsso. Art Compt ao profssor suprvisor: I. Informar o acadêmico sobr as normas, procdimntos critérios d avaliação da prática stágio; II. Orintar, acompanhar avaliar o acadêmico durant o dsnvolvimnto da prática stágio obrigatório; Página 195 d 237
196 III. Comparcr, às runiõs dmais promoçõs d intrss da prática stágio; IV. Atndr aos dispositivos rgulamntars no qu diz rspito à orintação didática, frqüência às aulas, a xcução d trabalhos scolars; V. Abstr-s d atos qu possam importar no dscumprimnto/dsrspito aos prcitos éticos, morais, sociais culturais qur sjam na trato com autoridads públicas /ou da Faculdad, docnts, intgrants do corpo administrativo, com próprios colgas, bm como m rlação a todas as pssoas d outras instituiçõs d nsino/assistência plos quais o aluno vir a passar; VI. Orintar o acadêmico stagiário sobr o plano d prática stágio, acompanhando sua xcução; VII. Rcbr analisar o control d frqüência, rlatórios outros documntos dos acadêmicos stagiários; Art Compt ao profssor suprvisor quanto ao campo d prática stágio: I. Comparcr ao campo d prática, para conhcê-lo, plo mnos um dia ants do início do stágio; II. Entrar m contato com o (a) Enfrmiro (a) Suprvisor ou chf da unidad do campo d prática profissional para informar à unidad as caractrísticas do grupo os objtivos da prática stágio; informar o príodo horário m qu a prática ou stágio acontcrá; idntificar os procdimntos a srm ralizados conhcr a quip d nfrmagm lotada no stor. III. Aprsntar-s uniformizado no campo d prática ou stágio IV. Não faltar na prática ou stágio. Em caso d ncssidad, comunicar a coordnação d práticas stágios; V. Prmancr no campo d práticas stágios nos dias horários dstinados para sta finalidad; Art Compt ao Acadêmico: I. Informar-s cumprir as normas rgulamntos das práticas do stágio; II. Dfinir, com o profssor suprvisor, o príodo, o campo as condiçõs para o cumprimnto do praticas ou stágio; Página 196 d 237
197 III. Aprsntar rlatórios, psquisas, trabalhos ao profssor suprvisor quando solicitados; IV. Rspitar o sigilo as particularidads da unidad concdnt da prática stágio obdcr as normas por la stablcidas; V. Aprsntar-s no campo d prática stágio dvidamnt uniformizado, com matrial d bolso complto, conform, rspctivamnt, Anxo III IV; VI. Portar o crachá no campo d prática stágio; VII. Zlar pla ordm matriais utilizados m cada unidad d prática stágio; VIII. Cumprir rigorosamnt as normas aprsntadas pla instituição do campo d prática stágio; IX. Rspitar o Código d Ética dos Profissionais d Enfrmagm, no qu diz rspito à atitud profissional sigilo; X. Abstr-s dos atos qu possam importar no dscumprimnto/dsrspito aos prcitos éticos, morais, sociais culturais qur sjam na trato com clints, autoridad públicas /ou da Faculdad, docnts, intgrants do corpo administrativo, com os próprios colgas, bm como com m rlação a todas as pssoas d outras instituiçõs d nsino/assistência plos quais o aluno vir a passar (Anxo V); XI. Dsmpnhar suas atividads com rsponsabilidad, vitando rros técnicos, s caso ocorrrm, os msmos srão julgados plo profssor suprvisor Coordnação do Curso; XII. Socializar-s tr a capacidad d stablcr mantr contatos com o clint, colgas quip; XIII. Rspitar a pontualidad para início da prática stágio. Sndo qu é d rsponsabilidad do aluno star 10 min ants do horário da prática stágio, com a finalidad d prparar o matrial pssoal qu irá utilizar s uniformizar; XIV. É vtado ao aluno circular nas dpndências da Instituição da prática stágio fora do príodo d atuação; XV. Tr o dirito a 15 min d intrvalo, por dia d prática stágio, sndo qu o msmo ficará a critério do profssor da Instituição. SEÇÃO II - DA AVALIAÇÃO DA PRÁTICA E ESTÁGIO CURRICULAR Art O dsmpnho do acadêmico na prática do stágio suprvisionado obrigatório srá avaliado plo profssor suprvisor, com bas na Ficha d Acompanhamnto Avaliação do Aluno, conform Anxo VI; Página 197 d 237
198 Art O suprvisor ao avaliar o dsmpnho do stagiário dvrá lvar m considração, no mínimo: I. Frquência do acadêmico, rgistrada m diário d class ou outro mio apropriado, prnchida assinada plo suprvisor nviada ao final do príodo do stágio dirtamnt ao coordnador d prática stágio; II. Caractrísticas individuais d dsmpnho do acadêmico, conform Instrumnto d Avaliação forncido prnchido assinada plo suprvisor nviada ao final do príodo d prática stágio dirtamnt ao coordnador d prática stágio (Anxo VII); III. Atndimnto aos critérios d avaliação d acordo com o Anxo VIII. Art A aprovação no Estágio Suprvisionado xigirá frqüência mínima d 100% (cm por cnto) nota mínima 7,0 (st), numa scala d 0 (zro) a 10,0 (dz). I. Entnd-s como falta a ausência do studant no dcurso das horas diárias d trabalho programadas, su atraso ou saídas antcipadas qu xcdam o tmpo d 15 min. (quinz minutos); II. A média final da prática srá associada à toria, através d média aritmética. III. Na vigência d faltas, srá dircionado um príodo prviamnt dfinido, m conformidad com a disponibilidad da instituição d saúd, instituição d nsino suprvisor d stágio para qu sja dsnvolvido a rposição da carga horária, considrando a possibilidad d ncargos financiros plo acadêmico rfrnt às atividads d rposição. CAPÍTULO VI DO ESTÁGIO VOLUNTÁRIO Art O Estágio Voluntário pod sr ralizado por acadêmicos rgularmnt matriculados dsd qu não caus prjuízo às atividads rgulars do curso. Art A ralização d stágio voluntário, por acadêmicos do curso d Enfrmagm, dar-s-á com a ciência do Coordnador d Prática Estágio, na falta dst, do Coordnador do Curso, a fim d qu sja providnciada a documntação ncssária dscrita no Art. 9º. Página 198 d 237
199 Art As atividads prvistas para o voluntário dvrão star rlacionadas à spcificidad do curso, d forma a garantir o aprimoramnto da formação acadêmica profissional. Art É vdada ao acadêmico a ralização d stágios voluntário concomitant, com a prática curricular. Art Cabrá à unidad concdnt d stágio voluntário (xtra-curricular): I. Dsignar um suprvisor técnico para acompanhar o stagiário m suas atividads; II. Forncr, ao final do stágio, dclaração comprobatória d sua ralização ond dvrão constar, ntr outros dados, nom do acadêmico stagiário, príodos d ralização, total d horas cumprida, local nom do suprvisor técnico do stágio ralizado. Art O stágio Extra Curricular podrá sr aprovitado na forma d atividads complmntars, obdcidos aos critérios limits stablcidos plo Colgiado (NDE) do Curso d Enfrmagm, após anális dos comprovants dscritos no Art. 34. CAPÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art Os stágios voluntários podrão sr rmunrados pla unidad concdnt, sm prjuízo d sua finalidad acadêmica. Art A ralização d stágio voluntário ralizado no xtrior obdcrá a rgulamntos próprios, aprovados plo NDE. Art Os casos omissos srão rsolvidos pla Dirtoria Acadêmica, ouvidos o coordnador do Curso d Enfrmagm o coordnador d Estagio Suprvisionado. Art As fichas d avaliação d cada stágio curricular a pratica srá individual, para cada disciplina, para qu o aluno sja avaliado d acordo com as particularidads d cada disciplina, portanto, cab ao coordnador do stágio juntamnt com o profssor rsponsávl pla disciplina laborá-la prviamnt, assim como os planos d práticas. Página 199 d 237
