Planejamento Industrial
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- Ângela Canedo Bayer
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1 Planejamento Industrial slide 1
2 Agenda 1. Apresentação a) Turma b) Professor 2. Cronograma Semestre 3. Automação na Indústria slide 2
3 Apresentação Prof. Diego Pratis slide 3
4 Apresentação Experiência Profissional Docência a. Sistemas integrados de manufatura b. Planejamento Industrial c. Simulação de Processos d. Eletrotécnica Industrial e. Programação de Controle Lógico Programável f. Fundamentos de Eletrônica g. Gestão de Energia slide 4
5 Apresentação Experiência Profissional Indústria a. Automação de processos de manufatura b. Manufatura digital c. Redução de custos d. Eficiência Energética e. Engenheiro de Controls f. Distribuição de potência elétrica em BT e AT slide 5
6 Cronograma slide 6
7 Ementa 1. Diagramas de fabricação a. Análise capacidade produtiva b. Técnicas de levantamento de tempos de produção c. Visão geral e tempos e métodos 2. Estrutura e síntese dos diagramas de processo a. Classificação dos sistemas de produção b. Funções dos sistemas de produção c. Planejamento e Controle da Produção d. Visão geral dos sistemas de produção 3. Entendendo condições do processo a. Análise da capacidade de produção X PMP b. Elaboração do plano mestre de produção c. Planejamento mestre da produção 4. Custos Industriais, estimativa de custos de capital a. Estimativa de custos do processo b. Fatores que envolvem a estimativa de custos do processo 5. Estimativa de custos de manufatura 1. Estimativa de custos de manufatura 2. Fatores que envolvem a estimativa de custos de manufatura slide 7
8 Bibliografia REFERÊNCIAS BÁSICAS Engenharia de Processos Análise, Simulação, Otimização e Síntese de Processos Químicos PERLINGEIRO, C. A. G. Editora: Edgar Blucher, Custos: análise e gestão. MEGLIORINI, Evandir. Pearson, Análise gerencial de custos: aplicação em empresas modernas. BORNIA, Antonio Cezar. Porto Alegre slide 8
9 Bibliografia REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. São Paulo: Makron Books, FILHO, Moacir Paranhos. Gestão da produção industrial. Curitiba: Ibpex, GAITHER, Norman; FRAZIER, Greg. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira, GOLDRATT, E.; COX, J. A meta: um processo de melhoria contínua. São Paulo: Nobel, GRAEML, Alexandre Reis; Jurandir Peinado. Administração da produção: operações industriais e de serviços. Curitiba: Unicenp, MARTINS, P. G.; LAUGENI, F.P. Administração da produção. São Paulo: Saraiva, MATESCO, Virene Roxo; Rui Santacrus; Robson Ribeiro Gonçalves; Antonio Carlos Pôrto Gonçalves. Economia aplicada. Rio de Janeiro: FGV Management, MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira/Thomson Learning, NETO, Assaf; Fabiano Guasti Lima. Curso de administração financeira. São Paulo: Atlas, RITZMAN, Larry P.; KRAJEWSKI, Lee J. Administração da produção e operações. São Paulo: Prentice Hall, SENGE, Peter M. A quinta disciplina: arte e prática da organização que aprende. Rio de Janeiro: Best Seller, SLACK, Nigel; Stuart Chambers; Robert Johnston. Administração da produção. São Paulo: Atlas, STADLER, Humberto. Estratégias para a qualidade: o momento humano e o momento tecnológico. Curitiba, Juruá Editora, STENSON, Willian J. Administração das operações de produção. Rio de Janeiro: LTC, WILKER, Bráulio. Demanda, oferta e equilíbrio de mercado. Disponível em: slide 9
10 Bibliografia slide 10
11 Evolução da tecnologia na indústria Automação Produção Manutenção Indústria slide 11
12 Evolução da tecnologia na indústria Automação Modelos de Sistema de Produção Manutenção slide 12 Prof. Diego Pratis
13 Evolução da tecnologia na indústria Automação Mecânica Transistores Relés CIs Computadores CLPs Computadores de Processo slide 13 Prof. Diego Pratis
14 Evolução da tecnologia na indústria Modelos Sistemas de Produção Taylorismo Fordismo Toyostism o slide 14 Professor Diego 14Pratis
15 Evolução da tecnologia na indústria Manutenção slide 15 Professor Diego 15Pratis
16 Resultado???? slide 16 Prof. Diego Pratis Professor Diego 16Pratis