200 Art. 38 O prsnt Rgulamnto d Práticas Clínicas d Estágio Suprvisionado do Curso d Enfrmagm da Faculdad Barrtos, ntrará m vigor na data d sua aprovação, rvogadas as disposiçõs m contrário. Página 200 d 237
201 MINUTA DE CONVÊNIO ENTRE ENTIDADE CONCEDENTE E A FACULDADE BARRETOS CONVÊNIO DE COOPERAÇAO TÉCNICA, PEDAGÓGICA E CIENTÍFICA INTERINSTITUCIONAL ENTRE A E O CENTRO UNIFICADO DE EDUCAÇÃO BARRETOS LTDA - FACULDADE BARRETOS. Plo prsnt instrumnto, d um lado a inscrita no CNPJ/MF sob o nº, com sd na, na cidad d, Estado d, rprsntada plo su,, brasiliro (a), portador do RG do CPF, doravant dnominada simplsmnt d PRIMEIRA CONVENENTE, d outro o CENTRO UNIFICADO DE EDUCAÇÃO BARRETOS LTDA, com sd na, rprsntada plo su Dirtor Gral, Dr. CHADE REZEK NETO, brasiliro, casado, ducador, portador do RG nº SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº , doravant dnominada simplsmnt d SEGUNDA CONVENENTE, rsolvm clbrar o prsnt convênio d coopração técnica, pdagógica cintífica intrinstitucional, qu srá rgido plas cláusulas condiçõs sguints: CLÁUSULA PRIMEIRA - DO OBJETO O prsnt convênio tm por objto stablcr, um programa d coopração mútua ntr os cursos da ára d saúd ofrcidos pla SEGUNDA CONVENENTE, a ára d saúd já xistnt m funcionamnto na PRIMEIRA CONVENENTE. Parágrafo único: Outras áras srviços qu form implantados, a partir da clbração dst convênio, também srão incluídos no âmbito dst programa d coopração técnica, pdagógica cintífica intrinstitucional, mdiant planos d trabalho laborados m comum acordo ntr as parts. CLÁUSULA SEGUNDA - DA DURAÇAO O prazo d duração dst convênio é d anos, a partir da data da sua assinatura, com possibilidad d sua prorrogação por igual tmpo, mdiant trmo aditivo. Página 201 d 237
202 CLÁUSULA TERCEIRA - DAS CONDIÇÕES GERAIS O prsnt convênio fica submtido às sguints condiçõs grais, sm prjuízo d outras spcíficas qu virm a sr stipuladas ntr as parts: a) a xcução do prsnt convênio s sujita às normas stablcidas pla Dirtoria da PRIMEIRA CONVENENTE às disposiçõs statuárias rgimntais, dlibraçõs do Conslho Suprior d Administração atos normativos da Dirtoria Gral da SEGUNDA CONVENENTE, assim como da lgislação ducacional spcífica. b) no âmbito da assistência aos usuários do Sistma Único d Saúd, a SEGUNDA CONVENENTE s obriga a acatar todas as normas técnicas administrativas, os princípios dirtrizs ditados plos gstors do SUS às quais stá a PRIMEIRA CONVENENTE submtida. c) no âmbito da assistência aos dmais clints da PRIMEIRA CONVENENTE, fica stablcido qu a SEGUNDA CONVENENTE rspitará as normas técnicas administrativas. CLÁUSULA QUARTA DAS RESPONSABILIDADES DA PRIMEIRA CONVENENTE Constitum rsponsabilidads da PRIMEIRA CONVENENTE: I - Disponibilizar os srviços ambulatoriais d intrnação ncssários para o dsnvolvimnto do programa d atividads d nsino dos cursos da ára d saúd indicadas na Cláusula Primira, dntro da capacidad d intrnação; II - garantir condiçõs para a SEGUNDA CONVENENTE atuar nas áras d nsino d cursos da ára d saúd; III - forncr o matrial d consumo ncssário para as atividads d nsino dos cursos da ára d saúd, d acordo com as disponibilidads da PRIMEIRA CONVENENTE, ouvido o Conslho Gstor; IV - co-rsponsabilizar-s no sntido d qu pacints familiars participm do procsso d aprndizagm dos alunos garantindo o rspito ao Código d Ética dos cursos da ára d saúd. Página 202 d 237
203 V - articular a rlação ntr os sus funcionários os docnts dos cursos da ára d saúd da SEGUNDA CONVENENTE, visando o bom dsnvolvimnto das atividads d nsino para os discnts; VI - garantir o crdnciamnto d profissionais ncssários para o cumprimnto dos projtos pdagógicos, qu form indicados pla SEGUNDA CONVENENTE, com anuência da Dirtoria Clínica Administrativa; VII - proporcionar d acordo com as disponibilidads, os rcursos financiros, físicos, matriais, humanos institucionais do Hospital para a manutnção dos srviços médicos xistnts. CLÁUSULA QUINTA DAS RESPONSABILIDADES DA SEGUNDA CONVENENTE Constitum rsponsabilidad da SEGUNDA CONVENENTE: I - Elaborar o programa das atividads d nsino a srm dsnvolvidas nos srviços da PRIMEIRA CONVENENTE discriminando os corpos docnt discnt, carga horária, rcursos ncssários mcanismos d suprvisão do nsino; II - garantir a normatização do fluxo idntificação do corpo discnt conform as normas DA PRIMEIRA CONVENENTE. III - garantir o acompanhamnto do corpo discnt plos docnts rsponsávis plo projto pdagógico dos cursos da ára d saúd. IV disponibilizar anualmnt, 2 (duas) bolsas d studo nos cursos qu ofrc na ára d saúd para os funcionários da PRIMEIRA CONVENENTE, ficando stablcido dsd já, qu as rfridas bolsas d studo, contmplam somnt as mnsalidads do curso, não stando incluso matrial ou qualqur outra dspsa qu sja ncssária. V rsponsabilizar s prant trciros ou msmo prant a PRIMEIRA CONVENENTE, por atos do corpo docnt, discnt dmais pssoas pla msma indicadas, qu possam grar rsponsabilidad civil, criminal trabalhista. Página 203 d 237
204 CLÁUSULA SEXTA DOS ESTÁGIOS I - Somnt podrá participar das atividads contmpladas plo prsnt Convênio, os alunos da SEGUNDA CONVENENTE, qu stivrm m fas d stágio conform prcitua a Li /2008. II A SEGUNDA CONVENENTE s compromt a laborar o Trmo d Compromisso para cada aluno nviado para stágio, conform rquisitos da Li /2008, bm como, m mantr a compatibilidad ntr as atividads d stágio as constants no rfrido Trmo d Compromisso. III As obrigaçõs prvistas no artigo 7º da Li /2008 srão rigorosamnt cumpridas pla SEGUNDA CONVENENTE. IV - A contratação d sguro d acidnt pssoal para cada aluno nviado para stágio é rsponsabilidad da SEGUNDA CONVENENTE. V A PRIMEIRA CONVENENTE cumprirá todas as disposiçõs atribuídas à part concdnt, conform artigo 9º, incisos I a VII, parágrafo único da Li /2008. VI Os alunos contmplados plo stágio, não rcbrão bolsa d studos, auxilio transport ou qualqur outra contraprstação da PRIMEIRA CONVENENTE nm da SEGUNDA CONVENENTE. CLÁUSULA SÉTIMA DA DENÚNCIA A part intrssada m dnunciar o prsnt convênio dvrá notificar à outra com o prazo mínimo d 730 (stcntos trinta dias) d antcdência, através d notificação judicial ou xtrajudicial. Findo o prazo rtro mncionado, o convênio srá rscindido d plno dirito, após o atndimnto d todas as cláusulas condiçõs stablcidas nst convênio, dvndo Página 204 d 237
205 sr rspitadas as atividads d nsino dos cursos da ára d saúd m andamnto até o su final. CLÁUSULA OITAVA DOS CASOS OMISSOS Os casos omissos, não contmplados plo prsnt convênio, srão rsolvidos d comum acordo ntr as parts convnnts. CLÁUSULA NONA - DO FORO As parts lgm o Foro da Comarca d Barrtos para rsolvr vntuais qustõs dcorrnts dst convênio, qu não pudrm sr rsolvidas d comum acordo ntr as convnnts. E por starm justas convniadas, firmam o prsnt convênio m 4 (quatro) vias d igual tor forma para o msmo fim, na prsnça d 2 (duas) tstmunhas, abaixo assinadas qualificadas. PRIMEIRA CONVENENTE Barrtos, d d CENTRO UNIFICADO DE EDUCAÇÃO BARRETOS LTDA SEGUNDA CONVENENTE Tstmunhas Nom: CPF: Nom: CPF: Página 205 d 237
206 TERMO DE COMPROMISSO ENTRE UNIDADE CONCEDENTE E ALUNO Ajust para ralização d Estágio qu ntr si fazm: O CONCEDENTE:, Entidad privada,, stablcida à, nsta cidad d Barrtos, inscrita no CNPJ por su rprsntant lgal, na qualidad d, do outro, os alunos rgularmnt matriculados no Curso d Enfrmagm do CENTRO UNIFICADO DE EDUCAÇÃO BARRETOS LTDA FACULDADE BARRETOS localizada à avnida qu nst ato figura como intrvnint, por su rprsntant, Prof. Chad Rzk Nto na qualidad d Dirtor Gral, firmam o prsnt compromisso, com o objtivo d : 1) Rgularizar stágios do aluno do Curso d Enfrmagm, plo prazo d duração d mss com início m término m. 2) As atividads d stágio srão dsnvolvidas, m dias horários a srm combinados plas parts. 3) Os stagiários cumprirão as normas intrnas. 4) Os stagiários srão suprvisionados coordnados plos nfrmiros docnts dsignados pla própria Faculdad, qu através d ofício, comunicará o nom dos docnts para cada stágio à Grência d Enfrmagm. 5) O vínculo mprgatício dos nfrmiros docnts ficará a cargo da Faculdad, qu arcará com toda rmunração ncargos trabalhista. 6) D conformidad com a Li /2008, os stagiários não trão para quaisqur fitos, vínculo mprgatício ou d qualqur naturza com as parts convnints. 7) Os stagiários os nfrmiros docnts, trão qu cumprir rspitar na íntgra, os statutos, rgulamntos, normas comunicados da, acatar toda ordm administrativa, cab ainda, analisar a idonidad comportamnto ou atitud qu o dsabon, podrá a impdi-los d dsmpnhar as atividads intrnas qu st ajust prmit. 8) O Estagiário qu não vir cumprir st compromisso ou dsrspitar ordns supriors, stará impdido d continuar su stágio. Página 206 d 237
207 9) O prsnt compromisso podrá sofrr altraçõs m qualqur uma d suas cláusulas no todo ou m part, dsd qu a part intrssada comuniqu a outra, mdiant aviso com antcdência d 30 (trinta) dias. 10) E por starm justos acordados, assinam o prsnt m 03 (três) vias d igual tor, para um só fito, na prsnça d duas tstmunhas. Barrtos, d d CONCEDENTE CENTRO UNIFICADO DE EDUCAÇÃO BARRETOS LTDA Faculdad Barrtos Tstmunhas: a) b) Página 207 d 237
208 UNIFORME DO ALUNO PARA PRÁTICA E ESTÁGIO 1. Calça comprida/saia na altura do jolho na cor branca; 2. Blusa, camista ou camisa branca, sm dcots com mangas. 3. Avntal branco com logotipo da faculdad (prmancr fchado quando uso); 4. Calçado fchado branco; 5. Crachá m local visívl. 6. Considrar itns na uniformização do acadêmico qu a instituição d saúd (concdnt do stágio) julgu ncssário. MATERIAL DE BOLSO 1. Esttoscópio; 2. Trmômtro clínico; 3. Tsoura; 4. Rlógio com pontiros d sgundos; 5. Matrial prtinnt à scrita (canta vrmlha, prta azul); 6. Garrot; 7. Cadrntas para anotaçõs; 8. Calculadora d bolso. Obs: é imprscindívl qu cada aluno tnha su próprio matrial para ralização das atividads no campo d prática stágio. APARÊNCIA EM CAMPO DE PRÁTICA E ESTÁGIO 1. Cablos limpos, pntados prsos; 2. Unhas curtas. Apnas é prmitido smalt transparnt; 3. Não srá prmitido o uso d anéis, pulsiras corrnts; 4. É obrigatório o uso do rlógio; 5. Considrar itns na aprsntação pssoal do acadêmico qu a instituição d saúd (concdnt do stágio) julgu ncssário. Página 208 d 237
209 FICHA DE AVALIAÇÃO DO ESTAGIO SUPERVISIONADO Local: Carga Horária: Discnt: Docnt: Príodo: Local: CRITERIOS AUTO-AVALIAÇÃO (0 10) DOCENTE (0 10) NOTA-FINAL (0 10) Conhcimntos tóricos Habilidad Iniciativa Intrss Organização Produtividad Comprnsão Ética Profissional Assiduidad Pontualidad Coopração Rlação intrpssoais Rsponsabilidad Motivação/ Entusiasmo Equilíbrio Emocional Rgistro d Enfrmagm Aprsntação Pssoal OBS: Página 209 d 237
210 Mnção: Data: Assinatura do Discnt: Assinatura do Docnt: Página 210 d 237
211 FICHA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Nom do aluno:... Estágio d: Suprvisor:...Carga Horária:... Príodo: d... a... AVALIAÇÃO DO ALUNO CRITÉRIOS Conhcimntos tóricos à prática Habilidad Iniciativa Intrss Organização Produtividad Comprnsão Ética Profissional Assiduidad Pontualidad Coopração Rlaçõs Intrpssoais Rsponsabilidad Motivação / Entusiasmo Rgistros d Enfrmagm Equilíbrio Emocional Aprsntação Pssoal SIM NÃO PARCIALMENTEE PARCIALMENTE Mnção:... Data:... /... /... Prof(a).:... Obsrvaçõs: Assinatura do aluno(a)... Página 211 d 237
212 CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO Adquação dos Conhcimntos Tóricos à Prática É a manira pla qual o aluno dsnvolv as tarfas durant o stágio, dmonstrando conhcimnto tórico prático. Fundamnta cintificamnt as condutas adotadas, dispondo d bas tórica suficint qu o capacit a uma ficint atuação, rlacionando aplicando a toria à prática. Utiliza trminologia adquada. Dsmpnho Técnico O qu s spra é qu o aluno dmonstr agilidad, rsponsabilidad boa qualidad d trabalho. Excuta com sgurança, rapidz prcisão d movimntos as técnicas d qu é incumbido atndndo conscintmnt os princípios cintíficos nvolvidos. Idntifica, obsrva, prioriza atnd as ncssidads humanas básicas do clint, dntro dos rcursos disponívis do ambint. Prsta assistência d nfrmagm com conhcimnto prévio das açõs raçõs das condutas trapêuticas mprgadas. Iniciativa Intrss É o nvolvimnto compromtido com o dsmpnho d su stágio. O aluno dmonstra intrss nos rsultados daquilo qu faz mlhora constantmnt o su dsmpnho, participa do stágio com boa vontad. Prontidão capacidad para tomada d dcisõs atituds m rlação as ncssidads rquridas. Mostra-s intrssado atncioso para com o clint, visando smpr o su bm star. Mostra iniciativa intrss plas atividads da unidad, procurando o qu fazr durant o stágio. Organização Economia É a capacidad do aluno ralizar suas tarfas dsnvolvêlas racionalmnt. Um trabalho planjado organizado inclui stablcimnto d prioridads, não acúmulo d tarfas, manutnção ordm do stor, além da prvisão, uso dstino adquado do matrial. Capacidad d manutnção dos princípios d higin arrumação dos divrsos ambints. Página 212 d 237
213 Aprsnta uma mtodologia d trabalho conform o aprndizado. Racionalização do tmpo trabalho a srm xcutados. Emprga critriosamnt o matrial ncssário. Ética Profissional - Conduta frnt às situaçõs vivnciadas. Cumprir os prcitos éticos lgais da profissão. Prstar assistência d Enfrmagm à clintla com justiça, comptência, rsponsabilidad honstidad, sm discriminação d qualqur naturza. Rspitar rconhcr o dirito do clint d dcidir sobr sua pssoa, su tratamnto su bm star. Rspitar a privacidad, pudor intimidad do clint. Mantr sgrdo sobr fato sigiloso d qu tnha conhcimnto m razão d sua atividad profissional, xcto nos casos prvistos m li. Tratar colgas, profssor/suprvisor outros profissionais com rspito considração. Rlaçõs Intr Pssoais É a manira do aluno intragir com o clint, sua família, quip d trabalho, colgas docnt/suprvisor. Rlação adquada com quip d saúd: na convivência com a quip obsrva o rspito hirárquico prcitos éticos sociais. Rlação adquada com a clintla: idntifica o clint plo nom, nunca plo númro do quarto /ou patologia, utiliza pronom d tratamnto adquado ao sxo idad do clint rspitando sua intgridad física moral. Rlação adquada com os colgas: dmonstra ntrosamnto, coopração, rspito, snso ético crítico, indpndência motivação. Rlação adquada com profssor/suprvisor: dmonstra rspito obsrvando snso hirárquuico ético, sguindo as dtrminaçõs do profssor. Acita ordns, críticas advrtências. Grau d prcpção do aluno: Capacidad d prcbr, ntndr as divrsas situaçõs qu s aprsntam, bm como as orintaçõs do suprvisor d stágio. Rsponsabilidad Motivação: É o compromisso com o qual o aluno dsmpnha suas atividads no campo d stágio. O aluno rsponsávl rspita horários datas para a Página 213 d 237