17 Quebra de Paradigmas slide 17
18 Realidades da Manufatura Moderna Seções: 1. Sistemas de produção 2. Automação em sistemas de produção 3. Trabalho manual nos sistemas de produção 4. Princípios e estratégias da automação slide 18
19 As realidades da manufatura moderna Globalização países outrora subdesenvolvidos (por exemplo, China, Índia, México) estão se tornando peças importantes no mundo da manufatura Terceirização internacional peças e produtos inicialmente feitos nos Estados Unidos por empresas norte-americanas passaram a ser produzidos em outros continentes (no exterior) ou em países mais próximos (no México e América Central) Terceirização local uso de fornecedores dentro dos Estados Unidos para fornecer peças e serviços slide 19
20 Mais realidades da manufatura moderna Fabricação terceirizada empresas especializadas na fabricação de produtos completos, e não somente peças, sob contrato com outras empresas Tendência ruma ao setor de serviços na economia norte-americana Expectativas de qualidade os clientes, tanto consumidores quanto clientes corporativos, exigem que os produtos adquiridos sejam de alta qualidade Necessidade de eficiência operacional produtores norte-americanos devem ser eficientes em suas operações de modo a superar a vantagem com relação aos custos de mão de obra dos competidores internacionais slide 20
21 Abordagens e tecnologias modernas de manufatura slide 21 Automação equipamentos automatizados em vez de mão de obra Tecnologias de manuseio de materiais porque a manufatura normalmente envolve uma sequência de atividades Sistemas de produção integração e coordenação de integração e coordenação de múltiplas estações de trabalho automatizadas ou manuais Manufatura flexível para competir nas categorias de baixo volume/alta diversidade de produtos Programas de qualidade para alcançar os altos níveis de qualidade esperados pelos consumidores de hoje em dia Manufatura integrada por computador (computer-integrated manufacturing CIM) para integrar o projeto, a produção e a logística Produção enxuta mais trabalho com menos recursos
22 Definição de Sistema de produção Um conjunto de pessoas, equipamentos e procedimentos organizados para realizar as operações de produção de uma empresa Duas categorias: Instalações a fábrica, os equipamentos instalados e a forma como estão organizados (layout da planta) Sistemas de apoio à produção o conjunto de procedimentos utilizados por uma empresa no gerenciamento da produção e na solução de problemas técnicos e logísticos na encomenda de materiais, na movimentação de trabalho pela fábrica e na garantia que os produtos atenderão aos requisitos de qualidade slide 23
23 O sistema de produção slide 24
24 Instalações do sistema de produção As instalações incluem a fábrica, as máquinas e ferramentas de produção, os equipamentos para tratamento de materiais, os equipamentos de inspeção e os sistemas computadorizados que controlam as operações de produção Layout da planta a maneira como os equipamentos são fisicamente organizados na fábrica Sistemas de produção arranjos lógicos de equipamentos e trabalhadores na fábrica Linha de produção Uma única máquina de produção e um único trabalhador responsável slide 25
25 Sistemas de produção Três categorias em termos da participação humana nos processos executados pelos sistemas de produção: 1. Sistemas de trabalho manual um trabalhador executando uma ou mais tarefas sem a ajuda de ferramentas motorizadas, mas às vezes utilizando ferramentas manuais 2. Sistemas trabalhador-máquina um trabalhador operando equipamento motorizado 3. Sistemas automatizados um processo executado por uma máquina sem a participação direta de um trabalhador humano slide 26
26 Sistema de trabalho manual slide 27
27 Sistema trabalhador-máquina slide 28
28 Sistema automatizado slide 29