214 ntrga d trabalhos/rlatórios, prsta cuidados clints sob sua assistência. d nfrmagm d qualidad aos Exatidão no cumprimnto dos dvrs compromissos, obsrvação aos horários stablcidos. Cumprimnto da carga horária dtrminada para o curso /ou stágio. Assum dsincumb-s das obrigaçõs d sua comptência sndo mrcdor d confiança. Rspond plos atos praticados. Dmonstra-s importância às suas obrigaçõs ralizando-as da mlhor manira possívl. Dmonstra ddicação ntusiasmo plas atividads ftuando-as com aprimoramnto. Postura É a manira pla qual o aluno dsmpnha suas atividads dntro do campo d stágio. Dlicadza no trato, boas maniras, tolrância cortsia. Exprssão corporal, fisionômica vrbal compatívl: usar tom d voz adquado, andar discrto plos corrdors, sntar-s com postura adquada apnas nas cadiras. É proibido o uso d gomas balas, andar m grands grupos. Evitar raçõs fisionômicas impróprias como spanto, dsagrado, irritação, m situaçõs imprvistas ou d maior complxidad brincadiras inadquadas. Aprsntação Pssoal É a manira do aluno s vstir s arrumar para o dsmpnho d sua função. Aprsntação cuidado pssoal adquado: Higin corporal satisfatória; Unhas curtas, cablos prsos, maquiagm uso d jóias discrtas; Uniform limpo passado; Utilização d crachá matrial d bolso (cantas azul vrmlha, trmômtro, garrot tsoura ponta romba). Comunicação Oral É a manira d s xprssar na ralização d suas atividads profissionais. A comunicação oral d padrão ftivo profissional é fita d manira clara Página 214 d 237
215 audívl, utilizando linguagm apropriada corrta, com contúdo organizado, prtinnt vrdadiro. Rgistros d Enfrmagm São fitos d manira lgívl, complto, corrto, sm rasuras, sucinto, utilizando trminologia apropriada adquada, com fonts validadas vrificadas. Rgistros no prontuário: Informaçõs prtinnts ao clint m linguagm cintífica, concisa, sm duplicidad d rgistro, d modo qu qualqur profissional qu as lia, as comprnda com xatidão. Aprsntação dos rgistros: ltra comprnsívl, lgívl, sm falhas ortográficas, sm rasuras vitando o uso d abrviaturas. Página 215 d 237
216 ANEXO II ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENFERMAGEM INTRODUÇÃO As Atividads Complmntars do Curso d Enfrmagm, srão dsnvolvidas plo discnt ao longo dos cinco anos da Graduação, dvndo totalizar a carga horária d no mínimo 290 horas/aula d 60 minutos (corrspondnt a 348 horas/aula d 50 minutos) d atividads, conform contmplado na matriz curricular do curso d Enfrmagm. D acordo com a Rsolução do Conslho Nacional d Educação nº 09/2004, as atividads complmntars são componnts curriculars nriqucdors complmntadors do prfil do formando. Dsta forma, possum como objtivo incntivar o discnt a nriqucr a formação do aluno, através d sua participação m divrsas atividads, nas modalidads d nsino, xtnsão psquisa, incluindo a prática d studos atividads indpndnts, transvrsais, opcionais, intrdisciplinar, spcialmnt nas rlaçõs com o mrcado do trabalho com as açõs d xtnsão junto à comunidad, atividads stas dsnvolvidas dntro fora do ambint acadêmico. A Faculdad Barrtos ofrc oportunidads múltiplas, para qu o aluno intgraliz sua carga d atividads complmntars, através da promoção d vntos, projtos d psquisa, programas d iniciação cintífica, d xtnsão à comunidad, além do incntivo apoio constant para a participação dos alunos m vntos cintíficos, culturais sociais divrsos, disponibilizando ainda um rol d atividads qu o discnt podrá participar inclusiv fora da IES. Abaixo sgu quadro dmonstrativo das Atividads Complmntars do Curso d Enfrmagm, concbidas m três grupos distintos, (nsino, psquisa xtnsão) basilars para a qualidad do Ensino Suprior: Página 216 d 237
217 ATIVIDADES COMPLEMENTARES - CURSO DE ENFERMAGEM Catgorização dos Grupos Rol d Atividads Grupo 1 Atividads d Ensino Art. 6º Monitoria m disciplina ou atividad spcífica do curso; Disciplinas d outros cursos qu signifiqum nriqucimnto da formação do aluno; Grupos d Estudo; Litura dirigida; Films. Visitas m ambints d assistência a saúd Grupo 2 Atividads d Extnsão Art. 7º Participação m sminários, palstras, congrssos, confrências, ncontros, simpósios; Smana tmática; Cursos d xtnsão, atualização, capacitação similars; Participação m açõs d xtnsão patrocinada pla Instituição d Ensino; Participaçõs m projtos sociais; Participação m vntos sportivos. Grupo 3 Atividads d Psquisa Art. 8º Iniciação cintífica, dsd qu dntro dos projtos aprovados plo programa d iniciação cintífica da Instituição; Trabalhos publicados m priódicos da ára do curso; Trabalhos publicados m Sits rgulars na Intrnt; Psquisa d insrção rgional. Total d Horas d Atividads Complmntars: 290 horas ATIVIDADES DE ENSINO Objtivos: Dsnvolvr no discnt o intrss para atividads m qu possa s xprssar transmitir os conhcimntos adquiridos nas disciplinas cursadas. Dsprtar para a docência psquisa favorcr o nriqucimnto intlctual profissional. Dsnvolvr suas habilidads comptências. Página 217 d 237
218 Incntivar o trabalho m quip. Facilitar o dsnvolvimnto d tarfas d psquisa laboração d trabalhos acadêmicos coltivamnt. Auxiliar o discnt para a busca d novas formas d pnsar atuar como fator auxiliador d mudanças no mio ond s ncontra. Incntivar o aluno a mantr o hábito prmannt da litura através da indicação d obras litrárias d contúdo divrsificado. Auxiliar o discnt para adquirir conhcimnto divrso. Incntivar o aluno a buscar conhcimntos complmntars através d outros mcanismos didáticos, mdiant filmografia d contúdo divrsificado. Dsprtar intrss na ára d formação ou m áras afins, tais como: sminários, palstras, congrssos, confrências, ncontros, simpósios ou Smanas rlacionadas a tmas d saúd (smana do alitamnto matrno, tc.). Estimular o discnt a frquntar participar d cursos d línguas strangiras, Informática, ou Arts nas mais dfrnts modalidads. Estimular a aproximação vida saudávl dos discnts, além d uma pronta rlação d contribuição à comunidad como um todo. Tabla d Horas m função das atividads rlacionadas ao nsino: ATIVIDADES DE ENSINO HORAS NO SEMESTRE Monitoria (por smstr) 30 Cursar disciplinas d outro curso qu nriquçam a formação do aluno. 20 Encontros d grupos para studos (mdiant ntrga d rlatório) 5 Participar do programa d Nivlamnto 10 Litura dirigida (por rsnha aprsntada) 3 Films (por rlatório aprsntado) 3 Visitas m Ambints Hospitalars, Programas d Saúd da Família Unidads Básicas d Saúd, Crchs, Escolas, Asilos, Casas d Rpouso - Assistências, Emprsas (por rlatório aprsntado) 5 Página 218 d 237
219 ATIVIDADES DE PESQUISA Objtivos: Dsprtar no discnt, a curiosidad cintífica, rsponsabilidad quanto à aprndizagm, consciência crítica frnt à ralidad social intrdisciplinaridad. Dsprtar a vocação cintífica incntivar talntos potnciais ntr os discnts, mdiant a participação dsts, m projtos d psquisa aprovados plo programa d iniciação cintífica. Incntivar a produção cintífica, introduzindo no discnt o intrss m publicar trabalhos cintíficos d sua autoria, m priódicos d nfrmagm ou d saúd indxados, m sits rgulars na intrnt, dntr os rcomndados plo Coordnador do Curso. Incntivar a psquisa nas dimnsõs cintífica, cultural, humana política, prmitindo qu o discnt possa construir difundir o conhcimnto adquirido, xrcndo o su papl contribuindo com a socidad. Tabla d Horas m função das atividads rlacionadas à psquisa: ATIVIDADES DE PESQUISA Iniciação Cintífica (aprovado plo programa d iniciação cintifica da faculdad) HORAS NO SEMESTRE 20 Trabalhos publicados m priódicos rvistas indxadas d saúd 10 Trabalhos publicados m Sits rgulars na Intrnt, (rcomndados plo coordnador do curso) 10 Aprsntação d trabalho m vntos cintíficos 10 ATIVIDADES DE EXTENSÃO Objtivos: Motivar o discnt a complmntar nriqucr o su conhcimnto através da participação d vntos, na ára d sua formação ou m áras afins. Página 219 d 237
220 Incntivar a participação m cursos d xtnsão, qu vism nriqucr o su conhcimnto, formação até msmo a cultura qu stimul sua capacitação ou atualização profissional. Dsnvolvr atividads m divrsos projtos sociais, m vntos sportivos qu s rlacionm com o curso dmais açõs d xtnsão (dsd qu prviamnt rconhcidas dfridas pla coordnação do Curso). Incntivar a prática sportiva propiciando um stilo d vida saudávl. Tabla d Horas m função das atividads rlacionadas à xtnsão: ATIVIDADES DE EXTENSÃO HORAS NO SEMESTRE Participação m cursos com duração d até 30 horas 15 Participação m cursos com duração suprior a 30 horas 30 Participação m congrssos 10 Participação m palstras sminários 5 Aprovação m cursos d língua strangira (mínimo 30h) 10 Aprovação m cursos d informática (mínimo 30h) 10 Participação na smana cultural cintífica (100% frq.) 30 Mmbro da comissão da smana cultural cintífica 15 Açõs d voluntariado (por ação) 5 Participação d atividads sportivas pla faculdad (tornios, comptiçõs) 5 Mmbro d ligas disciplinars 5 Participação d açõs ducativas rfrnt a liga prtncnt 6 REGRAS BÁSICAS As atividads complmntars têm carátr obrigatório não consta d nota. A atividad é considrada concluída ou não concluída. Caso não contmpl a carga horária ncssária, stipulada na matriz curricular, o discnt não obtrá o diploma d graduação, até qu todas as formalidads curriculars sjam cumpridas; Página 220 d 237
221 Todas as atividads complmntars srão analisadas validadas plo Coordnador das atividads complmntars; Todas as atividads dsnvolvidas dvrão sr comprovadas por scrito assinadas plo rsponsávl, sndo ncaminhadas ao Coordnador do curso no final d cada smstr; Atividads Complmntars não dscritas acima trão a avaliação do Coordnador do curso; O discnt trá acsso por portal acadêmico às atividads complmntars, su rgulamnto sugstõs rlvants para a sua formação acadêmica; As atividads complmntars contmplam uma carga horária total d 290 horas, divididas m 5 smstrs d 40 horas 3 d 30 horas. O discnt trá qu cumprir no máximo 40 horas por smstr. Mais d 290 horas no final do curso srá acito, após avaliação do Coordnador do curso d acordo com as atividads dsnvolvidas; Todas as atividads complmntars dscritas no rgulamnto institucional srão incntivadas pla faculdad, portanto, o discnt trá o auxílio da msma m congrssos, cursos d longa distância, publicaçõs d artigos, tc.; Cada discnt trá o compromisso d s mantr atualizado sobr as atividads complmntars, su cumprimnto quantidad d horas dsnvolvidas no smstr d acordo com a proposta da faculdad. Página 221 d 237
222 ANEXO III REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM TÍTULO I SEÇÃO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O prsnt Rgulamnto tm por finalidad normatizar as atividads rlacionadas com o Trabalho d Conclusão do Curso (TCC) d Graduação m Enfrmagm da Faculdad Barrtos, rquisito indispnsávl à intgralização curricular. Art. 2º Entnd-s por Trabalho d Conclusão d Curso - TCC o documnto qu rprsnta o rsultado d um studo m nívl d graduação, dvndo xprssar conhcimnto do assunto scolhido, qu dv sr obrigatoriamnt vinculado à ára d conhcimnto do curso. 1º - Ess trabalho trá carátr minntmnt didático, podndo prscindir d caractrística d originalidad. 2º - O TCC podrá constituir atividad d Iniciação Cintífica, rsultado d rflxão rigor cintífico. 3 - O TCC a sr laborado ntrgu srá uma monografia. Art. 3º TCC dvrá sr aprsntado d acordo com as normas stablcidas pla Dirção Gral basado nas normas Mtodológicas da Associação Brasilira d Normas Técnicas (ABNT) para laboração d trabalhos acadêmicos. Parágrafo único- A laboração do TCC dvrá sr individual. Art. 4º - A aprovação no TCC é d carátr obrigatório constitui pré-rquisito para a Colação d Grau. Página 222 d 237
223 TÍTULO II SEÇÃO I DA ORGANIZAÇÃO Art. 4º As disciplinas d TCC I II ralizadas no 7 8 smstr do curso comprndrão as atividads d Orintação, Acompanhamnto Avaliação do Trabalho d Conclusão d Curso com o nvolvimnto do profssor orintador do Profssor Coordnador da disciplina. Art. 5 - A strutura da trabalho compõ-s d: I - Part Pré-Txtual II - Part Txtual ou Corpo do Trabalho III - Part Pós-Txtual TÍTULO II SEÇÃO II DAS ATRIBUIÇÕES DO COLEGIADO DO CURSO DE ENFERMAGEM Art. 6º A dfinição do calndário d aprsntação do TCC srá aprovada plo colgiado comptnt. TÍTULO II SEÇÃO III DAS ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR COORDENADOR DA DISCIPLINA TCC Art. 7º Ao Profssor Coordnador da disciplina TCC compt: 1. Cumprir fazr cumprir, no qu lh compt, st Rgulamnto; 2. Divulgar as disposiçõs dst Rgulamnto das normas qu o compltam sclarcndo aos profssors orintadors aos discnts sob a sua forma d xcução; 3. Acompanhar o dsnvolvimnto dos Trabalhos d Conclusão d Curso, mantndo rgistro d todas as informaçõs ncssárias comprobatórias do atndimnto a st rgulamnto; 4. Sugrir Profssors Orintadors no caso m qu o discnt nfrntar dificuldads d ncontrar orintador; 5. Agndar a aprsntação dos TCC ncaminhar as informaçõs ao Colgiado, para qu sjam divulgadas providnciados locais, matriais quipamntos ncssários; Página 223 d 237
224 6. Sugrir a mtodologia formatos dos TCC rgras spciais qu s façam ncssárias, inclusiv para aprsntaçõs; 7. Coordnar atividads vinculadas às qustõs mtodológicas inrnts a st rgulamnto, colaborando com os Profssors Orintadors Discnts; 8. Aprovar os modlos d formulários utilizados para as avaliaçõs dos TCC; 9. Sugrir tmas para constituírm TCC, qu possam contribuir para a mlhoria do contxto rgional ou global, atndndo à problmática rlacionada à ára da saúd na qual a IES stá insrida. Art. 8º Para orintação do TCC srá cadastrado plo Colgiado do Curso, a pdido do Discnt, um Profssor Orintador da Faculdad Barrtos, com titulação mínima d mstr, cuja ára d conhcimnto stja rlacionada ao tma scolhido plo Discnt. Art. 9 Cada Profssor Orintador dvrá tr autonomia para stablcr parâmtros rlvants para aquilo a qu s propõ dsd qu stja d acordo com o mínimo ncssário ao dsnvolvimnto da psquisa. TÍTULO II SEÇÃO IV DAS ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR ORIENTADOR DO TCC Art. 10 Ao Profssor Orintador compt: 1. obsrvar as normas qu orintam o TCC; 2. colaborar com o(s) Discnt(s) na scolha dfinição do tma do TCC; 3. acompanhar o dsnvolvimnto dos trabalhos d sus orintandos; 4. orintar avaliar o(s) Discnt(s) m todas as fass do procsso d laboração do projto, xcução da psquisa aprsntação do TCC; 5. mantr através d rlatório mnsal, m formulário próprio, o Profssor Coordnador da disciplina TCC informado a rspito do dsmpnho do(s) Discnt(s) sob sua orintação das atividads dsnvolvidas por ss(s); 6. cumprir prazos d corrção dvolução do matrial aos Discnts, rspitando o limit d uma smana. Página 224 d 237