29 Sistemas de apoio à produção Envolve um ciclo de atividades de processamento de informações que consiste de quatro funções: 1. Funções de negócios vendas e marketing, registro do pedido, contabilidade de custos e cobrança ao cliente 2. Projeto do produto pesquisa e desenvolvimento, engenharia de projetos e oficina de protótipos 3. Planejamento da manufatura planejamento do processo, planejamento da produção, planejamento das necessidades de materiais (material requirements planning MRP), planejamento da capacidade 4. Controle da produção controle do chão da fábrica, controle do estoque, controle da qualidade slide 30
30 O ciclo de processamento da informação em sistemas de apoio à produção slide 31
31 Automação em sistemas de produção Duas categorias no sistema de produção: 1. Automação dos sistemas de produção da fábrica 2. Controle computadorizado dos sistemas de apoio à produção As duas categorias se sobrepõem, já que os sistemas de apoio à produção são conectados aos sistemas de produção da fábrica Manufatura integrada por computador (computer-integrated manufacturing CIM) slide 32
32 Manufatura integrada por computador slide 33
33 Sistemas de produção automatizados Exemplos: Máquinas-ferramenta automatizadas Linhas de transferência Sistemas de montagem automatizados Robôs industriais que executam operações de processamento ou montagem Sistemas para tratamento e armazenamento automáticos de materiais que integram operações de produção Sistemas de inspeção automática para controle de qualidade slide 34
34 Sistemas de produção automatizados Três tipos básicos: 1. Automação rígida 2. Automação programável 3. Automação flexível slide 35
35 Automação rígida Um sistema de produção no qual a sequência das operações de processamento (ou montagem) é definida pela configuração do equipamento Algumas características: 1. Adequada para altas quantidades de produção 2. Alto investimento inicial em equipamentos com engenharia personalizada 3. Altas taxas de produção 4. Relativamente inflexível na acomodação de uma variedade de produtos slide 36
36 Automação programável Um sistema de produção projetado com a capacidade de modificar a sequência de operações de modo a acomodar diferentes configurações de produtos Algumas características: Alto investimento em equipamentos de propósito geral Baixas taxas de produção se comparada a automação rígida Flexibilidade para lidar com variações e alterações na configuração do produto Mais adequado para a produção em lote A configuração física da máquina deve ser alterada e o sistema reprogramado entre trabalhos (lotes) slide 37
37 Automação flexível Uma extensão da automação programável na qual o sistema é capaz de trocar de um trabalho para o próximo sem perda de tempo entre eles Algumas características: Alto investimento em um sistema com engenharia personalizada Produção contínua de um conjunto variado de produtos Taxas médias de produção Flexibilidade para lidar com variações no projeto do produto slide 38
38 Variedade de produtos e quantidade de produção para três tipos de automação slide 39
39 Sistemas computadorizados de apoio à produção Objetivos da automação dos sistemas de apoio à produção Reduzir o volume de esforço manual e burocrático nas etapas de projeto do produto, planejamento e controle da produção e nas funções de negócio da empresa Integrar o projeto auxiliado por computador (computer-aided design CAD) e a manufatura auxiliada por computador (computer-aided manufacturing CAM) em CAD/CAM A manufatura integrada por computador (computer-integrated manufacturing CIM) inclui CAD/CAM e as funções de negócio da empresa slide 40
40 Razões para a automação 1. Aumentar a produtividade no trabalho 2. Reduzir os custos do trabalho 3. Minimizar os efeitos da falta de trabalhadores 4. Reduzir ou eliminar as rotinas manuais e das tarefas administrativas 5. Aumentar a segurança do trabalhador 6. Melhorar a qualidade do produto 7. Reduzir o tempo de produção 8. Realizar processos que não podem ser executados manualmente 9. Evitar o alto custo da não automação slide 41
41 Trabalho manual nos sistemas de produção Existe lugar para o trabalho manual nos sistemas de produção modernos? Resposta: SIM Dois aspectos: 1. Trabalho manual em operações de fábrica 2. Trabalho nos sistemas de apoio à produção slide 42