225 Art. 11 Os Profssors Orintadors srão, obrigatoriamnt, do quadro docnt da Faculdad Barrtos. 1º Cada aluno dvrá scolhr o orintador do su trabalho d acordo com a ára d intrss da psquisa a disponibilidad do orintador. 2º O Colgiado do Curso prmitirá, dsd qu d acordo com o Profssor Orintador, a co-orintação por Docnts da Faculdad Barrtos ou d outras Instituiçõs d Ensino Suprior, dsd qu não incorra m ônus para a Faculdad Barrtos. Art. 12 Ao scolhr o su Profssor Orintador, o aluno dvrá, para ss fito, ralizar convit formal, acompanhado do Pré-Projto, com conhcimntos adquiridos durant a ralização das disciplinas Iniciação à Psquisa m Enfrmagm Fundamntos, Métodos Técnicas d Psquisa na Enfrmagm. Art. 13 O Profssor Orintador podrá solicitar su afastamnto da orintação, dsd qu os motivos sjam dvidamnt fundamntados. Parágrafo Único. Para tanto, dvrá comunicar d forma scrita, ao Profssor Coordnador da disciplina TCC ao aluno por l orintado, para qu o aluno o Profssor Coordnador da disciplina TCC aprsntm o nom d um novo orintador. Art. 14 O aluno podrá solicitar, por iniciativa própria, ao Profssor Coordnador da disciplina TCC, substituição d su orintador, dsd qu justifiqu suas razõs por scrito indiqu novo orintador. Parágrafo Único. As mudanças d Orintador dvrão sr comunicadas, postriormnt, ao Colgiado. TÍTULO III SEÇÃO I DA AVALIAÇÃO Art. 15 A avaliação do TCC srá fita por uma Comissão d Avaliação formada plo Profssor Orintador por 1 (um) Profssor da Faculdad Barrtos 1(um) Profssor convidado indicados plo Profssor Coordnador do TCC ouvido o orintador su orintando. Art. 16 A avaliação do TCC lvará m considração os sguints aspctos: Página 225 d 237
226 1. corência ntr a problmatização, os objtivos a argumntação; 2. normas da ABNT; 3. rlvância corência da proposta..art. 17 O dpósito do TCC dvrá sr fito sob a forma digital (Cd-Rom) 3 (três) xmplars, sndo 1 (um) dstinado ao Profssor Orintador, após a aprciação da Comissão d Avaliação, 1 (um) para rgistro no Colgiado do Curso 1 (um) ncaminhado à Bibliotca da Faculdad Barrtos sgundo as normas stablcidas para a acitação d trabalhos daqul stor. 1º No Cd-Rom, dvrá constar: nom do aluno do orintador, título do trabalho, ára d concntração data d conclusão do trabalho. 2º O Profssor Orintador dvrá ncaminhar ao Profssor Coordnador do TCC o Trabalho final do su Orintando para qu sja rgistrado no Colgiado do Curso providnciada as cópias para os dmais mmbros da Comissão d Avaliação. Art. 18 Caso o TCC não sja acito pla Comissão d Avaliação, o Colgiado do Curso stablcrá um prazo para as altraçõs ncssárias nova aprsntação. TÍTULO IV SEÇÃO I DOS DEVERES E DIREITOS DOS ALUNOS Art. 19 Além dos prvistos nas normas intrnas da Faculdad Barrtos nas lis prtinnts, são diritos dos alunos matriculados na disciplina TCC: 1. Dispor d lmntos ncssários à xcução d suas atividads, dntro das possibilidads cintíficas técnicas da Faculdad; 2. Sr orintado por um Profssor na ralização do su TCC; 3. Sr prviamnt informado sobr o prazo para ntrga do TCC; 4. Sr prviamnt informado sobr local data do Sminário d aprsntação do TCC. Art. 20 Além dos prvistos nas normas intrnas da Faculdad nas lis prtinnts, são dvrs do aluno matriculado na disciplina TCC: 1. Cumprir st rgulamnto; Página 226 d 237
227 2. Aprsntar ao Colgiado do Curso d Enfrmagm o trabalho monográfico, bm como a ralização da Aprsntação Pública nos prazos dtrminados; 3. Cumprir os horários cronograma d atividads stablcido plo Profssor Coordnador da disciplina TCC plo Profssor Orintador; 4. Rsponsabilizar-s plo uso d diritos autorais rsguardados por li a favor d trciros, quando das citaçõs, cópias ou transcriçõs d txtos d outrm. TÍTULO IV SEÇÃO II DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art. 21 Os casos omissos srão rsolvidos plo Colgiado do Curso, ouvidos o Profssor Coordnador da disciplina TCC, o Profssor Orintador o orintando. Art. 22 Est Rgulamnto ntra m vigor na data d sua publicação, rvogadas as disposiçõs m contrário. Página 227 d 237
228 ANEXO IV LABORATÓRIOS DE ANATOMIA, ENFERMAGEM E MULTIDISCIPLINAR INTRODUÇÃO Os laboratórios d nsino rprsntam um apoio fundamntal para a xclência do procsso nsino-aprndizagm. A sua utilização proporciona ao corpo discnt docnt a oportunidad d conjugar a toria a prática, através do dsnvolvimnto d habilidads spcíficas a cada disciplina d carátr tórico-prático, prmitindo a ftiva aplicação da mtodologia cintífica no procsso d construção do conhcimnto. Dssa forma o aprndizado aproxima-s cada vz mais da ralidad qu o discnt nfrntará, prparando-o para atuar adquadamnt frnt às futuras atividads qu srão dsnvolvidas na prática assistida na vida profissional. 2 OBJETIVOS Establcr normas para a utilização dos spaços dos laboratórios; Rgulamntar, d acordo com as rgras d biossgurança, o acsso às dpndências dos laboratórios. 3 DISPOSIÇÕES GERAIS O Cntro Unificado d Educação Barrtos LTDA disponibilizará sus laboratórios para as práticas dos cursos da ára d saúd, sgundo a strutura curricular, para sus alunos rgularmnt matriculados. O uso dos laboratórios é para fim d atividads d nsino, psquisa xtnsão das disciplinas qu possuam aulas práticas. 4 LABORATÓRIOS Os laboratórios stão classificados como d utilização spcífica (Laboratório d Anatomia Enfrmagm) Multidisciplinar (Laboratório polivalnt). 4.1 Laboratório d Anatomia Objtiva-s atndr as atividads práticas ncssárias ao plno dsnvolvimnto do contúdo d Anatomia Humana Dscritiva Topográfica, com a finalidad d manusio Página 228 d 237
229 das struturas anatômicas aprndizado da nomnclatura, topografia função básica dos constituints do corpo humano. As pças anatômicas d rsina compõm um númro d cinco xmplars d cada part do corpo humano sistma orgânico studados qu são dispostas quivalntmnt nas msas d studo atndndo m cada uma das cinco msas até sis alunos. 4.2 Laboratório d Enfrmagm Tm como finalidad propiciar as sguints açõs: Dsnvolvr técnicas d prparo administração d fármacos vias EV, IM, SC, SL, Otológica, Nasal, Rtal, Transdérmica oftálmica; Ralizar xam físico d acordo com os sgmntos do corpo humano; Ralizar a higin das mãos; Utilização d técnicas assépticas; Prparo d matrial cirúrgico; Ralizar curativos simpls cirúrgicos; Manusio d Sondas, Drnos Cattrs; Vrificar sinais vitais dados d antropomtria; Ralizar a higin do pacint; Atuar junto ao pacint crítico no atndimnto pré-hospitalar m simulaçõs d atndimntos d mrgências. 4.3 Laboratório Multidisciplinar Dstina-s atndr as sguints disciplinas: Microbiologia, Biologia clular, Histologia, Embriologia Humana, Parasitologia Patologia, tndo como finalidad propiciar as açõs d studo, anális projção d lâminas histológicas d todos os tcidos sistmas do corpo humano, através d microscópio com câmra digital acoplada a computador /ou aparlho d multimídia, além d 1 (um) microscópio para cada bancada d studo, totalizando 7 (st) microscópios. 5 REGULAMENTO 5.1 Funcionamnto Os laboratórios prmancrão abrtos d sgunda a sxta-fira das 19:10 horas às 22:40 horas para as aulas práticas prviamnt agndadas das 14:00 horas às 18:00 horas para as atividads studos xtra-aula, dvndo ocorrr também o agndamnto prévio Página 229 d 237
230 para a utilização. Prmit-s no máximo 30 alunos por aula prática 20 alunos por horário agndado xtra-aula. A utilização dos laboratórios plos alunos só dvrá sr fita mdiant suprvisão dos monitors, profssors rsponsávis pla disciplina ou profssor coordnador do laboratório. Os matriais d uso dos laboratórios somnt srão forncidos para uso nas atividads pré-agndadas, não sndo prmitido a rtirada, o mpréstimo ou vnda dsts. Após as aulas práticas, todos os matriais utilizados dvrão sr dixados sobr a msa ou nas bandjas para qu sjam guardados plos monitors. Os prtncs pssoais, inclusiv bolsas, dvrão sr dixados m local apropriado dsignado plo monitor, profssor rsponsávl pla disciplina ou profssor coordnador do laboratório no momnto da aula ou studo xtra-aula. 5.2 Diritos dvrs dos alunos São diritos dos alunos: I. Utilizar os laboratórios para studos sob suprvisão d monitors, profssors rsponsávis pla disciplina ou profssor coordnador do laboratório; II. Tr matrial prviamnt organizado para suas práticas curriculars. São dvrs dos alunos: I. Rspitar a ordm a disciplina no rcinto dos laboratórios; II. Rsponsabilizar-s por danos causados aos matriais; III. Não consumir alimntos, fumo ou utilizar clulars nos laboratórios; IV. Rspitar os horários dos monitors, profssors rsponsávis pla disciplina ou profssor coordnador do laboratório para fazr sus agndamntos; V. Zlar pla limpza, organização, consrvação uso corrto dos quipamntos matriais; VI. Entrar nos laboratórios corrtamnt paramntado (cablo prso, calça comprida, sapato fchado jalco d mangas compridas, com punho fchado comprimnto abaixo do jolho). Por motivos d biossgurança, o acsso srá ngado ao usuário qu não s ncontrar dvidamnt paramntado, sndo o própé utilizado apnas m casos d impossibilidad d uso d calçados fchados; Página 230 d 237
231 VII. Utilizar os laboratórios dsd qu acompanhados /ou orintados plo profssor do curso /ou monitors; VIII. Solicitar agndamnto matrial para a ralização d atividads d autostudo para o Técnico d Laboratório, por mio d formulário próprio com, no mínimo, 48h d antcdência; IX. Não portar ornamntos pssoais (anéis, brincos, rlógios, pulsiras) durant a aula prática; X. Dixar o matrial o ambint limpos organizados sobr as bancadas ao final da aula; XI. Cumprir zlar plo cumprimnto dst rgulamnto. 5.3 Empréstimo d matérias para os alunos A Instituição não disponibilizará d forma alguma qu os matriais dos laboratórios sjam rtirados da própria Instituição plos alunos. 5.4 Dvrs do Profssor Coordnador d Laboratório A organização, vrificação, rposição consrvação do matrial é d rsponsabilidad do profssor coordnador d laboratório. Compt ao profssor coordnador d laboratório: I. Orintar os usuários para a utilização dos matriais; II. Mantr m ordm os laboratórios; III. Mantr a organização control d ntrada saída d matriais; IV. Disponibilizar matriais quipamntos, prviamnt agndados solicitados por mio d formulário próprio, para aulas práticas, monitorias auto-studo; V. Lavar, strilizar (quando ncssário) guardar os matriais após as práticas com auxílio dos monitors; VI. Organizar arquivos rfrnts à documntação do laboratório; VII. Encaminhar solicitação ao Coordnador d Curso para consrto manutnção d quipamntos; VIII. Rcbr confrir matriais do stor d compras/almoxarifado/patrimônio da Instituição; IX. Solicitar srviços grais para a manutnção dos laboratórios; X. Vrificar solicitar ao Coordnador d Curso os matriais para rposição; Página 231 d 237
232 XI. Suprvisionar as atividads d monitoria auto-studo no qu tang aos matriais, quipamntos spaços m uso; XII. Rcbr confrir matriais dvolvidos plos profssors após o mpréstimo dos msmos; XIII. Mantr o control do stoqu; XIV. Suprvisionar a limpza dos laboratórios; XV. Organizar os programas d utilização dos laboratórios juntamnt com a Coordnação do Curso; XVI. Incntivar colaborar m atividads d nsino, psquisa xtnsão promovidas nos laboratórios; XVII. Psquisar novos quipamntos, matriais programas a srm implantados nos laboratórios; XVIII. Promovr mlhor aprovitamnto da distribuição dos horários para utilização dos laboratórios; XIX. Suprvisionar a atuação dos monitors técnicos, juntamnt com os profssors das disciplinas; XX. Promovr constant avaliação dos laboratórios no procsso d nsinoaprndizagm; XXI. Divulgar para profssors, funcionários alunos o rgulamnto d utilização dos laboratórios, bm como garantir o prnchimnto do trmo d rsponsabilidad; XXII. Solicitar a compra d matriais prvistos no planjamnto smstral; XXIII. Avaliar as solicitaçõs para saída d matriais utilizados m atividads complmntars; XXIV. Cumprir zlar plo cumprimnto dst rgulamnto. 5.5 Dvrs dos Profssors Cabrá ao profssor o agndamnto da tmática d aulas práticas com o profssor coordnador d laboratório, d acordo com o cronograma do plano d nsino, na primira smana d aula. Cabrá ao profssor ncaminhar sus rotiros d aulas práticas para o profssor coordnador d laboratório com no mínimo 15 dias d antcdência da aula. O canclamnto ou troca d aula prática dvrá sr comunicado ao profssor coordnador com antcdência d, no mínimo, 48 horas. Página 232 d 237
233 As aulas agndadas num príodo infrior aos 15 dias podrão ficar compromtidas com rlação à disponibilidad dos matriais. Compt ainda ao profssor: I. Encaminhar para o Coordnador do curso, no príodo d planjamnto do smstr ltivo, o cronograma a lista d matriais ncssários para a ralização das aulas práticas; II. Disponibilizar para os alunos o cronograma d aulas tóricas práticas, na primira smana d aula, para qu os alunos comparçam dvidamnt paramntados nas aulas práticas; III. Zlar pla ordm manutnção do laboratório; IV. Não prmitir o acsso d alunos não paramntados nas dpndências dos laboratórios; V. Rstringir a ntrada d pastas, bolsas, pochts, alimntos similars nos ambints dos laboratórios; VI. Rstringir o acsso aos quipamntos matriais não solicitados para a aula; VII. Zlar pla limpza, organização, manutnção bom funcionamnto dos laboratórios; VIII. Rspitar o horário d início término das aulas; IX. Cumprir fazr cumprir st rgulamnto. 5.6 Empréstimo d matriais aos profssors A Instituição disponibilizará sus matriais dos Laboratórios para qu os docnts utilizm fora do laboratório dsd qu os itns a sguir sjam adotados: - No ato do mpréstimo, o profssor dvrá prnchr uma ata d mpréstimo constando a data d rtirada, o matrial utilizado a data prvista para dvolução do matrial. 5.7 Normas rotinas d biossgurança I. Os laboratórios s nquadram m ambints d baixo risco individual coltivo sgum as normas stipuladas pla lgislação brasilira stablcida pla Li N.o 8974 d 05/01/95, qu rgulamnta a criação da Comissão Técnica Nacional d Biossgurança para uso d quipamnto d protção individual (EPI); II. Os utnsílios d cort, quipamntos létricos fogõs dvm sr utilizados d forma adquada a fim d vitar acidnts; Página 233 d 237