42 Trabalho manual nas operações das fábricas A tendência de longo prazo é o uso cada vez maior de sistemas automatizados para substituir o trabalho manual Quando o trabalho manual é justificado? slide 43 Em alguns países o valor da hora de trabalho é muito baixo, de maneira que a automação não pode ser justificada A tarefa é tecnologicamente muito difícil de ser automatizada O ciclo de vida do produto é curto O produto customizado exige a flexibilidade humana Para lidar com os altos e baixos da demanda Para reduzir o risco de falhas no produto
43 Trabalho nos sistemas de apoio à produção Projetistas que trazem criatividade à tarefa de realizar um projeto Engenheiros de produção que Projetam os equipamentos e ferramentas de produção E planejam os métodos e percursos de produção Manutenção de equipamentos Programação e operação de computadores Trabalho de engenharia de projetos Gerenciamento da fábrica slide 44
44 Princípios e estratégias de automação 1. O princípio USA 2. Dez estratégias para automação e melhoria dos processos 3. Estratégia de migração para a automação slide 45
45 Princípio USA 1. Compreender o processo existente Análise de entrada/saída Análise da cadeia de valor Técnicas gráficas e modelos matemáticos 2. Simplificar o processo Reduzir passos e movimentações desnecessárias 3. Automatizar o processo Dez estratégias para automação e sistemas de produção Estratégia de migração para a automação slide 46
46 Dez estratégias para automação e melhoria dos processos 1. Especialização das operações 2. Operações combinadas 3. Operações simultâneas 4. Integração das operações 5. Aumento da flexibilidade 6. Melhoria na armazenagem e manuseio de materiais 7. Inspeção on-line 8. Otimização e controle do processo 9. Controle das operações de fábrica 10. Manufatura integrada por computador slide 47
47 Especialização das Operações Utilizar equipamentos especiais projetados para a execução de uma única operação com maior eficiência possível. Operações Combinadas Objetivo de reduzir o número de máquinas ou estações de trabalho de produção pelas quais a unidade deve passar. Este objetivo pode ser alcançado quando mais de uma operação é executada pela mesma máquina. slide 48
48 Operações Simultâneas Execução de operações combinadas de forma simultânea em uma máquina de trabalho. Duas ou mais operações de processamento são executadas ao mesmo tempo em uma peça. Integração das Operações Envolve a ligação de diferentes estações de trabalho em um único mecanismo integrado Utiliza-se de dispositivos automatizados para o tratamento do trabalho de transferência de peças entre as estações. slide 49
49 Aumento da Flexibilidade Utilização do mesmo equipamento para uma variedade de peças e produtos. Melhoria na Armazenagem e Manuseio de Materiais Utilizar sistemas automatizados no tratamento e armazenamento de materiais. slide 50
50 Inspeção On-Line Incorporação da inspeção durante o processo de produção. Otimização e Controle do Processo O Objetivo é de operar os processos individuais e os equipamentos associados de maneira mais eficiente. slide 51
51 Controle das Operações de Fábrica É o gerenciamento e a coordenação das operações na fábrica de maneira mais eficiente. Envolve a aplicação de uma eficiente rede computacional Manufatura Integrada por Computador Elevando a estratégia anterior em um nível em que haja a integração das operações da fábrica com a engenharia de projetos e as funções de negócios da empresa slide 52
52 Estratégia de migração para a automação para integração de novos produtos 1. Fase 1 Produção manual Células únicas tripuladas trabalhando independentemente Vantagens: ferramentas que podem ser feitas rapidamente e a um baixo custo 2. Fase 2 Produção automatizada Células únicas automatizadas operando independentemente Na medida que a demanda cresce e a automação pode ser justificada 3. Fase 3 Produção automatizada integrada Sistema automatizado multiestação com operações em série e transferência automatizada das unidades de trabalho entre estações slide 53
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