234 III. Somnt é prmitida a ralização d técnicas /ou procdimntos nos boncos/manquins disponibilizados para as aulas, sndo proibida a ralização dstas práticas m srs humanos; IV. Os matriais dscartávis (agulhas, sringas, quipos, luvas stéris, tc...) utilizados nas aulas práticas, dvm sr raprovitados quando m condiçõs adquadas d uso; V. Os usuários dos laboratórios (profssors, alunos colaboradors) têm acsso à utilização d toucas luvas d procdimnto, smpr qu ncssário para uso no Laboratório; VI. Qualqur tipo d alimnto ou bbida não podrá sr consumido nas dpndências dos laboratórios; VII. É proibido fumar ou utilizar clular nas dpndências do laboratório; VIII. O racondicionamnto, dscart lavagm dos matriais/quipamntos utilizados nas aulas práticas dvm sguir as normas d biossgurança, vitando impacto ambintal. Todas as ocorrências d acidnts dvrão sr rgistradas no Livro d Ocorrências plo docnt, quando m aula. 5.9 Visitas didáticas aos laboratórios O Cntro Unificado d Educação Barrtos LTDA stá abrto a rcbr visitas didáticas d outras Instituiçõs m qualqur época, sndo qu: I. A Instituição solicitant dvrá nviar antcipadamnt ofício, spcificando data, o qu utilizará nos laboratórios, númro d alunos outros dtalhs. II. O(s) laboratório(s) somnt podrá sr visitado s não stivr ocorrndo atividads d nsino nos dias da solicitação. III. Os alunos dvm vir acompanhados d docnts da Instituição d origm toda a visita srá ralizada com a suprvisão d um profssor do Cntro Unificado d Educação Barrtos LTDA Disposiçõs finais transitórias I. Os casos omissos nst Rgulamnto srão avaliados plo Coordnador do curso, plo Coordnador d Laboratório pla Dirção da Instituição. II. O uso do jalco é rstrito aos Laboratórios. III. O prsnt Rgulamnto podrá sr modificado por proposta do Coordnador do curso, do Coordnador d Laboratório da Dirção da Instituição. Página 234 d 237
235 ANEXO V UNIDADE II DA FACULDADE BARRETOS ÁREA ÚTEIS DAS DEPENDÊNCIAS DA UNIDADE II DA FACULDADE BARRETOS BLOCO 1 NOMENCLATURA DAS DEPENDÊNCIAS ÁREA UNID SALA DE REUNIÕES 28,00 m² VESTIÁRIO/REFEITÓRIO/CONVIVIO FUNCIONÁRIOS 24,15 m² SANITÁRIO MASCULINO DE CONVIVIO 4,05 m² SANITARIO FEMININO DE CONVIVIO 4,05 m² ALMOXARIFADO GERAL 22,80 m² ALMOXARIFADO LIMPEZA 7,99 m² CAFÉ 7,71 m² DIRETORIA 1 12,78 m² DIRETORIA 2 12,78 m² DIRETORIA 3 12,78 m² SECRETARIA /ESPERA 38,16 m² BANHEIRO 1 3,12 m² BANHEIRO 2 3,12 m² BANHEIRO 3 2,86 m² CONTABILIDADE/RECURSOS HUMANOS 19,95 m² SECRETARIA 51,66 m² DCR 13,64 m² TESOURARIA/CHEFIA 9,08 m² CAIXAS 12,51 m² RECEPÇÃO 54,74 m² LABORATÓRIO INFOMÁTICA 1 48,80 m² LABORATÓRIO INFOMÁTICA 2 48,80 m² LABORATÓRIO INFOMÁTICA 3 49,60 m² ANFITEATRO 367,23 m² CIRCULAÇÃO INTERNA CORREDORES 226,50 m² COORDENAÇÃO DE CURSO 1 9,71 m² COORDENAÇÃO DE CURSO 2 9,88 m² COORDENAÇÃO DE CURSO 3 9,72 m² COORDENAÇÃO DE CURSO 4 9,72 m² COORDENAÇÃO DE CURSO 5 9,87 m² COORDENAÇÃO DE CURSO 6 9,72 m² CIRCULAÇÃO DA COORDENAÇÃO 10,62 m² SALA DOS PROFESSORES 54,80 m² COPA DA SALA DOS PROFESSORES 12,57 m² BANHEIRO DA SALA DOS PROFESSORES 9,70 m² BIBLIOTECA 210,80 m² SANITÁRIO FEMININO ALUNOS 21,15 m² SANITÁRIO FEMININO ALUNOS DE PORTADORES DE DEFICIÊNCIA FISICA 3,75 m² SANITÁRIO MASCULINO ALUNOS 21,15 m² SANITÁRIO MASCULINO ALUNOS DE PORTADORES DE DEFICIÊNCIA FISICA 3,75 m² XEROX/PAPELARIA 8,70 m² DEPÓSITO 5,61 m² POSTO BANCÁRIO 8,41 m² ÁREA LIVRE COBERTA DA CANTINA 46,86 m² CANTINA 23,60 m² SUB-TOTAL 1586,95 m² Página 235 d 237
236 BLOCO 2 NOMENCLATURA DAS DEPENDÊNCIAS ÁREA UNID SALA DE AULA 1 50,80 m² SALA DE AULA 2 50,80 m² SALA DE AULA 3 50,80 m² SALA DE AULA 4 50,80 m² SALA DE AULA 5 50,80 m² SALA DE AULA 6 50,80 m² SALA DE AULA 7 50,80 m² CIRCULAÇÃO INTERNA CORREDORES 233,48 m² SALA DE AULA 8 65,60 m² SALA DE AULA 9 98,80 m² SALA DE AULA 10 62,80 m² SALA DE AULA 11 78,80 m² SALA DE AULA 12 50,80 m² SALA DE AULA 13 50,80 m² SALA DE AULA 14 50,80 m² SALA DE AULA 15 50,80 m² SALA DE AULA 16 50,80 m² SALA DE AULA 17 66,80 m² SANITÁRIO FEMININO ALUNOS 25,23 m² SANITÁRIO FEMININO ALUNOS DE PORTADORES DE DEFICIÊNCIA FISICA 3,75 m² SANITÁRIO MASCULINO ALUNOS 25,23 m² SANITÁRIO MASCULINO ALUNOS DE PORTADORES DE DEFICIÊNCIA FISICA 3,75 m² SALA DE AULA 18 64,80 m² SALA DE AULA 19 62,80 m² SALA DE AULA 20 62,80 m² SALA DE AULA 21 62,80 m² SALA DE AULA 22 62,80 m² SALA DE AULA 23 64,80 m² SALA DE AULA 24 62,80 m² SALA DE AULA 25 62,80 m² SALA DE AULA 26 62,80 m² SALA DE AULA 27 62,80 m² SALA DE AULA 28 62,80 m² SUB-TOTAL 1589,84 m² LABORATÓRIOS NOMENCLATURA DAS DEPENDÊNCIAS ÁREA UNID NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE 71,63 m² LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM 1 70,42 m² LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM 2 - SIMULAÇÃO DE PEDIATRIA 70,49 m² LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM 3 60,67 m² BANHEIRO PARA SIMULAÇÃO HOSPITALAR 9,00 m² CIRCULAÇÃO INTERNA CORREDORES 89,10 m² LABORATÓRIO DE ANATOMIA 71,63 m² LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR 70,49 m² SUB-TOTAL 513,43 m² Página 236 d 237
237 NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS - NPJ NOMENCLATURA DAS DEPENDÊNCIAS ÁREA UNID SALA DE ADVOCACIA 2 9,63 m² SALA DE ADVOCACIA 3 9,33 m² SALA DE ADVOCACIA 4 - ADAPTADA PARA PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FISICA 9,33 m² SALA DE ADVOCACIA 5 6,99 m² SALA DE ADVOCACIA 6 6,99 m² SALA DE ADVOCACIA 7 7,22 m² BANHEIRO PRIVATIVO JUIZ 5,55 m² SALA PRIVATIVA JUIZ 9,00 m² CIRCULAÇÃO INTERNA CORREDORES 57,46 m² XEROX 5,14 m² ARQUIVO 8,25 m² SALA DE AUDIÊNCIA CIVIL ESPECIAL 26,00 m² SALA DE TRIAGEM DO NPJ 15,90 m² SALA DE ADVOCACIA 1 6,82 m² SALA DO COORDENADOR DO CURSO 10,00 m² BANHEIRO PÚBLICO FEMININO ADAPTADO PARA PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FISICA 4,32 m² BANHEIRO PÚBLICO MASCULINO ADAPTADO PARA PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FISICA 4,58 m² ANTE-CAMARA DOS BANHEIROS DOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA FISICA 7,73 m² SALA PROFESSOR 9,69 m² SALA OAB 15,00 m² RECEPÇÃO DA JUSTIÇA CIVIL ESPECIAL 24,79 m² CARTÓRIO CIVIL 23,08 m² BANHEIRO PARA FUNCIONÁRIOS MASCULINO 3,96 m² BANHEIRO PARA FUNCIONÁRIOS FEMININO 3,96 m² SU-TOTAL 290,72 m² Página 237 d 237
PALAVRAS-CHAVE: CURRÍCULO DE PEDAGOGIA, FORMAÇÃO,EDUCAÇÃO INFANTIL, IDENTIDADE PROFISSIONAL
Govrno do Estado do Rio Grand do Nort Scrtariado d Estado da Educação Cultura - SEEC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN Pró-Ritoria d Psquisa Pós-Graduação PROPEG Dpartamnto d Psquisa
RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DO TRABALHO TÉCNICO SOCIAL Dezembro/2010
[Digit txto] 1 IDENTIFICAÇÃO RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DO TRABALHO TÉCNICO SOCIAL Dzmbro/2010 Programa: Opraçõs Coltivas Contrato CAIXA nº: 0233.389.09/2007 Ação/Modalidad: Construção d unidad habitacional
Melhoria contínua da qualidade do ensino
1. OBJETIVO Est procdimnto visa normalizar as ativis snvolvis no âmbito mlhoria contínua quali do nsino dos cursos ministrados na Escola Naval (EN). 2. CAMPO DE APLICAÇÃO O prsnt procdimnto é aplicávl
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